Tentativa da manhã frustrada por morosidade do processo. Não sou cliente do banco, as outras titulares precisam de assinar, pode ser mesmo nas dependências mais próximas da residência, e só depois a conta é aceite pelos serviços centrais. Segurança dos clientes e nossa está a ver. Com 750 euros à cabeça para abrir e NIB só 24 a 48 horas depois. É o que dá ir a um banco internacional. Atendimento feminil e simpático, mas directrizes são guidelines ou vice-versa.
Pronto. O melhor é ir àquele onde tenho conta e trazer a papelada para preencher que as aulas da tarde ninguém as dá por mim e ainda é preciso almoçar. O banco deverá ser outra vez internacional porque, mesmo sabendo que a bisbilhotice é transversal, sempre se escusa de ir mesmo para a boca do lobo.
Mea culpa, mas a entrega das burocracias será feita amanhã pela manhã, de modo mais célere, porque já sou cliente há muitos anos e nós tratamos disso.
Estou a desmerecer a vossa confiança, mas mais vale devagarinho e seguro do que apressado e mal feito.
Janeiro 27, 2009 at 9:08 pm
Ok.
Janeiro 27, 2009 at 9:09 pm
Cá ficamos à espera do NIB. Devagar se vai ao longe…
Janeiro 27, 2009 at 9:09 pm
“Estou a desmerecer a vossa confiança”
Não estás nada!
Se bem que podias ter pedido a um dos avençados do ME para dar as aulas por ti.
Só o cansaço pode explicar que isso não tenha ocorrido.
Janeiro 27, 2009 at 9:11 pm
Coisa lá isso de uma vez por todas.
Janeiro 27, 2009 at 9:11 pm
Paulo Guinote
Tu não tens culpa nenhuma.
Eu sei o que isso é pois o meu marido é bancário (antes fosse banqueiro) e ainda por cima do BPN!!!
Calma. Estamos contigo!
Janeiro 27, 2009 at 9:12 pm
Tudo ok! Não há stress! E depois a nossa vida não é nada simples!
Espero pelo NIB sem stress!
E nós é que temos muito a agradecer-te!mas mesmo muito!
Janeiro 27, 2009 at 9:14 pm
Há uma grande pressão sobre ti mas não te sintas mal por não teres ainda as coisas prontas, todos sabem das dificuldades que temos para ir a bancos, finanças e outras repartições que fecham antes de sairmos das escolas.
Janeiro 27, 2009 at 9:15 pm
Quando o N.I.B. aparecer eu (nós) cá estarei (estaremos)!
Janeiro 27, 2009 at 9:18 pm
Sem stress, Paulo. O Xibanga e afins andam a pressionar mas não te enerves…. Estamos cá para os receber.
Janeiro 27, 2009 at 9:18 pm
Já agora com o que sobarar podia-se ir al Alcanena acabar com os restos que vocês ainda lá deixaram…Deixaram ainda alguma coisa não…?
Janeiro 27, 2009 at 9:18 pm
sobrar….ao…
Janeiro 27, 2009 at 9:19 pm
A pressa é relativa.
Os biltres serão mantidos em lume brando. Ai se vão!
Janeiro 27, 2009 at 9:20 pm
A Olinda tem razão nós temos uma enorme dificuldade em tratar de coisas práticas, nas outras profssões é só dizer vou ao banco volto já! como profs não podemos!há aula há aula!
Janeiro 27, 2009 at 9:20 pm
A malta espera:-)
Janeiro 27, 2009 at 9:20 pm
Na minha escola começa a falar-se desta acção com algum entusiasmo, a mensagem vai passando.
Aguardemos pois então.
Ao interessados o JPVideira dedicou um post à consulta pública dos programas de Língua Portuguesa com link e tudo:
http://www.diasdofim.blogspot.com/
Janeiro 27, 2009 at 9:20 pm
E que tal pedir ao tio do Sócrates para meter uma cunha lá no banco?
Janeiro 27, 2009 at 9:21 pm
olha o pulp por aqui! confirmo que temos passado a mensagem!
Janeiro 27, 2009 at 9:21 pm
no problemo! a massa há-de aparecer.
mas se houver dificuldades na abertura de conta sempre se pode falar com o tio que isso arranja-se….
Janeiro 27, 2009 at 9:22 pm
o pd antecipou-se!
Janeiro 27, 2009 at 9:23 pm
também podemos pedir ao filho do tio dele que mande mail
Janeiro 27, 2009 at 9:24 pm
Também na minha escola já sou “perseguida” com pedidos do NIB!
Pena muitos não terem “nibado”: Num Intrego Bijectivos…
De qualquer forma, a luta mantém-se amarelamente acesa!
Janeiro 27, 2009 at 9:26 pm
Hummm, e que tal pedir àquela secretária do ambiente que também é prima?
Janeiro 27, 2009 at 9:27 pm
Quando esse NIB chegar, vai ser uma correria!
