Junto envio, para divulgação no seu blogue, tomada de posição dos docentes do Agrupamento de Escolas da Lousã.
Assinaram a recusa da entrega dos Objectivos Individuais 102 dos 116 docentes.
Gratos pela atenção
A educadora do AEL
Conceição Duarte
Janeiro 31, 2009
Junto envio, para divulgação no seu blogue, tomada de posição dos docentes do Agrupamento de Escolas da Lousã.
Assinaram a recusa da entrega dos Objectivos Individuais 102 dos 116 docentes.
Gratos pela atenção
A educadora do AEL
Conceição Duarte
Janeiro 31, 2009 at 10:43 pm
Na semana passada, 4 dirigentes do Sindicato dos Professores do Norte demitiram-se do PCP. Entre eles, Júlia Vale, membro do secretariado nacional e do conselho nacional da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), acusou o «partido» de se imiscuir na vida do Sindicato. Como se isso fosse novidade. Sabemos que estas demissões do PCP são sempre dolorosas para quem sai e resultam de um processo mais ou menos longo de divergências «ideológicas» ou devido ao excesso de intromissão e de «centralismo» do «partido» na vida e na actividade profissional, sindical e pessoal dos seus militantes. O que hoje denunciam não novo, mas há um momento em que lhes «salta a tampa». Com Júlia Vale abandonou também o «partido» Manuel Macedo, coordenador do mesmo Sindicato, e dois outros dirigentes sindicais: Adriano Teixeira de Sousa e Carlos Midões. Todos eles estavam em ruptura com o PCP há quase dois anos, mas só agora consumaram a demissão
Janeiro 31, 2009 at 10:45 pm
A CERTEZA DE ESTAR A CONSTRUIR O FUTURO JUSTIFICA OS ESFORÇOS DO PRESENTE
Num momento em que enormes pressões, ameaças e “contra-informação” se fazem sentir sobre as escolas e sobre os professores, o SPGL saúda as centenas de escolas da sua área de intervenção que se mantêm colectivamente firmes na recusa de aplicarem um modelo de avaliação de desempenho em tudo contrário aos interesses da vida das escolas e da deontologia que deve orientar o exercício da profissão docente. O SPGL saúda muito particularmente o exemplo de dignidade humana e profissional dos professores e educadores que persistem na recusa de entrega dos objectivos individuais e do pedido de “aulas assistidas” mesmo em situação minoritária nas suas escolas.
O SPGL sempre alertou para o facto de esta luta, pelas incidências económicas, políticas e mesmo sociais que envolve, ser um processo longo, onde, muito mais que úteis entusiasmos momentâneos, se exige a firme assunção de práticas quotidianas orientadas por inequívocos valores de justiça, de verdade e de dignidade.
O número de escolas/agrupamentos e de professores e educadores em cada escola que se mantém determinado a prosseguir a luta contra as injustiças e as absurdos de modelo de avaliação de desempenho que o ME quer impor é garantia de que há todas as condições para prosseguir esta batalha em nome da defesa da Escola e da dignidade da profissão docente. Com coragem , com determinação e com a clara consciência do que nos leva a enfrentar as dificuldades do presente em nome de um futuro de que não desistimos e que não aceitamos hipotecar.
http://diasdofim.blogspot.com/
Janeiro 31, 2009 at 10:46 pm
Parabéns, colegas! Estão a dar um bom exemplo àqueles que, agora , de repente e inexplicavelmente, estão a ceder. Entristece-me esta fraqueza. A ministra, dentro de pouco tempo, vai aparecer, triunfante, na Comunicação Social, dizendo que a avaliação de professores está a decorrer”dentro da normalidade”.
Fevereiro 1, 2009 at 1:17 am
Pois é…o sr. Joel Neto devia era andar um pouquinho mais informado, mas só um pouquinho porque não lhe deve sobrar muito espaço no cérebro.
Sobre o que realmente se passa, faço-lhe desde já o favor de o informar das más condições salariais de muitos e muitos e muitos professores contratados (são cerca de 40mil, com salarios que oscilam entre 300 euros, 500 euros, 600 euros, e não sobem muito mais. Como já não existem jornalistas verdadeiros, temos nós os comuns cidadãos de revelar as evidências factuais.. este ano decidiu o ministério que não podem concorrer ao concurso do próximo ano os professores com habilitação própria nem os que estão a realizar a profissionalização porque não a terminam a tempo da inscrição do referido concurso. Eu sou pai de dois professores, um dos meus filhos exerce a profissão há sete anos e para o proximo ano (apesar de estar a profissionalizar-se, diga-se uma conotação que em último caso é abstracta) vai certamente ficar desempregado porque o ministério decidiu que teria de ser assim.Para depois dizerem que a taxa de desemprego dos professores profissionalizados é zero!
Pois bem, formou-se na universidade do Porto, necessitou de uma grande média na altura, formou-se com uma excelente média e pelo que me conta tem alunos que andam na escola pelo dinheiro que ganham…conta-me um dos meus filhos.
É claro que as transformações e reformas são necessárias, mas não devem ser feitas por gente tão mentirosa e incompetente! Os politicos deveriam realizar exames de admissão,serem avaliados e responsabilizados pelas suas politicas mal elaboradas.profissionalizarem-se digo eu!
Quanto ao Netinho,não é avaliado?..dava-lhe nota negativa pelo desperdício de papel e de ideias feitas….”milhares de(…) professores …”vão perder os empregos, passam fome”…” as contas aumentam e o numero de palermas aumenta de dia para dia alimentando a ignorância do país. Vou desligar o Neto, desculpem a Net. E ajudar os meus filhos a sairem deste país…
Fevereiro 1, 2009 at 2:47 pm
Força e parabéns aos resistentes…dia 30/o1 uma boa maioria dos docentes do meu agrupamento não entregou os objectivos e sei de outros agrupamentos perto deste em que está a acontecer o mesmo…ainda há pessoal cujos prazos de entrega ainda não terminaram…não abandonem a luta…a união faz a força!!!
Fevereiro 2, 2009 at 1:31 am
Muito bem! Faltam agora os “vizinhos”…