Mesmo vendidos a preço baixo os erros, as incompatibilidades com outro tipo de hardwere e de softwere, tornam qualquer Magalhães numa má compra.
Se o negócio do Magalhães for parecido com o do Freeport o PM bem pode aproveitar para comprar uma ilha e dar de frosques.
Optimo espírito de iniciativa, visão estratégica, empreededorismo, excelentes vendedores de um péssimo produto. O governo devia procurar saber quem são estes génios do desenrascanço, poderiam ser mais valias nas empresas e na banca à beira da falência e, quem sabe, aproveitá-los para assessores do governo.
Enquanto o 1º fax insiste em atirar areia para os olhos do povinho….
“Charles Smith chama «corrupto» a José Sócrates
A TVI acaba de divulgar parte do áudio do DVD que as autoridades inglesas referem para apontar o primeiro-ministro José Sócrates como principal suspeito no caso Freeport. Sócrates «é corrupto», afirma Charles Smith na gravação.”
#2, Margarida,
o Magalhães é uma má compra ao preço da loja, de facto. Mas se os proprietários dos ditos (há casos de famílias, como a desta notícia, que receberam 2, 3 ou mais computadores) não tiveram de os comprar, podem muito bem vendê-los a 100 ou 150 euros, que fazem um óptimo negócio ( a esses preços até eu comprava… ou talvez não, mas há sempre quem queira).
VIRAM NA Tvi o dvd da prima dona…?
XDESDE HOJE NÃO TENHO DÚVIDAS SOMOS GOVERNADOS POR GENTE DO MAIS MAFIOSO E BAFIENTO IMAGINÁVEL…E ATENÇÃO -COMO DIRIA O LIVRESCO- ESTES TIPOS NÃO TÊEM PRINCÍPIOS E MATAM SE FOR NECESSÁRIO….
Ou a propaganda serve para alguma coisa ou vai pelo cano, mas neste caso até pode ser rentabilizada.
” E o parvo sou eu???”
Parece que não sou parva, mas sou uma coitadinha educadora!
A ministra da Educação fez, esta quinta-feira à tarde, uma visita relâmpago à escola Secundária de Felgueiras, apanhando de surpresa o Conselho Executivo.
Ao avistarem a ministra, alguns alunos foram a correr a um hipermercado próximo do estabelecimento de ensino e compraram ovos, atirando-os sobre Maria de Lurdes Rodrigues. Dois alunos foram identificados pela GNR.
A ministra chegou à Escola Secundária /3 de Felgueiras, na Rua Doutor Manuel F. Sousa, cerca das 18.45 horas. O Conselho Executivo, apanhado de surpresa, recebeu a responsável do Ministério da Educação.
Fonte da escola disse ao JN que Maria de Lurdes Rodrigues pretendeu inteirar-se da situação daquele estabelecimento de ensino, frequentado por 1700 alunos, mas com capacidade para, apenas, 1150. Lotada em mais de 500 alunos, a escola existe há cerca de 19 anos e carece de obras. A Ministra mostrou-se “muito empenhada” no alargamento físico do estabelecimento de ensino e em criar melhores condições.
Após uma curta reunião com o Conselho Executivo, Maria de Lurdes Rodrigues abandonou o estabelecimento de ensino e à saída foi vaiada por dezenas de alunos que esperavam pelos transportes públicos para regressarem a casa. Enquanto a ministra estava reunida com o Conselho Executivo, alguns alunos deslocaram-se ao hipermercado “Pingo Doce” nas imediações da escola e abasteceram-se de ovos que foram atirados sobre Maria de Lurdes Rodrigues. A GNR de Felgueiras foi chamada a intervir e identificou dois alunos.
Hummm, vou pedir a uma amiga, visita habitual da Feira da Ladra aos sábados, que me informe a como está o preço do Magalhães por lá, embora os seus interesses de aquisição não passem propriamente por sanduicheiras tecnológicas.
(27),
Que coincidência! Não tinha espreitado o reitor e estava mesmo para perguntar aos habitués da feira a como estava o Magalhães a preço de sábado (certamente mais elevado do que o da 3f);
(28),
Já penso nessa situação – a de MLR ser refém – desde que começámos a contestar em “encore” todo o desvario avaliativo, mas também quem a mandou, toda airosa, aceitar uma pasta para a qual não estava preparada? Para quando ministros da educação que percebam da dita, ou seja, que já tenham feito trabalho mesmo, “mesminho” no terreno (e não a fazer de conta) e saibam o que é o “ambiente de balneário”? Isto porque aquele rumor de ter sido a senhora professora do então ensino primário, a verificar-se, deverá ter sido traumático… “poor children”!Se eu que sou crescida e há meses a tive atrás de mim na fila para a bilheteira do cinema e nem me consegui voltar para trás…
“António Santos Alves, o procurador do Ministério Público no Eurojust, morreu anteontem de manhã, depois de uma paragem cardíaca. O magistrado terá sido vítima de morte súbita durante uma reunião do Eurojust.
O procurador era o nº 2 do organismo que tutelava as investigações conjuntas no caso Freeport. O magistrado é referido como um dos participantes da reunião de Haia em que os investigadores ingleses levantaram suspeitas sobre José Sócrates.
Era inspector-geral do Ambiente em 2002, quando a construção do outlet foi viabilizada pelo Ministério do Ambiente, então tutelado por Sócrates. Foi este, como ministro do Ambiente, que o nomeou para o cargo de inspector-geral em Dezembro de 2000.
Manteve-se até Agosto de 2002, já Durão Barroso era primeiro-ministro. Foi substituído no cargo pelo chefe de gabinete de Sócrates no Ambiente, Filipe Baptista, actual secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.
Antes de integrar o Eurojust, em 2004, Santos Alves foi assessor da representação portuguesa em Bruxelas para a área do Ambiente, onde também figurava Lopes da Mota,o juiz que é agora o nº 1 do Eurojust.
Tânia Laranjo/ Henrique Machado”
#36, eu não tenho pena nehuma dela e acho que é tão sinistra qto o PM mas ele mantém a postura arrogante ( mesmo que todo o país saiba que é um aldrabaõ) e ela penso que agora queria fugir disto ams ele não a deixa.
A mulher está com cara de louca!
Não sei que PCE’s lá estiveram… Se só os da cidade se os do distrito…Nas escolas da cidade há PCE’s adesivos mas a maioria não o é…Três dos cinco estiveram na reunião dos PCE’s em Coimbra.
Especialistas defendem que é preciso despenalizar quem paga para que haja medo de praticar o crime
A Lei Penal portuguesa favorece a corrupção. A conclusão é do Centro de Estudos da População Economia e Sociedade (CEPESE) que está a estudar o fenómeno em cooperação com a Polícia Judiciária.