Já agora aproveito para dizer que é má estratégia estarem sempre a dar troco aos “tais que já se sabe”…
Perdem tempo a debater com quem não vem por isso.
Acabam por cair na linha “tais que já se sabe”…
E eles é que se ficam a rir!
Janeiro 27, 2009 at 9:30 pm
temos então: a “coisa”, o tio dele, o filho do tio dele, a prima do tio dele… não é enternecedor ver assim uma famiglia unida a mamar custa da redução do défice para não lhe chamar aqui um palavrão?
Janeiro 27, 2009 at 9:31 pm
eu não respondo aos “tais que já se sabe”…os comentários deles para mim são transparentes deixei de os ler e já nem os vejo!..e discuto aquilo que interessa! desprezo é a minha arma!
Janeiro 27, 2009 at 9:31 pm
# 23 Leão Branco
Eu sei. Tens toda a razão! Mas são tão charmosos que é quase impossível resistir-lhes.
É tipo Impulse: “E se alguém lhe oferece flores?”
Janeiro 27, 2009 at 9:32 pm
ok grande leão branco . é só uma dúvida que eu gostaria de colocar aos ferrers e aos xinangas, aos silvas em geral : qual a data do e-mail do primo?
enquanto não me responderem não lhes passo troco.
Janeiro 27, 2009 at 9:33 pm
E um gordo é sempre um rapaz de muito alimento e o almoço é sagrado, para mim tb.
conta com 20 Euros
Janeiro 27, 2009 at 9:34 pm
tem calma, nós somos muiiiiiiiiiito pacientes!
Janeiro 27, 2009 at 9:35 pm
Paulo, a pressa é só emocional
Só teremos que pagar dentro de uma ou duas semanas, não é?
É preciso é irmos pondo os “dez aéreos” de parte
Janeiro 27, 2009 at 9:48 pm
Aguardamos com toda a calma e paciência, características próprias e dignas da nossa profissão.
E limpas…sem tios, primos, lobbyes, etc
Janeiro 27, 2009 at 9:53 pm
eu já não percebo nada…
do público on-line:
“Às 10 horas de amanhã os sindicatos de professores e o Ministério da Educação começam um novo braço de ferro. Desta vez é o Estatuto da Carreira Docente – ou melhor, a sua revisão – que está em discussão. A prova de ingresso na carreira é o principal motivo da discórdia: absurda para os docentes, essencial para a tutela.”
então a grande questão já não é a divisão da carreira e as quotas ?
Janeiro 27, 2009 at 9:55 pm
Se entendi bem o Paulo tem de entrar com uns Aérios para abrir a conta, pelo que se deveria de imediato enviar os ten aérios para cobrir o desfalque na carteira.
Janeiro 27, 2009 at 10:00 pm
Concursos 2009: consequências muito negativas no plano profissional e pessoal dos professores e no funcionamento das escolas
Realizou-se (27/01/2009) uma reunião das organizações sindicais com a Direcção Geral dos Recursos Humanos de Educação, cujo responsável se apresentou como um mero divulgador das decisões finais relativas às alterações introduzidas na legislação de concursos e colocações.
Esta reunião, que supostamente culmina o processo negocial, fez-se:
Sem o conhecimento do texto final do diploma legal. Este, entretanto, a acreditar na informação aí veiculada, foi já aprovado, há várias semanas, em Conselho de Ministros e, de acordo com o Director Geral dos Recursos Humanos, aguarda promulgação pelo Presidente da República;
Com a divulgação de informações sobre matérias contidas no diploma, mas que não foram objecto de negociação nem do conhecimento prévio à sua aprovação em conselho de ministros (por ex: aos docentes de Educação Especial poder ser-lhes atribuídas actividades a realizar no seu agrupamento de origem e em outro/outros agrupamentos do concelho ou limítrofes).
Confirma-se, ainda, que o Ministério da Educação decidiu, apesar de se encontrar em negociação e ser alvo de enorme contestação nas escolas, manter as suas intenções de estabelecer uma ligação estreita entre o modelo de avaliação do desempenho em vigor e o modelo de concursos, para efeitos de graduação profissional.
Ou seja, perante a impossibilidade prática de aplicar tal medida nos concursos que se realizam no presente ano, o ME insiste em mantê-la, apesar de repudiada por toda a classe, em concursos futuros, isto é, já depois das próximas eleições legislativas. Tal só pode ser interpretado como um sintoma de falta de honestidade politica e de total desprezo pelo desenvolvimento do processo negocial em curso.
Os professores compreenderão o alcance deste “expediente” do ME e não deixarão de continuar a sua luta em torno da suspensão do modelo de avaliação do ME!
Por outro lado, um grupo profissional que vai sentir fortemente as medidas restritivas do governo, no acesso a vagas que lhes confiram maior estabilidade profissional, é o dos que se encontram, agora, a concluir os seus estágios profissionais para a docência e os professores com habilitação própria a concluir a sua profissionalização. Estes perderão o direito a se candidatarem ao concurso nacional (como até agora acontecia). Ou seja, estes jovens só terão oportunidade de colocação em regime de contratação directa pelas escolas, estando por isso sujeitos à falta de transparência que daí decorre.
