Alguns artigos interessantes, outros nem tanto, tudo numa perspectiva muito de Educação como meio de produção de Capital Humano
De qualquer maneira, nem que fosse pelo título da conferência inaugural do neurologista Alexandre Castro Caldas, já se justifica a aquisição:
Sucesso Só Vem Antes de Trabalho No Dicionário
Pois é, mas cá antes de tudo ainda aparecem o decreto e o despacho, não falando na portaria.

Fevereiro 21, 2009 at 9:32 pm
Paulo, correcção da penúltima palavra da penúltima linha
Fevereiro 21, 2009 at 9:41 pm
Corrigida.
Fevereiro 21, 2009 at 9:44 pm
Paulo a bunda do roca chegou…este quique sabe tanto de bola como eu de fisica quântica..força ganhem aos dragões para asemana…
Fevereiro 21, 2009 at 9:46 pm
O famigerado João Freire, autor do estudo para o novo ECD, também participou na conferência. repara na lista de conferencistas.
Fevereiro 21, 2009 at 9:49 pm
O avatar do Ramiro foi ao Carnaval de Paredes de Coura …
Fevereiro 21, 2009 at 9:53 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/02/21/criancas-sem-futurode-sebastiao-salgado/
Fevereiro 21, 2009 at 10:05 pm
Que gaita!! Estamos a perder… E de que maneira!!!
Fevereiro 21, 2009 at 10:08 pm
Um abraço Paulo – Vim para Sul…:
Outra pérola tua:
“Pois é, mas cá antes de tudo ainda aparecem o decreto e o despacho, não falando na portaria.”
Um abraço ao Ramiro
Oiço John Lee Hooker
Fevereiro 21, 2009 at 10:08 pm
Olha o Pinóquio está na RTP2 – não o oiço…
Fevereiro 21, 2009 at 10:10 pm
Eu nem o vejo…. Recuso-me.
Fevereiro 21, 2009 at 10:12 pm
Ando à volta com Medidas provisórias e medidas cautelares:
Vai-se lá saber porquê!:
Comissão Europeia > RJE > Medidas provisórias e medidas cautelares
http://ec.europa.eu/civiljustice/interim_measures/interim_measures_gen_pt.htm
Fevereiro 21, 2009 at 10:44 pm
Os números do PISA. Quem é quem com melhores resultados a Matemática, Ciências e Leitura?
O Estudo Internacional que avalia as competências dos alunos até aos 15 anos, através de exames de matemática, Ciências e Leitura, vulgarmente conhecido por PISA, dá-nos a seguinte resposta:
Finlândia: 1º em Ciências; 2º em Matemática; 2º em Leitura. Canadá: 3º em Ciências; 4º em Leitura; 4º em Matemática. Coreia do Sul: 11º em Ciências; 1º em Leitura; 4º em Matemática. Japão: 6º em Ciências; 15º em Leitura; 10º em Matemática. Noruega: 33º em Ciências; 25º em leitura; 29º em Matemática. Espanha: 31º em Ciências; 35º em Leitura; 32º em Matemática. França: 25º em Ciências; 23º em Leitura; 23º em Matemática.
Portugal está à frente da Espanha, com resultados muito semelhantes aos de França. Os países mediterrânicos, Portugal, Espanha, França, Grécia, Turquia e Itália, têm resultados semelhantes. Encontram-se a meio da tabela ou um pouco mais para trás. Ao contrário do que o Governo de Sócrates quis fazer crer, os alunos portugueses tiveram, em 2006, um desempenho muito razoável nos testes do PISA.
http://www.profblog.org/2009/02/os-numeros-do-pisa-quem-e-quem-com.html
Fevereiro 21, 2009 at 10:45 pm
Poucas estatísticas são mais falíveis que as do sucesso escolar, antes de mais porque é um conceito impossível de quantificar. O primeiro impulso é para se associar a noção de sucesso escolar às classificações dos alunos. Contudo, estas assentam num equívoco que até agora não foi resolvido por nenhum governo e que o actual veio agravar. Até há 20 anos, as classificações estavam directamente relacionadas com as aprendizagens. Contudo, com o advento da escola inclusiva, o paradigma tem vindo a alterar-se progressivamente. Actualmente, as classificações, sobretudo, até ao 3º ciclo e nos cursos profissionalizantes, não reflectem apenas as aprendizagens dos alunos, centrando-se também na sua progressão, de acordo com as suas possibilidades e capacidades.
