(c) Luís Cruz Guerreiro (arte) e Paulo Guinote (ideia)
Aproveitando ainda ideias antigas, de outros contextos, mas com promessa de rápida cjhegada à actualidade, assim o ritmo semanal de publicação se amantenha para despachar o material atrasado.
Janeiro 11, 2009
(c) Luís Cruz Guerreiro (arte) e Paulo Guinote (ideia)
Aproveitando ainda ideias antigas, de outros contextos, mas com promessa de rápida cjhegada à actualidade, assim o ritmo semanal de publicação se amantenha para despachar o material atrasado.
Janeiro 11, 2009 at 8:57 pm
Vamos ter uma tira semanal?
Janeiro 11, 2009 at 8:59 pm
Em princípio está garantido até final deste mês.
Depois se irá vendo.
Bi-semanal em algumas ocasiões, se puder ser.
Depende muito do trabalho do “verdadeiro artista”, que faz isto nos intervalos…
Janeiro 11, 2009 at 9:02 pm
Parabéns aos artistas!
Janeiro 11, 2009 at 9:27 pm
Sinto-me obrigado a divulgar no primeiroFAX.
Janeiro 11, 2009 at 9:38 pm
[...] O Deserto Da Educação [...]
Janeiro 11, 2009 at 9:50 pm
Provavelmente já terá sido explicado, mas como ainda não li os comentários dos posts de hoje, aqui vai: Porque é que parte do blog está em inglês?
Janeiro 11, 2009 at 9:53 pm
Porque é mais
britishtécnico.Janeiro 11, 2009 at 10:26 pm
[...] Aqui, as novidades! [...]
Janeiro 11, 2009 at 10:33 pm
Não faço ideia da razão porque aparece o says.
Vou tentar descobrir.
Janeiro 11, 2009 at 10:35 pm
Não tem a ver com o post.. mas mais uma vez a fruta influenciou o árbitro do porto trofense…meu deus tanta fruta para a região do Porto…
Janeiro 11, 2009 at 10:41 pm
9 minutos de desconto…e ainda falam do calabote…
Janeiro 12, 2009 at 12:48 am
TUDO ESTAVA BEM ATÉ CERTO MOMENTO,..
“Os Professores até agora encontravam-se no trabalho ao outro dia, na sala dos profes, depois continuaríam a tricotar – Alto e pára a carroça! – quem quiser subir na carreira tem que ser avaliado, tem que confiar nos seus pares. Nos seus semelhantes!
E eu sei, meus amigos a amigas, até nem é tanto pelo “pares”..é mais porque nos fecham a torneirinha pingante…que nos enchia o bidão até ao topo da carreira….$tlim$, $tlim$$, $$tlim$$$
Janeiro 12, 2009 at 1:36 am
“(c) Luís Cruz Guerreiro (arte) e Paulo Guinote (ideia)”
Lá que os secretáriozecos sejam mártires, pouco me importo.
Que a ministra seja senhora, não comento.
Agora que “tranche” seja o, dá-me que ficar alerta perante coisas falsas, sejam elas fatias de bolos ou de economia.
Janeiro 12, 2009 at 9:26 am
Gosto do rasgado gesto do lagartão da 1ª vinheta, tão erecto, tão assertivo que ele está, tão hum…
E vão as personagens ser todas lagartais, reptilianos de sangue frio? Vem-me à ideia a remota série “V”, e o livro “A Oeste do Éden”. Acho que isto promete!
Janeiro 12, 2009 at 9:40 am
Está bem conseguido sim senhor.
Parabéns.
Janeiro 12, 2009 at 2:17 pm
Gosto da criação de Luis Guerreiro, já confirmei ao vivo.
Vai sair obra prima, pela certa.
Abraço Luis.
jack
Janeiro 12, 2009 at 6:55 pm
Continuo sem saber se “o” tranche será algum lapso de género ou um novo boneco que ainda desconheço…
Janeiro 12, 2009 at 7:44 pm
O Tranche Trimestral, ora bem…vamos lá ver o que eu consigo inventar…
Os raios da loucura educativa são lançados pelo ME do Deserto, dum Oásis que aparecerá lá para o 6º episódio, onde se acoitam os animais mais perigosos do deserto, as Doninhas, cientistas loucas que estão constantemente a inventar raios malignos para enlouquecer os outros animais do Deserto da Educação.
O Tranche Trimestral deverá ser uma espécie de raio que altera o ego dos animais e o transforma em Alter-Ego, ou Alter-Lego, quando algum animal se desfragmenta em centenas de peças, conforme os casos, se o Lagarto do Deserto não se transformar no Super Lagarto, fica incapaz de raciocinar e começa a dizer coisas COM sentido, o que faz perigar a sua existência alterada de Super Lagarto, como se viu no prós e contras, isso é o pior que pode acontecer ao lagarto e ao ME do Deserto, mas as máquinas que lançam raios estão a falhar e se não lançarem depressa o raio do tranche trimestral, tudo pode acontecer, até o lagarto se pode de repente tornar Albino, raios o partam, por Odin !
Espero que esta explicação tenha sido elucidativa e que a partir de agora o Fafe tenha ficado completamente satisfeito, senão é só trocar o “o” pelo “a”.
Luís Cruz Guerreiro
Janeiro 12, 2009 at 7:48 pm
Estou satisfeito. Bem, não completamente satisfeito, porque muito curioso.
Em tempo, eu sabia que teria marosca.
Janeiro 12, 2009 at 7:50 pm
Ha!, já agora, parabéns, muitos parabéns!!
Janeiro 12, 2009 at 7:58 pm
Obrigado Fafe e também ao Jack pela confiança aqui no artista, que os raios da loucura da educação nunca os atinjam, são os meus desejos, mas para prevenir, já estou a inventar um escudo protetor contra os raios…
L+G