Uma colega, nascida aqui pelas bandas da margem sul e docente há já alguns anos na escola onde fiz o ensino secundário e depois me estreei nas lides, inquiriu-me por mail acerca da ausência aparente de PCE da zona de Lisboa, em especial da margem sul do Tejo, e mesmo Alentejo, já que Santarém não fica assim tão longe.
Para mais porque sempre foi uma zona caracterizada por uma forte tradição de contestação.
Confesso que não é a primeira vez que me perguntam isso, mesmo em outras fases deste processo, e que eu me inquiro sobre a razoável apatia que se nota em algumas destas zonas, outrora dadas a muitas lutas.
A explicação é múltipla, em especial quando se conhecem, directa ou indirectamente alguns dos protagonistas, pois há de tudo um pouco: os acomodados que não se querem chatear com nada desde que a vidinha deles decorra normalmente, os adesivos de corpo e alma em busca da purga do corpo docente, aqueles que nada mais saberiam fazer se deixassem de ser PCE e agora Directores, acredito mesmo que existam crentes verdadeiros na fé ministerial.
Mas eu tenho uma explicação mais perversa e provocadora quando se conhece o percurso pessoal e político de alguns PCE da zona: habituados desde novinhos a obedecer a hierarquias que cultivavam a obediência por sobre a reflexão, apenas foram mudando de mandantes para as suas acções e agora apenas defendem o seu papel de tiranetes de segunda às ordens dos tiranetes lá do alto. Alguns, se calhar ainda há 10-15 anos os veríamos a gritar por isto e aquilo e há 20-25 certamente queriam a revolução à porta de casa.
Mas mudaram de vida. Há mesmo os que, com escasso pudor, justifiquem o amochanço com uma eventual maturidade e acusando de radicalismo os antigos colegas que agora querem subjugar e intimidar com ordens de serviço sempre prontas a disparar.
Basta vê-los a salivar por lançar o concurso para Director Executivo.
Hei-de ainda vê-lo(a)s a comprar fatiota nova no dia em que tomarem posse, em especial se for ocasião para beija-mão ministerial.
Pelo meio, claro, ainda há muita gente boa e corajosa, só que se amedrontada perante esta viradeira do avesso que tornou uma das zonas teoricamente mais activas e contestatárias na rectaguarda do movimento de contestação dos docentes durante 2008.

Janeiro 10, 2009 at 10:42 pm
Paulo estiveram PCEs de Lisboa em Santarém – foi um passarinho que me disse
Janeiro 10, 2009 at 10:52 pm
Será que os PCE assinaram e deram a cara? Saberemos todos que foram para sabermos em cada escola com o que contamos?
Começo a ficar cansada deste jogo duplo de alguns PCE!
Janeiro 10, 2009 at 10:53 pm
O meu PCE não foi. O teu texto assenta-lhe como uma luva… Mais não digo.
http://gataescondida.wordpress.com/2009/01/10/uma-nacao/
Janeiro 10, 2009 at 10:57 pm
Livresco.
Estiveram alguns.
Da margem sul não estiveram quantos deveriam, pela importância da iniciativa e pela proximidade do local.
É triste.
Janeiro 10, 2009 at 10:57 pm
habituados desde novinhos a obedecer a hierarquias que cultivavam a obediência por sobre a reflexão, apenas foram mudando de mandantes para as suas acções e agora apenas defendem o seu papel de tiranetes de segunda às ordens dos tiranetes lá do alto. Alguns, se calhar ainda há 10-15 anos os veríamos a gritar por isto e aquilo e há 20-25 certamente queriam a revolução à porta de casa.
Juntem-se os que discordam da AD e do ECD, mas que também não têm simpatia pelo movimento de PCEs de Coimbra.
Janeiro 10, 2009 at 11:00 pm
4. Paulo sem dúvida que é triste! – mas isto muda!
Janeiro 10, 2009 at 11:02 pm
Não sei o que se anda a passar na Zona Zul: completamente adesivados!
Janeiro 10, 2009 at 11:02 pm
O facto de um PCE de uma determinada escola não ter ido à reunião, não permite concluir que está em sintonia com o ME.
Tenham lá calma nas interpretações que fazem. Em muitos casos, são precipitadas.
Aposto que alguns PCE nem souberam da reunião, tal a forma “amadorística” como foi convocada e divulgada.
Este facto foi reconhecido e referido pelos “organizadores”.
Na próxima, a divulgação será, certamente, mais eficaz.
Janeiro 10, 2009 at 11:03 pm
Alguns
Janeiro 10, 2009 at 11:04 pm
8. Pois…tens razão!: mas que eles tremeram com este singelo convívio tremeram!
Janeiro 10, 2009 at 11:05 pm
É incrível a força dos blogs e dos emails…numa semana levantam-se 150.000 se for preciso!
Janeiro 10, 2009 at 11:13 pm
Gostaria de ouvir o que tem para dizer o presidente do Conselho de Escolas depois da tomada de posição de hoje.
Principalmente porque os PCE decidiram “reforçar a posição do Conselho de Escolas, pedindo a suspensão do modelo de avaliação”.
Ou os doces foram muitos no Natal?
…
Janeiro 10, 2009 at 11:14 pm
Gostaria de ouvir o que tem para dizer o presidente do Conselho de Escolas depois da tomada de posição de hoje.
Principalmente porque os PCE decidiram “reforçar a posição do Conselho de Escolas, pedindo a suspensão do modelo de avaliação”.
Irão manter a posição…
… ou os doces foram muitos no Natal?
…
Janeiro 10, 2009 at 11:16 pm
# 12 Maurício
Não contes com o Conselho de Escolas.
Só se fôr o Lemos da Póvoa, não estou a ver mais nenhum a tomar a iniciativa.
Janeiro 10, 2009 at 11:17 pm
Os do Norte é que são bons! Pois… Pelo menos no teatrinho… Pois é, vocês gostam é de teatro. Então parece-vos que se estivessem mesmo contra esperariam que a Lei fosse promulgada para se reunirem num almoço ajantarado? Por acaso já leram o que resultou da reunião? Interessante… lana caprina! Lana caprina! Paleio para consumo interno! O que a neve faz à cabeça das pessoas…
Janeiro 10, 2009 at 11:18 pm
Concordo com a tese do Paulo. Foi uma das regiões mais contestatária ao regime ditatorial que vigorou em Portugal. Mas também foi uma região onde o PCP se instalou especialmente nas autarquias. Ora sabemos que no PCP estão “habituados desde novinhos a obedecer a hierarquias que cultivavam a obediência por sobre a reflexão, apenas foram mudando de mandantes para as suas acções e agora apenas defendem o seu papel de tiranetes de segunda às ordens dos tiranetes lá do alto”.
Fiquei estupefacta com a quantidade de tiranetes que encontrei em escolas da margem sul, quando resolvi mudar-me de armas e bagagens de Lisboa!
Aliás, encontram-se na margem sul alguns dos maiores apoiantes da sinistra e alguns são ex-PCP.
Estalinistas puros e duros.
Foi um choque para mim.
Há muitos “vitais” pela região. Do piorio.
Janeiro 10, 2009 at 11:19 pm
Não estou seguro de que este dado se possa relacionar directamente com este texto, mas recordo-me de um colega da zona do Seixal me ter contado que, aquando da situação com que as escolas se confrontaram de necessidade de estipular o número de horas da componente não lectiva a serem enquadradas no horário, terá havido uma reunião conjunta de PCEs daquela zona na qual se decidiu em conjunto aplicar o número máximo de horas previsto, sete se não me engano. Não digo que seja excesso de zelo, porque cada um sabe de si, mas enquadra-se no perfil que o Paulo traçou.
Janeiro 10, 2009 at 11:24 pm
Que não tenham ido PCE de lisboa não me espanta. Pelo que vejo por aqui estão todos adesivados. Talvez a proximidade do “Poder” assuste mais ( excpeção feita à escola Virgílio Ferreira que, para meu grande espanto, foi das 1ªs a aprovar nova moção).
Qto à margem sul, realmente eu sempre julguei que, pelas bandas do Barreiro, almada, setúbal as pessoas fossem mais combativas.
Concordo com a explicação do Paulo: habituados de pequenos à disciplina partidária ( ainda hoje é assim nas votações da Assembleia da República), obedecem aos novos chefes. Tudo o que seja estar contra o PS pode ser considerado estrategicamente ou tacticamente errado, já que favorce a “direita”.
Deve ser isso…
Janeiro 10, 2009 at 11:25 pm
#8,
Alguns, apenas.
Tudo bem que não leiam blogues, mas a notícia também saiu nos jornais.
Pronto, os jornais são capitalistas.
Passou na televisão.
Ahhhh, o ópio do povo.
Pois, a vida destes PCE deve ser só mesmo na escola, não sendo por acaso que há escolas que são conhecidas mais pelo nome do(a)PCE do que pela designação oficial.
Estou com mau feitio, está bom de se ver.
Janeiro 10, 2009 at 11:27 pm
Mau feitio, ou visão premonitória, Paulo?…
Janeiro 10, 2009 at 11:27 pm
Os sindicatos no Norte e Centro também nada têm a ver com os do sul. Falei há dias com um dirigente sindical dispensado no sindicato do sul. Argumentou comigo que o melhor era entregarmos os O.I.
PCP, claro.
Janeiro 10, 2009 at 11:28 pm
Este Portugal vai mudar: chamem os ingleses!
Janeiro 10, 2009 at 11:29 pm
Aqui pelo sul, houve uma reunião de PCEs em Lagoa no dia 23 de Dezembro. Não consta que tivessem comparecido em Santarém. Apanharam com o SIADAP2 e agora…
Janeiro 10, 2009 at 11:29 pm
Agora uma outra questão: o que se vai passar nas vossas escolas no dia 13?
Na minha, como não há delegado sindical, temo que não venha a acontecer nada.
Ando a tentar, através do blogue dos dias do fim, que nos encontrem alguém para lá ir, mas parece que não conseguem…
Janeiro 10, 2009 at 11:31 pm
# 19
De facto, é verdade que muitas escolas na margem sul são conhecidas pelo nome do(a) PCE. O Agrupamento da Charneca da Caparica era conhecido pela escola-da-Teodolinda.
A do conselho de Escolas. A vice, creio.
Janeiro 10, 2009 at 11:32 pm
#21 anahenriques
O SPZS não tem essa posição.
Janeiro 10, 2009 at 11:33 pm
Há dois anos que ando pelo Alentejo e tenho impressão que o director da DREAL é muito mais acessível do que umas tais Margaridas não sei das quantas do Norte.
Janeiro 10, 2009 at 11:33 pm
Em todo o caso e em jeito de balanço, parece-me que a atribuir responsabilidades a PCEs o tal Álvaro (que eu nem conhecia e vi muito ansioso e rafeiro na conversa à lareira da Sic Notícias que o Paulo aqui acompanhou em directo há uns tempos) leva a palma a todos.
É caso para dizer que foi escolhido a dedo, do tipo: “senta, a dona já disse para sentar”.
É uma pessoa que não mostrou qualquer dignidade e embrulhou umas explicações esfarrapadas à jornalista do tipo: “sim havia uma decisão quer dizer não quer dizer talvez pois bem agora há uma moção de apoio.”
Não sei como foi capaz, a verdade é que ainda se mantém no caso, mas pelos vistos, como já disse alguém, “em Portugal o absurdo não é inconstitucional”…
Pena o Kaos não ter aproveitado para fazer uma montagem com o dito cujo a olhar para o gramofone…
Janeiro 10, 2009 at 11:34 pm
#24 Reb
eu tenho lido isso, os dois delegados da escola nem compareceram na reunião. Estou a ver o caso mal parado.
Janeiro 10, 2009 at 11:35 pm
podem responder-me a #24?
há reuniões agendadas nas vossas escolas para dia 13?
Janeiro 10, 2009 at 11:36 pm
#30 Reb
Os delegados nem sabiam e também não sei se há reunião.
Janeiro 10, 2009 at 11:36 pm
# 29, se não há delegados, quem faz estas reuniões?
Eu não tenho feitio para isso. Ainda por cima estou completamente isolada na minha escola
Janeiro 10, 2009 at 11:37 pm
Reb, na minha Escola há reunião geral no dia 13.
Janeiro 10, 2009 at 11:38 pm
então não deveria ser um dia de reflexão??
ai, que trapalhada. Pus lá a informação que dia 13 era de “reflexão”, e agora não se vai passar nada?
Como é nas vossas escolas?
Janeiro 10, 2009 at 11:38 pm
#28 lapso: “ainda se mantém no cargo”…
Janeiro 10, 2009 at 11:39 pm
O Algarve é muito controlado pelo PS. Muitos estão contra o socretino mas aguardam que os que têm mais influência na zona tomem posição.
Mas também há regiões muito contestatárias. Dia 13 deve ser um dia importante pelas escolas do Algarve. Parece-me.
Janeiro 10, 2009 at 11:39 pm
Reb na minha Escola ao abrigo da lei sindical foi convocada uma reunião geral para as 13.30 horas.
Janeiro 10, 2009 at 11:40 pm
# 33, ainda bem Pedro. É sinal que tens vários “companheiros de estrada”…
na minha fazia falta um delegado sindical que esclarecesse as imensas dúvidas que todos têm,agora que a data limite de entrega dos OI foi agendada para dia 21 e todos recebemos um papelinho com essa informação
Janeiro 10, 2009 at 11:41 pm
Reb, podes dirigir a reunião.