Num quadro de grande contestação dos professores e educadores, designadamente em relação ao modelo de concursos que o governo pretende implementar, a FENPROF reafirma a sua oposição em relação aos seguintes aspectos:
A conversão dos actuais quadros de escola (QE) para quadros de agrupamento (QA), com a consequente transferência automática dos docentes de quadro de escola para quadros de agrupamento;
A obrigatoriedade de os docentes de quadro de zona pedagógica (QZP) serem opositores a um outro quadro de zona pedagógica ou passarem ao regime de mobilidade especial, na ausência de colocação no seu QZP;
A avaliação do desempenho ser um factor a contemplar ao nível da graduação profissional;
A prestação da prova de ingresso;
A eliminação do contrato administrativo de provimento e a sua substituição pelo contrato de trabalho a termo resolutivo;
A impossibilidade de os professores titulares concorrerem nestes concursos, designadamente para destacamento por condições específicas;
A imposição do carácter plurianual das colocações, desta feita pelo período de quatro anos.
Finalmente o Director Geral informou que até ao final do mês decorrerá um procedimento de mobilidade dos professores titulares, impedidos de se candidatarem ao concurso nacional. Tal mobilidade far-se-á apenas para as vagas que ficaram desertas no primeiro concurso a professor titular, desde que validadas pelos órgãos de gestão das escolas. Significa, pois, a perpetuação de milhares de professores em lugares de quadro mas longe dos seus locais de residência, por força desta divisão artificial da carreira docente.
Confirma-se, também, a impossibilidade de introduzir, este ano, já para este concurso, a Prova de Ingresso. Situação que ocorre por força da justa luta que os docentes contratados têm desenvolvido e que a FENPROF tem organizado, a que não é alheia a forte intervenção desenvolvida junto da Assembleia da República e a sua denúncia pública. O Secretariado Nacional da FENPROF apresentou no ME uma proposta concreta que visa a eliminação do articulado do Estatuto da Carreira Docente que determina a existência desta prova, matéria, aliás, cuja negociação se iniciará amanhã.
O Secretariado Nacional da FENPROF
27/01/2009
Janeiro 27, 2009 at 10:01 pm
Extraordinário o título do post – porque coiso -Excelente.
Quando vier o NIB, faço a transferência e pronto.
Janeiro 27, 2009 at 10:01 pm
Paulo,
1) Concordo com #30 Reb quando refere que a presa é emocional
2) Não há problema quanto ao atraso, pois é perfeitamente plausível o que aconteceu. Mais: é, regra geral, complicado compatibilizar, como já foi dito, os nosso horários laborais com os horários dos bancos.
3) Por isso, sou mais um a dizer: sem stress! Mais vale bem feito do que feito à moda free ;
Janeiro 27, 2009 at 10:02 pm
#32 like a rolling stone
Julgo que tentarão negociar várias questões, onde a divisão da carreira também entra.
Janeiro 27, 2009 at 10:03 pm
Novidades sobre o concurso de 2009
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=108&doc=3933&mid=115
Janeiro 27, 2009 at 10:03 pm
Também não era má ideia que os bancos pudessem estar abertos até às 19.00 horas. Sempre tinhamos mais tempo para estas e outras formalidades. É só uma ideia.
Janeiro 27, 2009 at 10:06 pm
O Presidente da República alertou hoje para a necessidade de melhorar a qualidade da legislação, por considerar que só com melhores leis será possível ter “uma justiça melhor”.
Bem, parece-me que os nosso dez euritos vão contribuir para estas melhoras.
Janeiro 27, 2009 at 10:09 pm
Eu já estou farto do mono Presidente da República. Nada diz, nada faz, fala e tudo soa a oco, vazio, forçado…é uma marioneta autentica.
Janeiro 27, 2009 at 10:10 pm
OK, Paulo. Parece que hoje a guerra estava (meia)fechada…
Sem stress!
Janeiro 27, 2009 at 10:16 pm
Pena que depois de tanta manifestação…das greves que todos fizemos. Das moções … foi o colectivo a sobrepor-se ao individual.
Nestes últimos dias o colectivo dispersou-se no individual. É tempo de decidir pela nossa própria cabeça, não no anonimato e tão pouco na sombra dos outros . Não entrego os objectivos ou entrego-me !
E a cada um de nós foi pedido que dê a cara , que honre o colectivo através da sua individualidade, da sua coerência e sobretudo da sua dignidade.
Cá em casa somos dois…e seremos dois a ser notificados… temos casa… filhos… mas sobretudo temos dignidade.
Perdoem-me mas acho que ás vezes somos mais ratos que homens.
Perdoem-me o desabafo.. mas na escola ao lado da minha 78 professores assinaram um documento a afirmarem a não entrega de objectivos… e surpresa… terminado o prazo, 30 entregaram.
Somos professores???