Os especialistas garantem que é preciso despenalizar quem paga, para que políticos e funcionários corruptos tenham medo de praticar o crime.
«Concluimos que, de facto, as simetrias das sanções induz a um comportamento de grande cooperação, de conluio, na realidade a um pacto de silêncio, porque essa é uma relação de confiança. No fundo, a simetria das sanções promove e assegura a confiança entre os dois, porque se alguma coisa correr mal, se houver um risco de denúncia de uma das partes, se houver o risco de traição, de burla, ambos são igualmente penalizados», afirma a investigadora do CEPESE Cristina de Abreu.
Tribunal Constitucional diz que só denúncia formal leva a agir em conformidade
José Sócrates não revelou os rendimentos nas declarações entregues entre 1999 e 2002 no Tribunal Constitucional. Como detentor de um cargo político, o actual Primeiro-ministro era e é obrigado a entregar a declaração de rendimentos naquele tribunal.
Na altura dos factos, Sócrates era apenas ministro e depois deputado. Nas declarações de 22/11/99, de 12/01/2001, 6/4/2002 e 12/4/2002, o campo dos rendimentos foi entregue em branco.
O decreto-lei 25/95 estabelece que os rendimentos têm de se declarados e que as omissões comunicadas e denunciadas ao Tribunal Constitucional têm de ser facultadas ao Ministério Público para proceder em conformidade.
Um representante do Tribunal Constitucional afirmou à TVI que nada foi feito porque ainda ninguém denunciou essas ilegalidades. Do gabinete do Primeiro-ministro foi garantido à TVI que as declarações de José Sócrates cumprem os requisitos da lei.
Por esclarecer está esta interpretação do gabinete do Primeiro-ministro, que permite a Sócrates não revelar o rendimento nas declarações que entrega ao Tribunal Constitucional.
Uma ilegalidade que é ajudada pelo facto de o Tribunal Constitucional e o Ministério
Público não verificarem as declarações.
#43
Ah!.. estava-me a esquecer da Faria de Vasconcelos… São seis os agrupamentos da cidade de Castelo Branco… Desconheço a orientação lá para os lados da Carapalha…
Freeport: Smith afirma em DVD na posse da polícia inglesa que Sócrates “é corrupto”
Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, diz claramente, num DVD que está na posse da polícia inglesa e que foi hoje divulgado pela TVI, que José Sócrates “é corrupto” e que terá recebido, por intermédio de um primo, dinheiro para dar luz-verde ao projecto do “outlet”.
A gravação revelada pela TVI é apenas parte de uma conversa de 20 minutos na qual esteve presente, além de Smith, João Cabral, funcionário da consultora, e Alan Perkins, administrador da Freeport. Foi este último que, sem conhecimento dos outros dois, terá gravado o encontro, onde questionou Smith e Cabral sobre o dinheiro que saiu da empresa e que terá servido para um alegado pagamento de “luvas” ao actual primeiro-ministro.
O administrador inglês pergunta, na conversa que terá acontecido em 2006, com o objectivo de explicar a saída de avultadas quantias de dinheiro da sede da empresa em Londres na altura da aprovação do projecto, se nunca esteve em causa não pagar o dinheiro acordado. João Cabral responde que o actual primeiro-ministro “tinha grandes ligações” e que o seu primo tinha garantido que conseguiria o licenciamento.
José Sócrates reagiu, em comunicado, negando todas as acusações que lhe são feitas na gravação da suposta conversa entre os três empresários. “No que me diz respeito, essas afirmações são completamente falsas, inventadas e injuriosas. Reafirmo, mais uma vez, que não conheço o Sr. Charles Smith, nem nenhum dos promotores do empreendimento Freeport”, lê-se na nota do primeiro-ministro.
E acrescenta: “Quero repudiar, com veemência, todas as referências que procuram envolver-me, directa ou indirectamente, em qualquer comportamento ilícito, ou menos próprio, a propósito do caso Freeport”. O primeiro-ministro informa, também, que já deu orientação ao seu advogado para “agir judicialmente contra os autores desta difamação”.
“Foi ser mesmo estúpido”
Na conversa o engenheiro escocês assegura que Sócrates “é o tipo que aprovou o projecto” no fim do seu mandato – um acto que Charles Smith considera que “foi ser mesmo estúpido”. No que diz respeito ao dinheiro que terá recebido, Smith responde a Perkins que foi acordado 500 (sem referir a moeda) e que o dinheiro terá sido pago em 2002 e 2003 em várias tranches por intermédio de um primo cujo nome não é referido. O sócio da consultora refere, ainda, que a saída do dinheiro ficou registada como “contrapartidas pela prestação de serviços”.
No DVD os representantes da consultora também garantem que Sean Collidge, presidente do Conselho de Administração da Freeport, e Gary Russel, director comercial e mandante da empresa inglesa para o licenciamento do projecto, estiveram envolvidos no acordo do suposto suborno. Segundo o escocês os responsáveis máximos terão reunido com “representantes” de José Sócrates para negociar o montante, que é referido como “contribuição ao partido deles”.
Segundo algumas fontes contactadas em Londres pela TVI, José Sócrates continua a ser o principal suspeito da polícia inglesa. Recorde-se que a polícia inglesa vai enviar em breve às autoridades portuguesas os 25 volumes de toda a investigação feita neste processo em Inglaterra.
Charles Smith é um dos dois arguidos do caso Freeport, processo relativo ao espaço comercial Freeport de Alcochete, relacionado com alegadas suspeitas de corrupção na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um decreto-lei, quando José Sócrates era ministro do Ambiente.
Encontro entre autoridades inglesas e portuguesas
O Serious Fraud Office, polícia inglesa que investiga fraudes financeiras graves, há muito que reclamava a cooperação das autoridades portuguesas na investigação do caso. Mas o primeiro encontro oficial só aconteceu a 17 de Novembro de 2008, em Haia, na sede da Eurojust, organização que tem como função agilizar a cooperação judicial na UE. A magistrada Cândida Almeida, directora do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal), que coordena o departamento do Ministério Público que investiga o caso, recusou uma investigação conjunta proposta pelos ingleses. Nessa altura terá tomado conhecimento do DVD. A procuradora desvalorizou a prova, argumentando que não cabia na lei portuguesa. http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371282&idCanal=62
Eu hoje mudei de posto, a começar o fim de semana. Quem precisava de ser “Controlado” era aqui a Umbiguice, pelo que bi mais avaixo, no poste da festa do Champán em honra do xotor talivuter…
Na recente viagem a Cabo Verde, o famigerado “Magalhães” esteve no centro das atenções da propaganda oficial. Todavia, parece que a coisa não “pegou”.«O computador Magalhães não tem sido um sucesso de venda no seio dos estudantes” em Cabo Verde, fez saber uma das maiores empresas do País que vende equipamentos informáticos, a SOPROINF, através de um comunicado divulgado. Por esta razão, diz aquela empresa, “vão parar definitivamente de o importar”(…) Os estudantes preferem gastar um pouco mais e ter um portátil melhor.» Que vergonha. http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/03/as-desventuras-do-magalhaes.html
Só tenho pena que tenham dado o nome de um ilustre português de quem nos devemos orgulhar a um computador da treta que só nos tem dado motivos para chacota!
