As mil águas de Abril foram chegando de mansinho. De repente, porém, desabou uma bátega imprevista, e o famoso ditado retomou a sua eterna presença no calendário.
Estávamos todos à espera que o “chuvisco” passasse, quando, das nuvens negras que escureciam o “céu” de Constâncio (dignamente alapado no trono paradisíaco do Banco de Portugal) se soltou, com estrondo , uma súbita “carrascada”, que ecoou, medonha, da voz grave e profunda do soturno Constâncio . E dela eclodiu o anúncio cruel: ” O país está à beira da maior recessão económica do pós 25 de Abril!!!”
Passado o susto, pus-me a avaliar melhor o calamitoso cenário. E , ou me engano muito, ou Victor Constâncio veio, de novo, a mando de Sócrates, assustar a nação.
Estejamos, pois, muito atentos! A “ave de rapina” voltou a abrir as asas ao vento, e poderá voltar a “embicar”, vorazmente, na sua presa de sempre – o pobre e desprotegido funcionário público.
Lá está o velho problema… confirma-se uma iniciativa antes da ronda de consulta nas escolas.
Nem é que desgoste da proposta, desgosto é do método. O velho. A pressa, a pressa. O receio de ver a agenda ocupada…
A proposta ministerial não abdica – e espero que o título do post não vos engane – da partição horizontal da carreira.
Só que agora já permite mais não sei quantas coisas, para amaciar o clima antes das eleições e estão já a pensar nas europeias e na débacle vital que se adivinha.
Mais valia pararem com remendos abstrusos e reverem a carreira a sério, com diferenciação funcional vertical.
Fica por aqui a proposta (propostame7abr09), assim como a estrutura dos escalões e remunerações. E atenção qu isto é a cenoura para o pessoal ir entregar a auto-avaliação em fila indiana à espera do torrão de açúcar.
É impressão minha ou ando muito seventies desde ontem à noite? Deve ser a nostalgia do cabelo cortado. Mas Van Morrison é ainda o maior. Mesmo o que faz de mediano é muito bom.
Wrote about disappointment and greed
Wrote about what we really didn’t need in our lives
Make us feel alive and whole
Illusions and pipe dreams on the one hand
And straight reality is always cold
Saying something hard edged is off the wall
And it might seem too bold
Mocked me when it got out of hand
Nobody tried to understand
Now we got to keep it simple and that’s that
É necessário divulgar estas injustiças. Enviei o texto abaixo para o Ministério da Educação, juntamente com os anexos (um, com o recurso que fiz junto do Centro de Formação e com a contra-resposta cerca de um mês mais tarde e dois anexos, com a resposta dada pelo formador), para vários jornais e sindicatos.
Avaliação – Queobjectividade?
Muito se tem dito e escrito a propósito da avaliação dos professores e, como em todos os temas polémicos, as opiniões divergem, cada qual arvorando as suas razões.
Para mim, um dos aspectos mais melindrosos e susceptível de criar mais injustiças é a avaliação da componente pedagógico-didáctica, feita por pares, porque o ser humano não consegue ser completamente imparcial e subjectivo.
Como a maioria dos professores proclamava limitações para avaliar colegas, a equipa ministerial resolveu dar formação a todos os que se encontrassem nesta situação. Assim, em Julho, Setembro e Outubro, os futuros avaliadores começaram a ser convidados a frequentar estas acções, com um carácter intensivo e, a maior parte das vezes, em horário pós-laboral. Os formadores foram escolhidos entre os seguidores dessas políticas ou quem se ofereceu para o “tacho”.
Participei numa destas acções, “As práticas pedagógicas da avaliação no desempenho profissional” no Centro de Formação de Associação de Escolas de Vila Nova de Famalicão, uma vez que também fui responsabilizada para ser avaliadora.
Há avaliadores pouco criteriosos, assim como formadores pouco criteriosos. Foi o que aconteceu com o formador, Eduardo Pinheiro, que orientou essa acção. Fomos para a formação à espera de “aprender”, mas as nossas expectativas começaram a ser goradas logo nas primeiras sessões, pois fomos convidados a trabalhar em grupo e o saldo positivo, quando o houve, foi através das conclusões partilhadas e não através do que quer que o supervisor fizesse ou dissesse. Como vários formandos manifestaram opiniões divergentes das do formador, este penalizou os grupos e, em certos casos, o porta-voz do grupo que mais questionou este modelo de avaliação. Quando quisemos saber os critérios de avaliação utilizados, vimos as injustiças praticadas. Eu, relativamente aos restantes elementos do grupo, fui penalizada num item – participação nas actividades/ tarefas – como se tivesse sido a pessoa que menos se empenhou no trabalho de grupo, o que está longe de ser verdade e deixou todos estupefactos. Todos os formandos com quem falei, disseram que o formador me quis deliberadamente “puxar as orelhas”, não tendo utilizado estratégias concretas para diferenciar pessoas porque se o tivesse feito, teria constatado que eu tinha dado um contributo muito positivo em todo o trabalho apresentado pelo meu grupo.
