Badly Drawn Boy, The Time of Times
Janeiro 28, 2009
Badly Drawn Boy, The Time of Times
Janeiro 28, 2009
Agora que o anti-tretas e o contra a maré andam a banhos e que a Maria Campos e o Trabalhador da Silva parecem algo confundidos sobre o que dizer neste momento, a começar pelo estudo-da-OCDE-que-não-é-da-OCDE-mas-tão-parecido-aos da-OCDE-que-vistos-ao-longe-parecem-iguaizinhos-ao-senhor-engenheiro-pois-até-tem-todos-capa-e-letras-escritas-em-páginas-com-gráficos-e-tudo.
O que eles escrevem contra os professores, o ódio que destilam, a gramática que desprezam, a ortografia que atropelam sem dó nem temor, a forma grosseira como se expressam são um hino à classe docente, mesmo que há quem se deixe ir na onda e lhes faça a vontade de entrar em diálogo de surdos.
No caso do MFerrer é mais estranho sabendo eu agora quem é na vida real, não blogosférica, nomeadamente a afinidade electiva por via conjugal.
Por favor, deixem-nos comentar. É um serviço inestimável que prestam a toda uma causa.
Bem hajam, MFerrer e Xibanga e todos os que, como eles, professam o ódio como forma de vida contra nós.
Janeiro 28, 2009
27 de Janeiro, site do PS:
Relatório da OCDE elogia politica de Educação do Governo
O primeiro-ministro elogiou a forma como a ministra da Educação resistiu às dificuldades e incompreensões, considerando lamentável a atitude da oposição que diz que o Governo está apenas a trabalhar para as estatísticas.
No encerramento da cerimónia de apresentação do relatório da OCDE sobre política educativa para o primeiro ciclo (2005-2008), José Sócrates declarou que “valeu a pena resistir, não desistir, enfrentar as dificuldades. Este é o caminho para o sucesso”. Elogiando a ministra da Educação, o primeiro-ministro recordou as “dificuldades” e incompreensões que as políticas de Maria de Lurdes Rodrigues têm enfrentado ao longo dos últimos anos, concluindo que “valeu a pena”.
O PSD acusou, esta quarta-feira, no debate quinzenal, o Governo de mentir quanto à autoria de um estudo internacional sobre educação, apresentado na segunda-feira pelo primeiro-ministro e pela ministra da Educação, ao fazê-lo passar por um documento da OCDE.
«O sr. primeiro-ministro e os assessores do Governo fizeram passar para a imprensa que isto era um relatório da OCDE quando não é. Faltaram à verdade aos portugueses», explicou o líder parlamentar social-democrata, Paulo Rangel.
(…)
«Eu nunca disse que o relatório é da OCDE. É um estudo de peritos internacionais independentes que segue de perto a abordagem e a metodologia da OCDE», explicou José Sócrates.
Janeiro 28, 2009
Exmo(a). Sr(a).
Presidente do Conselho Executivo do
Agrupamento de Escolas ……………….
F…….., professor do departamento de ……., tendo tido conhecimento da calendarização do processo de avaliação docente definida por V. Exa., dando cumprimento ao disposto no art. 2º do DR 1-A/2009, vem expor o seguinte:
1. O art. 9º do DR 2/2008, no seu ponto 1. esclarece que «Os objectivos individuais são fixados, por acordo entre o avaliado e os avaliadores, através da apresentação de uma proposta do avaliado no início do período em avaliação»;
2. O art. 14º do DR 1-A/2009 determina que «O presente decreto regulamentar é apenas aplicável no 1.º ciclo de avaliação de desempenho que se conclui no final do ano civil de 2009»;
3. A calendarização do processo de avaliação definida por V. Exa. determina que eu tenha que definir objectivos individuais até ao dia …. do ano corrente, o que significa que o terei que fazer não no início do período em avaliação, mas a cerca de cinco meses do final do ciclo de avaliação 2007/09, o que contraria o art. 9º n.º 1 do DR 2/2008;
4. O art. 5º n.º 1 do DR 1-A/2009 determina que apenas sejam considerados na formulação dos objectivos individuais os itens c) a g) do n.º 2 do DR 2/2008;
5. O mesmo art. 5º, no seu n.º 2 determina que a proposta de objectivos individuais seja exclusivamente dirigida ao presidente do conselho executivo ou em quem ele tenha delegado, uma vez que os itens em causa são de avaliação exclusiva do órgão de gestão do agrupamento de escolas;
6. Os itens a avaliar pelo órgão de gestão do agrupamento e respectivo grau de cumprimento pelo professor avaliado, que deverão ser objecto de formulação de objectivos individuais, decorrem de decisões tomadas pelo conselho executivo, no uso da sua competência de distribuição do serviço lectivo e não lectivo, ocorridas antes do início dos anos lectivos de 2007/08 e 2008/09, nomeadamente no que se refere à:
i. distribuição do serviço lectivo;
ii. participação e dinamização de projectos previstos no PEA e PAA;
iii. participação e dinamização de actividades extra-curriculares;
iv. participação nas estruturas de orientação educativa e nos órgãos de gestão;
7. Relativamente ao item E – Relação com a comunidade – não fica claro o conceito de comunidade a que se refere o item. Admitindo no entanto que este item se refere ao bairro, à freguesia ou até mesmo ao concelho em que o agrupamento está inserido, o nível de envolvimento do professor com a comunidade decorre também do serviço que lhe tenha sido distribuído ou não, nomeadamente de ser ou não director de turma ou desempenhar outros cargos que impliquem maior ou menor aproximação com as estruturas comunitárias envolventes (pais e encarregados de educação, órgãos autárquicos, etc.)
