Maio 2009


BDia3

Pedi ao Teodoro para reproduzir o conteúdo de um mail que ele escreveu à Reb e a que eu também tive acesso. Mesmo que no final fiquemos poucos, ficaremos no nosso posto.

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Há muito tempo que sabes a minha opinião, ou passou-te… não entrego nada, mesmo que seja o único, não fico à espera, já o fiz antes.

Quanto à manifestação: será melhor ficarmos todos em casa e comentar para as imagens da Avenida vazia “eu não disse que ia ser um fiasco”? (não fui eu que faltei, foram os outros todos). Vai quem vai, a desistência não tem declarações de voto. Não ir porque se é mais general, vale zero na contagem, o mesmo que vale quem não vai porque está com o rumo definido por este ME.

E estou farto de sapatadas e justificações de posições próprias em nome de desmandos alheios. Há momentos em que o ambiente e o clima que se cria me entristece profundamente, um malcriado é um malcriado, despreza os outros, tanto se me dá que seja esperto, se sinta um génio ou tenha momentos de alguma graça. Quem é arrogante para um amigo é como se fosse para mim, olho para os lados, não só para mim ou para a frente. Posso ausentar-me para não ver, e ausento, quando não quero ver mais, mas não consigo fingir que não vejo o que vejo.

Sei que, neste momento, fashion é não ir, eu vou, não interessa a ninguém, lá estarei, prefiro em boa companhia, espero não ter saudades de demasiados, e não me faz falta quem dava jeito só para fazer número.

Colo-te aqui uma mensagem que acabo de receber, numa troca de ideias que estou a ter:

É que eu acho que, se há manifestação em que todos deveriam estar presentes, é esta.
É o último reduto a que podemos recorrer em COLECTIVO.
Quem não vir isso, não entendeu nada do que se passou durante estes quatro anos e isso desilude-me completamente porque me leva a concluir que quem participou nas outras manifestações (e não participar nesta) fê-lo apenas por interesses individuais; quando a nossa causa é uma causa nacional.
Estão a destruir ****A NOSSA****  Escola!
Cruzamos os braços???

A minha opinião é que as pessoas estão a fugir, porque agora tem consequências, e inventam desculpas, como outros inventaram na altura dos OI, e chamam-lhes medos.

Há semanas eu escrevia a alguém que estava a chegar a hora de todos os adiamentos de incoerência serem desvendados. Referia-me à entrega da AA e aos concursos a director.

No concurso a titulares já se viu… é mau, mas deixa-me cá garantir antes que me arrependa.

Somos olhados por muita gente como um exemplo de resistência ao desmando, espero que não se desiludam connosco, pela desistência, e pelo abandono, do que dizemos defender na escola pública.

Não espero pelas decisões de rebanhos, não me alivia a consciência.

Teodoro

Sol22Maio09

Do meu amigo e coautor d’O Deserto da Educação.

Av-Jerilio-sec25-Arquivos-Guerreiro

Depois da exposição no Posto de Turismo da Moita, que esteve fechada ao público durante uma semana, e para os visitantes que não tiveram oportunidade de ver, “As Aventuras de Jerílio no séc. 25″,  BD em Azulejos de Ficção Científica, estarão em exposição nos Arquivos Guerreiro, de forma permanente, na Galeria particular do autor.
As 17 tiras, já publicadas, do “Deserto da Educação” também estarão patentes nesta exposição
A Vernissage, com belisquetes e beberete, terá início às 17h de sábado, 23 de Maio.
Os Arquivos Guerreiro ficam situados em Alhos Vedros, perto das Bombas da Gasolina e da Discoteca Kleópatra.
Rua Duarte Pacheco, nº4 e 6, Alhos Vedros, Portugal
Telf(s): 21 2048677 e 962309704
Veja aqui o mapa.
Apareçam!

Saudações,

Luís Cruz Guerreiro

Ainda andam por aí a sair no Diário da República

Como é que era o termo usado para estes procedimentos estarem em curso? Despoletados?

Hot Hot Heat, No, Not Now

É capaz de ser do anticiclone dos Açores.

Ou não…

Decreto Regulamentar n.º 8/2009. D.R. n.º 98, Série I de 2009-05-21

Ministério da Educação

Revoga o Decreto Regulamentar n.º 4/2006, de 7 de Março, que adaptou o sistema de avaliação do desempenho da Administração Pública à situação específica do pessoal não docente dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

Leitura imprescindível no contexto actual:

do absurdo em santo onofre (5)

Uma leitura sobre esta nova “mensagem” da nossa ministra:
 
1 – Surge numa altura em que é entregue um abaixo-assinado dos professores a pedir a revisão do ECD e a substituição do modelo de avaliação.
 
2 – É feita 9 dias antes de uma nova manifestação nacional.
 
