It’s A Long Way To The Top
Ridin’ down the highway
Goin’ to a show
Stop in all the byways
Playin’ rock ‘n’ roll
Gettin’ robbed
Gettin’ stoned
Gettin’ beat up
Broken boned
Gettin’ had
Gettin’ took
I tell you folks
It’s harder than it looks
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
If you think it’s easy doin’ one night stands
Try playin’ in a rock roll band
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
Hotel motel
Make you wanna cry
Lady do the hard sell
Know the reason why
Gettin’ old
Gettin’ grey
Gettin’ ripped off
Under-paid
Gettin’ sold
Second hand
That’s how it goes
Playin’ in a band
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
If you wanna be a star of stage and screen
Look out it’s rough and mean
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
Well it’s a long way
It’s a long way, you should’ve told me
It’s a long way, such a long way
Watch out
You might get what youre after
Cool babies
Strange but not a stranger
Im an ordinary guy
Burning down the house
Hold tight wait till the partys over
Hold tight were in for nasty weather
There has got to be a way
Burning down the house
Heres your ticket pack your bag: time for jumpin overboard
The transportation is here
Close enough but not too far, maybe you know where you are
Fightin fire with fire
All wet
Hey you might need a raincoat
Shakedown
Dreams walking in broad daylight
Three hun-dred six-ty five de-grees
Burning down the house
It was once upon a place sometimes I listen to myself
Gonna come in first place
People on their way to work baby what did you except
Gonna burst into flame
My house
Sout of the ordinary
Thats might
Dont want to hurt nobody
Some things sure can sweep me off my feet
Burning down the house
No visible means of support and you have not seen nuthin yet
Everythings stuck together
I dont know what you expect starring into the tv set
Fighting fire with fire
Songfacts: You can leave comments about the song at the bottom of the page.
The Stones first recorded an acoustic version of this in 1969. They recorded it electric in 1971.
The Stones gave this to a Los Angeles radio station in 1971 while they were still working on it so they could hear what it sounded like on the radio. This spread rumors that it would be the first single off Exile On Main Street, but that honor went to “Tumblin’ Dice.”
Producer Jimmy Miller added percussion. He had to play some of the instruments on the album because The Stones were rarely together during the sessions, which took place at a French villa Keith Richards rented.
Kathi McDonald sang backup. She was a backup singer for Leon Russell and went on to record with Nicky Hopkins and Quicksilver Messenger Service. (thanks, Bertrand – Paris, France) http://www.songfacts.com/detail.php?id=552
The mayor hides the crime rate
council woman hesitates
Public gets irate but forget the vote date
Weatherman complaining, predicted sun, it’s raining
Everyone’s protesting, boyfriend keeps suggesting
you’re not like all of the rest.
Garbage ain’t collected, women ain’t protected
Politicians using people, they’ve been abusing
The mafia’s getting bigger, like pollution in the river
And you tell me that this is where it’s at.
Woke up this moming with an ache in my head
Splashed on my clothes as I spilled out of bed
Opened the window to listen to the news
But all I heard was the Establishment’s Blues.
Gun sales are soaring, housewives find life boring
Divorce the only answer smoking causes cancer
This system’s gonna fall soon, to an angry young tune
And that’s a concrete cold fact.
The pope digs population, freedom from taxation
Teeny Bops are up tight, drinking at a stoplight
Miniskirt is flirting I can’t stop so I’m hurting
Spinster sells her hopeless chest.
Adultery plays the kitchen, bigot cops non-fiction
The little man gets shafted, sons and monies drafted
Living by a time piece, new war in the far east.
Can you pass the Rorschach test?
It’s a hassle is an educated guess.
Well, frankly I couldn’t care less.
Sexta-feira, Março 27, 2009
E O MAIOR DEFEITO NEM SER ESSE
Nesta altura, o que tenha dito ou não Smith — que Sócrates é corrrupto! — é irrelevante e sobretudo redundante. Há percepções e intuições estafadas e ainda mais quando sem consequências. A temer temos, isso sim, que Sócrates seja ainda mais incompetente e incapaz do que alguma vez poderíamos suspeitar. E nem tanto politicamente porque para isso basta ser feroz, implacável e mau na defesa predatória dos seus interesses de facção. Não. Incompetente para com as obrigações fundamentais para connosco enquanto servidor dos portugueses. As básicas, as fundamentais. A insegurança horrenda que alastra. O desemprego horrível em metástases deprimentes. As falhas e hesitações na assistência urgente a famílias e regiões dessoradas para as quais não nem discurso convicente e muito menos acção remediadora. Os anúncios enganosos e imperfeitos dos painéis muito pouco fotovoltaicos e outros anúncios em que o Estado engana despudoradamente o cidadão e não dá o exemplo. Sente-se que o Portugal interior se desmantela infraestruturalmente e populacionalmente, mas insiste-se em investimento público paralítico e sem consumidores, TGVs e outras aventuras. Em suma, Charles Smith lá sabe. O que nós sabemos é que o país colapsa a cada brinde champanhesco sorridente no teatro anunciativo avulso ora da cortiça ora do automóvel, no call center sempre. Há muito mais a fazer que o que é feito, impostos a baixar, contenção de gastos na administração central; estancar a dívida pública, esse grande factor de desastre iminente, sinal primário da falácia e do enganoso em toda esta Oca e Interminável Legislatura: «Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, diz claramente, num DVD que está na posse da polícia inglesa e que foi hoje divulgado pela TVI, que José Sócrates “é corrupto” e que terá recebido, por intermédio de um primo, dinheiro para dar luz-verde ao projecto do “outlet”.» http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/03/e-o-maior-defeito-nem-ser-esse.html
Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB
Plateia da sala de espectáculos de Lisboa reagiu com indignação ao atraso do primeiro-ministro e da jornalista Fernanda Câncio, que adiou meia hora o início da ópera Crioulo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, e a jornalista Fernanda Câncio receberam uma vaia geral quando entraram esta noite atrasados no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB). É que os espectadores ali presentes não gostaram de ter de esperar a chegada de Sócrates para se dar início à ópera Crioulo, que por causa do sucedido atrasou meia hora.