Janeiro 27, 2009 at 10:18 pm
Paulo, não tinha lido bem. Precisas de adiantar 750 no teu banco?
Janeiro 27, 2009 at 10:19 pm
#39
Era o chamado Banco a tempo inteiro!!!!
Janeiro 27, 2009 at 10:21 pm
Desculpem-me o péssimismo:
Espero que restemos mais do que um punhado.
Janeiro 27, 2009 at 10:23 pm
Pelo menos o punhado que pode contribuir para que no plano legal nos defendam e impugnem esta treta. Venha o NIB… pode ser amanhã paulo…
mas venha.
Janeiro 27, 2009 at 10:23 pm
Engraçado. Quando li o texto a parte que mais me chamou a atenção foi o atendimento feminil. Que deve ter sido coiso. Tendências.
Janeiro 27, 2009 at 10:23 pm
#43: a boa notícia é que 48 NÂO ENTREGARAM!
Janeiro 27, 2009 at 10:24 pm
#39
O horario já é das 8 da manhã ás 19, com uma hora para almoçar , á pressa.
Janeiro 27, 2009 at 10:24 pm
Monstro das Bolachas:
Olhe que não está muito mau. Não minha escola perto de 80% dos professores decidiram não entregar os OI, mas parece-me que quando chegar a data limite serão 20% (estarei a ser optimista?)os que não entregarão. E isto é só pelo que vou ouvindo e sentindo, ainda não fiz a acção “Leitura do Pensamento”
Janeiro 27, 2009 at 10:24 pm
“Paulo, não tinha lido bem.Precisas de adiantar 750 no teu banco?”
Se for necessário começamos a contribuir já com qq coisa. Não é justo sair todo de um bolso só.
Janeiro 27, 2009 at 10:25 pm
Não te sintas pressionado, Paulo… nós é que temos muita vontade em ajudar… vais ver que até o/a T. Silva e a/o M. Campos vão contribuir…
Janeiro 27, 2009 at 10:27 pm
Paulo, sem stress! A vida continua e as divergências(eufemismo) dos professores com a tutela, vão arrastar-se até ao final da legislatura.
É mais dia menos dia.
Janeiro 27, 2009 at 10:28 pm
# 51
E 20% já não é mau. Na minha escola é uma desgraça! São mais as canetas no meu estojo que os colegas que não entregam os OI!
Janeiro 27, 2009 at 10:28 pm
Paulo, não vais abrir conta no BPN, pois não?
Janeiro 27, 2009 at 10:30 pm
Ana … obrigado! É uma optimista… bem vistas as coisas tem razão. Obrigado abraço.
Janeiro 27, 2009 at 10:31 pm
Monstrodasbolachas – 43
“78 professores assinaram um documento a afirmarem a não entrega de objectivos… e surpresa… terminado o prazo, 30 entregaram.”
Isso quer dizer que 48 não entregaram. 50% de professores da escola que tem um dos três representantes no Conselho de Escolas (representantes de uma DRE). Nada mau!!!
Janeiro 27, 2009 at 10:31 pm
Força. Aguardo publicação do NIB para contribuir.
Boa escolha, o Garcia Pereira é um mestre na legislação laboral e um profissional que não teme as instituições e os instituídos, quem não se lembra da gigante Bayer? Vamos em frente:)
Janeiro 27, 2009 at 10:31 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/27/e-cheguei-aos-mil-postsufa/
Janeiro 27, 2009 at 10:32 pm
#Digo em #36 a “pressa”; ficou um dedo entalado no magalhães e há n malta a queixar-se do mesmo! Claro que já confirmei que isto não se resolve atirando musculadamente o dito ao chão;
Janeiro 27, 2009 at 10:33 pm
se for no bcp não contribuo com nenhum ério.
os maiores accionistas do BCP são a Sonangol, a Eureko e Stanley Ho. esses que o governo vai (está) ajudar com dinheiro dos nossos impostos.
Janeiro 27, 2009 at 10:33 pm
#61
Pois não! Pode cair-lhes nos pés!!
Janeiro 27, 2009 at 10:34 pm
Monstrodasbolachas
Na maioria das escolas é ao contrário – ninguém assina moções colectivas e 30 ou 40 ou 50 … não entregam.
Janeiro 27, 2009 at 10:34 pm
Eu conheço um primo que é filho do tio de um tipo “ingeinheirio” que adora a sua família…
… e que diz que não se importa de dar o seu nib.
…
Janeiro 27, 2009 at 10:37 pm
mesmo na prisa dou orientações como tratar dessas contitas…
Janeiro 27, 2009 at 10:42 pm
Bem se se poem com essas reservas o Paulo não poderá abrir conta em nenhum Banco!
Janeiro 27, 2009 at 10:44 pm
Monstro das Bolachas, estou numa escola em que apenas 1/4 da escola não entregou. E estamos firmes, unidos e bem dispostos!
