O principio da imparcialidade, senhores, o principio da imparcialidade. Associações que vivem do sistema poderão lutar contra o sistema?
Se o meu gato me morder, a mim que o sustento, leva uma na corneta que até anda de lado, ai leva leva.
Se a associação de pais da escola do meu educando fizer parte da CONFAP vou reclamar por escrito, pois o sr. e as suas patéticas declarações não me representam de forma nenhuma.
Confesso que não estava a perceber bem… (hoje estou ainda mais lerdinha!)
Só depois de ler as “aberrações” desta criatura, é que percebi a imagem!
Pronto! Desculpem lá a minha “lentidão”…
Mas esta criatura é a mesma que esteve no “Prós&Contras” e que com o que disse, até deixou o calhau de todas as cores?
Francamente, começo a pensar se esta criatura não sofrerá de dupla personalidade ou lá o que é!
Por momentos consegui “ver” esta criatura num refeitório a distribuir comida pela criancinhas:
- Tens senha?
- Sim, sr. bino.
- Preencheste o boletim nº 198656 para almoçar?
- Não sabia, sr bino…
- Ai, ai, ai! Estamos mal! Pelo menos o teu encarregado de educação mandou os teus OI para almoçares hoje?
- Ó sr. bino, o que eu queria mesmo era batata frita com costeleta… PODE SER?
“respondeu a criancinha desprevenida!”
O Soberano – leia-se, o eleitorado – não passa cheques em branco. A legitimidade eleitoral fundamenta a legitimidade democrática, mas não a garante para sempre; e nem sequer a garante para toda a duração de um mandato, porque o mandato tem, não só uma duração, como um conteúdo. O incumprimento deste conteúdo compromete, e no limite anula, a legitimidade democrática dum eleito.
Esta maioria e este governo chegaram ao poder com base num programa eleitoral e num programa de governo: estes programas constituem, uma vez ganhas as eleições, o mandato explícito que o Soberano lhes conferiu, e que não pode ser transgredido sem perda de legitimidade.
Mas, mais importante que este mandato explícito, é o mandato implícito na própria essência da Democracia: a maioria parlamentar e o governo têm que actuar a bem da República, e não de interesses particulares. Isto não quer dizer que os interesses particulares não devam ser considerados na medida em que sejam compatíveis com o interesse público ou o promovam; mas quer dizer que nenhum governo e nenhuma maioria têm legitimidade para servir interesses particulares em detrimento da República.
Acuso o governo Sócrates de fazer isto mesmo; e de o fazer deliberadamente e por sistema. Decorre daqui, necessariamente, que esta maioria e este governo já não são legítimos; e que os seus titulares, em bom rigor, deveriam ser acusados do crime de traição e condenados por ele. Isto é assim em todas as áreas da governação: o favorecimento ao capital financeiro, o boicote sistemático a todas as iniciativas legislativas que visem reduzir a corrupção, a legislação laboral, a tentativa de decapitar a sociedade civil pelo ataque concertado às chamadas «corporações», isto é, aos médicos, aos juízes e aos professores.
Esta opção pelos interesses privados contra os da República é notória, também, na política educativa. Maria de Lurdes Rodrigues pode não saber o que é uma escola, para que serve e a quem serve; mas sabe muito bem a quem quer que ela sirva: não os alunos, como afirma na sua propaganda mentirosa, mas o mundo dos negócios, que quer mão-de-obra «qualificada», dócil e barata. Por isso, Fernanda Câncio, lamento contradizê-la, mas a última coisa de que Maria de Lurdes Rodrigues se pode reivindicar no seu conflito com os professores é qualquer espécie de legitimidade democrática.
Janeiro 21, 2009 at 4:01 pm
Pai Bino: Já comprou a marmita? E película transparente para embrulhar as sandes? Vá ao LIDL que está em saldos.
Janeiro 21, 2009 at 5:21 pm
In bino non veritas.
Janeiro 21, 2009 at 5:43 pm
As figuras a que certos “pais” se prestam…eu preferia ser filha de pai incógnito.
Janeiro 21, 2009 at 5:45 pm
O principio da imparcialidade, senhores, o principio da imparcialidade. Associações que vivem do sistema poderão lutar contra o sistema?
Se o meu gato me morder, a mim que o sustento, leva uma na corneta que até anda de lado, ai leva leva.
Janeiro 21, 2009 at 5:57 pm
Sr. Albino
Se a associação de pais da escola do meu educando fizer parte da CONFAP vou reclamar por escrito, pois o sr. e as suas patéticas declarações não me representam de forma nenhuma.