Do que fica exposto decorre que a fixação de objectivos individuais pelo próprio professor, a cerca de cinco meses do final do ciclo de avaliação, é tarefa que está irremediavelmente condicionada pelos objectivos que o órgão de gestão do agrupamento lhe estabeleceu na altura em que foi feita a distribuição do serviço docente e que se concretizou com a entrega dos horários de trabalho referentes aos anos lectivos de 2007/08 e 2008/09 e respectiva aceitação pelo docente.
Desse modo venho solicitar a V. Exa. a marcação de uma reunião de trabalho em que seja possível esclarecer quais os objectivos individuais que devo inscrever na respectiva ficha de registo, de forma a dar cumprimento integral aos meus deveres de obediência, de lealdade e de zelo em matéria de avaliação do desempenho referente ao 1º ciclo de avaliação regulamentado pelo DR 1-A/2009.
Pede deferimento,
……., …. de ……. de 2009
Janeiro 28, 2009
É sempre interessante ver um português, para além do Cristiano Ronaldo, ser destacado na imprensa internacional e logo num jornal de referência e não um tablóide qualquer:
Portugal PM vows to defend honour over mall
Portugal’s prime minister, Jose Socrates, is embroiled in an alleged corruption scandal over permission granted for a British development on protected land outside Lisbon.
Police searched the home of Mr Socrates’s uncle this week in connection with the affair, which is said to have taken place when Mr Socrates was environment minister in a previous socialist government. Britain’s Serious Fraud Office is said to be investigating the unexplained transfer of some 4m euros to bank accounts in Portugal at the time of the deal, press reports say.
Mr Socrates is alleged to have waived environmental restrictions in 2002, following intervention by his uncle and cousin, to grant the British company Freeport a licence to build the Alcochete mall or “village outlet”, a gigantic emporium of designer shops south of the Portuguese capital.
(continua)
Janeiro 28, 2009
Janeiro 28, 2009
Olá caros colegas…
Estas serão provavelmente as últimas palavras que partilharei convosco acerca da entrega dos Objectivos Individuais e Requerimentos.
Não estou nesta luta apenas por mim ou pela minha verticalidade. Luto por aquilo que acredito. Luto pelos alunos, luto pela minha escola, luto por TODOS os meus colegas de profissão. Desde os contratados, os que virão e os que estão no quadro de escola. Luto por uma Escola de verdade, de liberdade e de felicidade.
E nem que fiquemos apenas uma mão de resistentes com as possíveis consequências de apenas sermos poucos… Manter-me-ei leal ao que sempre disse.
Esta é a verdade que seguramente posso partilhar convosco. Quem quiser continuar a lutar por aquilo que acredita que é maior, pode ter a certeza que estarei ao seu lado.
Procurei fazer com que pensássemos na nossa verdadeira missão de professores/educadores e no que está acima da nossa condição pessoal e egocêntrica. Isto não deveria ser uma preocupação individual ou sectária. Não deveria reduzir-se a uma discussão de um departamento, grupo ou posição profissional. Deveria ser uma preocupação de todos por algo que irremediavelmente é comum a todos. Mas tenho pena que o que nos possa dividir não tenha a ver com o que cada um acredita.
Não direi mais nada porque, depois do tanto que fizemos e que ouvi dizer contra tudo o que é demasiado absurdo e mau, chegamos ao momento da verdade.
Então,
Cada um que decida!
E que cada um assuma as consequências das suas decisões!
Eu carrego a minha consciência!
Cada um que suporte a sua!
Eu parto para a minha “Velada de Armas”…
Abraço
Alexandre Reis
Janeiro 28, 2009
Exma. Sra. Presidente da Comissão Executiva Provisória
Os professores e educadores do Agrupamento nº1 de Escolas de Portalegre, reunidos em assembleia no dia 28 de Janeiro de 2009, reiteram a sua anterior tomada de posição, em plenário de 26 de Novembro, insistindo na suspensão do actual Modelo de Avaliação de Desempenho Docente, que continuam a recusar, não obstante as mais recentes simplificações anunciadas e publicadas pelo Ministério da Educação, por considerarem o seguinte:
A necessidade sentida pelo Governo, na sequência das enormes manifestações de descontentamento levadas a cabo pela quase totalidade da classe docente, de alterações sucessivas do Modelo de Avaliação, mais não é do que um reconhecimento inequívoco da sua inadequação pedagógica e inaplicabilidade.
