Ex.mo. (s) Sr. (s),
O Núcleo de Investigação em Políticas Económicas (NIPE) da Universidade do Minho está a organizar um seminário subordinado ao tema: “Accountability and Flexibility in Public Schools: New Evidence from Boston’s Charters and Pilots”, apresentado por Joshua Angrist (MIT) que decorrerá no dia 29 de Junho de 2009 às 17h na Escola de Economia e Gestão, Anfiteatro 1.01.
Dado o tema do seminário, e a sua relevância para a discussão das políticas de educação em Portugal, vimos por este meio convidá-lo (s) a assistir ao mesmo.
Este seminário enquadra-se na VI Summer School “Empirical Strategies”, organizada pelo NIPE.
Agradecendo desde já a atenção de V/ Excelência, despedimo-nos apresentando os nossos mais respeitosos cumprimentos,
O Comité de Organização
João Cerejeira, PhD European University Institute
Miguel Portela, PhD Tinbergen Institute, Universidade de Amesterdão
Dina Guimarães, Msc University of Bristol
Junho 23, 2009
Junho 23, 2009 at 4:59 pm
“Ex.mo.(s) Sr.(s)”? A quem se estão a dirigir, ao certo?
Junho 23, 2009 at 5:10 pm
E o que é que vão dizer?
Vão puxar mais para o lado da Economia ou nem por isso?
Vão dizer que no EUA deu buraco ou vão-nos convencer da bondade da coisa?
Ou vão dizer que juntando Flexibility com Accountability a coisa resulta?
Junho 23, 2009 at 5:18 pm
Os doutores Joaõ Cerejeira, Miguel Portela e Dina Cerejeira podem ser uns brilhantes académicos, mas após quatro anos de poder de facto da escola bostoniana sobre o ministério da educação não seria altura de deitar um olhar para outros lados? Por exemplo, para Portugal?
Junho 23, 2009 at 5:28 pm
Responsabilizacao e flexibilizacao.
Mas falta o outro palavrao!
Entao e a resiliencia?
Junho 23, 2009 at 5:58 pm
O trabalhador da silva bem avisou .
Agora, a moda é a “accountability”.
Falta o conceito de “stake holder”.
Junho 23, 2009 at 6:11 pm
#5 reb
Não sejas bota-abaixista (neologismo socratino).
Tens um novíssimo: Empirical Strategies. Ainda estou para perceber a distância deste para experimentalismo pedagógico enquanto houver fundos da União Europeia para gastar.
Junho 23, 2009 at 6:16 pm
Foi o TS que mandou o convite.
“Accoutability”…só pode! Aposto!
Junho 23, 2009 at 6:28 pm
Notas minimalistas:
1)Pode-se responsabilizar quem não é livre ou pressupostamente livre? Se sim, em que sentido robusto?
2)Pode-se flexibilizar sem referentes para essa mesma flexibilização? Tratar-se-á de flexibilização “ex nihilo”? Nem Deus, caso exista, se lembraria, por certo, de tal coisa.
Junho 23, 2009 at 6:49 pm
#6, é a diferença entre “empirismo estratégico” e “estratégias empíricas”.
Em inglês só têm uma alternativa…nós temos duas.
Junho 23, 2009 at 6:54 pm
Mais decretos e decretos-lei, portarias de Boston? Talvez venham importar legislação.
Junho 23, 2009 at 7:00 pm
O Trabalhador da Silva entende da matéria!
Trabalhaaaaaaaaaaaaaador!
Junho 23, 2009 at 7:28 pm
Tenho uma vaga noção de conhecer uns tipos do NIPE no Sardinha Biba: uns besuntas muito empiricals, já se sabe para o que isso serve.
Mas isso já foi há muito tempo, o suficiente para terem aprendido algo que se visse.
Em tempo, concorrência ao ISCTE ou devaneios tentaculares?
Junho 23, 2009 at 7:40 pm
Obviamente …!