Janeiro 21, 2009 at 6:21 pm
Confesso que não estava a perceber bem… (hoje estou ainda mais lerdinha!)
Só depois de ler as “aberrações” desta criatura, é que percebi a imagem!
Pronto! Desculpem lá a minha “lentidão”…
Mas esta criatura é a mesma que esteve no “Prós&Contras” e que com o que disse, até deixou o calhau de todas as cores?
Francamente, começo a pensar se esta criatura não sofrerá de dupla personalidade ou lá o que é!
“serviços mínimos”?
LOOLLL
Janeiro 21, 2009 at 6:26 pm
Por momentos consegui “ver” esta criatura num refeitório a distribuir comida pela criancinhas:
- Tens senha?
- Sim, sr. bino.
- Preencheste o boletim nº 198656 para almoçar?
- Não sabia, sr bino…
- Ai, ai, ai! Estamos mal! Pelo menos o teu encarregado de educação mandou os teus OI para almoçares hoje?
- Ó sr. bino, o que eu queria mesmo era batata frita com costeleta… PODE SER?
“respondeu a criancinha desprevenida!”
Janeiro 21, 2009 at 6:27 pm
Eu hoje estou tontinha de todo!
Não leiam os meus comentários, por favor!
Janeiro 21, 2009 at 6:31 pm
Paulo Guinote
Desculpa lá os meus comentários…
Hoje não sei se estou inspirada ou “desinspirada”…
Desculpa as minhas parvoíces!
Janeiro 21, 2009 at 7:15 pm
Não concordo. Tinham de pôr um armazém como pano de fundo.
Janeiro 21, 2009 at 8:21 pm
Grande trabalho de Photoshop
Janeiro 21, 2009 at 8:23 pm
A frase do avental faz-me lembrar certos filmes…….
Janeiro 21, 2009 at 8:27 pm
Alebana aqui há liberdade de expressão!
Diz o que te apetecer.
Janeiro 21, 2009 at 9:15 pm
bom gosto, o avental lavadinho!
Já o penteado….
Janeiro 21, 2009 at 9:38 pm
Legitimidade democrática?
O Soberano – leia-se, o eleitorado – não passa cheques em branco. A legitimidade eleitoral fundamenta a legitimidade democrática, mas não a garante para sempre; e nem sequer a garante para toda a duração de um mandato, porque o mandato tem, não só uma duração, como um conteúdo. O incumprimento deste conteúdo compromete, e no limite anula, a legitimidade democrática dum eleito.
Esta maioria e este governo chegaram ao poder com base num programa eleitoral e num programa de governo: estes programas constituem, uma vez ganhas as eleições, o mandato explícito que o Soberano lhes conferiu, e que não pode ser transgredido sem perda de legitimidade.
Mas, mais importante que este mandato explícito, é o mandato implícito na própria essência da Democracia: a maioria parlamentar e o governo têm que actuar a bem da República, e não de interesses particulares. Isto não quer dizer que os interesses particulares não devam ser considerados na medida em que sejam compatíveis com o interesse público ou o promovam; mas quer dizer que nenhum governo e nenhuma maioria têm legitimidade para servir interesses particulares em detrimento da República.
Acuso o governo Sócrates de fazer isto mesmo; e de o fazer deliberadamente e por sistema. Decorre daqui, necessariamente, que esta maioria e este governo já não são legítimos; e que os seus titulares, em bom rigor, deveriam ser acusados do crime de traição e condenados por ele. Isto é assim em todas as áreas da governação: o favorecimento ao capital financeiro, o boicote sistemático a todas as iniciativas legislativas que visem reduzir a corrupção, a legislação laboral, a tentativa de decapitar a sociedade civil pelo ataque concertado às chamadas «corporações», isto é, aos médicos, aos juízes e aos professores.
Esta opção pelos interesses privados contra os da República é notória, também, na política educativa. Maria de Lurdes Rodrigues pode não saber o que é uma escola, para que serve e a quem serve; mas sabe muito bem a quem quer que ela sirva: não os alunos, como afirma na sua propaganda mentirosa, mas o mundo dos negócios, que quer mão-de-obra «qualificada», dócil e barata. Por isso, Fernanda Câncio, lamento contradizê-la, mas a última coisa de que Maria de Lurdes Rodrigues se pode reivindicar no seu conflito com os professores é qualquer espécie de legitimidade democrática.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2009/01/legitimidade-democrtica.html