A Carreira
Aí está a carreira em todo o seu esplendor:
1- Não é necessária qualquer formação especializada para coordenar, supervisionar e avaliar o trabalho científico e pedagógico dos professores.
Há uma espécie de naturalização de uma crença: avaliar professores é o complemento óbvio de avaliar alunos; não é exercitar outra função educativa. O avaliador, por ter avaliado alunos, não precisa de formação especializada para avaliar professores – nascem-lhe competências por geração espontânea. O artigo 56º do ECD – que regulamenta precisamente o exercício de outras funções educativas – exige formação especializada em estabelecimentos do ensino superior para que o professor se qualifique para o exercício de funções no ensino especial, na gestão escolar, até na animação sócio cultural (?) ou na educação de adultos… Mas na supervisão e avaliação de professores…NADA. Vai-se ali ao Centro de Formação fazer uma acção de 25 horas… Consulta-se uma “Equipa de Apoio às Escolas”… E JÁ ESTÁ. Mesmo que os avaliadores “não queiram” são nomeados e até se podem delegar competências que eles próprios não adquiriram.
2- Deriva desta concepção de carreira uma consequência que é, em abstracto, muitíssimo questionável. Tornou-se impossível que o professor possa percorrer a carreira do princípio ao fim dando SÓ aulas (para além da componente de estabelecimento em favor dos alunos), mesmo que sejam aulas excelentes seguidas de resultados excelentes.
Percebo agora que a principal razão que levou muitos titulares, em final de carreira, a anteciparem a condição de aposentados, não foi o cansaço dos alunos nem qualquer receio de planificações e aulas observadas. Tiveram apenas a delicadeza de não nos incomodarem com a sua presença nas nossas salas. Não chegaram a entrar e saíram pela porta grande.
3- E, no entanto, na mesma escola onde faltam competências básicas, sobram competências básicas. Não falo de avaliação de desempenho docente, mas de carreira docente. Milhares de professores nos últimos 10/15 anos, com grande recurso a fundos públicos e da Comunidade Europeia, a título voluntário, concluíram formação especializada/mestrados – no mínimo de 250 horas -, que conduziram ao reconhecimento certificado e, muitos, a graus académicos. Foram reposicionados na carreira. E que mais? Mais nada. Se temos na escola algum colega com formação especializada em desenvolvimento curricular, tem competências a mais, não há espaço nenhum na carreira para que a sua especialidade sirva ao desenvolvimento da escola; se há algum professor com formação em gestão e administração escolar, isso não lhe serve de nada, nem à escola, a não ser que resolva “puxar o tapete” aos colegas que já estão na gestão; e aos professores que têm competências na sua área de especialidade, para que lhes serve isso em termos de carreira?
Conclusões:
Professores a quem a Administração dispensa competências essenciais e a quem impõe uma nova função cujo exercício, pelo menos…, as deviam necessariamente implicar;
Professores que são obrigados por nomeação e delegação de competências a avaliar outros, mesmo que o não queiram, ou não lhes interesse profissional e cientificamente;
Professores que têm competências certificadas para as quais não existe propriamente carreira.
- É uma carreira de caca. E já fede por todo o lado.
Júlio Figueiredo
Fevereiro 19, 2009 at 10:55 pm
É isto mesmo!
Fevereiro 19, 2009 at 10:58 pm
É isso aí!
…
(versão brasileira de “É isto mesmo!”)
Fevereiro 19, 2009 at 11:05 pm
Isto é brincadeira de carnaval, depois do entrudo passa.
Fevereiro 19, 2009 at 11:05 pm
iSTO JÁ NÃO VAI COM BENZINA, PARECERES OU MEGAMANIFS! SÓ À BORDOADA!!!! (VER ‘PÚBLICO oNLINE’)
Escola terá de fazer o desfile pelas ruas
DREN contraria Conselho Pedagógico de Paredes de Coura na polémica sobre desfile de Carnaval
19.02.2009 – 18h52 Graça Barbosa Ribeiro
A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) contrariou hoje uma decisão do Conselho Pedagógico do Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura – que decidira fazer a festa de carnaval dentro do estabelecimento – e ordenou ao Conselho Executivo que convoque os professores para fazerem o desfile pelas ruas, amanhã à tarde.