Levas o guião e levas as conclusões ao SPGL.
Janeiro 10, 2009 at 11:41 pm
na minha escola,
na sexta feira li a informação sobre o dia 13, não me lembro se estava a hora, mas os delegados sindicais (1 às VS 2) costumam fazer uma reunião de manhã e outra de tarde. Nem sempre as respostas às minhas perguntas são coerentes, mas costumam reunir.
Janeiro 10, 2009 at 11:41 pm
# 37, essa reunião é com delegado sindical?
Janeiro 10, 2009 at 11:43 pm
boa noite,
vou deitar os meus adolescentes.
Janeiro 10, 2009 at 11:43 pm
” 37, Reb na minha Escola a minha delegada deu conta do recado.
Em algumas escolas serão pessoas independentes a dirigirem as reuniões, levando o guião.
Janeiro 10, 2009 at 11:43 pm
# 40, na minha escola não há delegado sindical. Havia uma o ano passado mas reformou-se
Pedro, não dirijo reuniões dessas sozinha. Se houvesse mais alguém ainda era capaz de me afoitar…mas não há.
Não me sinto suficientemete esclarecida para dizer às pessoas que podem prevaricar que nada lhes acontece…
Janeiro 10, 2009 at 11:44 pm
# Em 43 queria dizer #41
Janeiro 10, 2009 at 11:44 pm
# 32
Quando não há dirigentes ou delegados pode ser delegado em professores da escola. Fala com colegas do sindicato ou de outras escolas que te elucidam.
Na minha escola há reunião geral no dia 13!
Aproveita-se ao abrigo da lei sindical. Matam-se dois coelhos de uma vez só. Creio.
Mas pode ser nos dias seguintes, sem ser ao abrigo da lei sindical.
Janeiro 10, 2009 at 11:46 pm
Reb
Podes pedir a um dirigente sindical de um qualquer sindicato que dirija a reunião. Liga para eles e pede ajuda.
Janeiro 10, 2009 at 11:51 pm
# 47, contactei o joão videira que tem um blogue mas ele não consegue arranjar ninguém…
Janeiro 10, 2009 at 11:51 pm
Por acaso fui à reunião, mas queixei-me logo ao dirigente e disse que eu não faria a reunião, levaria os cartazes e o que seria para levar, mas mais nada, a escola tem 2 delegados sindicais, eles que façam a reunião, se precisarem de uma ajuda, poderei da-la…julgo que iriam enviar por mail aos meus delegados sindicais toda a papelada.
Janeiro 10, 2009 at 11:53 pm
#48 Reb
envia mail urgente para o spgl ao cuidado do Manuel Grilo
Janeiro 10, 2009 at 11:54 pm
# 49, raiva, estás melhor informado que os teus dirigentes sindicais?
Não queres vir dar uma ajudinha na minha escola?
Janeiro 10, 2009 at 11:54 pm
raiva, dá-me lá o endereço.
Achas que eles vêem mails aos fds?
Janeiro 10, 2009 at 11:55 pm
#51 reb
Não sei se estarei melhor informado, mas a reunião compete-lhes a eles e não a mim, nem sei se convocaram reunião pois só souberam por mim na quinta feira!!!!!
Janeiro 10, 2009 at 11:57 pm
# 53, nem sei o que dizer…
Janeiro 10, 2009 at 11:58 pm
#38
Reb,
para além dos delegados sindicais há os coordenadores de zona.
eu já fui delegado sindical durante dois anos e o coordenador nunca mais teve disponibilidade para ir à escola para nova eleição…
entretanto na minha zona, Camarate, a lista que ganhou as eleições era afecta ao PC, por isso, da última vez que falei com o tal coordenador, que era afecto à lista do PS, disse-me que já não era ele quem dava apoio à escola.
como a lista do PC perdeu a nível da região nunca tive o prazer de conhecer ninguém da lista do PCP.
Nos últimos tempos voltou lá uma “super-coordenadora” afecta à lista do PS que, como tem que se desdobrar por uma data de escolas, combinou comigo que o dia de reflexão passava para 4ª feira…
Conclusão, delegado ou não delegado, nesta altura cada um fará como puder e entender, uns com mais intensidade, preserverança e convicção e outros com menos como sempre e em todo o lado
a minha PCE disse que não sabia da reunião em Santarém e eu dei-lhe tudo para a mão, datas, horas, mapa, ordem de trabalhos, mas não sei se foi nem lho vou perguntar, nem quero saber quem foi ou não foi
Já o nosso Álvaro podia ter sido decisivo e acobardou-se. É mau porque não se representa só a ele…
Janeiro 10, 2009 at 11:58 pm
#19
Paulo,
Vais ver que isso passa. A música de hoje ajuda.
Também preferia que estivessem estado presentes mais PCE. Não concordo é que se conclua, como alguns fazem, que a ausência da reunião signifique concordância com o Simplex ou o Complex ou outras malformações paridas pelo ME. Em muitos casos, poderá significar, mas não em todos.
Ontem, ao início noite, estive presente numa reunião de professores de Oeiras e Cascais, realizada na Biblioteca de Oeiras.
Éramos poucos, nem digo quantos. Devo depreender que a maioria dos colegas ausentes se converteu às virtudes do Simplex? Penso que não.
Um abraço.
Janeiro 10, 2009 at 11:58 pm
Vou deitar as crianças. não se volto…
Have a good night sleep.
Janeiro 11, 2009 at 12:00 am
Reb
espera ai
já te dou email
Janeiro 11, 2009 at 12:00 am
#4
“É triste.”
Tché!, também tu “Says”?
Janeiro 11, 2009 at 12:01 am
#55, a tua escola é perto da minha. Eu estou na Pintor.
será que me podes dar o contacto dessa delegada?
Janeiro 11, 2009 at 12:03 am
#54 Reb
manuelgrilo@spgl.pt
Janeiro 11, 2009 at 12:04 am
Porque não houve uma reunião no norte, outra no centro e outra no sul? Talvez assim tivessem mais PCs a participar…
E depois “juntavam-se” as conclusões…para enteregar à Milú…
O que vai acontecer agora?…
Na nossa escola dependiamos desta reunião… para tomarem alguma decisão vamos lá ver agora…
Já agora não há maneira de saber quais as escolas que participaram?
Janeiro 11, 2009 at 12:06 am
#54 Reb
spgl@spgl.pt
direccao@spgl.pt
Janeiro 11, 2009 at 12:08 am
Obrigada, raiva. Vou escrever
Janeiro 11, 2009 at 12:09 am
Creio que muitos PCE que não tiveram presentes em Santarém vão subscrever a posição dos que estiveram presentes.
Janeiro 11, 2009 at 12:10 am
Eu gosto de Says… E de Submeter…
E de Notify me of followup comments via email…
Que grande salsada!
Até já.
Janeiro 11, 2009 at 12:12 am
#66 gata escondida
Percebeste que os funcionários públicos com vínculo o deixaram de ter e passaram a contrato por tempo indeterminado?
Janeiro 11, 2009 at 12:13 am
eixo do mal
Janeiro 11, 2009 at 12:15 am
#60
Reb,
é a Ana Gaspar, mas pelo que percebi está com a agenda super preenchida, embora esteja a fazer o esforço possível para “ir a todas”
Telefona para o spgl e pede o contacto dela. Se não conseguires manda-me um mail na 2ª feira para alexandreoneil@hotmail.com
Janeiro 11, 2009 at 12:19 am
# 69, obrigada!
O raiva deu-me o contacto do spgl e já escrevi a pedir. Se me responderem, tudo bem, se não contacto-te na 2ª feira.
Obrigada!
Janeiro 11, 2009 at 12:48 am
Estamos todos tramados, professores, alunos, encarregados de educação e população em geral. Menos alguns, que administram a paisagem.
Janeiro 11, 2009 at 1:03 am
No dia 13 deverá haver reuniões sindicais em todas as escolas e agrupamentos. Agora os dirigentes sindicais é que provavelmente não chegarão para estar em todo o lado. Sobretudo porque neste tipo de coisas praticamente só contamos com os sindicatos da FENPROF. (Não quero melindrar ninguém, mas para os meus lados essa é de facto a realidade).
O que os sindicatos têm estado a fazer é a enviar a informação aos PCEs, para que as questões legais (atribuição de sala, hora, faltas, etc.) fiquem asseguradas.
Quanto à condução da reunião, ela pode ser de um ou mais dirigentes, se os houver, ou de delegados ou activistas sindicais, na falta daqueles. O importante é que a reunião se faça, com a maior participação possível, e que as conclusões ou decisões sejam comunicadas aos sindicatos.
Janeiro 11, 2009 at 1:11 am
A nata dos PCEs em Santarém decidiu cumprir e fazer cumprir a Lei!
Isto não vos diz nada?
MFerrer
Janeiro 11, 2009 at 1:16 am
Sexta-feira 13. Se se atropelar um gato, azar para o gato.
Janeiro 11, 2009 at 1:24 am
#73:
Em 2009 vamos três vezes a votos. Nessa altura cumpriremos a lei suprema da democracia.
Depois disso a vossa lei talvez sirva, na melhor das hipóteses, para vocelências se limparem a ela.
Janeiro 11, 2009 at 1:30 am
No espaço climático mais ameno da €uropa faz um frio de rachar. Bandidos.
Janeiro 11, 2009 at 4:42 am
Sobre o ‘post’ do Paulo, subscrevo. Todos os PCE’s de Almada e Seixal sabiam da reunião, se algum disser o contrário, mente. Do Barreiro dificilmente algum não saberia. No entanto, muito poucos PCE’s destes 3 concelhos estiveram em Santarém, a maioria ‘adesivou’.
Quanto às conclusões da dita reunião, tal como se esperava, “a montanha pariu um rato”. (Mais) um pedido de suspensão deste modelo de avaliação é melhor que nada, mas duvido da sua utilidade. Acho que os colegas PCE’s se esqueceram dos inúmeros pedidos que já foram feitos nesse sentido, inclusive por todos os partidos da oposição. Insistirmos em pedidos (orais ou escritos) a cegos, surdos e mudos é capaz de não resultar. Mas pode ser que a Lurdinhas seja sensível se o pedido for assinado por alguns dos seus comissários políticos…
Respondendo à questão colocada em #30: na minha escola até às 14 horas de sexta-feira não havia qualquer referência à possível reunião de dia 13. Aqui na zona só há um delegado sindical para 4 ou 5 escolas.
Janeiro 11, 2009 at 6:33 am
(72) Na minha escola a reunião geral é convocada por um grupo de professores.
Janeiro 11, 2009 at 8:43 am
Grupo dos 13
13 9 PCE reuniram-se.
13 de Janero, reflexão nas escolas
( Porque será que tudo cmeça em 13?)
Isto é assim caros PCEs!
Se não querem aplicar a lei devem já demitir-se!
Ainda nao perceberam que o decreto 75/2008 já alterou o modelo de gestão e os colegas são os últimos de um modelo definido no 115?
Eu até compreendo muitos de vós. Mas, apesar da vossa qualidade, empenho e dedicação, a verdade é que os PCEs não são extensões dos interesses sindicais dos colegas que os elegeram.
Ficam-lhes bem os sentimentos de solidariedade (palavra tão bonita sempre), mas na verdade quem legisla não são os PCEs.
O vosso tempo de exprimirem as vossas opiniões já passou. Que eu saiba tiveram reuniões com a Milu e dirigentes das Direcções Regionais onde podiam e deviam ter dado a vossa opinião. Parece-me que nesas reuniões não levantaram grandes ondas.
Agora, depois de promulgada e publicada a legislação querem protagonismo!?
Ou aplicam a lei ou, não a querendo aplicar já se deveriam ter demitido!
Defendem que a componente de ADD da parte pedagógica devria ser já aplicada.
Querem a avaliação na sua extensão total?
Óptimo. Mas é possível fazê-la!! Cada professor pode requerer a avaliação pedagógica por parte da cooordenação de departamento!!!
Onde está a vossa coerência? Daqui a um ano, no 2º ciclo da avaliação, já são capazes de vir defender o simplex!
Acho interessante que são os que se bateram contra a observação de aulas, os que agora se batem contra a possibilidade de nesta fase não terem aulas assistidas.
Santa paciência!
Era o que faltava termos um país onde as leis fossem discutidas, aprovadas e legalmente promulgadas e depois de tanto papel e trabalho, viessem uns quantos colocar tudo em questão!
Sabem o que lhes digo? Quem muito se move, ao tirar juma fotografia, acaba por não ficar no retrato.
Acontece algo parecido com os PCEs. Tanto querem ficar bem , quando estão nas reuniões que tiveram com o ME, acatando de forma geral as políticas, como depois querem agradar aos professores, vindo agora fora de horas contestar o que antes não lhes mexeu o “rabinho” da cadeira do poder!
De tanto mudarem de posição, o mais certo é acabaram por não ficar na fotografia!
Janeiro 11, 2009 at 8:50 am
O fascista do Mferrer que jurou nunca mais vir aqui, agora não sei de cá?
Janeiro 11, 2009 at 9:38 am
Alguém me explica?
Como é que, em 15 dias, os PCEs poderão avaliar o cumprimento dos O.I. de, por exemplo, 200 professores?
COMO OS CLASSIFICAM?
Os indicadores de medida são números, que medem a quantidade de coisas feitas e não, a qualidade das mesmas. Portanto, se todos cumprirem, como classificar esse cumprimento?
Até porque, para se superar os O.I. propostos, basta colocar-se menos coisas… É a lógica da batata doce.
