Estava tudo preparado para ser através da Educação e das escolas que Sócrates e o partido por si modelado, com os préstimos distantes de Jorge Coelho e mais próximos de António Vitorino, procurariam renovar a sua maioria.
O modelo já tinha sido ensaiado na reentrée de 2008. Era só manter a máquina da propaganda bem oleada, com eventos a acontecerem com regularidade.
Da distribuição de Magalhães alongada no tempo à multiplicação dos diplomas das Novas Oportunidades, passando pelas remodelações de Escolas Secundárias e chegada de equipamentos informáticos e tecnológicos a muitas escolas, não esquecendo acréscimos de sucesso nos exames mesmo em cima das eleições, tudo estava delineado para o sistema educativo estar ao serviço da produção de uma nova maioria em 2009, por ser espaço ideal e privilegiado para aliciar as «famílias».
Mas algo correu mal.
Ainda em tempo útil de demonstração, chegou a constatação de que diversas medidas emblemáticas deste Governo em matéria de Educação foram uma farsa, produziram escassos efeitos reais e muito se resumiu a truques de propaganda.
A luta assumida contra os docentes fracassou, mesmo se restam destroços legislativos à deriva ainda capazes de produzirem danos, sem ganhos especiais para a paisagem. E o primeiro sinal foi o massacre de Vital Moreira nas eleições europeias, ele que fora um paladino desta pseudo-revolução na Educação, como tanto gostou de escrever.
- Fracassou porque em nada dignificou a carreira ou permitiu melhorar o trabalho nas escolas. Os alunos em nada beneficiaram de medidas como o Estatuto da Carreira Docente, o próprio Estatuto do Aluno ou a avaliação do desempenho docente.
- Fracassou porque, afinal, a opinião pública não abandonou os professores, por muitos anúncios que disse tenha sido feito. Em Maio, uma sondagem da Visão colocava os professores como os menos responsáveis pelo fracasso das políticas educativas.
- Fracassou porque os próprios organismos dependentes do ME reconheceram a falta de preparação e qualidade técnica de reformas estruturantes como a da avaliação do desempenho docente.
- Fracassou ainda e em especial, porque os professores resistiram e resistiram muito para além do que deles se esperava, quantas vezes em situação de aparente isolamento, pois sabiam que a razão estava do seu lado.
Perante isso, José Sócrates, o Governo e o seu PS, decidiram abandonar, pelo menos de forma mais evidente, o campo da Educação como o prioritário na sua estratégia eleitoral. Ontem na abertura do Fórum Novas Fronteiras, sintomaticamente reduzido a discursos oficiais apesar de um António Vitorino na apelar à liberdade das críticas e intervenções, José Sócrates oficializou a retirada:
A três meses das legislativas, e no dia do manifesto de 30 economistas, José Sócrates defendeu ainda três escolhas essenciais: políticas sociais, reformas sectoriais e investimento público.
Tudo muito vago, tudo muito abrangente, tudo muito despesista, agora já sem preocupações orçamentais, que a manutenção do poder vale tudo.
A Educação, que tanto ocupou as prioridades oficiais do passado, foi apagada do discurso oficial. Percebeu-se que a estratégia de afrontamento directo aos professores foi um erro e falhou fragorosamente.
Contra tudo o que esperariam.
O ex-animal feroz, camaleónico, apareceu a admitir o seu erro. A sua testa de ferro para o sector, menos burilada para estas andanças, ainda não conseguiu dar a mão à palmatória. O aparente orgulho pessoal sobrepõe-se a tudo. Como sabe que não continua, parece incapaz de admitir que errou ou que deixou que a usassem como imagem pública de políticas fracassadas. A menos que a obriguem. Mas depois do que a já obrigaram a fazer seria crueldade. embora a política seja isso mesmo e MLR até mereça sofrer aquilo que fez sofrer aos outros.
Na semana passada, em reunião do secretariado, Carlos César sugeriu que voltassem a esconder ministro(a)s como Maria de Lurdes Rodrigues dos olhares públicos, «atrás de biombos» (p. 5 do Expresso).
Não sei se já resolveria alguma coisa.
As feridas estão fundas e por sarar.
Realmente é melhor deixarem a Educação em paz e não relançarem o que já tinha sido lançado em Março, para encobrir o fracasso e servir de contraponto ao Livro Negro da Fenprof.
Junho 21, 2009 at 1:01 pm
Um biombo terá capacidade para esconder tudo?
Parabéns Paulo! As tuas análises são demolidoras e realistas.
Junho 21, 2009 at 1:08 pm
Eu sempre disse que o tempo corria a nosso favor. A certeza absoluta de que temos razão também tem ajudado a aguentar os embates.
Já faltou mais
Junho 21, 2009 at 1:09 pm
Magnífica análise! Parabéns.
Junho 21, 2009 at 1:15 pm
Olá Ana, companheira do Umbigo e de concertos, ontem fui a um concerto espectacular do Rui Veloso em Mértola.
Junho 21, 2009 at 1:22 pm
Não atires foguetes que ainda poderás ter de ir apanhar as canas em brasa… Tenho muitas dúvidas que seja como escreves.
Junho 21, 2009 at 1:30 pm
Olinda, olá! Quando apareces, amiga???
Junho 21, 2009 at 1:36 pm
Vai analisar e escrever bem assim lá na Conchichina…
Junho 21, 2009 at 1:41 pm
Ana, ainda estou afogada em papelada.
Mas quando aí for eu aviso.
Junho 21, 2009 at 1:44 pm
Paulo, esta análise está fantástica! Devia ser publicada nos jornais.
É isso mesmo.
Nem com magalhães convenceram a população.
Hoje, os que nos criticavam, admiram-nos.
Acreditem!
Nem nós sabemos a força que temos. Como foi possível resistir tanto tempo e continuar a dar aulas, a cumprir programas, sem faltar?
Aprendi, com tudo isto, a ter um grande orgulho na minha profissão.
Aprendi que vale a pena resistir qdo se sabe que se tem razão.
Sempre julguei que, um dia, as trafulhices deste ministério seriam todas denunciadas, e não pela calada, mas escarrapachadas nos jornais.
Como se pode ler no relatório do CCAP, tanto avaliadores como avaliados afirmam que não há distinção entre as partes que justifique que uns avaliem os outros.
Falta demonstrar que o modelo de gestão e as CAP são outra aberração. Tomara que apareça nos jornais, em letras gordas, tudo o que se anda a passar por este país fora.
São feridas muito grandes, mas a alegria de termos conseguido acabar com isto ( já não é possível reanimar o “monstro”. Está moribundo) é muito, muito grande!
Abraço a todos!
Junho 21, 2009 at 1:45 pm
#5, leia o relatório do CCAP, encomendado pelo seu Ministério. Informe-se!
Junho 21, 2009 at 1:50 pm
Olá Reb e Maurício
Tenho também um grande orgulho nos grandes profissionais que nunca se deixaram abater.
Parabéns a todos!
Junho 21, 2009 at 1:52 pm
Infelizmente, para nós, a grande paixão do PS pela educação, tem-se mostrado, desde sempre, uma explosiva mistura sadomasoquista.
Junho 21, 2009 at 1:52 pm
#11, Olinda, não há dúvida: estamos todos de parabéns.
Vencemos pq resistimos.
Ninguém nos daria isto de bandeja.
Junho 21, 2009 at 1:55 pm
Nesta fase,a “moribunda” bem pode dizer que ainda vai fazer isto ou aquilo, que ainda tem voto na matéria, bla bla blá…Não tem!
Restam alguns directores-ditadores.
Esses, sim, têm que ser postos no lugar antes que façam mais estragos.
Junho 21, 2009 at 1:56 pm
#5 Das duas uma… Ou o José acredita que vão poder usar a muralha da China como biombo, ou ainda não reparou que a maioria do povo já se apercebeu dos erros governativos na área da educação, erros esses que não foram “coisa pequena”.
Junho 21, 2009 at 1:56 pm
CURIOSO SILVA O TEU CHEFE NUNCA TEM DÚVIDAS..tu já começas a tê-las…BOM SINAL….
Junho 21, 2009 at 1:57 pm
Viva Paulo.
Certeira a tua análise.
Tenho um mesmo olhar sobre assunto em
http://correntes.blogs.sapo.pt/330249.html
e passe a publicidade
:)
Um grande abraço a todos. Mas que dia tão bonito. E os de ontem e de anteontem tb foram muito bonitos
Junho 21, 2009 at 2:03 pm
Como se faz uma criança socialista….
Junho 21, 2009 at 2:06 pm
E no Sol:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=139070
Junho 21, 2009 at 2:14 pm
Temos novamente o sr. guinote armado em “Zandinga”… Há uns dias dizia-me um amigo meu, ex-frequentador deste blog que, de há uns tempos para cá o sr. guinote está a utilizar o seu espaço como porta-bandeira dos partidos políticos… Por isso tinha deixado de frequentar. Retorqui-lhe que pensava o mesmo, mas não me impedia de vir cá, pelo menos algumas vezes… Acrescentei que só faltava no blog a “bandeirinha” do PSD, tal o empenho em atacar o PS… Estaremos cá para ver o que vai acontecer e, se acontecer o pior, o sr. guinote será responsabilizado por tal. Aqueles que agora são os seus seguidores, serão os primeiros a “apredejá-lo”. Veremos…
Junho 21, 2009 at 2:15 pm
Como é que esses gajos podem levar tantos anos na escola a tirar um curso, se o podiam resolver ao fim de semana, numa tarde de domingo? E tal é a anormidade que deve já doer ser um primeiro ministro.