Boa noite!
Afinal demorei mais do que contava a jantar, com telefonemas de permeio e só agora consegui vir espreitar o blogue. Vejo que quase todos foram nanar ou passear.
Vou tentar “colar” aqui uma música,para não perder o treino. Qual poderá ser?
The Flying Lizards , Money(that’s what I Want)
Lembram-se? Vem mesmo a propósito deste dia!
# 23 Livresco:
Essa é inconcebível! (a espera, quero dizer)-
Há uns anos, o simples atraso de uns minutos,num epectáculo brasileiro de teatro no Porto, as portas foram fechadas na hora em ponto e diversos Vips ficaram de fora, zangadíssimos!
Foi justo, na altura. Agora havia de ser diferente? E MEIA HORA?
Será que quando vai à estranja tamb+em faz disso?
Percebo agora porque se tem limitado a ir a África e à Venezuela… deve ser mais um motivo. Vou escolher uma música para isso.
A 3 de Março de 2006, Alan Perkins, administrador do Freeport, chamou ao escritório da empresa Charles Smith, sócio da Smith & Pedro, e João Cabral, ex-director de obras daquela empresa e actualmente funcionário do outlet de Alcochete.
Logo no início da conversa, Alan Perkins pergunta a Smith por que é que a polícia abriu um inquérito ao Freeport, se não era por causa de suspeitas de corrupção. De imediato, Charles Smith dispara, sem hesitar: ‘O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente, é corrupto.’ Ao longo de uma conversa de cerca de 20 minutos, Charles Smith e João Cabral esclarecem Perkins dos detalhes do acordo, da forma como o dinheiro chegou a Portugal e como foi pago durante dois anos em pequenas quantias de três e quatro mil euros em envelopes. Smith avançou também que inicialmente o pedido em dinheiro para a aprovação do projecto tinha sido justificado com verbas para o partido ‘deles’.
Quando Perkins não percebe por que é que pagaram ao ministro quando Sócrates já não estava no cargo, Smith fala no contrato e diz que inicialmente estavam para ser 500 mil, sem precisar qual a moeda. O empresário escocês explica a Perkins que os pagamentos foram todos efectuados em numerário e João Cabral adianta que Sócrates tinha agentes e que o dinheiro era sempre entregue a esse primo. Smith fala longamente das reuniões de antigos responsáveis do Freeport com funcionários ‘dele’ e, segundo João Cabral, em Janeiro de 2002 ‘eles tinham um acordo com o homem do Sócrates’. Esta reunião terá acontecido a 17 de Janeiro, dia em que a Assembleia da República foi dissolvida pelo então Presidente Jorge Sampaio.
‘DEMOS O DINHEIRO A UM PRIMO DELE’
Alan Perkins – O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção?
Charles Smith – O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins – Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith – Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo.. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Aprovou-o na última semana do mandato dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado na último dia do cargo. E não foi por dinheiro na altura, entende? Isto foi mesmo ser estúpido.
Alan Perkins – Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith – Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não…João, foi aprovado e pagamentos foram posteriormente?
João Cabral – Certamente. Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que em Janeiro.
Charles Smith – Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russell) reuniram-se com eles.
Alan Perkins – Houve um acordo para pagar?
Charles Smith – Para pagar uma contribuição para o partido deles.
( ……. mostra contrato)
Nós fomos o correio. Apenas recebemos dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo, a um homem.
Alan Perkins – Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith – Passou pelas nossas contas.
Alan Perkins – Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith – Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui. Desacelerámos,
parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: “Nós não queremos pagar”. Se ler esse contrato diz é que recebemos três tranches de 50, 50, 50. Gary disse: Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa.
Alan Perkins – Facturaram profissionalmente.
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – Entrou na vossa conta.
Charles Smith – Entrou e saiu logo a seguir.
Alan Perkins – Como sacou o dinheiro?
Charles Smith – Em numerário. Foi tudo transacção em numerário durante dois anos. Tem de compreender, não sou assim tão estúpido. Posso ter sido estúpido para fazer isto, mas fui esperto o suficiente para o fazer em pequenas quantias de 3 mil, 4 mil euros. É por isso que demorámos dois anos a pagar isso.
Alan Perkins – Era do género pequenos envelopes castanhos por baixo da mesa.
Charles Smith – Por baixo da mesa, exactamente.
Alan Perkins – A quem? Imagino que o ministro.