Em Outubro, um professor de História propõe-se a organizar uma exposição, no intuito de envolver a comunidade (alunos, A.A.E., E. E., Presidente da Junta, etc.) O seu colega de Grupo propõe-se a realizar duas exposições. No fim do ano verifica-se que, afinal, cada um deles realizou duas exposições. Porém, um superou os O.I. e o outro não superou.
Outro exemplo: Um professor enunciou 3 O.I., outro enunciou 6 e um terceiro enunciou 12.
Em termos de classificação, se todos cumprirem e se a qualidade do que foi realizado não é tida em conta, o que fez 3 até pode ter feito melhor esses 3 do que aquele que se propõs a fazer 12…
Como se classifica isto?
Outro exemplo: no parâmetro da formação realizada, frequentar uma Acção de Formação é totalmente diferente de concluir a parte curricular de um Mestrado ou Doutoramento. Os ganhos, para a formação académica do professor, são incomparáveis.
Quanto vale uma coisa e outra?
Quanto vale a assiduidade, no cômputo geral da avaliação?
Convém que saibamos isto, o quanto antes.
Janeiro 11, 2009 at 9:55 am
A pensar assim, O melhor é comprar um avaliómetro! rsrs
Janeiro 11, 2009 at 10:07 am
# 81, Bárbara, as dúvidas são mais que muitas. Só não tem dúvidas sobre isto quem não lê as leis.
Alguém me consegue responder à seguinte questão: segundo o simplex, os avaliadores podem candidatar-se ao Muito Bom ou Excelente?
é que eles não têm direito a aulas assistidas, condição para as melhores notas
Janeiro 11, 2009 at 10:32 am
#79,
M. Campos sacou do chicote para com os PCE.
Finalmente, o nevoeiro dissipa-se.
Já o T. Silva andou ultimamente a queixar-se da liderança nas escolas.
Pois, entendemos a mensagem.
Janeiro 11, 2009 at 10:37 am
Esta Maria Campos é a mesma que disse que nunca mais escreveria neste Blog?
Enfim… mas continue por cá que nós achamos graça.
Sobre a componente científico-pedagógica – para que não andem a jogar areia nos olhos de ninguém – fica aqui um resumo da lógica deste governo:
1 – É preciso melhorar o ensino; logo vamos avaliar os professores.
2 – A avaliação dos professores deve centrar-se, obviamente, na componente científico-pedagógica.
3 – Como sempre foi dito pelo ministério, este modelo de avaliação é rigoroso e meritocrático.
4 – Sem que alguma vez tenha sido levantada a questão, por qualquer professor, da não relevância da avaliação da componente científico-pedagógica, o ministério opta por permitir aos professores que não pretendam obter a classificação de Muito Bom ou Excelente, de prescindirem na sua avaliação da componente científico-pedagógica.
A pergunta que então deve ser feita é:
- Se para melhorar o ensino é necessário avaliar rigorosamente os professores e estes agora podem optar por serem ou não avaliados pela componente científico-pedagógica…
… como fica garantido o tão proclamado rigor deste modelo de avaliação?
Ou seja:
- Antes o modelo era mal porque não era rigoroso e todos obtinham o Bom.
- Agora o modelo é óptimo porque… não é rigoroso, pois, se todos quiserem, podem obter o Bom.
Tenham vergonha…
Janeiro 11, 2009 at 10:49 am
Torna-se cansativo falar da mesma coisa mas acho que se deveria apostar numa boa formação com qualidade,com práticas,com rigor,enquanto se tira o curso.Eu aqui confesso que aprendi a lidar com as situações com a experiencia de ensino e com outras colegas,pois nós docentes temos um grande defeito ou virtude levamos o nosso trabalho para todo o lado-casa-café-supermercado-jardim-escola e ás vezes até na cama…
Janeiro 11, 2009 at 10:50 am
#67,
Percebi, raiva. Uma colega falou com alguém do sindicato que lhe disse que isso não era possível. Dormem…
Janeiro 11, 2009 at 10:53 am
#81
todas essas questões são pertinentes, mas a única coisa que conta para o governo é o dia em que apareça na comunicação social a frase fatal:
“PROFESSORES VÃO SER AVALIADOS PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGAL”
É disto que se trata e por isso é que pessoas como o TS e a Maria Campos continuam a frequentar este espaço, porque sabem que só desmobilizando a classe nesta fase crucial conseguirão o seu objectivo
Depois disso bem podemos discutir a avaliação, a carreira e tudo o mais, mas o governo terá finalizado a primeira fase de desmantelamento da escola pública tal como a conhecemos…
Janeiro 11, 2009 at 11:03 am
#79 Maria dos Campos,
Gostei muito do género.
Adorei o raciocínio científico: essa lógica baseada no número 13.
Nota-se que não é uma Maria Campos qualquer, é uma Maria Campos que tem alguns estudos: é uma Maria Campos que beneficiou do PAM.
A Maria Campos sabe fazer contas básicas.
A Maria Campos consegue detectar e isolar o número 13 num número maior.
E eis que a Maria progride nas contas!
Todas as frases da Maria Campos no comentário 79, começam com 13 letras,
13 letras, 13 letras.
E as duas únicas que não têm 13 letras, contêm o número 13.
Porque será que tudo na sua pessoa pessoa gira à volta do número 13?
13
13
13
Esse raciocínio “trezelógico” assenta-lhe que nem uma luva!
Ainda havemos de descobrir que Maria Campos é uma licenciada em “trezelogia”.
Janeiro 11, 2009 at 11:07 am
O pormenor do
His master voice
está engraçado…
Janeiro 11, 2009 at 11:12 am
Acredito que em grande parte, o Paulo tem razão no que afirma. Mas temos que contar só com os que acreditam, na dignidade, na coerência, e que isto vai mudar. Deixar esses pobres acomodados e causticados, com os seus demónios.
Janeiro 11, 2009 at 11:13 am
Olá a todos
Tenho andado por fora mas já cheguei e li os comentários todos.
Em primeiro lugar vou felicitar todos os PCE que se reuniram em Scalabis.
Em segundo lugar venho lembrar o Paulo para que faça o anúncio de uma reunião-jantar na margem sul, sem referir o nome do restaurante, claro. Não queremos lá visitas indesejáveis.
Janeiro 11, 2009 at 11:46 am
j.m #82,
Mas quando é que vc. discute uma ideia, um argumento, e deixa os insultos bacocos para outra oportunidades?
Quando é que eu o insultei?
Não concorda com o que escrevo?
Ainda bem! Fico mais tranquilo.
Não me coloco ao seu nível para lhe devolver os insultos.
Passe mal!
MFerrer
Janeiro 11, 2009 at 11:49 am
Chamem a mulher do marido!
Janeiro 11, 2009 at 11:51 am
Ferrer vá para Gaza…lá existe uma democracia hamais liberdade…lute contra a tirania israelita uma ditadura feroz onde as mulheres, gays e qualquer partido não podem exrimir-se ao contrário do hamss…
Janeiro 11, 2009 at 11:51 am
#94,
Janeiro 11, 2009 at 11:52 am
exprimir-se…
Janeiro 11, 2009 at 11:56 am
Alguém falou no meu amante o Mferrer?
Esta noite foi violento e a vaselina esgotou por acaso alguém tem algum frasco de sobra.?
Janeiro 11, 2009 at 11:58 am
Escroto rectal vai para a fila.
Janeiro 11, 2009 at 11:58 am
Escroto rectal vai para a fila.
Eu tenho mais vaselina.
Janeiro 11, 2009 at 11:59 am
#96 gata escondida
Só consegui adormecer às 4 da matina…
A informação é do sindicato da função pública!!! Para os funcionários públicos. Consta lá a minuta para esses funcionários pedirem a constitucionalidade da lei.
— O meu teclado anda estranho, ainda jovem e tem teclas que se recusam a funcionar…
Janeiro 11, 2009 at 11:59 am
Bem vou almoçar e passear que esta conversa está a abastardar..
Carpe le soleil pessoal..
Janeiro 11, 2009 at 12:04 pm
Gata
Estou aqui à lareira, no quentinho. Não me apetece nada ir apanhar frio.
Não levas os gatitos?
Janeiro 11, 2009 at 12:09 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/11/the-weeping-song-nick-cave-and-the-bad-seeds/
Para ouvir ao almoço…
Janeiro 11, 2009 at 12:09 pm
Hum…
O MFerrer não fala comigo.
Deve estar amuado…
… ou sem argumentos.
Assinado,
MBrito
…
Janeiro 11, 2009 at 12:11 pm
#105 Mauricio Brito
Que esteja ofendido ou amuado. Deixem-nos a falar para as paredes do umbigo….
Janeiro 11, 2009 at 12:14 pm
Sim Deixem-nos falar…
O TS consegue ser bastante pornográfico sem usar uma única palavra de vernáculo…
Janeiro 11, 2009 at 12:15 pm
#89
Just smiling.:)
Janeiro 11, 2009 at 12:19 pm
Janeiro 11, 2009 at 12:28 pm
Olinda
Pelos vitos vc não quer “gente indesejável” no seu jantar.
Suponho que se refere a todos aqueles que não concordam consigo, ou seja; todo os que aqui neste blog se manifestam a favor da implementação da avaliação dos pofessores nos termos do modelo legalmente parovado.
Ou seja, o seu conceito de debate e troca de ideias é muito limitado. A colega apenas gosta de debater com quem não a questiona, com quem concorda com as suas ideias.
Talvez por isso, depois de ler todos os comentários, reparo que não se pronunciam sobre o conteúdo do meu post 79.
Das duas uma; ou não se pronunciam porque nao querem de facto debater ideias com alguém que as tem bem diferentes das vossas, ou então não têm argumentos e daí que preferem a piada baixa, a chacota fácil ou a alteram o sentido das frases.
Estou esclarecido!
Sabia já que este blogue, que considero útil por permitir o debate de ideias, anda mal frequentado por alguns que de professores só tem o título profissional.
Cada vez que aqui escrevem dão mais uma machadada na classes, pois limitam-se a escrever umas “bocas” próprias de pessoas de outro estatuto cultural.
Janeiro 11, 2009 at 12:40 pm
#93
Ó fascista, eu é que não estou ao teu nivel nem quero estar…Ideias? Contigo? Tens alguma ideia que mereça ser discutida?
Janeiro 11, 2009 at 12:48 pm
A luta dos Professores não será, afinal, a luta para que os deixem ser, simplesmente, Professores?
O sector da Educação, em Portugal, está organizado em serviços governamentais, sediados na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, que definem as políticas de cada Governo da República para o sector; serviços centrais, sediados na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, que definem ou redefinem as orientações de política educativa, emanadas dos serviços governamentais, e que destes dependem politicamente; serviços regionais, organizados em cinco direcções regionais, que executam as políticas emanadas dos serviços governamentais e centrais, que dependem politicamente da equipa do governo para o sector.
As Escolas ou Agrupamentos de Escolas são as Unidades Operacionais do sector da Educação. Os operacionais ou trabalhadores do sector da Educação designam-se de Professores. Os Professores não têm qualquer controlo na definição das políticas educativas. São meros executores das políticas educativas emanadas dos serviços governamentais, centrais e regionais. Em cadeia hierárquica.
A cada alteração política das equipas governativas para o sector, correspondem alterações na estrutura hierárquica nos serviços governamentais, centrais e regionais. E na filosofia e praxis para o sector.
Até ao momento, sómente as Escolas têm sobrevivido à intromissão do primado do político-partidário sobre o técnico.
Os actuais responsáveis políticos do Governo, para o sector da Educação, introduziram uma mudança substancial. Os Conselhos Executivos, órgãos de gestão das Escolas, passaram a veicular as orientações de política partidária do governo, directamente dentro das Escolas, tornando-se, grosso modo, comissários políticos. O braço político-partidário dos governos entrou, pela mão desta ministra e deste governo, nas Escolas, onde existia, até à data, o primado do técnico-profissional e do investimento na sala de aula e nos alunos, sobre os interesses político-partidários.
Os Professores sentem a sua profissão ameaçada. Sabem, que para sobreviver dentro do sistema, tal como este actualmente se apresenta, terão que deixar de ser professores, para se tornarem algo que nega o seu próprio estatuto profissional (de professores).
Este facto, determina que são, inevitavelmente, os melhores professores aqueles que estão verdadeiramente em guerra aberta com esta ministra e com este primeiro ministro. Os restantes professores seguem-nos, por intuirem que algo de grave se pode passar que também os pode atingir.
Resta uma minoria, que optaram, definitivamente, por serem comissários políticos, e não já professores.
http://www.debatereducacao.blogspot.com/2008/12/luta-dos-professores-no-ser-afinal-luta.html
legoergosum disse…
Plenamente de acordo. À tentativa do governo de partidarizar a escola e de a pôr ao serviço, não já da República, mas da oligarquia, respondem os professores com a politização da sua luta.
E não venham os Vitais Moreira, nem os Santos Silvas, nem os Jorges Pedreiras com a treta da legitimidade democrática: a legitimidade democrática, têm-na os professores, porque são eles que estão a lutar pela República contra os seus inimigos.
Janeiro 11, 2009 at 12:51 pm
#110 Maria de campos
“estou esclarecido!”
Suponho que deve ter sido uma gralha do teclado. Ou será esclarecida?
Não vou mais além disto nem parto para insinuações.
Em tempos, que fique esclarecido!
