Oliveira e Costa promete contar quanto pagou aos seus colaboradores no BPN
Na última presença no Parlamento, Oliveira e Costa pediu para não falar
O anterior líder do Grupo Sociedade Lusa de Negócios/Banco Português de Negócios (SLN/BPN) vai amanhã ao Parlamento revelar os milhões de euros que foram pagos aos seus colaboradores durante a sua liderança, nomeadamente a Dias Loureiro e Luís Caprichoso.A iniciativa partiu do próprio Oliveira e Costa depois de ver que estes mesmos colaboradores, quando prestaram depoimento na comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN, disseram que não se lembravam de nada que havia ocorrido no grupo.
Maio 25, 2009
Quase A Ser Libertado…
Posted by Paulo Guinote under Coisas Chatas Como Tudo, Curiosidades, Deixa-me Rir[18] Comments
Maio 25, 2009 at 6:37 pm
DEIXA-ME RIR…
Maio 25, 2009 at 6:44 pm
A justiça em Portugal é isto. Por isso não se preocupem. Que o digam, por exemplo, os “TRETA CAMPEÕES”:
“Procurador do Apito Dourado acusa juíza de julgar para absolver
Ontem
NUNO MIGUEL MAIA
Magistrada que ilibou Pinto da Costa está revoltada com “ofensas” e queixa-se a Pinto Monteiro.
O procurador que representou o Ministério Público (MP) no caso do “envelope”, do Apito Dourado, arrasa a juíza de Gaia que absolveu Pinto da Costa, num recurso para o Tribunal da Relação. A visada já fez queixa a Pinto Monteiro.
O uso de expressões como “santa inocência”; críticas por não ter censurado as “mentiras” e a “grande peta” dos arguidos, e perguntas sobre um eventual preconceito da magistrada Catarina Ribeiro de Almeida em relação a Carolina Salgado, que visaria, de antemão, absolver o líder do F. C. Porto, fazem parte dos argumentos adoptados por José Augusto Sá para convencer o Tribunal da Relação do Porto a anular a absolvição do crime de corrupção desportiva decretada no Tribunal de Gaia.
Pinto da Costa, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo também não escapam à ironia do procurador. O dirigente portista chega a ser designado como “Papa” e “engenheiro”, numa alusão a escutas telefónicas interceptadas pela PJ a 16 de Abril de 2004, quando aquele árbitro visitou a casa na Madalena, em Gaia. “Se até o primeiro-ministro José Sócrates é engenheiro por que é que o Pinto da Costa também não há-de ser?!”, escreveu, em nota de rodapé.
Ao ler o recurso, em especial as expressões que lhe são dirigidas (ver coluna ao lado), a juíza Catarina Ribeiro de Almeida não gostou. E mandou extrair certidões para envio para o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, que pode abrir processo-crime, e ao Conselho Superior do MP, para inquérito disciplinar. “As expressões encontradas pelo Senhor Procurador (…) são absolutamente desadequadas e, algumas delas, ofensivas da dignidade profissional da signatária”, escreveu.
Os argumentos do recurso magistrado do MP passam, em primeiro lugar, pela interpretação das escutas. Diz ser indiscutível que os arguidos estavam a preparar uma “tramóia” e que o objectivo era subornar o árbitro, apoiando-se em expressões como “gerente de caixa” e “ver uma obra” de noite. “Isto é uma conversa de parvos e atrasados mentais?”, questiona.
Depois, José Augusto Sá insiste na expressão “cheirinho”, usada depois do jogo, por Pinto da Costa, numa escuta com Pinto de Sousa, defendendo ter sido usada como desabafo por o árbitro ter “beneficiado pouco” o seu clube.
Carolina também é defendida com unhas e dentes, principalmente porque “uma versão contrária é que seria de estranhar”, no que toca à entrega de dinheiro. E frisa que, perante juízes – não a PJ -, a ex-namorada de Pinto da Costa manteve sempre a mesma versão.
O procurador insurge-se, também, por, na sua óptica, a juíza ter usado “dois pesos e duas medidas” a avaliar as versões de Carolina e dos arguidos, que justificaram a reunião com um pedido que visava que o pai de Augusto Duarte largasse uma alegada amante. Sobre isto, nada foi referido na sentença. A terminar, o procurador apela aos juízes-desembargadores a pensarem no “prestígio da justiça” e a esquecer a “alma clubista”.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1242250
Maio 25, 2009 at 7:13 pm
Até me estava admirar como é que este homem se estava a tornar tão SANTINHO!!!