“Tenho ordens para não falar, mas é impossível não reagir a esta desautorização da tutela em relação a uma decisão tomada em Conselho Pedagógico”, protestou a presidente do Conselho Executivo, Cecília Terleira, quando contactada pelo PÚBLICO.
Ontem à noite, os professores decidiram que, se após as explicações, a DREN mantivesse a ordem anteriormente dada através de correio electrónico, aceitariam participar no desfile, sob protesto, para não correrem o risco de ver demitida a presidente do Conselho Executivo. “Vou fazer a convocatória, como foi acertado com os professores que, numa reunião marcada para hoje, poderão decidir manifestar, de alguma forma, o seu descontentamento”, disse Cecília Terleira.
A presidente do CE, que comentou que “os professores e os elementos dos órgãos de gestão da escola “estão em estado de choque com a falta de respeito da tutela por uma decisão tomada nos órgãos próprios”, sublinhou que o critério para o cancelamento do cortejo e de outras actividades foi suspender “apenas aquelas que não prejudicassem a aprendizagem dos alunos”.
Alegando falta de tempo – devido aos processos de eleição do Conselho Geral e do director e ao processo de avaliação – o Conselho Pedagógico decidiu terça-feira suspender algumas das 164 iniciativas que faziam parte dos planos de actividades. “Foram escolhidas apenas aquelas que não eram essenciais à aprendizagem e que, para além disso, eram promovidas fora do horário lectivo e não lectivo dos professores”, explicou Cecília Terleira. Entre elas estava o cortejo de carnaval dos cerca de 400 alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Ensino Básico que, decidiram os professores, festejariam o Carnaval mascarando-se e brincando nos respectivos estabelecimentos de ensino.
A decisão mereceu a imediata crítica da Câmara Municipal, de maioria socialista, e também da Associação de Pais, cujo presidente, Eduardo Bastos, disse ontem à noite à Lusa já ter “a informação, embora oficiosa”, de que iria “mesmo haver desfile”.
O PÚBLICO tentou obter uma reacção do Ministério da Educação, mas sem êxito.
Notícia actualizada às 19h37.
Fevereiro 19, 2009 at 11:11 pm
Realmente, tudo o que se tem passado na Educação de há 4 anos a esta parte é um verdadeiro Carnaval, com uma mascarada de Bruxa, outro de Xerife e o terceiro de Cardeal-Diabo. O Rei Momo é um tipo meio amaricado, vestido de Armani, com Luvas nas mãos e mascarado de Pinóquio. Claro que, com tais figurantes, as piadas do corso são todas de mau gosto.
Fevereiro 19, 2009 at 11:16 pm
Excelente texto, concordo plenamente.
Eu sou professor, mas o que eu gosto mesmo é de dar aulas. Ser director ou coordenador não me diz nada. Quero é estar com os alunos, ensinar.
É lamentável que um professor preciso de “cargos extra” para ascender na carreira. Professor devia ser professor. Cargos extra só por gosto pessoal ou vocação, nunca como obrigação para “subir”.
Subscrevo inteiramente.
Fevereiro 19, 2009 at 11:26 pm
excelente tiro na carreira lurdovalteriana de matriz socratina.
e para poderes ser um professor excelente e facilitar , como não nos cansámos de apregoar e enviar às escolas e a toda a comunicação social,a diferenciação pedagógica , a diversificação das actividades, sempre respeitando os ritmos de aprendizagem dos alunos….pega lá seis turmas vinte e tais alunos, 3 e 4 níveis e etc e etc e etc que todos nós sabemos.
esta gente é quase criminosa…
Fevereiro 19, 2009 at 11:27 pm
há o crime de lesa futuro?