Pim
Janeiro 11, 2009 at 12:52 pm
Afinal, conclui-se, que o sistema nacional de Ensino era bom. Então, quais as razões porque mentem os actuais governantes?
Desde a tomada de posse do actual Governo, que questiono, como é possível os anteriores responsáveis pela política educativa dos sucessivos governos, não virem defender-se dos golpes proferidos pelos actuais responsáveis políticos, sobre a incompetência de que deram provas durante os respectivos mandatos.
Se o sistema nacional de ensino foi e é hiper centrado na 5 de Outubro. Se cada nova equipa governativa escolheu e escolhe todos os responsáveis dos serviços centrais e regionais, que ordenam toda a política educativa às escolas e aos professores, desde as habilitações para a docência até aos procedimentos em face de comportamentos de indisciplina dos alunos, sendo os professores meros executores dessas políticas. Se em 34 anos de Democracia, não existe um único professor chamado à responsabilidade pelo sector…
Seria de esperar que o actual primeiro ministro e a actual ministra da Educação fizessem pesar sobre os responsáveis dessas políticas aquilo que designaram e designam de “maus resultados” do sistema e que os motivou a uma reforma. Puro engano. Os responsáveis, afinal, que impuseram às escolas e aos professores os seus normativos, regulamentos e programas (as “suas” reformas) não são responsáveis por, segundo os actuais governantes, os tais “maus resultados”. São os executores, os professores, os que não foram tidos nem achados no assunto! Paradoxal!
Vários dos anteriores governantes aplaudiram, na praça pública, o embuste, participando na farsa nacional dos actuais. Fazem parte do museu da 5 de Outubro! Duplo paradoxo!
Os opinadores, jornalistas, comentadores e todas as “espécies” que pululam pelos órgãos de comunicação social , seria suposto levantarem a questão básica da responsabilidade. Puro engano. Triplo paradoxo!
Os anteriores responsáveis pela política educativa nacional foram exaltados pelos feitos, reconhecidos publicamente pelos actuais governantes, ocupam lugares de destaque no actual governo pátrio, em empresas, instituições e programas e até são conselheiros do actual Presidente da República. Quarto paradoxo!
Afinal, o Sistema Nacional de Ensino era bom ou muito bom.
Infere-se que os actuais governantes, incluindo o actual presidente da República, assim o consideram.
Interessa dizer o contrário. Mentir publicamente à população portuguesa.
Resta saber: com que objectivos?
http://www.debatereducacao.blogspot.com/2009/01/afinal-conclui-se-que-o-sistema.html
Janeiro 11, 2009 at 12:55 pm
#110 Maria campos
Se não fosse por você,
Querida, Eu não poderia achar a porta,
Eu nem ao menos poderia ver o chão,
Eu seria triste e abatido
Se não fosse por você.
Se não fosse por você,
Babe, Eu ficar acordado toda a noite,
Esperando pela luz da manhã
para brilhar tudo,
mas isso não seria novidade
se não fosse por você.
Se não fosse por você
Meu céu cairia,
Chuva se recolheria também
Sem você amor, eu estaria em nenhum lugar
Oh! O que eu faria
se não fosse por você?
Se não fosse por você
O inverno não teria nenhuma primavera,
Não poderia ouvir o robin* cantar
Eu simplesmente não teria um rumo,
Nenhum caminho soaria verdadeiro
Se não fosse por você.
*tipo de pássaro
Janeiro 11, 2009 at 1:33 pm
Raiva, se na tua esc “há 2 delegados sindicais” porque não fazem ou pões a hipótese de eles não fazerem a reunião?
Janeiro 11, 2009 at 1:38 pm
a gorda da D. Maria de tão inchada que anda (com o protagonismo que lhe dão) ainda rebenta!!!
Essa quando é que se demite (ou se reforma) e deixa a cadeira a outro?
Janeiro 11, 2009 at 1:40 pm
#116 mariezeca
Precisamente porque são delegados sindicais, votados e escolhidos pelos professores da escola.
Eu não.
Posso ajudar , mas sozinho não o faço e também por um motivo: Sou titular, avaliador e os colegas podem pensar que os estou a tramar…
Convém serem os delegados sindicais.
Já fui dirigente do SPRAA, mas não o sou aqui.
Janeiro 11, 2009 at 1:46 pm
Janeiro 11, 2009 at 1:57 pm
Janeiro 11, 2009 at 2:02 pm
Vinte escolas suspenderam avaliação em dois dias
PEDRO VILELA MARQUES
http://www.dn.sapo.pt/2009/01/10/sociedade/vinte_escolas_suspenderam_avaliacao_.html
Janeiro 11, 2009 at 2:07 pm
#118 Raiva, a pergunta não era pq não a diriges tu, mas porque não a dirigem eles, bolas!
Janeiro 11, 2009 at 2:17 pm
#115
lINDO rAIVA
BJS
Janeiro 11, 2009 at 2:18 pm
#112 mariezeca
“Raiva, se na tua esc “há 2 delegados sindicais” porque não fazem ou pões a hipótese de eles não fazerem a reunião?”
Talvez a pergunta não tivesse sido bem formulada. “ou pões a hipótese de eles não fazerem a reunião. Então quem a faria? Só se fizer como já fiz um email à fenprof dedicado ao Mário Nogueira de quero dirigentes sindicais na escola, e antes dessa reunião eles apareceram….
Eles nem sabiam do dia D!!! Eu é que lhes dei a notícia.
Isso foi o que eu disse ao Rui, venho aqui mas não faço a reunião, há 2 delegados sindicais que o façam, até hoje não recebi informação do SPZS por email de mais nada, suponho que eles os delegados terão recebido as informações necessárias para a reunião. No entanto não sei se na sexta feira foi ou não marcada a reunião para o dia D!
Janeiro 11, 2009 at 2:28 pm
Ainda não repararam que os sindicatos já percebram que perderam esta guerra?
Janeiro 11, 2009 at 2:32 pm
#82
Maria Campos
Reparei que já não coloca um espaço antes das vírgulas. A menina aprende depressa. Parabéns.
Porque não respondeu ao
meu post com a sua opinião sincera, em vez de lançar uma piada?
Um avaliómetro não será preciso, mas…
será que a solução será classificar toda a gente a “olhómetro”? É que, entre um 6,9 e um 7,9 vai uma distância enorme…
Já agora, já entregou os seus O.I.? Não gostaria de partilhá-los connosco?
Os meus estão entregues desde Outubro e não tenho problema em mostrá-los, apesar de saber que a maioria dos colegas que me lêem não pensa entregar absolutamente nada, nem quer saber o que eu faço ou deixo de fazer.
Tenho mais uma questão para si: Na minha escola, a Comissão de Avaliação elaborou, o ano passado, uma ficha para que todos os avaliandos pudessem avaliar os seus avaliadores, no que respeita ao desempenho das suas funções. Essa ficha é um instrumento de avaliação dos professores titulares.
A colega, sendo titular, prevê fazer algo semelhante? Mesmo não prevendo, seria capaz de fazê-lo?
Janeiro 11, 2009 at 2:33 pm
Obrigado pelo convite para jantar. Mas a essa hora já tenho um rendez vous com o meu Trabalhador da Silva!
Janeiro 11, 2009 at 2:39 pm
Votar é um dever. Vote!
http://www.vaderetro-hurtiga.blogspot.com/2009/01/cheira-recesso.html
Janeiro 11, 2009 at 2:39 pm
Janeiro 11, 2009 at 2:42 pm
Barbara
Prometo analisar o seu post que desde já afirmo tem perguntas pertinentes.
Assim gosto!
Registo que é minha leitora assídua.
Janeiro 11, 2009 at 2:43 pm
Vinte escolas suspenderam avaliação em dois dias
PEDRO VILELA MARQUES
Só em dois dias, 20 escolas de todo o País aprovaram a suspensão da avaliação do desempenho. As moções foram decididas entre terça e quarta-feira , logo a seguir à publicação do decreto de simplificação da avaliação, que impõe prazos para a calendarização do processo.
Segundo os representantes dos professores, esta segunda vaga de suspensões vai engrossar nos próximos dias, o que mostra que os docentes não desarmam face às ameaças do Governo de abertura de processos disciplinares.
Para o secretário-geral do Sindicato Nacional e Democrático dos Professores (Sindep), as duas dezenas de escolas de todo o País que decretaram a suspensão do processo, ao arrepio daquilo que são os prazos legais do Governo, são já muito significativas. “Estamos a falar de moções aprovadas em apenas dois dias, e que ainda assim representam só o começo da resistência, que vai tomar ainda maiores dimensões”, garante ao DN Carlos Chagas.
“Os professores sentem que têm o direito à indignação através dos meios legais”, diz João Dias da Silva, da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação, que reconhece que a ameaça de processos disciplinares gerou “algum medo nas escolas, embora não existam razões para isso” (ver caixa).
Já José Grilo Santos, presidente do Agrupamento de Escola de Sequeira, na Guarda, o primeiro nesta fase a decretar a suspensão da avaliação, reconhece que os conselhos executivos pouco têm a fazer se os professores não quiserem aplicar o actual modelo. Mas “no caso das escolas do nosso agrupamento, todos os professores aprovaram a suspensão, mostrando uma enorme firmeza”.
Apesar de já considerarem este números relevantes, os sindicatos esperam que a lista das escolas a pedir a suspensão aumente de forma significativa a partir de terça feira, dia de reflexão nas escolas. “Essa será uma data decisiva, porque os professores vão poder reunir nas escolas e votar novas moções”, frisa o secretário-geral do Sindep. “Até final do mês, altura em que acaba o prazo para entregar os objectivos individuais, ainda temos tempo para informar os professores e organizar a luta”, considera Carlos Chagas.
Já Mário Machaqueiro, da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino, defende que “a dispersão geográfica das escolas que aprovaram a suspensão – lista que inclui a Infanta Dona Maria, em Coimbra, o Agrupamento de Sequeira, na Guarda, a Secundária D. Sancho, em Famalicão ou o Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, nas Caldas da Rainha – é muito importante”. Para o professor revela “que o movimento está em crescendo, depois da primeira vaga de suspensões, anterior à simplificação do modelo”.
Ilídio Trindade, do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores, confirma que o dia 13 será decisivo na luta contra a avaliação, mas defende que a partir de agora é preciso começar também a fazer a contabilização professor a professor, e não apenas das escolas que aprovam a suspensão: “É que, mesmo se tivéssemos o caso de todas as escolas apresentarem os objectivos individuais, haveria ainda assim muitos professores que não o fariam e continuavam a resistir. Poderiam até ser a maioria. E é preciso fazer essa contabilidade”. Este número seria recolhido em conjunto com os sindicatos e através de informações dadas directamente por aqueles que se recusem a ser avaliados.
http://www.dn.sapo.pt/2009/01/10/sociedade/vinte_escolas_suspenderam_avaliacao_.html
Janeiro 11, 2009 at 2:45 pm
#126 barbara
Aleluia, my lord
As suas questões estão bem entregues:
Janeiro 11, 2009 at 2:53 pm
MC e companhia, metam isto na vossa cabeça: NÃO VAMOS SER AVALIADOS PELOS CROMOS QUE ESTÃO AGORA NO ME!
Se querem ser vocelências avaliadas desta forma, VÃO PARA O CHILE E DEIXEM DE ANDAR AQUI a “sondar”.Só fazem figuras tristes.
E se o Pedreira quiser, que vá buscar professores substitutos ao Brasil.Para mim é igual, para os pais talvez não.Já leu o CM de hoje? Tome lá um cheirinho de “Copacabana, princezinha do mar…
«Brasil – Docente entalou a mão da criança de propósito
Aluna mutilada pelo professor
Uma menina de dez anos, aluna numa escola primária pública no bairro de Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, viu o dedo médio de uma das mãos mutilado e parcialmente decepado na sala de aula, ao ser agredida pelo pelo próprio professor, tudo porque não pediu autorização para ir à casa de banho.
Segundo o relato da menina, que deixou de ir às aulas com receio de novas represálias, ao tentar sair da sala de aula para ir à casa de banho sem ter pedido autorização, o professor fechou rapidamente a porta, prendendo-lhe uma das mãos.
Sempre de acordo com o que a criança contou à polícia, mesmo tendo gritado de dor e alertado o professor que um dos dedos tinha ficado entalado ao tentar tirar a mão, o docente continuou a pressionar a porta, esmagando-lhe o dedo, que foi seccionado.
O acusado, que não era professor efectivo da escola, já foi afastado e vai ser ouvido pela polícia, para responder às acusações, podendo ser incriminado por crime de lesão corporal grave, já que houve mutilação irreparável de um membro.
A escola abriu um inquérito, tendo já ouvido o testemunho das outras crianças, que corroboraram a versão da pequena vítima da brutal agressão.
Domingos de G. Serrinha, Correspondente São Paulo»
Se nos acham arruaceiros mal-formados,esperem por colegas destes, bem os merecem…
Janeiro 11, 2009 at 2:54 pm
Bolas, raiva, já perguntei aqui há dias, quem os elegeu??? quanto a informação, tb ainda não recebi mais nada, e dado que farei a reunião, deveria ter recebido, mas… ainda não há!
Janeiro 11, 2009 at 2:56 pm
Afinal a proposta do CDS foi aprovada!
Avaliação no Parlamento: votos mal contados
Acusação é do vice-presidente da Assembleia da República. Proposta do CDS para suspensão da avaliação foi aprovada na primeira votação
“Guilherme Silva, vice-presidente da Assembleia da República, defende que a proposta do CDS para a suspensão da avaliação dos professores, votada na polémica sessão parlamentar de sexta-feira, dia 5, foi aprovada na primeira votação.