AMANHÃ APAREÇAM EM ALCOBAÇA! – É UMA DAS MINHAS FRENTES DE LUTA!
Quinta-feira, 26 de Março de 2009
Fundação do “Movimento para a Democracia Directa – DD”
É hora! Sem aliviar a luta, é hora da conjurar a construção do futuro! Sem medo do desafio patriótico que aqui se lança.
É hora de libertar a alma, abrir o coração e unir vontades. Ousemos!
É esta a hora, e nenhuma outra tardia, de criar um movimento para a democracia directa. Um movimento de cidadania activa, que congregue cidadãos de diversas origens, cores e áreas políticas, filosóficas, religiosas e culturais, para restabelecer as regras do jogo democrático. Um movimento – que não é um partido – para promover a reforma da democracia representativa e recuperar o poder do povo, usurpado por representantes iníquos.
A situação gravíssima do País, sofrida no descalabro da alta/baixa política, reclama a bravura da intervenção pública. Por isso, é hora de convocar os cidadãos de boa fé e rija fibra, para a renúncia do conforto, o risco da iniciativa e o esforço do serviço humilde da comunidade. Quem sinta, que se junte! Quem sofra, que se erga! Quem queira, que se una! Puxemos para a acção conjunta a alma justa e vigorosa dos cidadãos preocupados!
No próximo sábado, 28-3-2009, pelas 15 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser fundado o “Movimento para a Democracia Directa – DD”. Se aceita a Declaração de Princípios que abaixo publico, junte-se a nós, venha à reunião de fundação em Alcobaça, divulgue a nossa proposta nos blogues, nos fora e por mail, e traga um amigo também.
“Declaração de Princípios do
Movimento para a Democracia Directa – DD
Tendo em conta a degenerescência irreparável da democracia representativa para uma oligarquia de representantes, só aproximando os cidadãos da escolha e decisão políticas será possível desenvolver continuamente em Portugal os valores da Democracia, do Estado de Direito, da Liberdade e da Dignidade Humana. Assim, os membros concordam com a afirmação e a promoção de um Movimento para a Democracia Directa.
1. O Movimento para a Democracia Directa defende eleições primárias dentro dos partidos para a escolha dos candidatos a cargos electivos do Estado e autarquias, bem como eleições directas nos partidos para os cargos dirigentes das suas estruturas nacionais, regionais e locais, sempre dentro de regras legais de estrita democraticidade interna dos partidos.
2. O Movimento para a Democracia Directa pugna pela total clareza do financiamento partidário e eleitoral, fiscalizado por entidade judicial, com sanções penais e de perda de mandato para os casos de incumprimento;
3. O Movimento para a Democracia Directa defende, como forma de transparência do sistema político, o escrutínio e prestação de contas, mormente através da audição parlamentar obrigatória de todos os escolhidos para cargos governamentais e para cargos dirigentes de nomeação do Governo e da Assembleia da República;
4. O Movimento para a Democracia Directa considera fundamental a responsabilização pessoal dos eleitos, designadamente a consagração da convocação popular de eleições (recall), a suspensão do mandato de titulares de cargos políticos acusados de crimes de relevo e a supressão da imunidade por factos estranhos ao mandato político;
5. O Movimento para a Democracia Directa considera indispensável para o bom funcionamento das instituições democráticas a obrigatoriedade de registo dos interesses dos candidatos a cargos políticos, de nomeação política, partidários, magistrados e altos cargos da administração pública (nomeadamente a sua pertença a organizações secretas), além da apresentação obrigatória da declaração de rendimentos e patrimonial, com perda automática de mandato, ou demissão, por incumprimento ou falsas declarações;
6. Para o Movimento para a Democracia Directa afigura-se necessária à aproximação entre representantes e representados a adopção de um sistema eleitoral misto nas eleições para a Assembleia da República, com circunscrições de eleição uninominal e um círculo eleitoral nacional que garanta uma representação parlamentar de tendências minoritárias;
7. O Movimento para a Democracia Directa defende uma real separação dos poderes legislativo, executivo e judicial, nomeadamente um verdadeiro auto-governo das magistraturas através de Conselhos Superiores sem representantes de nomeação política;
8. O Movimento para a Democracia Directa defende a possibilidade de apresentação de candidaturas independentes a todos os órgãos políticos electivos, incluindo a Assembleia da República, facilitando o procedimento de formalização;
9. Para o Movimento para a Democracia Directa são imprescindíveis a simplificação do direito de iniciativa popular de apresentação de propostas legislativas sobre quaisquer matérias, o direito de queixa constitucional (recurso de amparo) e o aproveitamento de actos eleitorais para consultas populares, numa plena utilização das virtualidades do referendo como meio normal de decisão política, designadamente em matéria de revisão constitucional.”
A reunião juntou três pessoas: Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith & Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, que sem conhecimento dos outros intervenientes no encontro, fez a gravação.
Contactado pela TVI, João Cabral recusou fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do DVD.
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção…
Charles Smith: O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins: Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith: Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo… E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido¿
Alan Perkins:Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith: Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não…
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?
João Cabral: Certamente… Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles.
Alan Perkins: Houve um acordo para pagar?
Charles Smith: Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo¿ a um homem¿
Alan Perkins: Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith: Passou pelas nossas contas
Alan Perkins: Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith: Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50… Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Eu já ontem também andei pelo poste lá abaixo da Xotora ANA HENRIQUES, passei sermão a um novo Xibangoso e a uma Xibanguette e de lá com essa BOSSA, a revelar páginas dos diários das repúblicas com salários dos Xotores e não sei quÊ, devia de ser das tais fotocópias pagas ao outro moço.
COMO ELA estava RAIVOSA E AZIADA, DEUS MEU!!!! Dava quase para ver a espuma aos cantos da boca no comentário aque fez nesse poste. Era como a cara aleivosada que fez na assembleia da Nação, quando foi responder à Xotora Ana Dragão e outros Deputados!!!
Ela nem olhava de frente.
Era como o meus filhos quando eram pequenos, faziam asneira e não tinham coragem de olhar o pai ou a mãe de frente!!!
Já o Bosse Ajudante da Bossa, o sem cavelinho e ar mauzão, esse quase cuspia fogo ao chamar COITADINHOS aos Xotores!