Fevereiro 19, 2009 at 11:31 pm
“Desvalorização dos professores é uma das causas da baixa qualidade do ensino, aponta especialista
RIO – O baixo desempenho de alunos da rede pública em português e matemática, apontado em estudo do movimento Todos pela Educação, pode ser explicado em parte pela desvalorização que o professor enfrenta hoje. A avaliação é do próprio presidente da ONG, Mozart Neves Ramos.
- O problema é multifacetado, mas certamente para que a gente mude a questão da aprendizagem temos que valorizar o professor. Primeiro, eles não estão capacitados dentro desafio atual da escola pública. Depois, o professor hoje ganha pouco, corre risco de vida, principalmente para quem trabalha nas periferias das grandes cidades com o problema da violência – destaca Mozart, que também é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Além das condições de trabalho oferecidas aos professores, Mozart aponta a formação desses docentes como um problema central para qualidade do ensino público.
- A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real – diz.(…)”
http://tinyurl.com/c4wfev
Fevereiro 19, 2009 at 11:36 pm
É mais um exemplo de autonomia das escolas e descentralização do cacete.
Fevereiro 20, 2009 at 12:09 am
A pulverização da Luta Docente
Onde encontrar o exército de 120.000 combatentes que marcharam sobre Lisboa!
O exército no primeiro confronto a sério foi completamente dizimado perante o potencial bélico do inimigo. No terreno é agora nítida a devastação. È mesmo confrangedora a posição de alguns grupos perfeitamente isolados que se constituem como focos de resistência dispersa.
O comando de operações está agora claramente dividido em duas facções. Encabeçando uma das facções encontra-se Nogueira, numa outra, cada vez mais distante, Dias da Silva.
O Grande derrotado deste confronto é o Comandante Nogueira que logo nos primeiros passos foi enfraquecido pelo protagonismo de alguns generais de campo como Guinote.
Nogueira, em desespero de causa, tenta agora disparar em todas as direcções sem um alvo bem definido e sem uma tentativa clara de reagrupar as tropas. A Capacidade de manobra, fruto de erros tácticos, é nula.
Isolado e encurralado entre fogo cruzado daqueles que já combateram a seu lado, pouco resta ao General Guinote e ás suas tropas do que depor as armas de forma incondicional. Arrastando-se no campo de batalha e acusando já um desgaste e uma desorientação confrangedora, pouco mais resta a este General e aos seus seguidores do que esperar pelos “acordos de Yalta”.
A quem serviu esta luta? Poder-se-á perguntar.
Sem duvida que o espólio vai ser repartido entre os estrategas que cometeram menos erros tácticos, tanto em termos de timing como de estratégia. Foram eles o Comandante Dias da Silva e o Comandante Pedreira. São eles os vencedores.
Esta Batalha ficará para a História pelos ensinamentos e pelas vítimas que produziu. Nogueira jamais a esquecerá porque sairá de cena como o grande derrotado.
Guinote, à semelhança de outros generais de campo, transformar-se-á num Herói porque sucumbiu a lutar no terreno sem nunca abandonar aqueles que o seguiram.
Aguardemos serenamente o resultado dos “acordos de Yalta”. Enquanto isso, restará enterrar os mortos e cuidar dos vivos.
Fevereiro 20, 2009 at 12:12 am
Não consigo vislumbrar o comentário nº 11!
Será algum vírus do meu computador.
Fevereiro 20, 2009 at 12:16 am
#12
O problema é mais geral. Eu também não tenho o comentário 11.
Fevereiro 20, 2009 at 12:22 am
Caro Dr. Pedro
Aconselho uma consulta de oftalmologia
Fevereiro 20, 2009 at 12:23 am
das duas uma … o xibanga é um bebado ou é um puto do PS que é pago á hora para vir para aqui dizer baboseiras.