Junho 21, 2009 at 2:16 pm
Esse darquense conheço-o da tasca do bairro e é como eu, não resiste.
Junho 21, 2009 at 2:17 pm
Reparem nos papões que os amigos do Sócrates conseguem ver, num momento de rara clarividência premonitória “à Zandinga”:
http://daliteratura.blogspot.com/2009/06/momento-zandinga.html
Especial atenção à avaliação dos professores.
Junho 21, 2009 at 2:23 pm
E porquê, ó bulimunda, esse filho do Hitler?
Por que não dizê-lo, igual, filho do tarado Busha, como do Cheney, do Roomsfelf, ou pourquoi non da mesma cega bulimunda? A seguir vai ser o filho da China, da Rússia e do Irão? Não achas que chega já de cérebros lavados em lexívia, ó bulimunda?
Junho 21, 2009 at 2:24 pm
Este bastião da resistência que é o Umbigo tem sido atacado por toda a espécie de vírus. Mas resiste e mantém-se apesar do cansaço e deve ser visto com orgulho por toda a blogosfera.
Junho 21, 2009 at 2:26 pm
E que mais dia bonito se prepara já para sexta e sábado, ó minha horta amiga! E tu, ó Paulo Trilho Hortêncio!
Junho 21, 2009 at 2:28 pm
De Teerão, da Olinda, a cem por cento.
Junho 21, 2009 at 2:28 pm
Os vírus costumam “dar-se bem” com o “spam”… O Umbigo está transformado em “spam”. Basta analisar a trajectória…
Junho 21, 2009 at 2:28 pm
Parabéns, Paulo por mais esta magnífica análise.
Todos estamos de parabéns por termos conseguido inverter a situação, o que estava em mente deste governo que era a crucificação dos Professores.
Mas tudo isto só foi possível (hoje ninguém tem dúvidas) graças aos blogues dos Professores e sobretudo ao UMBIGO, pela sua qualidade, pelas análises certeiras e imparciais, pela persistência na luta em momentos em que tudo parecia perdido.
É curioso como tudo mudou com a blogosfera. Há dois anos, seria impensável prever esta realidade. Foi um facto com o qual eles não contaram. Hoje é interessante constatar que muitas vezes, é a blogosfera que serve de agência de informação aos maiores jornais nacionais. Quantas vezes, não lemos as notícias aqui e passadas algumas horas nos jornais???? Há pouco tempo atrás, era precisamente ao contrário.
Por isso, colegas e amigos, Parabéns aos Professores, parabéns à blogosfera (sobretudo aos blogues dos Professores), mas acima de tudo PARABÉNS ao Paulo e ao seu UMBIGO!!!!!
Um verdadeiro serviço público!
Junho 21, 2009 at 2:28 pm
Da Olinda e do reb, à coca.
Junho 21, 2009 at 2:34 pm
Simon, esqueceste-te do Garfunkel e por isso a prosa te sai enrolada?
Junho 21, 2009 at 2:35 pm
Junho 21, 2009 at 2:43 pm
Eu também tenho orgulho por ser professora e por estarmos a conseguir que “o feitiço se vire contra o feiticeiro” e acrescento, “contra a bruxa da deseducação”.
Parabéns professores resistentes. Temos que continuar a denunciar para que todo o mundo saiba das atrocidades cometidas contra a educação.
Estou farta de produzir “relatórios” e “reflexões” que não servem para nada. Como não quis roubar o tempo às aulas e aos alunos sobraram, para fazer agora. Já não aguento mais isto tudo.
Viva a Educação séria.
Junho 21, 2009 at 2:45 pm
Pipa
Junho 21, 2009 at 2:48 pm
A análise de Guinote é bem urdida mas confirma aquilo que já aqui vos tinha dito. O problema da crise na escola está muito para além de MLR, do ME e de Sócrates. Aliás, fazer depender a estratégia para a conquista de uma maioria da política educativa é não perceber nada do mundo contemporâneo onde a escola há muito deixou de ser uma prioridade. Mantém alguma relevância, é certo, mas esta teoria da conspiração só reafirma que os professores são uma classe corporativizada, com forte consciência de si,que analizam os fenómenos políticos a partir da vicissitudes que sofre a sua carreira. Isto não significa que não tenham razão em muitos aspectos, como disse. A questão é que lucrarão muito mais se conseguirem introduzir alguma diferenciação. Como alguém aqui escreveu se têm o azar de levar com Manuela Ferreira Leite rapidamente irão perceber que Sócrates é um gajo porreiro e MAria de Lurdes Rodrigues uma forte defensora dos Professores.
Junho 21, 2009 at 2:51 pm
Ao se abster da ironia, a prosa de Paulo brilha mais.
Junho 21, 2009 at 2:51 pm
André Costa, feliz ou infelizmente já levámos com a senhora ministra Manuela Ferreira Leite ou pensa que não nos lembramos?
Junho 21, 2009 at 2:53 pm
Gostei, Paulo.:)
Esta análise devia ter mais visibilidade e não ficar “só” por aqui, apesar de eu estar consciente do peso da blogosfera.
Bom Domingo!
Junho 21, 2009 at 2:57 pm
darquense…será que é crime não estar de acordo com as políticas do PS?E se por acso o P.Guinote defendesse as políticas do PSD?O que não é verdade!Mas se fosse???O senhor não defende o PS???Ainda vivemos em democracia….ou não????Só vem a este blog quem quer…
O Paulo sempre criticou ou apoiou o que lhe parece correcto,independentemente de partidarites agudas.è um homem livre,sem amarras…ao contrário do senhor que faz fretes a um partido!O senhor é livre, vivemos em democracia…mas não julgue os outros por si!Ainda há gente honesta,com princípios e livre…o Paulo pertence a esse tipo de gente.
Resto de bom domingo e boa semana de trabalho!
Junho 21, 2009 at 2:58 pm
desculpem as gralhas..
Junho 21, 2009 at 2:58 pm
Mais um post destinado à Educação do Meu Umbigo 2 em livro
Junho 21, 2009 at 2:58 pm
António Ferrão
a questão é mesmo essa. No fundo, sem ofensa, uma das coisas que gostava de sugerir – já que a blogosfera é uma espécie de anti-poder – é que o poder renasce em todo o lado e este blogue é, em parte, uma tremenda afirmação de poder que já deu em livro. Quando a poeira descer os senhores vão continuar a ter um problema: como financiar o ensino público com regressão democrática e com dúvidas no papel do Estado enquanto prestador de serviços educativos. PS: abandondei a ironia porque os professores, infelizmente, estavam com algumas dificuldades na hermenêutica do meu barroco, além de que queria, seriamente, discutir algumas questões que me preocupam.
Junho 21, 2009 at 2:59 pm
O repto de André Silva Costa está bem urdido, sim senhor: MLR ou MFL. À vous la choi, messieurs les professeurs. Mais valia ofercer d’avance uma dose de estriquinina…
Junho 21, 2009 at 3:00 pm
Olá António Ferrão
Bom domingo e bom passeio aos dois!
Junho 21, 2009 at 3:02 pm
regressão demográfica, entenda-se
Junho 21, 2009 at 3:03 pm
Sr. André
Lembramo-nos perfeitamente do período em que Manuela Ferreira Leite foi Ministra da Educação.
E apesar de não ser simpatizante desta senhora, prefiro-a a ela mil vezes, pelo menos conversava com os sindicatos, ouvia-os e tentava alguns consensos.
Junho 21, 2009 at 3:07 pm
o Darquense não estava no Tibete, a varrer os “accounts” do convento, sempre de vassoura em riste ( holding the stake) e ouvindo a música zen dos Simon&Garfunkel?
O Controleiro deu-nos essa informação ainda ontem.
Será que há net no Tibete?
Junho 21, 2009 at 3:08 pm
Olinda, tudo bem em terras alentejanas?
Caro André Silva Costa
…como financiar o ensino público com regressão democrática e com dúvidas no papel do Estado enquanto prestador de serviços educativos?…
A regressão democrática merecia melhor justificação.
Nos últimos anos t~em sido eleitos governantes que olham suspeitosamente para a escola pública como concorrente fatal para as escolas privadas. Diga-se, no entanto, que não é por dúvidas na população quanto à importância da escola pública. tais governantes vergam-se em juras paixões assolapadas pela educação (no sentido abstracto). Aos poucos, mais e mais gente se vai apercebendo da distância cada vez maior entre as palavras e os actos….
Junho 21, 2009 at 3:18 pm
#39
Curioso é ver como certas pessoas já tentaram “colar” o Paulo a todos os partidos e contra o PS. Agora é o PSD. Já foi o PCP, o MRPP e o BE. A seguir, vá, que ainda há muitos…Com um bocadinho de esforço e “boa vontade” ainda o colam ao PNR. De onde se conclui que os fanáticos socialistas são os únicos detentores da verdade e funcionam como um pára-raios para a inteligência.
#35
Depende de diferenciação. Este modelo diferenciava os professores/ pedagogos dos professores/burocratas. Os livres dos blindados. Com claras penalizações para os primeiros. Era o paraíso para quem menospreza o conhecimento e o inferno para quem reconhece o direito à liberdade e ao exercício da cidadania, que só um ensino livre de interesses políticos pode promover.
Se tem que haver diferenciação, que se faça de forma justa e tenha como fim a aprendizagem e não a obediente ignorância.