E o outro, o de cabelinho esfregão bravo , a modos que amandava sorrisinhos desdenhosos, como um rapaz da minha terra, na mocidade, que perseguia toda as raparigas e elas não ligavam nenhum, depois, danado, ia para ao pé da fonte ou para a porta da igreja fazer comentários maldosos às maneiras e feiuras delas, cheio de inveja e vingança, o ordinário.
Vi-o noutro dia, sempre fanfarrão , à porta da tasca unde passa os dias a beber vinho a martelo e a comentar futebol… Coitadinho!!!!
Eu dei lá conselhos à Bossa, nesse poste, que pintasse o cavelo à mariline, noutro tom do da Bossa Nova , claro, e que descansasse e assim e que NÂO VIESSE PARA AQUI E TAL E COISA….
Caso Freeport
Polícia investiga empresas de mãe e irmão de Sócrates
Por Felícia Cabrita
A equipa de magistrados do ‘caso Freeport’ e a Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal estão a investigar a empresa Mecaso que tem, entre os sócios fundadores, Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro, José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, e um cidadão inglês de origem indiana
A Mecaso, sociedade gestora de participações sociais, foi constituída a 12 de Fevereiro de 1999, ainda José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente e corria o inquérito da Cova da Beira, onde chegou a ser suspeito de ter favorecido o consórcio que ganhou o concurso do aterro, mas os autos que se lhe referiam acabaram por ser arquivados pelo MP.
Por coincidência, foi nesse ano do concurso que Sócrates comprou o andar onde vive em Lisboa, no edifício Heron Castilho. E também Maria Adelaide vendera a sua casa em Cascais e comprara um apartamento no mesmo edifício.
Em 1999, Maria Adelaide enveredou – com a família do ex-marido, Fernando Pinto de Sousa – pelo caminho empresarial. Os sócios são o sobrinho José Paulo Pinto de Sousa (muito chegado a Sócrates) e Matt Merzougui, com os quais monta a holding Mecaso, com sede na Travessa Nova de S. Domingos, à Praça da Figueira, em Lisboa.
E curioso ver a reaccao do jornalista Ferreira Fernandes a esta noticia.
Explica tudo com a raiva que os professores tem ao Magalhaes.
Mais um grande exemplo de imparcialidade jornalistica.
Março 27, 2009 at 9:15 pm
Ao pé de mim, na Feira das Galinheiras vendem-se a bom preço
Março 27, 2009 at 9:21 pm
Mesmo vendidos a preço baixo os erros, as incompatibilidades com outro tipo de hardwere e de softwere, tornam qualquer Magalhães numa má compra.
Se o negócio do Magalhães for parecido com o do Freeport o PM bem pode aproveitar para comprar uma ilha e dar de frosques.
Março 27, 2009 at 9:22 pm
hardware e software
Março 27, 2009 at 9:25 pm
Optimo espírito de iniciativa, visão estratégica, empreededorismo, excelentes vendedores de um péssimo produto. O governo devia procurar saber quem são estes génios do desenrascanço, poderiam ser mais valias nas empresas e na banca à beira da falência e, quem sabe, aproveitá-los para assessores do governo.
Março 27, 2009 at 9:35 pm
Sócrates é «corrupto», diz Smith em DVD
Freeport: TVI revela em exclusivo o som do DVD em que Smith fala de PM
http://www.tvi24.iol.pt/politica/tvi24-socrates-freeport-freeport-dvd-tvi-socrates/1052899-4072.html
Março 27, 2009 at 9:36 pm
Enquanto o 1º fax insiste em atirar areia para os olhos do povinho….
“Charles Smith chama «corrupto» a José Sócrates
A TVI acaba de divulgar parte do áudio do DVD que as autoridades inglesas referem para apontar o primeiro-ministro José Sócrates como principal suspeito no caso Freeport. Sócrates «é corrupto», afirma Charles Smith na gravação.”
in SOL
Lindo!!!!
Março 27, 2009 at 9:36 pm
http://www.tvi24.iol.pt/iframe_video.html?mul_id=13124572&id=9399902
Março 27, 2009 at 9:38 pm
#2, Margarida,
o Magalhães é uma má compra ao preço da loja, de facto. Mas se os proprietários dos ditos (há casos de famílias, como a desta notícia, que receberam 2, 3 ou mais computadores) não tiveram de os comprar, podem muito bem vendê-los a 100 ou 150 euros, que fazem um óptimo negócio ( a esses preços até eu comprava… ou talvez não, mas há sempre quem queira).
Março 27, 2009 at 9:38 pm
Experimentem vender-me a mim …
Março 27, 2009 at 9:40 pm
#8, Anónimo
Mesmo assim o negócio só é bom para quem vende.
Março 27, 2009 at 9:49 pm
VIRAM NA Tvi o dvd da prima dona…?
XDESDE HOJE NÃO TENHO DÚVIDAS SOMOS GOVERNADOS POR GENTE DO MAIS MAFIOSO E BAFIENTO IMAGINÁVEL…E ATENÇÃO -COMO DIRIA O LIVRESCO- ESTES TIPOS NÃO TÊEM PRINCÍPIOS E MATAM SE FOR NECESSÁRIO….
Março 27, 2009 at 10:05 pm
Ou a propaganda serve para alguma coisa ou vai pelo cano, mas neste caso até pode ser rentabilizada.
” E o parvo sou eu???”
Parece que não sou parva, mas sou uma coitadinha educadora!
Março 27, 2009 at 10:05 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/03/27/a-corrupcao-em-portugalo-ciclo-vicioso/
Março 27, 2009 at 10:06 pm
NOVA OVA(ÇÃO) À MINISTRA
Ovos lançados a ministra da Educação
A ministra da Educação fez, esta quinta-feira à tarde, uma visita relâmpago à escola Secundária de Felgueiras, apanhando de surpresa o Conselho Executivo.
Ao avistarem a ministra, alguns alunos foram a correr a um hipermercado próximo do estabelecimento de ensino e compraram ovos, atirando-os sobre Maria de Lurdes Rodrigues. Dois alunos foram identificados pela GNR.
A ministra chegou à Escola Secundária /3 de Felgueiras, na Rua Doutor Manuel F. Sousa, cerca das 18.45 horas. O Conselho Executivo, apanhado de surpresa, recebeu a responsável do Ministério da Educação.
Fonte da escola disse ao JN que Maria de Lurdes Rodrigues pretendeu inteirar-se da situação daquele estabelecimento de ensino, frequentado por 1700 alunos, mas com capacidade para, apenas, 1150. Lotada em mais de 500 alunos, a escola existe há cerca de 19 anos e carece de obras. A Ministra mostrou-se “muito empenhada” no alargamento físico do estabelecimento de ensino e em criar melhores condições.