Fevereiro 20, 2009 at 12:23 am
mas o crime de lesa pátria existe, não existe? antigamente enforcavam-nos e fuzilavam-nos, não era? o d. joão II arrancáva-lhes o coração com as mãos. o d. pedro I parece que também sabia da poda.
mas as coisas não andam a correr nada bem com o fripór, pois não?
Fevereiro 20, 2009 at 12:24 am
o comentário #11 e 14 não existe.
Paulo, anda por ai um virus…
Fevereiro 20, 2009 at 12:25 am
Dr. Boris
uma consulta de oftalmologia para si, talvez seja a proposta adequada.
Fevereiro 20, 2009 at 12:26 am
o que se passa em paredes de coura é gravíssimo. ao pessoal de paredes de coura só digo: respeitem o vosso pedagógico e a vossa presidente. respeitem a vossa condição de professores.não mascarem a vossa dignidade pelas ruas da vila. mostrem-na nos espaços da escola.
depois venham-me cá falar em lutas. deram-vos uma oportunidade de ouro. não tenham medo!
Fevereiro 20, 2009 at 12:27 am
um dia destes entram-vos pelas salas de aulas adentro.
Fevereiro 20, 2009 at 12:28 am
“11,
Fevereiro 20, 2009 at 12:29 am
Dr. Like
que dia destes!!!!! A sala de aulas é um espço de trabalho e, por consequencia, nada há a temer.
Fevereiro 20, 2009 at 12:31 am
“descentralização do cacete”
:):)
Fevereiro 20, 2009 at 12:31 am
Ainda #11,
Fiquei sem perceber se me renda se lute até ao fim…
Xibanga, elucide-me…
Fevereiro 20, 2009 at 12:32 am
Dr. Paulo Guinote
A minha ausência apenas teve a ver com problemas de saúde e necessidade premente de repouso.
As novidades por aqui não são grandes. Apenas resta utopia.
Fevereiro 20, 2009 at 12:34 am
#25,
Não fiquei preocupado com a sua ausência, para além de achar que o lado cómico dos comentários fica sempre a perder quando não aparece.
O resto é treta.
Fevereiro 20, 2009 at 12:35 am
Dr. Paulo Guinote
A História tambem é feita de Herois e de utopia. Penso que a forma mais digna é tombar em combate.
Fevereiro 20, 2009 at 12:37 am
Ou muito me engano ou voltou um dos vírus que por aqui aparece de vez em quando. É melhor utilizarmos o antivírus “Mata-ratos”.
E, daqui por uns tempos, talvez o “Rato-mor” acabe no “vault” e todos possamos beber um cálice de “Free Port”.
Fevereiro 20, 2009 at 12:42 am
anda por aí quem tenha saudades
Fevereiro 20, 2009 at 12:46 am
Diabo: Entra cá, governarás
atá as portas do Inferno
Enforcado: Nom é essa a nau que eu governo
Diabo: Mando-te eu que aqui irás.
Enforcado: Oh! nom praza Barrabás!
Se Garcia Moniz diz
que os que morrem como eu fiz
são livres de Satanás…
Fevereiro 20, 2009 at 12:52 am
AlÔ, PAREDES DE COURA!
Fevereiro 20, 2009 at 12:58 am
XOTOR GUINOTE, XOTORES, BOAS NOITINHAS
XIBANGA! XIBANGA!
Outra vez a delirar?
Desculpem Xotores . O rapaz teve mesmo problemas de saúde.
Ficou co problemas musculares depois de copiar 140 milvezes a versão final feliz do seu “O ABISMO”.
Foi como os garotos do colégio militar.
S+i estava habituado a Xibangar em copy “et past” e nunca tinha escrito tanto à mão!
Isso e mai-la coça que o Ferrer lhe aplicou a modos que por ciúmes da Maria Campos, a pirata pistoleira e salseira!!