Janeiro 27, 2009 at 10:44 pm
… um tal Trabalhador da Silva contactou-me para defender uns tais “zecos”… interessados? LOL
Janeiro 27, 2009 at 10:45 pm
LEIAM!
http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=3170&fileName=bilingue_GEPE_portugues_final.pdf
Janeiro 27, 2009 at 10:46 pm
na caixa também não que tem lá o vara e a cardona
Janeiro 27, 2009 at 10:47 pm
… pois, mas uma tal M. Campos contratou o meu advogado que é muito melhor…
Janeiro 27, 2009 at 10:48 pm
No BBVA tambem não porque vai entrar no capital do BCP…
Janeiro 27, 2009 at 10:49 pm
temos mesmo de falar com o tio que agora dizem estar maluquinho(!) para sabermos como funcionam as offshores
Janeiro 27, 2009 at 10:50 pm
Peter Matthews, Consultor de Educação e Professor Visitante no Instituto de Educação, Universidade de Londres
Elisabeth Klaver, dez anos como Inspectora na Inspecção Nacional de Educação da Holanda
Judit Lannert, Directora-Geral do Tárki.-Tudok, o Centro de Gestão do Conhecimento e Investigação para o Ensino de Budapeste
Gearóid Ó Conluain, Inspector-Geral Adjunto do Departamento de Educação e Ciência da Irlanda
Janeiro 27, 2009 at 10:50 pm
No Santander tambem não porque é terreno do MadoF… O BPI é aquilo que se sabe…. enterrou milhões no BPP e está á rasca…
Janeiro 27, 2009 at 10:51 pm
sem stress. Aguardamos!
Janeiro 27, 2009 at 10:53 pm
Nem sempre concordo com ele, mas hoje apetece-me citá-lo:
“Na sua derradeira aparição pública, no CCB, o chefe do governo – ao lado de Maria de Lurdes Rodrigues que remeteu para o passado: “foi um gosto trabalhar consigo” – elogiou um relatório qualquer sobre a educação (ensino básico). Até falou numa tal “Débora” que o animou na apresentação. Ora, e uma vez mais, a blogosfera fez o TPC. No 31 da Armada, Carlos Nunes Lopes dedicou uma série de posts ao magnífico “relatório da OCDE” que alegadamente “premeia” Portugal e a sua política de educação (leia-se, a daqueles dois admiráveis governantes) bem como a “coragem” das criaturas. «Sucede que nem o relatório é da OCDE, como diz Sócrates e a sua caixa de ressonância (RTP), nem todos os peritos me parecem “independentes” e a base bibliográfica do “alegado estudo da OCDE” resume-se a um conjunto de publicações do próprio Ministério.» Ele explica porquê: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.” http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com
Estes “aquis” no referido blogue reenviam para outros com informações sobre este assunto.
Janeiro 27, 2009 at 10:54 pm
afinal com o tio não pode ser :
as offshores do tio foram criadas através do BCP e do BPN.
temos mesmo é que falar com o “filho do meu tio”. mas esse agora está na china….
está complicada a coisa
Janeiro 27, 2009 at 10:56 pm
Bom…isto anda a ficar quente Guinote. As popotas já atacam lá e tudo…destilam,,,
Estou a pensar reprocessar-me e voltar a ser troll como há 6 anos…gostam de ti, gostam…e levo eu.
Vai com calma e anda mais,,,atento. Se me percebes.
Abraço.
Janeiro 27, 2009 at 10:56 pm
#75 Ratatui
Obrigado. Quando tiver mais tempo. Está já guardado.
Janeiro 27, 2009 at 10:56 pm
os silvas hoje não vêm? ou andam à procura da data do e-mail do “filho do meu tio”?
Janeiro 27, 2009 at 11:02 pm
#82
Os ratos agoram fazem o turno da noite. Perceberam que ganham mais!
Janeiro 27, 2009 at 11:06 pm
parece-me é que os ratos já abandonaram o barco
Janeiro 27, 2009 at 11:07 pm
a empresa chamava-se “neurónio criativo”.
não vos parece uma clara homenagem ao sobrinho do meu pai?
Janeiro 27, 2009 at 11:09 pm
????????????????????
Janeiro 27, 2009 at 11:17 pm
Independentemente da verdade, José Sócrates pode já não estar em condições de continuar a chefiar o Governo. O envolvimento de familiares seus num processo de despacho governamental delicado cria-lhe fragilidades que o vão acompanhar daqui para a frente.
O ambiente de alegadas influências em decisões governamentais (supostas ou reais) para extorquir contrapartidas dá um carácter de favoritismo na prática governativa que, falso ou verdadeiro, lhe criam uma pressão política intolerável.
Em política, ao nível a que José Sócrates chegou, pura e simplesmente não há presunções de inocência quando há indícios insofismáveis. Não há comunicados com desmentidos nem notas da Procuradoria a dizer que hoje está tudo bem mas amanhã não se sabe, que lhe valham. Será este julgamento popular de José Sócrates injusto? É. Mas é assim. A infelicidade é que no ponto da pirâmide executiva onde José Sócrates se encontra o que parece já é, mesmo antes de o ter sido. É uma vulnerabilidade que vem com o território.