Charles Smith – Ele tinha agentes. Ele, o próprio, não está envolvido.
João Cabral – Um primo.
Alan Perkins – Ele tem um primo?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins –Você só tinha de se encontrar com ele num sítio qualquer e…
Charles Smith – Pois. Mas Gary e Sean encontraram-se inicialmente com eles num hotel de Lisboa e discutiram o assunto. Eles queriam um milhão.
Alan Perkins – Um milhão!
Charles Smith – Compreendo que a Freeport se queira distanciar.
Alan Perkins – 150 mil passaram pela vossa conta. Você pagou isso?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – E agora ficou com a conta dos impostos.
Charles Smith – Exactamente.
Alan Perkins – Pois. E foi este tipo, o Sócrates, não foi?
Charles Smith – Eh….não, não foi…Ele não esteve pessoalmente envolvido nisso…Inicialmente esteve mas…
Alan Perkins – É ele o ministro?
Charles Smith – Ele agora é o primeiro-ministro.
Alan Perkins – Ele agora é o primeiro-ministro. Portanto, ele recebeu o dinheiro mas recebeu-o através do primo ou…
Charles Smith – Sim, sim!
Alan Perkins – Esses pagamentos foram feitos quando?
Charles Smith – Foi em…deixe-me ver a tabela. João, foi em Março de 2002?
João Cabral – Foi aprovado.
Alan Perkins – Então, quando os pagamentos foram efectuados?
Charles Smith – Em 2002/2003.
Alan Perkins – Porque foi necessário pagar se o tipo já estava fora do cargo? Foi só por ter havido um acordo?
Charles Smith – É. Tinha havido um acordo.
Alan Perkins – Mas a aprovação do projecto foi quando ele estava no poder.
João Cabral – Sim.
Alan Perkins – Como ministro do Ambiente deu aprovação. Havia um acordo sobre o pagamento e os pagamentos foram depois, embora ele já não estivesse no Governo.
João Cabral – Certo.
Alan Perkins – Esses pagamentos foram honrados, não foram?
João Cabral – O Sócrates tinha grandes ligações. É por isso que toda a gente tem medo de não pagar. É melhor continuar a pagar.
Charles Smith – O que aconteceu foi na fase em que ele disse: “Eu consigo que vos aprovem isto”
Alan Perkins – Sim.
Charles Smith – Falem com o meu primo. Então eu e o Sean reunimo-nos com o primo e o primo disse: “Vamos conseguir essa aprovação”.
DATAS DESMENTEM MARINHO
As datas do processo Freeport, que teve origem numa carta anónima enviada à Polícia Judiciária a 20 de Outubro de 2004, contrariam a tese de conspiração contra José Sócrates, defendida pelo bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto.
‘Carta anónima que incriminou Sócrates foi escrita por sugestão da PJ’ é o título de um artigo de Marinho Pinto, publicado no último Boletim da Ordem dos Advogados, no qual o advogado fala de um ‘caldo político-jornalístico’ em ano eleitoral, pondo em causa a actuação da Polícia Judiciária e do Ministério Público. No entanto, ao contrário do que escreveu Marinho – que a carta anónima chegou à PJ em Fevereiro de 2005, ou seja, na véspera das eleições que deram a vitória a Sócrates – a denúncia foi remetida em Outubro de 2004, mais de três meses antes de o Presidente da República ter dissolvido a Assembleia da República, quando Santana Lopes ainda era primeiro-ministro.
Por outro lado, a averiguação preventiva, que foi aberta após a denúncia, concluiu haver fortes indícios de crimes económicos praticados no âmbito do licenciamento do Freeport de Alcochete, mas apenas apontava como suspeitos, em 2005, o então presidente da Câmara, José Dias Inocêncio, o consultor Manuel Pedro e dois funcionários da autarquia.
O artigo do bastonário causou uma onda de indignação, sobretudo entre advogados – por usar o boletim da Ordem para defender Sócrates falando sobre um processo que está em investigação – e deverá agora ser analisado pelo Conselho Superior da Ordem dos Advogados.
CRONOLOGIA
20-04-2004
PJ recebe denúncia anónima com suspeitas de corrupção no processo Freeport, após a vitória nas eleições de José Inocêncio, em 2002. Zeferino Boal, ex-CDS, foi o autor da denúncia.
11-02-2005
O Independente revela, em plena campanha eleitoral, que José Sócrates faz parte de uma lista de suspeitos envolvidos nas investigações ao Freeport. Dois dias antes tinham sido feitas buscas em vários locais em Alcochete.
17-06-2007
O ex-inspector da PJ, José Torrão, é condenado a oito meses de prisão pelo crime de violação do segredo de funcionário. Torrão fora filmado a fotocopiar documentos na PJ de Setúbal.
22-01-2009
PJ realiza buscas a empresas e à casa do tio de José Sócrates, Júlio Monteiro, e ao escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida.
03-02-2009
Hugo Monteiro, o primo de José Sócrates suspeito de tráfico de influências, diz que só volta da China para ser ouvido pelo Ministério Público se a Justiça pagar a viagem.
20-02-2009
Manuel Pedro e Charles Smith, ex-sócios da Smith & Charles, são constituídos arguidos.
