Meia centena de professores protestou em Ponta Delgada
Regional | 2009-02-14 10:30
Meia centena de professores compareceu ontem à noite na concentração agendada pelo Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA), em Ponta Delgada, para protestar contra a burocratização da carreira docente no Arquipélago.
“Há que retirar tempo à burocracia para que os professores se possam dedicar mais à essência da sua profissão que é ensinar e educar”, afirmou o sindicalista Armando Dutra aos jornalistas, reconhecendo que a chuva e o frio impediram que mais professores comparecessem à chamada.
Reunidos junto à Igreja da Matriz, os professores, munidos de chapéus de chuva, exibiam faixas brancas onde se podia ler: “Pela dignificação dos professores e educadores” e “Horários justos e pedagogicamente adequados”.
Frisando que a intenção dos professores é trabalhar no sentido de aperfeiçoar o Estatuto da Carreira Docente na Região, Armando Dutra assegurou que o Sindicato “não vai baixar os braços”, nem desistir de lutar para criar melhores condições de trabalho e aprendizagem.
Horários, condições de trabalho, avaliação dos docentes, estrutura e duração das carreiras são as questões essenciais, que o Sindicato pretende ver plasmadas no diploma, que será analisado e votado na próxima semana no parlamento açoriano.
“Queremos dar um sinal aos grupos parlamentares para que os deputados vão além da proposta apresentada pela Secretaria Regional da Educação e Formação”, disse Armando Dutra, confiante que os parlamentares farão uma “reflexão ponderada” em favor de uma melhor educação no Arquipélago.
O Sindicato já convocou para terça-feira mais duas acções de protesto, desta vez nas cidades da Horta e Angra do Heroísmo.
O ano de 2008 foi marcado pela contestaçao dos professores. Em 2009 os protestos dos docentes continuam a fazer-se ouvir. A Fenprof (Federação Nacional dos Professores) recusa-se a baixar os braços e promete não dar tréguas ao ministério tutelado por Maria de Lurdes Rodrigues. No horizonte surgem as primeiras brechas na Plataforma de sindicatos a propósito dos escalões profissionais e depois da ultima proposta ministerial discutida esta semana com a Fenprof e com a FNE.O estatuto da carreira docente e em especial o modelo de avaliação marcaram os protestos dos professores e obrigaram o governo a recuar em pilares tidos como fundamentais, simplificando esse mesmo processo. No programa Primeiro Plano da Antena Minho/Rádio de Braga esteve Júlia Vale, membro do secretariado e do conselho nacional da Fenprof e dirigente do Sindicato dos Professores do Norte. Entrevistada pelos jornalistas Paula Maia do Correio do Minho e Rui Alberto Sequeira da Antena Minho, a dirigente sindical fez o ponto da situação sobre o actual momento da educação no país.
Rui A.Sequeira – No braço de ferro entre governo e sindicatos de professores, o ministério transformou gradualmente o processo de avaliação num ‘simplex’. Ao transportarem o conflito com a ministra para um ano eleitoral pode-se dizer que os professores saem vencedores?
Júlia Vale – É um facto que o ministério da educação não conseguiu até ao momento implementar o modelo de avaliação de desempenho que tentaram aplicar desde o ano lectivo anterior. A legislação estava publicada desde Janeiro de 2008. As duas grandes manifestações, as greves e a luta dos professores – perante um modelo do ministério que não tem preocupação pedagógica e não tem por objectivo o sucesso educativo – foi determinante.
Paula Maia – Mas foi uma estratégia sindical fazer arrastar o processo até este ano de eleições?
JV -Quem arrastou foi o ministério; cego surdo e mudo ao querer implementar um modelo que não resulta. Convém que fique claro que a simplificação feita pelo governo é só para vigorar até ao final deste ano lectivo. Depois em Setembro regressa novamente ao modelo original. Ora isso não pode suceder. Vamos lutar pela aplicação de um regime transitório como sucedeu nos Açores até que se negoceie um modelo definitivo
PM- Qual é a sanção que os professores podem sofrer por não entregarem os objectivos individuais?
JV- Entendemos que nenhuma. A entrega dos objectivos individuais não é referida como obrigatória na legislação que sustenta a avaliação de desempenho. A única situação que está expressa na lei; nos artigos 11º,15ª e 16º é a que tem a ver com
a auto-avaliação que aliás se encontra no estatuto como sendo obrigação do docente.
RAS- Mas não há, ainda assim, um desrespeito pela lei?
JV- Poderemos considerar uma desobediência assumida pelos docentes perante a tentativa de imposição de uma legislação que não é aceite nas escolas.
RAS- O governo entende como sendo um requisito obrigatório…
JV- Uma vez que não está na lei, a questão é simples: que sanção é que o professor pode ter por não entregar os objectivos individuais? Não é por acaso que o ME quando se referiu a esta questão disse que o professor era obrigado a entregar a sua auto avaliação.
PM- Em entrevista ao Correio do Minho, a Directora Regional de Educação do Norte falava sobre este assunto , dizendo que não há qualquer processo disciplinar, simplesmente o professore não progride na carreira
JV- Isso não é uma sanção mas sim uma consequência por não entregar os objectivos individuais.
RAS -Há uma continuada resistência dos professores, educadores ao modelo de avaliação e mais a favor de métodos mitigados, segundo os interesses da classe?
JV- Não é assim ! Aquilo que tem sido dito é que não existia um modelo de avaliação de desempenho e que os professores recusam ser avaliados. O primeiro-ministro e o ministério da educação (ME) mentem.
PM- O que existia até agora era uma auto-avaliação…?
JV- Vamos ver..! O que existia era um modelo de avaliação dividido em três momentos: um relatório critico feito pelo docente sobre o desempenho da actividade relativo á permanência no escalão; acções de formação e a menção ,obrigatória, de satisfaz para que se desse a progressão. Admitimos que esta não seria a solução ideal.
RAS – Os sindicatos até á alteração da lei estavam acomodados?
JV- Se aquele modelo já não servia para o sistema educativo, tinha de se pôr o assunto em cima da mesa, discutindo-o mas nunca pondo de lado a preocupação pedagógica, aplicando isso sim, um modelo que se centre na actividade do docente e dos educadores melhorando a sua pratica com o objectivo final que é o sucesso educativo dos alunos.
PM- Os professores devem ser avaliados por um entidade externa á escola ou por outros professores?
JV- Os profess ores devem ser avaliados por quem conhece o seu trabalho.
RAS- Neste caso, quem será mais indicado para o fazer?
JV- Os colegas do departamento a que pertence o docente, colegas do pedagógico e o Conselho Executivo também terá uma palavra a dizer. É impensável vir alguém de fora fazer uma avaliação sobre um trabalho que desconhece.
PM- Neste processo de negociação com o ministério, os sindicatos de professores não apresentaram uma alternativa ao modelo adoptado pela tutela ?
JV- Mais uma falsidade que o governo fez passar para a opinião pública. Esta luta tem sido desenvolvida não apenas pela Fenprof mas por uma plataforma que uniu sindicatos com perspectivas diferentes. Nunca tinha acontecido uma união assim…
PM-O processo de avaliação de desempenho é a reforma que mais mudanças trouxe para as escolas nos ultimos anos?
JV- Pela negativa. Os professores deixaram de ter tempo para ensinar nas melhores condições.
PM- Defendem uma suspensão do actual modelo. O que se segue depois?
JV- Queremos uma verdadeira negociação.
PM-O que é que pretendem negociar?
JV- …Queremos encontrar um modelo de avaliação. A Plataforma de Sindicatos apresentou ao ME; em tempo útil; uma série de princípios em relação ao que deve ser tido em conta na avaliação de desempenho. A Fenprof fez chegar ás escolas no passado dia oito de Outubro, uma proposta de avaliação acompanhada de uma outra relacionada com a estrutura da carreira.
RAS -Essas propostas não vieram tarde tendo em conta que este modelo de avaliação já estava desenhado desde o início do anterior ano lectivo?
JV – Tentámos em sede de negociação alterar a proposta do ME. Infelizmente o ministério foi autista, prepotente, arrogante e não quis negociar com base nas nossas propostas e nas de outros sindicatos. Existe uma lógica economicista associada a este processo de desempenho e que não podemos separar do Estatuto da Carreira Docente.
Há uma divisão da carreira que nunca aconteceu e ainda por cima feita de forma arbitrária e sem lógica
RAS – Porquê economicista?
JV-.Porque o único objectivo é impedir que professores e educadores cheguem ao topo da carreira .É de uma incongruência total.
RAS- Os sindicatos não interpretam como sendo um critério de selecção do ME para premiar os bons professores?
JV- Não é. No anterior estatuto já existia a possibilidade de fazer esta diferenciação atribuindo classificações de ‘Muito Bom’ e ‘Excelente’ , só que nunca houve uma regulamentação apesar da insistência da Fenprof.
A criação da carreira de professor e de professor titular veio criar conflitualidade nas escolas por causa das regras do concurso para titular.
Na nossa perspectiva, os professores têm de ter uma carreira única.
PM- Então como é que se diferencia quem tem qualidade e quem não tem?
JV- Regulamentando as matérias que estavam no anterior Estatuto da Carreira Docente. Não obstaculizando a progressão dos professores que é o que sucede com o actual estatuto.
PM -Os professores não gostam de divisões entre a classe nem de ser distinguidos entre bons e menos bons?
JV- Entendemos que não faz sentido na nossa profissão existirem duas carreiras distintas. O professor seja titular ou não, tem como função principal ensinar. Dar aulas.