A notícia é avançada pela edição deste sábado do Expresso e dá conta que o anúncio de rejeição da proposta, feito por Jaime Gama, está «enferma de lapso», pois não levou em conta os votos divergentes de sete deputados do PS. [...]” (IOL Diário I Redacção / JF )
http://www.sinistraministra.blogspot.com/2009/01/afinal-proposta-do-cds-foi-aprovada.html
E o CDS, ainda este mês, vai colocar a moção à discussão de novo no Parlamento.
Janeiro 11, 2009 at 2:56 pm
#133
Cheira-me a xenofobia!
Janeiro 11, 2009 at 3:01 pm
#134 mariezeca
Devo estar a fazer alguma confusão na minha cabeça…
Quem os elegeu foram os professores. São eles que devem realizar a reunião.
Julgo que a informação terá ido ter aos mails dos próprios.
Não sei se convocaram ou não reunião, pois na sexta não lá estive para verificar…
______________________________________
http://raivaescondida.wordpress.com/2009/01/11/avaliacao-de-desempenho-que-obrigacoes-para-os-professores/
______________________________________
Face à confusão que tem sido criada junto dos professores com a publicação do Decreto Regulamentar 1-A/2009, de 5 de Janeiro, e com as ameaças de exercício de acção disciplinar caso não sejam avaliados, a FENPROF esclarece:
1.Com a saída do Decreto Regulamentar 1-A/2009, de 5 de Janeiro, passou a existir alguma situação nova no que respeita a obrigações ou sanções disciplinares?
R.: Não. Este decreto regulamentar veio substituir, para este ano, o Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, mas apenas no que respeita a procedimentos. A essência do modelo mantém-se inalterável, como confirmam as quotas. Quanto a acção disciplinar não há qualquer novidade deste para o anterior decreto regulamentar, como também não se passou de uma situação de vazio legal para outra de existência de quadro legal.
2. Pode ser alvo de acção disciplinar o professor que não entregue os objectivos individuais?
R.: Nada o prevê! O que o próprio ME tem vindo a referir são eventuais sanções a quem recuse fazer a sua auto-avaliação. Mas a auto-avaliação concretiza-se, apenas, no final do ano lectivo com o preenchimento da respectiva ficha. Neste momento, esse não é o procedimento em causa.
3. Qual o fundamento dessa interpretação?
R.: O Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, estabelece como dever do docente, no âmbito do processo de avaliação, a sua auto-avaliação (art.º 11.º) que é considerada obrigatória. O artigo 14.º, que define as diversas fases de avaliação, consagra a auto-avaliação como a primeira dessas fases. Esse momento tem apenas lugar no final do ano lectivo. Não há qualquer norma de onde se retire, de forma explícita, que a apresentação de objectivos individuais tem carácter obrigatório e que da sua não apresentação se infere uma recusa de ser avaliado(a), logo, não há lugar a qualquer sanção disciplinar
4. No caso de, numa escola, continuar suspenso o processo de avaliação, que consequências advirão, para os docentes dos quadros a nível da sua carreira?
R.: A não contagem daquele período de tempo para efeitos de progressão na carreira, embora sem colocar em causa futuras progressões. Obviamente que, por decisão política do Governo e tendo em conta a conturbação existente, mesmo esse efeito, poderá ser anulado.
5. E para os professores contratados?
R.: A consequência imediata prende-se com a renovação de contrato. Porém, esse efeito não se produzirá por, este ano, não haver lugar a renovação de contratos, pois, em 2009, todos os docentes contratados terão de ser opositores ao concurso que se realizará em Fevereiro.
6. Poderão os Presidentes dos Conselhos Executivos ser alvo de processo disciplinar e/ou demissão do seu cargo por não garantirem, na sua escola/agrupamento, a aplicação do processo de avaliação?
R.: Não! Os membros dos órgãos de gestão foram considerados como dirigentes intermédios de serviço da Administração Pública (artigo 11.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro). Como tal, caso não garantam a aplicação do processo de avaliação na sua escola poderá ser-lhe atribuída a menção de “Desempenho inadequado”, conforme previsto no SIADAP, aprovado na Lei n.º 66-B/ de 28 de Dezembro. Nesse caso, de acordo com o n.º 12 do artigo 39.º, os efeitos são os previstos no artigo 53.º da mesma lei, não se prevendo qualquer sanção disciplinar que, a existir, seria ilegal.
7. Deverão os professores entregar, individualmente, algum documento escrito recusando ser avaliados?
R.: Não, porque os professores não recusam ser avaliados, apenas assumem não entregar os objectivos individuais de avaliação nos casos em que o processo não seja suspenso na sua escola. O mais importante é que, em cada escola, os professores mantenham suspenso o processo de avaliação colectiva que seja subscrito pelos docentes.
8. Como agir no caso de serem exercidas pressões, ameaças, de existirem quaisquer manobras de carácter intimidatório ou, simplesmente situações que levantem dúvidas aos professores?
R.: Contactar imediatamente o respectivo Sindicato que os apoiará juridicamente.
Janeiro 11, 2009 at 3:03 pm
#139, xenofobia?Eu até sou bisneta de indio brasileiro, ó estúpida!Com muita honra!
E fã dos “Sepultura”…
E estares sempre a chatear os teus colegas portugueses só pq são contra a avaliação chamas o quê? “Aperfeiçoamento da raça docente”?
Não será uma fobia qualquer da tua parte?
Janeiro 11, 2009 at 3:06 pm
hummmmmmm
Estúpida?
És professora?
Vai educar-te menina!
Janeiro 11, 2009 at 3:09 pm
Pipa como está o tempo por essas bandas?
Janeiro 11, 2009 at 3:11 pm
Janeiro 11, 2009 at 3:16 pm
#138 pipa
Eh! Companheiro aqui estou
aqui estou pra te falar
Estas paredes me tolhem
os passos que quero dar
uma e feita de granito
não se pode rebentar
outra de vidro rachado
p´ras duas pernas cortar
Eh! Companheiro resposta
resposta te quero dar
Só tem medo desses muros
quem tem muros no pensar
todos sabemos do pássaro
cá dentro a qu´rer voar
se o pensamento for livre
todos vamos libertar
Eh! Companheiro eu falo
eu falo do coração
Já me acostumei à cor
desta negra solidão
já o preto que vai bem
já o branco ainda não
não sei quando vem o vento
pra me levar de avião
Eh! Companheiro respondo
respondo do coração
ser sozinho não é sina
nem de rato de porão
faz também soprar o vento
não esperes o tufão
põe sementes do teu peito
nos bolsos do teu irmão
Eh! Companheiro vou falar
vou falar do meu parecer
Vira o vento muda a sorte
toda a vida ouvi dizer
soprou muita ventania
não vi a sorte crescer
meu destino e sempre o mesmo
desde moço até morrer
Eh! Companheiro aqui estou
aqui estou p´ra responder
Sorte assim não cresce a toa
como urtiga por colher
cresce nas vinhas do povo
leva tempo a amadur´cer
quando mudar seu destino
está ao alcance de um viver
Eh! Companheiro aqui estou
aqui estou pra te falar
De toda a parte me chamam
não sei p´ra onde me virar
uns que trazem fechadura
com portas para espreitar
outros que em nome da paz
não me deixam nem olhar
Eh! Companheiro resposta
resposta te quero dar
Portas assim foram feitas
p´ra se abrir de par em par
não confundas duas coisas
cada paz em seu lugar
pela paz que nos recusam
muito temos de lutar.
Janeiro 11, 2009 at 3:17 pm
Xanax Pipa!
bye
Janeiro 11, 2009 at 3:20 pm
#127
Maria Campos,
Essa desculpa não pega. Lolololol.
Se tem um [alegado] encontro marcado com o TS, estando ambos convidados directamente pelo Paulo, a solução é mesmo juntarem-se a nós.
Podíamos celebrar as nossas convergências e divergências à volta de um bom tintol da região. Moderadamente, claro.
Fico a aguardar as respostas/opiniões prometidas em #130.
Quando ao facto de ser uma leitora assídua de V.ª Ex.ª, assumo-me.
Janeiro 11, 2009 at 3:21 pm
Maria Campos ou Mário Campos ( tb ando com dúvidas) queixa-se de que os colegas não colocam questões pertinentes.
Deve lembrar-se que, assim que entrou neste blog, tentei debater várias questões consigo que incidiam neste modelo de avaliação que denfende. Sempre que ficava sem argumentos, a/o colega desaparecia….e voltava a aparecer mais tarde noutro post, para afirmar os mesmos chavões: a lei é para cumprir, etc.
Neste memso post perguntei: os colegas avaliadores não podem candidatar-se às notas mais altas por não terem “direito” a 2 aulas assistidas?
A/o Maria/o campos não me respondeu…
Janeiro 11, 2009 at 3:22 pm
Pais preocupados com a confusão e a burocracia nas escolas organizam petição à Ministra da Educação
A situação a que chegámos é talvez o culminar da “tomada de assalto” das escolas pela burocracia e pelas elites que fomos criando em muitos anos de políticas educativas atípicas para a própria condição humana. Ela reflecte bem o estado geral da educação em Portugal, e não augura nada de bom se não ponderarmos o rumo em que estamos lançados. Várias ameaças pairam sobre a educação nacional neste momento, sobre as quais tecemos as seguintes considerações:
In,
http://www.profblog.org/2009/01/pais-preocupados-com-confuso-e.html
Janeiro 11, 2009 at 3:30 pm
sempre que quero debater “questões pertinentes” com a maria campos, ela desaparece….
desisto…
Janeiro 11, 2009 at 3:52 pm
Reb, as questões pertinentes pedem respostas pertinentes. Ora, para organizar as ideias, a nossa amiga foi preparar uma boa chávena de chá e umas rabanadas fofinhas. Estou certa de que pensará em nós e nas nossas questões, enquanto estiver a saborear o seu apetecível lanche.
Se se tratar de um Mário Campos, estará a pensar nas nossas questões, envergando o seu roupão de cetim bordô, confortavelmente instalado diante da lareira, enquanto beberica um conhaque.
Janeiro 11, 2009 at 3:54 pm
Reb,
É por isso que eu desconfio, muito do que esta gente diz que é… quando toca a descutir questões mais profundas, fogem… Só conhecem os chavões, e as questões gerais…
Janeiro 11, 2009 at 3:56 pm
#148
Janeiro 11, 2009 at 5:37 pm
#139.Eu sou e tu?
Queres conhecer-me pessoalmente?
Levo-te o cert. habil. e o registo biográfico actualizado.
Conta porém com o sangue índio que me corre nas veias.
És estúpida e parva.
E não és professora.Ou então és má professora. Porque se não pensas pela tua cabeça, não ensinas a pensar.
E quem não ensina a pensar não é bom professor.
Xanax? Deves precisar consumir muito disso. Eu prefiro sexo.
Janeiro 11, 2009 at 5:45 pm
#139…graças a Deus o meu marido não me deixa faltar nada…se precisas de xanax é lá contigo…
Janeiro 11, 2009 at 6:07 pm
Colegas
Quanto tempo desperdiçado com embaixadores do PS!
Não repararam que muitos deles vêm desesperados para aqui porque as suas vidas, se o “menino d’oiro” perder as eleições, poderá dar uma grande volta?
Conheço muita gente que está assim: alguns PCE’s super-adesivos, profs colocados en DRE’s em comissões de serviço e mesmo militantes bem colocados que poderão regressar às vidas normais.
Como dizia há dias um amigo meu, que por acaso não é professor, os profs são a única “espinha cravada” na garganta do Sócrates e são eles que ainda dão côr a esta pseudo-democracia cinzentona!
Tudo corre às mil maravilhas para Sócrates… excepto os professores que por acaso são 140000 menos 13.
Janeiro 11, 2009 at 6:24 pm
# 153
Pedro:
“Tudo corre às mil maravilhas para Sócrates… excepto os professores que por acaso são 140000 menos 13.”
Gostei do menos 13.
Janeiro 11, 2009 at 6:32 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2009/01/11/o-charlatao/
Janeiro 11, 2009 at 7:33 pm
#145
“Neste memso post perguntei: os colegas avaliadores não podem candidatar-se às notas mais altas por não terem “direito” a 2 aulas assistidas?”
Os avaliadores estão dispensados nesta 1ª fase da avaliação pedagógica (aulas , etc). Podem requerê-las se o desejarem.
Claro que podem ter Muito Bom e Excelente, como deve saber a quota dos avaliadores não interfere com a dos avaliados. As fichas de registo da avaliação dos avaliadores contém além dos itens gerias, outros itens diferenciados dos restantes professores
Janeiro 11, 2009 at 7:44 pm
#156
Os avaliadores que ficaram sem componente lectiva nunca mais poderão pedir aulas assistidas. Nalguns casos, “perderam-se” excelentes professores de 1.º Ciclo.
O que estarão a fazer esses docentes, actualmente, 35 horas por semana?
Alguém me pode elucidar?
Janeiro 11, 2009 at 7:53 pm
Bárbara
Aprecio o seu estilo. É elegante e por isso merece a minha admiração.
Não o perca em contacto com outros menos refinados que aqui pululam.
As suas questões são pertinentes e também na minha escola, num pequeno núcleo que pensa, nos debruçámos sobre elas.
Como diferenciar o número e a qualidade dos objectivos, como valorizar o peso de cada um deles, são questões que os colegas deveriam analisar de forma séria e aprofundada em cada departamento e em cada conselho pedagógico e executivo.