Ora, entre estas duas realidades vai um abismo e não pode haver estatísticas sérias se não sabemos o que estamos a medir. O conceito de escola inclusiva é incompatível com a existência de exames, sobretudo, nacionais. Por sua vez, os exames nacionais constituem um instrumento independente de avaliação dos alunos e é hoje consensual que devem existir. Há aqui uma contradição que não pode deixar de ser urgentemente resolvida.
O mundo empresarial exige uma escola onde haja aprendizagens efectivas e padronizadas, de forma a que os futuros trabalhadores ou empresários possam competir num mercado cada vez mais globalizado. Neste paradigma, os exames são a cereja em cima do bolo, permitindo aferir de forma padronizada essas aprendizagens.
Contudo, o País também exige que não haja exclusão e abandono escolar, o que só é possível numa escola onde cada um possa aprender ao seu ritmo, tendo em atenção o contexto, social, cultural e familiar do aluno. Ora, se cada um aprende ao seu ritmo, as aprendizagens não podem ser padronizadas e, portanto, também não pode haver exames, que, por definição, avaliam conhecimentos-padrão.
O actual sistema de ensino vive nesta ambiguidade, o que lhe vale a acusação, merecida, de facilitista. A culpa não é dos alunos nem dos professores, mas da indefinição do modelo de sistema de ensino. Se um professor privilegia os alunos com mais dificuldades, terá necessariamente de diminuir o grau de exigência das matérias a leccionar. Consegue assim combater o abandono escolar e obter sucesso estatístico, mas as aprendizagens, com o nível e profundidade desejadas, não são realizadas. O nívelamento por baixo prejudica os alunos com maiores capacidades, que se queixam e com razão.
Ao invés, se um professor tenta nivelar o nível de ensino por cima, de forma a garantir um ensino de qualidade, privilegia os melhores alunos e conduz os piores alunos a maus resultados estatísticos (embora o ensino ministrado possa ser de qualidade). Consegue assim dar uma boa preparação a uma parte dos alunos que conseguem acompanhar o ritmo da formação, mas obtém insucesso estatístico, porque alguns alunos não corresponderam à exigência das aprendizagens. Queixam-se os alunos com mais dificuldades e com razão.
Como se vê, a coexistência do ensino inclusivo, centrado no aluno, com o ensino padronizado, centrado nos conteúdos programáticos, na mesma turma, não produz resultados optimizados e a sua manutenção pressupõe um preço a pagar pela sociedade, que terá sempre de ser tolerante com os resultados estatísticos. Contudo, o que vimos nestes últimos três anos é que o País está sujeito ao primado das estatísticas, numa obcesão, nem sempre salutar, de ficar a par dos valores médios da União Europeia.
Sendo assim, há que tirar ilacções: se o País quer resultados maximizados, terá de separar os dois tipos de ensino, seja a nível de escola ou de turma. A indefinição do actual sistema não satisfaz nem governos, nem alunos, nem professores, acabando estes por ser injustamente responsabilizados por resultados que são uma consequência do próprio sistema. Criar escolas de nível não me parece possível em termos de aceitação social, restando assim a hipótese de formação de turmas de nível dentro da mesma escola.
A ideia igualitarista de que todos os alunos têm capacidade para aprender as mesmas matérias durante um ano lectivo é uma ficção. Não há estratégias, professores ou políticas educativas que consigam contornar esta impossibilidade. E quando, por vezes, nalgumas escolas ditas modelo se fala em grande sucesso, estamos a falar de sucesso estatístico conseguido com medidas paleativas. Em Educação, não há milagres.