Junho 21, 2009 at 3:27 pm
Simon todos esses que cita vão na mesma linha do Pol Pot e quejandos,,,chineses, coreanos do norte, Irão, Rússia.etc….a única diferença é que não tiveram a oportunidade do Hitler…e os meios…doutra forma fariam o mesmo…deixo-lhe aqui o seu sonho e o do seu querido líder beirão…
Junho 21, 2009 at 3:33 pm
#49…Pipa, é a escumalha, sem ideias, a querer denegrir quem tem princípios.São os cobardolas, vendidos,oportunistas,medíocres, incompetentes…os que se não tiverem cartão partidário são insignificantes,só vísiveis pela sua incompetência.
Junho 21, 2009 at 3:36 pm
#42
Esses problemas de regressão demográfica estão relacionados com más opções políticas. Não depende da qualidade do ensino, seja público ou privado. Se o Estado prefere ivestir em políticas anti-natalistas (como ainda recentemente deu prioridade no apoio ao aborto em detrimento dos apoios à procriação medicamente assistida) para não falar de outras milhentas asneiras (precarização laboral, política de saúde, aumento da idade da reforma) que farão o problema agravar-se. Não adianta nada estar a demonizar outros partidos pois foi ESTE que teve maioria absoluta durante 4 longos anos. E governou 8 anos nos últimos 11. Teve tempo suficiente para inverter a tendência mas optou por acentuá-la.
Os países mais desenvolvidos com reduzida natalidade sabem bem da importância de incentivar os nascimentos e implementar políticas que não deixem as famílias desamparadas quando acaba ou diminui drasticamente o subsídio parental. Investem no futuro do país. Talvez por essa razão as crianças passem mais de 5 por dia com os pais antes de se deitarem e a escola pública tenha tanta qualidade que não se justifica a existência de escolas privadas. E o serviço público de saúde faz o nosso SNS parecer de 3º mundo. Em Portugal são as prioridades e os interesses particulares de quem governa que se impõem ao interesse geral e ao futuro do país. E agora venha lá chamar-nos corporativistas porque nos batemos para tirar o país da ignorância e ainda nos pagam para isso…
Junho 21, 2009 at 3:36 pm
#5,
Não lancei nem um foguete.
Constatei factos.
Junho 21, 2009 at 3:40 pm
André silva Costa,
Financiar a escola pública em regressão demográfica é um problema?
O mundo anda ao contrário?
Em regressão demográfica é mais simples financiar a escola pública desde que tudo seja preparado de forma integrada.
menos alunos não é um problema, pelo contrário.
permite expandir os gastos por aluno sem aumentar a despesa em valores absolutos.
Já percebeu isso?
Caramba, eu sou de Letras e ainda sei rudimentos básicos de Economia e Finanças!
Junho 21, 2009 at 3:46 pm
Umas das frases de JS no FNF:
‘O PS não permitirá que os destinos da governação (…) fiquem à mercê de quem grita mais alto nas ruas’
Não é novidade nenhuma. Não são os desempregados nem o comum dos mortais que orientam Sócrates. Ele ouve melhor quem vai pela calada ao seu gabinete, sussurrar-lhe promessas doces ao ouvido…
Junho 21, 2009 at 3:47 pm
Caros professores
a memória que conservam de Ferreira Leite a conversar com os sindicatos pertence a outro contexto económico, não esquecer. Aquilo que me parece estranho em Guinote não é o apoio ao PSD, facto que me parece tão rigoros como as interpretações da Ana Malhoa e de Tony Carreira sobre a afectividade humana. É sim a criação de uma fausta Corte – consideravelmente vasta – de apoiantes incondicionais que seguem o seu pensamento já destituídos de qualquer ferramenta crítica, acontecimento não compatível com o exercício da independência. Apesar das boas intenções, que não questiono,a consciência de classe tem este problema: os resistentes acabam muitas vezes a distorcer o mundo até às suas conveniências. Não se estará a passar o mesmo com os professores? Não existirão professores que necessitem urgentemente de ser avaliados? Não será útil que os professores se organizem rapidamente – até para vergarem, defintivamente, estas investidas das ministras e dos ministros da E – em torno de um método de avaliação consensual?
Junho 21, 2009 at 3:48 pm
Após o atrevimento dos kmer vermelhos em perseguir população fugitiva do regime cambojano pelo interior do território vietnamita e alguns pré-avisos feitos pelo Vietname e ignorados por Pol Pot, as tropas vietnamitas retaliaram e depuseram Pol Pot no próprio dia em que entraram no Cambodja, com muitas lágrimas de corcodilo da “comunidade internacional”.
A história do comportamento daqueles que hoje se vangloriam de representar a “comunidade internacional” durante o regime de Hitler é também deveras interessante.
Junho 21, 2009 at 3:49 pm
Paulo Guinote, esqueceu um pormenor: a regressão demográfica não significa apenas diminuição do número de alunos, significa igualmente menos receita pública devido à diminuição da receita fiscal, com a agravante,já referida, de estarmos até há pouco tempo em paradigma de retracção fortíssima da receita pública devido ao paradigma neo-liberal.
Junho 21, 2009 at 3:52 pm
#54
Boa, Paulo!
Eu sou de Ciências e tb me escapou esse raciocínio…
Achei tão estranho e despropositado o André não se inquietar com a recessão demográfica e aproveitá-la para fazer elogios às medidas do ME, que nem pensei na proporcionalidade inversa : menos alunos=maior capacidade do Estado em financiar a Escola Pública.
Mas eu até preferia o outro cenário (mais alunos, renovação das gerações…)
Junho 21, 2009 at 3:53 pm
Isso até é verdade mas o cerne da questão é a forma como essa recita é distribuída..outra igualmente importante é onde ela é cobrada..aos mais fracos sempre ou quase sempre…
Junho 21, 2009 at 3:54 pm
Pipa
tem toda a razão. Daí que a minha principal critica aos professores, pasme-se, seja o défice de participação política e não o excesso de reivindiações. Parece-me que há muito mais tempo – e cobrindo um leque de assuntos muito variado – deviam ter empreendido uma intervenção clara fomentando uma concepção pública da vida social, enquanto agentes fundamentais do saber ao serviço do Estado, o que é mesmo que dizer ao serviço da comunidade. Mas aqui acabam-se os consensos. É isso que me preocupa.
Junho 21, 2009 at 3:56 pm
Pipa atenção (volto a dizer)
«a regressão demográfica não significa apenas diminuição do número de alunos, significa igualmente menos receita pública devido à diminuição da receita fiscal»
Junho 21, 2009 at 3:56 pm
#58
É fazer mais TGVs e aeroportos e auto-estradas…
E diminuir os salários, o emprego estável e, logo, a capacidade que alguns tugas ainda vão tendo para aconchegar os cofres do estado.
É engraçado como tudo gira à volta das receitas fiscais e as nossas inteligentes lideranças fazem tudo para as perderem ou diminuirem…pelo menos a médio e longo prazo…
O próximo que apague a luz, certo?
Junho 21, 2009 at 3:58 pm
Queria também referir, com todo o respeito, que não apoio as medidas do ME. É essa dicotomia inflamada que me preocupa. Continuamos a ter um problema, apesar das justas críticas apresentadas pelos professores em muitas ocasiões: o governo da escola é um problema vosso e por isso devem agarrá-lo com as vossas mãos.
Junho 21, 2009 at 4:00 pm
Gostei muito da análise feita.
Parece claro que se vai “abandonar” a Educação como campo prioritário da batalha eleitoral.
Podem falar das NO, dos c profissionais, do Inglês no 1º ciclo. Mas não se atreverão a falar sobre mais porque sabem que é uma farsa e não rende votos.
( alguém questiomou se os professores prefeririam ter uma MLR no ME ou uma MFL. Cá por mim, venha o diabo e escolha. Também não me esqueço de uma senhora da área económico-financeira à frente do ME.
Inventem-se novas oportunidades.)
Junho 21, 2009 at 4:00 pm
#58,
A regressão demográfica não significa diminuição da receita fiscal.
Pelo menos a curto-médio prazo.
Os efeitos de uma quebra da natalidade na fiscalidade demora uns 20 anos a sentir-se.
Se falasse antes na questão do envelhecimento da população ainda vá.
O problema para a receita fiscal é o da contracção da actividade económica (menos IVA, por exemplo) e do desemprego (menos IRS, mais despesas “sociais”).
Isto é básico.
O problema do financiamento da escola não passa por aí.
Junho 21, 2009 at 4:00 pm
#64.
Bom comentário.
Junho 21, 2009 at 4:01 pm
André Silva,
Penso que terá alguma carência de informação. Com todo o gosto, aqui vai:
http://www.opiniaosocialista.org/02dossie04.htm
Junho 21, 2009 at 4:05 pm
#61
Assim nos dessem tempo de antena, para além do tempo que a nossa actividade profissional permite. É que nós não temos assessores, secretários, motoristas. E temos uma grande responsabilidade em não defraudar o futuro das novas gerações de alunos. Deixassem-nos “sossegados” com as nossas responsabilidades profissionais e mais tempo teríamos (se não nos amordaçassem) para assumir um papel mais interventivo na sociedade.
Talvez tenha sido esse o nosso erro. Julgo que aprendemos muito com os erros. Apesar de haver muitas cabeças e muitas sentenças.
Não é justo acusarem-nos de termos “desgraçado” a escola pública nos últimos 30 anos, omitindo descaradamente que 30 anos atrás mal existia a Escola Pública (na verdadeira acepção da palavra), apesar de não existir, nessa altura, recessão demográfica.E que a maioria dos alunos que hoje frequentam a Escola Pública, há 30 anos atrás estariam nos campos a trabalhar ou em Casas de Correcção!
Junho 21, 2009 at 4:08 pm
Caro André Silva Costa
Resistir aos desmandos deste governo no domínio da educação e apoiar o PSD são para si equivalentes absolutos, ou há alguma outra possibilidade?