Após uma curta reunião com o Conselho Executivo, Maria de Lurdes Rodrigues abandonou o estabelecimento de ensino e à saída foi vaiada por dezenas de alunos que esperavam pelos transportes públicos para regressarem a casa. Enquanto a ministra estava reunida com o Conselho Executivo, alguns alunos deslocaram-se ao hipermercado “Pingo Doce” nas imediações da escola e abasteceram-se de ovos que foram atirados sobre Maria de Lurdes Rodrigues. A GNR de Felgueiras foi chamada a intervir e identificou dois alunos.
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/03/nova-ovacao-ministra.html
Março 27, 2009 at 10:09 pm
“14
Parece que hoje esteve em Castelo Branco. Haveria lá ovos?
Março 27, 2009 at 10:10 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2009/03/27/socrates-e-%C2%ABcorrupto%C2%BB-diz-smith-em-dvd/
Março 27, 2009 at 10:12 pm
Tollwut, este video foi um bom presente de anos, não foi?
)
mais um beijinho de parabéns
Março 27, 2009 at 10:12 pm
Qualquer ovo na cabeça da milu é um verdadeiro desperdício pois faz bem ao cabelo e nós só queremos a queda!
Março 27, 2009 at 10:17 pm
Ovos? Venham mas é as pedras! E das bem pontiagudas!
Março 27, 2009 at 10:17 pm
NÃO EM CASTELO branco atiraram-lhe túbaros de boi ..
Março 27, 2009 at 10:18 pm
#17 REB
Foi mas incompleto.
O Pleno era o gaijo falsificador , burlão e vigarista fosse preso e metido em guantanamo.
Março 27, 2009 at 10:20 pm
#21 Tollwut
Em guantanamo não se não ainda corremos o risco de o ter de volta!
Março 27, 2009 at 10:24 pm
Hummm, vou pedir a uma amiga, visita habitual da Feira da Ladra aos sábados, que me informe a como está o preço do Magalhães por lá, embora os seus interesses de aquisição não passem propriamente por sanduicheiras tecnológicas.
Março 27, 2009 at 10:25 pm
#22 Margarida
hummmmm
raios.
despido e regado com mel, e deixado no meio de um enxame de abelhas e de formigas carnivoras…
Março 27, 2009 at 10:27 pm
E PARA NÃO DAR HIPÓTESE… RODEADO DE ESCORPIÕES VENENOSOS E ENFIADO NUMA PIPA DE CICUTA ATÉ AOS PESCOÇO….NUNCA FIANDO…
Março 27, 2009 at 10:28 pm
#24 Tollwut
esta última ideia agrada-me muito mais!
Março 27, 2009 at 10:32 pm
Na Feira da Ladra …
http://www.educacaosa.blogspot.com/2009/03/comprei-um-na-feira-ladra-numa-passagem.html
Março 27, 2009 at 10:32 pm
Sabem que eu acho que a sinistra está refém do sócrates?
Já pensaram nisso?
Reparem bem na expressão dela na última audiência na assembleia.
Tem ar de quem quer fugir mas não a deixam…
Março 27, 2009 at 10:37 pm
#28 Reb
Podiam aproveitar em Castelo Branco para a mandarem p’rá piscina do hotel porque ” a milu não sabe nadar yo”!
Março 27, 2009 at 10:38 pm
#29
O hotel não tem piscina, Margarida.. Tem um tanquezito interior..
Março 27, 2009 at 10:39 pm
#27, na feira das galinheiras custa 10% menos do que na da ladra
Março 27, 2009 at 10:39 pm
está refém
e
está louca!
Março 27, 2009 at 10:39 pm
Mas podiam empurra-la pela colina abaixo
( O hotel está mesmo literalmente numa Colina)
Março 27, 2009 at 10:41 pm
#30, j.m
mas se derem uma ajudinha até dá!
Março 27, 2009 at 10:43 pm
#33,j.m
e num carrinho de rolamentos!
Março 27, 2009 at 10:44 pm
(27),
Que coincidência! Não tinha espreitado o reitor e estava mesmo para perguntar aos habitués da feira a como estava o Magalhães a preço de sábado (certamente mais elevado do que o da 3f);
(28),
Já penso nessa situação – a de MLR ser refém – desde que começámos a contestar em “encore” todo o desvario avaliativo, mas também quem a mandou, toda airosa, aceitar uma pasta para a qual não estava preparada? Para quando ministros da educação que percebam da dita, ou seja, que já tenham feito trabalho mesmo, “mesminho” no terreno (e não a fazer de conta) e saibam o que é o “ambiente de balneário”? Isto porque aquele rumor de ter sido a senhora professora do então ensino primário, a verificar-se, deverá ter sido traumático… “poor children”!Se eu que sou crescida e há meses a tive atrás de mim na fila para a bilheteira do cinema e nem me consegui voltar para trás…
Março 27, 2009 at 10:46 pm
engraçado! …este tabu. Será medo?
“António Santos Alves, o procurador do Ministério Público no Eurojust, morreu anteontem de manhã, depois de uma paragem cardíaca. O magistrado terá sido vítima de morte súbita durante uma reunião do Eurojust.
O procurador era o nº 2 do organismo que tutelava as investigações conjuntas no caso Freeport. O magistrado é referido como um dos participantes da reunião de Haia em que os investigadores ingleses levantaram suspeitas sobre José Sócrates.
Era inspector-geral do Ambiente em 2002, quando a construção do outlet foi viabilizada pelo Ministério do Ambiente, então tutelado por Sócrates. Foi este, como ministro do Ambiente, que o nomeou para o cargo de inspector-geral em Dezembro de 2000.
Manteve-se até Agosto de 2002, já Durão Barroso era primeiro-ministro. Foi substituído no cargo pelo chefe de gabinete de Sócrates no Ambiente, Filipe Baptista, actual secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.
Antes de integrar o Eurojust, em 2004, Santos Alves foi assessor da representação portuguesa em Bruxelas para a área do Ambiente, onde também figurava Lopes da Mota,o juiz que é agora o nº 1 do Eurojust.
Tânia Laranjo/ Henrique Machado”
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F7A45E63-2A4B-42C2-AD8E-5C9F6A152244&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021
Março 27, 2009 at 10:47 pm
#36, eu não tenho pena nehuma dela e acho que é tão sinistra qto o PM mas ele mantém a postura arrogante ( mesmo que todo o país saiba que é um aldrabaõ) e ela penso que agora queria fugir disto ams ele não a deixa.
A mulher está com cara de louca!
Março 27, 2009 at 10:48 pm
#35
Não sei que PCE’s lá estiveram… Se só os da cidade se os do distrito…Nas escolas da cidade há PCE’s adesivos mas a maioria não o é…Três dos cinco estiveram na reunião dos PCE’s em Coimbra.
