Não há muitas coisas que me causem espanto, mas continuo a ficar admirado com a ingenuidade (?) de certos decisores políticos… o fraccionamento de despesa é crime e aquilo a que se assistiu foi exactamente a isso: repartir as adjudicações por “n” escolas, mas sempre à mesma entidade.
Esta situação agrava-se com as compensações devidas à mesma empresa por via do fundo constituido pelas empresas de telecomunicações (e supostamente para outras finalidades).
Pode ser que este FreeMagalhães não fique sujeito a pressões… embora haja sempre o inefável Barroso, apoiado por ser tuga e que deixou o poder de mão beijada ao actual PM…
Estive agora a ler no +ublico que o secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos afirmou que “o Estado não celebrou qualquer contrato [de aquisição de computadores] seja por ajuste directo, seja por qualquer outro procedimento”. “O Estado limitou-se a definir as características técnicas requeridas para os aparelhos e quem estabelece os contratos são os operadores de telecomunicações associados ao projecto”
É só esquemas para tentar ludibriar a lei, e o Governo dá o exemplo…
Sr. guinote: não basta querer parecer ser sério. É preciso sê-lo. Ora, publique então isto:
“Queixa da Acer
Bruxelas nega ter considerado ilegais computadores Magalhães e do e-escolas
22.05.2009 – 15h55 João Pedro Pereira
A Comissão Europeia declarou não ter tomado qualquer decisão sobre a distribuição do Magalhães e dos portáteis que são atribuídos ao abrigo do programa e-escolas. Em comunicado, a Comissão clarifica estar apenas em fase de investigação de uma queixa – e sublinha que está a aguardar informações por parte do Governo português.
O comunicado oficial da Comissão Europeia surgiu esta tarde em reacção à manchete de hoje do semanário Sol, que noticiava que Bruxelas tinha considerado ilegais ajustes directos entre o Estado e as empresas que fornecem os computadores do Plano Tecnológico da Educação.
“Na sequência de queixa apresentada junto da Comissão Europeia [pela fabricante Acer], os serviços competentes (Direcção Geral [do] Mercado Interno) estão a analisar a queixa e, tal como é o seu dever, a Comissão Europeia, de acordo com os procedimentos normais nestes casos, enviou um pedido de informação às autoridades portuguesas”, lê-se no documento.
O comunicado acrescenta que “a Comissão Europeia aguarda as respostas ao seu pedido de informação e está confiante numa boa cooperação com as autoridades portuguesas, como habitualmente”.
A Acer considera ter havido um tratamento desigual para as várias empresas do sector e queixou-se de uma violação das leis da concorrência. Foi em Novembro que a empresa ameaçou processar o Estado, recorrendo tanto à justiça portuguesa como às instâncias europeias.
Governo desmente
Também o Governo já desmentiu a notícia. Numa nota do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (que é o responsável pelo acordo entre as operadoras de telecomunicações e os fabricantes de computadores no âmbito do Plano Tecnológico), afirma-se ser “absolutamente falso que a União Europeia tenha condenado Portugal com base em acusações de ajuste directo para aquisição de computadores, ou sequer que tenha instaurado uma acção contenciosa nesse sentido contra o Estado português.”
O ministério sublinha ainda o que já era sabido: não há qualquer vínculo contratual entre as empresas de computadores e o Estado, mas apenas entre aquelas e as operadoras de comunicações, que fornecem o acesso à Internet de banda larga móvel (a adesão é facultativa no caso do Magalhães, mas obrigatória para os beneficiários do e-escolas).
Caso tivesse havido um contrato com o Estado, seria obrigatório o lançamento de um concurso público. A distribuição de portáteis nas escolas portuguesas, contudo, é feita no âmbito do Fundo para a Sociedade da Informação, instituído pelo ministro Mário Lino. Em troca da atribuição das licenças para explorar a chamada tecnologia UMTS (para telemóveis de terceira geração), Vodafone, Optimus e TMN comprometeram-se a investir em programas de fomento da informatização.
No caso do e-escolinhas, o Magalhães, fabricado pela JP Sá Couto a partir de um modelo da Intel, é o único computador a ser distribuído. Mas, para os alunos abrangidos pelo e-escolas (5º ao 12º ano), há várias marcas e modelos de portáteis à escolha.
Acer distribuiu quase 20 mil portáteis
Segundo o ministério, dos 551.811 computadores entregues até Abril deste ano no âmbito do e-escolas, 19.778 são da marca Acer, 36.117 da Asus, 11.203 da Dell, 76.722 da Fujitsu, 83.260 da HP e 74.248 da Insys. A marca mais procurada é a Toshiba, com 196.172 computadores entregues e no fundo da lista, com apenas 311 equipamentos, surge a Compaq.