No entanto, o que se verifica é que a discussão não chega ao cerne dessa problemática, o mais fácil como sabe é recusar de imediato tudo.
Penso que o essencial é que cada um faça uma reflexão séria sobre as várias dimensões e se situe tentando responder em cada parâmetro , em que medida pode contribuir para o sucesso da instituição/escola.
Há que distinguir à partida duas situações distintas. O professor vai ser avaliado pelo seu desempenho e não pela qualidade dos objectivos que traçou.
Os objectivos em si mesmo não são avaliados, mas sim o seu desempenho nos v+arios parâmtros ao longo do período em análise.
Este pequeno texto não é exaustivo em relação às várias questões que colocou, nomeadamente à apresentação de indicadores de medida e à questão da quantidade e da qualidade.
Quero aqui deixar apenas esta ideia. A avaliação está centrada na escola, é feita pelos professores, muito do caminho terá de ser traçado dentro da escola e do debate construtivo dos professores.
Penso que é um aspecto importante este.
Que a avaliação continue a poder ser controlada pelos professores e feita na escola e não seja imposta do exterior.
aS PERGUNTAS QUE A COLEGA COLOCOU SÃO EXEMPLO DISSO. Há um caminho a percorrer que teremos de ser nós a fazê-lo sob pena de virmos a perder essa possibilidade para outros agentes.
Não entenda este comentário como uma ameaça, mas como uma reflexão pessoal que procuro ser honesta.
Obrigada Bárbara
Janeiro 11, 2009 at 7:59 pm
# 156, se para os avaliados, é condição necessária ter 2 aulas assistidas para ter MBom ou Excelente,que condições são necessárias para os avaliadores terem essas notas?
Pode esclarecer-me?
Janeiro 11, 2009 at 8:01 pm
#151
pipa
Janeiro 11, 2009 at 8:02 pm
#159
Veja a ficha de registo da avaliaçao do avaliador. Como lhe disse tem itens diferenciados.
Janeiro 11, 2009 at 8:03 pm
# 158 Concluindo:
Em tempos, filosofando uma mão cheia de nada.
Obrigado pelo tempo e pertinácia das suas respostas.
Ficamos a saber que sabe tanto ou menos que nós?
Assinado,
raiva
Janeiro 11, 2009 at 8:04 pm
# 158 maria Campos
Concluindo:
Em tempos, filosofando uma mão cheia de nada.
Obrigado pelo tempo e pertinácia das suas respostas.
Ficamos a saber que sabe tanto ou menos que nós?
Assinado,
raiva
Janeiro 11, 2009 at 8:07 pm
#151,
pipa, não te irrites. Eles gostam de nos ver assim. Agora quando aparecem mudo logo de post ou de blog. O Ts já me ofendeu aqui, a nível pessoal, e eu não pretendo nunca mais responder-lhe. Simplesmente ignoro-o…
Janeiro 11, 2009 at 8:09 pm
Uma quantidade de banalidades.. Em todo o caso “googlou” bem.A tarde toda…
Janeiro 11, 2009 at 8:09 pm
# 161, como não conehço a ficha dos avaliadores, gostava que me esclarecesse:
o que distingue um avaliador excelente de um Bom.
No caso dos avaliados só é possível através de observação de aulas.
E no caso dos avaliadores? Algum item “especial” deve haver…
Isto partindo do princípio que algum professor ( com ou sem cargos) pode ser Excelente no desempenho dessas outras funções, que ninguém quer saber se é um Optimo professor dentro da sala de aulas ou não…
Aguardo a sua resposta
Janeiro 11, 2009 at 8:11 pm
Não sei mais do que os colegas, nem nunca tive pretensão disso.
A implementação de um modelo de avaliação cria evidentemente dúvidas e dificuldades, umas já detectadas e outras que se colocarão no futuro.
Perante isso há duas posturas dominantes.
Os que têm certezas e sonham com modelos perfeitos e sem dificuldades de percurso.
E os que têm dúvidas mas resolvem os problemas e por vezes até simplificam , sendo logo atacados pelos incondicionais dos modelos perfeitos.
Eu entendo que estamos numa primeira fase , onde há que aplicar o modelo e, posteriormente, fazer-se a sua avaliação do próprio processo e ajustar procedimentos.
Com honestidade e sem dogmas.
Há os que sabem tudo, sabem de antemão que as coisas correrão na prática , mas não apresentam pelos seus representantes um modelo sequer ou entao o que apresentam é o que se sabe.
Janeiro 11, 2009 at 8:12 pm
# 166 Reb
espera mais umas horas para obteres a resposta iluminada….
Isto se te responder da forma…
Não há pachorra para tanto disparate…
Querem discutir com o Hitler ou Mussolini?
façam favor…
Janeiro 11, 2009 at 8:17 pm
Barbara
Outra questão interessante essa. O que estão a fazer não só os professores do 1º ciclo que foram dispensados da componente lectiva, mas também todos os outros que têrm dispensa da componente não lectiva para tarefas da avaliação se não tiverem avaliados?
Já algum teve a ética de pedir a dispensa da sua função de avaliador de modo a começar a dar aulas de apoio aos alunos ou fazer outras tarefas?
NENHUM O FEZ.
Quantos dos 139 PCEs que não querem a avaliação nas suas escolas já pediram a exoneração dos avaliadores de modo a estes irem dar aulinhas?
NENHUM O FEZ.
Janeiro 11, 2009 at 8:18 pm
Em tempos, O Hitler também aplicou o seu modelo e até o simplificou… matou-os
Janeiro 11, 2009 at 8:21 pm
#Reb
vejo que a colega ainda está no abc da coisa.
Informe-se um pouco mais sffv na sua escola. penso que a colega tem perdido demasiado tempo ( é avaliadora? ) a contestar a avaliação e não aprofunda os seus conhecimentos.
Não sabe a diferença entre a avaliação de um professor e de um professor avaliador?
isso é mau não saber. Informe-se!
Janeiro 11, 2009 at 8:21 pm
#170
raiva
Janeiro 11, 2009 at 8:24 pm
#169,
Está muito bem informada Maria Campos.
Janeiro 11, 2009 at 8:25 pm
#172 maria campos
Verdade.
Assinado,
raiva
Janeiro 11, 2009 at 8:25 pm
Bárbara, tens mais sorte que eu. A ti a colega Maria Campos reponde, a mim só diz que temos que implementar o modelo e ir aperfeiçoando.
Nesta questão que lhe coloquei não é preciso implementar o modelo para saber que, à partida, alguma coisa não bate certo: somos todos professores, uns podem ter notas altas pelas aulas que dão, outros ou podem por um item qualquer que não sei qual será, ou, simplesmente, não podem aceder a essas notas.
Isto não é questão que se verifique na aplicação, isto é um pressuposto.
Janeiro 11, 2009 at 8:27 pm
Para quem quiser aqui está a página pessoal da Maria campos…é a vida..
http://www.aprofessora.com/
Janeiro 11, 2009 at 8:29 pm
# 171, precisamente, não sou avaliadora e não conheço a ficha de que fala.
Gostaria, por isso, que me informasse aqui só sobre esta questão:
o que distingue um avaliador excelente de um avaliador bom é uma questão de quantidade eou qualidade?
Já que nós avaliados somos diferenciados pela prática lectiva
Janeiro 11, 2009 at 8:31 pm
#169 Maria Campos
Eu tenho tudo
aulas de recuperação, avaliação do meus colegas, reuniões de CP, reuniões de Departamento.
Vou dispensar-me do quê? Da componente não lectiva que está no meu horário?
Pedir dispensa da função de avaliador?
Fui ameaçado com processo disciplinar!!!!!
Janeiro 11, 2009 at 8:31 pm
#171, tenho “perdido” algum tempo a descodificar as leis , aqui mesmo neste blogue e a descobrir que as contradições entre decretos leis e regulamentares são bastantes.
Penso que a colega tb se tem informado aqui, neste debate que o Paulo nos tem proporcionado
Janeiro 11, 2009 at 8:34 pm
#176,
Tchiii… Agora é que a MC vai ter clientela!!!
Não deve ter é disto, não senhora:
http://gataescondida.wordpress.com/2009/01/11/noite-fria/
Janeiro 11, 2009 at 8:36 pm
Mas vocês ainda não perceberam que esta senhora á um inside informer do M.educação com o intuito de injectar uma lavagem ao cérebro…quem avalia quem.como e porquê é totalemnete irrelevante para esta gente..o que conta são os números…quanto ao resto quem vier daqui a 10 anos feche a porta…para controlar a populaça:consumo… o ópio do povo..o pior vai ser quando não houvwer nada para consumir e falta de dinheiro para consumir o nada…
Janeiro 11, 2009 at 8:36 pm
Mas vocês ainda não perceberam que esta senhora á um inside informer do M.educação com o intuito de injectar uma lavagem ao cérebro…quem avalia quem.como e porquê é totalmente irrelevante para esta gente..o que conta são os números…quanto ao resto quem vier daqui a 10 anos feche a porta…para controlar a populaça:consumo… o ópio do povo..o pior vai ser quando não houvwer nada para consumir e falta de dinheiro para consumir o nada…
Janeiro 11, 2009 at 8:37 pm
Janeiro 11, 2009 at 8:38 pm
olha saiu a dobrar…não sei porquê…
Janeiro 11, 2009 at 8:38 pm
Janeiro 11, 2009 at 8:39 pm
#178,
raiva, devias vir para a minha escola, os titulares com assento no CP não têm aulas de substituição, nem apoios, nem sala de estudo, nem nada… É o Concílio dos Deuses.
Janeiro 11, 2009 at 8:39 pm
Navegar navegar
Mas ó minha cana verde
Mergulhar no teu corpo
Entre quatro paredes
Dar-te um beijo e ficar
Ir ao fundo e voltar
Ó minha cana verde
Navegar navegar
Quem conquista sempre rouba
Quem cobiça nunca dá
Quem oprime tiraniza
Naufraga mil vezes
Bonita eu sei lá
Já vou de grilhões nos pés
Já vou de algemas nas mãos
De colares ao pescoço
Perdido e achado
Vendido em leilão
Eu já fui a mercadoria
Lá na praça do Mocá
Quase às avé-marias
Nos abismos do mar
navegar navegar…
Já é tempo de partir
Adeus morenas de Goa
Já é tempo de voltar
Tenho saudades tuas
Meu amor
De Lisboa
Antes que chegue a noite
Que vem do cabo do mundo
Tirar vidas à sorte
Do fraco e do forte
Do cimo e do fundo
Trago um jeito bailarino
Que apesar de tudo baila
No meu olhar peregrino
Nos abismos do mar
Janeiro 11, 2009 at 8:40 pm
Gosto mais da versão cantada…
Janeiro 11, 2009 at 8:41 pm
Agora ri-se…e deixa-me sempre sem resposta….
Gostava tanto que alguém “do outro lado” e suficientemente informada me esclarecesse as dúvidas todas que este modelo me coloca…
Não tenho sorte nenhuma
Janeiro 11, 2009 at 8:42 pm
Essa questão dos avaliadores que afinal não têm avaliados, porque não requereram a avaliação à parte pedagógica ainda vai dar que falar.
Os PCE deverão reequacionar as necessidade de tantos avaliadores que afinal não são necessários neste 1º ciclo e reafectá-los a outras funções; aulas, aulas de apoio, componente não lectiva etc…
Depois quero ver a coerência de muitos !
Janeiro 11, 2009 at 8:48 pm
#Reb
Calma!
Pense um pouco e chega lá sozinha, mesmo sem ter visto as tais fichas de registo dos executivos e dos coordenadores aos professores com funções de avaliador.
Não têm os professores avaliadores a função de avaliar? Será que organizaram bem o processo? Implementaram os procedimentos adequados? Fizeram diferenciação na avaliação? ……
Uma sugestão: Amanhã, segunda-feira, peça as fichas de registo na sua escola.
Janeiro 11, 2009 at 8:49 pm
e passam à condição de avaliados? ( caso não tenham quem queira ser avaliado pela componente_ aulas)
saltam de avalaidores para avaliados?
Janeiro 11, 2009 at 8:51 pm
# 191, até aí já cheguei.
se cumprirem todos esses itens, têm todos muito bom? ou excelente? ou só bom?
repare, isso a maioria irá fazer.
Não há um item que distinga os excelentes? É possível ser excelente sem ser avalaidao pela componente pedagógica?
Janeiro 11, 2009 at 8:59 pm
# 186 Gata escondida
tenho aulas, aulas de recuperação de HGP, e não há de Lp e poucas de Mat, Cp, conselhos de turma, reuniões de departamento, julgo até que terei horas a mais…
No entanto, em tempos tive acç~~oes de formação para avaliadores e da CCAD, e nada foi dito a não ser a legislação, pois nada sabiam os formadores. Estamos todos no mesmo barco…a navegar neste circo, nesta fantochada.
Janeiro 11, 2009 at 9:00 pm
#193 Reb
as classificações além de Bom são uma fantochada, de nada servem.
Janeiro 11, 2009 at 9:04 pm
#193 Reb
as classificações além de Bom são uma fantochada, de nada servem.
Há neste momento demasiados titulares, o mais fácil é fazer com que se reformem….para titulares não abrem vaga, só para contratados, pois estes terão menos reduções, darão mais horas de aulas e ganharão menos!!!!!!
Poupa-se no orçamento de Estado e cunmpre-se os objectivos de Bilderberg e da União Europeia!!!!
