Mário Nogueira confirma nova manifestação para 16 de Maio e anuncia Livro Negro das Políticas Educativas
Lá está o velho problema… confirma-se uma iniciativa antes da ronda de consulta nas escolas.
Nem é que desgoste da proposta, desgosto é do método. O velho. A pressa, a pressa. O receio de ver a agenda ocupada…
Então de dia 20 a 24 o que vamos decidir?
Abril 16, 2009 at 9:52 pm
pois daqui, também não há nada de novo!
que desalento,
nem uma revoluçãozinha com pinhas ou bombinhas de mau cheiro!
Mas lá vamos passear outra vez!!!
E que tal ao Porto, perto da Dren?!!!
Abril 16, 2009 at 9:56 pm
Com esta proposta, sei o que pretende a ME: distraír-nos enquanto o mês de Junho não chega.
O que eu não sei (e que gostava muito de saber) é o que pretendem os sindicatos. Não, isso eu não sei!
Alguém me sabe responder?
E os professores?
Quando a qualidade do discurso começa a descer… Assim, não vamos a lado nenhum!
Abril 16, 2009 at 10:08 pm
E cheira-me que vão descobrir que puseram a carroça à frente dos bois já para a semana na ronda de consulta.
Já poucos se vão mexer para manifestações; uns porque agora já entraram na engrenagem e já que têm a fama que tenham o proveito sem fazer ondas que, como já se viu, não levam a nada; outros porque fartos de malabarismos estratégicos sem grande convicção, não acreditam em intervenções politicamente correctas mas inócuas. É o meu caso.
Seria altura de tomar posições de força, não?
É agora ou nunca.
Abril 16, 2009 at 10:10 pm
Paulo,
de 20 a 24 vamos continuar a fazer o que temos feito até 20, isto é, resistir, debater e propor a todos que se mantenham “firmes e hirtos”, na recusa de Pinto de Sousa.
Claro que para lá desse senhor há muito mais mundo, mas nem todos os caminhos nos podem levar à redenção.
Por mim, posso dizer que sei por onde não vou, mas também que sei por onde vou:
http://fjsantos.wordpress.com/2009/04/16/se-ajoelhou-vai-ter-que-rezar-parte-ii/
Abril 16, 2009 at 10:11 pm
As análises precipitadas conduzem geralmente a conclusões precipitadas.
Na semana de 20 a 24 os professores vão ser consultados sobre a sua disponibilidade para diversas formas de luta e, entre elas, a de uma manifestação nacional que, logicamente, deve ter uma data proposta.
Se em vez de se comentar o comentário do Público online, se comentasse a fonte da notícia, tinha-se evitado a falta de rigor do comentário. Ou talvez não, porque a predisposição para meter umas farpazinhas costuma ser incontrolável.
O que se lê no site da FENPROF é:
“Em relação às formas de luta esta Consulta Geral aos Professores e Educadores sobre o Prosseguimento da Acção Sindical apurará da disponibilidade dos professores e educadores para a realização de uma manifestação nacional, em Lisboa, na semana que termina em 16 de Maio ou de outras formas de luta a concretizar na mesma data.
A justificação apresentada para esta data foi que “é a última semana antes da campanha eleitoral para as eleições europeias e não queremos que se confundam as coisas”. Em relação a outras formas de luta, nomeadamente o recurso à greve, procurar-se-á igualmente “conhecer a disponibilidade dos professores” e, neste caso, “sobre o tipo de greve a adoptar e o momento mais adequado para que se realize”.
Abril 16, 2009 at 10:11 pm
Parece-me evidente que, depois dos discursos do qualquer coisa Lemos sobre a responsabilidade dos professores ao terem entregue os O.I. (75%, ao que parece) e do novo Silva que quer ser só Ventura sobre a pretensa normalidade do processo de avaliação, a última coisa que o governo quer na rua antes de eleições é uma mega-manifestação de professores. É importante que compareça o máximo número possível de docentes para voltar a dar visibilidade ao descontentamento.
Giro, giro era aproveitarmos para fazer a hetero-avaliação da sinistra, depositando no final da manifestação duas folhas A4 simbolizando o nosso chumbo aos 4 anos de “políticas” deseducativas…podia até ser uma coisa parecida com a que o Mário Crespo fez por altura da passagem do ano.