Maio 25, 2009 at 7:15 pm
Vá lá, rapaz, diz lá umas verdadezitas, algumas pelo menos. ( Mas já sei que não vais falar no SEGUNDO mais ladrão a seguir a ti…)
Maio 25, 2009 at 7:20 pm
O FUTURO…E OS NOSSOS INSPECTORES…
Maio 25, 2009 at 7:20 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/05/25/les-temps-morts-1964-directed-by-rene-laloux-o-nosso-tempo/
Maio 25, 2009 at 7:57 pm
Sábado, 23 de Maio de 2009
Viagem ibérica .
Discurso em espanholês de José Sócrates num comício em Valência em 23-5-2009
Campanha para as eleições europeias
Desconte-se o espanholês de José Sócrates no comício de Valência de 23-5-2009: cada um é que decide as figuras que faz e repete. Mas não se omita a necessidade de prestação de contas do governante ao povo.
Duas perguntas a propósito da viagem ibérica (e ao iberismo…):
1. Quem pagou a viagem do secretário-geral do Partido Socialista José Sócrates até Valência? E a viagem de volta para o comício dessa noite de 23-5-2009 em Coimbra?
2. E qual o meio que foi utilizado para o transporte: o Falcon do Estado?
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/05/viagem-iberica.html
Maio 25, 2009 at 8:02 pm
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
A estratégia socialista de tensão
Actualizado
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Extracto de entrevista de Manuela Moura Guedes a António Marinho Pinto
Jornal Nacional da TVI, sexta-feira, 22-5-2009
(entrevista completa no sítio da TVI)
A entrevista de Manuela Moura Guedes ao Dr. António Marinho e Pinto na TVI no Jornal Nacional desta sexta-feira, 22-5-2009, resultou num chorrilho de acusações e insultos do bastonário da Ordem dos Advogados portugueses à entrevistadora. O ataque mais rude a um jornalista (e mulher…) que já vi na televisão portuguesa.
Quem for ingénuo pensará que se tratou do enervamento do bastonário com as perguntas e comentários da entrevistadora; quem não for concluirá que se tratou de uma resposta premeditada, na sua violência, a que só faltou a parte física… Às perguntas sobre a contestação ao bastonário pelos seus pares e às acusações sem provas a juízes, procuradores, polícias, políticos de governos anteriores e aos próprios advogados seus pares, replicou com as injúrias aos «julgamentos sumários» de pessoas (leia-se José Sócrates) na TVI.
O objectivo do bastonário da Ordem de Sócrates: provocar a nulidade do processo Freeport pela torção da sua origem, declarando na televisão a ilegalidade sumária do processo para neutralizar qualquer indício ou evidência de corrupção ou sequer a continuação da investigação.
No entanto, o Dr. Marinho Pinto sabe, como todo o País, e não pode desconhecer, porque já foi publicado, nomeadamente no DN de 22-3-2009, que o caso Freeport começou a ser investigado em Novembro de 2003 (e não no final de 2004): «em Novembro de 2003, uma brigada da Polícia Judiciária (PJ) fez uma primeira investigação sobre o processo de licenciamento do outlet de Alcochete», «a Averiguação Preventiva (AP) 95/03 realizada pela Brigada Central de Pesquisa da PJ de Lisboa». Nessa primeira averiguação, a PJ concluíu, segundo a mesma edição do DN, «não existirem indícios de “qualquer acção ilícita”». Cerca de um ano depois, em Outubro de 2004, é que surge a carta anónima, que veio a ser referida a Zeferino Boal, a qual desencadeou a segunda fase da investigação, desta vez na Polícia Judiciária de Setúbal, onde se têm vindo a coligir evidências gravíssimas, como o famoso DVD (divulgado na TVI em 17-4-2009) onde Charles Smith acusa José Sócrates.