3 – Pretende passar a ideia de que a avaliação, tal como o ministério pretendia, está consumada… quando NENHUM professor foi, neste ano, ainda avaliado.
 
4 – Diz que 80.000 professores ( 56% e não 75% como outrora dito!!!! ) entregaram os objectivos individuais e 30 por cento destes (24.000… de 143.0000!!!) requereram a avaliação completa.
 
Assim sendo, eu considero que:
 
…………………………….
 
- Este governo realmente receia uma nova Mega-Manifestação Nacional de Professores!
 
…………………………….
 
Não é sério dizer que a “avaliação de desempenho é uma reforma “ganha” quando apenas 24.000 docentes de um universo de 143.000 seguiu “à risca” essa reforma… e quando ela apenas poderá ser considerada “ganha”, EVENTUALMENTE, dentro de dois meses.
 
- Meus caros: eles não querem os professores nas ruas pois sabem que a nossa classe até nem está assim tão mal vista como alguns pensam!!!
 
Mais:
 
Ao constatarmos que os “tais” 75% de professores que entregaram os OIs são, pelas novas indicações do ME, afinal 56%( e saberemos lá se é assim mesmo… ), ou seja, que algo muito próximo da metade dos professores, afinal, não entregou os OIs, levanta-se uma questão extremamente importante perante a já repetida declaração da tríade ministerial – “… quem não entregou os OIs não será avaliado…” -, que é a seguinte:
 
- Se aproximadamente 50% dos professores não entregaram os OIs e não serão avaliados…
 
… porque deverão, então, entregar a ficha de auto-avaliação do Ministério???
 
- Para quê… se já não serão avaliados???
 
Julgo ser IMPERIOSO que o Ministério esclareça esta questão aos docentes e ao povo:
 
- Os aproximadamente 50% de professores que não entregaram os OIs não serão, efectivamente, avaliados no biénio 2007-2009, tal como sempre foi afirmado pela tutela?
 
Aguarda-se resposta.
 
E aguardo a coragem da PLATAFORMA de assumir, publicamente, a sua posição sobre esta matéria.
 
- Porque quero saber se a não-entrega da ficha de auto-avaliação, mesmo por parte dos que entregaram os OIs, é ou não a verdadeira forma de dizer que este modelo não foi realmente aplicado.
 
- E porque quero saber se, afinal, os professores têm uma Plataforma Sindical que “luta” sem medo… pois acho que os 50% de professores que não entregaram os OIs merecem uma Plataforma Sindical corajosa!
 
 
E colegas, para terminar, bebam lá um Red Bull…
 
… e sigamos, todos juntos e com toda a força, para Lisboa no dia 30!
 
Quem ainda acha que vale a pena lutar contra estas políticas educativas DEVE estar presente.
 
Esqueçam questiúnculas divisionistas – a nossa força está na nossa UNIÃO!
 
VAMOS, MAIS UMA VEZ, DAR AS MÃOS!
 
Força, COLEGAS!
 
- Vamos lá fazer história…
 
… MAIS UMA VEZ…!

Maurício Brito

Já sabia off the record a estratégia da CPA de Santo Onofre seduzir o corpo docente do agrupamento. Mas hoje começaram a circular mails a falar do assunto e apareceu no site do SPGL a referência ao mesmo assunto.

Então não é que agora se podiam definir objectivos individuais até ao dia de hoje, a menos de um mês do final das aulas?

Atenção que isto não foi ideia de um PCE resistente ou de um Director a pedir a demissão para dar nas vistas, mas sim o mandatário do Ministério da Educação no Agrupamento de Santo Onofre.

Isto significa a completa descredibilização de todo este processo de avaliação-simplex por parte exactamente de um dos seus mandantes personalizados no terreno.

Para se obterem números a apresentar como vitória usam-se todos os truques possíveis e imagináveis.

Mas é uma vergonha, que merece a atenção de todos os interessados nesta matéria, incluindo a comunicação social e opinadores emcartados, à qual volateri.

ENTREVISTAS POLÍTICAS:

MANUEL LOURO GUEDES  FOI À LUSA BELÉM. ABEIROU-SE DO PORTÃO PRINCIPAL DO PALÁCIO, E , À SAÍDA DO P.R. PARA MAIS  UMA VISITA GUIADA A PRETEXTO DE PODER DAR UNS RECADOS EM “CAVAQUÊS” ESTICOU O MICROFONE, E:

M.L.G.: Senhor presidente, o que tem a dizer sobre caso das pressões sobre os magistrados que investigam o Freeport?

P.R.: Queira desculpar, mas sobre essa questão, de “lana caprina”, devo dizer,não me pronuncio, em público.

 
M.L.G.: E porquê Senhor presidente?