PM -Mas concorda que nem todos os docentes têm condições para chegar ao topo da carreira?
JV- Não têm ; mas devem existir as condições para que o docente o possa atingir. Não podem ser impedidos por medidas administrativas como acontece agora com a divisão em titular e não titular. Professores que neste momento são titulares reconhecem que não têm apetência para certas funções, enquanto outros que o não são, apresentavam competências para serem titulares
RAS- Como é que a Fenprof analisa esta nova proposta do ME de criar um sétimo escalão na carreira de professor e um novo escalão na de professor titular. Daqui se conclui também que o ministério não parece querer abrir mão das duas carreiras.
JV- Nós também não abdicamos da nossa posição. A questão da não divisão da carreira é para nós fundamental. Uma das coisas que defendemos é a existência de um escalão que permita o acesso de todos os professores e não apenas para aqueles que já estão no topo. A maior parte dos docentes está nos índices intermédios.
PM- Qual vai ser a posição no futuro dos sindicatos e da Fenprof em concreto?
JV- Vamos continuar a lutar para que seja reconhecida a especificidade desta actividade profissional e contra a incongruência das duas carreiras. A contestação vai continuar na rua contra as politicas educativas como é o caso do novo modelo de gestão, a figura do director que remetem a escola para uma lógica empresarial subordinada e economicista. http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=1674
Obrigada ao fotógrafo João Francisco.
Estive lá e tenho muita honra de ter presenciado este momento que, creio, vai mudar muita coisa. Pelo menos vai dar que pensar às DRE(s), DGRHE, ME e PCE(s).
Não podemos parar por aqui!
Muitos dos que estiveram presentes são professores com toda uma carreira da qual não se pode fazer “tábua rasa”, outros são os jovens “com sangue na guelra” e desta simbiose tem que “nascer” algo de muito válido, contra ventos e marés!
Professores promovem cordão humano e acusam ministério nos tribunais criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
13-Fev-2009
Ministra foi vaiada por estudantes à entrada da Exponor. Foto Tiago A. Pereira/FlickrA Fenprof organiza no dia 7 de Março um cordão humano em Lisboa, que ligará o Ministério da Educação, parlamento e a residência oficial de Sócrates, apontados como “os grandes responsáveis pelo conflito que se instalou” no sector. Os sindicatos querem também avançar para os tribunais por causa da ilegalidade nas notificações com ameaças aos professores que não entreguem os objectivos. Em Abril, será tempo para definir as lutas do último período lectivo.
A Federação Nacional dos Professores agendou o regresso às ruas no início do próximo mês, ao mesmo tempo em que anunciou a intenção de apresentar uma queixa em tribunal contra a Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE), por causa das notificações com ameaças aos professores que não entregaram os objectivos individuais.
Entre 20 e 24 de Abril, a Fenprof vai promover uma semana de consulta aos professores sobre as acções e lutas a desenvolver durante e no final do 3.º período lectivo. Acções que Mário Nogueira apresentou em nome da Fenprof, mas que diz estarem abertas à participação dos outros sindicatos que integram a Plataforma Sindical e que tomarão posição na próxima semana.
A Fenprof anunciou ainda que vai entregar um pré-aviso de greve para o período entre 26 de Fevereiro e 27 de Março, de forma a permitir que os professores avaliadores se recusem a observar as aulas dos seus avaliados. No período abrangido pelo actual pré-aviso, que vigora até 20 de Fevereiro, a possibilidade acabou por ser pouco utilizada pelos avaliadores, já que muitas escolas ainda estavam na fase da entrega dos objectivos individuais. Mário Nogueira garantiu que alguns professores beneficiaram daquele pré-aviso e que outros chegaram mesmo a apresentar atestado médico, “dada a pressão de que foram alvo para procederem à observação de aulas”. “Noutros casos foram ameaçados de que seria descontado o dia inteiro de trabalho se não cumprissem a aula de observação, mesmo cumprindo o restante tempo lectivo e não lectivo. Isso é ilegal”, exemplificou.
A pressão e ameaças sobre os professores para que ponham em prática o modelo de avaliação que tem sido contestado levou ao envio de uma carta aberta aos conselhos executivos. Nela, a Fenprof diz que “a administração educativa está a agir de forma que não respeita o princípio da confiança a que está obrigada perante os seus administrados, designadamente os que exercem cargos e funções de direcção, levando-os a incorrer em procedimentos ilegais. Por essa razão, recorreremos aos tribunais apresentando queixa contra a DGRHE por violação daquele princípio”.
Mário Nogueira afirma que é “ilegal” que as notificações dos conselhos executivos digam que caso não sejam entregues os objectivos individuais, o professor “está impedido de elaborar a sua auto-avaliação”, “está impedido de ser avaliado”, “deixará de lhe ser considerado o tempo de serviço” ou “produzir-se-ão efeitos previstos em artigos do Estatuto da Carreira Docente”.
Uma nova batalha jurídica a que se junta o anúncio de que os professores irão requerer junto do Ministério Público a declaração de ilegalidade de normas do decreto-regulamentar que estabelece para este ano o regime simplificado do processo de avaliação. http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=10816&Itemid=1
Conselhos executivos ditam diferentes atitudes sobre a avaliação nas escolas caldenses
Depois das greves e das manifestações nacionais com dezenas de milhar de professores e de concentrações e vigílias realizadas um pouco por todo o país, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, cedeu nalguns pontos do controverso modelo de avaliação e apresentou um “modelo simplificado” aos docentes que, contudo, o continuam a rejeitar. Os sindicatos apelaram, entretanto, a que os professores recusem entregar os objectivos individuais que é considerado o primeiro passo do modelo de avaliação.
Reunidos em Coimbra no passado sábado, dia 7, mais de duas centenas de presidentes de Conselho Executivo de escolas de norte a sul do país reiteraram a ideia de que o modelo de avaliação proposto pelo Ministério da Educação “é um mau instrumento de gestão” e “não contribui para a melhoria do desempenho da escola pública naquela que é a sua finalidade: garantir a qualidade de ensino”.
Daí que não recuem na sua posição e pedem “a suspensão do actual modelo de avaliação como condição essencial para a defesa inequívoca da escola pública e da qualidade do ensino”. Decidiram, ainda, não exigir aos seus professores nas escolas que entreguem os objectivos individuais, dado que não há nenhuma obrigação legal para isso. Em seu entender, entender, “os objectivos constantes no projecto educativo e no plano anual de actividades da escola são referência adequada, em si mesmos, à avaliação de desempenho docente”, pelo que tornam dispensáveis a elaboração dos polémicos objectivos individuais.
Nesta reunião estiveram presentes dois presidentes de Conselhos Executivos caldenses, que partilham desta opinião.
Lina Carvalho, do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, diz que esta reunião foi importante pois “deu para aferir ideias e perceber que continuam a existir muitos Conselhos Executivos empenhados nesta luta”. A suspensão do processo de avaliação foi também a posição assumida por esta escola caldense, numa decisão unânime que diz manter-se desde o início de 2008 em todas as sessões do Conselho Pedagógico.
“O Conselho Executivo apoia totalmente esta decisão e ratifica-a. Este modelo não é exequível e não é um bom instrumento de gestão”, afirma a professora, para quem as cedências da tutela nalguns pontos do modelo inicialmente proposto não vieram facilitar nada. “Tratou-se de um exercício de maquilhagem que parecendo que simplifica o processo, apenas o complica ainda mais”, aponta.
Em sintonia está José Pimpão, presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Raul Proença. Ratificando o documento que saiu da reunião em Coimbra, o responsável diz que “nem o primeiro modelo nem este servem os interesses de gestão da escola”. Neste estabelecimento de ensino secundário, apenas os cinco professores contratados entregaram os respectivos objectivos individuais. O prazo termina no próximo dia 20, mas até agora nenhum dos 120 professores no activo entregou o documento, situação que não deverá ter alterações, ao contrário do que acontece na Escola Secundária Bordalo Pinheiro, onde a atitude mais pró-activa do Conselho Executivo tem levado a que os docentes entreguem os objectivos.
José Pimpão disse à Gazeta das Caldas que ninguém pediu para ser avaliado na componente científico-pedagógica. “O professor é professor dentro da sala de aula e se o seu desempenho aí não é tido em conta, então a avaliação perde-se em aspectos de menor importância”, disse.
Travando uma luta que diz não ser fácil, o responsável da escola diz ter plena consciência que existe “a obrigação de cumprir a lei, tal como temos que garantir a paz e o bom funcionamento da escola, salvaguardando os alunos”. Por isso mesmo, “a escola continua activa e dinâmica, até porque os alunos não têm qualquer culpa do que se passa”, embora nem sempre lhes passe despercebido o mal-estar, “que é grande”.
Esta escola realiza de 16 a 20 de Fevereiro a Semana Raul Proença, uma iniciativa anual, que este ano conta com a presença do deputado António José Seguro.
Bordalo Pinheiro e D. João II avançam com processo
Na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro “o processo está a andar em ritmo normal, dentro dos trâmites e dos ritmos legais”. Quem o afirma é António Veiga, presidente do Conselho Executivo da escola, acrescentando que dos 139 professores, apenas cerca de 25 ainda não entregaram os seus objectivos pessoais.
O professor deixa, no entanto, uma ressalva. “Não somos adeptos do modelo que está a ser implementado, muito menos do ‘simplex’, mas sabemos que devemos cumprir com as nossas obrigações”. À nova avaliação proposta pelo Ministério da Educação, António Veiga critica “um modelo demasiado simplista e administrativo, que não tem em conta aquele que para nós é realmente um bom desempenho dos docentes, em todas as suas vertentes”, pelo que o modelo simplificado não responde aos anseios dos professores.