José Sócrates devia sujeitar-se ao julgamento popular que vem com o voto e aí saber se Portugal acredita na sua boa-fé e na ingenuidade do seu tio e primo, e se este conceito de “família” é compatível com a maneira como em Portugal se entende a função governativa. Está em jogo o bem-estar de uma população de dez milhões de pessoas e a necessidade de tomar medidas rigorosas e duras para enfrentar a crise. Está em jogo a respeitabilidade da imagem de um país que a esta hora está a ser retratado nos media estrangeiros na síntese dos que vêem a realidade de fora através dos desapaixonados despachos das agências noticiosas. Nessa óptica, o que aparece é o chefe do Governo de Portugal no centro de um furacão que envolve pagamentos avultados por favores oficiais num processo que entronca no estrangeiro com offshores de familiares metidos pelo meio. Justa ou injustamente a Standard and Poors vai adicionar este elemento à contabilidade do rating da República.
No mundo da banca e da finança internacionais também não há presunção de inocência. Na zona da vida pública em que José Sócrates se encontra, com a necessidade de executivo claro firme e duro que a crise exige, com a ameaça de todo o Portugal se tornar numa gigantesca Qimonda, a verdade ou mentira de uma insinuação são valores subjectivos de menor importância.
O momento não se compadece com as delongas da justiça à portuguesa. É preciso indagar se o povo aceita renovar a confiança em José Sócrates nestas envolventes ruidosas e cheias de incógnitas, ou se vamos continuar no “pântano” profetizado por António Guterres quando se demitiu, (curiosamente em data muito próxima do início de toda esta questão do Freeport). Alguém vai ter de tomar uma decisão executiva porque, face ao que já está escrito e dito, não chega clamar pela celeridade da justiça, que não existe, nem pedir o aval diário do até-aqui-tudo-bem-depois-se-verá da Procuradoria. José Sócrates, por si, ou Cavaco Silva, por ele, terão de tomar a única decisão possível, que é fazer o primeiro-ministro sujeitar-se ao juízo do voto antecipado que relegitimará, ou não, o seu Executivo. Por muito, muito menos, Jorge Sampaio sujeitou Santana Lopes a esse julgamento popular.
mário crespo
http://raivaescondida.wordpress.com/2009/01/27/accao-executiva/
Janeiro 27, 2009 at 11:19 pm
Coiso e tal… ou será coisa sem tal… bem a discussão lá continua, eu acho que ainda vêm a rebolar pelas escadas abaixo…:-) então desde que descobriram que quem furou o coiso… ou a coisa… foi o grupo de múuuuuuuuuuusica…então é que a flauta assobia…
Então nós vamos assobiando enquanto esperamos pelo tão desejado NIB…sem pressas…:-)
Janeiro 27, 2009 at 11:21 pm
raiva
Uma pessoa que se demite é uma pessoa séria.
Janeiro 27, 2009 at 11:22 pm
Quando não se ri…:-)
Janeiro 27, 2009 at 11:22 pm
é uma família de génios:
o sócrates consegue baixar a taxa euribor;
o primo inventou a máquina do tempo e manda um mail em 2002 de uma empresa que só seria criada em 2005;
se o presidente não se chamasse américo tomás isto já tinha ido tudo de pantanas
Janeiro 27, 2009 at 11:26 pm
outra pessoa séria que vem defender o sócrates é o menezes de gaia:
“Luís Filipe Menezes afirmou hoje que acredita na seriedade do primeiro-ministro e que não tem dúvidas quanto ao seu comportamento ético.”
com apoios destes o barco vai mais depressa ao fundo….
Janeiro 27, 2009 at 11:27 pm
“Ainda Não É Hoje, Porque Coiso”
Paulo,
Tu coisa.
Mas não coises muito…
…
Janeiro 27, 2009 at 11:28 pm
Reparem no pormenor: alguns têm direito à aposentação por inteiro com 32 anos de serviço. Outros (na maior parte dos casos com habilitações superior) levam com mais 13 anos. O critério é o seguinte: quem tinha 13 anos em 1976 e tal… Mas isto é um critério? Isto será culpa do Ministério ou de quem se senta à mesa das negociações?
Janeiro 27, 2009 at 11:29 pm
Anotaram bem os nomes, para quando precisarem de “Ralatórios” lá para as vossas escolas? Já sabem quem contratar…é só pedir por intermédio do senhor José “prontos”, “tá feto”…:-)
Janeiro 27, 2009 at 11:29 pm
Quando Guterres se demitiu já falava do Pântano… Estamos é no Esterco…isto tresanda demais para ficar tudo impune.
O Santana foi-se por menos, mas este Acabado Silva é um mole, uma múmia, nada faz, limita-se a comparecer em cerimónias, diz meia dúzia de frases lacónicas que dão para todos os gostos, e Portugal vai cantando e rindo…no meio do Esterco.