Não existirão professores que necessitem urgentemente de ser avaliados? Não será útil que os professores se organizem rapidamente…
Um pouquinho de verdade…
Claro que os professores, genericamente falando, terão importantes contribuições a dar nesta área. Teria mesmo sido muito fácil ao ME ter salvaguardado condições mínimas de organização dos professores nesse sentido (lembremo-nos que tal implicava, necessariamente, a afectação de uma parte do tempo de trabalho nessa direcção). O ME entendeu fazer o contrário. procurou assoberbar os professores de actividades que não lhes permitissem quaisquer veleidades extra-horário, nem sequer aos fins-de-semanas. Vir agora candidamente perguntar aos professores, que não foram achados nesta matéria, se não devem organizar-se, enfim…
Ao mesmo tempo, a falta de organização não e total, embora a que exista não seja de mérito do ME. Há muitos professores sindicalizados e também há os blogs, como este em que o amigo começa por insultar os participantes. Toda a difusão de informação é uma forma embrionária de organização.
Junho 21, 2009 at 4:14 pm
O PS está preso por um fio…
Agora está a queimar os últimos cartuchos!
Reparem só nisto:
Os Coordenadores do PAM (Plano de Acção Da Matemática) tinham informações que os magros recursos que tinham, podiam ser gastos até ao final do ano civil.
Acontece que a semana passada foi dada novas instruções, o dinheiro teria de ser gasto até finais do mês de Julho.
Explicação não foi dada. Porquê?
Só pode ter sido uma decisão politica.
Como o PS levou a primeira grande derrota e outras se seguirão, há que gastar agora tudo o que há para gastar. Não tem qualquer sentido. Estamos no final do ano lectivo. Uma grande parte dos professores estão em concurso e irão mudar de escola. Porquê não aguardar pelas novas colocações? E porque razão não ir até ao fim do ano civil? Só pode ser com indicações deste PS. Está moribundo!
Bom Domingo colegas e Bom Trabalho de final de ano lectivo.
A todos umas merecidas férias quando elas chegarem.
É necessário recuperar energias, a luta continuará… Não podemos baixar os braços!
Um abraço a todos de um professor revoltado.
Junho 21, 2009 at 4:17 pm
http://prioradodeidiotas.com/oindesmentivel/wp-content/uploads/2009/06/socrates-ovelha.jpg
Junho 21, 2009 at 4:17 pm
Eu não entendi o #64.
Especialmente esta parte:”Queria também referir, com todo o respeito, que não apoio as medidas do ME. É essa dicotomia inflamada que me preocupa”
_Qual dicotomia?
E esta:”o governo da escola é um problema vosso e por isso devem agarrá-lo com as vossas mãos.”
_Qual governo da escola?
Agradeço um esclarecimento porque realmente não entendo.
Junho 21, 2009 at 4:23 pm
#70
«O ME entendeu fazer o contrário. procurou assoberbar os professores de actividades que não lhes permitissem quaisquer veleidades extra-horário»
E essa falta de tempo nota-se, logo à partida, no tempo disponível para contactar pais/EE e promover debates ou sessões de esclarecimento. Começa pela dificuldade de “proximidade” (paradoxalmente ao que o ME apregoa quando fala em “abertura à comunidade”). O pouco tempo que resta (e já extra-horário) deve ser dedicado, na óptica da ministra, a preencher papéis e grelhas e relatórios e…e… de coisa nenhuma. Trabalhar para o ME em vez de se trabalhar para a escola e para o sucesso educativo dos nossos alunos, que não depende só de nós.
A mudança de mentalidades começa por aqui. Talvez daí a necessidade de nos retirar tempo e disponibilidade para…Autómatos a tempo inteiro é mais bonito…
Junho 21, 2009 at 4:26 pm
#71
Sintomático e esclarecedor. GASTEMOS HOJE PARA QUE NÃO NOS FAÇA FALTA AMANHÃ!
Ass: corporação da 5 de outubro
Junho 21, 2009 at 4:27 pm
Desabafo de um “condenado” que recuperou a esperança no dia 7 de Junho de 2009
Foi um grande casamento,
Que a maldade cimentou
O par Lurdes Socretino
Que o saber ridicularizou.
De tantas que nos fizeram,
A que mais me magoou,
Foi o tempo de serviço
que esta dupla nos roubou.
O Dinheiro é vil metal.
Posso aprender a poupar!
O tempo, esse me foge,
Não o consigo agarrar.
O tempo que me roubaram
nem sequer é tempo meu.
Mas também não vos pertence!
O tempo foi Deus que deu!
Se ainda querem redimir-se
E sair disto em paz,
Restituam-nos o tempo
Nenhum proveito vos faz!
E a maldita avaliação?
Também ela vos perdeu
A cobra que nos lançaram *
Foi ela que vos mordeu.
Se lá no Chile que o pariu,
O modelo já ruiu!
Por cá “se demora más”
Mas leva o governo atrás!
* modelo de avaliação
Junho 21, 2009 at 4:35 pm
Caro André,
Esse conceito de “seguidismo” ao líder tem sido referido por vários comentadores ( aqui e em outros blogs) por não entenderem o fenómeno do “umbiguismo”.
De facto, aqui passa-se o inverso. O Paulo sugere temas, alguns de nós tb, e debatem-se.
Nem sempre estamos de acordo. Tenho tido discordâncias com algumas posições de colegas e até já discordei de uma ou outra do Paulo.
Mas o que nos une é muito mais forte que divergências “tácticas”.
Somos professores interessados na sua profissão. Fomos muito massacrados e vimos e lemos testemunhos de colegas francamente assustadores.
A blogoesfera, e em especial este blog, é uma força que já ninguém despreza. é mais fácil comunicar por aqui do que ter que marcar reuniões, como nos velhos tempos.
Aqui estamos professores de todo o país.
Há professores incompetentes nas escolas? Não tenho dúvidas. Ainda este ano conheço um.
No entanto, passaram nas malhas deste modelo de avaliação. Bastou entregar objectivos e prepara-se para entregar a ficha de auto-avaliação para terem BOM.
Tomarmos conta da escola? Quem dera.
Quem dera que fosse possível intervir, fora das estruturas sindicais ( que são necessárias, mas muito “políticas”).
Ainda assim, não tenha dúvidas: tudo o que de bom se tem feito pelas escolas deste país, ao brio e empenho dos professores se deve.
Ainda há pouco via um vídeo do blog “biblioteca aberta” e pensava: como é possível, no meio do caos que foi este ano lectivo, haver trabalhos feitos com alunos tão meritórios?”.
Acredite, quem gosta do que faz, fá-lo bem, sem pensar que vai ser avaliado.
Junho 21, 2009 at 4:38 pm
“Fala-se que sim por causa do ano de eleições.”
Junho 21, 2009 at 4:39 pm
Seria bom que dessem uma olhadela pelo “Livro Negro” da FENPROF e percebessem que dali não sai nada de interessante ou estimulante.
Setenta e tal páginas de uma sebenta miserável onde se contesta a “contra-reforma educativa” (p. 14), mas onde não se encontra uma única ideia original ou inovadora para a educação.
Toda a lenga-lenga se constrói na base do mito da “progressiva selectividade e elitização do conhecimento” (p. 12), mas logo se cai em contradição e se contesta a crescente “alunização” da criança (p. 57).
Os cérebros que elaboraram este documento ranhoso não dizem uma palavra crítica sobre o 3/2008 ou sobre a CIF, mas sabem que devem estar contra esta política de inclusão (p. 53), embora só os professores sejam contemplados de passagem.
Também não escapauma lamentação com queixas contra o esvaziamento do poder dos municípios e dos CME (p. 44), podemos imaginar porquê (entrada em força das mafias político-partidárias afectas ao PCP).
Enfim, o “neo-liberalismo”tem as costas largas e todo o percurso anterior a Sócrates sumiu-se, como que por encanto, neste “Buraco Negro” da FENPROF.
Junho 21, 2009 at 4:43 pm
# 77
Reb,
subscrevo totalmente.
Este fenómeno é novo e eficaz; faz medo a muita gente.
Junho 21, 2009 at 4:44 pm
#68
Avaliação: Basear-se na apresentação pública de duas aulas, uma sobre a actividade desenvolvida no período anterior, podendo ser mais geral (apreciação global do trabalho realizado) ou mais específica (apresentar uma intervenção mais particular em torno de um problema) e outra sobre o(s) projecto (s) a desenvolver no período trianual seguinte (actividades não lectivas a dinamizar, projectos inovadores no trabalho em sala de aula).» Paulo Guinote.
Obrigado pela informação.
Agora sim, devo fazer penitência no pó e na cinza porque é exactamente esta a solução que defendo e que me parece, aliás, uma óptima saída para a dúvida sobre a relação dos professores com o insucesso escolar: dignificar os professores, publicamente, como agentes do saber reconhecendo-os como mestres ao serviço da comunidade. Aproximar a sociedade do saber especulativo e científico pela mão dos professores. Todas as minhas dúvidas podem sintetizar-se nesta questão: a pouca visibilidade que os professores têm como agentes do conhecimento. Aí devo reconhecer que este blogue é esquizofrénico, sendo, simultaneamente, um eloquente elogio a muitos professores mas também a confirmação de que muitos haverá com qualidade duvidosa.
Junho 21, 2009 at 4:48 pm
Porém, é verdade que alguns dias depois, devo reconhecer, o saldo é positivo. Procurei informação sobre alternativas à avaliação e, no meio de laguma tensão e troca de galhardetes, acabei por obtê-la. Só espero que a sugestão das aulas públicas possa chegar a bom termo.