Não obstante, “os professores da Bordalo Pinheiro, ainda que mantenham as suas posições pessoais, têm sido muito profissionais”, e o calendário interno da escola está a ser cumprido com normalidade.
“É uma normalidade dolorosa, mas se não houver mais obstáculos, o processo de avaliação deverá estar concluído até ao final do ano”, afirma António Veiga. Este responsável, que está ligado ao PS, diz que a sua escola segue “o caminho que nos parece mais honesto em prol do ensino, da escola pública, dos alunos e dos professores”.
Também no Agrupamento de Escolas D. João II o processo de avaliação está a andar. De acordo com o presidente do Conselho Executivo, Gil Pacheco, cerca de 53% de um total de 219 professores já entregaram os seus objectivos individuais. Segue-se a fase da planificação e nas primeiras semanas de Março deverá ter início o restante processo de avaliação.
“O prazo foi esticando. Agora chegámos a uma altura em que não podemos adiar mais, até porque entregámos ao Ministério da Educação o nosso calendário de desenvolvimento da avaliação”, explica o professor. O que não quer dizer, ressalva, que a escola seja defensora do modelo de avaliação proposto pela tutela. “Era apologista de ter havido uma regra de bom senso, que vá de encontro aos interesses de todas as partes. Se isso não foi possível, trabalhamos com o que temos”, lamenta.jfialho@gazetacaldas.com http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=24953
A Fenprof vai processar judicialmente a Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação por considerar que aquele organismo está a induzir os presidentes de conselhos executivos a enviarem notificações “ilegais” aos docentes que não entregam os objectivos individuais.
Para a Federação a DGRHE quebrou o “princípio de confiança” entre professores e administração educativa”, porque colocou no seu site informação – como a de que a entrega dos OI é obrigatór – que poderá levar os PCE a incorrerem em “ilegalidades” e serem processados judicialmente.
“Vamos fazer guerra às ilegalidades”, defendeu Mário Nogueira, alegando que a medida pretende “proteger” os PCE “sujeitos ao dever de obediência”, independentemente da sua legalidade.
A Fenprof apela aos docentes que reclamem junto dos conselhos executivos a fundamentação legal das notificações que têm recebido para que possam ser interpostas “acções de impugnação de actos administrativos fundamentados em normas ilegais do actual modelo de avaliação”. O decreto-regulamentar nº 1-A/2009 (regime simplificado) é um dos principais alvos da Fenprof – a Federação vai requerer junto do Ministério Público a “declaração de ilegalidade” de algumas das suas normas e junto do PGR, provedor de justiça e bancadas parlamentares que seja suscitada a fiscalização sucessiva e abstracta. O objectivo de Nogueira é suspender a avaliação nos tribunais. Entretanto, a Federação convocou sozinha, e não em Plataforma, acções de luta: o cordão humano a 7 de Março, a participação dos docentes na manifestação agendada pela CGTP a 13 de Março e a semana de consulta aos docentes, entre 20 e 24 de Abril, para aprovação de iniciativas durante e “no final” do 3º período. http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1144778
13-02-2009 – 23:46h
Professores protestam nos Açores
Burocratização da carreira docente foi o alvo dos protestos
Meia centena de professores compareceu esta sexta-feira na concentração agendada pelo Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA), em Ponta Delgada, para protestar contra a burocratização da carreira docente no arquipélago, noticia a Lusa.
«Há que retirar tempo à burocracia para que os professores se possam dedicar mais à essência da sua profissão que é ensinar e educar», afirmou o sindicalista Armando Dutra aos jornalistas, reconhecendo que a chuva e o frio impediram que mais professores comparecessem à chamada.
Reunidos junto à Igreja da Matriz, os professores, munidos de chapéus de chuva, exibiam faixas brancas onde se podia ler: «Pela dignificação dos professores e educadores» e «Horários justos e pedagogicamente adequados».
Frisando que a intenção dos professores é trabalhar no sentido de aperfeiçoar o Estatuto da Carreira Docente na Região, Armando Dutra assegurou que o Sindicato «não vai baixar os braços», nem desistir de lutar para criar melhores condições de trabalho e aprendizagem.
Horários, condições de trabalho, avaliação dos docentes, estrutura e duração das carreiras são as questões essenciais, que o Sindicato pretende ver plasmadas no diploma, que será analisado e votado na próxima semana no parlamento açoriano.
«Queremos dar um sinal aos grupos parlamentares para que os deputados vão além da proposta apresentada pela Secretaria Regional da Educação e Formação», disse Armando Dutra, confiante que os parlamentares farão uma «reflexão ponderada» em favor de uma melhor educação no arquipélago.
#12, Teodoro
Tenho feito o que posso passando toda a informação aos colegas “resistentes” lá do “burgo”, até agora ainda não houve desistentes.
No entanto já ouvi comentários menos agradáveis, por parte dos alinhados com o ME, quanto à minha participação activa, mas com esses posso bem! Não sou de desistir à primeira adversidade. Até acho que são as “vozes da (in)consciência” a fazer eco!
Paulo:
Quando fiz a transferência escrevi no destinatário – Umbilical, mas o NIB foi certinho. Será que a mesma chegou a “bom porto”?
Qual o destinatário que devo colocar para fazer nova transferência?
Já imprimi as conclusões, na sexta-feira, e coloquei na sala de professres. Devemos enviar essas conclusões por mail a todos os nossos contactos, com link para o parecer final. As conclusões cabem exactamente em duas folhas A4 e por isso são óptimas para imprimir, fotocopiar e afixar.
Desculpe dizer, mas está a precisar de ir ao barbeiro, dar uma aparadela ao cabelo…
Não se ofenda.
Eu até recomendava um , mas parece que é o mesmo do big boss e ele anda agora com os azeites… ainda reclamava da cab.. da kav… da cavala negra e não sei quê e a gente é que o ouvia!
EU ATÉ estive para IR À CONFERÊNCIA , mas os agentes incompetentes que me acompanhavam acharam melhor ir à do Xotor Jorg P. , de que falaram aqui outro dia.
RESULTADO: ANDÁMOS ÀS VOLTAS TODA A TARDE pois não conseguimos topar com o raio da conferência !!!
Antes tivesse ido à sua, para conhecer pessoalmente o Xotor e levar umas chamuças feitas pela minha esposa.
Os jornalistas é que são os malabaristas do costume : devem ter tido medo de ir, por ser sexta-feira 13 !
Saudinha!
#33 João Francisco
Por acaso apanhaste-me na foto.
Estou ao lado duma colega Umbiguista (toda de amarelo),tenho uma camisola castanha e um cachecol pendurado, a dar para os azuis, com um Kispo cor-de-rosa no colo.
Não é o meu melhor perfil (vaidosa, não!…).
Fui a “correr” de comboio e metro da escola (Linha de Sintra) para a CI.
Fui sózinha pois nenhum dos outros resistentes teve disponibilidade.
És o rapaz, ainda novinho, com uma máquina “xpto”?
#42 João Francisco, tens toda a razão! E para além do mais não podemos parar por aqui, por mim estou pronta. Como já aqui disse tenho mais 14 anitos pela frente até aos 65.
João Francisco, pq não te apresentaste?
Depois da conferência ficámos a beber champanhe no bar do hotel
Umbiguistas, se se atrevem a dizer mais uma vez que a minha camisola, comprada especialmente para a ocasião, não é amarela, eu virO-me do avesso, como a Maria Campos ))
Pedro, reconheço que tinha um toque fosforescente, mas foi a única coisa amarela que encontrei na véspera do dia D
Se desejam ficar descansados sobre o que se está a passar com a XIBANGUICE, podem ler o que deixei explicadinho , uns andares abaixo no POST que se chama “ESTRANHO”.
ambém apareceu por lá a carocha da Maria C. (não lhe chamo Agente quase porque não merece tal, a lambisgóia da salsa), mas levou logo o raspanete!
Claro que não vai servir de nada, pois agora ela até já se acha quase escritora LAI… laigh, …hã… escritora LEITE ou lá o que é… é uma palavra inglesa que também dá para o iogurtes e as comidas de dieta… os Xores sabem
SEMPRE ÀS ORDENS (dentro das minhas parcas possibilidades, ai se os bosses sabem…)
EU TAMBÉM ACHO O AMARELO UMA COR ALEGRE E BOA! Mas agora os bosses priviram-na, no departamento. Nem na risca da camisa, nem nas flores da toalha, nem nas folhas dos relatórios etc… SÃO 20 Páginas de normas simplex a explicar.
Também criaram um novo Instituto público, o IPCLA instituto nacional de controlo e limitação do Amarelo. Quem quiser usar amarelo, na roupa, carros , casa… irá pagar taxa.
Já dizem que é a taxa xiquen litla, ou lá que é, pela cor do franguito, ou então taxa volta a portugal em bicicleta..
Hora da janta!
Só espero que não seja rancho outra vez…
Ainda por cima cada vez tem mais GRÃO e tem menos MASSA!
As lojas de Lisboa estão a abarrotar de roupa amarela…
O Colombo “vomita” amarelo por todos os lado e o Vasco da Gama tem placards enormes a dizer “BUY YELLOW !”
Reb, nada me teria dado mais prazer do que ficar a conversar com pessoas que a pouco e pouco vou conhecendo e passando a admirar, mas precisei de voltar à minha escola para as aulas da tarde (o que vale é que os meus alunos esperaram por mim…).