Janeiro 27, 2009 at 11:31 pm
[...] NIB – PONTO DA SITUAÇÃO Ainda Não É Hoje, Porque Coiso [...]
Janeiro 27, 2009 at 11:32 pm
enquanto o paulo coisa
e não aparece por aqui entretenham-se com esta pérola do rui cartaxana
É um caso chocante de concorrência desleal: enquanto os seus rivais de Lisboa, Benfica e Sporting, e outros clubes tiveram de investir entre 25 e 30 milhões de euros nos seus centros de estágios, o FC Porto viu o vizinho município de Vila Nova de Gaia dar-lhe de mão beijada um centro de estágios pronto a funcionar.
Com vários campos relvados (um até com bancada para duas mil pessoas, o ‘Estádio Dr. Luís F. Menezes’), instalações várias, construções hoteleiras para 150 atletas, tudo feito em terrenos comprados (mais de dois milhões) ou expropriados à pressa. Para tudo isso, a câmara de Menezes iria endividar–se em mais um empréstimo junto da banca. Mas a situação envolveu vários ilícitos e irregularidades, o que desencadeou então queixas de pessoas e entidades lesadas aos grupos parlamentares da AR, à PGR, à IGAT (Inspecção-Geral da Administração do Território), ao provedor de Justiça, ao Ministério da Administração Interna e Gabinete do primeiro-ministro. O mais espantoso é que, seis anos depois, não aconteceu nada nem ninguém mexeu uma palha. E o inicialmente baptizado Centro de Estágios de Olival/Crestuma, propriedade da Câmara Municipal de Gaia, passou à má-fila para a posse do FC Porto, ao qual pertence hoje através de uma chamada Fundação Porto-Gaia, de que fazem parte a Câmara de Gaia e outros sócios, para disfarçar, mas é dominada (51%) pelo FC Porto, que nomeia o presidente (Pinto da Costa) e dois vogais, contra dois da Câmara. Não por acaso, tal fundação tem a sede social, endereços postais e telefónicos no… Estádio do Dragão. E a propriedade foi-lhe dada através de uma habilidade legal, um direito de superfície por 50 anos outorgado pelo doutor Menezes em nome do município ao sr. Pinto da Costa, em nome do FC Porto. Tudo em nome de uma ‘grande amizade’ que se desfez, vá-se lá saber porquê. Entre vários atropelos cometidos com as obras do Centro, desapareceram uma via pública (a Travessa do Alto da Estrada, freguesia de Crestuma, que o dr. Menezes prometeu reconstruir alhures mas não cumpriu), uma fábrica de madeiras com 17 operários, cujos donos e trabalhadores andam pelos tribunais, por onde andam também donos de terrenos ilegalmente expropriados, etc. A questão da rua desaparecida sob as obras ainda há dias foi levantada na Câmara da Gaia, a da fábrica, os donos continuavam a rejeitar a ‘réplica’ que o doutor Menezes lhes oferecia noutro local, e os trabalhadores foram juntar-se a todos os sem-emprego que por aí andam. Enfim, um escândalo em qualquer parte, menos neste país de opereta…
Rui Cartaxana
Janeiro 27, 2009 at 11:35 pm
Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também
lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.
De acordo com o “Manual do Deputado”, os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.
Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em
vigor – em Outubro de 2005 – terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base – pelo actual valor, quase 1850 euros – logo que completar 55 anos.
O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base – dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda “do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública”, diz o documento.
Sócrates recebe pensão vitalícia
José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.
Quem tem e vai ter a subvenção
Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.
Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.
Presidir à AR dá direito a casa
O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República – 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.
Dez têm carro com motorista
Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR – na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) – e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.
Benesses para a Mesa da AR
Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.
Abono superior ao salário mínimo
Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento – 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional. Uso gratuito de correio, telefone e electricidade. Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.
Ajudas de custo para os de fora
Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.
Pára-quedistas ficam a ganhar
Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.
Viagens pagas todas as semanas
Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.
Viver na capital também dá abono
Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.
Ir às ilhas com bilhetes pagos
A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autónomas recebem o valor de uma viagem aérea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros.
Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.
Deslocações em trabalho à parte
Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.
Almoço a menos de cinco euros
Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.
Imunidade face à lei da Justiça
Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.
Justificações para substituição
Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.
Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.
JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008
Janeiro 27, 2009 at 11:38 pm
Olá Paulo!
Tenho uma lembrança para ti lá no meu blog, como reconhecimento do teu trabalho aqui, em prol dos professores.
Se puderes passa por lá e vê…
Um abraço,
Safira
Janeiro 27, 2009 at 11:38 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/27/calvin-e-hobbes-short-film-legendado-e/
Janeiro 27, 2009 at 11:44 pm
Paulo
aguardo o NIB sem stress.
Vi que tem de adiantar 750 euros. Estou à disposição para contribuir nesse avanço. Penso que tem os mails de quem comenta no seu blog. Se precisar contacte-me.
Maria Teresa
Janeiro 27, 2009 at 11:51 pm
#69,
João Francisco, gato escondido com rabo de fora… Ehehehehehe.
