Governo revoga sistema de avaliação de desempenho para pessoal não docente
Afinal a primeira versão da notícia estava errada, pois o título em vez de «revoga» tinha «aprova».
O que significa que, afinal, há sistemas de avaliação legislados que não são passíveis de imediata aplicação e podem ser revogados.
Afinal a lei nem sempre é para cumprir.
O comunicado do Conselho de Ministros indica que o “Decreto Regulamentar procede à revogação do sistema de avaliação do desempenho do pessoal não docente dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário, em virtude da progressiva transferência para as autarquias das atribuições e competências nas áreas da gestão do pessoal não docente”.
Março 27, 2009 at 5:17 pm
Há modas que “eles” nem questionam!
Março 27, 2009 at 5:34 pm
Parabéns, menino Tollwut!
Março 27, 2009 at 6:27 pm
O que faz quando lhe escarram para cima?
1- Pede desculpa: 5 pontos
2- Vai-se limpar: 2 pontos
3- Outra solução: 0 pontos
Março 27, 2009 at 6:49 pm
Mas quando as modas pegam é difícil voltarem a despegar!
Março 27, 2009 at 6:54 pm
A “Avaliação” já se tornou um vício para eles.
Acho que já são “avaliaçãodepentes”.
Todos os dias, a qualquer hora, mais uma!
Março 27, 2009 at 7:11 pm
Lamento imenso que ninguém ajude a classe não docente, apesar de que há muitos que merecem esta municipalização e (…)
Contudo, esta classe está desprotegida, desinformada e vai ao sabor das politicas ministeriais, sem que alguém diga:- BASTA!
Março 27, 2009 at 7:15 pm
# 6 FERNANDO:
tem toda a razão…
# Alebana:
Temos de tratar imediatamente de os incluir num programa de desintoxicação.
De preferência bem longe… lá para a Coreia do Norte, talvez.
Março 27, 2009 at 7:18 pm
Fernando:
Agora que a maioria deles tinha uma formação média aceitável, com 12º Ano, bons modos, paciência para os alunos… toca a municipalizá-los, para termos a entrada nas escolas de mais uma revoada de primos dos amigos da tia do cunhado, sem habilitação ou prática, directamente do sector da limpeza urbana para as escolas, como após o 25 de Abril!
Março 27, 2009 at 7:27 pm
Com a municipalização da classe não docente, as verbas dão para subcontratar sem direitos e ainda para tapar uns buracos no buracão financeiro da maioria das nossas autarquias.
A educação e a formação que se lixem!
Março 27, 2009 at 7:30 pm
# 7 Grelhada
METADONA não dá??
Março 27, 2009 at 7:46 pm
Com esta obsessão avaliativa, a incompetência vai ser varrida deste país.
Eu, por antecipação, rejubilo-me.
Aprendam vizinhos…A competência mora aqui.
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Afinal, revogar, aprovar; aprovar, revogar não é a mesma coisa?
Março 27, 2009 at 8:23 pm
Fazer novos modelos de avaliação, é só para mostrar trabalho por parte de quem, no ME, nada faz.
Já desde 1996 que, nos Jardins de Infância, temos AAEs que lá são colocadas pelas Câmaras, mas quem fazia as avaliações eramos nós em conjunto com um elemento do CE(uma educadora).
Tudo correu bem até ao final do ano lectivo07/08.
Agora, com a DE não sei como vai ser???????????
Março 27, 2009 at 8:47 pm
ALEBANA:
METADONA não dá!
Nós é que gostariamos de METER a DONA num outro planeta qualquer, de preferência bem inóspito!
Março 27, 2009 at 8:50 pm
Não é uma obsessão avaliativa.
É uma obsessão de corte nas despesas de mercearia.
Março 27, 2009 at 9:09 pm
A mercearia daqui a pouco nem arroz tem, não há azar, quem roubou o suficiente compra lá fora.
Março 27, 2009 at 10:06 pm
#13 grelhada
Boa!
Março 27, 2009 at 10:07 pm
#15 Teodoro
Triste realidade…
Março 27, 2009 at 11:44 pm
AMANHÃ APAREÇAM EM ALCOBAÇA! – É UMA DAS MINHAS FRENTES DE LUTA!
Quinta-feira, 26 de Março de 2009
Fundação do “Movimento para a Democracia Directa – DD”
É hora! Sem aliviar a luta, é hora da conjurar a construção do futuro! Sem medo do desafio patriótico que aqui se lança.
É hora de libertar a alma, abrir o coração e unir vontades. Ousemos!