Junho 21, 2009 at 4:49 pm
#81, pode esclarecer o que entende por “blogue esquizofrénico”?
Já encontrou aqui alguém a defender a ausência total de avaliação?
Ou refere-se aos “intrusos”, não- professores que por aqui aparecem para denegrir tudo e todos?
Junho 21, 2009 at 4:50 pm
“Este fenómeno é novo e eficaz; faz medo a muita gente.” (80)
Junho 21, 2009 at 4:50 pm
#82, para mim, o mais hediondo disto tudo foi tornar uns professores avaliadores dos outros, sem qq critério de qualidade.
Entende isto?
Junho 21, 2009 at 4:52 pm
#81,
Parabéns,
Atingiu o cerne do Umbigo.
Junho 21, 2009 at 4:57 pm
#86, Paulo, divergência não é esquizofrenia.
Junho 21, 2009 at 4:57 pm
#84
at,
uma belezinha de ir às lágrimas…
Um abraço.
Junho 21, 2009 at 4:59 pm
#84
Delicioso
Junho 21, 2009 at 5:02 pm
# 83
Blogue esquizofrénico foi apenas uma tentativa de sintetizar a convivência entre posts bem reflectidos, decorrentes de um pensamento maduro e informado, e a abundância de prosa insultuosa sem qualquer fineza intelectual (não creio que sejam todos intrusos). Mas mais uma vez confesso que gostaria de ver os professores a pressionarem o governo e a opinião pública no sentido de uma avalição do tipo da que Guinote defende na opinião socialista mas também a intervirem politicamente no desmantelamento do paradigma tecnocrático.
Junho 21, 2009 at 5:02 pm
#85
Reb
Essa foi apenas a forma…
O conteúdo era (ou é) ainda mais perverso.
Junho 21, 2009 at 5:09 pm
#90
É boa demais e potenciadora de entusiasmo e alegria no trabalho. Dificilmente “pegaria”.
Ou corríamos o risco de a implementarem de cabeça para baixo. Por exemplo, um júri composto por pessoas tão competentes como os criadores dos modelos anteriores…
Mas que tem tudo para ser um excelente modelo de avaliação pedagógica, tem.
Junho 21, 2009 at 5:10 pm
Não me choca o termo “esquizofrenia”.
Todo este período, particularmente os dois últimos anos lectivos (mais este) foi absolutamente esquizofrénico. E o ponto mais alto vai ser atingido no 1º Período do próximo ano lectivo.
Junho 21, 2009 at 5:11 pm
As declarações últimas que têm surgido nos media revelam bem a qualidade dos nossos dirigentes.Humildade? após a sova das europeias há que arrepiar caminho. Não podemos esquecer o que se passou nestes quatro anos…há que impedir maiorias pois já viu no que resulta. Meus amigos:imaginem o que será se este Ps voltar ao poder…como lá atrás alguém iluminadamente prevê as canas estarão em brasa. Vamos manter a mobilização critica e procurar orientar o nosso voto, porque, pelos vistos só aí alguém nos dará atenção.Exigir aos partidos, nas campanhas e declarações que façam que se pronunciem acerca do que querem para a educação e se posicionem claramente em relação a todos os acontecimentos que tocaram a escola portuguesa.
Por último um viva muito forte à blogosfera crítica, e em especial ao Paulo que tem sabido aglutinar,dar voz, a muita gente que por aqui passa.
“Saiam-me da frente…” MLR
morfeu
Junho 21, 2009 at 5:14 pm
“…mas também a intervirem politicamente no desmantelamento do paradigma tecnocrático.” (90)
É só ver; em vez de olhar.
Junho 21, 2009 at 5:18 pm
Mas a esquizofrenia a depressão e uma imensidade de doenças mentais em virtude do trabalho libertar a alma não vão ser as doenças do futuro próximo?
É que esta mania da Avaliação da paranóia de avaliar tudo e todos não levará um dia à EUGENIA?
Um dia destes vamos medir as pilas , os seios o QI, avaliar a quantidade de erecções por dia, os orgasmos, AS HORAS DE SONO..ETC…O ALDOUS HUXLEY- JÁ AQUI MENCIONADO VÁRIAS VEZES- PREVIU TUDO ISSO…UM ADMIRÁVEL MUNDO NOVO…RESTA SABER QUAL SERÁ A SOMA QUE NÓS VAMOS TOMAR….ANSIOLITICOS, SPEEDS, XANAX, …..?
Junho 21, 2009 at 5:22 pm
correcção…MENTAIS, em virtude do trabalho libertar a alma, ….
Junho 21, 2009 at 5:23 pm
Alguém sabe o que se passa com o blog do Ramiro Marques, PROFAVALIAÇÃO?
Junho 21, 2009 at 5:24 pm
#90
O espaço de manobra dos professores é quase inexistente, basta ver como funciona a tão proclamada autonomia ao nível da gestão das horas de “oferta de escola”…
Pessoas como o Paulo têm um papel fundamental na dignificação ( não tenho medo de usar esta palavra “reaccionária”) do nosso grupo profissional. Confesso que tenho mais orgulho em ser professor desde que ando pelo Umbigo e isso é estímulo na forma como enfrento diariamente a profissão. É algo impagável.
Está quase tudo por fazer na área da educação, mas este espaço tem sido uma referência para quem quer ser um pouco mais exigente, daí que já tenha dito várias vezes que a “adoração” que o Paulo suscita tenderia a diminuir se tivesse margem de manobra para pôr em prática as suas ideias.
Junho 21, 2009 at 5:36 pm
Antes de mais, quero dar os parabéns ao Paulo Guinote, pela sua análise acutilante e arrasadora destes quatro anos agonizantes.
Em segundo lugar, um bem-haja ao André Silva: ele é a prova de que os professores não entram em histeria, só porque alguém diverge das suas opiniões. Os professores gostam de conversar, não gostam de ser insultados. Todas as opiniões diversas são muito bem-vindas a este blog, desde que as pessoas se respeitem umas às outras. É essa a diferença entre a crítica (André Silva) e o insulto (darquense).
Em terceiro lugar, um recado ao darquense: acha mesmo que, por não ter “oferecido” os OIs à ministra, eu andei este ano na sorna, sem fazer nada? Pois aqui vai a prova de que sou uma professora COMPETENTE, DEDICADA E ORGULHOSA DO MEU TRABALHO: veja o pequeno video abaixo do texto (balanço do PNL). São apenas três minutos (que me levaram mais de cinco horas a fazer) que mostram o desempenho e profissionalismo da equipa da biblioteca e do PNl da nossa escola.
http://bibliotecaportaberta.blogspot.com/2009/06/pnl-conversa-com.html
Uma vez que não entreguei OIs (e estou a pensar muito seriamente em não entregar a auto-avaliação), podia muito bem não ter feito nada. Afinal segundo a sua opinião, eu sou uma parasita que não quer fazer nenhum! E, no entanto, sem andar à caça de “muito bons” e “excelentes”, dediquei-me a cem por cento à minha escola e aos alunos da mesma.
NÃO SE ATREVA A DIZER QUE EU NÃO TRABALHO COM GOSTO!
Junho 21, 2009 at 5:40 pm
Mas que é o André Silva? cof cof
Junho 21, 2009 at 5:41 pm
Mas quem é o André Silva? cof cof
Junho 21, 2009 at 5:41 pm
Ainda não consegui perceber em que é que se baseia a convicção, partilhada por alguns, de que os professores poderão desempenhar um papel mais proeminente na política, do que por exemplo os juízes, os médicos, os advogados ou os camionistas.
Talvez porque se juntam nas ruas e protestam em conjunto? Os camionistas também e com maior sucesso.
Talvez porque aparecem muito nos telejornais? Os advogados também e com mais impacto.
Talvez porque se assumam romanticamente como sendo o último reduto do Iluminismo, qualquer coisa como um grupo social portador de uma missão antropológica e política que falhou em outras tantas versões.
Se as crianças – originalmente portadoras da libertação e do retorno às origens – estão como estão, então só resta aos seus educadores tomarem o seu papel e tomarem nas suas mãos a esperança burguesa de um novo mundo mais justo e mais humano.
Será esta, na minha modesta opinião, a verdadeira natureza da esquizofrenia dos edukadores.
Junho 21, 2009 at 5:44 pm
Ainda não percebeu que já não governa
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, admite manter a versão simplificada do modelo de avaliação de desempenho docente por mais um ciclo avaliativo. A outra é voltar ao modelo original, regulamentado em 2008, “com as alterações eventualmente consideradas necessárias, designadamente a respeitante à duração dos ciclos de avaliação.
MLR anda desnorteada dentro da teia burocrática que teceu. Com o ano lectivo a terminar, e com eleições em Setembro, a ministra está convencida que ainda decide alguma coisa e que determina que modelo de avaliação é que o próximo governo vai adoptar. Ainda não percebeu que chegou ao fim da linha e que nada do que fizer ou disser será tido em conta. Como é que é possível depois de tudo o que aconteceu, esta senhora ainda se atrever a sugerir voltar ao modelo regulamentado em 2008? Ainda para mais quando até já o 1º ministro percebeu que é uma coisa sem pés nem cabeça.
A pergunta tem uma possível resposta: os membros do governo e respectivos dependentes, vivem no mundo burocrático de despachos e pareceres e de contra-despachos e contra-pareceres, o qual se prolonga indefinidamente para além do seu fim político. É esse o caso de MLR, continua a pensar que ainda governa.
http://lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/06/ainda-nao-percebeu-que-ja-nao-governa.html
Junho 21, 2009 at 5:44 pm
#91, Pipa, penso que não é uma questão de forma.
