Desde o início do ano lectivo que deixou de haver alegria na minha Escola em Viseu.
Só para terem uma ideia, marcou-s plenário, compareceram pouco mais de 60% dos Professores e nada foi decidido, apenas o pedido de suspensão da ADD, junto do CE e CP.
Este orgãos e os elementos que lá têm assento têm acompanhado e subscrito a legislação publicada.
Acresce a isto o facto da Escola ter tido uma participação nos dias de greve superior a 90%. São sinais evidentes de estar contra esta ADD.
Sinto-me triste com o facto do meu Agrupamento ter continuado o processo ADD, chegando ao ponto de hoje, dia 22, já existirem nos serviços administrativos requerimentos de aulas assistidas para tentar obter a classificação de Muito Bom ou Excelente.
Esta semana, como já disse neste Blogue, acabei por entregar os OI (devo ter sido dos últimos a fazê-lo), pois se não o fizesse, a Tutela o faria, em conformidade com a legislação em vigor.
Ontem, dia 21 em reunião de Departamento aprovou-se uma decisão de pararmos aqui o processo, mas, com a garantia de nenhum colega, vir a requerer aulas assistidas.
Acabo de saber que esta decisão não vale de nada, porque já existem requerimentos nesse sentido, nos serviços administrativos.
Lamento, estar nesta Escola, sendo a ADD uma causa JUSTA e COMUM, mas neste Agrupamento, cada um pensa por Si e em consciência deve tomar a sua decisão.
Aqui a consciência acaba por ser influenciada por colegas que pretendem “tentar passar a perna” a outros mas compreendo que a partir do momento em que um Professor procede a tal requerimento, todos os outros têm o direito e o dever de o fazer, apesar de ser uma incoerência com os factos anteriores e participações em dias de greve.
Gostava de estar noutro local a trabalhar e sentir a ADD como uma causa COMUM.
Faço votos que esta ADD acabe por MORRER.
Aguardarei o NIB para a luta jurídica, mais, não consigo fazer no meu local de trabalho em relação a ADD.
Continuarei a dar o meu melhor como Professor perante os meus alunos.
É só para cumprimentar este colega. Eu fui professor na então Escola Preparatória de Portel, durante 4 anos, entre os já distantes (tenho que fazer contas) 1998/2002.
Sou do Sabugal. Depois de mim foi para lá outro colega (curiosamente e por mera coincidência)do Sabugal. Ainda por aí há restos de nós? Eu era conhecido por Martins.
Esta é, de facto, uma das muitas situações que mereceram e continuam a merecer contestação. Não é a divisão da carreira em duas ou 3 ou 4. Foi o modo apressado como este processo foi conduzido: o que podia ser uma ideia interessante (pelo menos de um certo ponto de vista teórico), cai pela base, literalmente.
O ME quis andar depressa porque, politicamente, lhe era conveniente: a opinião pública, já devidamente “doutrinada” com o enxovalho constante de professores e funcionários, estava do seu lado. Fez um concurso aberrante (do ponto de vista da igualdade de oportunidades, da justiça relativa…), para uma carreira cujos contornos não se alcançaram de imediato (quantos titulares sabiam que iam ter de avaliar os colegas?) e o resultado está à vista. :’)
#Sr1
Rui Martins: Leia a alegoria sobre ter ou não ter “algo” no sítio e vá chatear os seus colegas (não! Queixe-se à mamã MLR em vez de estar a colocar este seu pseudolamento em tudo quanto é lado.
Todo o mundo diz que você não engana ninguém.
O seu texto é demasiado cordeiro para não ser de lobo. Não pensou nisso?
Janeiro 22, 2009 at 11:00 am
Desde o início do ano lectivo que deixou de haver alegria na minha Escola em Viseu.
Só para terem uma ideia, marcou-s plenário, compareceram pouco mais de 60% dos Professores e nada foi decidido, apenas o pedido de suspensão da ADD, junto do CE e CP.
Este orgãos e os elementos que lá têm assento têm acompanhado e subscrito a legislação publicada.
Acresce a isto o facto da Escola ter tido uma participação nos dias de greve superior a 90%. São sinais evidentes de estar contra esta ADD.