Mas isso é outra história…
SE NÃO VÊEM OS COMENTÁRIOS é PORQUE EU FIZ COMO HÁ DOIS DIAS : apliquei-lhes uma demãp de tinta branca tartaruguinha.
COMO ESTE É MAIS RUGOSO, TALVEZ PARA ELE UMA SÒ DEMÃO NÃO CHEGUE!
Fevereiro 20, 2009 at 1:07 am
se calhar o menino doido é mesmo o animal feroz que disse que era. quando encurralado mostra as garras. uma garritas de pintassilgo mas pronto, ele pensa que são garras.
já foi assim antes com o caso charrua e com a directora do centro de caúde de cieira do cinho, que foi exonerada por não ter retirado do centro um cartaz.
agora, encurralado de vez, dá os últimos estertores: jornalistas fora do dciap e do passeio(!, carnaval em torres vedras, o elefante da dren a partir os cristais todos na escola de paredes de coura. nada de novo à face da terra.
os fachistas que tomaram de assalto o poder
é assim que se comportam. os fachistas são todos iguais.
vão ter um carnaval inesquecível e um funeral a condizer.
cuidado com os idos de março…
#32
:):)
Fevereiro 20, 2009 at 1:15 am
..cá para mim os pais estão cheios de razão, com tanta falta de pão que vai por aí vêm agora estes marotos e tiram-lhes também também o circo… isto não se faz !
Fevereiro 20, 2009 at 8:22 am
Voltando ao conteúdo do post… Efectivamente estou à espera do dia em que milagrosamente por papel passarei a ser obrigatoriamente competente, unicamente porque a minha colega de grupo pediu aulas assistidas na sua área…
Passarei a ser competente por pedido…
Fevereiro 20, 2009 at 11:11 am
Realmente é para dizer:
Pão e circo!
Fevereiro 20, 2009 at 12:13 pm
Júlio: como punch line do teu texto, a linha de encerramento dificilmente poderia ser mais lapidar, mais incisiva, mais justa e mais precisa! Gostei.
Paulo
Fevereiro 20, 2009 at 1:49 pm
Finalmente e assumidamente, voltámos a ter o Lápis Azul!Finalmente, vamos ter ordem social e o respeito pelas Auoridades. Ainda bem que as SIS’s funcionam. Só asssim,vamos ter um País como deve ser.
Finalmente!
Se assim não for, qualquer dia ainda vamos para a rua brincar ao Carnaval! Ou então voltamos a ser autonomos e criativos nos nossas empregos!
Vejam bem o perigo que não seria!? Seria altamente perigoso ter opinião e liberdade de expressão!
Não! Não pode ser! O Povo de Portugal precisa de ser presssionado para entrar na Ordem. Precisamos de um Presidente do Conselho que nos indique o caminho. Caso contrário entraremos no Caos. E o Caos, pelo menos o democrático, é muito perigoso!
E vocês Professores: “funcionalizem-se”! Basta ouvir bem o que diz o Director e depois Executar! Nada de Pedagogias ou estratégias autonomas pensadas para cada caso e para cada aluno. Isso é perigoso. Antes de decidirem, façam rquerimento a pedir autorização. Só depois de um Conselho superior, poderão tomar decisões. Os alunos que esperem!
Nada de Professor reflexixo, autonomo ou criativo! Nada disso! Isso é perigoso! Muito perigoso! Isso são as Universidades e os Investigadores de Educação que dizem há uns 20 anos atrás. Nada disso! Investigações???
Funcinalizem! Escrevam papéis, peçam autorizações. Nada de Caos! Isso é Perigoso! Muito perigoso! Alías, esses estudos são balelas!
Reflexão? Decisão? Autonomia? Professor Criativo, agente intelectual, gestor de Conflitos?
Disparates! Grandes disparates!
Funcionalizem e obedeçam!
E calem-se!