Março 27, 2009 at 10:49 pm
Lei Penal «favorece» corrupção
Especialistas defendem que é preciso despenalizar quem paga para que haja medo de praticar o crime
A Lei Penal portuguesa favorece a corrupção. A conclusão é do Centro de Estudos da População Economia e Sociedade (CEPESE) que está a estudar o fenómeno em cooperação com a Polícia Judiciária.
Os especialistas garantem que é preciso despenalizar quem paga, para que políticos e funcionários corruptos tenham medo de praticar o crime.
«Concluimos que, de facto, as simetrias das sanções induz a um comportamento de grande cooperação, de conluio, na realidade a um pacto de silêncio, porque essa é uma relação de confiança. No fundo, a simetria das sanções promove e assegura a confiança entre os dois, porque se alguma coisa correr mal, se houver um risco de denúncia de uma das partes, se houver o risco de traição, de burla, ambos são igualmente penalizados», afirma a investigadora do CEPESE Cristina de Abreu.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/lei-penal-tvi24-pj-corrupcao-crime-conluio/1052889-4071.html
Março 27, 2009 at 10:49 pm
#37 puxa, citizen, já morreu outro ou ainda é o mesmo?
começo a pensar no que o livresco diz…
Março 27, 2009 at 10:52 pm
Sócrates «escondeu» rendimentos
Tribunal Constitucional diz que só denúncia formal leva a agir em conformidade
José Sócrates não revelou os rendimentos nas declarações entregues entre 1999 e 2002 no Tribunal Constitucional. Como detentor de um cargo político, o actual Primeiro-ministro era e é obrigado a entregar a declaração de rendimentos naquele tribunal.
Na altura dos factos, Sócrates era apenas ministro e depois deputado. Nas declarações de 22/11/99, de 12/01/2001, 6/4/2002 e 12/4/2002, o campo dos rendimentos foi entregue em branco.
O decreto-lei 25/95 estabelece que os rendimentos têm de se declarados e que as omissões comunicadas e denunciadas ao Tribunal Constitucional têm de ser facultadas ao Ministério Público para proceder em conformidade.
Um representante do Tribunal Constitucional afirmou à TVI que nada foi feito porque ainda ninguém denunciou essas ilegalidades. Do gabinete do Primeiro-ministro foi garantido à TVI que as declarações de José Sócrates cumprem os requisitos da lei.
Por esclarecer está esta interpretação do gabinete do Primeiro-ministro, que permite a Sócrates não revelar o rendimento nas declarações que entrega ao Tribunal Constitucional.
Uma ilegalidade que é ajudada pelo facto de o Tribunal Constitucional e o Ministério
Público não verificarem as declarações.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/socrates-omissao-tribunal-constitucional-tvi24-rendimentos-irs/1049520-4071.html
Março 27, 2009 at 10:56 pm
#39
Três em cinco é uma boa percentagem!
Gostaria de saber se o da minha antiga escola (Faria de Vasconcelos, vulgo Carapalha) é um dos bravos?
Março 27, 2009 at 10:57 pm
é (era) o mesmo
Março 27, 2009 at 11:05 pm
#43
Ah!.. estava-me a esquecer da Faria de Vasconcelos… São seis os agrupamentos da cidade de Castelo Branco… Desconheço a orientação lá para os lados da Carapalha…
Março 27, 2009 at 11:07 pm
Bem boa noite pessoal…sonhem todos que o homem morre de ataque de coração fulminante..pode ser que resulte…
Março 27, 2009 at 11:10 pm
#45
Obrigada, continua um pouco votada ao esquecimento, mas guardo-a na memória com carinho!
Março 27, 2009 at 11:11 pm
in memoriam de António Luís Santos Alves
http://www.eurojust.europa.eu/press_releases/2009/inmemoriam_pt.htm
Março 27, 2009 at 11:15 pm
Freeport: Smith afirma em DVD na posse da polícia inglesa que Sócrates “é corrupto”
Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, diz claramente, num DVD que está na posse da polícia inglesa e que foi hoje divulgado pela TVI, que José Sócrates “é corrupto” e que terá recebido, por intermédio de um primo, dinheiro para dar luz-verde ao projecto do “outlet”.
A gravação revelada pela TVI é apenas parte de uma conversa de 20 minutos na qual esteve presente, além de Smith, João Cabral, funcionário da consultora, e Alan Perkins, administrador da Freeport. Foi este último que, sem conhecimento dos outros dois, terá gravado o encontro, onde questionou Smith e Cabral sobre o dinheiro que saiu da empresa e que terá servido para um alegado pagamento de “luvas” ao actual primeiro-ministro.
O administrador inglês pergunta, na conversa que terá acontecido em 2006, com o objectivo de explicar a saída de avultadas quantias de dinheiro da sede da empresa em Londres na altura da aprovação do projecto, se nunca esteve em causa não pagar o dinheiro acordado. João Cabral responde que o actual primeiro-ministro “tinha grandes ligações” e que o seu primo tinha garantido que conseguiria o licenciamento.
José Sócrates reagiu, em comunicado, negando todas as acusações que lhe são feitas na gravação da suposta conversa entre os três empresários. “No que me diz respeito, essas afirmações são completamente falsas, inventadas e injuriosas. Reafirmo, mais uma vez, que não conheço o Sr. Charles Smith, nem nenhum dos promotores do empreendimento Freeport”, lê-se na nota do primeiro-ministro.
E acrescenta: “Quero repudiar, com veemência, todas as referências que procuram envolver-me, directa ou indirectamente, em qualquer comportamento ilícito, ou menos próprio, a propósito do caso Freeport”. O primeiro-ministro informa, também, que já deu orientação ao seu advogado para “agir judicialmente contra os autores desta difamação”.
“Foi ser mesmo estúpido”
Na conversa o engenheiro escocês assegura que Sócrates “é o tipo que aprovou o projecto” no fim do seu mandato – um acto que Charles Smith considera que “foi ser mesmo estúpido”. No que diz respeito ao dinheiro que terá recebido, Smith responde a Perkins que foi acordado 500 (sem referir a moeda) e que o dinheiro terá sido pago em 2002 e 2003 em várias tranches por intermédio de um primo cujo nome não é referido. O sócio da consultora refere, ainda, que a saída do dinheiro ficou registada como “contrapartidas pela prestação de serviços”.
No DVD os representantes da consultora também garantem que Sean Collidge, presidente do Conselho de Administração da Freeport, e Gary Russel, director comercial e mandante da empresa inglesa para o licenciamento do projecto, estiveram envolvidos no acordo do suposto suborno. Segundo o escocês os responsáveis máximos terão reunido com “representantes” de José Sócrates para negociar o montante, que é referido como “contribuição ao partido deles”.