Todos querem mamar à custa do tempo, saúde e dinheiro dos professores. A propósito de alguns despautérios inseridos no Parecer nº 5 do CCAP
Os 150 mil professores são uma naco apetitoso para todos os que vivem do negócio da formação. São empresas, instituições de ensino superior à beira da falência, sindicatos que estão no mercado da formação de professores e alguns milhares de especialistas em educação a precisar de ganhar dinheiro. É muita gente. A estratégia é conhecida: colocar nas comissões, conselhos e grupos de trabalho do ME pessoas de confiança que vão dando pareceres que não são mais do que gérmens que se escondem na legislação e que, com o passar do tempo, viram monstrinhos. Foi assim com o novo regime jurídico de habilitação profissional para a docência e com quase todos os diplomas com implicações na formação e na carreira dos professores. O objectivo é criar monstrinhos que geram receitas para os especialistas do eduquês e para as instituições que os acolhem. A formação contínua de professores é um mercado controlado pelos especialistas do eduquês e serve dois propósitos: gerar receitas para as instituições que acolhem e produzem o eduquês e fazer lavagens ao cérebro aos professores. Quando os professores resistem a algum disparate pedagógico, os especialistas do eduquês dizem: “é por falta de formação!” Foi assim com o parecer nº 5 do CCAP. Os professores resistiram em larga escala à aplicação do modelo de avaliação de desempenho? Não foi por o modelo ser mau. Foi por falta de formação, diz o CCAP. E vai daí, o CCAP acaba de parir – com o parecer nº 5 – os gérmens que, em breve, vão virar monstrinhos: “os avaliadores precisam de formação especializada de média e longa duração em avaliação de desempenho e essa formação deve ser dada pelas instituições do ensino superior”. Estão a ver como é que a coisa funciona? Os monstrinhos estão prestes a gerar receitas para quem os pariu e os professores arregimentados para sessões de média e longa duração de lavagem ao cérebro. Aos sábados, claro. Perfeito!
Ramiro M.
Junho 23, 2009 at 7:44 pm
Outro lobby … o pessoal das «Charters Schools»
Junho 23, 2009 at 8:07 pm
nã, nã…
O da Silva é o próprio Joshua Angrist!
Quem diria! De qualquer modo merece o nosso respeito.
Junho 23, 2009 at 8:21 pm
o Paulo podia lá dar uma saltada numa onda tipo sNIPEr
Junho 23, 2009 at 8:37 pm
O Reitor da Universidade do Minho demitiu-se. Evidentemente que Guimarães pouco terá a ver com Boston, mas hoje em dia tudo é possível e o que não parece pode ser parecido.
Junho 23, 2009 at 8:38 pm
ãAs charter school são uma treta…se não tiverem resultados fecham…neoliberalismo ao máximo…deitar fora as cri criancinhas E PROFESSORES SE NÃO RESULTAR O PROJECTO…
Junho 23, 2009 at 8:58 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/23/lou-reed-john-cale-forever-changed/
Bom S.João…
Junho 23, 2009 at 8:59 pm
Quando os alunos não respondem o que os jornalistas querem!
http://videos.publico.pt/Default.aspx?Id=682c853c-1eeb-4221-9f48-258ab69fda02
Junho 23, 2009 at 9:00 pm
PARA DANÇAR LOGO À NOITE,,,,
Junho 23, 2009 at 9:04 pm
EXAME DE MATEMÁTICA DO 12º ANO EM 2030:
PERGUNTA ÚNICA…
DÁ EXEMPLOS DE SOMAS QUE PERFAÇAM 20….
Junho 23, 2009 at 9:12 pm
Os avaliadores da minha escola foram hoje convocados para reunião no dia 2 de julho.
Penso que os vão ensinar a “classificar” segundo a nova FAA…
Junho 23, 2009 at 9:13 pm
Nunca mais chegam as eleições.
E eles têm que encher chouriços.
Junho 23, 2009 at 9:25 pm
hi, sabem que esses avaliadores que vão para formação podem não ser avaliadores para o ano?
Junho 23, 2009 at 9:49 pm
Da página de um dos membros do Comité de Organização:
Dina Guimaraes’s Experience
Research Assistant
University of Minho
(Education Management industry)
September 2008 — Present (10 months)
Por estes dias, pelo menos em algumas cabeças, a indústria já não é o que era…
Junho 23, 2009 at 9:51 pm
“Ensino Superior
Bolonha está a reacender a contestação
Pedro Quedas
23/06/09 00:05
Ondas de protesto dos estudantes estão a ganhar força.”
http://tinyurl.com/mzfh8m
Junho 23, 2009 at 10:24 pm
“Por estes dias, pelo menos em algumas cabeças, a indústria já não é o que era…” (26)
Os bancos agora também são considerados uma indústria.
Talvez porque transformam sonhos em pesadelos…
Junho 23, 2009 at 10:35 pm
É inglês técnico.
Junho 24, 2009 at 3:36 am
Pois é inglês técnico, de certeza. Esta gente nem sabe em que país vive. Se o ridículo matasse…