Foram ainda entregues 271.748 Magalhães, pouco mais de metade do meio milhão que é a meta governamental.
Para além dos computadores entregues a estudantes, o Plano Tecnológico também facilita a compra destes equipamentos a professores e a formandos inscritos na iniciativa Novas Oportunidades.
Os computadores do e-escolas custam 150 euros (mais a mensalidade de acesso à Internet). A excepção são os alunos que beneficiam de Acção Social Escolar ou cujo agregado familiar tenha baixos rendimentos e que pagam apenas o acesso à Internet.
Também consoante a situação económica dos alunos do primeiro ciclo, o Magalhães é atribuído gratuitamente, por 20 euros ou por 50 euros.”
Ou seja tornearam o ajuste directo dizendo que estas entregas foram feitas á laia de patrocínio…os mafiosos e não fariam melhor…justiça lhe seja feita na Cova de beira mora a melhor Máfia da Europa…amen…
#13 Que verdade? A tua verdade tarado? Ainda não percebeste a figura ridícula que fazes à procura de algo que não existe? Acabo por ter pena de ti! És um triste que não tem onde cair morto. Quanto mais insistes mais descrédito causas junto de quem se dá ao trabalho de ver as tuas baboseiras.
Maio 22, 2009 at 8:42 am
Mas convém que apareça escrito – PARA OS MAIS DESCRENTES!
Agora, o que é que as criancinhas fazem ao migalhães?
E eu que até andava cheia de inveja por não ter um migalhães…
Buááááááááá
Maio 22, 2009 at 9:28 am
É pá!
O Socrates hoje acordou com uma indigestão!
Cá para mim esta informação é pura e simplesmente uma campanha negra contra o tesoura da tecnologia e inovação português.
Tudo isto são efeitos da contratação da equipa do Obama a trabalhar! Digam lá que os homens não são bons…
Maio 22, 2009 at 10:10 am
Na TVI foi dito que já tinha sido desmentida a notícia.
Maio 22, 2009 at 10:12 am
Forças ocultas…
Atentados ao bom nome…
Campanhas difamatórias…
What else?
Maio 22, 2009 at 11:07 am
Não há muitas coisas que me causem espanto, mas continuo a ficar admirado com a ingenuidade (?) de certos decisores políticos… o fraccionamento de despesa é crime e aquilo a que se assistiu foi exactamente a isso: repartir as adjudicações por “n” escolas, mas sempre à mesma entidade.
Esta situação agrava-se com as compensações devidas à mesma empresa por via do fundo constituido pelas empresas de telecomunicações (e supostamente para outras finalidades).
Pode ser que este FreeMagalhães não fique sujeito a pressões… embora haja sempre o inefável Barroso, apoiado por ser tuga e que deixou o poder de mão beijada ao actual PM…
Maio 22, 2009 at 3:55 pm
Ops! Lá vamos ter que pagar mais uma multa, como costuma acontecer quando a UE faz estes pequenos reparos!
Maio 22, 2009 at 3:59 pm
A Comissão Europeia chumba a negociata dos magalhões.
Teve de sair da António Arroio debaixo de apupos e pela porta do cavalo.´
E o dia ainda não acabou.
Mais logo são as notícias da TVI.
Hoje o dia não foi nada porreiro, pá!
Maio 22, 2009 at 4:32 pm
Estive agora a ler no +ublico que o secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos afirmou que “o Estado não celebrou qualquer contrato [de aquisição de computadores] seja por ajuste directo, seja por qualquer outro procedimento”. “O Estado limitou-se a definir as características técnicas requeridas para os aparelhos e quem estabelece os contratos são os operadores de telecomunicações associados ao projecto”
É só esquemas para tentar ludibriar a lei, e o Governo dá o exemplo…
Maio 22, 2009 at 4:34 pm
#7
O homem deve odiar os fins-de-semana…
Se um dia voltasse a ter maioria absoluta, havia de proibir a existência dos fim-de-semana.
Maio 22, 2009 at 7:32 pm
Sr. guinote: não basta querer parecer ser sério. É preciso sê-lo. Ora, publique então isto:
“Queixa da Acer
Bruxelas nega ter considerado ilegais computadores Magalhães e do e-escolas
22.05.2009 – 15h55 João Pedro Pereira
A Comissão Europeia declarou não ter tomado qualquer decisão sobre a distribuição do Magalhães e dos portáteis que são atribuídos ao abrigo do programa e-escolas. Em comunicado, a Comissão clarifica estar apenas em fase de investigação de uma queixa – e sublinha que está a aguardar informações por parte do Governo português.