O modelo em causa não promove a melhoria das práticas, chegando ao ponto de tornar opcional o essencial da profissão docente: a sua componente científico – pedagógica.
As alterações pontuais que foram introduzidas ao Modelo de Avaliação não alteraram, por um lado, a filosofia que lhe está subjacente, nem o tornaram mais exequível, por outro. Este documento insiste em não prever o cariz formativo da avaliação, não promovendo a melhoria das práticas, centrado que está na seriação de professores para efeitos de gestão de carreira. Trata-se, na prática, de mudanças meramente superficiais, nuns casos, e apenas temporárias, noutros.
A exequibilidade do processo está desde logo comprometida pela concentração de competências nos Presidentes dos Conselhos Executivos.
Algumas alterações propostas pelo Governo mantêm o essencial do Modelo, nomeadamente alguns dos aspectos mais contestados, como a divisão da carreira em professores e professores titulares, e a existência de quotas para Excelente e Muito Bom, que, por vedarem a progressão a muitos docentes de elevado profissionalismo, desvirtua assim qualquer perspectiva dos docentes verem reconhecidos os seus efectivos méritos, capacidades e investimento na Carreira.
Outras alterações, como o recuo na consideração das classificações dos alunos e/ou abandono escolar destes, para efeitos de avaliação da prática docente, são meramente conjunturais, tendo sido afirmado que seriam posteriormente retomados, em anos lectivos próximos.
Para mais, consideram que a definição e o cumprimento dos Objectivos Individuais, a cerca de seis meses do final do ano lectivo, sendo que servirão para qualificar o trabalho realizado por um professor nos dois últimos anos, é uma solução precipitada que não preenche os requisitos mínimos de transparência, justiça e honestidade intelectual.
Além destes factores, a implementação do Modelo de Avaliação imposto pelo Governo significa a aceitação tácita do ECD, que promove a divisão artificial da carreira em categorias e que a esmagadora maioria dos docentes contesta.
Acontece que os docentes deste agrupamento não aceitam uma solução apenas porque ela se apresenta aparentemente mais simples e fácil. Pelo contrário, reafirmam que não abdicam do seu direito a ser avaliados na sua prática lectiva e no seu desempenho profissional de forma séria, justa e competente, com respeito pelos princípios de igualdade, equidade e legalidade, de forma a ver reconhecida a sua competência e preservada a sua honra e dignidade profissionais.
Assim, os professores do Agrupamento nº1 de Escolas de Portalegre, coerentes com todas as tomadas de posição que têm assumido ao longo deste processo, reafirmam suspender a sua participação em todos os procedimentos relacionados com a aplicação dos Decretos Regulamentares 2/2008 e 1-A/2009, recusando totalmente a entrega dos seus Objectivos Individuais no prazo estabelecido pelo órgão de gestão, e à semelhança do que tem vindo a suceder em centenas de Escolas e Agrupamentos de escolas, com as quais nos solidarizamos.
Os professores presentes nesta Reunião Geral de Pessoal Docente aprovaram a manutenção da suspensão do processo de Avaliação de Desempenho dos Docentes do Agrupamento de Escolas nº1 de Portalegre, tendo decidido por maioria (escrutínio dos votos por voto secreto) não entregar os Objectivos Individuais.
Os professores deste Agrupamento tomam esta decisão na defesa do seu direito a ser avaliados por um Modelo justo, formativo e que efectivamente promova o mérito científico-pedagógico. Apelam ainda, e pelos motivos anteriormente expostos, a que aconteça o mais brevemente possível um processo de revisão do ECD, eliminando a divisão da carreira em categorias, e que se substitua o actual Modelo de Avaliação por um modelo consensual e pacífico, que se revele exequível, justo e transparente, visando a melhoria do serviço educativo público, a dignificação do trabalho docente, e promovendo assim uma Escola Pública de qualidade.
Portalegre, 28 de Janeiro de 2009
Janeiro 28, 2009
Após a abertura da conta o movimento tem sido intenso, bastando para isso ver o nível de comprovativos que me vão chegando. Quanto a isso é útil esclarecer que:
Janeiro 28, 2009
PSD e CDS questionam credibilidade de estudo sobre 1º ciclo do ensino básico
(…)
A questão foi introduzida pelo líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel. José Sócrates considerou a pergunta “previsível” e apoiou-se na leitura do estudo para responder às “inquietantes dúvidas” do deputado, que acusou de não ter lido o documento. Segundo o primeiro-ministro, o Executivo nunca atribuiu o estudo à OCDE. E citou o prefácio do documento para mostrar que “segue de perto a metodologia e abordagem da OCDE” mas que foi feito por “peritos internacionais independentes”.