É um método de total perversidade que até retira ao conceito de “avaliar” todo o seu significado. Avalia-se em “hierarquia”, seja ela de que natureza for. Avaliamos os alunos pq sabemos mais do que eles e pq primeiro os ensinámos.
Avaliar colegas ao mesmo nível é, além de absurdo, muito perverso.
Este ano não se notou muito por causa do simplex. A maioria das pessoas não pediu aulas assistidas.
Imagina colegas que trabalhavam há anos juntas, uma passou a titular, a outra não. Uma avalia o trabalho da outra.
Como se avalia amigos? e inimigos? Ou mesmo só colegas de profissão?
Onde está a isenção?
Na minha escola, há um caso de 2 professoras de EVT, que sempre trabalharam juntas, em par pedagógico.
Uma ficou titular e iria avaliar a sua colega de décadas…não fosse ter aparecido o simplex…
Junho 21, 2009 at 5:45 pm
Excelente visão dos factos.É preciso não esqucer..
Junho 21, 2009 at 5:45 pm
http://lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/06/resultados-inversamente-proporcionais.html
Junho 21, 2009 at 5:48 pm
#100, Sandra, já tinha visto o teu video.
Muitos parabéns por teres desenvolvido um trabalho tão bonito com os teus alunos, no meio de toda a confusão que foi este ano lectivo.
Já me tinha referido ao teu video num comentário atrás.
beijinho
Junho 21, 2009 at 5:49 pm
Dai a bocado estão a dar-me na cabeça por causa dos feeds – eu já saio hoje estou com a neura…cof cof:
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
ENTRE O MODELO E O SIMPLEX
Lembram-se? No início era o Modelo. Bem feito, à prova de falha, funcional, de excelente qualidade, é sabido que os chilenos são bons nisto de avaliar professores. Tinha assim um bocadinho de burocracia a mais, grelhas sem fim, exigia um tempo assustador, colocava professores a avaliar professores de áreas com as quais não tinham o mínimo de afinidade, observava-se um número razoável de aulas, levava-se em conta o sucesso dos alunos e tudo. Vá lá saber-se porquê a malandragem dos professores protestou, é certo que foram poucos, à volta dos 100 000, por mais de uma vez. O ME, num gesto de magnanimidade e capacidade de diálogo, repensou e montou o Simplex, ou seja, o Modelo simplificado, de tal maneira simplificado que já não é Modelo, longe disso, ou melhor, transformou-se mesmo num modelo do que não deve ser feito em matéria de política educativa. Reparem que, de tão simplificado, é possível avaliar um professor sem saber como dá aulas, embora, convenhamos que esta coisa de dar aulas na vida profissional de um professor é apenas uma minudência que dispensa sem problemas a avaliação.
E quando se pensava que as coisas evoluiriam no sentido de, finalmente, se avançar para um dispositivo de avaliação eficaz e exequível, eis senão quando, o ME oscila entre o Simplex e o Modelo, ou seja, entre o mau e o péssimo.
Deve ser isto a que se chama coerência, visão, estratégia e rumo sem alteração. Ou então, se calhar, é mesmo só incompetência e manha política.
http://atentainquietude.blogspot.com/2009/06/entre-o-modelo-e-o-simplex.html
Junho 21, 2009 at 5:50 pm
Atenção, o André referia-se à “esquizofrenia” do Umbigo e não da Educação…
Junho 21, 2009 at 5:50 pm
#90
“Mas mais uma vez confesso que gostaria de ver os professores a pressionarem o governo e a opinião pública no sentido de uma avalição do tipo da que Guinote defende na opinião socialista mas também a intervirem politicamente no desmantelamento do paradigma tecnocrático.”
andré costa,
Pessoalmente, agradeço os vários conselhos que aqui deixou sobre a luta dos professores.
No entanto, tenho uma ideia completemente contrária à do Paulo Guinote sobre o modelo de avaliação por ele proposto. E creia que não estou só nesta posição.
Quanto à intervenção política dos professores no “desmantelamento do paradigma tecnocrático”, ela já começou.
A 7 de Junho.
Junho 21, 2009 at 5:52 pm
Livresco:
“conhecer-te” neste blog tem sido uma surpresa muito agradável. Tu tens acesso a um manancial de informação que…
BE AFRAID, BE VERY AFRAID…
Junho 21, 2009 at 5:53 pm
#90, André, o paradigma tecnocrático tem vindo a ser contestado “furiosamente” por toda essa Europa por parte dos alunos do superior.
Em Portugal, ainda está só nos professores e em algumas vozes, em especial em blogues de profs.
Junho 21, 2009 at 5:53 pm
#108
E “conhecer-te” foi também muito agradável!
Junho 21, 2009 at 5:56 pm
Parabéns Sandra!
Quem segue o vosso blogue sabe valorizar tudo o que fazem os professores do interior que combatem a desertificação com as armas que têm.
Junho 21, 2009 at 5:57 pm
#114, nunca nos vimos, pois não?
Mas tb sinto que já te conheço.
Junho 21, 2009 at 5:58 pm
és a francisca?
lol, às vezes é uma confusão.
Junho 21, 2009 at 5:59 pm
O que este governo fez na educação não foi um ano perdido Paulo: foram 10!
http://www.scribd.com/doc/5474071/Um-ano-lectivo-perdido-Paulo-Guinote
Junho 21, 2009 at 6:00 pm
http://www.scribd.com/doc/5472075/Educacao-e-propaganda-modo-de-usar-Paulo-Guinote
Junho 21, 2009 at 6:02 pm
#117
Não, sou a Sandra Costa!
Nunca nos vimos pessoalmente, embora já conheças a minha cara. A tua é que eu não conheço, embora me mandem muitas fotos dos jantares.
Não sei quem é quem…
Junho 21, 2009 at 6:03 pm
Nunca vi a tua cara, acho….
Junho 21, 2009 at 6:03 pm
Mas atenção que o ataque aos professores foi pensado, foi cínico, foi maquiavélico, foi acintoso, mas não foram só os professores o pseudo engenheiro civil mente com quanto dentes tem na boca!:
Sócrates “mentiu” disse o presidente do STJ em 2005
Quando ouvimos estas palavras:
“Deixámos instalar a ideia de que o governo não gostava dos juízes ou dos professores” (hoje na SIC aqui), negando que assim fosse, é bom lembrar a ofensiva contra o poder judicial desde a primeira hora (com os resultados que hoje temos: uma justiça descredibilizada e que não serve os cidadãos) e recordar, por exemplo, esta notícia do Diário de Notícias de 26.11.2005:
«A crise da justiça tornou-se no álibi para a troca de recados entre a terceira e quarta figuras do Estado, com o Presidente da República pelo meio. O primeiro-ministro apelou ontem ao poder judicial para que respeite as decisões políticas. Em resposta, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) lembrou que as críticas que fez ao Executivo no dia anterior foram idênticas às de Sampaio. Este clima de crispação e de turbulência entre órgãos de soberania – envolvendo o Governo e os magistrados – está a crescer (…). O apelo de José Sócrates foi uma reacção ao discurso de Nunes da Cruz, presidente do STJ, que, na abertura do congresso, criticou a forma como o Executivo anunciou várias medidas para a justiça, acusando-o de mentir. “O actual poder executivo passou a dizer que os tribunais fecham três meses por ano, o que não é verdade; (…). E acrescentou “As acusações que se fizeram aos agentes da justiça em geral – e, em particular aos juízes – para justificar as medidas, poderão justificar-se pela necessidade política de criar na opinião pública uma vontade de mudança. Mas foram incorrectas e indelicadas. (…) Nunes da Cruz, sublinhando “O que posso dizer é que estou em boa companhia. O Presidente da República (PR) também fez as críticas que achou pertinentes.” O presidente do STJ referia-se ao discurso do PR, igualmente proferido na abertura solene do congresso. Jorge Sampaio manifestou solidariedade para com as “mágoas” dos juízes – explícitas no discurso de Nunes da Cruz – e criticou o Governo por evocar “injustificados privilégios” dos magistrados quando anunciou a alteração das férias judiciais e o fim dos serviços sociais.»
Não se pode branquear o passado, pois “não se instalou apenas uma ideia” de que o governo não gostava de juízes. O caso levou a várias intervenções do PR com a afirmação inédita do Presidente do STJ de que o PM faltava à verdade. E a ofensiva continuou…
Nota: Os Tribunais sempre estiveram abertos nas férias judiciais e sempre houve juízes de turno e diligências a correr. E, simplificando muito, as “férias judiciais” deveriam acabar de vez, nem que fosse para evitar os equívocos e ambiguidades que a palavra “férias” gera.
http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/06/socrates-mentiu-disse-o-presidente-do.html
Junho 21, 2009 at 6:05 pm
Parar Bolonha
Grupo de Discussão e de Acção com o objectivo de Parar o Processo de Bolonha. O processo que mais atenta o Ensino Superior Europeu está em marcha rápida, corroendo e destruindo a qualidade, a justiça e o acesso ao Ensino Público. O direito de aprender tem que ser inabalável.
http://pararbolonha.blogspot.com/
Junho 21, 2009 at 6:06 pm
#123
é o “simplex” europeu…
Influências do nosso querido e corajoso Durão Barroso?
Junho 21, 2009 at 6:08 pm
Obrigado Sandra!
Junho 21, 2009 at 6:08 pm
Tenho de ir correr 40 m…para arejar a cuca!
Junho 21, 2009 at 6:09 pm
#121
Olha, está numa das fotos do texto que mandei para aqui.