Sinto-me triste com o facto do meu Agrupamento ter continuado o processo ADD, chegando ao ponto de hoje, dia 22, já existirem nos serviços administrativos requerimentos de aulas assistidas para tentar obter a classificação de Muito Bom ou Excelente.
Esta semana, como já disse neste Blogue, acabei por entregar os OI (devo ter sido dos últimos a fazê-lo), pois se não o fizesse, a Tutela o faria, em conformidade com a legislação em vigor.
Ontem, dia 21 em reunião de Departamento aprovou-se uma decisão de pararmos aqui o processo, mas, com a garantia de nenhum colega, vir a requerer aulas assistidas.
Acabo de saber que esta decisão não vale de nada, porque já existem requerimentos nesse sentido, nos serviços administrativos.
Lamento, estar nesta Escola, sendo a ADD uma causa JUSTA e COMUM, mas neste Agrupamento, cada um pensa por Si e em consciência deve tomar a sua decisão.
Aqui a consciência acaba por ser influenciada por colegas que pretendem “tentar passar a perna” a outros mas compreendo que a partir do momento em que um Professor procede a tal requerimento, todos os outros têm o direito e o dever de o fazer, apesar de ser uma incoerência com os factos anteriores e participações em dias de greve.
Gostava de estar noutro local a trabalhar e sentir a ADD como uma causa COMUM.
Faço votos que esta ADD acabe por MORRER.
Aguardarei o NIB para a luta jurídica, mais, não consigo fazer no meu local de trabalho em relação a ADD.
Continuarei a dar o meu melhor como Professor perante os meus alunos.
Janeiro 22, 2009 at 11:17 am
É só para cumprimentar este colega. Eu fui professor na então Escola Preparatória de Portel, durante 4 anos, entre os já distantes (tenho que fazer contas) 1998/2002.
Sou do Sabugal. Depois de mim foi para lá outro colega (curiosamente e por mera coincidência)do Sabugal. Ainda por aí há restos de nós? Eu era conhecido por Martins.
Janeiro 22, 2009 at 11:19 am
Ai distantes 1998/2002. As contas falharam, tão complexas elas já são e tão gasta vai a cabeça. Queria dizer 1978/1982 (!!)
Janeiro 22, 2009 at 11:56 am
Esta é, de facto, uma das muitas situações que mereceram e continuam a merecer contestação. Não é a divisão da carreira em duas ou 3 ou 4. Foi o modo apressado como este processo foi conduzido: o que podia ser uma ideia interessante (pelo menos de um certo ponto de vista teórico), cai pela base, literalmente.
O ME quis andar depressa porque, politicamente, lhe era conveniente: a opinião pública, já devidamente “doutrinada” com o enxovalho constante de professores e funcionários, estava do seu lado. Fez um concurso aberrante (do ponto de vista da igualdade de oportunidades, da justiça relativa…), para uma carreira cujos contornos não se alcançaram de imediato (quantos titulares sabiam que iam ter de avaliar os colegas?) e o resultado está à vista. :’)
Janeiro 22, 2009 at 3:03 pm
Toda a razão, João Paulo Carvalho!
O seu é só mais um caso fruto da aleatoriedade da divisão da carreira!
Será que “eles” julgavam que comiamos estas injustiças e ficavamos calados???
Por quem nos tomam?
Janeiro 22, 2009 at 3:25 pm
#Sr1
Rui Martins: Leia a alegoria sobre ter ou não ter “algo” no sítio e vá chatear os seus colegas (não! Queixe-se à mamã MLR em vez de estar a colocar este seu pseudolamento em tudo quanto é lado.
Todo o mundo diz que você não engana ninguém.
O seu texto é demasiado cordeiro para não ser de lobo. Não pensou nisso?
Janeiro 22, 2009 at 5:38 pm
#sr5
Só merece resposta, dando a sua cara/nome de berço.
Janeiro 22, 2009 at 5:39 pm
#6
Janeiro 22, 2009 at 9:17 pm
São estas injustiças que me revoltam!
São estas injustiças que têm de ser corrigidas!
Tantos e tantos bons profissionais que se viram humilhados pelo absurdo concurso de PTs!
É isto, repito, isto (a AD original está morta), que me leva a fazer greves.