Deputada chavista Íris Varela agride jornalista em directo na Glovivision – 20-11-2007
O ensaio de Marinho Pinto fez-me lembrar o caso venezuelano. Antes de Hugo Chávez mandar encerrar a televisão independente Globovision, a deputada chavista Íris Varela agrediu, em 20-11-2007, verbalmente e fisicamente um jornalista desta estação em directo. Também em Portugal, a exemplo da Venezuela, o Partido Socialista agravará os seus os ataques à TVI.
No Portugal desprotegido, e sem garantia, nem garantes que efectivamente nos defendam dos abusos do Estado, continuamos a sofrer, como tenho denunciado, a venezuelização do País. É uma marcha para o desastre social que result daquilo que, a propósito do processo Casa Pia e não só, o Dr. José Maria Martins tem identificado como a estratégia de tensão, copiada pelo Partido Socialista da tradução italiana strategia della tensione (do inglês, strategy of tension). O objectivo é a imunidade e impunidade de políticos entalados, a neutralização de meios e vozes opositoras, culminando na consequência desejada da instauração em Portugal de uma ditadura branda de aspecto democrático musculado.
A cena desta noite de 22-5-2009, na TVI, no mesmo dia em que foi divulgada uma (euro)sondagem que prevê um «empate técnico» entre PS e PSD nas eleições europeias, inscreve-se nessa estratégia de tensão, cuja corda continuará a apertar o pescoço dos opositores até à esperada asfixia eleitoral de Outubro de 2009. E, depois, como explicava Clausewitz, por outros meios…
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/05/estrategia-socialista-de-tensao.html
Maio 25, 2009 at 8:03 pm
O… Bilhete de Identidade
Ainda sobre o caso BPN, que está agora no limbo, relembro da Rádio Renascença de 14-4-2009, as declarações sobre o Banco Insular, na Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso BPN, de Joaquim Coimbra:
«O Dr. Oliveira e Costa dizia-nos que o problema era o BI e nós pensávamos que era o Bilhete de Identidade.»
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/05/o-bilhete-de-identidade.html
Maio 25, 2009 at 8:04 pm
A tanga dos quangos
Recuperando do «i» de 14-5-2009, sobre a vergonha dos mesmos preços nos painéis de comparação de combustíveis nas auto-estradas que foram apresentados pelo Governo, em Junho de 2008, com o decreto-lei 120/2008, como um dos meios para terminar com a concertação de preços entre gasolineiras:
«A Autoridade da Concorrência (AdC) considera que a existência de painéis nas auto-estradas com os preços iguais em bombas de marcas concorrentes “não constitui, por si só, uma prova de concertação ilícita entre operadores”.»
Os britânicos temem a acção dos quangos (quasi non-governmental organizations), sendo esta uma das determinantes, aliás, da popularidade da democracia directa entre os conservadores. Em Portugal, o que se constata é a omissão, neste caso e noutros. A Autoridade da Concorrência não é um quango: é uma tanga…
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/05/tanga-dos-quangos.html
Maio 25, 2009 at 8:04 pm
Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
«Riqueza e Santidade II – O Menino do Burro»
Tem sido prática nos últimos tempos em Portugal que os poderosos, vão dando indirectamente nos jornais e revistas as explicações que ainda não se prestaram noutros lados. E, mais cedo ou mais tarde, vão ter de se prestar.
O 24Horas de hoje, 21-5-2009, traz uma reportagem de 4 páginas (pp. 22-25) e manchete na primeira sobre «O avô que tornou rica a família de Sócrates». Na mesma linha hagiográfica, já tinha sido publicada uma reportagem na revista Nova Gente da semana de 7-2-2009 – de título «Sócrates – Reportagem Exclusiva – Como a mãe ficou rica» (sic).
A reportagem hagiográfica do 24 Horas de 21-5-2009, conta com testemunhos de familiares e próximos do primeiro-ministro e o jornal até conseguiu a proeza de obter a fotografia do menino José Sócrates montado num burro.
O menino do burro
«O pequeno Zezito nas suas férias em Vilar de Maçada, quando visitava os avós paternos»
(Legenda da foto no 24Horas de 25-5-2009, p. 24)
A reportagem do 24Horas conta que avô materno terá ficado rico com os negócios do volfrâmio e que terá vindo para a capital há cerca de 60 anos, tendo aí entrado no negócio imobiliário. A reportagem descobre até uma herança inédita que José Sócrates, e seus irmãos, teriam recebido de um tio brasileiro (José Júlio), que o jornal regista ter sido ignorado na biografia panegírica de Eduarda Maio (Sócrates – O menino de ouro do PS), que teria partido de Portugal para o Brasil em 1975 «à procura de melhores vidas» e que morreu assassinado em 1987, em Salvador da Bahia.
