Seria interessante caso não fosse a uma 5ª e 6ª feira, sem dar qualquer créditozinho para a progressão passada ou futura, que a presente se foi.
Anexo: O Estado e a Educação (1759-2009) – programa.
Algumas conferências parecem-me algo estratosféricas mas, não tivesse eu 10 tempos lectivos nestes dias e até me inscreveria.

Maio 23, 2009 at 6:15 pm
E como de costume, Portugal é Lisboa e o resto é paisagem…
Maio 23, 2009 at 6:16 pm
O Jorge do Ó organizador é aquele que andou a historiar a educação artística em estudo encomendado pela ministra e
deixou cartel como
ignorante em toda a comunidade dessa área?
Maio 23, 2009 at 6:47 pm
Admito que o tema da conferência é importante. Todavia…
Curioso painel de participantes, este!
Como pode ser possível debater o Estado e a Educação nos 1º, 2º, 3º Ciclos e Secundário quando todos os conferencistas são do meio universitário?
É sempre a mesma coisa: em relação à Educação no Básico e no Secundário, os especialistas nunca são os respectivos professores!
Maio 23, 2009 at 6:52 pm
#2
É o do estudo.
Desconheço o cartel deixado.
Cruzei-me pelos arquivos do ME na altura do estudo com alguns dos investigadores.
#3,
Zecos são zecos.
Maio 23, 2009 at 6:53 pm
lol
Maio 23, 2009 at 6:56 pm
#4 Paulo Guinote
“Zecos são zecos.”
Isso mesmo!
Cada macaco no seu galho!
Maio 23, 2009 at 7:59 pm
Alguém me sabe explicar, se as Acções de Formação com créditos, feitas em 2007/2008 são contabilizadas para a avaliação feita pelo PCE? Pertencem ao biénio…
Maio 23, 2009 at 8:11 pm
A como é que está o kilo da acção?
Maio 23, 2009 at 9:36 pm
#7
Pelo que tenho ouvido, a esta altura já aceitam tudo. Querem é que se entregue alguma coisa. Eu entrego um par de peúgas para pendurarem à lareira. Natal é sempre que um Homem quiser.
Maio 23, 2009 at 10:15 pm
o Jorge do Ó, professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação é muito competente, como professor e investigador. Foi meu prof do mestrado do professor António Nóvoa que, alíás, tem toda a confiança nele. Tem uma belíssima tese de mestrado sobre António ferro e de doutoramento sobre o ensino liceal. Porque é que têm de dizer mal de tudo?
Além de mais, a conferência tem dos melhores especialistas na área da história da educação. O comentário do Guinote, em geral conhecedor desta gente, também me deixou surpreendida. Lá estarei, meio dia, nos outros meios darei aulas.
Maio 23, 2009 at 10:52 pm
1) Pois… 5ª e 6ª… vem mesmo a calhar para quem dá aulas!
2) Acho estranho que um programa destes ainda seja provisório quando já se está quase em cima da data.
3) Alguns títulos não parecem… são mesmo “estratosféricos”, o que é tipicamente um mau sinal. Mas não implica que não possa haver comunicações e debates interessantes.
Maio 24, 2009 at 3:31 pm
Ó Colega Maria não se enxofre! O Estudo “artístiuco” referido , se fosse apresentado domo tese de mestrado era chumbo certo em qualquer instituição internacional decente. agora se o comisseario da conferência tem outra tese melhor para apresentar, sobre isso ninguém comentou. Cumprimentos.
Maio 24, 2009 at 3:36 pm
Mais uma conferência e mais uma voltinha no carrossel. deve ser a última do género. De futuro todas as conferências versarão sobre a problemática dos aplicadores. Os aplicadores terão o que merecerem. Incluindo conferências.
Maio 24, 2009 at 3:45 pm
#10,
Eu conheço o J. do Ó há 25 anos.
Foi elemento do júri da minha tese de doutoramento.
Divide-nos – entre outros aspectos de desinteresse para aqui – uma maior ou menor adesão à moda foucaultiana.
O que é que a surpreendeu no meu comentário?
Maio 24, 2009 at 3:59 pm
Nnaoi basta realmente mudar os dirigentes. era preciso haver a coragem de fechar também a FPCE. Hoje mais do que nunca as universidades são focos de disseminação da ignorância.