O comunicado oficial da Comissão Europeia surgiu esta tarde em reacção à manchete de hoje do semanário Sol, que noticiava que Bruxelas tinha considerado ilegais ajustes directos entre o Estado e as empresas que fornecem os computadores do Plano Tecnológico da Educação.
“Na sequência de queixa apresentada junto da Comissão Europeia [pela fabricante Acer], os serviços competentes (Direcção Geral [do] Mercado Interno) estão a analisar a queixa e, tal como é o seu dever, a Comissão Europeia, de acordo com os procedimentos normais nestes casos, enviou um pedido de informação às autoridades portuguesas”, lê-se no documento.
O comunicado acrescenta que “a Comissão Europeia aguarda as respostas ao seu pedido de informação e está confiante numa boa cooperação com as autoridades portuguesas, como habitualmente”.
A Acer considera ter havido um tratamento desigual para as várias empresas do sector e queixou-se de uma violação das leis da concorrência. Foi em Novembro que a empresa ameaçou processar o Estado, recorrendo tanto à justiça portuguesa como às instâncias europeias.
Governo desmente
Também o Governo já desmentiu a notícia. Numa nota do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (que é o responsável pelo acordo entre as operadoras de telecomunicações e os fabricantes de computadores no âmbito do Plano Tecnológico), afirma-se ser “absolutamente falso que a União Europeia tenha condenado Portugal com base em acusações de ajuste directo para aquisição de computadores, ou sequer que tenha instaurado uma acção contenciosa nesse sentido contra o Estado português.”
O ministério sublinha ainda o que já era sabido: não há qualquer vínculo contratual entre as empresas de computadores e o Estado, mas apenas entre aquelas e as operadoras de comunicações, que fornecem o acesso à Internet de banda larga móvel (a adesão é facultativa no caso do Magalhães, mas obrigatória para os beneficiários do e-escolas).
Caso tivesse havido um contrato com o Estado, seria obrigatório o lançamento de um concurso público. A distribuição de portáteis nas escolas portuguesas, contudo, é feita no âmbito do Fundo para a Sociedade da Informação, instituído pelo ministro Mário Lino. Em troca da atribuição das licenças para explorar a chamada tecnologia UMTS (para telemóveis de terceira geração), Vodafone, Optimus e TMN comprometeram-se a investir em programas de fomento da informatização.
No caso do e-escolinhas, o Magalhães, fabricado pela JP Sá Couto a partir de um modelo da Intel, é o único computador a ser distribuído. Mas, para os alunos abrangidos pelo e-escolas (5º ao 12º ano), há várias marcas e modelos de portáteis à escolha.
Acer distribuiu quase 20 mil portáteis
Segundo o ministério, dos 551.811 computadores entregues até Abril deste ano no âmbito do e-escolas, 19.778 são da marca Acer, 36.117 da Asus, 11.203 da Dell, 76.722 da Fujitsu, 83.260 da HP e 74.248 da Insys. A marca mais procurada é a Toshiba, com 196.172 computadores entregues e no fundo da lista, com apenas 311 equipamentos, surge a Compaq.
Foram ainda entregues 271.748 Magalhães, pouco mais de metade do meio milhão que é a meta governamental.
Para além dos computadores entregues a estudantes, o Plano Tecnológico também facilita a compra destes equipamentos a professores e a formandos inscritos na iniciativa Novas Oportunidades.
Os computadores do e-escolas custam 150 euros (mais a mensalidade de acesso à Internet). A excepção são os alunos que beneficiam de Acção Social Escolar ou cujo agregado familiar tenha baixos rendimentos e que pagam apenas o acesso à Internet.
Também consoante a situação económica dos alunos do primeiro ciclo, o Magalhães é atribuído gratuitamente, por 20 euros ou por 50 euros.”
Maio 22, 2009 at 7:36 pm
Ou seja tornearam o ajuste directo dizendo que estas entregas foram feitas á laia de patrocínio…os mafiosos e não fariam melhor…justiça lhe seja feita na Cova de beira mora a melhor Máfia da Europa…amen…
Maio 22, 2009 at 7:42 pm
#11 Vai trabalhar tarado! Não desamparas a loja… Gostava de saber o que verdadeiramente produzes pedaço de caca!?
Maio 22, 2009 at 7:44 pm
Custa ouvir a verdade não é? Mas não se podem enganar todos o tempo todo…
Maio 22, 2009 at 7:44 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/05/22/a-vida-sexual-do-darquense-novela-das-7-parte-5-de-8/
Maio 22, 2009 at 7:59 pm
#13 Que verdade? A tua verdade tarado? Ainda não percebeste a figura ridícula que fazes à procura de algo que não existe? Acabo por ter pena de ti! És um triste que não tem onde cair morto. Quanto mais insistes mais descrédito causas junto de quem se dá ao trabalho de ver as tuas baboseiras.