Soluções do ministério para avaliação rejeitadas
Ministra pediu ao Conselho Científico para optar entre prolongar Simplex ou voltar ao modelo inicial, com alterações. Docentes reafirmam que solução passa por ter um novo em Setembro.
Porque me parece óbvio que se o modelo tem todas aquelas falhas que sempre lhe foram apontadas e agora se viram confirmadas no relatório da confiança do próprio ME, a única solução lógica seria não o aplicar, muito menos nesta coisa estranha que corresponde a este simplex, em que o grau de exigência é ainda menor do qu nos velhos relatórios críticos.
E depois vai ser toda a enorme confusão que se irá gerar entre a fase final deste ano lectivo e o arranque do próximo. Em especial no caso das classificações ditas «de mérito» vai ser interessante ver os avaliadores a aplicar a fase final de um modelo no 1º período, quando já deveriam estar a preparar e a recolher elementos para o novo ciclo de avaliação, com regras diferentes.
Junho 21, 2009 at 11:27 am
“Design Process
In education, as in many other areas, it is tempting to look at what’s worked somewhere else and expect that the same “recipe” will work elsewhere. Organizational leaders, the public, and the educational community itself may look at or hear about something being done in a neighboring district, or in another state, and decide that it’s time to do the same.
In the context of compensation design, as well as many other applications, the “me, too” approach can be dangerous. Simply copying something being done elsewhere ignores important issues of context, including the actual problem being addressed, why the approach chosen is the preferred solution, along with the organization’s history. Thus, while we believe it is time to change teacher compensation systems and have ideas and suggestions on what approaches to try, the exact design of a compensation program must be developed in the local context. (…)”
http://cpre.wceruw.org/tcomp/research/design.php
Junho 21, 2009 at 11:31 am
http://cpre.wceruw.org/tcomp/research/index.php
Junho 21, 2009 at 11:35 am
Confap satisfeita com ano lectivo.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=139054
Junho 21, 2009 at 11:36 am
Conversa tida ontem com uma prof do “primário”
- Avaliada fui eu há uns anos por uma inspectora que me entrou pela sala dentro de surpresa e assistiu à aula toda, sentada ao fundo, sem falar e a tomar notas. Agora isto??? As fichas dos objectivos foram todas copiadas de uns pelos outros, são todas iguais. Tive lá umas colegas que requereram avaliação. Outra palhaçada! A avaliadora vai lá para assistir à aulas e nós conversamos com ela “Tenho de ir agora assistir à aula da B. ” “Espere aí, tome mais um cafezinho” e lá ficava e depois avaliava com base nos sumários. Avaliada fui eu mais do que uma vez por inspectores!
- E então as provas de aferição?
- Eu estranhei que os alunos não mostrassem nervosismo-” Então não estás nervosa Z.?” perguntei a uma.
“Não, isto a nós não pode fazer nada. É mas é para os professores serem avaliados”
É o que os pais lhes dizem. Até desconfio que chegam a responder mal só para deixar o professor mal visto.
Junho 21, 2009 at 11:39 am
O Paulo já leu isto?
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=139054
Eu no post “a música do umbigo” não me contive e comentei com palavrões. O Paulo talvez consiga ser mais delicado e dar a resposta que este Albino Almeida merece.
Junho 21, 2009 at 11:41 am
ME faz balanço das medidas educativas.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=139071
Junho 21, 2009 at 11:47 am
#5,
Albino Almeida desempenha o seu papel.
Gastar palavrões com ele é descer ao nível do dito cujo, quando os microfones se afastam.
Há que saber manter as distâncias para com alguém que apenas faz aquilo para que está “mandatado” e não falo necessariamente dos associados da Confap.
Junho 21, 2009 at 12:07 pm
Caro Paulo
Permita-me uma errata ao seu comentário:
Onde se lê
alguém que apenas faz aquilo para que está “mandatado”
Deve ler-se
alguém que apenas faz aquilo para que está “pago”
(já sei que não se pode pronunciar sobre a errata sob pena de apanhar com dez e-mails e um processo
)
Junho 21, 2009 at 12:13 pm
Errata da errata:
alguém que apenas faz aquilo para que está “pago”
alguém que apenas faz aquilo para que está pago
Um mercenário ao serviço dos seus mandantes.
E assim se fala em bom português.
Um jagunço ao serviço do coronel.
E assim se fala correctamente no Brasil.
(Sem necessidade de calão)
Junho 21, 2009 at 1:50 pm
a Ministra, antes de sair completamente de cena, quer dar um “ar da sua graça”.
Já ninguém a ouve.
Morreu!
Junho 21, 2009 at 2:07 pm
#10 A Rainha está morta.Viva a Rainha!
Junho 21, 2009 at 2:13 pm
O TÍTULO DO FILME SERIA: A IDADE DA NOSTA…
Junho 21, 2009 at 5:06 pm
quimicopata,
Please, please não lhe chame Rainha. Ainda me cai mal o lanche.
Morreu a Sra.? Tem a certeza? Ainda “antontem” disse de sua justiça. A ver vamos.
Junho 21, 2009 at 5:19 pm
RECTIFICAÇÃO..a IDADE DA BOSTA….
Junho 21, 2009 at 6:05 pm
#13, há quem diga que os mortos falam.
Junho 21, 2009 at 7:06 pm
Obrigada pelo esclarecimento #15. Nem me lembrei dessa “alternativa”.
Junho 21, 2009 at 8:09 pm
Irra! Está difícil de cair… Isto estava a precisar de mais um “acontecimentozito”… Eu alinhava…ainda não falhei…