Interpusemos recurso em conjunto e eu, um em separado. Passado um mês, o formador, Eduardo Pinheiro, deu-nos uma resposta que não consideramos satisfatória. Argumentamos novamente fazendo ver a nossa posição. Desta vez o Centro de Formação resolveu não dar provimento ao recurso por “inexistência de fundamentos relevantes” acrescentandoque o que valeé o juízo do formador “sendo certo que em qualquer actividade de avaliação há sempre um afloramento de subjectividade…”.
Se analisaram os anexos talvez cheguem a outras conclusões e eu continuo a achar que o formador nos quis sancionar deliberadamente ou então o tal factor “subjectividade” fez com que não fosse criterioso e objectivo.
Georgina Ferreira
Vila Nova de Famalicão, 26 de Janeiro 2009
Exma Sra Directora do Centro de Formação:
Sou Georgina Moreira da Costa Ferreira, professora da E. B. 2,3 de Júlio Brandão, e participei recentemente na acção de formação “A Prática da Avaliação no Desempenho Profissional”. Ao tomar conhecimento da avaliação que me foi atribuída, bem como ao meu grupo, venho, por este meio, interpor recurso e fundamentar as razões da minha discordância.
Fiquei admirada ao verificar que dentro do grupo a que pertencia houve duas avaliações de oito ponto um (8,1), uma de sete ponto oito (7,8) e outra de sete ponto nove (7,9), a minha. Como achei estranha e injusta esta distinção, uma vez que todo o trabalho foi feito em conjunto e, na minha opinião e dos restantes membros, não pode haver disparidade na avaliação (o formador nem tem meios de saber quem participou mais no trabalho, porque em apenas quinze horas, nem um super-homem consegue tal proeza), enviei um “mail” ao formador, Eduardo Pinheiro, a pedir os critérios por ele utilizados para esta avaliação. De facto, este foi muito rápido na resposta da qual faço “Copy/paste” :”Os critérios de avaliação, enunciados e negociados na primeira sessão da acção de formação, constam do conjunto de cópias que lhe foram fornecidas. A classficação atribuída aos trabalhos, à participação e à reflexão demonstrada foi estabelecida de acordo com a adequação ao que tinha sido solicitado”.
Fui ver os documentos fornecidos e continuei a não perceber a diferença de classificação entre os membros do mesmo grupo, se o trabalho fora feito em conjunto. Quero destacar que, por acaso, eu fui a porta-voz e, se eu não tivesse dons de oratória ou não tivesse conseguido desempenhar o papel que me confiaram, sendo distinguida negativamente pelo formador, então deveria ter sido apenas eu e ainda havia outro membro do grupo com pior nota que a minha, o que também não me parecia correcto. Como continuava a colocar questões para as quais não tinha respostas, fui ao Centro de Formação pedir que me fosse facultada a tabela das classificações fornecida pelo formador.
Depois de ter tido acesso à classificação do formador constatei, qual o meu espanto, que tivera uma classificação inferior na participação nas actividades/tarefas relativamente aos restantes elementos do grupo. Pergunto: Qual o critério utilizado? Como pode o formador distinguir-me pela negativa? Sou a única formanda assídua e pontual (num total de vinte e seis) que obtém um nível sete (7) neste parâmetro. Os outros elementos do meu grupo tiveram o nível oito (8), mesmo uma colega que, segundo a tabela do formador, faltou a uma sessão, o que de facto não aconteceu (o que prova que o formador não conhecia os formandos e não sabe quem é quem). Acho que fui distinguida pela negativa, porque fui a porta-voz do grupo e mantive uma atitude crítica, não me coibindo de a expressar, indo contra as opiniões do formador que não soube ser objectivo na sua avaliação.
Também não concordo, ou melhor não concordamos, com a nota atribuída ao nosso grupo, mesmo neste parâmetro, mas isso será alvo de uma reclamação conjunta.
Em Portugal, em vez de se estudarem a sério os problemas, delinear intervenções e aplicá-las, faz-se ao contrário. Colam-se umas ideias, fazem-se umas leis e depois observa-se para ver se correu bem.
Por via de regra, corra mal ou menos mal, os Observatórios observam sempre bem, não me lembrando de nenhum que tenha observado mal. São sempre bons observadores. Este é o mais recente e promete servir de refúgio a alguns moreirinhas ou afins.