Aquela senhora sou eu e o senhor é o escritor João Mário Caldeira. Estamos a olhar para o video, que foi apresentado antes da conversa com os alunos.
Junho 21, 2009 at 6:09 pm
Eu chamo-lhe turbo-licenciatura, Sandra.
Junho 21, 2009 at 6:10 pm
Ontem fui correr ao SOL às 16.00 e fiquei doente….fiquei com a neura!
Junho 21, 2009 at 6:11 pm
Boa corrida, Livresco, e obrigada pela tua informação preciosa!
Junho 21, 2009 at 6:12 pm
#126
Temos que seguir o bom exemplo do nosso querido líder!
Peço-te um favor só: se o encontrares num jardim qualquer, não te importas de o mandar “por acidente” ao lago dos patos?
Fazes isso por mim, fazes?
Junho 21, 2009 at 6:14 pm
131. Não dá para ser um lago de jacarés?
Junho 21, 2009 at 6:14 pm
#128
TGV-licenciatura, só as novas oportunidades…
Junho 21, 2009 at 6:15 pm
#132
coitadainhos dos jacarés, a comerem junk food… Isso não se faz…
Junho 21, 2009 at 6:20 pm
A este governo e seu líder, diz ali, ihihi, e que bem a Bulimunda, olá!
Junho 21, 2009 at 6:21 pm
# 105 h5n1
1. Ainda não consegui perceber em que é que se baseia a convicção, partilhada por alguns, de que os professores poderão desempenhar um papel mais proeminente na política, do que por exemplo os juízes, os médicos, os advogados ou os camionistas.
Quem são os que partilham tal convicção? Não serão os cidadãos todos igualmente importantes?
2. …um grupo social portador de uma missão antropológica e política…
Havendo condições de trabalho dignas, caro amigo h5n1, não tenha a menor dúvida de que a missão, não apenas existe, como será cumprida. É mesmo esse o principal receio que perturba aqueles que tanto se afanam a desqualificar a escola pública.
Junho 21, 2009 at 6:22 pm
#103 h5n1 em vez de #105 h5n1
Junho 21, 2009 at 6:24 pm
133,
TGV é mais mestrado.
Junho 21, 2009 at 6:33 pm
#138
curso de eduquês, já agora!
Junho 21, 2009 at 7:02 pm
Sócrates não tem interesse em abordar as políticas educativas porque a sua política fracassou para a educação. A ministra é agora um estorvo. Ficará no biombo até final de Outubro, não sem antes tentar alguma manobra para destilar o seu ódio sobre os professores.
Maria de Lurdes passou, no PS, de bestial a besta. Assim Carlos César mandou-a ficar atrás de biombos a fim de evitar maiores estragos
Junho 21, 2009 at 7:04 pm
Estou a vê-la a praguejar contra o biombo: “Saia-me da frente!”.
Junho 21, 2009 at 7:08 pm
O lobbie do betão sente-se atraiçoado porque vários empreendimentos de betão foram adiados.
Ora o lobbie do betão não perdoa a traidores…
Falta saber se não aparecerão mais escândalos por causa das “malas do dinheiro”.
A derrota do PS nas eleições também é a derrota dos grandes grupos de empresas de construção civil e do principal banco financiador de espírito santo de orelha.
Junho 21, 2009 at 7:10 pm
Pedro, e se a pusessem atrás de um biombo de betão?
Junho 21, 2009 at 7:12 pm
Bem o Sócrates é um homem que sabia demais…portanto.,…
Junho 21, 2009 at 7:21 pm
Hoje isto está o máximo. Parabéns a todos os participantes neste blog. O Livresco está um delírio e quase demorei 1h a ler tudo. Reb sempre activa. Quem diz que somos professorzecos? Esta gente devia medir bem as palavras antes de dizer ou escrever “bacoradas”.Os/as darquenses até desapareceram ou terão ido correr para arejar as “cornetas”?
Junho 21, 2009 at 7:21 pm
Hoje só me apetece dizer que …
se RESISTI foi graças ao UMBIGO!
Apesar das convicções, do reconhecimento dos erros e das arbitrariedades, das injustiças, dos absurdos….o cansaço e a desilusão foram enormes!
Poder no final de cada dia ler-vos…foi essencial!
Junho 21, 2009 at 7:24 pm
“O Abandono Da Educação Como Campo Prioritário Da Batalha Eleitoral”
O Sócas já viu que de nós não leva votos, logo vai tentar jogar com outros: reformados, desempregados e obras de “amigos” para fazer subir o emprego, dirá ele…
Pois de mim e da minha família, a única coisa que leva é umas alfinetadas do meu boneco voodoo!!!!
Junho 21, 2009 at 7:34 pm
Paulo, comecei por não aplaudir totalmente a análise que fizeste. Voltei a ler e reflecti melhor. E afinal não estás nada enganado. Tudo fracassou, o que é pena!
Durante 4 anos e meio este governo não foi capaz de tomar uma única medida que contribuísse para a melhoria do ensino. Para sermos justos, tenho de reconhecer que houve uma excepção. Uma, apenas. Tudo o mais foi andar para trás. E nada mais…
Junho 21, 2009 at 7:46 pm
#143, Reb
Junho 21, 2009 at 7:50 pm
Demolidor.
Dizes tu que não és militante de nenhum Partido político. É pena. De política sabes tu.
E como noto que tens vindo a amaciar as posições demasiado à gauche dos primórdios do blog, tenho esperança que…
Junho 21, 2009 at 7:55 pm
Estão a esquecer-se de uma medida muito positiva:
- A união dos professores e a redescoberta da sua identidade profissional.
Junho 21, 2009 at 8:04 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/21/sao-sempre-os-mesmos-nos-mesmos-lugares-com-as-mesmas-caras/
Junho 21, 2009 at 8:23 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/21/when-the-day-breaks/
Junho 21, 2009 at 8:55 pm
Para mim que estou a léguas da perfeição, um texto com sabor a revide.
Junho 21, 2009 at 9:03 pm
#151
Olinda, não consigo mandar-te mails. O que se passa? Mudastea?
Junho 21, 2009 at 9:03 pm
Julgo que eles incluem a Educação nas políticas sociais.
Na educação só fizeram 2-3 coisas (mais visíveis) de geito(como já aqui tinha escrito, em tempos):
- Programa de requalificação das EB1s e de modernização das secundárias (vai ser a inaugurar estes equipamentos que vão fazer pré-campanha)
- Aumento das % de aulas leccionadas vs aulas previstas.
Junho 21, 2009 at 9:11 pm
156
“jeito”
Junho 21, 2009 at 9:21 pm
“Ministério lança “A a Z da Educação” e faz balanço
O Governo lançou um documento intitulado “A a Z da Educação”, no qual relembra o trabalho feito e os resultados obtidos durante quatros anos de legislatura que permitiram, segundo afirma, “mais e melhor serviço público de Educação “.
Em cerca de 62 duas páginas, o Ministério da Educação (ME) inumera as áreas em que foram introduzidas novas medidas como a Acção Social Escolar, o ensino profissional, a gestão escolar, o pré-escolar e o 1º ciclo, a modernização dos estabelecimentos de ensino, a carreira dos professores ou o Plano Tecnológico.
“Não é a história do meu mandato. É apenas um documento de divulgação mais ampla que refere as medidas de política mais emblemáticas, com mais impacto na vida das escolas e das pessoas”, afirmou a ministra da Educação à Agência Lusa.
Para Maria de Lurdes Rodrigues, “é importante prestar contas e fazer balanços, bem como divulgá-los”. “Na minha opinião, os ministérios têm o dever de o fazer”, acrescentou. (…)”
http://tinyurl.com/myh3hu
Junho 21, 2009 at 9:29 pm
O roubo esse foi efectuado com sucesso; afinal foi o que conseguiram: roubar os professores, perdão, implementar reformas na educação.
Junho 21, 2009 at 9:31 pm
“Não é a história do meu mandato”?????
Por acaso, é!!!
E depois do Sócas a ter “humilhado” e desautorizado na famosa e inenarrável entrevista na SIC, a mulher ainda tem o descaramento de mostrar A a Z a desgraça que fez??
Acho que a pobrezinha está a precisar urgentemente de ajuda médica…
Junho 21, 2009 at 9:34 pm
Olhe que não, olhe que não…
As campanhas políticas têm várias fases. Agora é para agarrar os que restam, aliciá-los provando que os outros estão errados, que o grande erro são os outros. Tempos virão em que vai ser preciso aparecer com sorrisos, descontraído, e mostrando que o governo fez imenso. Na fase “positiva” aparecerá a educação até porque as creches e os lares continuam atrasados.
Acha que o Sócrates ía desprezar uma oportunidade de mostrar como pôs Portugal a par da Europa? é na educação, e só aqui, que as estatísticas ajudam.
Junho 21, 2009 at 9:36 pm
Boas noites, Xotores!
Só para cumprimentar e de dizer à Xotora REB que a xotora Pipa, no dia de ontem, naquele poste onde estivemos sentados a conversar (do Esta é para o Fafe), fez a gentileza de lhe puxar o linque à fieira para a xotora conseguir ler o terceiro capítulo completo!!!
Boas nites, até brebe, Xotores!
Vou continuar a encher as orelhas do agente de darque para ele ir para o tibete para o curso de humildade e savedoria dos lamas, como fez o Silva.
Um curso de limpar “Ao canto, ó BillY!” como lhe aconselham os monges, para ele ser o steique holda direitinho.
Para quem não perceveu,( que estou com pressa! desculpem…) está tudinho explicdo no dia 15 no deixa.me ver se entendo e tal…
Boas noitinhas!!!
