Gostei de ler!
Embora o comunicado só aponte o dedo à FNE ( por se estar a demarcar da Plataforma), penso que o apelo à unidade se extende a todos nós que continuamos na luta!
Excelente ideia de unidade, esta de malhar nos sindicatos e nos sindicalistas… sobretudo por parte de quem só descobriu o poder da unidade no último ano.
#1 Reb
malha na FNE porque está a negociar a carreira com o Calhau.
# 2 fjsantos
Já fui dirigente, SPRAA e sempre lutei para que todos os sindicatos alinhassem na luta…
Descobrimos agora? Não generalizes tanto, não partas de um em particular para o Geral.
Podes dizer que agora os professores estarão mais conscientes – embora nem todos uma grande malha ainda pensa que pode brincar às bonecas e aos carrinhos.
As críticas tens de entender, que em muitas escolas estão sozinhos.
Para não empestar mais a desconfiança, que não deveria existir…pois até o dirigente de Marrocos city é contra os bloguistas…tu és um deles!
calo-me.
O Francisco Santos, por seu lado, gosta de malhar nos movimentos, e aparece logo sobretudo quando se trata da APEDE. Já se sabe que ele foi sócio e saíu em lítigio. Não gosta da APEDE nem dos seus dirigentes, tem certamente milhares de razões para isso. Por mim pode continuar, não me afecta.
Quanto à FNE o nosso comunicado vem denunciar uma situação de que temos testemunho directo, concreto e factual. Houve colegas que nos alertaram para o que estava a acontecer. Incrédulos, tentámos esclarecer a situação e tratámos de averiguar directamente com a FNE. Aquilo que ouvimos é de estarrecer. Não é aceitável, não pode ser feito, trai a luta e a atitude de resistência de tantos e tantos milhares de colegas. Inaceitável! Foram minutos e minutos a falar das possíveis consequências da não entrega de OI, alertando mesmo para eventual procedimento disciplinar e chegando ao ponto de perguntarem se tinhamos noção clara das implicações da não entrega e se estávamos a informar convenientemente os nossos colegas. Uma atitude totalmente desmobilizadora, francamente lamentável.
A pérola final foi esta: “A FNE, em matéria de avaliação, já não integra a Plataforma”! Ora toma!
Perante isto que fique claro: não fizemos um comunicado com base no “consta por aí” ou “ouvimos dizer que”, o que fizemos decorre de factos concretos, que confirmámos, e se for necessário há nomes, nºs de telefone, dias e horas de contactos. Fui claro?
E ainda digo mais: sabemos, e é público, que alguns dirigentes sindicais da FENPROF entregaram os seus OI. Não falamos disso no comunicado porque não temos provas concretas. E sabemos, além disso, que essa atitude foi de imediato condenada! Que se perceba de uma vez por todas (Francisco Santos à parte, é um caso perdido) que não nos move nenhuma sanha anti-sindical, não podemos é calar uma traição à luta! Neste caso, assumida pela FNE! Situação que condenamos e lamentamos profundamente.
Abraço a todos!
P.S. Eu não entreguei OI, nem nenhum dirigente dos movimentos independemtes o fez. Demos o exemplo! Era bom que todos tivessem feito o mesmo, ou pelo menos que não remassem contra!
Bom, os mais incautos ou desconhecedores do que é o sindicalismo à moda da FNE, aqui têm. Olho neles, tenho vindo eu a dizer.
De facto, o animal com que melhor se identifica o sindicalista-FNE é o rato. E a especialidade destes, como de todos os ratos, é roer. Neste caso, roer a corda da unidade sindical.
Vários processos negociais, ao longo das últimas décadas, tiveram esta evolução: a FNE une-se inicialmente à Fenprof, fazendo suas as aspirações da classe e ajudando à radicalização da luta. Quando a coisa aqueceu, a FNE recua e sai à francesa, para assinar, nas costas dos professores, um acordo com o governo.
Está-lhes na massa do sangue, não há nada a fazer. Só é de estranhar que alguns professores ainda os levem a sério.
Eu já achava estranho a FNE andar nesta luta e não ter tentado quebrar a luta. Mas desde que li umas pretensas negociações com o Calhau…cheirou-me a esturro.
Afinal a FNE tem de seguir a voz do dono o Proença.
Para que lhe servem os professores, porque raio ainda há professores que dão alguma expressão a esta pretensa Federação?