Eu tenho-vos sempre acompanhado à distância, noutras manifestações (como a de Belém em que também enviei umas fotos ao Paulo), mas prefiro tirar fotos… quem sabe da próxima vez, teria muito gosto… e sim, era uma bonita camisola…
A xotora está mesmo de amarelo! Eu confirmo.É um amarelo para o limonete, mas é amarelo!
E olhe que , mesmo que virada do avesso, olhe que ficaria mesmo assim mais simpática do que a agente Maria Campos virada do direito!
Acho que ela até nem sabe qualé o direito e qual é o torto… dela ou de qualquer coisa que a rodeia… a Costureirita das intrigas aqui do departamento!
Boa janta!
Obrigada, controleiro!!! Só tu para repores a justiça: amarelo é sempre amarelo
João Francisco, para a próxima tens que te apresentar. Se vieres de amarelo reconhecemos-te logo
j.m, na 5ª feira depois das aulas dei um salto ao colombo e perguntei: Têm camisolas amarelas? A menina trouxe-me aquela, tamanho M, paguei e vim para casa.
No dia seguinte, no Altis, no meio de toda aquela excitação, todos me diziam : Isso não é amarelo!
Bolas cebolas, eu a pensar que me candidatava à quota do MUITO BOM ( o Excelente ficaria para Olinda em amarelo tipo torrado e a outra colega de fato amarelo) e avaliam-me com um regular
Não há direito.
Percebo a Mary Fields, vocês só vêem tudo a uma única côr
XOTORA REB
Agora a agente Maria Campos está a ver mas é tudo…negro!
Não é que os xotores é que estavam a cumprir as leis ?
Ela até organizou um daqueles jantares da sexta feira 13, para as amigas (acho que também são 13…)
Foi para espantar o mau olhado, diz ela. Logo uma emperiquitada que se julga tão fina!
Hoje é que não vai ter sorte: como andou a acenar-se ao Xibanga, e como ele está noite e dia nas cópias, o Ferrer dos ferreres de Cebolais de Cima fez-lhe aquele gesto do zé-povinho… e ela vai ficar aqui a comer rancho à luz fluorescente, em vez do jantar chique á luz de velas.
Zé -povinho não , agora temos ordens para que seja zézito-povinho, porque termos ordens para semos poulares e a tentos à massas.. ou lá o que é… já não PERCEBO NADA. Era armani e europa e agora é robin dos bosques e a massa.
Por falar em massa, vou à sobremesa (pudinflan de pacote!) para desenjoar do rancho!
Reb, não te apoquentes que o MUITO BOM ainda está ao alcance: através do parâmetro “práticas inovadoras”. Mostrar como é possível várias abordagens ao amarelo, desincentivando o paradigma pedagógico monocolor
Ora boas noites, que só agora cheguei a casa! Não, Lx não fica assim tão longe, ficámos mesmo a dormir pelo caminho.
Amanhã vou passar as filmagens para DVD – sem desprimor para o trabalho do Teodoro!
Abraço.
Alma mesquinha e vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.
Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p’ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira!
(Não é meu mas achei-o simplesmente fabuloso.)
Parabéns e obrigada por tudo o que tens feito por todos nós, Paulo.
Um grande abraço para todos os que estiveram ontem na conf.ª.
Reb, a blusa é, de facto, a atirar para o verde mas, nas imagens parece amarela e isso é que interessa (hehehe!) Bj.
#58 e 59
Era eu mesminha, mas não filmei com o cachecol vermelho, foi mesmo c’a maquinita! Depois de descansar – regressei a casa há pouco -e “despejar” a maquininha, sem desprimor para o excelente trabalho do Teodoro, tentarei disponiblizar a coisa, se a orelha direita do vizinho da frente e a orelha esquerda do outro vizinho, e mais algumas aventuras não tiverem feito grandes estragos.
Que medidores de cores-amarelo já existem nas vossas escolas?
Façam copy.paste pq por estas bandas não há consenso
Ainda só conseguimos distinguir 3 OI sobre amarelo:
.amarelo torrado
. amarelo pálido
. amarelo limão ( por vezes confundido com verde amarelado)
OUTROS TIPOS DE AMARELO:
- amarelo manteiga rançosa;
- amarelo colete de automóvel:
- amarelo gema de ovo ( com extra em ovo de gemada educativa )
- amarelo bolo de creme;
- amarelo cabelo de “tia”;
- amarelo de biquini às bolinhas;
- amarelo maionese;
- amaelo de zebrado do trânsito;
- amarelo da carris e do museu dos stcp;
- amarelo sorriso-de-governante-quando-confrontado-com-pareceres…
Fevereiro 14, 2009 at 1:28 pm
Se aquilo não é amarelo, vocês são daltónicos
Fevereiro 14, 2009 at 1:29 pm
Fotos históricas!
Fevereiro 14, 2009 at 1:30 pm
http://livresco.wordpress.com/2009/02/14/dedicado-ao-pinoquio-e-aos-gatunos-que-nos-governam-mario-crespo-na-america-nada-se-consegue-esconder/
Fevereiro 14, 2009 at 1:32 pm
João Francisco, tu não apareces?
Fevereiro 14, 2009 at 1:40 pm
Retive uma frase do G.P. que me anda na cabeça:
“Ninguém é obrigado a cumprir ordens ilegais!”
Fevereiro 14, 2009 at 1:47 pm
Meia centena de professores protestou em Ponta Delgada
Regional | 2009-02-14 10:30
Meia centena de professores compareceu ontem à noite na concentração agendada pelo Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA), em Ponta Delgada, para protestar contra a burocratização da carreira docente no Arquipélago.
“Há que retirar tempo à burocracia para que os professores se possam dedicar mais à essência da sua profissão que é ensinar e educar”, afirmou o sindicalista Armando Dutra aos jornalistas, reconhecendo que a chuva e o frio impediram que mais professores comparecessem à chamada.
Reunidos junto à Igreja da Matriz, os professores, munidos de chapéus de chuva, exibiam faixas brancas onde se podia ler: “Pela dignificação dos professores e educadores” e “Horários justos e pedagogicamente adequados”.
Frisando que a intenção dos professores é trabalhar no sentido de aperfeiçoar o Estatuto da Carreira Docente na Região, Armando Dutra assegurou que o Sindicato “não vai baixar os braços”, nem desistir de lutar para criar melhores condições de trabalho e aprendizagem.
Horários, condições de trabalho, avaliação dos docentes, estrutura e duração das carreiras são as questões essenciais, que o Sindicato pretende ver plasmadas no diploma, que será analisado e votado na próxima semana no parlamento açoriano.
“Queremos dar um sinal aos grupos parlamentares para que os deputados vão além da proposta apresentada pela Secretaria Regional da Educação e Formação”, disse Armando Dutra, confiante que os parlamentares farão uma “reflexão ponderada” em favor de uma melhor educação no Arquipélago.
O Sindicato já convocou para terça-feira mais duas acções de protesto, desta vez nas cidades da Horta e Angra do Heroísmo.
Lusa/AO online
http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/179954
Fevereiro 14, 2009 at 1:53 pm
“O primeiro-ministro e o Ministério mentem”
Ensino
* 2009-02-14
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Rui Sequeira
contactar num. de artigos 2
O ano de 2008 foi marcado pela contestaçao dos professores. Em 2009 os protestos dos docentes continuam a fazer-se ouvir. A Fenprof (Federação Nacional dos Professores) recusa-se a baixar os braços e promete não dar tréguas ao ministério tutelado por Maria de Lurdes Rodrigues. No horizonte surgem as primeiras brechas na Plataforma de sindicatos a propósito dos escalões profissionais e depois da ultima proposta ministerial discutida esta semana com a Fenprof e com a FNE.O estatuto da carreira docente e em especial o modelo de avaliação marcaram os protestos dos professores e obrigaram o governo a recuar em pilares tidos como fundamentais, simplificando esse mesmo processo. No programa Primeiro Plano da Antena Minho/Rádio de Braga esteve Júlia Vale, membro do secretariado e do conselho nacional da Fenprof e dirigente do Sindicato dos Professores do Norte. Entrevistada pelos jornalistas Paula Maia do Correio do Minho e Rui Alberto Sequeira da Antena Minho, a dirigente sindical fez o ponto da situação sobre o actual momento da educação no país.
Rui A.Sequeira – No braço de ferro entre governo e sindicatos de professores, o ministério transformou gradualmente o processo de avaliação num ‘simplex’. Ao transportarem o conflito com a ministra para um ano eleitoral pode-se dizer que os professores saem vencedores?
Júlia Vale – É um facto que o ministério da educação não conseguiu até ao momento implementar o modelo de avaliação de desempenho que tentaram aplicar desde o ano lectivo anterior. A legislação estava publicada desde Janeiro de 2008. As duas grandes manifestações, as greves e a luta dos professores – perante um modelo do ministério que não tem preocupação pedagógica e não tem por objectivo o sucesso educativo – foi determinante.
Paula Maia – Mas foi uma estratégia sindical fazer arrastar o processo até este ano de eleições?
JV -Quem arrastou foi o ministério; cego surdo e mudo ao querer implementar um modelo que não resulta. Convém que fique claro que a simplificação feita pelo governo é só para vigorar até ao final deste ano lectivo. Depois em Setembro regressa novamente ao modelo original. Ora isso não pode suceder. Vamos lutar pela aplicação de um regime transitório como sucedeu nos Açores até que se negoceie um modelo definitivo
PM- Qual é a sanção que os professores podem sofrer por não entregarem os objectivos individuais?