O 24Horas de 21-5-2009 acompanha a reportagem do editorial de Pedro Tadeu, intitulado “Júlio César “Reco”Monteiro» (p. 2), a quem pespega o lema de “fazer pela vida”, onde este escreve, para que não restem dúvidas sobre o objecto, o seguinte:
«Uma das muitas questões que o caso freeport levantou, dado o conhecimento público dos rendimentos do primeiro-ministro, que os declara, como manda a lei, há já longos anos ao Tribunal Constitucional, foi perceber claramente se era possível a José Sócrates usufruir de outras fontes de rendimentos que não so que advém do trabalho ou das suas poupanças. Provavelmente a história que o 24 Horas conta, através de um trabalho de reportagem do editor executivo adjunto deste jornal, Miguel Marujo, relativa a um avô do primeiro-ministro, será um primeiro contributo para esclarecer esta dúvida, não temos clara noção disso. [sic] Sabemos é que a mãe de Sócrates e um tio, herdaram por essa via, uma quantia significativa».
Abstraindo da questão das declarações de rendimentos de José Sócrates ao Tribunal Constitucional, jamais José Sócrates foi acusado de ter elevados rendimentos – conforme se pode provar pelas declarações de rendimentos conhecidas. Aliás, além do rendimento declarado ser curto, nem grande riqueza consta dessas declarações (com excepção do seu famoso T2 de 183 m2 no edifício Heron Castilho, em Lisboa).
Por causa de histórias e loas é que a gente calculada da minha terra tem, do fenómeno da riqueza, a desconfiança empírica cautelosa com que previnem: «riqueza e santidade é sempre menos de metade da metade».
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/05/riqueza-e-santidade-ii-o-menino-do.html
Maio 25, 2009 at 8:08 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/05/25/mario-crespo-o-desordenado/
Maio 25, 2009 at 8:09 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/05/25/rui-ramos-historiador-que-e-isto-a-que-chamamos-estado/
Maio 25, 2009 at 8:09 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/05/25/paulo-nogueira-critico-de-televisao-obama-chavez-e-os-videotas/
Maio 25, 2009 at 8:09 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/05/25/palavras-para-que-inseguranca-vazio-legal-de-um-lado-e-lei-do-comercio-do-outro-fardas-da-policia-acessiveis-a-todos/
Maio 25, 2009 at 8:09 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/05/25/carlos-abreu-amorim-jurista-inimigo-de-si-mesmo/
Maio 25, 2009 at 9:24 pm
O único que foi apanhado foi o vale e azevedo.
Maio 26, 2009 at 3:28 pm
Quem quiser colaborar com a fraude que se oponha
O PCP vai propor esta tarde à comissão de inquérito ao caso BPN a apresentação de uma queixa-crime contra o Banco de Portugal (BdP) por desobediência qualificada, por se ter recusado entregar ao Parlamento documentos considerados essenciais para o apuramento dos factos. A proposta surge depois de o PS ter recusado a via judicial para pedir o levantamento do sigilo profissional e bancário com base no qual o BdP tem recusado entregar, por exemplo, o relatório de auditoria feita ao BPN, as actas de reuniões do Conselho de Administração do BdP sobre as práticas da Sociedade Lusa de Negócios, assim como vária correspondência entre as três entidades. Segundo o deputado comunista Honório Novo, tudo documentos que “comprovam as ineficiências do sistema, sobretudo do banco de Portugal”. Fica a faltar a proposta de responsabilização disciplinar, financeira e criminal de quem do BdP, por acção ou omissão, com ou sem dolo, permitiu as actividades à margem da lei que conduziram ao buraco financeiro de mais de dois mil milhões de euros que o Governo não hesitou em encher com o dinheiro dos contribuintes seus representados. Estranha-se que não tenha ainda sido apresentada por ninguém.
http://www.opaisdoburro.blogspot.com/2009/05/quem-quiser-colaborar-com-fraude-que-se.html