Junho 21, 2009 at 9:37 pm
Ai quem me está a mudar o nome?!?!
Junho 21, 2009 at 9:41 pm
Li numa notícia no CM que o PSD iria dar centralidade/destaque, no seu programa eleitoral, justamente à área da Educação.
Junho 21, 2009 at 9:45 pm
#162
e que bem nos fazem estes bocadinhos de prosa…
Junho 21, 2009 at 9:48 pm
#164
Olho vivo…e muita calma…
E votar “calculísticamente”. Pelo seguro.
Vou ver que livros sugere o prof. Martelo
Junho 21, 2009 at 9:49 pm
Em Setembro psd em primeiro; em 2013 ps em primeiro: é uma sucessão aritmética alternada.Um vai para o poder porque o eleitorado castiga o outro. Do género maníaco depressivo. A mania que só dois ganham. A depressão de um repetir o outro.
Junho 21, 2009 at 9:53 pm
“naquele poste onde estivemos sentados a conversar” (162)
Os postes do Umbigo são óptimos para estarmos à fresquinha, nas noites quentes de Verão.
Boas noitinhas, Controleiro.
Junho 21, 2009 at 9:54 pm
Avaliação do Ministério
http://www.legoergosum.blogspot.com/2009/03/o-ministerio-divulga-no-portal-da.html
Junho 21, 2009 at 9:54 pm
#167
Sem dúvida.
É sempre mais do mesmo.
Quero lá saber que o PSD coloque a educação em 1.º plano. Defende a privatização…
Junho 21, 2009 at 9:56 pm
#150,
Não milito, nem militarei, porque a ter havido tempo par5a ilusões ele passou.
À esquerda ou à direita não me revejo.
Depende do dia, do assunto, do ângulo, do interlocutor.
Gosto dessa liberdade.
O que desgosta os partidos.
Junho 21, 2009 at 9:57 pm
Li a entrevista a Francisco Louçã no CM. Este, finalmente(!9, referiu que o BE se vai apresentar às eleições legislativas como partido político que aspira à governação e Louçã concorre a primeiro ministro.
Junho 21, 2009 at 9:59 pm
Há uns tempos atrás (que não consigo precisar) correu uma notícia sobre o encerramento de cursos superiores em Inglaterra(penso que foi nas terras de Sua Majestade) ligados às tecnologias de ponta por falta de alunos.
Como os cursos não eram economicamente viáveis, auto-suficientes, as universidades começaram a pensar encerrá-los.
No entanto, o bom senso de algumas boas cabeças impediu que o encerramento acontecesse.
A razão: os profissionais formados nesses cursos são essenciais à evolução da tecnologia. E se a evolução tecnológica parar, não serão apenas os ingleses a sentir os efeitos catastróficos de tal decisão.
Além de que a opção quanto à manutenção dos cursos que permitem a evolução tecnológica não pode ficar na mão de jovens de 17 ou de 18 anos.
Optou-se pelo financiamento sem retorno a curto ou a médio prazo, mas garantiu-se o futuro de todos nós…
A Escola não é uma Empresa que permite lucro rápido, fácil ou imediato.
Quem não vê essa realidade não pode estar à frente de um sistema educativo, quanto mais de um país!
A decisão do Marquês de Pombal em perseguir os Jesuítas pode ter sido uma das mais prejudiciais no que ao ensino respeita. Ainda hoje sofremos do atraso por ela provocado… todos nós…
A decisão do Marquês de Pombal de reconstrução da Baixa Pombalina não nos prejudicou… mas não beneficiou ou melhorou a vida de todos…
Junho 21, 2009 at 10:15 pm
De facto, o «desporto» preferido de José Sócrates – malhar nos professores – parece ser já não rentável eleitoralmente.
Junho 21, 2009 at 10:19 pm
# 170
“Defende a privatização…”
Se o defender não vai sobrar … país!
Junho 21, 2009 at 10:20 pm
# 170
E vai haver guerra civil.
Junho 21, 2009 at 10:22 pm
(174)
Agora deve ir dedicar-se à pesca.
O difícil vai ser arranjar o engodo.
Junho 21, 2009 at 10:26 pm
Acreditam que passei há pouco no largo das ratazanas e têm um cartaz gigantesco do big lider mao tzé tzé socras kim il sung sousa espetado numa parede??? A fazer o que me pareceu ser um V de vitória? Ou seria de “Variado dos neurónios”???
Ver para crer…
Junho 21, 2009 at 10:50 pm
178
Deve ser um V de “vaidoso”:
“Estou muito satisfeito comigo próprio.”
Junho 21, 2009 at 10:57 pm
“V” de “vaiado”
Junho 21, 2009 at 10:58 pm
A fotografia da milu no Expresso espelhava bem o estado da sua alma: estava velha, velha, velha. E com uma cara de fúria mal contida
Junho 21, 2009 at 10:59 pm
http://gataescondida.wordpress.com/2009/06/21/campanha-ipo/
Junho 21, 2009 at 10:59 pm
#181 Cá se fazem…
Junho 21, 2009 at 11:01 pm
“V” de Vamos embora, Valter?
Junho 21, 2009 at 11:04 pm
“V” – vitória dos profs.
Junho 21, 2009 at 11:14 pm
Puro entretenimento!!!
http://bibliotecaportaberta.blogspot.com/2009/06/tao-velhinhos-e-ainda-tao-novos.html
Junho 22, 2009 at 12:27 am
Boa análise Paulo. Depois de uns dias sem net é bom vir aqui. Continua a ser o nosso cantinho…onde é possível carregar as baterias para mais uma etapa.
Junho 22, 2009 at 12:36 am
…pois sim senhora…é 1 das razões pq, dp d ter espreitado 1 primeira vez o Umbigo,fui ficando…prosas destas, q para além da substãncia…têm beleza dentro…
Junho 22, 2009 at 1:07 am
«o governo da escola é um problema vosso e por isso devem agarrá-lo com as vossas mãos.»
Esta é a prova de que não se tem a mínima ideia de como funciona uma escola pública em Portugal. Que se ignora completamente o assunto em causa e, muito principalmente, se desconhece a quantidade de toneladas de papel com leis, decretos, despachos, circulares, informações… que vergam toda e qq esperança de autonomia…
Junho 22, 2009 at 1:13 am
E amanhã mais uma vigilância atenta!
Junho 22, 2009 at 1:16 am
#188 O umbigo do Paulo é enorme!
Junho 22, 2009 at 1:25 am
«Há professores incompetentes nas escolas? Não tenho dúvidas. Ainda este ano conheço um.»
Haverá. Mas a avaliação dos docentes não pode ter, como alguns querem e pensam, como principal objectivo a “caça” ao incompetente. A avaliação poderá também preocupar-se com isso, mas deve ter em vista, antes de tudo, o aperfeiçoamento das práticas de todos. Dos doutores também, uma vez que não foi ainda demonstrada a relação directa entre competência científica e pedagógica.
Estamos fartinhos de explicar que o modelo imposto pelo ME não cumpre o mais importante objectivo, é preverso, economicista, não é ágil e preocupa-se demasiado com aspectos menores. Mas não nos importamos de explicar mais umas quantas vezes. Explicar é coisa a que estamos habituados e também sabemos que não aprendem todos ao mesmo ritmo…
Junho 22, 2009 at 1:44 am
«Não milito, nem militarei, porque a ter havido tempo par5a ilusões ele passou.
À esquerda ou à direita não me revejo.»
Este esclarecimentos pode ajudar a perceber por que alguns comentadores consideram o dr Guinote o mentor e, atrás dele, uns poucos de seguidistas, que aqui dizem umas coisas.
Salvo melhor opinião, o tempo da militância coincide com o tempo da ilusão(?). Os militantes estão todos iludidos(?). Os clarividentes, assim uma espécie de iluminados por Deus, salvaram-se a tempo da militância(?). A militância é um defeito natural da juventude(?).
Para além da esquerda e da direita, no espectro político, há também a extremas e o centro…
Junho 22, 2009 at 1:45 am
25!, pá! finalmente deixaram-te ler livro negro. Trocaste pela entrega, já sei, a vidinha corre melhor, subiste no comité central, colar cartazes com amido agora é para outros idiotas – parabéns!
Agora é só deixar bigode e – trá-lá-lá! (onde é que eu já li isto do trá-lá-lá?) – o outro vaga-te o lugar, é como se fosse o concurso dos professores, um autêntico amendoim.
E não te esqueças de refilar com aquele assassino do Irão.
Junho 22, 2009 at 12:11 pm
Vamos continuar a resistir.Vamos demonstrar que tal como os médicos e os juízes não TOLERAMOS QUE BRINQUEM CONNOSCO!!!
Junho 22, 2009 at 12:25 pm
Excelente abordagem de Paulo Guinote. Quando tudo parece bater certo, pouco há para acrescentar.
Por isso, gostava de saber se anda por aqui algum comentador que seja de outra profissão.
Hoje, efectivamente, apetece-me discutir os problemas de outras profissões. Encontro tão poucos blogues que permitam essa possibilidade!…
Há tantas que implicam directamente com a minha vida, que lidam com assuntos tão meus, que não quero abdicar disso.
Junho 22, 2009 at 3:40 pm
O problema não está na política, mas no exercício que se faz dela.
O problema não está nas ideologias, mas na ausência delas. O problema está neste “fardo”, do triunfo da mediocridade e do oportunismo, que pesa p’ra caramba.
Junho 23, 2009 at 1:19 am
[...] O Abandono Da Educação Como Campo Prioritário Da Batalha Eleitoral Estava tudo preparado para ser através da Educação e das escolas que Sócrates e o partido por si modelado, com os [...] [...]