P.R.: Porque, como o senhor sabe, a minha função  não é a de incendiário, a minha função é… eh… é ser bombeiro.

 
M.L.G.: Então o Sr. presidente acha que apagou o incêndio da Educação, ou, pelo contrário, fê-lo alastrar ainda mais?

P.R.: Modéstia à parte, penso que ajudei a apagar. A Sra viu mais alguma manifestação? Não viu pois não?

M.L.G. De facto…

P.R. Pois é. Sabe, minha senhora, eu sempre acreditei que havia três espécies de professores: os que queriam dar aulas de brincadeira no Céu, mas têm medo de serem chamuscados pelo “fogo do Purgatório”, por onde têm de passar, para conseguirem lá chegar ; os que querem dar aulas a sério, na terra, e não têm medo de se chamuscar, nem no Purgatório nem no inferno, para o conseguirem; e os que aceitam dar aulas da treta, em qualquer lugar da terra, por gostarem de tretas, recearem o purgatório, e terem imenso medo do Inferno.

M.L.G..: Muito curioso, sr. presidente. Pode concretizar?

P.R.:  Sim, posso esclarecer melhor: os que querem ir para o Céu, são muitos, ou quase todos. E porquê? Porque o Céu é o sítio onde todos os alunos querem estudar e são bem educados. Porém, como é preciso fazer muitos sacrifícios para o alcançar, quase ninguém se dá a esse trabalho. Não vão à luta e acabam por cruzar os braços, deixando os outros ( poucos) colegas agir.

 
M.L.G.: E quanto aos restantes, Sr. Presidente?

P.R.: Os restantes? Bem… Os que não temem o Inferno são muito poucos. Esses são os mais corajosos; os mais temerários; os que não viram a cara à luta; os que protestam sempre e nunca se calam. Sabem que podem cair no Inferno, mas lutam até ao fim. Quanto aos que gostam de dar aulas da treta, vêmo-los em todas as escolas do País. São os que nem são carne nem peixe; São os Maria vai c`o as Outras. Os Tanto se me dá como não…Os nem lá vou nem cá fico…

 
M.L.G.: E então, Sr Presidente ? O que é que essa divisão tem a ver com a sua atitude de passividade?

P.R.: Muito simples, minha Senhora: Quando um grupo se une, mas na sua essência, não passa de um conjunto desgarrado de grupos pequenos. Cada um estica para seu lado. Ora, assim, não é preciso intervir, de fora, para que o incêndio se apague. Basta deixar que o tempo arrefeça os elos que os uniram artificialmente, e o incêndio apagar-se-á. Foi o que aconteceu com os professores, minha Senhora… E ainda bem para o meu sossego…

M.L.R.  Muito obrigado, Sr. Presidente.

P.R.: Ora essa.

Ministra afirma que avaliação de desempenho é uma reforma ganha

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, considera que a avaliação de desempenho dos professores é “uma reforma ganha”, afirmando compreender a insatisfação docente, tendo em conta a rotura introduzida num “marasmo” de 30 anos de “total indiferenciação”.

“Do meu ponto de vista foi uma reforma ganha. Temos hoje milhares de professores a fazer a avaliação, o que significa que é hoje um adquirido nas escolas. (…) Oitenta mil professores entregaram os objectivos individuais e 30 por cento destes requereram uma componente da avaliação que era facultativa”, afirma a ministra. Para Maria de Lurdes Rodrigues, esta reforma introduziu uma rotura “num marasmo de mais de 30 anos de total indiferenciação e pseudo igualitarismo”, já que “a ausência total de princípios mínimos de competição” era “muito negativa para as escolas”.

Ainda assim a responsável admite que “um ou outro aspecto correu mal”, mas que o Governo teve a “humildade” de simplificar e de dar condições às escolas para a concretização do modelo. Questionada sobre as manifestações realizadas no ano passado e a do próximo dia 30, Maria de Lurdes Rodrigues afirma “compreender” o descontentamento dos docentes, mas adianta que a sua preocupação “é garantir que o profissionalismo não é beliscado com a insatisfação, algo que todos temos que exigir”.

Agora pensem lá um bocadinho na única maneira de isto não ser verdade…

É uma paralisação de 90 minutos?

Entregar o papelinho que falta?

Número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 27,3 por cento em Abril

Ruptura negocial abre cenário de grande risco na Autoeuropa

É a economia, estúpido(s)! (James Carville)

Apesar de muitas críticas quanto à forma de abordar o assunto, continuo convicto que a transparência é o melhor método para preservar o respeito e a dignidade de uma profissão no seu todo e individualmente dos seus membros.

Com o rastilho da situação vivida em Espinho a imprensa de hoje aborda de forma extensa e variada a questão da conduta imprópria de alguns professores, das respectivas consequências e eventuais encobrimentos.

