Agora que o anti-tretas e o contra a maré andam a banhos e que a Maria Campos e o Trabalhador da Silva parecem algo confundidos sobre o que dizer neste momento, a começar pelo estudo-da-OCDE-que-não-é-da-OCDE-mas-tão-parecido-aos da-OCDE-que-vistos-ao-longe-parecem-iguaizinhos-ao-senhor-engenheiro-pois-até-tem-todos-capa-e-letras-escritas-em-páginas-com-gráficos-e-tudo.

O que eles escrevem contra os professores, o ódio que destilam, a gramática que desprezam, a ortografia que atropelam sem dó nem temor, a forma grosseira como se expressam são um hino à classe docente, mesmo que há quem se deixe ir na onda e lhes faça a vontade de entrar em diálogo de surdos.

No caso do MFerrer é mais estranho sabendo eu agora quem é na vida real, não blogosférica, nomeadamente a afinidade electiva por via conjugal.

Por favor, deixem-nos comentar. É um serviço inestimável que prestam a toda uma causa.

Bem hajam, MFerrer e Xibanga e todos os que, como eles, professam o ódio como forma de vida contra nós.