O Ministério da Educação está a negociar com mais 50 municípios a transferência de competências da administração central, após já ter celebrado contratos com 103 câmaras municipais, anunciou ontem Maria de Lurdes Rodrigues. A ministra da Educação falava em Caparide (Cascais), no lançamento do Observatório das Políticas Locais de Educação, que acompanhará essas transferências.
(…) O Observatório vai ter sede na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, um sinal de descentralização das estruturas públicas.
Ao abrigo das disposições estatutárias aplicáveis, nomeadamente o ponto 1, do artº 28º, em conjugação com o artº 37º, dos Estatutos da CONFAP, convoca-se uma reunião do Conselho Geral da CONFAP, para o próximo dia 18 de Abril, das 10.00 às 19.00 horas, a realizar no Museu do Fado, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
Conselho Geral
CONVOCATÓRIA
Ao abrigo das disposições estatutárias aplicáveis, nomeadamente o ponto 1, do artº 28º, em conjugação com o artº 37º, dos Estatutos da CONFAP, convoca-se uma reunião do Conselho Geral da CONFAP, para o próximo dia 18 de Abril, das 10.00 às 19.00 horas, a realizar no Museu do Fado, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
Ponto 1 – Agenda Parental (2009 – 2013)
Ponto 2 – Revisão do Protocolo existente entre a CONFAP e o Ministério da Educação
Ponto 3 – Plano Nacional de Formação Parental (PNFP)
Ponto 4 – Componente de Apoio à Família (CAF)
Ponto 5 – Petição sobre “Tempo para a Família, Tempo para a Escola”
– Estatuto do Voluntariado Parental
– Regulamentação da Lei do Dirigente Associativo
– Fiscalidade das Associações de Pais.
Ponto 6 – Iniciativas em parceria a desenvolver
Ponto 7 – Outros Assuntos
Nota: Na impossibilidade de presença do presidente da federação, esta estrutura deve fazer-se representar por outro elemento da mesma.
Lisboa, 14 de Abril de 2009
O Presidente do Conselho Executivo
Naturalmente valterianos pela argúcia da concepção e pela extensão dos prolegómenos.
O despacho 9744/2009 dedica-se ao tema das reduções da componente lectiva por via da ocupação de cargos. Tenta ser uma espécie de docinho, mas tem sabor agridoce. Ora vejamos: o coordenador de um Departamento Curricular com 15 ou menos membros tem 6 horas de redução, enquanto com mais de 30 tem 8 horas. Ou seja, um coordenador de um departamento com, suponhamos, 8 elementos tem 6 horas de redução enquanto o coordenador de um Departamento com 50 elementos tem apenas mais duas horas de redução. Brilhante!
Já o despacho 9745/2009 (o link é o mesmo) faz a distribuição do número de adjuntos por director de agrupamento ou escola não agrupada. Como excelente exemplo da legislação educativa portuguesa dos tempos que correm tem 9 considerandos e 4 artigos. Faz-me lembrar os artigos eruditos de um antigo colega de curso que tinha 23 notas de rodapé em cada linha com 12 palavras.
A Educação do Meu Umbigo continua a ser actualizado todos os dias com contributos originais e textos inéditos. O livro, que reúne três anos de vida deste blogue, é lançado já no próximo dia 18 de Abril.
Assume-se como uma “gaveta aberta de textos e memórias a pretexto da Educação que vamos tendo”. A frase apresenta um dos blogues mais procurados da área educativa do nosso país, A Educação do Meu Umbigo, e ocupa uma parte do cabeçalho da página da Internet. O seu autor, o professor Paulo Guinote, docente de Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal e Iniciação à Informática na Baixa da Banheira, explica como tudo começou, quais os assuntos mais delicados, os critérios para a publicação dos textos, as pressões que vai sentido. E há um elogio que o marcou de forma especial. “O de um comentador muito crítico dos professores e de mim em particular que, a dado momento e usando umas metáforas muito militaristas, afirmou que eu seria o último a abandonar as tropas no campo de combate.”
Estou a abusar, eu sei, mas estou congelado há não sei quanto tempo, preciso de vender a banha da cobra. O comentador citado é o saudoso Professor Xibanga. Só para verem como eu estimo os trolls.
Andam por aqui três videos com o essencial das minhas declarações ao jornalista Filipe Caetano da TVI24. É achá-los. O livro amarelo é da Enyd Blyton. Passa um destes dias na televisão, acho que no fim de semana. Assim, com uma boa edição, até pareço ter um discurso lógico e articulado. Desta vez, a gata não interferiu.
Depois de 4 300 000 de visitas, distribuídas por mais de 6600 posts e 120 000 comentários, eis que o blogue-bandeira dos professores – e não só – ultrapassa as fronteiras da Internet e ganha forma de livro. Um livro que, honrando o espírito do blogue, promete incomodar ministros e mobilizar os professores.