Abril 16, 2009 at 10:14 pm
Não desesperem, porque a próxima semana, de consulta aos Professores é que irá decidir se há ou não manifestação, se é ou não no dia 16… discutir-se-á tudo o que houver para discutir, o que é preciso é que os professores apareçam. Se precisarem faltar têm justificação (lei sindical).
Abril 16, 2009 at 10:22 pm
É tarde…
Já é muito tarde!
O que havia para fazer ficou lá atrás.
Ficou e mantém-se!
Foi o Memorando…
Abril 16, 2009 at 10:30 pm
#5,
Para sermos rigorosos, o que é citado aí é uma declaração de 3 de Abril e não a de hoje.
Confirmar aqui (que eu gosto de ir às fontes):
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=95&doc=4060&mid=115
Portanto, caro Gundisalbus, remeto á procedência as acusações de precipitação.
Cá para mim também vão usar o argumento da «descontextualização».
Abril 16, 2009 at 10:42 pm
#8
Concordo com a identificação da causa do problema, mas sabendo que este governo vive pela e para a aparência, nunca é tarde de mais para dar um sinal inequívoco da nossa insatisfação.
Só posso falar com segurança do que se passa na minha escola, onde a esmagadora maioria das pessoas continua insatisfeita e quase todos os (poucos) que entregaram requerimento para o muito bom/ excelente não tinham ido às outras manifestações (8 de Março e Novembro). A tendência, com uma mobilização eficaz, é para uma adesão massiva.
Abril 16, 2009 at 10:47 pm
#9
Está esclarecido. Cada um comenta o que lhe convém e quando convém. Mas isso não altera a realidade dos factos. E desde 3 de Abril que há um “guião” para promover o debate nas escolas na semana de 20 a 24.
Abril 16, 2009 at 11:01 pm
Convém que se leiam as notícias relativas aos sindicatos com sentido crítico,porque creio que já estamos habituados à falta de imparcialidade de alguns jornalistas. Neste caso e como bem diz o João Paulo Videira http://diasdofim.blogspot.com/2009/04/sobre-eventual-manifestacao-de-16-de.html
o título nem tem nada a ver com a notícia, mas se calhar convinha a alguém que se criasse precisamente este (ao que aprece) desentendimento.
ou estou a ver mal?
Abril 16, 2009 at 11:04 pm
Se Albino Almeida representa um testículo virtual da Maria de Lurdes Rodrigues, à direita, então Mário Nogueira completa o par, ocupando o lado esquerdo, mais descaído.
Tudo isto é chunga-freudiano demais para chegar sequer a ser uma tragédia, não passando de uma fraca encenação fado-revisteira.
Os docentes desempenham então o triste papel de coristas, nas eternas manifestações que assinalam a decadência de um género de espectáculo ultrapassado e decadente.
Mas em Portugal já estamos habituados a que o palco seja apanágio dos farsantes e dos medíocres.
Abril 16, 2009 at 11:13 pm
Sempre que o assunto é sindicalismo aí está h5n1 … ainda vou pensar que é o pederneira
Abril 16, 2009 at 11:17 pm
#13
Buááááááááááááááá´!
Isto de facto é uma trágico-comédia!
O meu cérebro já não tem conteúdos.
Estou em apatia total…
Nem sei o que dizer.
Abril 16, 2009 at 11:20 pm
16 de Maio não posso, vou de fim-de-semana.
NEM MAIS UM SÁBADO PARA OS SINDICATOS!
Abril 16, 2009 at 11:22 pm
#11,
Apresentar uma declaração à imprensa de 3 de Abril para desmentir uma de dia 16 é estranho.
Abril 16, 2009 at 11:24 pm
#12,
Desentendimento nenhum.
O termo certo é «descontextualização».
Quero ver se o delegado sindical que aparece lá pela escola dá margem de manobra para contestar dia 16.
Ou se, com em algumas escolas, os blogues são tão visados nas críticas quanto o ME.
Espero para ver.
Abril 16, 2009 at 11:30 pm
Desculpem lá o incómodo. Pronto, fiquem em casa.
