Não questiono a validade de conseguir que estes alunos passem frequentar a Escola. Não conheço a situação específica, é melhor reservar juízos de valor. Mas posso questionar esta linha de argumentação de Margarida Moreira, paredes-meias com um argumento que até poderia ser multicultural do tipo «porque não montamos uma tenha com umas carroças no pátio da escola?»
Aulas em contentor são “discriminação positiva”
Na Escola Básica de Lagoa Negra, em Barqueiros, no concelho de Barcelos (Braga), 17 crianças ciganas têm aulas num contentor, separadas dos restantes alunos, situação que a Junta de Freguesia local classifica como um caso de discriminação racial, mas que a Directora Regional de Educação do Norte considera tratar-se de um caso de “discriminação positiva”.
Entrevistada pela RTP-N, Margarida Moreira defende que o projecto em causa representa mesmo um exemplo de integração social. “Estamos perante uma excelente escola que está a trabalhar de uma forma muito dinâmica, que foi buscar estes meninos ao abandono”, argumenta, acrescentando que a criação desta turma é “a resposta à especificidade deste grupo de jovens”.
Margarida Moreira diz também não entender as críticas da Junta de Freguesia de Barqueiros e assinala que a autarquia terá até apoiado o projecto desenvolvido pela escola.
“A Direcção Regional de Educação do Norte autorizou este projecto em Julho ou Agosto do ano passado por ser de discriminação positiva, um projecto que juntou várias forças vivas e instituições locais, nomeadamente a própria Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Barcelos, entre outras”, refere a responsável.
Março 17, 2009 at 10:05 pm
“Discriminação positiva” era essa sra margarida ir-se embora.
Março 17, 2009 at 10:12 pm
Estas discussões que de tempos a tempos aparecem são patéticas, uma solução liberal:
Cheque-Ensino para os ciganos. Vão para os colégios de top. Já que a escola pública não os consegue escolarizar.
Março 17, 2009 at 10:19 pm
Discriminação positiva só podia vir da pol pota.
Agora sobre este assunto: eu tb não sei mais do que esta notícia, mas sei de uma escola perto da minha onde há um PIEF para meninas ciganas, que não funciona num contentor mas numas instalações quaisquer, fora da escola.
Os pais ciganos ficaram encantados e elas passaram a ir à escola. A questão é a seguinte: as meninas ciganas são “prometidas” a partir dos 11/ 12 anos e, desde essa idade, não podem frequentar escolas mistas, pq a família do noivo não o permite!
Março 17, 2009 at 10:33 pm
Discriminação positiva era tirá-los dos gabinetes da 5 de outubro e colocá-los nos “monoblocos climatizados” do lixo.
Março 17, 2009 at 10:35 pm
Pelo que conheço da situação pelos órgãos de comunicação social, mais da minha pequena experiência neste assunto, mais de um sociólogo que ouvi sobre o asunto, mais as declarações de Rosário Gama que referiu um caso de sucesso, parecido com este, no Alentejo, estou (e já estava antes) tentado a dizer que poderá ser um mal menor.
Mas, mesmo que assim seja, MM falou do assunto com uma arrogância desmedida. Ou melhor, à sua medida. Portanto, igual a ela própria.
Como me custa muito acreditar que pais “bem intencionados” aparecessem a defender aquela comunidade, e dada a posição de pessoas como o presidente da Junta, acredito que haja aqui mais um caso de bacoco oportunismo político.
Nem um passo darei ao encontro de DREN, nem de MLR, nem de SPS, mas detesto este tipo de aproveitamentos. Talvez até haja pessoas que acreditassem na solução até verem que tiravam proveito dizendo agora o contrário. Já vi isso algures. Esses são para mim os piores.
Março 17, 2009 at 10:37 pm
Pois é isso mesmo, Reb! A sério, não percebo o porquê desta polémica toda. Acho que o que nos falta a todos é um pouco de informação sobre a cultura cigana. Falo por mim que todos os dias aprendo algo novo com eles
Paulo, a discriminação positiva não é o lugar onde os alunos têm aulas, é a possibilidade de eles terem aulas!