22-03-2009
Charles Smith entregou à PJ de Setúbal e ao DCIAP um fax que comprovará uma tentativa de suborno no Freeport. Em causa estará um montante de quatro milhões de libras (seis milhões de euros).
‘ESTÃO A FAZER UM ROMANCE’
O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, reagiu ontem ao artigo de Marinho Pinto, afirmando que ‘estão a fazer um romance à volta do caso Freeport’. ‘É um processo em investigação como há mais cerca de 500 mil. Porém, gostaria que logo que seja possível tudo será tornado público’, revelou Pinto Monteiro.
COMUNICADO
Tendo tomado conhecimento da divulgação pela TVI de uma gravação contendo referências ao meu nome, a propósito do caso Freeport, esclareço o seguinte:
1. No que me diz respeito, essas afirmações são completamente falsas, inventadas e injuriosas. Reafirmo, mais uma vez, que não conheço o sr. Charles Smith, nem nenhum dos promotores do empreendimento Freeport.
2. Quero repudiar, com veemência, todas as referências que procuram envolver-me, directa ou indirectamente, em qualquer comportamento ilícito, ou menos próprio, a propósito do caso Freeport.
3. Dei já orientação ao meu advogado para agir judicialmente contra os autores desta difamação.
Gabinete do primeiro-ministro
NOTAS
DCIAP: CÂNDIDA ALMEIDA
O processo do Freeport está no DCIAP, coordenado pela procuradora Cândida Almeida, desde Setembro de 2008. O Ministério Público avocou o caso que estava na Polícia Judiciária de Setúbal
ADVOGADA: REAGIR MAIS TARDE
A advogada de Charles Smith, Paula Lourenço, contactada pelo ‘CM’, afirmou que o seu cliente ‘vai reagir em devido tempo’ e escusou-se a comentar o comunicado do primeiro-ministro
SMITH: TRANQUILO
O empresário Charles Smith está ‘tranquilo’, segundo garantiu uma fonte próxima do escocês, que não tem sido visto no Algarve na última casa, onde tem casa
Março 27, 2009 at 11:33 pm
Queres dizer grão a grão enche a galinha o papo!?
Logo tenhamos calma!
Março 27, 2009 at 11:38 pm
Nem Roma nem Pavia!
Um abraço
Março 27, 2009 at 11:39 pm
Para quem não viu na SIC:
OS ESTÁGIOS DE SÓCRATES
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/03/os-estagios-de-socrates.html
Março 27, 2009 at 11:50 pm
Ou: Piano, piano se va lontano.
Março 27, 2009 at 11:52 pm
José Sócrate anda cá rapaz: cá se fazem cá se pagam…a festa ainda não começou!
AC/DC – Its A Long Way To The Top If Ya Wanna Rock And Roll
Março 27, 2009 at 11:54 pm
It’s A Long Way To The Top
Ridin’ down the highway
Goin’ to a show
Stop in all the byways
Playin’ rock ‘n’ roll
Gettin’ robbed
Gettin’ stoned
Gettin’ beat up
Broken boned
Gettin’ had
Gettin’ took
I tell you folks
It’s harder than it looks
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
If you think it’s easy doin’ one night stands
Try playin’ in a rock roll band
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
Hotel motel
Make you wanna cry
Lady do the hard sell
Know the reason why
Gettin’ old
Gettin’ grey
Gettin’ ripped off
Under-paid
Gettin’ sold
Second hand
That’s how it goes
Playin’ in a band
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
If you wanna be a star of stage and screen
Look out it’s rough and mean
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll
Well it’s a long way
It’s a long way, you should’ve told me
It’s a long way, such a long way
Março 27, 2009 at 11:57 pm
Jenerators ‘Burn the house down’
Março 28, 2009 at 12:02 am
Phillip Boa & the Voodooclub – Rome In The Rain
Março 28, 2009 at 12:03 am
You are in: Guernsey > Unsigned Bands > Bands > Thee Jenerators
Thee Jenerators
Thee Jenerators
6 piece band playing their own brand of retro styled garage punk soul both in Guernsey and in the UK
http://www.bbc.co.uk/guernsey/content/articles/2006/09/22/ub_thee_jenerators_profile_feature.shtml
Março 28, 2009 at 12:04 am
Atenção, é uma private: O Sérgio dentista voltou…:-) mail!
Março 28, 2009 at 12:06 am
Talking Heads “Burning Down the House”
Março 28, 2009 at 12:06 am
Watch out
You might get what youre after
Cool babies
Strange but not a stranger
Im an ordinary guy
Burning down the house
Hold tight wait till the partys over
Hold tight were in for nasty weather
There has got to be a way
Burning down the house
Heres your ticket pack your bag: time for jumpin overboard
The transportation is here
Close enough but not too far, maybe you know where you are
Fightin fire with fire
All wet
Hey you might need a raincoat
Shakedown
Dreams walking in broad daylight
Three hun-dred six-ty five de-grees
Burning down the house
It was once upon a place sometimes I listen to myself
Gonna come in first place
People on their way to work baby what did you except
Gonna burst into flame
My house
Sout of the ordinary
Thats might
Dont want to hurt nobody
Some things sure can sweep me off my feet
Burning down the house
No visible means of support and you have not seen nuthin yet
Everythings stuck together
I dont know what you expect starring into the tv set
Fighting fire with fire
Março 28, 2009 at 12:17 am
Já tenho dentista.