Queixa-se o Ministério da Educação de que os resultados escolares dos alunos são muito inferiores à média europeia. Em primeiro lugar, porquê tanta estranheza e incomodidade? Por acaso, a economia portuguesa está ao nível da União Europeia? A indústria? A agricultura? A Justiça? O sistema de saúde? Ora, se todos os sectores do País têm índices abaixo da média da União Europeia, porque carga de água a Educação haveria de ter índices iguais ou melhores?
Naturalmente, os níveis de desenvolvimento são sempre condicionados pelo contexto e pela herança do passado. Os pais dos nossos alunos têm habilitações médias iguais aos do resto da União Europeia? Portugal continua com 9% de analfabetismo, flagelo que nos países do Norte da Europa foi erradicado há 100 anos! As condições de vida dos alunos portugueses são iguais às dos alunos da União Europeia? A verdade é que muitos alunos portugueses continuam a vir para a escola mal alimentados, mal vestidos e a viver em casas abarracadas, sem qualquer dignidade e conforto. A assistência na saúde dos alunos portugueses é igual à da média da União Europeia? Ora, Portugal não tem sequer uma rede de saúde mental a nível nacional. As crianças e jovens portugueses com problemas comportamentais e de saúde mental, e muitos são, ou não fossem também os mais maltratados da Europa, esperam meses por uma consulta que, geralmente, nem sequer tem continuidade. Ou, pura e simplesmente, nem sequer têm assistência.
Quem conhece a realidade educativa em Portugal sabe que estas são as reais causas do insucesso escolar. É raríssimo um aluno de classe média, com uma família equilibrada e pais que lhe dêem a devida atenção, ter maus resultados escolares. Se dúvidas houvesse de que o problema do ensino não passa pela qualidade do corpo docente, esta simples constatação desmontaria tal tese.
Mário Lopes
In
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3b1be272-e05b-4e57-ae03-7719058cb703&edition=89
Fevereiro 21, 2009 at 10:46 pm
Poucas estatísticas são mais falíveis que as do sucesso escolar, antes de mais porque é um conceito impossível de quantificar. O primeiro impulso é para se associar a noção de sucesso escolar às classificações dos alunos. Contudo, estas assentam num equívoco que até agora não foi resolvido por nenhum governo e que o actual veio agravar. Até há 20 anos, as classificações estavam directamente relacionadas com as aprendizagens. Contudo, com o advento da escola inclusiva, o paradigma tem vindo a alterar-se progressivamente. Actualmente, as classificações, sobretudo, até ao 3º ciclo e nos cursos profissionalizantes, não reflectem apenas as aprendizagens dos alunos, centrando-se também na sua progressão, de acordo com as suas possibilidades e capacidades.
Ora, entre estas duas realidades vai um abismo e não pode haver estatísticas sérias se não sabemos o que estamos a medir. O conceito de escola inclusiva é incompatível com a existência de exames, sobretudo, nacionais. Por sua vez, os exames nacionais constituem um instrumento independente de avaliação dos alunos e é hoje consensual que devem existir. Há aqui uma contradição que não pode deixar de ser urgentemente resolvida.
O mundo empresarial exige uma escola onde haja aprendizagens efectivas e padronizadas, de forma a que os futuros trabalhadores ou empresários possam competir num mercado cada vez mais globalizado. Neste paradigma, os exames são a cereja em cima do bolo, permitindo aferir de forma padronizada essas aprendizagens.
Contudo, o País também exige que não haja exclusão e abandono escolar, o que só é possível numa escola onde cada um possa aprender ao seu ritmo, tendo em atenção o contexto, social, cultural e familiar do aluno. Ora, se cada um aprende ao seu ritmo, as aprendizagens não podem ser padronizadas e, portanto, também não pode haver exames, que, por definição, avaliam conhecimentos-padrão.