Março 17, 2009 at 10:40 pm
E os obtusianos…? não são também pessoas de bem..não merecem discriminação positiva…?
PRA QUEM NÃO SAIBA OS MESMOS SÃO ORIGINÁRIOS DA OBTUSOLÂNDIA ..TERRA QUE SE SITUA ALGURES NA NÃOFAZNADAZULÂNDIA…..
Março 17, 2009 at 10:47 pm
“Discriminação positiva”…isso existe?…gostava de saber o que é…como se aplica…
Em relação aos ciganos, na nossa escola temos bastantes, mas não dão problemas de comportamento…o absentismo é um pouco alto… os problemas são mais com as famílias que aparecem pouco, de vez em quando temos que entregar os casos à cpcj. Como as meninas ficam comprometidas logo cedo os interesses passam a ser outros… aos 13 anos o mais tardar estão casadas…e vão logo para os mercados.
Já apoiei algumas, falo por experiência…
São bem piores os “quinquilheiros”…
Março 17, 2009 at 10:55 pm
Engraçado… Junta-se a palavra discriminação com a palavra positiva e.. está tudo explicado.. Até o inexplicável…
Março 17, 2009 at 10:57 pm
Esta da discriminação positiva cá me fica. Apenas lhe retiro a positiva. Discriminação é discriminação, porra!…
Há bocado ouvi o Octávio Teixeira na Sic e concordo com ele. Não foi pelas idades dos alunos, não foi pelos níveis de escolaridade, então só pode ter sido pelo facto de serem …ciganos.
Março 17, 2009 at 10:57 pm
Terça-feira, Março 17, 2009
DEMISSÃO COM 4 ANOS DE ATRASO
Por outras palavras, podemos inferir das asserções de António Cardoso e da Matriarca que há por aqui, DREN, com este e imensos outros casos de equivalente falta de tacto, de chá e do mais elementar espírito democrático, uma demissão com quatro anos de atraso e uma legislatura com quatro anos em excesso, recheada de oportunismo e ilegalidade excedentários: «O secretário da Junta de Freguesia de Barqueiros, António Cardoso, garante que o comunicado da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) sobre a concentração de alunos ciganos numa só turma na escola EB1 de Lagoa Negra, Barcelos, “é uma farsa”. O autarca põe em causa o acordo que a DREN afirma ter estabelecido com matriarca da comunidade cigana que, entretanto, também já hoje lhe desmentiu este entendimento.»
http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/03/dren-demissao-4-anos-atrasada.html
Março 17, 2009 at 10:58 pm
Março 17, 2009
Discriminador(a)
Arquivar em: Comentário, Educação, Política, Portugal — João Luís Pinto @ 6:37 pm
Estas cabeças bem pensantes do statu quo têm mesmo muita graça.
Os mesmos do “todos diferentes todos iguais”, que proibiram qualquer forma de discriminação de género em anúncios de emprego em jornais, os das escolas inclusivas, do diálogo inter-cultural, da criminalização do racismo, e que atiram sobre qualquer discurso público que pareça sustentar qualquer coisa sequer parecida com discriminação privada decidiram agora, como mostra de discriminação positiva (pois claro, da “boa”), enfiar 17 ciganos, separados de toda a outra população escolar, a ter aulas num contentor.
Mais: os tais dos “direitos inalienáveis”, das “crianças que não são propriedade dos pais”, sustentam e admitem a iniciativa como legitimada pela (entretanto aparentemente desmentida) autorização dos pais das referidas crianças.
Coisa linda. Só podemos mesmo pasmar e interrogarmo-nos: se o contentor fosse um luxuoso lounge e se as criancinhas fossem todas brancas, numa população escolar toda cigana, também seria “discriminação positiva”? Ou era “negativa”?
A autorização dos pais basta para sustentar a segregação, mas a sua decisão já não é valida para escolher a maneira como o seu filho é educado?
