O Ministério da Saúde está a avaliar quantos médicos reformados do Serviço Nacional de Saúde existem no País com menos de 70 anos, para saber se avança para a sua contratação. Mas muitos já trabalham nos hospitais, através de empresas.
Na Educação querem os professores aposentados a fazerem voluntariado, mas vejam lá se na na Saúde ousam avançar com tal ideia? Aqui contrata-se.
Por outro lado, nada disto faz sentido. Primeiro, empurram as pessoas para fora e depois querem-nas de volta. É a completa falta de uma linha de rumo definida.
Parents, teachers and ministers are all engaged in a deception over our exam system says the former chief inspector of schools
Sitting at the back of the classroom, I cringed. A pupil had given an answer that betrayed his complete misunderstanding of the question. His teacher beamed. “Well done, Johnny,” she said, “that is fantastic.”
Why, I asked her afterwards, had she not corrected his mistake? She looked at me as if I were mad. “If I’d told him that he’d got it wrong he would have been humiliated in front of the rest of the class. It would have been a dreadful blow to his self-esteem.” With a frosty glare she left the room.
Have you looked at your children’s exercise books recently? The odds are that the teacher’s comments will all be in green ink. Red ink these days is thought to be threatening and confrontational. Green is calm and reassuring and encouraging. If you read the comments, you will probably find that they are pretty reassuring and encouraging, too. The work may not be very good, but the teacher appears to have found it inspirational.
One of my Sunday Times readers wrote in recently to ask why her son’s headmaster was so reluctant to tell parents whether children had passed or failed internal school examinations. His line was that school tests were meant to diagnose weaknesses rather than to give a clear view of a pupil’s grasp of the subject. He wanted to help his pupils do better and he was worried that honesty might demotivate pupils who were not achieving very much. Did I, she asked, think this was a very sensible idea? I replied that I did not.
New research says stress of formal schooling could put them off for life.
Plans to lower the mandatory school starting age to four could trigger a wave of stress and anxiety among children according to new research which suggests starting formal lessons so early can damage some youngsters’ education for life.
A government-backed review recommended last year that children start school at four instead of five because of concerns that summer-born babies get fewer terms of schooling and their achievement suffers permanently as a result. Many local authorities already take children at four.
Today’s research, conducted by Cambridge Assessment, Cambridge University’s exam board, suggests that the move may do more harm than good by distressing four-year olds and putting them off school permanently.
Quanto a um ponto da situação, balanço e contas e outras iniciativas, o updeite será feito em breve.
Já a questão da gestão escolar, por tão evidente, confesso ser uma das minhas prioridades na desmontagem do aparato legislativo com que o ME nos bombardeou no ano passado.
Pois, o problema passa por percebermos o que queremos exactamente da escola… e já agora que modelo de sociedade queremos construir. Por enquanto há quem pareça ter optado pelo pseudo-modernaço por fora e terceiro mundista logo atrás do vidro da montra.
Reflexões e (in)consequências do Concurso de Mobilidade para Titulares
Movida pela curiosidade espreitei os resultados do Concurso de Mobilidade para Titulares e fiquei a cogitar com os meus botões se, hipoteticamente, tivesse havido Titulares do Departamento a que pertenço a concorrer, poderia ter acontecido que para o seu lugar tivesse entrado alguém muito menos graduado, cuja Titularidade poderia ter sido conseguida com uns meros 70 pontitos (ou menos) e que por força de todas as injustiças, incongroências, arbitrariedades e o “factor sorte”, iria ocupar um lugar que para os que foram opositores ao primeiro concurso, nem sequer tinha chegado a existir.
Estamos perante mais um exemplo de atropelo e ultrapassagem completamente ilícita e imoral, que por certo, terá sido a oportunidade, para alguns, de alcançarem um lugar que nunca teriam conseguido se a carreira não tivesse sido dividida. Dá que pensar!…
Estou perfeitamente indignada, estupfacta e revoltada!
Uma mera professora, com uns meros vinte e nove anos de serviço
E ao mesmo tempo uma das melhores compras disponíveis. A autobiografia do mito em 500 páginas, com um duplo cd acoplado com muitas das das bandas que passaram pelas igualmente míticas John Peel Sessions – Right Time, Wrong Speed, 1977-1987 – com tudo aquilo a que um adolescente da época tem direito: Buzzcocks, Damned, Cure, Stiff Little Fingers, Ruts, Rezillos, The Jam, Joy Divison, Smiths, Associates, Gang of Four, Laurie Anderson, Jesus and Mary Chain, Echo and the Bunnymen e muitos mais. Por 12 euros.
A mesa com o Teodoro a fazer a transmissão online, a Reb, moi-même e o doutor Garcia Pereira.
Uma panorâmica da sala onde se demonstra que, ao contrário de umas bocas de um(a) comentadora, a sala Milão estava bem povoada. Bem mais do que da última vez que lá tinha estado.
Já aqui falei da forma ligeira, mas altamente reveladora, como Maria de Lurdes Rodrigues reagiu ao parecer elaborado pelo doutor Garcia Pereira. De acordo com o que afirmações recentes:
Não valorizo os pareceres. Os pareceres são encomendados e devem ser valorizados por quem os encomendou. Não pedi nada ao professor Garcia Pereira, portanto, não tenho que valorizar nada.
Já aqui se referiu em outro post que isto é contraditório com o facto do ME andar a encomendar, ele próprio, pareceres a alegados peritos, que não são nomeados.
Mas neste momento gostaria mais de analisar a forma como a Ministra da Educação parece encarar as encomendas e a sua utilidade, à luz do que conhecemos sobre algumas das encomendas do ME.
Vejamos:
A João Pedroso foi pedida a elaboração de algo entre o estudo e a base de dados sobre legislação em matéria de Educação – pensando bem, JP tem tinha razão em pedir mais tempo e dinheiro depois do primeiro porque a tarefa de colocar ordem no aparato legislativo em matéria de Educação é hercúlea – que acabou como sabemos, por cumprir e imensas dúvidas a correrem sobre muitos aspectos que não convém agora especificar muito por causa de…
A um grupo de visitantes estrangeiros ilustres, ajudados por um especialista nacional, foi encomendado um estudo do tipo OCDE-mas-apenas-quase-OCDE, que validou as políticas do Governo para o 1º CEB com uma semana de trabalho, visitas a pouco mais de meia dúzia de autarquias e quase todas do partido do governo e uma bibliografia que parece uma estante de publicações oficiais do ME.
Mas a mais notável, porque cândida na sua inusitada sinceridade, foi a feita logo no primeiro ano de mandato a João Freire sobre a reorganização da Carreira Docente, na qual se pode ler, a páginas 104 do relatório final, como é que um encomendado deve preparar a encomenda quando o encomendador é a equipa do ME:
Quem trabalha assim, ou melhor, quem faz trabalhar assim os autores das suas encomendas, compreendo que lhe seja possível entender que algo seja feito de forma diferente e transparente, em que o pedido, o método de trabalho e os resultados finais são claros e estiverem sempre à vista de todos, sem truques.
Significa isto que, infelizmente, há quem insista em medir os outros pela sua própria medida.