O actual sistema de ensino vive nesta ambiguidade, o que lhe vale a acusação, merecida, de facilitista. A culpa não é dos alunos nem dos professores, mas da indefinição do modelo de sistema de ensino. Se um professor privilegia os alunos com mais dificuldades, terá necessariamente de diminuir o grau de exigência das matérias a leccionar. Consegue assim combater o abandono escolar e obter sucesso estatístico, mas as aprendizagens, com o nível e profundidade desejadas, não são realizadas. O nívelamento por baixo prejudica os alunos com maiores capacidades, que se queixam e com razão.
Ao invés, se um professor tenta nivelar o nível de ensino por cima, de forma a garantir um ensino de qualidade, privilegia os melhores alunos e conduz os piores alunos a maus resultados estatísticos (embora o ensino ministrado possa ser de qualidade). Consegue assim dar uma boa preparação a uma parte dos alunos que conseguem acompanhar o ritmo da formação, mas obtém insucesso estatístico, porque alguns alunos não corresponderam à exigência das aprendizagens. Queixam-se os alunos com mais dificuldades e com razão.
Como se vê, a coexistência do ensino inclusivo, centrado no aluno, com o ensino padronizado, centrado nos conteúdos programáticos, na mesma turma, não produz resultados optimizados e a sua manutenção pressupõe um preço a pagar pela sociedade, que terá sempre de ser tolerante com os resultados estatísticos. Contudo, o que vimos nestes últimos três anos é que o País está sujeito ao primado das estatísticas, numa obcesão, nem sempre salutar, de ficar a par dos valores médios da União Europeia.
Sendo assim, há que tirar ilacções: se o País quer resultados maximizados, terá de separar os dois tipos de ensino, seja a nível de escola ou de turma. A indefinição do actual sistema não satisfaz nem governos, nem alunos, nem professores, acabando estes por ser injustamente responsabilizados por resultados que são uma consequência do próprio sistema. Criar escolas de nível não me parece possível em termos de aceitação social, restando assim a hipótese de formação de turmas de nível dentro da mesma escola.
A ideia igualitarista de que todos os alunos têm capacidade para aprender as mesmas matérias durante um ano lectivo é uma ficção. Não há estratégias, professores ou políticas educativas que consigam contornar esta impossibilidade. E quando, por vezes, nalgumas escolas ditas modelo se fala em grande sucesso, estamos a falar de sucesso estatístico conseguido com medidas paleativas. Em Educação, não há milagres.
Queixa-se o Ministério da Educação de que os resultados escolares dos alunos são muito inferiores à média europeia. Em primeiro lugar, porquê tanta estranheza e incomodidade? Por acaso, a economia portuguesa está ao nível da União Europeia? A indústria? A agricultura? A Justiça? O sistema de saúde? Ora, se todos os sectores do País têm índices abaixo da média da União Europeia, porque carga de água a Educação haveria de ter índices iguais ou melhores?
Naturalmente, os níveis de desenvolvimento são sempre condicionados pelo contexto e pela herança do passado. Os pais dos nossos alunos têm habilitações médias iguais aos do resto da União Europeia? Portugal continua com 9% de analfabetismo, flagelo que nos países do Norte da Europa foi erradicado há 100 anos! As condições de vida dos alunos portugueses são iguais às dos alunos da União Europeia? A verdade é que muitos alunos portugueses continuam a vir para a escola mal alimentados, mal vestidos e a viver em casas abarracadas, sem qualquer dignidade e conforto. A assistência na saúde dos alunos portugueses é igual à da média da União Europeia? Ora, Portugal não tem sequer uma rede de saúde mental a nível nacional. As crianças e jovens portugueses com problemas comportamentais e de saúde mental, e muitos são, ou não fossem também os mais maltratados da Europa, esperam meses por uma consulta que, geralmente, nem sequer tem continuidade. Ou, pura e simplesmente, nem sequer têm assistência.
Quem conhece a realidade educativa em Portugal sabe que estas são as reais causas do insucesso escolar. É raríssimo um aluno de classe média, com uma família equilibrada e pais que lhe dêem a devida atenção, ter maus resultados escolares. Se dúvidas houvesse de que o problema do ensino não passa pela qualidade do corpo docente, esta simples constatação desmontaria tal tese.