Está visto que são os primeiros a quebrar e a negociar com o ME.
O grande problema é que apesar do amigo Mário Nogueira andar pela sombra a dar orientações aos Ex.mos Sr.s Dirigentes dos Movimentos (que já não se distinguem dum braço armado da fenprof/cgtp) existem alguns professores que acreditam na forma de agir da fne. Os professores estão fartos das peixeiradas que uns e outros fazem e o que querem é que as lutas se traduzam em resultados objectivos para eles e para a sua carreira e não para uma qualquer central sindical ou para fazer que o fulano A, B, C ou D apareça no jornal para ganhar espaço dentro do partido. Aos que gostam tanto de bater na FNE (e já se sabe quem são e a mando de quem estão) seria interessante pedir-lhes um olhar atento para o umbigo (não este excelente espaço) mas o que fica centrado na barriguinha de cada um…
Leu aquilo que escrevi em #5?
Leu mesmo? Parece que não.
Ali fala-se de factos. Algo de concreto.
Se quer analisar a questão com seriedade releia e depois comente.
Sou professor, dou aulas todos os dias, estou na luta de corpo e alma, não sou sindicalizado nem filiado em nenhum partido.
Os movimentos independentes (repare bem no termo!) surgiram a partir das salas de professores, numa corrente crescente de indignação perante as políticas do ME. É assim que continuamos na luta. Com muita honra e orgulho. Não andamos de certeza atrás de tachos ou lugares aqui ou ali. Eu sou professor, adoro dar aulas e é assim que irei continuar.
Exijo é mais respeito de certos colegas que se divertem a inventar teorias da conspiração. Com que objectivos?
Fevereiro 24, 2009 at 5:26 pm
Gostei de ler!
Embora o comunicado só aponte o dedo à FNE ( por se estar a demarcar da Plataforma), penso que o apelo à unidade se extende a todos nós que continuamos na luta!
Fevereiro 24, 2009 at 6:09 pm
Excelente ideia de unidade, esta de malhar nos sindicatos e nos sindicalistas… sobretudo por parte de quem só descobriu o poder da unidade no último ano.
Fevereiro 24, 2009 at 6:32 pm
#1 Reb
malha na FNE porque está a negociar a carreira com o Calhau.
# 2 fjsantos
Já fui dirigente, SPRAA e sempre lutei para que todos os sindicatos alinhassem na luta…
Descobrimos agora? Não generalizes tanto, não partas de um em particular para o Geral.
Podes dizer que agora os professores estarão mais conscientes – embora nem todos uma grande malha ainda pensa que pode brincar às bonecas e aos carrinhos.
As críticas tens de entender, que em muitas escolas estão sozinhos.
Para não empestar mais a desconfiança, que não deveria existir…pois até o dirigente de Marrocos city é contra os bloguistas…tu és um deles!
calo-me.
Fevereiro 24, 2009 at 6:40 pm
A FNE por este caminho quaquer dia anda a fazer peditórios à entrada das escolas para sobreviver. Uma vergonha.
Fevereiro 24, 2009 at 9:50 pm
O Francisco Santos, por seu lado, gosta de malhar nos movimentos, e aparece logo sobretudo quando se trata da APEDE. Já se sabe que ele foi sócio e saíu em lítigio. Não gosta da APEDE nem dos seus dirigentes, tem certamente milhares de razões para isso. Por mim pode continuar, não me afecta.
Quanto à FNE o nosso comunicado vem denunciar uma situação de que temos testemunho directo, concreto e factual. Houve colegas que nos alertaram para o que estava a acontecer. Incrédulos, tentámos esclarecer a situação e tratámos de averiguar directamente com a FNE. Aquilo que ouvimos é de estarrecer. Não é aceitável, não pode ser feito, trai a luta e a atitude de resistência de tantos e tantos milhares de colegas. Inaceitável! Foram minutos e minutos a falar das possíveis consequências da não entrega de OI, alertando mesmo para eventual procedimento disciplinar e chegando ao ponto de perguntarem se tinhamos noção clara das implicações da não entrega e se estávamos a informar convenientemente os nossos colegas. Uma atitude totalmente desmobilizadora, francamente lamentável.
A pérola final foi esta: “A FNE, em matéria de avaliação, já não integra a Plataforma”! Ora toma!