Tudo isto tresanda a hipocrisia, e testemunha o desnorte generalizado das mais variadas instâncias políticas, aos mais diversos níveis. E a perenidade dos inimputáveis que nos governam.
http://oinsurgente.org/2009/03/17/discriminadora/
Março 17, 2009 at 10:59 pm
Terça-feira, 17 de Março de 2009
||| A senhora Dren.
Não sei quem fala verdade, mas a D. Dren – aquela senhora que mal sabe escrever – só arranja encrencas. Mal sai de uma, entra logo noutra. É preciso ter faro.
http://hojehaconquilhas.blogs.sapo.pt/892536.html
Março 17, 2009 at 11:01 pm
Terça-feira, 17 de Março de 2009
A discriminação das crianças ciganas.
Estou perfeitamente estupefacto com o facto de no meu país ser possível colocar crianças de uma etnia afastadas das outras crianças e colocadas num contentor. Se isto não constitui uma discriminação intolerável, proibida pela Constituição, não sei o que mais o poderá ser.
Não quero saber se os pais das referidas crianças concordaram ou deixaram de concordar com esta situação, e parece-me que a atitude da Alta-Comissária para a Imigração e o Diálogo Intercultural é de uma complacência absolutamente escandalosa. Só por humor negro se pode chamar a isto “um caso intermédio de integração”, frase que aliás poderia ser aplicada a qualquer caso de discriminação. Isto lembra-me o velho “equal but separate”, que servia precisamente para justificar a segregação dos negros na América. Se é para fazer este tipo de apreciações, pergunto-me que utilidade tem este serviço, que é pago com o dinheiro dos contribuintes.
Alguém deveria explicar aos apoiantes desta solução o que sente uma criança numa escola, quando vê os seus colegas colocados num edifício normal, e ela própria ser levada para dentro de um contentor, apenas por causa da etnia que tem. Mas pelos vistos a capacidade de indignação é algo que começa a escassear nos tempos que correm.
http://lei-e-ordem.blogspot.com/2009/03/discriminacao-das-criancas-ciganas.html
Março 17, 2009 at 11:02 pm
Algo está podre
Março 17 2009
Não que o caso concreto deste racismo ou não racismo, seja um pormenor, pelo contrário será importante saber como funciona e porque funciona assim esta escola.
No entanto, este é um de muitos casos, que vão desde a violência, seja entre alunos ou seja para com professores, até ao abandono escola, onde se mostra um sistema podre, defeituoso e vergonhoso para Portugal.
Não se percebe estas apostas directivas para o sistema de ensino. Desde a ministra até directores, todo o ensino empanca em tecnocratas que flutuam por cima da realidade. Onde o contacto com o terreno é nulo e as medidas desfasadas do que realmente se passa.
Um sistema pintado em tons rosa, onde todos são culpados menos quem manda.
Regresso ao início, não sei se o caso é de racismo ou não, mas que algo está podre e precisa de ser mudado, é uma certeza.