Segundo algumas fontes contactadas em Londres pela TVI, José Sócrates continua a ser o principal suspeito da polícia inglesa. Recorde-se que a polícia inglesa vai enviar em breve às autoridades portuguesas os 25 volumes de toda a investigação feita neste processo em Inglaterra.
Charles Smith é um dos dois arguidos do caso Freeport, processo relativo ao espaço comercial Freeport de Alcochete, relacionado com alegadas suspeitas de corrupção na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um decreto-lei, quando José Sócrates era ministro do Ambiente.
Encontro entre autoridades inglesas e portuguesas
O Serious Fraud Office, polícia inglesa que investiga fraudes financeiras graves, há muito que reclamava a cooperação das autoridades portuguesas na investigação do caso. Mas o primeiro encontro oficial só aconteceu a 17 de Novembro de 2008, em Haia, na sede da Eurojust, organização que tem como função agilizar a cooperação judicial na UE. A magistrada Cândida Almeida, directora do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal), que coordena o departamento do Ministério Público que investiga o caso, recusou uma investigação conjunta proposta pelos ingleses. Nessa altura terá tomado conhecimento do DVD. A procuradora desvalorizou a prova, argumentando que não cabia na lei portuguesa.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371282&idCanal=62
Março 27, 2009 at 11:17 pm
# 48
Novo demais para a morte mas sábio demais para avida!
Março 27, 2009 at 11:17 pm
digo a vida
Março 27, 2009 at 11:20 pm
#49
Devem estar a referir-se ao grego e agora já é tarde, muito tarde.
Março 27, 2009 at 11:24 pm
XOTOR TALLIBUST:
Deixo aqui outra vez os meus votos de parabéns e uma benção que criei para si.
QUE A VIDA O ACOLHA E ACARINHE SEMPRE, NOS SEUS MIL BRAÇOS, Xotor Tallivute!!!
Março 27, 2009 at 11:27 pm
do curriculo de António Luís dos Santos Alves
“4. Auditor de Justiça em fase de iniciação na Comarca de Felgueiras (1 de Outubro de 1986 – 31 de Julho de 1987)”
http://www.idfraudconference-pt2007.org/cms/files/oradores/ORF47244f609c412.pdf
Março 27, 2009 at 11:27 pm
E uma para si, Xotora REB, que descobriu nova vocação nas astrologias:
QUE O BELO MAPA DAS ESTRELAS NUNCA LHE FAÇA PERDER O SEU NORTE, Xotora Reb.
Março 27, 2009 at 11:29 pm
Eu hoje mudei de posto, a começar o fim de semana. Quem precisava de ser “Controlado” era aqui a Umbiguice, pelo que bi mais avaixo, no poste da festa do Champán em honra do xotor talivuter…
Março 27, 2009 at 11:36 pm
AS DESVENTURAS DO “MAGALHÃES”
Na recente viagem a Cabo Verde, o famigerado “Magalhães” esteve no centro das atenções da propaganda oficial. Todavia, parece que a coisa não “pegou”.«O computador Magalhães não tem sido um sucesso de venda no seio dos estudantes” em Cabo Verde, fez saber uma das maiores empresas do País que vende equipamentos informáticos, a SOPROINF, através de um comunicado divulgado. Por esta razão, diz aquela empresa, “vão parar definitivamente de o importar”(…) Os estudantes preferem gastar um pouco mais e ter um portátil melhor.» Que vergonha.
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/03/as-desventuras-do-magalhaes.html
Março 27, 2009 at 11:39 pm
Quanto aos ovos de Felgueiras
EU JÀ DISSE ONTEM QUE ISTO VAISER MAIS UMA CHATICE!!!
Lá me vão mandar outra vez interrogar merceeiros e torturar galinhas!
Benzódeus!!!!
Março 27, 2009 at 11:41 pm
Só tenho pena que tenham dado o nome de um ilustre português de quem nos devemos orgulhar a um computador da treta que só nos tem dado motivos para chacota!
Março 27, 2009 at 11:43 pm
AMANHÃ APAREÇAM EM ALCOBAÇA! – É UMA DAS MINHAS FRENTES DE LUTA!
Quinta-feira, 26 de Março de 2009
Fundação do “Movimento para a Democracia Directa – DD”
É hora! Sem aliviar a luta, é hora da conjurar a construção do futuro! Sem medo do desafio patriótico que aqui se lança.
É hora de libertar a alma, abrir o coração e unir vontades. Ousemos!
É esta a hora, e nenhuma outra tardia, de criar um movimento para a democracia directa. Um movimento de cidadania activa, que congregue cidadãos de diversas origens, cores e áreas políticas, filosóficas, religiosas e culturais, para restabelecer as regras do jogo democrático. Um movimento – que não é um partido – para promover a reforma da democracia representativa e recuperar o poder do povo, usurpado por representantes iníquos.
A situação gravíssima do País, sofrida no descalabro da alta/baixa política, reclama a bravura da intervenção pública. Por isso, é hora de convocar os cidadãos de boa fé e rija fibra, para a renúncia do conforto, o risco da iniciativa e o esforço do serviço humilde da comunidade. Quem sinta, que se junte! Quem sofra, que se erga! Quem queira, que se una! Puxemos para a acção conjunta a alma justa e vigorosa dos cidadãos preocupados!
No próximo sábado, 28-3-2009, pelas 15 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser fundado o “Movimento para a Democracia Directa – DD”. Se aceita a Declaração de Princípios que abaixo publico, junte-se a nós, venha à reunião de fundação em Alcobaça, divulgue a nossa proposta nos blogues, nos fora e por mail, e traga um amigo também.
“Declaração de Princípios do
Movimento para a Democracia Directa – DD
Tendo em conta a degenerescência irreparável da democracia representativa para uma oligarquia de representantes, só aproximando os cidadãos da escolha e decisão políticas será possível desenvolver continuamente em Portugal os valores da Democracia, do Estado de Direito, da Liberdade e da Dignidade Humana. Assim, os membros concordam com a afirmação e a promoção de um Movimento para a Democracia Directa.
1. O Movimento para a Democracia Directa defende eleições primárias dentro dos partidos para a escolha dos candidatos a cargos electivos do Estado e autarquias, bem como eleições directas nos partidos para os cargos dirigentes das suas estruturas nacionais, regionais e locais, sempre dentro de regras legais de estrita democraticidade interna dos partidos.