Perante isto que fique claro: não fizemos um comunicado com base no “consta por aí” ou “ouvimos dizer que”, o que fizemos decorre de factos concretos, que confirmámos, e se for necessário há nomes, nºs de telefone, dias e horas de contactos. Fui claro?
E ainda digo mais: sabemos, e é público, que alguns dirigentes sindicais da FENPROF entregaram os seus OI. Não falamos disso no comunicado porque não temos provas concretas. E sabemos, além disso, que essa atitude foi de imediato condenada! Que se perceba de uma vez por todas (Francisco Santos à parte, é um caso perdido) que não nos move nenhuma sanha anti-sindical, não podemos é calar uma traição à luta! Neste caso, assumida pela FNE! Situação que condenamos e lamentamos profundamente.
Abraço a todos!
P.S. Eu não entreguei OI, nem nenhum dirigente dos movimentos independemtes o fez. Demos o exemplo! Era bom que todos tivessem feito o mesmo, ou pelo menos que não remassem contra!
Fevereiro 24, 2009 at 10:08 pm
Bom, os mais incautos ou desconhecedores do que é o sindicalismo à moda da FNE, aqui têm. Olho neles, tenho vindo eu a dizer.
De facto, o animal com que melhor se identifica o sindicalista-FNE é o rato. E a especialidade destes, como de todos os ratos, é roer. Neste caso, roer a corda da unidade sindical.
Vários processos negociais, ao longo das últimas décadas, tiveram esta evolução: a FNE une-se inicialmente à Fenprof, fazendo suas as aspirações da classe e ajudando à radicalização da luta. Quando a coisa aqueceu, a FNE recua e sai à francesa, para assinar, nas costas dos professores, um acordo com o governo.
Está-lhes na massa do sangue, não há nada a fazer. Só é de estranhar que alguns professores ainda os levem a sério.
Fevereiro 24, 2009 at 10:25 pm
Eu já achava estranho a FNE andar nesta luta e não ter tentado quebrar a luta. Mas desde que li umas pretensas negociações com o Calhau…cheirou-me a esturro.
Afinal a FNE tem de seguir a voz do dono o Proença.
Para que lhe servem os professores, porque raio ainda há professores que dão alguma expressão a esta pretensa Federação?
Está visto que são os primeiros a quebrar e a negociar com o ME.
Fevereiro 25, 2009 at 9:20 am
O grande problema é que apesar do amigo Mário Nogueira andar pela sombra a dar orientações aos Ex.mos Sr.s Dirigentes dos Movimentos (que já não se distinguem dum braço armado da fenprof/cgtp) existem alguns professores que acreditam na forma de agir da fne. Os professores estão fartos das peixeiradas que uns e outros fazem e o que querem é que as lutas se traduzam em resultados objectivos para eles e para a sua carreira e não para uma qualquer central sindical ou para fazer que o fulano A, B, C ou D apareça no jornal para ganhar espaço dentro do partido. Aos que gostam tanto de bater na FNE (e já se sabe quem são e a mando de quem estão) seria interessante pedir-lhes um olhar atento para o umbigo (não este excelente espaço) mas o que fica centrado na barriguinha de cada um…
Fevereiro 25, 2009 at 10:00 am
http://porquemedizem.blogspot.com/2009/02/aviso.html#links
Fevereiro 25, 2009 at 7:00 pm
Gui,
Leu aquilo que escrevi em #5?
Leu mesmo? Parece que não.
Ali fala-se de factos. Algo de concreto.
Se quer analisar a questão com seriedade releia e depois comente.
Sou professor, dou aulas todos os dias, estou na luta de corpo e alma, não sou sindicalizado nem filiado em nenhum partido.
Os movimentos independentes (repare bem no termo!) surgiram a partir das salas de professores, numa corrente crescente de indignação perante as políticas do ME. É assim que continuamos na luta. Com muita honra e orgulho. Não andamos de certeza atrás de tachos ou lugares aqui ou ali. Eu sou professor, adoro dar aulas e é assim que irei continuar.
Exijo é mais respeito de certos colegas que se divertem a inventar teorias da conspiração. Com que objectivos?
Fevereiro 27, 2009 at 5:26 pm
[...] para os Comentários Há dias fiz um comentário num blogue, dando a minha opinião sobre a oportunidade de se “promover a unidade dos [...]
Março 1, 2009 at 11:28 pm
[...] dias fiz um comentário num blogue, dando a minha opinião sobre a oportunidade de se “promover a unidade dos professores” quando [...]