Janeiro 27, 2009 at 11:53 pm
vamos lá a deixar de falar de desgraças familiares que se tranasformaram em desgraças de todo um país…
um filme a rever por estes dias é “O Dossier Pelicano”.
pelas razões invocadas e mais uma tem julia roberts e denzel washington e é um filme de e Alan J. Pakula baseado num livro de John Grisham.
Janeiro 28, 2009 at 12:16 am
(porque alguém de facto leu, ao invés de tanto jornalista que se ficou pelos takes da Lusa)
O “alegado” estudo da OCDE sobre a Educação, por Carlos Nunes Lopes
Parte I, Parte II, Parte III, Parte IV, Parte V, Parte VI,
http://www.blasfemias.net/2009/01/27/a-ler-25/#comments
Janeiro 28, 2009 at 12:16 am
Afinal quem é que não gosta da família?
E dos amigos?
Janeiro 28, 2009 at 12:18 am
Num país tão pequeno, onde andarão alguns familiares e amigos dos nossos governantes?
É possível que alguns sejam professores?
Janeiro 28, 2009 at 12:20 am
na old england as coisas são assim
Brown intimado a publicar actas que precederam a invasão
27 | 01 | 2009 21.17H
“O tribunal que fiscaliza o respeito pela liberdade de informação confirmou uma decisão que ordena a divulgação dos pormenores de duas reuniões realizadas nos dias 13 e 17 de Março de 2003, em que foi estudada a legalidade de uma intervenção militar no Iraque à luz do direito internacional.
«Decidimos que o interesse público em preservar a confidencialidade das actas de duas reuniões do Gabinete durante as quais os ministros decidiram enviar forças para uma acção militar no Iraque (…) era menor do que o interesse público em revelá-las», concluiu o tribunal. “
Janeiro 28, 2009 at 12:21 am
#85
“O sobrinho do meu pai”! Gostei!
Quanto a NIBES (Número de Identificação Bancária dos Excelentes Solidários), espera-se, pois. Não há como fazer tudo com coiso.
Janeiro 28, 2009 at 12:22 am
já que perguntas…
com raríssimas excepções, se são Professores do básico e do secundário públicos não são “familiares nem amigos”.
Janeiro 28, 2009 at 12:26 am
A República Checa poderá adiar para depois da presidência semestral da União Europeia (UE) a ratificação do Tratado de Lisboa, também pendente na Irlanda, Polónia e Alemanha, admitiu esta terça-feira o embaixador checo em Lisboa, citado pela Lusa.
Ladislav Skeric falava na Comissão dos Assuntos Europeus da Assembleia da República, onde foi ouvido sobre os objectivos e prioridades da presidência checa da UE.
De acordo com o diplomata, a ratificação do Tratado de Lisboa está agendada para 2 de Fevereiro na Câmara dos Deputados (baixa) e para 6 do mesmo mês no Senado (câmara alta do parlamento), mas, «como sem o sim dos irlandeses – que chumbaram o texto em referendo – não há milagres, (…) a presidência checa da UE poderá terminar sem a ratificação».
Ladislav Skeric ironizou: «Os parlamentares checos vão jogar com o tempo que lhe dão os irlandeses», que ainda não sabem como contornar o “não” no referendo, bem como com o facto de o texto estar pendente de promulgação presidencial na Polónia e de decisão do Tribunal Constitucional na Alemanha.
«A UE não aprendeu a lição do “chumbo” francês e holandês à Constituição Europeia», lamentou, adiantando que, no entanto, Praga está disposta a dar «mais margem de manobra» a Dublin.
Janeiro 28, 2009 at 12:27 am
#110
Boa!
Tenho um amigo… (não é professor), podem fazer o favor de lhe arranjar um espaço arejado aí num banco que depois logo se vê?
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=124425
Janeiro 28, 2009 at 12:27 am
103 Gata
Caçado!
Janeiro 28, 2009 at 12:29 am
No estudo que afinal não é da OCDE…
Qual é o maior milagre?
Uma pista: Está nas conclusões que se tiram sobre medidas que ainda não foram levadas à prática na maior parte das escolas, como o novo modelo de gestão.
Janeiro 28, 2009 at 12:33 am
com esta gente é só milagres. foi uma bênção dos céus a este rincão à beira mar a agonizar.
Janeiro 28, 2009 at 12:39 am
Tudo bem, Paulo!
Para quem anda nesta guerra hà tanto tempo, mais um dia ou dois, não faz diferença!
Venha o NIB!
Os colegas querem contribuir!!!!
Um abraço, do Caça Ratos…!!
Janeiro 28, 2009 at 11:03 am
Paulo,
Andamos todos cansados, estoirados, e, no meio disto tudo, apareceu esta lufada de ar fresco de bom senso e “mãos à obra”. Não nos importamos de esperar mais uns dias. Todos os projectos precisam do seu tempo para arrancar.
E isso também faz com que o ME sofra mais uns dias, porque deve estar mortinho para ter acesso ao parecer, né?