Janeiro 11, 2009 at 9:05 pm
Os avaliadores podem ter a menção excedlente sem darem aulas nesta 1ª fase.
Cada um é avaliado sempre na função superior (avaliador/avaliado), mas isso tudo está na legislação. Vão desculpar mas eu nao estou aqui para discutir trocos, mas política!~
Política é discutr conceitos, pensar conceptualmente. Se querem informação sobre a legislação basta ler.
Janeiro 11, 2009 at 9:05 pm
Janeiro 11, 2009 at 9:07 pm
# raiva, é verdade. O que eu quero que se compreenda é que este modelo não permite ( ou se permite, ninguém sabe como) aos avaliadores terem notas altas, pq não há como diferenciá-los.
E gostava que alguém que o defende me explicasse as razões pq o defende apesar destas falhas tão graves!
Janeiro 11, 2009 at 9:07 pm
Reb, olha como ela foge….
Janeiro 11, 2009 at 9:10 pm
# 197, é exactamente conceitos que gostava de discutir.
O que é um professor avaliador? Como se define este estatuto?
os da minha escola dão aulas como eu.
Se houvesse uma carreira bipartida, em que alguns teriam enveredado por outras funções/ cargos em vez de dar aulas ( como os PCE) isto poderia fazer algum sentido. Mas aqui, começou-se pelo telhado
Janeiro 11, 2009 at 9:11 pm
#193 Reb
O Objectivo político é uma escola pública mais pobre onde pretensamente inclusive ou total- como afirmou o valter- os alunos possam sair da escola para a estatística funcionar e os empregadores terem mão de obra desqualificada onde podem aplicar os novos conceitos dos contratos em que pagam menos pelo trabalho realizado.
Ter trabalhadores a auferirem um prato de arroz como na china, e com menor capacidade de compreensão e discernimento, onde todos encaminhados para o pensamento único, governo único, exército único. Seremos todos felizes escravizados sem direitos – veja-se a leis laborais- mesmo com cargas de xanax e outros aditivos misturados na alimentação e na medicação.
Janeiro 11, 2009 at 9:15 pm
O barco vai de saída
Adeus ao cais de Alfama
Se agora ou de partida
Levo-te comigo ó cana verde
Lembra-te de mim ó meu amor
Lembra-te de mim nesta aventura
P’ra lá da loucura
P’ra lá do Equador
Ah mas que ingrata ventura
Bem me posso queixar
da Pátria a pouca fartura
Cheia de mágoas ai quebra-mar
Com tantos perigos ai minha vida
Com tantos medos e sobressaltos
Que eu já vou aos saltos
Que eu vou de fugida
Sem contar essa história escondida
Por servir de criado essa senhora
Serviu-se ela também tão sedutora
Foi pecado
Foi pecado
E foi pecado sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa
Gingão de roda batida
corsário sem cruzado
ao som do baile mandado
em terra de pimenta e maravilha
com sonhos de prata e fantasia
com sonhos da cor do arco-íris
desvaira se os vires
desvairas magias
Já tenho a vela enfunada
marrano sem vergonha
judeu sem coisa nem fronha
vou de viagem ai que largada
só vejo cores ai que alegria
só vejo piratas e tesouros
são pratas, são ouros,
são noites, são dias
Vou no espantoso trono das águas
vou no tremendo assopro dos ventos
vou por cima dos meus pensamentos
arrepia
arrepia
e arrepia sim senhor
que vida boa era a de Lisboa
O mar das águas ardendo
o delírio do céu
a fúria do barlavento
arreia a vela e vai marujo ao leme
vira o barco e cai marujo ao mar
vira o barco na curva da morte
e olha a minha sorte
e olha o meu azar
e depois do barco virado
grandes urros e gritos
na salvação dos aflitos
estala, mata, agarra, ai quem me ajuda
reza, implora, escapa, ai que pagode
rezam tremem heróis e eunucos
são mouros são turcos
são mouros acode!
Aquilo é uma tempestade medonha
aquilo vai p’ra lá do que é eterno
aquilo era o retrato do inferno
vai ao fundo
vai ao fundo
e vai ao fundo sim senhor
que vida boa era a de Lisboa
Janeiro 11, 2009 at 9:16 pm
#
Verifico que o nível do debate foi elevado do grau zero em que por vezes cai.
Como podem verificar os professores podem debater de forma civilizada coceitos diferentes.
Assim começo a gostar de vir ao blogue.
No entanto tenho de sair.
Mais tarde talvez volte.
Janeiro 11, 2009 at 9:19 pm
Janeiro 11, 2009 at 9:22 pm
Reb, os avaliadores apresentam os O.I. tendo em conta os avaliandos que têm a seu cargo e o perfil destes. Sabias?
Sopondo que heras menha avaleadora e eu excrevia acim, nus teus obgetivos ias culucar “Encaminhar a colega Bárbara para uma Acção de Formação no âmbito da Língua Portuguesa”. Capisce?
Avaliar professores é [também] detectar as suas necessidades de formação e orientá-los.
As classificações mais elevadas serão para os avaliadores que conseguirem, no geral, fazer com que os seus avaliandos consigam superar-se.
Como já disse acima, na minha escola os Coordenadores de Dep. vão ser avaliados por todos os seus avaliandos, em ficha própria. Porque assim o decidiram e porque é a melhor forma de toda a gente entender isto como um trabalho cooperativo e de aprendizagem mútua.
Quanto ao facto de aqueles que não têm ninguém para avaliar, passarem a ser avaliados na componente científica, parece-me que é evidente que assim terá de ser. Não há alternativa!
“Temos pena!”
Janeiro 11, 2009 at 10:10 pm
#169
Maria Campos, é claro que ninguém pediu:-) Muitos titulares não se incomodam com o peso dos galões nos seus ombros. Outros estão meio adormecidos, tentando ver aonde tudo isto os levará. Apenas uma pequena percentagem encara as coisas com seriedade e espírito crítico.
As horas marcadas no horário dos avaliadores são, também, para estes receberem, esclarecerem e ajudarem os seus avaliandos. Na minha escola é assim! Os avaliadores são avaliados [também] pelo acompanhamento prestado!
Avaliar não é apenas classificar. A avaliação deve ser formativa e não, classificativa/punitiva. Isto é ponto assente.
Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.
Janeiro 11, 2009 at 10:19 pm
#207 Bárbara
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
explica lá isso bem, sff?
Janeiro 11, 2009 at 10:26 pm
Bárbara:
Pode dizer qual é a sua escola????
Janeiro 11, 2009 at 10:32 pm
Rosabranca, se existem titulares nas escolas, com funções bem específicas a seu cargo, mas as pessoas não querem ser avaliadas…parece-me evidente que não lhes estão a dar trabalho, pois não?
Terei o maior gosto em dizer-lhe o nome da minha escola, quando a poeira assentar.
Janeiro 11, 2009 at 10:37 pm
#210 Bárbara
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
explica lá isso bem, sff?
“Rosabranca, se existem titulares nas escolas, com funções bem específicas a seu cargo, mas as pessoas não querem ser avaliadas…parece-me evidente que não lhes estão a dar trabalho, pois não?”
Desculpa Bárbara, mas na minha escola a avaliação nem sequer começou. Está parada?
Capisce?
Janeiro 11, 2009 at 10:37 pm
* Está parada!
Janeiro 11, 2009 at 10:40 pm
#203,
Obrigada, raiva. Era isto mesmo que queria ouvir. Lembro-me desta canção dançada por colegas de ED. Física numa das minhas escolas. Velhos tempos…
Janeiro 11, 2009 at 10:41 pm
Bárbara, os avaliadores da tua escola têm competência para dar formação aos avaliados? Se a avaliação é encarada numa perpectiva formativa ( o que concordo) os avalaidores são avaliados pela formação que prestam aos seus avaliandos, certo?
Janeiro 11, 2009 at 10:52 pm
Estou tão contente comigo! Já ando a doutrinar aqui no umbigo. Escrevo tão bem e sou tão esclarecida que os umbiguistas nem me merecem…
Janeiro 11, 2009 at 11:04 pm
#210 Bárbara
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
explica lá isso bem, sff?
“Rosabranca, se existem titulares nas escolas, com funções bem específicas a seu cargo, mas as pessoas não querem ser avaliadas…parece-me evidente que não lhes estão a dar trabalho, pois não?”
Desculpa Bárbara, mas na minha escola a avaliação nem sequer começou. Está parada!
Capisce?
Janeiro 11, 2009 at 11:16 pm
#210 Bárbara
Então?
Chega-se aqui, manda-se uma boca e bate-se em retirada? Método Clássico ou Bruto de ataque despropositado?
Janeiro 11, 2009 at 11:33 pm
.
#210 Bárbara
Então?
Chega-se aqui, manda-se uma boca e bate-se em retirada? Método Clássico ou Bruto de ataque despropositado?
Janeiro 11, 2009 at 11:51 pm
Msis alguém a colocar o blog ao nível zero tentando passar-se pela Maria Campos.
Parece-e que gostam tanto da Matia Campos que até a tentam imitar.
Assina
MC
Vejam este post , falsa imitação MC
Maria Campos Says:
Janeiro 11, 2009 at 10:52 pm
Estou tão contente comigo! Já ando a doutrinar aqui no umbigo. Escrevo tão bem e sou tão esclarecida que os umbiguistas nem me merecem…
Janeiro 12, 2009 at 12:02 am
#219 Maria Campos,
Vê-se bem quem é… Por ex.: já prometeu pelo menos 2 vezes que deixava de comentar aqui. Isso é algo que lhe diz respeito só a si. Porém, quem falta a algumas promessas… não é por nada… mas prefiro não dar crédito ao que afirma ou deixa de afirmar. Apenas acho interessante o apreço que tem pela sua palavra. Pouco. Mas pronto: cada um é como é ou como quer ou não quer ser. Coisas. Ponto.
Janeiro 12, 2009 at 12:06 am
A Maria Campos tem laivos de superioridade moral mas por vezes as suas atitudes baixam ao nível da vulgaridade mais “rasca”!
Não vislumbrei na Maria Campos uma única argumentação sustentável em favor “desta” avaliação!
Nem pode defender a sua dama, porque a pretensa avaliação que a Maria Campos defende é indefensável, como se verificou no Chile, lançando no caos um sistema público de ensino que na América Latina até gozava de algum crédito reconhecido!
Precisamente foi isto que ouvi de um português maiato emigrado no Chile, onde tirou o filho da Escola pública que é palco de uma guerra entre o governo e os professores, levando os melhores mestres a debandarem do ensino público, onde os colégios para os privilegiados florescem como cogumelos.
Confirmou-me este senhor o escândalo da venda dos portefólios no Chile onde os professores transformaram a avaliação numa farsa em que o a construção do portfélio passou o companheiro diário da vida de um professor.
Gostava que a Maria Iluminada Campos conhecesse este senhor. Também gostava que muitos dos colegas ouvissem o que acabei de ouvir de um emigrante português no Chile.
Janeiro 12, 2009 at 12:06 am
#220
Acrescento: mas nunca subscrevi ataques pessoais a si ou a quem quer que seja. Embora um ataque à pessoa não seja sempre falacioso. Devemos fazê-lo caso haja interesses não declarados e, por ex., tentativa de manipulação.
Janeiro 12, 2009 at 12:08 am
#221
Interessante, Pedro.
Janeiro 12, 2009 at 12:08 am
##210 Bárbara
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
explica lá isso bem, sff?
“Rosabranca, se existem titulares nas escolas, com funções bem específicas a seu cargo, mas as pessoas não querem ser avaliadas…parece-me evidente que não lhes estão a dar trabalho, pois não?”
Desculpa Bárbara, mas na minha escola a avaliação nem sequer começou. Está parada!
Capisce?
Janeiro 12, 2009 at 12:34 am
#210 Bárbara
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
explica lá isso bem, sff?
“Rosabranca, se existem titulares nas escolas, com funções bem específicas a seu cargo, mas as pessoas não querem ser avaliadas…parece-me evidente que não lhes estão a dar trabalho, pois não?”
Desculpa Bárbara, mas na minha escola a avaliação nem sequer começou. Está parada!
Capisce?
Francamente…
Janeiro 12, 2009 at 12:44 am
“…na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
(Um adepto da coisa comentaria):
Protantos, deixa cá ver, neste caso quem é que hei-de insultar primeiro: os malandros dos titulares confortáveis, ou os malandros dos avaliandos permissivos? Bolas! Assim é que este modelo de avaliação não vai a lado nenhum!
Janeiro 12, 2009 at 12:52 am
#226 Suomi Vivecananda
““…na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), ”
Na minha escola está parada…Não teme o direito de fazer afirmações gratuitas e ofensivas.
Janeiro 12, 2009 at 12:52 am
*tem
Janeiro 12, 2009 at 12:58 am
DUAS ACÇÕES FUNDAMENTAIS NA LUTA DOS PROFESSORES
Além da Jornada Nacional de Reflexão e Luta, que deverá ter lugar em todas as escolas do País, no dia 13 de Janeiro, e do II Encontro de Escolas em Luta, no dia 31 de Janeiro, apelamos aos Professores para duas importantes jornadas de luta:
1) GREVE NACIONAL DO DIA 19 DE JANEIRO.
Os professores vão voltar, de forma massiva, a participar em mais uma greve histórica, dando um sinal claro da sua disponibilidade e determinação na luta e resistência às políticas educativas que afrontam os direitos e a dignidade dos professores e têm degradado a qualidade do ensino e da escola pública.