A Educação do Meu Umbigo, de Paulo Guinote, será apresentado no próximo sábado, dia 18 de Abril, pelas 16:30, na Biblioteca Nacional. Desde já faz-se o convite para esta sessão, sendo que o autor está disponível para entrevista.
A nota de imprensa em anexo disponibiliza mais informações sobre o livro e o autor, e sugerimos vivamente a leitura do excerto que disponibilizamos em anexo.
Antecipadamente gratos pela atenção dispensada, com os melhores cumprimentos
(…)
Para a responsável pela pasta da Educação, é necessário inverter esta atitude e dizer: “Não é normal ter maus resultados a Matemática. Normal é ter bons resultados como às outras disciplinas”. “Este processo de desnaturalização dos maus resultados tem de envolver todos, até os meios de comunicação, até as telenovelas, até os anúncios. Devíamos ter uma espécie de campanha que chamasse a atenção para várias coisas”, defendeu.
Eu ainda não me esqueci de muitos dados estatísticos descontextualizados que o ME costuma lançar para a comunicação social.
Quanto à campanha, eu ia jurar que existia um Plano de Acção para a Matemática, mas, pam, parece que não há!
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, desloca-se hoje à Moita para participar na inauguração do Auditório Novas Oportunidades da Escola Técnica Profissional da Moita, a partir das 16:30 horas.
O caso desta escola profissional é divertido porque, estando no seu direito de concorrer no mercado do ensino para fazer negócio, nasceu graças a uma série de protocolos com o ME e as autarquias locais (Câmara e Juntas de Freguesia), que levaram à saída de alunos do ensino público, em especial da minha velha escola-mater , para frequentarem os tais cursos profissionais.
Isto não seria problema do outro mundo, caso o ME e as autarquias em causa – dirigidas no caso da Câmara por um ex-professor da dita escola – pudessem alegar falta de oferta educativa no concelho, o que não é o caso.
Pior, a força política dominante no concelho clama contra tudo o que é iniciativa privada na Educação, mas depois os seus eleitos fazem este tipo de protocolos, ao mesmo tempo que gritam anos a fio contra o abandono e declínio a que estava votada a Secundária da terra. Mas nunca propôs a existência de tais cursos, nem nenhum protocolo à dita Escola Secundária, em especial quando o PCE era de outra cor partidária.
São coerências…
Estas conheço-as eu em primeira mão.
Por acaso, passei perto da dita escola mesmo à hora aprazada para a cerimónia. Não vi passar ninguém com ovos. A sul do Tejo, o povo é sereno. Até aposto que se puseram todos a jeito para a fotografia…
Envio aqui um excerto de uma carta que enviei para o Jornal Expresso (publicada a 21 de Fevereiro de 2009) e para os serviços centrais da DGRHE (estes, como era previsto, ignoraram-na(me)!), sobre a problemática da avaliação de professores, sugerindo nesta aquilo que penso ser a solução.
Relembro que o texto não pretende lançar qualquer tipo de dúvidas quanto ao profissionalismo e competência dos professores titulares ou outros, mas sim, insurgir-se contra a forma como toda esta trapalhada da avaliação está a ser feita.
Dada a sua visibilidade e do seu blogue, peço-lhe que, caso partilhe da minha opinião, que dê asas a esta ideia. Pode ser que a ideia se espalhe e dê frutos. Quem sabe possa chegar aos sindicatos, no sentido destes trabalharem e proporem a ideia ao ministério.
Vamos esquecer o que está mal e vamos lutar por esta solução!
Como? Espalhando-a, até que nos ouçam!
Quando? Agora!
Quem? Todos!
Porquê? É a única solução, a mais justa e dignificante!
Avaliação de professores: a solução!
Embora acredite que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita, entreguei os objectivos individuais para a avaliação de professores. Concordo em absoluto com o modelo de avaliação (não confundir com as grelhas de avaliação), bastante menos com a operacionalização e nada com a selecção dos avaliadores. Para a avaliação funcionar “saudavelmente” e de forma justa, tem que haver o reconhecimento da “autoridade” (leia-se: competência, sabedoria e mestria) do avaliador, e esta não é dada pela idade, remuneração ou dos cargos desempenhados nos últimos 7 anos – muito menos quando não se sabe se bem ou mal!
A solução: 1. criação da carreira de professor avaliador (só concorre quem se sente preparado, com perfil e, mais importante ainda, quem quer); 2. formação específica para professores avaliadores (séria, de qualidade e credível). Com estas 2 medidas passava a haver uma verdadeira hierarquia, a hierarquia da competência, e não a falsa hierarquia actual com os professores titulares ou os titulares em comissão de serviço.
Um professor cansado e desgastado com esta “trapalhada”, todavia continua a dar o melhor na busca de tornar melhores cidadãos os seus alunos.