JV- Entendemos que nenhuma. A entrega dos objectivos individuais não é referida como obrigatória na legislação que sustenta a avaliação de desempenho. A única situação que está expressa na lei; nos artigos 11º,15ª e 16º é a que tem a ver com
a auto-avaliação que aliás se encontra no estatuto como sendo obrigação do docente.
RAS- Mas não há, ainda assim, um desrespeito pela lei?
JV- Poderemos considerar uma desobediência assumida pelos docentes perante a tentativa de imposição de uma legislação que não é aceite nas escolas.
RAS- O governo entende como sendo um requisito obrigatório…
JV- Uma vez que não está na lei, a questão é simples: que sanção é que o professor pode ter por não entregar os objectivos individuais? Não é por acaso que o ME quando se referiu a esta questão disse que o professor era obrigado a entregar a sua auto avaliação.
PM- Em entrevista ao Correio do Minho, a Directora Regional de Educação do Norte falava sobre este assunto , dizendo que não há qualquer processo disciplinar, simplesmente o professore não progride na carreira
JV- Isso não é uma sanção mas sim uma consequência por não entregar os objectivos individuais.
RAS -Há uma continuada resistência dos professores, educadores ao modelo de avaliação e mais a favor de métodos mitigados, segundo os interesses da classe?
JV- Não é assim ! Aquilo que tem sido dito é que não existia um modelo de avaliação de desempenho e que os professores recusam ser avaliados. O primeiro-ministro e o ministério da educação (ME) mentem.
PM- O que existia até agora era uma auto-avaliação…?
JV- Vamos ver..! O que existia era um modelo de avaliação dividido em três momentos: um relatório critico feito pelo docente sobre o desempenho da actividade relativo á permanência no escalão; acções de formação e a menção ,obrigatória, de satisfaz para que se desse a progressão. Admitimos que esta não seria a solução ideal.
RAS – Os sindicatos até á alteração da lei estavam acomodados?
JV- Se aquele modelo já não servia para o sistema educativo, tinha de se pôr o assunto em cima da mesa, discutindo-o mas nunca pondo de lado a preocupação pedagógica, aplicando isso sim, um modelo que se centre na actividade do docente e dos educadores melhorando a sua pratica com o objectivo final que é o sucesso educativo dos alunos.
PM- Os professores devem ser avaliados por um entidade externa á escola ou por outros professores?
JV- Os profess ores devem ser avaliados por quem conhece o seu trabalho.
RAS- Neste caso, quem será mais indicado para o fazer?
JV- Os colegas do departamento a que pertence o docente, colegas do pedagógico e o Conselho Executivo também terá uma palavra a dizer. É impensável vir alguém de fora fazer uma avaliação sobre um trabalho que desconhece.
PM- Neste processo de negociação com o ministério, os sindicatos de professores não apresentaram uma alternativa ao modelo adoptado pela tutela ?
JV- Mais uma falsidade que o governo fez passar para a opinião pública. Esta luta tem sido desenvolvida não apenas pela Fenprof mas por uma plataforma que uniu sindicatos com perspectivas diferentes. Nunca tinha acontecido uma união assim…
PM-O processo de avaliação de desempenho é a reforma que mais mudanças trouxe para as escolas nos ultimos anos?
JV- Pela negativa. Os professores deixaram de ter tempo para ensinar nas melhores condições.
PM- Defendem uma suspensão do actual modelo. O que se segue depois?
JV- Queremos uma verdadeira negociação.
PM-O que é que pretendem negociar?
JV- …Queremos encontrar um modelo de avaliação. A Plataforma de Sindicatos apresentou ao ME; em tempo útil; uma série de princípios em relação ao que deve ser tido em conta na avaliação de desempenho. A Fenprof fez chegar ás escolas no passado dia oito de Outubro, uma proposta de avaliação acompanhada de uma outra relacionada com a estrutura da carreira.
RAS -Essas propostas não vieram tarde tendo em conta que este modelo de avaliação já estava desenhado desde o início do anterior ano lectivo?
JV – Tentámos em sede de negociação alterar a proposta do ME. Infelizmente o ministério foi autista, prepotente, arrogante e não quis negociar com base nas nossas propostas e nas de outros sindicatos. Existe uma lógica economicista associada a este processo de desempenho e que não podemos separar do Estatuto da Carreira Docente.
Há uma divisão da carreira que nunca aconteceu e ainda por cima feita de forma arbitrária e sem lógica
RAS – Porquê economicista?
JV-.Porque o único objectivo é impedir que professores e educadores cheguem ao topo da carreira .É de uma incongruência total.
RAS- Os sindicatos não interpretam como sendo um critério de selecção do ME para premiar os bons professores?
JV- Não é. No anterior estatuto já existia a possibilidade de fazer esta diferenciação atribuindo classificações de ‘Muito Bom’ e ‘Excelente’ , só que nunca houve uma regulamentação apesar da insistência da Fenprof.
A criação da carreira de professor e de professor titular veio criar conflitualidade nas escolas por causa das regras do concurso para titular.
Na nossa perspectiva, os professores têm de ter uma carreira única.
PM- Então como é que se diferencia quem tem qualidade e quem não tem?
JV- Regulamentando as matérias que estavam no anterior Estatuto da Carreira Docente. Não obstaculizando a progressão dos professores que é o que sucede com o actual estatuto.
PM -Os professores não gostam de divisões entre a classe nem de ser distinguidos entre bons e menos bons?
JV- Entendemos que não faz sentido na nossa profissão existirem duas carreiras distintas. O professor seja titular ou não, tem como função principal ensinar. Dar aulas.
PM -Mas concorda que nem todos os docentes têm condições para chegar ao topo da carreira?
JV- Não têm ; mas devem existir as condições para que o docente o possa atingir. Não podem ser impedidos por medidas administrativas como acontece agora com a divisão em titular e não titular. Professores que neste momento são titulares reconhecem que não têm apetência para certas funções, enquanto outros que o não são, apresentavam competências para serem titulares
RAS- Como é que a Fenprof analisa esta nova proposta do ME de criar um sétimo escalão na carreira de professor e um novo escalão na de professor titular. Daqui se conclui também que o ministério não parece querer abrir mão das duas carreiras.
JV- Nós também não abdicamos da nossa posição. A questão da não divisão da carreira é para nós fundamental. Uma das coisas que defendemos é a existência de um escalão que permita o acesso de todos os professores e não apenas para aqueles que já estão no topo. A maior parte dos docentes está nos índices intermédios.
PM- Qual vai ser a posição no futuro dos sindicatos e da Fenprof em concreto?
JV- Vamos continuar a lutar para que seja reconhecida a especificidade desta actividade profissional e contra a incongruência das duas carreiras. A contestação vai continuar na rua contra as politicas educativas como é o caso do novo modelo de gestão, a figura do director que remetem a escola para uma lógica empresarial subordinada e economicista.
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=1674
Fevereiro 14, 2009 at 1:54 pm
#5, Reb
tenho isso como lema de vida
e a cor, já percebi o problema. É do azul da toalha, azul+amarelo=taí
compara, a Olinda está de quê? Encarnado? E a colega na 2ª foto?
Fevereiro 14, 2009 at 1:56 pm
Obrigada ao fotógrafo João Francisco.
Estive lá e tenho muita honra de ter presenciado este momento que, creio, vai mudar muita coisa. Pelo menos vai dar que pensar às DRE(s), DGRHE, ME e PCE(s).
Não podemos parar por aqui!
Muitos dos que estiveram presentes são professores com toda uma carreira da qual não se pode fazer “tábua rasa”, outros são os jovens “com sangue na guelra” e desta simbiose tem que “nascer” algo de muito válido, contra ventos e marés!
Fevereiro 14, 2009 at 1:58 pm
Professores promovem cordão humano e acusam ministério nos tribunais criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
13-Fev-2009
Ministra foi vaiada por estudantes à entrada da Exponor. Foto Tiago A. Pereira/FlickrA Fenprof organiza no dia 7 de Março um cordão humano em Lisboa, que ligará o Ministério da Educação, parlamento e a residência oficial de Sócrates, apontados como “os grandes responsáveis pelo conflito que se instalou” no sector. Os sindicatos querem também avançar para os tribunais por causa da ilegalidade nas notificações com ameaças aos professores que não entreguem os objectivos. Em Abril, será tempo para definir as lutas do último período lectivo.
A Federação Nacional dos Professores agendou o regresso às ruas no início do próximo mês, ao mesmo tempo em que anunciou a intenção de apresentar uma queixa em tribunal contra a Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE), por causa das notificações com ameaças aos professores que não entregaram os objectivos individuais.
Entre 20 e 24 de Abril, a Fenprof vai promover uma semana de consulta aos professores sobre as acções e lutas a desenvolver durante e no final do 3.º período lectivo. Acções que Mário Nogueira apresentou em nome da Fenprof, mas que diz estarem abertas à participação dos outros sindicatos que integram a Plataforma Sindical e que tomarão posição na próxima semana.
A Fenprof anunciou ainda que vai entregar um pré-aviso de greve para o período entre 26 de Fevereiro e 27 de Março, de forma a permitir que os professores avaliadores se recusem a observar as aulas dos seus avaliados. No período abrangido pelo actual pré-aviso, que vigora até 20 de Fevereiro, a possibilidade acabou por ser pouco utilizada pelos avaliadores, já que muitas escolas ainda estavam na fase da entrega dos objectivos individuais. Mário Nogueira garantiu que alguns professores beneficiaram daquele pré-aviso e que outros chegaram mesmo a apresentar atestado médico, “dada a pressão de que foram alvo para procederem à observação de aulas”. “Noutros casos foram ameaçados de que seria descontado o dia inteiro de trabalho se não cumprissem a aula de observação, mesmo cumprindo o restante tempo lectivo e não lectivo. Isso é ilegal”, exemplificou.
A pressão e ameaças sobre os professores para que ponham em prática o modelo de avaliação que tem sido contestado levou ao envio de uma carta aberta aos conselhos executivos. Nela, a Fenprof diz que “a administração educativa está a agir de forma que não respeita o princípio da confiança a que está obrigada perante os seus administrados, designadamente os que exercem cargos e funções de direcção, levando-os a incorrer em procedimentos ilegais. Por essa razão, recorreremos aos tribunais apresentando queixa contra a DGRHE por violação daquele princípio”.
Mário Nogueira afirma que é “ilegal” que as notificações dos conselhos executivos digam que caso não sejam entregues os objectivos individuais, o professor “está impedido de elaborar a sua auto-avaliação”, “está impedido de ser avaliado”, “deixará de lhe ser considerado o tempo de serviço” ou “produzir-se-ão efeitos previstos em artigos do Estatuto da Carreira Docente”.
Uma nova batalha jurídica a que se junta o anúncio de que os professores irão requerer junto do Ministério Público a declaração de ilegalidade de normas do decreto-regulamentar que estabelece para este ano o regime simplificado do processo de avaliação.
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=10816&Itemid=1
Fevereiro 14, 2009 at 2:01 pm
Conselhos executivos ditam diferentes atitudes sobre a avaliação nas escolas caldenses
Depois das greves e das manifestações nacionais com dezenas de milhar de professores e de concentrações e vigílias realizadas um pouco por todo o país, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, cedeu nalguns pontos do controverso modelo de avaliação e apresentou um “modelo simplificado” aos docentes que, contudo, o continuam a rejeitar. Os sindicatos apelaram, entretanto, a que os professores recusem entregar os objectivos individuais que é considerado o primeiro passo do modelo de avaliação.
Reunidos em Coimbra no passado sábado, dia 7, mais de duas centenas de presidentes de Conselho Executivo de escolas de norte a sul do país reiteraram a ideia de que o modelo de avaliação proposto pelo Ministério da Educação “é um mau instrumento de gestão” e “não contribui para a melhoria do desempenho da escola pública naquela que é a sua finalidade: garantir a qualidade de ensino”.
Daí que não recuem na sua posição e pedem “a suspensão do actual modelo de avaliação como condição essencial para a defesa inequívoca da escola pública e da qualidade do ensino”. Decidiram, ainda, não exigir aos seus professores nas escolas que entreguem os objectivos individuais, dado que não há nenhuma obrigação legal para isso. Em seu entender, entender, “os objectivos constantes no projecto educativo e no plano anual de actividades da escola são referência adequada, em si mesmos, à avaliação de desempenho docente”, pelo que tornam dispensáveis a elaboração dos polémicos objectivos individuais.
Nesta reunião estiveram presentes dois presidentes de Conselhos Executivos caldenses, que partilham desta opinião.
Lina Carvalho, do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, diz que esta reunião foi importante pois “deu para aferir ideias e perceber que continuam a existir muitos Conselhos Executivos empenhados nesta luta”. A suspensão do processo de avaliação foi também a posição assumida por esta escola caldense, numa decisão unânime que diz manter-se desde o início de 2008 em todas as sessões do Conselho Pedagógico.
“O Conselho Executivo apoia totalmente esta decisão e ratifica-a. Este modelo não é exequível e não é um bom instrumento de gestão”, afirma a professora, para quem as cedências da tutela nalguns pontos do modelo inicialmente proposto não vieram facilitar nada. “Tratou-se de um exercício de maquilhagem que parecendo que simplifica o processo, apenas o complica ainda mais”, aponta.
Em sintonia está José Pimpão, presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Raul Proença. Ratificando o documento que saiu da reunião em Coimbra, o responsável diz que “nem o primeiro modelo nem este servem os interesses de gestão da escola”. Neste estabelecimento de ensino secundário, apenas os cinco professores contratados entregaram os respectivos objectivos individuais. O prazo termina no próximo dia 20, mas até agora nenhum dos 120 professores no activo entregou o documento, situação que não deverá ter alterações, ao contrário do que acontece na Escola Secundária Bordalo Pinheiro, onde a atitude mais pró-activa do Conselho Executivo tem levado a que os docentes entreguem os objectivos.
José Pimpão disse à Gazeta das Caldas que ninguém pediu para ser avaliado na componente científico-pedagógica. “O professor é professor dentro da sala de aula e se o seu desempenho aí não é tido em conta, então a avaliação perde-se em aspectos de menor importância”, disse.
Travando uma luta que diz não ser fácil, o responsável da escola diz ter plena consciência que existe “a obrigação de cumprir a lei, tal como temos que garantir a paz e o bom funcionamento da escola, salvaguardando os alunos”. Por isso mesmo, “a escola continua activa e dinâmica, até porque os alunos não têm qualquer culpa do que se passa”, embora nem sempre lhes passe despercebido o mal-estar, “que é grande”.
Esta escola realiza de 16 a 20 de Fevereiro a Semana Raul Proença, uma iniciativa anual, que este ano conta com a presença do deputado António José Seguro.
Bordalo Pinheiro e D. João II avançam com processo
Na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro “o processo está a andar em ritmo normal, dentro dos trâmites e dos ritmos legais”. Quem o afirma é António Veiga, presidente do Conselho Executivo da escola, acrescentando que dos 139 professores, apenas cerca de 25 ainda não entregaram os seus objectivos pessoais.
O professor deixa, no entanto, uma ressalva. “Não somos adeptos do modelo que está a ser implementado, muito menos do ‘simplex’, mas sabemos que devemos cumprir com as nossas obrigações”. À nova avaliação proposta pelo Ministério da Educação, António Veiga critica “um modelo demasiado simplista e administrativo, que não tem em conta aquele que para nós é realmente um bom desempenho dos docentes, em todas as suas vertentes”, pelo que o modelo simplificado não responde aos anseios dos professores.
Não obstante, “os professores da Bordalo Pinheiro, ainda que mantenham as suas posições pessoais, têm sido muito profissionais”, e o calendário interno da escola está a ser cumprido com normalidade.
“É uma normalidade dolorosa, mas se não houver mais obstáculos, o processo de avaliação deverá estar concluído até ao final do ano”, afirma António Veiga. Este responsável, que está ligado ao PS, diz que a sua escola segue “o caminho que nos parece mais honesto em prol do ensino, da escola pública, dos alunos e dos professores”.
Também no Agrupamento de Escolas D. João II o processo de avaliação está a andar. De acordo com o presidente do Conselho Executivo, Gil Pacheco, cerca de 53% de um total de 219 professores já entregaram os seus objectivos individuais. Segue-se a fase da planificação e nas primeiras semanas de Março deverá ter início o restante processo de avaliação.
“O prazo foi esticando. Agora chegámos a uma altura em que não podemos adiar mais, até porque entregámos ao Ministério da Educação o nosso calendário de desenvolvimento da avaliação”, explica o professor. O que não quer dizer, ressalva, que a escola seja defensora do modelo de avaliação proposto pela tutela. “Era apologista de ter havido uma regra de bom senso, que vá de encontro aos interesses de todas as partes. Se isso não foi possível, trabalhamos com o que temos”, lamenta.jfialho@gazetacaldas.com
http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=24953
Fevereiro 14, 2009 at 2:03 pm
#9, Margarida:
Apoiado. Também tenho a sensação que estamos a começar.
Fevereiro 14, 2009 at 2:03 pm
Fenprof avança para os tribunais
00h30m
A.I.
A Fenprof vai processar judicialmente a Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação por considerar que aquele organismo está a induzir os presidentes de conselhos executivos a enviarem notificações “ilegais” aos docentes que não entregam os objectivos individuais.
Para a Federação a DGRHE quebrou o “princípio de confiança” entre professores e administração educativa”, porque colocou no seu site informação – como a de que a entrega dos OI é obrigatór – que poderá levar os PCE a incorrerem em “ilegalidades” e serem processados judicialmente.
“Vamos fazer guerra às ilegalidades”, defendeu Mário Nogueira, alegando que a medida pretende “proteger” os PCE “sujeitos ao dever de obediência”, independentemente da sua legalidade.
A Fenprof apela aos docentes que reclamem junto dos conselhos executivos a fundamentação legal das notificações que têm recebido para que possam ser interpostas “acções de impugnação de actos administrativos fundamentados em normas ilegais do actual modelo de avaliação”. O decreto-regulamentar nº 1-A/2009 (regime simplificado) é um dos principais alvos da Fenprof – a Federação vai requerer junto do Ministério Público a “declaração de ilegalidade” de algumas das suas normas e junto do PGR, provedor de justiça e bancadas parlamentares que seja suscitada a fiscalização sucessiva e abstracta. O objectivo de Nogueira é suspender a avaliação nos tribunais. Entretanto, a Federação convocou sozinha, e não em Plataforma, acções de luta: o cordão humano a 7 de Março, a participação dos docentes na manifestação agendada pela CGTP a 13 de Março e a semana de consulta aos docentes, entre 20 e 24 de Abril, para aprovação de iniciativas durante e “no final” do 3º período.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1144778
Fevereiro 14, 2009 at 2:08 pm
13-02-2009 – 23:46h
Professores protestam nos Açores
Burocratização da carreira docente foi o alvo dos protestos
Meia centena de professores compareceu esta sexta-feira na concentração agendada pelo Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA), em Ponta Delgada, para protestar contra a burocratização da carreira docente no arquipélago, noticia a Lusa.