2) MANIFESTAÇÃO/CONCENTRAÇÃO NACIONAL EM FRENTE DO PALÁCIO DE BELÉM, NO DIA 24 DE JANEIRO (SÁBADO).
Numa acção promovida pela Convergência dos Movimentos de Professores, esta manifestação/concentração reveste-se do extraordinário impacto e simbolismo que decorre do facto de, pela primeira vez, os professores se dirigirem, publicamente, ao Presidente da República, pelo que é fundamental que as escolas/agrupamentos de todo o país se mobilizem, se organizem e rumem, em grande número, a Lisboa, no dia 24 de Janeiro.
Se o Presidente da República não vai ao encontro dos Professores, então serão os professores que, com respeito e expectativa de serem escutados, vão ao Presidente da República.
Os diversos Movimentos de Professores vão encetar diligências, para, durante essa concentração, serem recebidos pelo Presidente da República, dando-lhe conta do sentir dos professores e da realidade da escola pública.
MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/01/duas-aces-fundamentais-na-luta-dos.html
Janeiro 12, 2009 at 1:00 am
Pedro Castro – 221
Confirmou-me este senhor o escândalo da venda dos portefólios no Chile onde os professores transformaram a avaliação numa farsa em que o a construção do portfélio passou o companheiro diário da vida de um professor.
Parece-me que o nosso modelo de AD, pelo menos o Decreto Regulamentar, não se baseia no Chileno mas sim no SIADAP. É a ideia com que fico depois de comparar os 2 diplomas.
O portfólio, por cá, foi uma ideia difundida no blog do Ramiro Marques, a que algumas escolas, infelizmente, na fase da produção dos instrumentos aderiram. A minha não.
E o modelo deles é externo à escola. Se o nosso fosse a resistência seria bem mais complicada.
DR 2/2008 nunca será aplicado.
Janeiro 12, 2009 at 1:05 am
Vinte escolas suspenderam avaliação em dois dias
PEDRO VILELA MARQUES
Só em dois dias, 20 escolas de todo o País aprovaram a suspensão da avaliação do desempenho. As moções foram decididas entre terça e quarta-feira , logo a seguir à publicação do decreto de simplificação da avaliação, que impõe prazos para a calendarização do processo.
Segundo os representantes dos professores, esta segunda vaga de suspensões vai engrossar nos próximos dias, o que mostra que os docentes não desarmam face às ameaças do Governo de abertura de processos disciplinares.
Para o secretário-geral do Sindicato Nacional e Democrático dos Professores (Sindep), as duas dezenas de escolas de todo o País que decretaram a suspensão do processo, ao arrepio daquilo que são os prazos legais do Governo, são já muito significativas. “Estamos a falar de moções aprovadas em apenas dois dias, e que ainda assim representam só o começo da resistência, que vai tomar ainda maiores dimensões”, garante ao DN Carlos Chagas.
“Os professores sentem que têm o direito à indignação através dos meios legais”, diz João Dias da Silva, da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação, que reconhece que a ameaça de processos disciplinares gerou “algum medo nas escolas, embora não existam razões para isso” (ver caixa).
Já José Grilo Santos, presidente do Agrupamento de Escola de Sequeira, na Guarda, o primeiro nesta fase a decretar a suspensão da avaliação, reconhece que os conselhos executivos pouco têm a fazer se os professores não quiserem aplicar o actual modelo. Mas “no caso das escolas do nosso agrupamento, todos os professores aprovaram a suspensão, mostrando uma enorme firmeza”.
Apesar de já considerarem este números relevantes, os sindicatos esperam que a lista das escolas a pedir a suspensão aumente de forma significativa a partir de terça feira, dia de reflexão nas escolas. “Essa será uma data decisiva, porque os professores vão poder reunir nas escolas e votar novas moções”, frisa o secretário-geral do Sindep. “Até final do mês, altura em que acaba o prazo para entregar os objectivos individuais, ainda temos tempo para informar os professores e organizar a luta”, considera Carlos Chagas.
Já Mário Machaqueiro, da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino, defende que “a dispersão geográfica das escolas que aprovaram a suspensão – lista que inclui a Infanta Dona Maria, em Coimbra, o Agrupamento de Sequeira, na Guarda, a Secundária D. Sancho, em Famalicão ou o Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, nas Caldas da Rainha – é muito importante”. Para o professor revela “que o movimento está em crescendo, depois da primeira vaga de suspensões, anterior à simplificação do modelo”.
Ilídio Trindade, do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores, confirma que o dia 13 será decisivo na luta contra a avaliação, mas defende que a partir de agora é preciso começar também a fazer a contabilização professor a professor, e não apenas das escolas que aprovam a suspensão: “É que, mesmo se tivéssemos o caso de todas as escolas apresentarem os objectivos individuais, haveria ainda assim muitos professores que não o fariam e continuavam a resistir. Poderiam até ser a maioria. E é preciso fazer essa contabilidade”. Este número seria recolhido em conjunto com os sindicatos e através de informações dadas directamente por aqueles que se recusem a ser avaliados.
http://www.dn.sapo.pt/2009/01/10/sociedade/vinte_escolas_suspenderam_avaliacao_.html
Janeiro 12, 2009 at 8:15 am
Raiva, bom dia e boa semana de trabalho para ti.
Nunca me furtarei a dar-te uma resposta. Se na tua escola ainda não começou (já tinha percebido isso há muito tempo), na minha já começou, parou e recomeçou.
O ano passado começou, fizeram-se fichas, calandarizou-se o processo e depois parou, devido ao Memorando.
Recomeçou no início deste ano lectivo, em fase experimental, tal como está consignado no Memorando. Não voltou a parar, porque está tudo feito.
As minhas intervenções aqui no blogue são na qualidade de professora que está a ser avaliada por este modelo, não na qualidade que quem o defende com unhas e dentes.
Janeiro 12, 2009 at 8:26 am
#Reb,
As coisas são aquilo que nós quisermos fazer delas. Muitas escolas complicaram o que já de si é bastante complicado e chegaram a um ponto em que tiveram de dizer “Basta!”, pois estavam mergulhadas em descritores.
Na minha escola tentou-se adaptar e simplificar o processo, por isso não foi permitido parar a ADD.
Neste momento, não interessa muito qual é o potencial formativo dos coordenadores de Departamento. Alguns têm-no, outros não. O que importa é que as pessoas entendam que há sempre qualquer coisa que podem aprender e melhorar.
Uma boa semana de trabalho para ti.
Janeiro 12, 2009 at 1:14 pm
#232 Bárbara
Boa semana de trabalho para si.
“As minhas intervenções aqui no blogue são na qualidade de professora que está a ser avaliada por este modelo, não na qualidade que quem o defende com unhas e dentes.”
Eu não defendo o ADD. Fui dos primeiros a pedir em CP a sua suspensão; votei no CP a sua suspensão; assinei duas moções de agrupamento a favor da sua suspensão.
Penso que está tudo dito.
Janeiro 12, 2009 at 1:49 pm
Raiva, tenho por hábito ler-te.
Por isso, em #207 salvaguardei o caso dos titulares que não exercem as suas funções PORQUE se assumiram claramente contra o exercício das mesmas e têm lutado contra esta ADD. Não sei se terei sido bem interpretada.
Ora, se todos os titulares fossem como tu, isto resolvia-se em 3 tempos. Ou melhor, já estava resolvido há muito.
Só que tu pertences a uma minoria. Na sua grande maioria, os titulares às vezes até resmungam e tal, mas lá vão passando o tempo em que efectivamente têm redução de horas (traduzidas em menos alunos, menos turmas e menos trabalho), no bufete, a fazer crochê ou a jogar matraquilhos na sala de convívio.
Existe uma grande inércia e conivência dos Órgãos de Gestão, que permite que isto aconteça. Em meu entender, o mínimo que essas pessoas poderiam fazer, mesmo sem “terem avaliandos”, era estudarem a legislação. Com isso já teriam trabalho suficiente.
Tudo isto vem no seguimento de uma postagem onde eu pergunto o que fazem actualmente os titulares com redução total da componente lectiva, nas suas 35 horas semanais.
A MC respondeu-me e mencionou mais uma série de exemplos.
Concluímos que, muitos titulares não fazem nada, ou fazem muito pouco, mas não estão minimamente preocupados com isso.
Janeiro 12, 2009 at 1:57 pm
Bárbara, na minha escola os titulares dão aulas como nós. Têm uma redução de 45 mn ( da carga não lectiva).
Tal como os avaliados, estão apavorados com o que os espera tanto mais que, a maioria, confessa não ter formação suficiente para avaliar colegas que estão ao mesmo nível
Janeiro 12, 2009 at 1:58 pm
#227
Raiva, desculpa. Não me fiz mesmo entender. Lolol.
Onde escrevi “(como o Raiva)”, deveria ter escrito “(ao contrário do Raiva)”.
Sorry…
Janeiro 12, 2009 at 1:59 pm
#235 Bárbara
Então, o teu comentário em #210 onde afirmas:
“Portanto, na maioria das escolas em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.”
-> Não corresponde à verdade.
1º tenho aulas;
2º Tenho ainda aulas de recuperação;
3º terei perto de 9 a 10 por avaliar;
4º Dois deles estão num ultimo escalão;
5º Tenho reuniões do CP;
8º Reuniões de Departamento;
– Concluindo, como poderás ter afirmado que “em que os titulares, não se assumindo contra a ADD (como o Raiva), passam as horas de redução no bufete ou confortavelmente “às moscas”, são os avaliandos que permitem e fomentam essa inércia.?????
______ saberás que n~eo sendo delegado sindical fui a uma reunião sindical para preparar o dia 13 e os delegados da minha escola nem sequer estiveram presentes?
Que hoje entreguei a papelada aos delegados, e nem sequer uma convocação existe para o dia de amanhã?
Saberias que titulares como eu andam na luta contra este ADD, mesmo os que se podem reformar em 2011 e este ano nem serão avaliados?
Saberás por acaso que já fui alcunhado de PREC pelo PCE?
Pois…
Janeiro 12, 2009 at 2:00 pm
#237 Bárbara
AHHHHH ! OKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Está tudo esquecido….:lol:
Janeiro 12, 2009 at 2:05 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/12/the-jesus-mary-chain-all-things-must-passi-hope-live-oslo-2007/
Janeiro 12, 2009 at 2:06 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/12/caos-calmocom-nano-moretio-espelho-da-nossa-situacao/
PACIÊNCIa raiva isto tudo vai passar…é uma calma que antecede o caos…
Janeiro 12, 2009 at 2:07 pm
Reb, concluirás facilmente que, na minha escola, as pessoas não pensam assim. Ou, se pensam, não o dizem. A maioria dos titulares propôs-se a desempenhar as suas funções o melhor possível e, para fortalecer a confiança, elaborou-se a tal ficha onde nós avaliamos os nossos avaliadores.
Nunca tinha imaginado que a tua avaliadora se sentisse apavorada com o facto de ter de te avaliar. Sempre imaginei que estaria a esfregar as mãos de contente por tu te recusares a ser avaliada e, portanto, não lhe dares esse trabalho.
Reconheço a minha maldade
Janeiro 12, 2009 at 2:07 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/11/estamos-a-espera-de-que-que-nos-fod/
Janeiro 12, 2009 at 2:15 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/12/regretnew-orderregretsregrets/
ATÉ LOGO…
Janeiro 12, 2009 at 2:32 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/01/12/v-de-vinganca-o-idealo-receio-de-socrates/
Janeiro 13, 2009 at 9:49 pm
Educação: Paulo Portas diz que diploma do CDS-PP para suspender e simplificar avaliação pode ser aprovado
13 de Janeiro de 2009, 19:47
Lisboa, 13 Jan (Lusa) — O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que o projecto de lei democrata-cristão que propõe a suspensão da avaliação dos professores e a simplificação do modelo tem condições para ser aprovado no próximo dia 23.
O projecto de lei recupera um projecto de resolução do CDS-PP que “só não foi aprovado por um triz e porque houve faltas de deputados” [do PSD] afirmou Paulo Portas, em conferência de imprensa.
“O projecto do CDS teve mais votos de deputados da maioria socialista e eu acho que isso se pode repetir, mas não vou fazer pressão sobre ninguém”, afirmou Paulo Portas.
O projecto de resolução do CDS-PP poderia ter sido aprovado, no passado dia 5 de Dezembro, porque sete deputados do PS quebraram a disciplina de voto deixando o PS em minoria. Acabou por ser chumbado devido às ausências de 35 deputados da oposição, 30 dos quais do PSD.
Paulo Portas defendeu hoje que a transformação do projecto de resolução em projecto de lei “é um acto de coerência” por parte do CDS-PP e constitui “uma esperança” quer para os professores e para os pais que não querem ver a escola em conflito em 2009.
O diploma, frisou Portas, “não deixa um vazio” e propõe alternativas para “um modelo menos burocrático e mais simples”.
Por essa razão, defendeu, o diploma, que é discutido no próximo dia 23, “tem condições para poder passar”.
“Não faço pressão sobre a consciência dos deputados, basta-me ser coerente”, afirmou, após questionado sobre se desafiava os deputados da maioria socialista a repetirem o sentido de voto ao projecto de resolução.
“Se for aprovado ficarei muito contente, depois logo veremos”, afirmou Paulo Portas, quando interrogado sobre se pedirá a demissão da ministra da Educação caso o projecto seja aprovado.
SF.
Lusa/fim