Por internacionais e independentes, entenda-se, por exemplo, o actual presidente do CCAP.
Janeiro 28, 2009
Autoridades inglesas consideram Sócrates suspeito e querem ver contas bancárias do primeiro-ministro
É tudo uma british keibala, uma plot, uma intrigue.
Janeiro 28, 2009
Janeiro 28, 2009
Um modelo alternativo de avaliação de professores
E considero também improcedente um sistema de avaliação efectuado entre pares, porquanto tal regime incorrerá sempre em discriminações flagrantes e demasiados constrangimentos. Qual poderá então ser a solução para este problema?
“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”
Livro dos Conselhos
Janeiro 28, 2009
Mário Nogueira, o ex-escuteiro que deixou a escola há 20 anos
Provavelmente cruzámo-nos, algures, ali por 1987, quando eu começava. Quando tiver tempo verei a resposta á minha questão, mas agora este computador não tem colunas de som.
Janeiro 28, 2009
IBAN: PT50.0018.0003.20167359020.29
Janeiro 28, 2009
Talking Heads, What A Day That Was
Janeiro 28, 2009
Janeiro 27, 2009
Olá Paulo ,Junto envio a moção que confirma a suspensão do Processo de Avaliação – versão SIMPLEX – no Agrupamento Vertical de Escolas de Paços de Ferreira. A reunião decorreu no dia 27 de Janeiro e a moção foi aprovada por unanimidade dos presentes – 102 Professores e Educadores;Um abraço,Pedro Sousa
Moção
· Os Educadores e Professores do Agrupamento Vertical de Paços de Ferreira, suspenderam, por larga maioria e sem votos contra, o processo de ADD (Decreto Regulamentar n.º 2/2008 e Decreto Regulamentar n,º1-A/2009), tal como sucedeu em mais de 450 Escolas ou Agrupamentos de Escolas de todo o País.
· A necessidade sentida pelo Governo, na sequência das enormes manifestações de descontentamento levadas a cabo pela quase totalidade da classe docente, de alterações sucessivas do Modelo de Avaliação, mais não é que um reconhecimento inequívoco da sua inadequação pedagógica e da inaplicabilidade do Modelo.
· As alterações pontuais que foram introduzidas não alteraram a filosofia e os princípios que lhe estão subjacentes. Apesar de designado por Modelo de Avaliação, não o é efectivamente. Não tem cariz formativo, não promove a melhoria das práticas, centrado que está na seriação dos professores para efeitos de gestão de carreira.
· As alterações produzidas pelo Governo mantêm o essencial do Modelo, nomeadamente, alguns dos aspectos mais contestados como a existência de quotas para Excelente e Muito Bom, desvirtuando assim qualquer perspectiva dos docentes verem reconhecidos os seus efectivos méritos, conhecimentos, capacidades e investimento na Carreira.
· Outras alterações como as que têm a ver com as classificações dos alunos e abandono escolar, são meramente conjunturais, tendo sido afirmado que esses aspectos seriam posteriormente retomados para efeitos de avaliação.
· A implementação do Modelo de Avaliação imposto pelo Governo significa a aceitação tácita do ECD, que promove a divisão artificial da carreira em categorias e que a esmagadora maioria dos docentes contesta.
· Tendo em consideração o que foi referido anteriormente, os Educadores e Professores do Agrupamento Vertical de Paços de Ferreira, coerentes com as tomadas de posição que têm assumido ao longo deste processo, reafirmam a sua vontade em manter a suspensão da entrega dos Objectivos Individuais da ADD ou de qualquer outro documento relativo ao mesmo.
· Apelam ainda a que aconteça o mais rapidamente possível um processo sério de revisão do ECD, eliminando a divisão da carreira em categorias, e que se substitua o actual Modelo de Avaliação por um Modelo consensual e pacífico, que se revele exequível, justo e transparente, visando a melhoria do serviço educativo público, a dignificação do trabalho docente, promovendo assim uma Escola Pública de qualidade.
· A presente moção será acompanhada de lista da sua subscrição, correspondente à unanimidade da sua aprovação, pelos docentes presentes, em plenário, bem como daqueles que, não tendo podido estar presentes, concordam com o seu conteúdo.
Agrupamento Vertical de Escolas de Paços de Ferreira, 27 de Janeiro de 2009
Janeiro 27, 2009
Janeiro 27, 2009
Aproveitem, que isto me parece ser de acesso algo reservado:
A entrega dos objectivos individuais é uma responsabilidade do docente?
Isto significa serem infundados receios de: