Imaginemos que eu queria ser reconhecido como um excelente professor, entregava os OI, requeria duas aulas assistidas e seguia o simplex2.
Como sou professor quasi-generalista, lecciono naturalmente História e Geografia de Portugal e Língua Portuguesa (grupo de recrutamento 200), mais as excreescentes ACND Estudo Acompanhado e Formação Cívica (safei-me ao matírio da Área de Projecto). Dou ainda aulas de Iniciação à Informática a um grupo de alunos com NEE.
Como pertenço ao Departamento de Ciências Sociais e Humanas, as minhas aulas assistidas para efeitos de detecção da excelência do meu desempenho- 2 – e o meu porta-folhas essencial deveriam recair na componente do meu horário relativa à disciplina de HGP.
Ora, essas aulas representam apenas 7 horas semanais do meu horário lectivo, o que significa que a minha excelência seria avaliada com base em 2 aulas relativas a 30% do meu horário.
Quanto aos restantes 70% do meu horário lectivo, o simplex2 acha que serão irrelevantes e eu poderei cometer os maiores atropelos que, desde que esteja presente e tenha 100% de assiduidade, posso ser considerado um Excelente Professor.
Poderemos considerar este um método que avalia efectivamente a qualidade de um Professor?
Isto é algo que se possa levar a sério?
Eu acho que não. Como tal, não me sujeito a uma ficção útil para efeitos eleitorais. Não porque receie submeter-me a uma avaliação bem concebida – tenho suficientes para mostrar no meu currículo académico – mas sim porque é um método cheio de erros, lacunas e mistificações.
Como tal, nem estou preocupado se entregar os OI influi, ou não, na entrega da ficha de auto-avaliação. Afinal quem recusa este modelo de ADD está a pensar entregar a ficha de auto-avaliação?
Janeiro 31, 2009 at 6:25 pm
Ó XIBANGA! ó cromo! ó caramelo!
Esta é para ti:
Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Professor Modelo
Acompanhe o impressionante dia de avaliação de um dos melhores professores portugueses. Para não dizer o melhor!
http://cavalheirosdoapocalipse.blogs.sapo.pt/26406.html
Janeiro 31, 2009 at 6:30 pm
O Post termina com uma pergunta.
“Afinal quem recusa este modelo de ADD está a pensar entregar a ficha de auto-avaliação?”
Vá respondam….eu já sei a resposta!
Janeiro 31, 2009 at 6:30 pm
Ó XIBANGA! Ó cromo! Ó caramelo!
Esta é para ti:
Terça-feira, 15 de Abril de 2008
Ensino Show
Para acabar com as imagens chocantes de alunos a serem torturados nas salas de aulas, está a surgir uma nova geração de professores artistas com métodos de ensino do século XXI em que as aulas passam a ser shows e os alunos turmas de fãs.
http://cavalheirosdoapocalipse.blogs.sapo.pt/22266.html
Janeiro 31, 2009 at 6:36 pm
Ó XIBANGA! Ó cromo! Ó caramelo!
Esta é para ti e para o Pinóquio:
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007
Seja um engenheiro em 12 aulas práticas
Estão a chegar ao mercado os cursos intensivos em engenharia. Deste modo, qualquer português poderá em apenas 12 lições ser um senhor engenheiro.
http://cavalheirosdoapocalipse.blogs.sapo.pt/9179.html
Janeiro 31, 2009 at 6:37 pm
Ó XIBANGA! Ó cromo! Ó caramelo!
Esta é para ti e para o Pinóquio:
Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
Viva o Engenheiro!
Portugal vive um momento único de estabilidade e crescimento económico e tudo se deve à excepcional prestação do Primeiro-ministro. Mas, além da qualidade demonstrada pelo Engenheiro, há que destacar igualmente a má forma do líder da oposição.
http://cavalheirosdoapocalipse.blogs.sapo.pt/17874.html
Janeiro 31, 2009 at 6:59 pm
É INACREDITÁVEL O QUE, APÓS 35 ANOS DE DEMOCRACIA, ESTÁ A ACONTECER NO PAÍS.
Desde há 3 anos e tal que me imagino a viver “em outro mundo”. Totalmente estranho.
É uma espécie de “corte gognitivo”.
A CORRUPÇÃO, A BURLA, A MENTIRA FRAUDULENTA É A MOTIVAÇÃO DE TODA ESTA GENTALHA.
O PAÍS CHAFURDA NA TOTAL ILEGALIDADE FRAUDE IMORALIDADE.
É UM PÂNTANO PUTRIFICADO.
Janeiro 31, 2009 at 6:59 pm
“corte cognitivo”
Janeiro 31, 2009 at 7:01 pm
Em nenhum sistema de avaliação do desempenho se avalia a totalidade do trabalho desenvolvido, mas apenas o que é seleccionado. Podemos ver a questão ao contrário e ter 70% de bom trabalho sem avaliação e 30% de fraca qualidade…
Janeiro 31, 2009 at 7:13 pm
mail…
…
Janeiro 31, 2009 at 7:30 pm
A «ficha de auto-avaliação» ou a auto-avaliação (sem ser pela ficha da lurdes)?
Janeiro 31, 2009 at 7:34 pm
A resposta à pergunta do post só tem importância, para se poder avaliar a legalidade dos “possíveis e variados” conteúdos das notificações que os PCEs irão fazer chegar aos profs. que não entregaram os OIs.
Poderão notificar apenas da não-entrega, mas poderão(?) definir as consequências.Como sabem, o vazio e as incongruências dos Decretos “feitos à pressa” vão conduzir a procedimentos diferentes. Vai ser LINDO!
Janeiro 31, 2009 at 7:35 pm
E que tal este modelo?
O ovo de Colombo para a avaliação dos professores: com o apoio do ministério, dos professores e dos partidos.
Janeiro 31, 2009 at 8:02 pm
Por respito ao colega que partilhou comigo esta ficha, não nomeio a escola, mas será que alguém me explica o significado destes dois itens?
Para aceder à classificação de EXCELENTE, o docente deverá:
1- 5. Ter demonstrado, com evidências, atitudes de colaboração e partilha, ao nível da escola, do Conselho de Turma e do Departamento/ Conselho de Docentes ao qual pertence; ( como é que se mostram evidências de partilha, com um megafone na sl de profs, com registo dos mails e sms para os colegas???)
6. Ter participado em projectos abrangentes que promovam a Escola na Comunidade, tendo feito prova de “contributos relevantes (…) para o sucesso escolar dos alunos e para a qualidade das suas aprendizagens, tendo em vista a sua inclusão numa base de dados”, como consta no nº4 do artº46 do ECD. ( quem me especifica o que o ME entende por projectos abrangentes e como se incluem na tal base de dados????)
Obrigado a todos os umbiguistas que queiram fazer o favor de esclarecer este prof lerdo à volta desta ADD desmiolada.
Janeiro 31, 2009 at 8:08 pm
Paulo,
mail
Janeiro 31, 2009 at 8:32 pm
Paulo,
Desta vez não concordo consigo.
“(…)a minha excelência seria avaliada com base em 2 aulas relativas a 30% do meu horário”.
Primeiro, ninguém tem de se candidatar a um Excelente. O Excelente não é o prémio Nobel. O que as pessoas têm de pedir (caso queiram) é avaliação [também] na componente científica. As aulas assistidas são apenas um instrumento que avalia/regista a gestão do tempo, a relação com os alunos, a relação entre a planificação e a sua concretização, etc. etc.
Portanto, dizer-se que é com 2 aulas assistidas que se afere a Excelência de um professor, é falso. O que não falta são itens que precisam de ser aferidos, para se chegar a essa conclusão. Para isso, existe o registo de evidências.
“Quanto aos restantes 70% do meu horário lectivo, o simplex2 acha que serão irrelevantes e eu poderei cometer os maiores atropelos que, desde que esteja presente e tenha 100% de assiduidade, posso ser considerado um Excelente Professor.”
Não é assim. A sua colega de Geografia tem 11 turmas e o seu colega de Música, também (ou de História, ou de Francês). Leccionam apenas uma disciplina, em “monodocência”. Mudam de turma a cada 90 minutos. Estarão em melhor situação para serem avaliados?
Não me parece.
Janeiro 31, 2009 at 8:38 pm
# 13
Eu respondo-te.
Essa ficha é como as camisolas “tamanho único”. Dá para tudo e para todos. Se houver quotas de Excelente para esgotar, qualquer professor pode ser enfiado nessa categoria. Sobretudo, a pessoa que criou essa ficha. Know what I mean?
Janeiro 31, 2009 at 9:44 pm
Colegas, não querem combinar um almoço ou jantar num dia e lugar a combinar para comemorarmos a partida do socrates? E que tal também uns foguetes para festejar?
Janeiro 31, 2009 at 9:47 pm
Só depois dele já cá não estar, que eu não gosto de deitar foguetes antes da festa…
Janeiro 31, 2009 at 10:03 pm
Nas atas dos conselhos de turma ficam os registos do trabalho que se fez com os alunos, os relatórios das aulas de reforço, ou português língua não materna, ou…ou
Se se tem coordenação de alguma coisa é usual mandar para o CP relatório do trabalho desenvolvido. Nas atas das reuniões de dep ficam as distribuições de tarefas neste âmbito e balanço das mesmas.
Não chega isto?
O presidente do CE, se quer classificar os professores, que vá buscar a informação onde ela está.
Janeiro 31, 2009 at 10:10 pm
jurema, com tantos encobridores no reino o melhor mesmo é esperar para ver.
Já foi abafado antes, nada garante que não volte a ser.
Os outros casos também foram para arquivo da PGR(licenciatura domingueira) ou para relatório “independente” arquivador (as casinhas)
Janeiro 31, 2009 at 10:13 pm
#15,
Bárbara não sei se reparou mas concordou comigo ao achar que em 2 aulas não se afere a excelência de um professor, seja sobre 30% ou 100% da carga lectiva.
Mas é o que este método de ADD prevê.
Ou então não percebeu o que eu escrevi.
Elucide-me…
Janeiro 31, 2009 at 10:14 pm
Colegas,
Se puderem esclarecer-me agradeço.
Fui informada pelo PCE da minha escola de que é obrigatório o registo no site da DGRHE, para que nos seja fornecido um código. Com esse código, diz ele, acederemos à aplicação onde registaremos os nossos OI. E se eu quiser entregá-los em suporte papel, não posso?
Esta “obrigatoriedade” é algo que me tira do sério. A minha questão é: somos mesmo obrigados a fazer essa inscrição? Por que razão? Qual é o objectivo?
Janeiro 31, 2009 at 10:16 pm
NÃO É OBRIGATÓRIO ISSO É TRETA …
Janeiro 31, 2009 at 11:41 pm
#21
“Bárbara não sei se reparou mas concordou comigo ao achar que em 2 aulas não se afere a excelência de um professor, seja sobre 30% ou 100% da carga lectiva”.
Sim, concordo
“Mas é o que este método de ADD prevê”.
Paulo, o professor será avaliado em 4 domínios e não pode ser Bom em nenhuma das avaliações que lhe forem feitas. Pode ser Muito Bom nalgumas, mas tem de ser Excelente na maioria.
O professor Excelente deverá, ainda, contribuir para uma base de dados sobre “boas práticas”, a criar a nível nacional. Lembremo-nos da Ministra e da sua frase “se houver muitos professores excelentes, o que está errado é o conceito de excelência”. Para se chegar aí, será preciso muito mais do que ter duas aulas assistidas, não é?
É evidente que, na ânsia de aplicar o modelo e de lhe colocar remendos, as contradições não se fizeram esperar, a começar pelas quotas.
Assim, num grupo de, por exemplo, 3 titulares sem avaliadores, um deles pode ser Excelente, o outro Muito Bom e o terceiro, Bom. Pensemos no princípio da rotatividade e teçamos ilacções sobre o que vai acontecer nalgumas escolas…
Por último, insinua-se sub-repticiamente por e-mail, que as quotas são para esgotar, em concordância com a nota da avaliação externa.
Posto isto, até podemos concluir que, com duas aulas assistidas se pode detectar um professor Excelente, sim senhor…
Fevereiro 1, 2009 at 12:05 am
#22
Não é obrigatório. Eu não o fiz. É prático para o PCE porque, em qualquer local (até pelo telemóvel), pode ter acesso aos OIs de toda a gente. Será, talvez, útil à DGRH ter os OIs à disposição, para poderem ser consultados. Mais um motivo para não o fazeres.
Fevereiro 1, 2009 at 2:17 am
#22
O registo no ‘site’ da DGRHE só é obrigatório para efeitos de concurso. A aplicação para colocação dos OI’s é facultativa. Se o seu PCE não os aceita em papel, peça-lhe que dê essa ordem por escrito e fica com uma boa desculpa para não os entregar (nem em suporte de papel nem em suporte digital).
“Afinal quem recusa este modelo de ADD está a pensar entregar a ficha de auto-avaliação?”
Pessoalmente não estou a pensar entregar. Mas aos colegas só aconselho isto se for uma posição de 15 ou 20% dos professores da escola (pelo menos). É que há PCE’s que neste caso (se houver) apenas 2 ou 3 incumpridores arriscarão abrir processo disciplinar e não sei se todos os colegas conseguirão argumentar (na defesa) de forma a “mandar abaixo” a argumentação da acusação dos colegas (adesivos) instrutores.
Fevereiro 1, 2009 at 12:13 pm
#13
Qualquer processo de avaliação tem forçosamente de ser baseado em “evidências”. Só provando que se fez isto ou aquilo se pode sustentar uma determinada avaliação ou contestar a que o avaliador quiser dar.
“Atitudes de colaboração e partilha”
Não se produzem materiais para o grupo disciplinar? Alguém os faz, ainda que em colaboração. Isto é uma evidência.
Não se produzem outros trabalhos, que depois são utilizados pelos colegas? Isto são evidências.
Que se critique o facto de agora todos precisarem de por o nome no que fazem e de isso gerar uma competitividade negativa… é outra conversa, mas há evidências.
“Ter participado em projectos abrangentes que promovam a Escola na Comunidade”
Não há projectos de envolvimento da escola no meio onde se insere? Criação de páginas web sobre a freguesia ou concelho, parcerias com entidades externas (apoios da Gulbenkian a projectos, por exemplo)… não são evidências disto mesmo?
O que acho, sinceramente, é que não existe o hábito de mostrar devidamente o trabalho feito. Muitas vezes, o que parece uma coisa do outro mundo é apenas passar ao papel aquilo que já se faz bem.
Fevereiro 1, 2009 at 12:32 pm
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=174&id_news=368770
A crónica de Luís Delgado.
Fevereiro 1, 2009 at 12:35 pm
http://dn.sapo.pt/2009/02/01/opiniao/o_gajo_esta_mesmo_metido_esta.html
A crónica de Ferreira Fernandes.
Fevereiro 1, 2009 at 12:46 pm
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
A crónica de Manuel António Pina.
A minha mãe lia a crónica feminina e eu leio estas crónicas, ao Domingo.
Fevereiro 1, 2009 at 12:48 pm
Depois do foguetório
De Manuel António Pina
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1123134&opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
Fevereiro 1, 2009 at 12:50 pm
Olinda, tenho no blog um post do meu gatinho:
http://gataescondida.wordpress.com/2009/02/01/do-luxa-rebeldia-ii/
Fevereiro 1, 2009 at 12:51 pm
Olinda, ultrapassamos a Maxmen. 4º lugar…
Fevereiro 1, 2009 at 12:56 pm
Olinda e gata
Já foram ao vosso mail? Acabei de ir ao meu e tive uma triste surpresa… Vão lá e vejam…
Fevereiro 1, 2009 at 1:01 pm
Alebana, tudo se irá resolver.
Fevereiro 1, 2009 at 1:07 pm
ok. Olinda.
bjos
Fevereiro 1, 2009 at 1:53 pm
Deixei de dar aulas no ensino básico e secundário em 2004 e não conheço detalhadamente todos os pormenores do actual modelo de avaliação, por isso tenho-me abstido de comentá-los aqui no blogue do Paulo. Mas o que conheço da actividade docente e o que vou acompanhando da discussão levam-me a pensar que se está a elaborar num equívoco (propositado ou não, dependendo dos intervenientes) quando se pretende criar um modelo de avaliação formal e sofisticado para o ensino básico e secundário. A ideia de avaliar o mérito dos profissionais prende-se com a gestão por objectivos, com origem no modelo económico neo-liberal. Se faz algum sentido, embora arrepie pela desumanidade, que se premeie um operário pelo número de sapatos que produz, já me causa alguma perplexidade que avalie um professor pela maior ou menor interacção com a comunidade educativa ou pela quantidade de materiais didácticos que realiza para o grupo disciplinar. Isto porque a principal função do docente está na sala de aula, o seu objectivo primeiro é ensinar. E, aqui, coloca-se uma questão de objectividade: como criar critérios universais de avaliação que estabeleçam a excelência? Existe um único perfil de professor excelente? Não será a excelência dependente do meio-turma em que se insere o docente, e também da personalidade de cada um? Para já não falar no facto absurdo de se tentar saber da excelência com 2 ou 3 aulas assistidas… Quanto a avaliar o docente pelos resultados dos alunos, que seria o mais próximo da gestão por objectivos, acho que estamos todos de acordo que é algo totalmente descabido, que iria gerar enormes injustiças, tendo até o próprio ME abdicado de tamanho disparate.
Os professores do ensino superior possuem um método objectivo de avaliação que, embora possa causar efeitos perversos, baseia-se em critérios universais. Mas incide predominantemente no trabalho de investigação, não na actividade docente.
É por isso que, até que alguém me consiga mostrar o contrário, não acredito num método formal e sofisticado de avaliação para o ensino básico e secundário, que seja sério, justo e credível, para além do que possa estar associado à avaliação dos conhecimentos científicos e que tem o seu momento próprio na formação, seja a inicial, seja a contínua.
Fevereiro 1, 2009 at 7:45 pm
Paulo,
A resposta à tua pergunta deveria, a esta hora, ser óbvia para todos os que se recusam a entregar os objectivos individuais: em coerência, quem tomou essa decisão deverá também recusar a entrega da ficha de auto-avaliação. Pois quem entregar esta última ficha está, na prática, a pactuar com este modelo de avaliação. Mais: quem entregar, no final do ano lectivo, a referida ficha de auto-avaliação estará a esvaziar o gesto político de recusar a entrega dos objectivos individuais.
Fevereiro 3, 2009 at 6:15 pm
Deixei uma versão revista e um pouco melhorada do meu comentário anterior aqui.