Abril 16, 2009 at 11:30 pm
As decisões democráticas dos professores também têm muito que se diga. E note-se que eu sou um defensor intransigente da democracia. Mas recordo-me bem que a última grande decisão colectiva dos professores foi a não entrega dos OIs. Que a seguir a maioria entregou.
O que nos alerta para a necessidade de distinguir, nestas consultas às “bases”, duas coisas essenciais:
1 – O que os professores querem que se faça;
2 – O que cada um está disposto a fazer.
Abril 16, 2009 at 11:45 pm
#19
Não fico em casa. Vou de fim-de-semana.
Aliás, já nem sei bem onde fica a minha casa, a última vez que lá dormi foi no final de Agosto do ano passado.
Abril 16, 2009 at 11:46 pm
Esclareçam-me só uma coisa: essa manifestação foi “convocada” pela FENPROF ou pelos Movimentos? Ou por ambos?
Abril 16, 2009 at 11:50 pm
Posso alvitrar uma coisinha?
Mas para decidir se há um passeio de protesto ou não será necessário termos reuniões gerais de professores que faltarão ao abrigo da lei sindical e milhares de alunos sem aulas?
Depois de braço no ar ser aprovada uma moção que já está elaborada.
Abril 16, 2009 at 11:50 pm
Ouvi dizer que um dirigente da Promova é candidato a Director.
Será verdade?
Abril 16, 2009 at 11:52 pm
PROMOVA promoção …….. hum Promovido….Promova-se……..Promoveu-se…..PRO MOVA …..
Abril 16, 2009 at 11:52 pm
Esta discussão acerca de uma eventual manifestação… não vos parece um bocado “dejá vu”? Não será assunto um bocadinho estéril? Será que vamos longe, se for esta a única decisão que viermos a tomar na próxima semana?
Abril 16, 2009 at 11:54 pm
Chegou a Campos!
Então as hortaliças estão boas?
Com esta chuvinha, tudo cresce nos campos!
Abril 16, 2009 at 11:55 pm
MC VÁ REPRODUZIR COM O DARQUENSE…SE OS SEUS OVÁRIOS ESTÃO NA ALTURA APROVEITE O ESPERMA DO DARQUENSE..SERÁ UMA COMBINAÇÃO EXPLOSIVA..TIPO JUNTAR UM VALTER COM O BORIS KARLOF…
Abril 16, 2009 at 11:57 pm
OLHEM A PROVA QUE O VALTER ESTÁ A IMAGINAR FAZER PARA PROFESSOR TITULAR….
Até amanhã pessoal e sonhem que a vida apesar destes porcos ainda vale a pena…salute…
Abril 16, 2009 at 11:58 pm
Hehe!
Abril 17, 2009 at 12:01 am
Fosga-se.
Abril 17, 2009 at 12:03 am
Sábado? Once again? Nããã!
Abril 17, 2009 at 12:07 am
Pois, o pessoal por aqui já se fartou de manifs. De greves assim e assado também já pouco se fala.
Agora é mais: os sindicatos que façam, que é para isso que não lhes pagamos!
Abril 17, 2009 at 12:12 am
#33
António Duarte
Desculpe mas não tem razão. O pessoal por aqui pode ter-se fartado de manifs mas não há nada que denote a atitude “os sindicatos que façam”.
Porque é preciso fazer muito mais do que ir a manifs (não entregar OI, por exemplo) e isso foi feito.
Abril 17, 2009 at 12:17 am
#33
E há-de concordar que “o pessoal por aqui” tem contribuído em grande medida para manter a contestação “aqui” e, em tantos casos, nas repectivas escolas!
Abril 17, 2009 at 12:24 am
Xora Agente Maria Campos:
Acho que hoje vou por abrir uma excepção para si, se continuar nesse tom : embora um tanto salseiro e marotinho, está com menos venenos.
Tenho que dizer que, apesar de tudo, a xora, ao lado dos ouros xibangosos, sempre sabe às vezes portar~se dentro das civilidades e tal…
Às vezes até consegue ter.. sei lá… UM CERTO SALEIRO e assim, tipo … Sarita Montiel…vá–
Mas veja que eu fico de olho, e se pisar os riscos tenho aqui muitas latas de XIBANGUM EM SPRAY, desinfestante de Blogues, recurso dárquico para controleiros que já perderam as paciências—OUVIU??????