«Há que retirar tempo à burocracia para que os professores se possam dedicar mais à essência da sua profissão que é ensinar e educar», afirmou o sindicalista Armando Dutra aos jornalistas, reconhecendo que a chuva e o frio impediram que mais professores comparecessem à chamada.
Reunidos junto à Igreja da Matriz, os professores, munidos de chapéus de chuva, exibiam faixas brancas onde se podia ler: «Pela dignificação dos professores e educadores» e «Horários justos e pedagogicamente adequados».
Frisando que a intenção dos professores é trabalhar no sentido de aperfeiçoar o Estatuto da Carreira Docente na Região, Armando Dutra assegurou que o Sindicato «não vai baixar os braços», nem desistir de lutar para criar melhores condições de trabalho e aprendizagem.
Horários, condições de trabalho, avaliação dos docentes, estrutura e duração das carreiras são as questões essenciais, que o Sindicato pretende ver plasmadas no diploma, que será analisado e votado na próxima semana no parlamento açoriano.
«Queremos dar um sinal aos grupos parlamentares para que os deputados vão além da proposta apresentada pela Secretaria Regional da Educação e Formação», disse Armando Dutra, confiante que os parlamentares farão uma «reflexão ponderada» em favor de uma melhor educação no arquipélago.
O Sindicato já convocou para terça-feira mais duas acções de protesto, desta vez nas cidades da Horta e Angra do Heroísmo.
http://diario.iol.pt/sociedade/acores-professores-protesto-manifestacao-iol/1042668-4071.html
Fevereiro 14, 2009 at 2:14 pm
#12 Teodoro
Já te respondi….
estava na cozinha a preparar o almoço dai a demora.
Fevereiro 14, 2009 at 2:28 pm
#12, Teodoro
Tenho feito o que posso passando toda a informação aos colegas “resistentes” lá do “burgo”, até agora ainda não houve desistentes.
No entanto já ouvi comentários menos agradáveis, por parte dos alinhados com o ME, quanto à minha participação activa, mas com esses posso bem! Não sou de desistir à primeira adversidade. Até acho que são as “vozes da (in)consciência” a fazer eco!
Fevereiro 14, 2009 at 2:31 pm
Paulo:
Quando fiz a transferência escrevi no destinatário – Umbilical, mas o NIB foi certinho. Será que a mesma chegou a “bom porto”?
Qual o destinatário que devo colocar para fazer nova transferência?
Fevereiro 14, 2009 at 2:33 pm
Esta LUTA precisa da voz de todos!
Fevereiro 14, 2009 at 3:02 pm
Já imprimi as conclusões, na sexta-feira, e coloquei na sala de professres. Devemos enviar essas conclusões por mail a todos os nossos contactos, com link para o parecer final. As conclusões cabem exactamente em duas folhas A4 e por isso são óptimas para imprimir, fotocopiar e afixar.
Fevereiro 14, 2009 at 3:07 pm
17. ??????????????
Fevereiro 14, 2009 at 3:11 pm
Paulo:
quando for preciso mais dinheiro é só dizeres
Fevereiro 14, 2009 at 3:28 pm
Estão todos nuito bonitos!
Na mesa estão o Advogado, o Paulo Guinote, a Reb e quem é o seguinte?
É que eu não conheço pessoalmente ninguém…
Alguém me diz quem está na mesa ao lado da Reb?
Fevereiro 14, 2009 at 4:01 pm
E ninguém me responde!
Já sei: está sol e foram passear! Fizeram bem! Mas logo, alguém que se lembre de me responder à minha pergunta, ok?
Divirtam-se
Fevereiro 14, 2009 at 4:27 pm
alebana
é o Teodoro – esteve a fazer a transmissão on line
Fevereiro 14, 2009 at 4:41 pm
Reb, a tua camisola amarela é fosforecente?
Fevereiro 14, 2009 at 5:22 pm
# 25 Pedro,
Foi o que nós lhe dissemos!
Era assim, para o verde alface amarelado tipo neon…
Fevereiro 14, 2009 at 5:30 pm
XOTOR GUINOTE, boas tardes
Desculpe dizer, mas está a precisar de ir ao barbeiro, dar uma aparadela ao cabelo…
Não se ofenda.
Eu até recomendava um , mas parece que é o mesmo do big boss e ele anda agora com os azeites… ainda reclamava da cab.. da kav… da cavala negra e não sei quê e a gente é que o ouvia!
EU ATÉ estive para IR À CONFERÊNCIA , mas os agentes incompetentes que me acompanhavam acharam melhor ir à do Xotor Jorg P. , de que falaram aqui outro dia.
RESULTADO: ANDÁMOS ÀS VOLTAS TODA A TARDE pois não conseguimos topar com o raio da conferência !!!
Antes tivesse ido à sua, para conhecer pessoalmente o Xotor e levar umas chamuças feitas pela minha esposa.
Os jornalistas é que são os malabaristas do costume : devem ter tido medo de ir, por ser sexta-feira 13 !
Saudinha!
Fevereiro 14, 2009 at 6:33 pm
# 24 Maria Lisboa
Obrigadinha, Maria Lisboa.
Costuma-se dizer que “figuras tristes fazem-se em casa”, mas eu faço-as online!!!
Valha-me Deus! Nem o sol de hoje me iluminou!
Fevereiro 14, 2009 at 6:34 pm
#4 Olinda
Rapariga, se eu estava a tirar fotos, como poderia aparecer?
Fevereiro 14, 2009 at 6:38 pm
# 29, A Olinda julgava que eras mais rápido que a tua sombra. Só Pode!
Fevereiro 14, 2009 at 6:47 pm
#29 João Francisco
Simples, fotografia a retardar um minuto e…estavas na foto.
Fevereiro 14, 2009 at 6:51 pm
Nã sou o Lucky Luck da fotografia…
Fevereiro 14, 2009 at 7:02 pm
#9 Margarida e Olinda
É estranho temos estado lá, falado aqui no Umbigo e não sabermos quem é quem (bem, eu sei quem eu sou…)
Fevereiro 14, 2009 at 7:17 pm
#33 João Francisco
Por acaso apanhaste-me na foto.
Estou ao lado duma colega Umbiguista (toda de amarelo),tenho uma camisola castanha e um cachecol pendurado, a dar para os azuis, com um Kispo cor-de-rosa no colo.
Não é o meu melhor perfil (vaidosa, não!…).
Fui a “correr” de comboio e metro da escola (Linha de Sintra) para a CI.
Fui sózinha pois nenhum dos outros resistentes teve disponibilidade.
És o rapaz, ainda novinho, com uma máquina “xpto”?
Fevereiro 14, 2009 at 7:17 pm
Ó João Francisco,
foste lá, tiraste as fotos e desapareceste!
Não nos disseste nada!
Teríamos ficado a saber quem és… e tu a nós.
Fevereiro 14, 2009 at 7:20 pm
João Francisco, sabes quem é a colega toda de amarelo?
Fevereiro 14, 2009 at 7:20 pm
#1
A Reb que me desculpe, mas aquele amarelo é, digamos … verde??
Amarelo digno de umbilical nome é o da Olinda e, vá, o do meu fatinho
Fevereiro 14, 2009 at 7:23 pm
#36
Margarida
Sou eu!
Fevereiro 14, 2009 at 7:31 pm
Viva, Teresa, estivemos lado a lado e não trocámos palavra!
Onde é o teu “burgo”?
Fevereiro 14, 2009 at 7:44 pm
#39
Margarida: Não trocámos palavra porque estávamos a beber as palavras do Garcia Pereira!
Prazer em conhecer-te. O meu burgo é para a Sobreda da Caparica.
Fevereiro 14, 2009 at 7:44 pm
#27
Controleiro da Xibanguice
Fevereiro 14, 2009 at 8:01 pm
Para a próxima é obrigatório apresentarmo-nos, já que “falamos” aqui… é engraçado ligar os nomesas pessoas, não acham? É que lutamos todos pelo mesmo…
Fevereiro 14, 2009 at 8:07 pm
#42 João Francisco, tens toda a razão! E para além do mais não podemos parar por aqui, por mim estou pronta. Como já aqui disse tenho mais 14 anitos pela frente até aos 65.
#40 Teresa, pois é estávamos atentérrimas!
Abraço
Fevereiro 14, 2009 at 8:29 pm
João Francisco, pq não te apresentaste?
Depois da conferência ficámos a beber champanhe no bar do hotel
Umbiguistas, se se atrevem a dizer mais uma vez que a minha camisola, comprada especialmente para a ocasião, não é amarela, eu virO-me do avesso, como a Maria Campos
))
Pedro, reconheço que tinha um toque fosforescente, mas foi a única coisa amarela que encontrei na véspera do dia D
Fevereiro 14, 2009 at 8:33 pm
XOTORES UMBIGUEIROS…UMBIGUISTAS
BOAS NOITES!
Se desejam ficar descansados sobre o que se está a passar com a XIBANGUICE, podem ler o que deixei explicadinho , uns andares abaixo no POST que se chama “ESTRANHO”.
ambém apareceu por lá a carocha da Maria C. (não lhe chamo Agente quase porque não merece tal, a lambisgóia da salsa), mas levou logo o raspanete!