Mário Lopes
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3b1be272-e05b-4e57-ae03-7719058cb703&edition=89
Fevereiro 21, 2009 at 10:56 pm
E depois ainda se chateia que o chamem de Pinóquio
José Sócrates em mais uma acção de propaganda – é raro o dia em que não há uma – veio dizer que Portugal era um dos poucos países da OCDE em que não havia aulas de substituição e que, por isso, este governo está de parabéns ao ter conseguido implementá-las. Pena foi que se tenha esquecido de dizer que ao contrário desses países, onde estas aulas são pagas, em Portugal os professores as leccionam de borla. Uma pequena nuance que por sinal faz toda a diferença.
http://www.ocantinhodaeducacao.blogspot.com/2009/02/e-depois-ainda-se-chateia-que-lhe.html
Fevereiro 22, 2009 at 1:08 am
insisto nesta: o “sucesso”, aquele que a ideologia da moda subentende (um jovem de sucesso) é uma coisa que resulta das explicações…
…por exemplo, gostava que alguém conseguisse determinar a percentagem de alunos do secundário que chegam a estudantes do primeiro ano de medicina sem um único explicador…mas não se cansem muito, que se disserem 0% não cometem um erro significativo e ultrapassam de longe a precisão dos números das previsões sociais e económicas…
Fevereiro 22, 2009 at 11:14 am
A GESTÃO DA DEMOCRACIA
O desfile de carnaval em Paredes de Coura é apenas a face visível e mediática de uma questão muito mais negra e que nos traz de volta fantasmas que julgávamos exorcizados das nossas vivências. Trata-se de uma questão de poder e, como qualquer questão de poder, implica algumas tomadas de posição extremadas e à margem daquilo que seriam as normais práticas da democracia e da cidadania.
(continua)
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/02/gestao-da-democracia.html
Fevereiro 22, 2009 at 11:34 am
Eduquês ataca professores mais velhos. Pacheco afirma que docentes mais velhos resistem às mudanças
De vez em quando o eduquês dá sinal de vida. Hoje, foi pela voz de José Pacheco, director do Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho . O CIE da UM é um velho viveiro do eduquês. Não admira, por isso, que o seu director afirme: “os professores com mais anos de carreira nem sempre estão mentalmente preparados para responder às novas exigências do sistema de ensino, como trabalho burocrático e o tempo extra lectivo passado na escola”. E adianta: “hoje, os professores têm de desempenhar um conjunto de tarefas dentro da escola para as quais os mais novos estão mais sensibilizados. O trabalho dos professores vai muito além da sala de aula”.
O senhor Pacheco não critica a nova perspectiva de escola que faz dos professores auxiliares de acção educativa, mangas-de-alpaca, animadores sociais e terapeutas. Nem tão pouco tem uma palavra para criticar a injustiça e parcialidade introduzidas pelo modelo burocrática de avaliação. Afirma que os mais novos estão mais sensibilizados para as novas funções: leia-se as funções de guarda, animação e socialização. Ele sabe do que fala: é professor numa Universidade que há, largos anos, forma professores. Não lhe ocorre que a profissão docente é uma profissão intelectual, que exige um grande domínio do conhecimento de uma área científica e um esforço enorme de actualização dos saberes. Não lhe ocorre, também, que o bom professor tem de ter tempo para ler os livros e revistas da sua especialidade e que esmagar os docentes com burocracia e funções de guarda e animação os impede de fazerem actualização científica.
http://www.profblog.org/2009/02/eduques-ataca-professores-mais-velhos.html
Fevereiro 22, 2009 at 11:40 am
http://raivaescondida.wordpress.com/2009/02/22/a-cegueira-apos-150-mil-prometidos-mais-30-mil/
Fevereiro 23, 2009 at 2:40 pm
Passámos os dedos pelas mesmas lombadas. Dexei ficar.
O sol, os miúdos, a bola, os bichos.