2. O Movimento para a Democracia Directa pugna pela total clareza do financiamento partidário e eleitoral, fiscalizado por entidade judicial, com sanções penais e de perda de mandato para os casos de incumprimento;
3. O Movimento para a Democracia Directa defende, como forma de transparência do sistema político, o escrutínio e prestação de contas, mormente através da audição parlamentar obrigatória de todos os escolhidos para cargos governamentais e para cargos dirigentes de nomeação do Governo e da Assembleia da República;
4. O Movimento para a Democracia Directa considera fundamental a responsabilização pessoal dos eleitos, designadamente a consagração da convocação popular de eleições (recall), a suspensão do mandato de titulares de cargos políticos acusados de crimes de relevo e a supressão da imunidade por factos estranhos ao mandato político;
5. O Movimento para a Democracia Directa considera indispensável para o bom funcionamento das instituições democráticas a obrigatoriedade de registo dos interesses dos candidatos a cargos políticos, de nomeação política, partidários, magistrados e altos cargos da administração pública (nomeadamente a sua pertença a organizações secretas), além da apresentação obrigatória da declaração de rendimentos e patrimonial, com perda automática de mandato, ou demissão, por incumprimento ou falsas declarações;
6. Para o Movimento para a Democracia Directa afigura-se necessária à aproximação entre representantes e representados a adopção de um sistema eleitoral misto nas eleições para a Assembleia da República, com circunscrições de eleição uninominal e um círculo eleitoral nacional que garanta uma representação parlamentar de tendências minoritárias;
7. O Movimento para a Democracia Directa defende uma real separação dos poderes legislativo, executivo e judicial, nomeadamente um verdadeiro auto-governo das magistraturas através de Conselhos Superiores sem representantes de nomeação política;
8. O Movimento para a Democracia Directa defende a possibilidade de apresentação de candidaturas independentes a todos os órgãos políticos electivos, incluindo a Assembleia da República, facilitando o procedimento de formalização;
9. Para o Movimento para a Democracia Directa são imprescindíveis a simplificação do direito de iniciativa popular de apresentação de propostas legislativas sobre quaisquer matérias, o direito de queixa constitucional (recurso de amparo) e o aproveitamento de actos eleitorais para consultas populares, numa plena utilização das virtualidades do referendo como meio normal de decisão política, designadamente em matéria de revisão constitucional.”
Peço, a quem concordar, que divulgue a fundação do Movimento pelo grupo de contactos e a publique nos respectivos blogues. Quem esteja interessado em aderir, mas não possa vir à reunião de fundação em Alcobaça neste sábado, ou o pretenda fazer posteriormente, escreva para democraciadirecta.portugal@gmail.com.
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/03/fundacao-do-movimento-para-democracia.html
Março 27, 2009 at 11:46 pm
A reunião juntou três pessoas: Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith & Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, que sem conhecimento dos outros intervenientes no encontro, fez a gravação.
Contactado pela TVI, João Cabral recusou fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do DVD.
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção…
Charles Smith: O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins: Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith: Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo… E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido¿
Alan Perkins:Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith: Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não…
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?
João Cabral: Certamente… Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles.
Alan Perkins: Houve um acordo para pagar?
Charles Smith: Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo¿ a um homem¿
Alan Perkins: Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith: Passou pelas nossas contas
Alan Perkins: Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith: Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50… Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Março 27, 2009 at 11:50 pm
QuANTO AO AR AMARELENTO DA BOSSA DOS XOTORES
Eu já ontem também andei pelo poste lá abaixo da Xotora ANA HENRIQUES, passei sermão a um novo Xibangoso e a uma Xibanguette e de lá com essa BOSSA, a revelar páginas dos diários das repúblicas com salários dos Xotores e não sei quÊ, devia de ser das tais fotocópias pagas ao outro moço.
COMO ELA estava RAIVOSA E AZIADA, DEUS MEU!!!! Dava quase para ver a espuma aos cantos da boca no comentário aque fez nesse poste. Era como a cara aleivosada que fez na assembleia da Nação, quando foi responder à Xotora Ana Dragão e outros Deputados!!!
Ela nem olhava de frente.
Era como o meus filhos quando eram pequenos, faziam asneira e não tinham coragem de olhar o pai ou a mãe de frente!!!
Já o Bosse Ajudante da Bossa, o sem cavelinho e ar mauzão, esse quase cuspia fogo ao chamar COITADINHOS aos Xotores!
E o outro, o de cabelinho esfregão bravo , a modos que amandava sorrisinhos desdenhosos, como um rapaz da minha terra, na mocidade, que perseguia toda as raparigas e elas não ligavam nenhum, depois, danado, ia para ao pé da fonte ou para a porta da igreja fazer comentários maldosos às maneiras e feiuras delas, cheio de inveja e vingança, o ordinário.
Vi-o noutro dia, sempre fanfarrão , à porta da tasca unde passa os dias a beber vinho a martelo e a comentar futebol… Coitadinho!!!!
Março 27, 2009 at 11:52 pm
Eu dei lá conselhos à Bossa, nesse poste, que pintasse o cavelo à mariline, noutro tom do da Bossa Nova , claro, e que descansasse e assim e que NÂO VIESSE PARA AQUI E TAL E COISA….
Março 28, 2009 at 12:07 am
http://ordemdostitulares.blogspot.com/2009/03/paradigmas.html
Março 28, 2009 at 12:09 am
Caso Freeport
Polícia investiga empresas de mãe e irmão de Sócrates
Por Felícia Cabrita
A equipa de magistrados do ‘caso Freeport’ e a Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal estão a investigar a empresa Mecaso que tem, entre os sócios fundadores, Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro, José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, e um cidadão inglês de origem indiana
A Mecaso, sociedade gestora de participações sociais, foi constituída a 12 de Fevereiro de 1999, ainda José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente e corria o inquérito da Cova da Beira, onde chegou a ser suspeito de ter favorecido o consórcio que ganhou o concurso do aterro, mas os autos que se lhe referiam acabaram por ser arquivados pelo MP.
Por coincidência, foi nesse ano do concurso que Sócrates comprou o andar onde vive em Lisboa, no edifício Heron Castilho. E também Maria Adelaide vendera a sua casa em Cascais e comprara um apartamento no mesmo edifício.
Em 1999, Maria Adelaide enveredou – com a família do ex-marido, Fernando Pinto de Sousa – pelo caminho empresarial. Os sócios são o sobrinho José Paulo Pinto de Sousa (muito chegado a Sócrates) e Matt Merzougui, com os quais monta a holding Mecaso, com sede na Travessa Nova de S. Domingos, à Praça da Figueira, em Lisboa.
Continue a ler esta notícia na edição impressa disponível nas bancas de Portugal e Angola
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=130355
Março 28, 2009 at 1:26 am
Não existem cursos profissionais de mercearia ou de filosofia.
Março 28, 2009 at 8:35 am
E curioso ver a reaccao do jornalista Ferreira Fernandes a esta noticia.
Explica tudo com a raiva que os professores tem ao Magalhaes.
Mais um grande exemplo de imparcialidade jornalistica.
Março 28, 2009 at 10:30 am
http://ordemdostitulares.blogspot.com/2009/03/alimentacao-saudavel-os-ovos.html