http://em2711.blogs.sapo.pt/48512.html
Março 17, 2009 at 11:12 pm
AMONTOAR CIGANOS É FIXE
Enfim, é de estranhar as justificações apresentadas para esse amontoar de 17 ciganos num monoContentor: quer-me parecer que idealmente a integração em turmas plurais e a salvaguarda da distinção etária bastariam como critérios universais da educação em Portugal não passíveis de excepções nem de experimentações livres. Para experimentalismo indescritível basta o que tem sido exercido ilegal e erroneamente sobre os professores. Mas isso é seguindo o bom-senso e o melhor espírito da lei. O problema é que o clima eductativo, com os seus tiranetes e as suas opressões, deixa muita margem para as direcções regionais de confiança política caninamente arfantes de lealdade possam inventar e fazer de improviso o que queira. Isso e o facto de, rezam as crónicas, serem os portugueses nada racistas, salvo em se tratando de ciganos, onde desde pequeno se é industriado acerca dos respectivos perigos: «O PSD, PCP e o Bloco de Esquerda (BE) já pediram a presença da ministra Maria de Lurdes Rodrigues no Parlamento para explicar o facto de 17 alunos ciganos terem aulas à parte, na escola básica de Lagoa Negra, de Barcelos, noticia hoje a TSF. A Direcção Regional do Norte nega a discriminação racial. Segundo um comunicado da DREN, a criação de uma turma-projecto é uma “medida provisória” e o seu objectivo era responder às especificidades deste grupo de jovens, como o risco de abandono e a dificuldade de frequência, adequando os currículos e horários de funcionamento. Quanto ao contentor, a DREN diz que a turma funciona num “monobloco igual a centenas de outros utilizados nas nossas escolas”, garantindo que este possui todas as condições, como sistema de aquecimento e ar condicionado. [...] A alta-comissária para a Imigração afirmou hoje que, pelas informações que dispõe, a opção da Escola de Barqueiros (Barcelos) de concentrar alunos ciganos numa única turma terá sido uma decisão tomada em conjunto com os pais.» Que pais? E a violação da lei e da constituição pelos pais pode ser caucionada porque se trata dos pais?! O facilitismo e o populismo vieram para ficar e passam muito pela rédea solta a uma parte monstruosa dos problemas da educação, os mesmos pais, por contraponto com os alvos de toda a pancada e de toda a desconsideração, os professores. Um ME que se acua e cede prontamente perante os interesses dos pais e canta de galo para com os professores abre caminho a sapateirices como esta. Por isso mesmo, o único caminho da escola e dos professores é organizar o recurso aos tribunais administrativos por parte de professores que manifestem essa pretensão, facilitando a constituição de um grupo alargado de professores que permita a contratação de uma equipa de advogados de direito administrativo para actuar judicialmente contra as inconstitucionalidades e ilegalidades da legislação imposta pelo Ministério da Educação; incentivar os sindicatos a, juntamente com os movimentos de professores, constituírem uma delegação nacional de professores que solicite audiências ao Parlamento Europeu e à Unesco, denunciando os sucessivos ataques deste Governo aos professores e à escola pública; estimular os professores, através da acção concertada de sindicatos e movimentos, a envolverem-se em vigílias/concentrações por tempo indeterminado, distrito a distrito, para explicar à opinião pública o absurdo das medidas e das situações aberrantes vividas nas escolas, vigílias que devem ter, também, como objectivo apelar à não votação neste Partido Socialista. Há muito a fazer. E um milhãos de motivos para resistir.
http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/03/amontoar-ciganos-e-fixe.html
Março 17, 2009 at 11:17 pm
MAS O QUE É QUE ISTO TEM A VER COM O GOVERNO SOCIALISTA E COM RACISMO???!!!
Vocês já alguma vez trabalharam com alunos de etnia cigana? Sabem alguma coisa da cultura deles? Já pararam para pensar que, se não se fizer nada, eles continuarão excluídos?
Março 17, 2009 at 11:21 pm
SIM LALAGE… MAS NÃO SERÃO ELES QUE AUTOEXCLUEM…?
Claro que se podem ajudar os drogados…mas a regra de ouro não é a seguinte: ANTES DE TUDO O DROGADO TEM QUE SE AJUDAR A SI PRÓPRIO…SE ASSIM NÃO FOR NINGUÉM O PODERÁ TIRAR DO FUNDO DO POÇO…
Março 17, 2009 at 11:24 pm
A escola deve ter abertura de espírito suficiente para perceber que os seus alunos não são todos iguais. Estas pessoas têm costumes diferentes, é a escola que se deve adaptar para os integrar. A mudança deles só começará depois… é uma constante da História
Março 17, 2009 at 11:25 pm
ALIÁS ALGUNS DELES TINHAM 18 ANOS…! ACHAM NO VOSSO BOM SENSO QUE ALUNOS COM ESTA IDADE ESTAVAM BEM JUNTO DE ALUNOS COM 11 E 12 ANOS…QUERIA VER ALGUNS DOS QUE AQUI FALAM A LÁ PÕR OS SEUS FILHOS…QUERIA QUERIA…
BEM ATÉ AMANHÃ..PORRA PARA AS MAÍSCULAS…
Março 17, 2009 at 11:25 pm
A palhaçada da escola inclusiva, que quer aparentar uma coisa, mas que no fundo é outra, dá-nos este belo exemplo de discriminação educativa.