Claro que não vai servir de nada, pois agora ela até já se acha quase escritora LAI… laigh, …hã… escritora LEITE ou lá o que é… é uma palavra inglesa que também dá para o iogurtes e as comidas de dieta… os Xores sabem
SEMPRE ÀS ORDENS (dentro das minhas parcas possibilidades, ai se os bosses sabem…)
EU TAMBÉM ACHO O AMARELO UMA COR ALEGRE E BOA! Mas agora os bosses priviram-na, no departamento. Nem na risca da camisa, nem nas flores da toalha, nem nas folhas dos relatórios etc… SÃO 20 Páginas de normas simplex a explicar.
Também criaram um novo Instituto público, o IPCLA instituto nacional de controlo e limitação do Amarelo. Quem quiser usar amarelo, na roupa, carros , casa… irá pagar taxa.
Já dizem que é a taxa xiquen litla, ou lá que é, pela cor do franguito, ou então taxa volta a portugal em bicicleta..
Hora da janta!
Só espero que não seja rancho outra vez…
Ainda por cima cada vez tem mais GRÃO e tem menos MASSA!
Xor Sanches, xor Paulo, Xotoras e xotores, até!
Fevereiro 14, 2009 at 8:35 pm
Reb,
As lojas de Lisboa estão a abarrotar de roupa amarela…
O Colombo “vomita” amarelo por todos os lado e o Vasco da Gama tem placards enormes a dizer “BUY YELLOW !”
Fevereiro 14, 2009 at 8:36 pm
Reb, nada me teria dado mais prazer do que ficar a conversar com pessoas que a pouco e pouco vou conhecendo e passando a admirar, mas precisei de voltar à minha escola para as aulas da tarde (o que vale é que os meus alunos esperaram por mim…).
Eu tenho-vos sempre acompanhado à distância, noutras manifestações (como a de Belém em que também enviei umas fotos ao Paulo), mas prefiro tirar fotos… quem sabe da próxima vez, teria muito gosto… e sim, era uma bonita camisola…
Fevereiro 14, 2009 at 8:41 pm
XOTORA REB
A xotora está mesmo de amarelo! Eu confirmo.É um amarelo para o limonete, mas é amarelo!
E olhe que , mesmo que virada do avesso, olhe que ficaria mesmo assim mais simpática do que a agente Maria Campos virada do direito!
Acho que ela até nem sabe qualé o direito e qual é o torto… dela ou de qualquer coisa que a rodeia… a Costureirita das intrigas aqui do departamento!
Boa janta!
…
ora cebolas! e não é que é mesmo rancho?!?!
Fevereiro 14, 2009 at 9:00 pm
Obrigada, controleiro!!! Só tu para repores a justiça: amarelo é sempre amarelo
João Francisco, para a próxima tens que te apresentar. Se vieres de amarelo reconhecemos-te logo
j.m, na 5ª feira depois das aulas dei um salto ao colombo e perguntei: Têm camisolas amarelas? A menina trouxe-me aquela, tamanho M, paguei e vim para casa.
No dia seguinte, no Altis, no meio de toda aquela excitação, todos me diziam : Isso não é amarelo!
Bolas cebolas, eu a pensar que me candidatava à quota do MUITO BOM ( o Excelente ficaria para Olinda em amarelo tipo torrado e a outra colega de fato amarelo) e avaliam-me com um regular
Não há direito.
Percebo a Mary Fields, vocês só vêem tudo a uma única côr
Fevereiro 14, 2009 at 9:06 pm
Reb, fica combinado!
Fevereiro 14, 2009 at 9:08 pm
Reb
Os que não foram de amarelo têm insuficiente.
Fevereiro 14, 2009 at 9:11 pm
… tou feito ao bife…
Fevereiro 14, 2009 at 9:16 pm
XOTORA REB
Agora a agente Maria Campos está a ver mas é tudo…negro!
Não é que os xotores é que estavam a cumprir as leis ?
Ela até organizou um daqueles jantares da sexta feira 13, para as amigas (acho que também são 13…)
Foi para espantar o mau olhado, diz ela. Logo uma emperiquitada que se julga tão fina!
Hoje é que não vai ter sorte: como andou a acenar-se ao Xibanga, e como ele está noite e dia nas cópias, o Ferrer dos ferreres de Cebolais de Cima fez-lhe aquele gesto do zé-povinho… e ela vai ficar aqui a comer rancho à luz fluorescente, em vez do jantar chique á luz de velas.
Zé -povinho não , agora temos ordens para que seja zézito-povinho, porque termos ordens para semos poulares e a tentos à massas.. ou lá o que é… já não PERCEBO NADA. Era armani e europa e agora é robin dos bosques e a massa.
Por falar em massa, vou à sobremesa (pudinflan de pacote!) para desenjoar do rancho!
Fevereiro 14, 2009 at 9:20 pm
Reb, não te apoquentes que o MUITO BOM ainda está ao alcance: através do parâmetro “práticas inovadoras”. Mostrar como é possível várias abordagens ao amarelo, desincentivando o paradigma pedagógico monocolor
Fevereiro 14, 2009 at 9:28 pm
Ora boas noites, que só agora cheguei a casa! Não, Lx não fica assim tão longe, ficámos mesmo a dormir pelo caminho.
Amanhã vou passar as filmagens para DVD – sem desprimor para o trabalho do Teodoro!
Abraço.
Fevereiro 14, 2009 at 10:09 pm
Camões – Soneto à sinistra.
Alma mesquinha e vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.
Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p’ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira!
(Não é meu mas achei-o simplesmente fabuloso.)
Parabéns e obrigada por tudo o que tens feito por todos nós, Paulo.
Fevereiro 14, 2009 at 10:13 pm
Um grande abraço para todos os que estiveram ontem na conf.ª.
Reb, a blusa é, de facto, a atirar para o verde mas, nas imagens parece amarela e isso é que interessa (hehehe!) Bj.
Fevereiro 14, 2009 at 10:18 pm
#55 Mariazeca
… então eras tu que estavas a filmar do lado direito da sala…
Fevereiro 14, 2009 at 10:19 pm
… com um cachecol vermelho…
Fevereiro 14, 2009 at 10:35 pm
#58 e 59
Depois de descansar – regressei a casa há pouco -e “despejar” a maquininha, sem desprimor para o excelente trabalho do Teodoro, tentarei disponiblizar a coisa, se a orelha direita do vizinho da frente e a orelha esquerda do outro vizinho, e mais algumas aventuras não tiverem feito grandes estragos.
Era eu mesminha, mas não filmei com o cachecol vermelho, foi mesmo c’a maquinita!
Fevereiro 14, 2009 at 10:38 pm
#56 Gio
Fevereiro 14, 2009 at 10:42 pm
Tirei uma foto tua, do cachecol e da aquina de filmar, só que de costas…
Fevereiro 14, 2009 at 10:43 pm
… digo “máquina”…
Fevereiro 14, 2009 at 10:44 pm
…não das minhas costas… das tuas…
Fevereiro 14, 2009 at 10:48 pm
#64 Vi uma nas que o paulo postou, mas de lado
Fevereiro 14, 2009 at 10:53 pm
…pois, tenho outra…
Fevereiro 14, 2009 at 11:18 pm
Obrigado João Francisco pelas fotos…
As meninas vão ter Muito Bom pois o Excelente dá muito trabalho, por exemplo mais procura de outros tons de amarelo…:-):-):-)
Obrigado por tudo a todos… já que nós não pudemos ir…
Fevereiro 14, 2009 at 11:27 pm
Gostaria de vos perguntar uma coisa:
Que medidores de cores-amarelo já existem nas vossas escolas?
Façam copy.paste pq por estas bandas não há consenso
Ainda só conseguimos distinguir 3 OI sobre amarelo:
.amarelo torrado
. amarelo pálido
. amarelo limão ( por vezes confundido com verde amarelado)
Fevereiro 14, 2009 at 11:36 pm
. amarelado (ovo estrelado – Há vários tipos de ovos, conforme o milho que as galinhas comem…:-)
estava a brincar Red…:-)
Fevereiro 14, 2009 at 11:39 pm
um pé de lúcia-lima
Fevereiro 14, 2009 at 11:41 pm
Teodoro, viste o teu mail?… falhei no envio… sorry
Fevereiro 14, 2009 at 11:43 pm
Reb, tem lá paciência mas a Teresa Antunes é que leva o Excelente, a cota é muito restringente
e não se fala mais nisso, é a vida
Fevereiro 14, 2009 at 11:46 pm
João Francisco,
estava a ver que tinha que escrever tudo… só não o fiz por preguiça e para testar a tua argúcia
já agora, Ó-brigado
Fevereiro 14, 2009 at 11:51 pm
http://fashiongazette.files.wordpress.com/2008/03/amarelo.gif
Fevereiro 14, 2009 at 11:52 pm
próxima moda para as umbiguistas…
Fevereiro 15, 2009 at 12:15 am
OUTROS TIPOS DE AMARELO:
)
- amarelo manteiga rançosa;
- amarelo colete de automóvel:
- amarelo gema de ovo ( com extra em ovo de gemada educativa
- amarelo bolo de creme;
- amarelo cabelo de “tia”;
- amarelo de biquini às bolinhas;
- amarelo maionese;
- amaelo de zebrado do trânsito;
- amarelo da carris e do museu dos stcp;
- amarelo sorriso-de-governante-quando-confrontado-com-pareceres…
e por aí fora.