Março 28, 2009 at 12:19 am
O que oiço neste momento?:
All down the line
Março 28, 2009 at 12:19 am
Songfacts: You can leave comments about the song at the bottom of the page.
The Stones first recorded an acoustic version of this in 1969. They recorded it electric in 1971.
The Stones gave this to a Los Angeles radio station in 1971 while they were still working on it so they could hear what it sounded like on the radio. This spread rumors that it would be the first single off Exile On Main Street, but that honor went to “Tumblin’ Dice.”
Producer Jimmy Miller added percussion. He had to play some of the instruments on the album because The Stones were rarely together during the sessions, which took place at a French villa Keith Richards rented.
Kathi McDonald sang backup. She was a backup singer for Leon Russell and went on to record with Nicky Hopkins and Quicksilver Messenger Service. (thanks, Bertrand – Paris, France)
http://www.songfacts.com/detail.php?id=552
Março 28, 2009 at 12:26 am
Livresco,
Ouve isto.
1971, pá!
Sixto Rodriguez-Establishment Blues
The mayor hides the crime rate
council woman hesitates
Public gets irate but forget the vote date
Weatherman complaining, predicted sun, it’s raining
Everyone’s protesting, boyfriend keeps suggesting
you’re not like all of the rest.
Garbage ain’t collected, women ain’t protected
Politicians using people, they’ve been abusing
The mafia’s getting bigger, like pollution in the river
And you tell me that this is where it’s at.
Woke up this moming with an ache in my head
Splashed on my clothes as I spilled out of bed
Opened the window to listen to the news
But all I heard was the Establishment’s Blues.
Gun sales are soaring, housewives find life boring
Divorce the only answer smoking causes cancer
This system’s gonna fall soon, to an angry young tune
And that’s a concrete cold fact.
The pope digs population, freedom from taxation
Teeny Bops are up tight, drinking at a stoplight
Miniskirt is flirting I can’t stop so I’m hurting
Spinster sells her hopeless chest.
Adultery plays the kitchen, bigot cops non-fiction
The little man gets shafted, sons and monies drafted
Living by a time piece, new war in the far east.
Can you pass the Rorschach test?
It’s a hassle is an educated guess.
Well, frankly I couldn’t care less.
Março 28, 2009 at 12:32 am
16. Amazing!
Março 28, 2009 at 12:40 am
Deixo aqui uma musiquinha a propósito do tema do Xotor Guinote
Ah ROMA!!!!!
Março 28, 2009 at 12:41 am
O DVD também já está aqui:
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/03/socrates-e-corrupto-diz-smith-em-dvd.html
Março 28, 2009 at 12:44 am
Afinal o tema são as galinhas???
Já não percebo NADA!!!
Março 28, 2009 at 12:44 am
Sexta-feira, Março 27, 2009
E O MAIOR DEFEITO NEM SER ESSE
Nesta altura, o que tenha dito ou não Smith — que Sócrates é corrrupto! — é irrelevante e sobretudo redundante. Há percepções e intuições estafadas e ainda mais quando sem consequências. A temer temos, isso sim, que Sócrates seja ainda mais incompetente e incapaz do que alguma vez poderíamos suspeitar. E nem tanto politicamente porque para isso basta ser feroz, implacável e mau na defesa predatória dos seus interesses de facção. Não. Incompetente para com as obrigações fundamentais para connosco enquanto servidor dos portugueses. As básicas, as fundamentais. A insegurança horrenda que alastra. O desemprego horrível em metástases deprimentes. As falhas e hesitações na assistência urgente a famílias e regiões dessoradas para as quais não nem discurso convicente e muito menos acção remediadora. Os anúncios enganosos e imperfeitos dos painéis muito pouco fotovoltaicos e outros anúncios em que o Estado engana despudoradamente o cidadão e não dá o exemplo. Sente-se que o Portugal interior se desmantela infraestruturalmente e populacionalmente, mas insiste-se em investimento público paralítico e sem consumidores, TGVs e outras aventuras. Em suma, Charles Smith lá sabe. O que nós sabemos é que o país colapsa a cada brinde champanhesco sorridente no teatro anunciativo avulso ora da cortiça ora do automóvel, no call center sempre. Há muito mais a fazer que o que é feito, impostos a baixar, contenção de gastos na administração central; estancar a dívida pública, esse grande factor de desastre iminente, sinal primário da falácia e do enganoso em toda esta Oca e Interminável Legislatura: «Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, diz claramente, num DVD que está na posse da polícia inglesa e que foi hoje divulgado pela TVI, que José Sócrates “é corrupto” e que terá recebido, por intermédio de um primo, dinheiro para dar luz-verde ao projecto do “outlet”.»
http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/03/e-o-maior-defeito-nem-ser-esse.html
Março 28, 2009 at 12:51 am
A rapariga dos cabelos espetados, para o Controleiro,
Laurie Anderson – O Superman
Março 28, 2009 at 12:52 am
Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB
Plateia da sala de espectáculos de Lisboa reagiu com indignação ao atraso do primeiro-ministro e da jornalista Fernanda Câncio, que adiou meia hora o início da ópera Crioulo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, e a jornalista Fernanda Câncio receberam uma vaia geral quando entraram esta noite atrasados no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB). É que os espectadores ali presentes não gostaram de ter de esperar a chegada de Sócrates para se dar início à ópera Crioulo, que por causa do sucedido atrasou meia hora.