É esta a hora, e nenhuma outra tardia, de criar um movimento para a democracia directa. Um movimento de cidadania activa, que congregue cidadãos de diversas origens, cores e áreas políticas, filosóficas, religiosas e culturais, para restabelecer as regras do jogo democrático. Um movimento – que não é um partido – para promover a reforma da democracia representativa e recuperar o poder do povo, usurpado por representantes iníquos.
A situação gravíssima do País, sofrida no descalabro da alta/baixa política, reclama a bravura da intervenção pública. Por isso, é hora de convocar os cidadãos de boa fé e rija fibra, para a renúncia do conforto, o risco da iniciativa e o esforço do serviço humilde da comunidade. Quem sinta, que se junte! Quem sofra, que se erga! Quem queira, que se una! Puxemos para a acção conjunta a alma justa e vigorosa dos cidadãos preocupados!
No próximo sábado, 28-3-2009, pelas 15 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser fundado o “Movimento para a Democracia Directa – DD”. Se aceita a Declaração de Princípios que abaixo publico, junte-se a nós, venha à reunião de fundação em Alcobaça, divulgue a nossa proposta nos blogues, nos fora e por mail, e traga um amigo também.
“Declaração de Princípios do
Movimento para a Democracia Directa – DD
Tendo em conta a degenerescência irreparável da democracia representativa para uma oligarquia de representantes, só aproximando os cidadãos da escolha e decisão políticas será possível desenvolver continuamente em Portugal os valores da Democracia, do Estado de Direito, da Liberdade e da Dignidade Humana. Assim, os membros concordam com a afirmação e a promoção de um Movimento para a Democracia Directa.
1. O Movimento para a Democracia Directa defende eleições primárias dentro dos partidos para a escolha dos candidatos a cargos electivos do Estado e autarquias, bem como eleições directas nos partidos para os cargos dirigentes das suas estruturas nacionais, regionais e locais, sempre dentro de regras legais de estrita democraticidade interna dos partidos.
2. O Movimento para a Democracia Directa pugna pela total clareza do financiamento partidário e eleitoral, fiscalizado por entidade judicial, com sanções penais e de perda de mandato para os casos de incumprimento;
3. O Movimento para a Democracia Directa defende, como forma de transparência do sistema político, o escrutínio e prestação de contas, mormente através da audição parlamentar obrigatória de todos os escolhidos para cargos governamentais e para cargos dirigentes de nomeação do Governo e da Assembleia da República;
4. O Movimento para a Democracia Directa considera fundamental a responsabilização pessoal dos eleitos, designadamente a consagração da convocação popular de eleições (recall), a suspensão do mandato de titulares de cargos políticos acusados de crimes de relevo e a supressão da imunidade por factos estranhos ao mandato político;
5. O Movimento para a Democracia Directa considera indispensável para o bom funcionamento das instituições democráticas a obrigatoriedade de registo dos interesses dos candidatos a cargos políticos, de nomeação política, partidários, magistrados e altos cargos da administração pública (nomeadamente a sua pertença a organizações secretas), além da apresentação obrigatória da declaração de rendimentos e patrimonial, com perda automática de mandato, ou demissão, por incumprimento ou falsas declarações;
6. Para o Movimento para a Democracia Directa afigura-se necessária à aproximação entre representantes e representados a adopção de um sistema eleitoral misto nas eleições para a Assembleia da República, com circunscrições de eleição uninominal e um círculo eleitoral nacional que garanta uma representação parlamentar de tendências minoritárias;
7. O Movimento para a Democracia Directa defende uma real separação dos poderes legislativo, executivo e judicial, nomeadamente um verdadeiro auto-governo das magistraturas através de Conselhos Superiores sem representantes de nomeação política;
8. O Movimento para a Democracia Directa defende a possibilidade de apresentação de candidaturas independentes a todos os órgãos políticos electivos, incluindo a Assembleia da República, facilitando o procedimento de formalização;
9. Para o Movimento para a Democracia Directa são imprescindíveis a simplificação do direito de iniciativa popular de apresentação de propostas legislativas sobre quaisquer matérias, o direito de queixa constitucional (recurso de amparo) e o aproveitamento de actos eleitorais para consultas populares, numa plena utilização das virtualidades do referendo como meio normal de decisão política, designadamente em matéria de revisão constitucional.”
Peço, a quem concordar, que divulgue a fundação do Movimento pelo grupo de contactos e a publique nos respectivos blogues. Quem esteja interessado em aderir, mas não possa vir à reunião de fundação em Alcobaça neste sábado, ou o pretenda fazer posteriormente, escreva para democraciadirecta.portugal@gmail.com.
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/03/fundacao-do-movimento-para-democracia.html