Todas as forças políticas colaboraram na fraude de uma escola de sucesso, que finge que ensina a todos, acabando por criar uma ficção de igualdade na ignorância generalizada.
Agora acrescenta-se uma nova modalidade: à confinação de raças em jaulas separadas dá-se o nome de discriminação positiva!
O eduquês mutante não pára de nos surpreender na sua cavalgada tresloucada, com a Margarida Moreira a relinchar de delírio em delírio.
Afinal o que vem a ser a escola pública inclusiva? Alguém sabe o que é, para além de uma declaração sociológica vazia de sentido pedagógico?
Março 17, 2009 at 11:27 pm
Nessa prespectiva também no tempo dos esclavagistas, com costumes diferentes , a escola teria de se adaptar a eles….
TUDO MISSO É MUITO BONITO MAS Vão lá para fora para os paises de leste e vejam o
Março 17, 2009 at 11:29 pm
que acontece com os ciganos…deixo aqui um excerto…
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2731949-EI294,00.html
Março 17, 2009 at 11:41 pm
O que é preciso é paz. Aconselho a espreitar este link aqui para relaxar
Março 17, 2009 at 11:50 pm
Quando andava na 4.ª classe… tinha colegas ciganos, que moravam lá na aldeia.
(Um deles, agora, até é uma “ela”! Acho que andam todos por Espanha… há anos que não sei nada deles!)
Tínhamos aulas na mesma sala, brincávamos no mesmo recreio! O Toni (a Toni… hehehe…) até nos ensinava a dançar e cantar!
Em Coimbra trabalhei numa escola onde estavam integrados alunos/as ciganas. Foi muito complicado (não fui professor deles).
Para quem conhece… são daqueles que foram para o Bolão! Não conheço a fundo o trabalho que é feito com eles… mas a escola é “apenas” um parceiro da integração… está muito longe de ser “o único”!
(tenho de falar com o Costa sobre o assunto, um dia destes…
)
O que não me parece nada bem é metê-los todos num “contentor”… por causa da “discriminação positiva”! Bah!
Qualquer dia é um “contentor para brasileiros”… depois “outro para ucranianos”…. e +por aí fora!
Ah: MMoreira mentiu. Foi desmentida pelo Secretário da Junta de Freguesia!
Março 17, 2009 at 11:52 pm
Não gostei deste.
Demasiada contemporização e excessiva caultela.
O episódio é degradante sob qualquer ponto de vista. Trata-se de uma segregação étnica que deve ser denunciada e censurada.
Março 18, 2009 at 12:02 am
Como fiz o comentário 5, gostaria de acrescentar o seguinte. Esta, agora aqui, é a primeira vez que escrevo (e digo) discriminação positiva. Esta é também a primeira vez que eu escrevo (e digo) escola inclusiva. Não tenho o hábito de repetir chavões inventados pelos inventores de chavões. Eles têm tempo para essas coisas e, se calhar, ainda lhes pagam.
Eu só acho que se houver possibilidades de as pessoas aprenderem mais qualquer coisita elas dever ser oferecidas.
Março 18, 2009 at 12:09 am
Discriminação que se torna positiva logo que um contentor se torne monobloco.
Também já dei aulas em monoblocos do tempo em que eram contentores. E nenhum de nós achava positivo trabalhar ora em frigorífico, ora em forno. Mas apesar de tudo, estávamos no recinto escolar.
Modernices… E tanta escola fechada, com edifícios decentes por aí.
Março 18, 2009 at 12:13 am
DESTA VEZ TENHO QUE CONCORDAR.
PORQUE ELES ESTÃO TODOS DE ACORDO. PORQUE É QUE NÓS QUE ESTAMOS DE FORA ESTAMOS A CHATEÁ-LOS?