No Jornal de Notícias aborda-se esta última questão, ou seja da eventual omissão do que se passaria pelo órgão de gestão. No Público dá-se conta dos resultados dos processos disciplinares movidos a docentes nos últimos três anos, no Diário de Notícias aborda-se a questão da (i)legalidade da gravação, algo que também passa pelas páginas do JN. Na revista Sábado vai-se em busca de outros casos que envolvem professores e actos ilícitos nas escolas.

De tudo isto conclu-se que:

  • Existem professores com condutas impróprias nas escolas.
  • Essas condutas têm motivado processos e suspensões, assim como muitos casos – a maior parte – tem sido arquivada por se concluir serem carentes de fundamentação.
  • A gravação feita em Espinho é juridicamente inadmissível como prova.
  • Os factos alegados estão em investigação.

Tudo isto é para mim normal, sendo minha convicção que existem más práticas, que as mesmas devem ser denunciadas e devem ser apurados os factos e tiradas as consequências.

Também é minha convicção que, em diversas situações, prevalece a boa intenção de «não dar cabo da vida do(a) colega» quando se tenta resolver de todos os modos uma situação desconfortável. Conheço de forma directa uma situação antiga de alguém claramente perturbado – a um nível diferente deste e sem sexo à mistura – que o órgão de gestão, após esperar por melhorar e ter protegido, tentou que tivesse redução da componente lectiva ou fosse mesmo considerado inapto para o ensino e reformado, tendo a situação sido recusada pela própria pessoa e pela Junta Médica a que foi apresentada compulsivamente a pedido do órgão de gestão.

por isso, nada disto é a preto e branco.

No entanto, o que interessa é que se apurem os factos, que não surja a ideia que se quer esconder isto por razões instrumentais e que o que é desconfortável se varre para debaixo do tapete.

Ainda ontem pela manhã me aconselhavam por mail a não abordar este assunto porque «não interessa à luta dos professores».

Esta é a atitude errada e explica até que ponto existirão sempre reservas internas à existência de um código ético para a profissão.

Contrariamente ao que alguns querem fazer crer – e outros infelizmente interiorizaram – a imagem dos professores não está em baixa.

O problema é este medo em assumir com clareza a necessidade de detectar e eliminar as situações problemáticas, sem alarido, com coragem.

Para além disso discordo das teorias paranoico-conspirativas acerca do timing deste caso, fazendo ligações estapafúrdias com a «luta dos professores».

Se alguma ligação houvesse a fazer seria com o aproveitamento descabelado feito, por exemplo, pelo CDS acerca desta matéria na discussão sobre Educação Sexual.

93

Se muitos assustadiços tomassem atenção, perceberiam que a barreira comunicacional em alguns sectores está mais preocupada com os preservativos nas escolas do que com manifs e greves.

Acordem!

BDia2

Brian Setzer, Jump Jive N’ Wail

Aposto que é repetida, mas hoje estou mesmo a precisar…

Magalhães inspira gigantes mundiais

Dell lançou o Latitude 2100, o primeiro computador da marca para crianças
O computador Magalhães continua a inspirar os fabricantes de todo o mundo. Toshiba, HP e Dell, deram a conhecer que os computadores para crianças das suas marcas estão prestes a ser lançados.

Também ficámos a saber que foi o patchouly que inspirou a maior parte das novas fragrâncias da Lancôme, Escada, Kenzo, Givenchy, Chanel e Dior.

Há duas semanas fora descoberto que os caramelos trazidos de Badajoz nos anos 70 foram a base a partir da qual foi desenvolvida a maior parte dos produtos da Cadburys.

Ainda acabam na candonga nas feiras e mercados deste país, ali mesmo ao lado dos Magalhães. Ao menos cobrem um êro por palete.

Com espanto por ainda não existirem resultados finais e com o desejo que despachem o assunto e deixem de andar às bicadas uns aos outros. Se entre colegas de sindicato se viu o que se viu, o que hão-de esperar do resto? Há quem há dois dias tenha perdido o pio…

Os resultados às 23h 05 de 20 de Maio das mesas já validadas pela Comissão Eleitoral são os seguintes:
(Mesas validadas correspondentes a 77,25% do universo dos eleitores)


MAG e Direcção Central

Lista A – 2347 votos
Lista B – 1484

Conselho Geral

Lista A – 2185
Lista B – 1298
Lista C – 192
Lista D – 221

Conselho Fiscal

Lista A – 2239
Lista B – 1349
Lista C – 276

Direcção Regional de Lisboa

Lista A – 1003
Lista B – 632
Lista C – 149

Direcção Regional do Oeste

Lista A – 277
Lista B – 162

Direcção Regional de Setúbal

Lista A – 678
Lista B – 453

Direcção Regional de Santarém

Lista A – 311
Lista B – 131

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