A ópera de António Tavares e Vasco Martins – cuja estreia fica marcada pela indignação de uma sala cheia -, está em cena hoje e amanhã.
http://aeiou.expresso.pt/socrates_e_fernanda_cancio_vaiados_no_ccb=f505896
Março 28, 2009 at 12:52 am
Boa noite!
Afinal demorei mais do que contava a jantar, com telefonemas de permeio e só agora consegui vir espreitar o blogue. Vejo que quase todos foram nanar ou passear.
Vou tentar “colar” aqui uma música,para não perder o treino. Qual poderá ser?
The Flying Lizards , Money(that’s what I Want)
Lembram-se? Vem mesmo a propósito deste dia!
Março 28, 2009 at 12:53 am
Deve ter estado a namorar com a Fernandinha Escort (estou a ser irónico)
Março 28, 2009 at 12:54 am
Monsoon – Ever So Lonely [Live]
Março 28, 2009 at 12:55 am
http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/1CAD280309.pdf
Março 28, 2009 at 12:57 am
#24
Eu lembro-me.
Monochrome Set – Jet Set Junta
Março 28, 2009 at 12:58 am
# 23 Livresco:
Essa é inconcebível! (a espera, quero dizer)-
Há uns anos, o simples atraso de uns minutos,num epectáculo brasileiro de teatro no Porto, as portas foram fechadas na hora em ponto e diversos Vips ficaram de fora, zangadíssimos!
Foi justo, na altura. Agora havia de ser diferente? E MEIA HORA?
Será que quando vai à estranja tamb+em faz disso?
Percebo agora porque se tem limitado a ir a África e à Venezuela… deve ser mais um motivo. Vou escolher uma música para isso.
Março 28, 2009 at 1:01 am
“Who can it be now?”
Who can it be knocking at my door?
Go away! Don’t wanna see you no more,,,,
Março 28, 2009 at 1:04 am
David Byrne – Help Me Somebody
Março 28, 2009 at 1:07 am
stranglers- no mercy
Como deveria ter agido a direcção do S. Carlos…
Março 28, 2009 at 1:11 am
A razão possível para a demora
Stephen “Tin Tin ” Duffy
Março 28, 2009 at 1:14 am
Urban Verbs with Brian Eno – The Next Question
Março 28, 2009 at 1:19 am
outro he kissed me, com video muito irónico e adequado (fala ela…)
Março 28, 2009 at 1:22 am
Correio da Manhã
“É corrupto”, diz Smith
A 3 de Março de 2006, Alan Perkins, administrador do Freeport, chamou ao escritório da empresa Charles Smith, sócio da Smith & Pedro, e João Cabral, ex-director de obras daquela empresa e actualmente funcionário do outlet de Alcochete.
Logo no início da conversa, Alan Perkins pergunta a Smith por que é que a polícia abriu um inquérito ao Freeport, se não era por causa de suspeitas de corrupção. De imediato, Charles Smith dispara, sem hesitar: ‘O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente, é corrupto.’ Ao longo de uma conversa de cerca de 20 minutos, Charles Smith e João Cabral esclarecem Perkins dos detalhes do acordo, da forma como o dinheiro chegou a Portugal e como foi pago durante dois anos em pequenas quantias de três e quatro mil euros em envelopes. Smith avançou também que inicialmente o pedido em dinheiro para a aprovação do projecto tinha sido justificado com verbas para o partido ‘deles’.
Quando Perkins não percebe por que é que pagaram ao ministro quando Sócrates já não estava no cargo, Smith fala no contrato e diz que inicialmente estavam para ser 500 mil, sem precisar qual a moeda. O empresário escocês explica a Perkins que os pagamentos foram todos efectuados em numerário e João Cabral adianta que Sócrates tinha agentes e que o dinheiro era sempre entregue a esse primo. Smith fala longamente das reuniões de antigos responsáveis do Freeport com funcionários ‘dele’ e, segundo João Cabral, em Janeiro de 2002 ‘eles tinham um acordo com o homem do Sócrates’. Esta reunião terá acontecido a 17 de Janeiro, dia em que a Assembleia da República foi dissolvida pelo então Presidente Jorge Sampaio.
‘DEMOS O DINHEIRO A UM PRIMO DELE’
Alan Perkins – O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção?
Charles Smith – O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins – Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith – Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo.. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Aprovou-o na última semana do mandato dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado na último dia do cargo. E não foi por dinheiro na altura, entende? Isto foi mesmo ser estúpido.
Alan Perkins – Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith – Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não…João, foi aprovado e pagamentos foram posteriormente?
João Cabral – Certamente. Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que em Janeiro.
Charles Smith – Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russell) reuniram-se com eles.
Alan Perkins – Houve um acordo para pagar?
Charles Smith – Para pagar uma contribuição para o partido deles.
( ……. mostra contrato)
Nós fomos o correio. Apenas recebemos dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo, a um homem.
Alan Perkins – Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith – Passou pelas nossas contas.