Abril 17, 2009 at 12:25 am
#34, Maria Teresa:
O que por vezes me aborrece é uma certa animosidade ou um preconceito contra os sindicatos que não nos leva a lado nenhum.
Porque os nossos sindicatos terão a força que formos capazes de lhes dar.
E o que nós vemos por aqui são alguns opinadores(não todos, como é óbvio) que fazem lembrar a velha história do que era preso por ter cão e preso por o não ter…
Abril 17, 2009 at 12:25 am
#35: Isso é que é preciso, Stella!
Abril 17, 2009 at 12:33 am
António Duarte
Nós podemos parecer uns resmungões mas a maior parte do pessoal que por aqui passa foi a quase todas as manifestações.
Eu só não pude ir a uma…
Abril 17, 2009 at 12:37 am
Eu fui atodas as manifs. Mas a TODAS mesmo. Não entreguei os OI.
Faço o que for preciso para derrubar este embuste que á a avaliação, o ECD e o modelo de gestão.
Mas lá que em alguns momentos senti que os sindicatos não tiveram garra para a coisa, senti!
Abril 17, 2009 at 12:38 am
Correcção
não fui ao cordão humano (tenham dó!)
Abril 17, 2009 at 12:38 am
Não digo o contrário, Pedro. Fossem os restantes professores tão empenhados como os umbiguistas e outro galo cantaria…
Abril 17, 2009 at 12:40 am
# 41 Teresa
também não fui a essa.
Abril 17, 2009 at 12:45 am
Tem sido dito que os sindicatos não terão avançado com medidas mais radicais, digamos, por considerarem incerto o grau de adesão que as mesmas teriam.
Mas será que esse momento não chegará, inevitavelmente, dada a forma como todo o processo se arrasta? Vamos passar o tempo a contar as tropas, sabendo que há uma deadline? Ou não há?!
Mas que sei eu?!
Abril 17, 2009 at 12:45 am
Mas ao cordão foram colegas meus, depois de terem entregue os OI.
Abril 17, 2009 at 12:45 am
Maria Teresa:
“Os sindicatos” são muitos sindicatos. E com muitas diferenças entre eles. Aquilo que algumas vezes nos pareceu falta de garra foi sobretudo a necessidade de tomar posições que mantivessem a plataforma unida.
O malfadado entendimento, por exemplo. Com todas as pressões que havia na altura, se não tivesse sido assinado por toda a plataforma, sê-lo-ia apenas pela FNE, numa versão bem pior para os professores.
Abril 17, 2009 at 12:55 am
#46
António
Tem razão. São muitos sindicatos. Mas o objectivo é (era?), na essência, só um.
Abril 17, 2009 at 9:15 am
Agora era grve até eles cederem ! Não vejo outra saída :falinhas mansas não resultam com este tipo de gente.
Abril 17, 2009 at 10:41 am
#48:
Se uma grande maioria estiver disposta a aderi, vamos a isso. Porque lutas radicais para os outros fazerem já sabemos no que é que dão.
Também por isso é importante consultar os professores. E que cada um tenha a honestidade de dizer o que está ou não disposto a fazer.
Abril 17, 2009 at 10:42 am
…aderir…
Abril 17, 2009 at 1:36 pm
#23 Nem sempre. Há muitos colegas que não fazem isso. Há programas a cumprir e, se as outras reuniões se realizam depois das aulas, está na hora de essas também se realizarem.
Abril 17, 2009 at 3:04 pm
É preciso termos consciência de que as lutas têm de fazer doer a alguém. Essa coisa (politicamente correcta) de que os alunos são penalizados é uma das armas do inimigo, porque sabem que os professores têm sempre isso em conta. Também é preciso não esquecer que a luta pela ESCOLA é de todos e os que agora lutam por ela estão tb a lutar pelos alunos que têm e pelos futuros alunos.
Se os Capitães de Abril tivessem pensado nas mortes que podia haver, ainda hoje esperaríamos o 25.
Abril 17, 2009 at 3:29 pm
Curiosa a terminologia militar da rita #52.
Sacrificar o momento presente em nome de um hipotético futuro radioso faz parte do catecismo salvífico.
Que tal pegar num cinto de explosivos e fazer-se explodir no Quartel General do inimigo ?