PARECE QUE OS CIGANOS ACEITAM, OS OUTROS ALUNOS E E.E. TAMBÉM, OS AUTARCAS TAMBÉM.
QUAL É O PROBLEMAS?
DEIXEM-NOS “ESTUDAR”!
SE OS VÃO COLOCAR EM OUTRAS TURMAS É QUE VÃO ESTRAGAR TUDO.
MAS QUAL DISCRIMINAÇÃO!?
O ENSINO SÓ DEVIA SER PARA QUEM QUER E NO MOMENTO QUE QUER OU QUANDO ACHA QUE LHE FAZ FALTA!
Março 18, 2009 at 12:25 am
Não me vou alongar muito sobre o tema, porém sempre posso adiantar que aguardamos a todo o momento um texto esclarecedor e taxativo do Dr. Duarte da Veiga sobre o assunto…
Março 18, 2009 at 1:53 am
Atenção!, todos os TEIP vão no sentido dessas coisas positivas que apregoam por tudo quanto é sítio, mas sem qualquer sentido.
O facto é que nas comunidades ciganas só os rapazes vão à escola, sabe-se com que vontade e já se sabe que é por causa do rendimento mínimo. As raparigas não, quando muito só no Primeiro Ciclo. Mal aparece o período, acabou.
É a defesa da Raça. Acho bem e acho mal e qualquer um minimamente informado sabe porque é que eu acho be e acho mal. O problema é a raça de idiotas que acha, lá nos seus gabinetes, que é tudo igual, todos socialistas, embora haja os claros, os escuros, os turvos e os assumidamente “gays”.
O problema é que as minorias descobriram que, quanto mais minoria, melhor. Porquê? Porque as minorias, apesar do que se pensa e transmite, entendem-se bem.
Dou para caso a minoria dos políticos, achados a si maioria.
Março 18, 2009 at 1:54 am
Não emendo.
Março 18, 2009 at 8:55 am
#32 e fazes muito bem porque o que disseste está absolutamente certo. Subscrevo!
Março 18, 2009 at 8:56 am
Os gulags também serviam para a inclusão, tal como os campos de trabalhos forçados na China!
Creio mesmo que foram precursores da moderna discriminação positiva terapêutica em massa, inventada pelos grandes educadores Lenine, Trotsky, Estaline e Mao.
O mesmo não se poderá dizer dos campos de concentração nazis, que também visavam uma reabilitação pelo trabalho, embora a liquidação estivesse definida claramente como meta a curto prazo.
Digamos que os nazis eram menos hipócritas do que os seus parceiros comunistas.
Março 18, 2009 at 7:33 pm
Lalage estas cegaonhas estão a ser discrimindas…não estão na torre de uma igreja mas sim num poste de alta tensão…
Março 18, 2009 at 7:42 pm
Este já discrimina muito mais…cegonhas…
Março 21, 2009 at 12:50 pm
Bulimunda, se perdesse um tempinho a informar-se sobre o projecto das cegonhas que eu citei, saberia que não se trata de um poste de alta tensão qualquer…
Março 21, 2009 at 12:54 pm
“- O Programa Condoninho, que a REN pôs em marcha em 1993, surgiu para realojar um número crescente de famílias de cegonhas-brancas que elegiam os postes de electricidade para construir os seus ninhos. Desde então, a REN já realojou mais de 1700 ninhos, com a instalação de plataformas em locais seguros para a nidificação e pela colocação de campânulas próprias para afastar as cegonhas das zonas perigosas.”
http://static.publico.clix.pt/cegonhasnaweb/projecto.html
Março 21, 2009 at 1:30 pm
hAJA DEUS QUE ALGUÉM AINDA SE PReOCUPE COM AS CEGONHAS…BEM HAJA lalage…mesmo assim prfefiro vê-las nas torres da igreja
Março 21, 2009 at 1:33 pm
haja Deus pois qualquer teremos nós de ser realojados, pois somos uma espécie perigosa.