Alan Perkins – Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith – Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui. Desacelerámos,
parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: “Nós não queremos pagar”. Se ler esse contrato diz é que recebemos três tranches de 50, 50, 50. Gary disse: Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa.
Alan Perkins – Facturaram profissionalmente.
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – Entrou na vossa conta.
Charles Smith – Entrou e saiu logo a seguir.
Alan Perkins – Como sacou o dinheiro?
Charles Smith – Em numerário. Foi tudo transacção em numerário durante dois anos. Tem de compreender, não sou assim tão estúpido. Posso ter sido estúpido para fazer isto, mas fui esperto o suficiente para o fazer em pequenas quantias de 3 mil, 4 mil euros. É por isso que demorámos dois anos a pagar isso.
Alan Perkins – Era do género pequenos envelopes castanhos por baixo da mesa.
Charles Smith – Por baixo da mesa, exactamente.
Alan Perkins – A quem? Imagino que o ministro.
Charles Smith – Ele tinha agentes. Ele, o próprio, não está envolvido.
João Cabral – Um primo.
Alan Perkins – Ele tem um primo?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins –Você só tinha de se encontrar com ele num sítio qualquer e…
Charles Smith – Pois. Mas Gary e Sean encontraram-se inicialmente com eles num hotel de Lisboa e discutiram o assunto. Eles queriam um milhão.
Alan Perkins – Um milhão!
Charles Smith – Compreendo que a Freeport se queira distanciar.
Alan Perkins – 150 mil passaram pela vossa conta. Você pagou isso?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – E agora ficou com a conta dos impostos.
Charles Smith – Exactamente.
Alan Perkins – Pois. E foi este tipo, o Sócrates, não foi?
Charles Smith – Eh….não, não foi…Ele não esteve pessoalmente envolvido nisso…Inicialmente esteve mas…
Alan Perkins – É ele o ministro?
Charles Smith – Ele agora é o primeiro-ministro.
Alan Perkins – Ele agora é o primeiro-ministro. Portanto, ele recebeu o dinheiro mas recebeu-o através do primo ou…
Charles Smith – Sim, sim!
Alan Perkins – Esses pagamentos foram feitos quando?
Charles Smith – Foi em…deixe-me ver a tabela. João, foi em Março de 2002?
João Cabral – Foi aprovado.
Alan Perkins – Então, quando os pagamentos foram efectuados?
Charles Smith – Em 2002/2003.
Alan Perkins – Porque foi necessário pagar se o tipo já estava fora do cargo? Foi só por ter havido um acordo?
Charles Smith – É. Tinha havido um acordo.
Alan Perkins – Mas a aprovação do projecto foi quando ele estava no poder.
João Cabral – Sim.
Alan Perkins – Como ministro do Ambiente deu aprovação. Havia um acordo sobre o pagamento e os pagamentos foram depois, embora ele já não estivesse no Governo.
João Cabral – Certo.
Alan Perkins – Esses pagamentos foram honrados, não foram?
João Cabral – O Sócrates tinha grandes ligações. É por isso que toda a gente tem medo de não pagar. É melhor continuar a pagar.
Charles Smith – O que aconteceu foi na fase em que ele disse: “Eu consigo que vos aprovem isto”
Alan Perkins – Sim.
Charles Smith – Falem com o meu primo. Então eu e o Sean reunimo-nos com o primo e o primo disse: “Vamos conseguir essa aprovação”.
DATAS DESMENTEM MARINHO
As datas do processo Freeport, que teve origem numa carta anónima enviada à Polícia Judiciária a 20 de Outubro de 2004, contrariam a tese de conspiração contra José Sócrates, defendida pelo bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto.
‘Carta anónima que incriminou Sócrates foi escrita por sugestão da PJ’ é o título de um artigo de Marinho Pinto, publicado no último Boletim da Ordem dos Advogados, no qual o advogado fala de um ‘caldo político-jornalístico’ em ano eleitoral, pondo em causa a actuação da Polícia Judiciária e do Ministério Público. No entanto, ao contrário do que escreveu Marinho – que a carta anónima chegou à PJ em Fevereiro de 2005, ou seja, na véspera das eleições que deram a vitória a Sócrates – a denúncia foi remetida em Outubro de 2004, mais de três meses antes de o Presidente da República ter dissolvido a Assembleia da República, quando Santana Lopes ainda era primeiro-ministro.
Por outro lado, a averiguação preventiva, que foi aberta após a denúncia, concluiu haver fortes indícios de crimes económicos praticados no âmbito do licenciamento do Freeport de Alcochete, mas apenas apontava como suspeitos, em 2005, o então presidente da Câmara, José Dias Inocêncio, o consultor Manuel Pedro e dois funcionários da autarquia.
O artigo do bastonário causou uma onda de indignação, sobretudo entre advogados – por usar o boletim da Ordem para defender Sócrates falando sobre um processo que está em investigação – e deverá agora ser analisado pelo Conselho Superior da Ordem dos Advogados.
CRONOLOGIA
20-04-2004
PJ recebe denúncia anónima com suspeitas de corrupção no processo Freeport, após a vitória nas eleições de José Inocêncio, em 2002. Zeferino Boal, ex-CDS, foi o autor da denúncia.
11-02-2005
O Independente revela, em plena campanha eleitoral, que José Sócrates faz parte de uma lista de suspeitos envolvidos nas investigações ao Freeport. Dois dias antes tinham sido feitas buscas em vários locais em Alcochete.
17-06-2007
O ex-inspector da PJ, José Torrão, é condenado a oito meses de prisão pelo crime de violação do segredo de funcionário. Torrão fora filmado a fotocopiar documentos na PJ de Setúbal.
22-01-2009
PJ realiza buscas a empresas e à casa do tio de José Sócrates, Júlio Monteiro, e ao escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida.
03-02-2009
Hugo Monteiro, o primo de José Sócrates suspeito de tráfico de influências, diz que só volta da China para ser ouvido pelo Ministério Público se a Justiça pagar a viagem.
20-02-2009
Manuel Pedro e Charles Smith, ex-sócios da Smith & Charles, são constituídos arguidos.
22-03-2009
Charles Smith entregou à PJ de Setúbal e ao DCIAP um fax que comprovará uma tentativa de suborno no Freeport. Em causa estará um montante de quatro milhões de libras (seis milhões de euros).
‘ESTÃO A FAZER UM ROMANCE’
O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, reagiu ontem ao artigo de Marinho Pinto, afirmando que ‘estão a fazer um romance à volta do caso Freeport’. ‘É um processo em investigação como há mais cerca de 500 mil. Porém, gostaria que logo que seja possível tudo será tornado público’, revelou Pinto Monteiro.
COMUNICADO
Tendo tomado conhecimento da divulgação pela TVI de uma gravação contendo referências ao meu nome, a propósito do caso Freeport, esclareço o seguinte:
1. No que me diz respeito, essas afirmações são completamente falsas, inventadas e injuriosas. Reafirmo, mais uma vez, que não conheço o sr. Charles Smith, nem nenhum dos promotores do empreendimento Freeport.
2. Quero repudiar, com veemência, todas as referências que procuram envolver-me, directa ou indirectamente, em qualquer comportamento ilícito, ou menos próprio, a propósito do caso Freeport.
3. Dei já orientação ao meu advogado para agir judicialmente contra os autores desta difamação.
Gabinete do primeiro-ministro
NOTAS
DCIAP: CÂNDIDA ALMEIDA
O processo do Freeport está no DCIAP, coordenado pela procuradora Cândida Almeida, desde Setembro de 2008. O Ministério Público avocou o caso que estava na Polícia Judiciária de Setúbal
ADVOGADA: REAGIR MAIS TARDE
A advogada de Charles Smith, Paula Lourenço, contactada pelo ‘CM’, afirmou que o seu cliente ‘vai reagir em devido tempo’ e escusou-se a comentar o comunicado do primeiro-ministro
SMITH: TRANQUILO
O empresário Charles Smith está ‘tranquilo’, segundo garantiu uma fonte próxima do escocês, que não tem sido visto no Algarve na última casa, onde tem casa
Março 28, 2009 at 1:22 am
Alguém pode vir a dizer isto, não tarda…mas será? No nosso país? Só se for um desgraçado.
Was Not Was – Hello Dad, I’m im Jail…
Março 28, 2009 at 1:27 am
Boa para me despedir.
Até amanhã.
Virgin Prunes – Decline and Fall
Março 28, 2009 at 1:30 am
A culpa será atribuida a isto
Buggles – VIDEO killed the radio star
Março 28, 2009 at 1:34 am
Agora para esquecer tristezas, um brinde a quem foi arejar na 6ª à noite
Joe Jackson, Stepping out
Março 28, 2009 at 1:38 am
O que as divas da ópera deviam ter cantado, dedicado à Cancinha
Joe Jackson , Is she really going out with him?
Março 28, 2009 at 1:40 am
Boa noite.
Também me recolho.
Março 28, 2009 at 1:46 am
OOPS!
Faltava a canção de despedida.
Magnetic Fields, Asleep and Dreaming
Março 28, 2009 at 1:54 am
Ai Timor … agradeço a solidariedade recebida.
Março 28, 2009 at 1:55 am
Malta superficial … o que esperam da vida?
Bom fim-de-semana,
m
Março 28, 2009 at 1:56 am
Nouvelle vague…aínda sem album editado…mas prometem:
Março 28, 2009 at 2:08 am
New folk…
(parece mentira mas é mesmo ele que canta…o puto…)
Março 28, 2009 at 2:12 am
Nova música…
Mais um puto que promete:
Março 28, 2009 at 2:18 am
Continuando:
Março 28, 2009 at 2:23 am
Novo David Byrne?
Março 28, 2009 at 2:36 am
nem só de antigamente vive a música:
Março 28, 2009 at 2:45 am
Já me parecem uns dias a mais.
Maria Solheim – Too Many days
Março 28, 2009 at 2:46 am
Um urso nunca vem só:
Março 28, 2009 at 2:49 am
Olá Maria…
o outro lado do (segundo) urso:
Março 28, 2009 at 2:53 am
esquecer o vídeo…
Março 28, 2009 at 2:59 am
para acabar de forma lógica:
Março 28, 2009 at 10:17 am
Não é música mas poesia…
http://gataescondida.wordpress.com/2009/03/28/memory/
Bom dia!!
Março 28, 2009 at 10:23 am
OLÁ GATA…