Acabei de vir de um café: cruzes!
Alguém que compre o DN e veja as páginas centrais de um suplemento – 2 páginas de propaganda da Ministra: outra vez a Ministra como nunca a viram:
SIMPLESMENTE INCRÍVEL
Só falta dizerem que a “aviar o lápis” não há melhor…façam o scan e mandem ao Paulo -
Gostei imenso deste artigo.Expressa muito daquilo que eu sinto.
Há muito que a ministra não é ministra. Foram abertas feridas que levarão anos a sarar. Já fizeram mal bastante, seria um acto de dignidade retirarem-se. Mas não, a sua cegueira é imensa.
ou como neste caso os sindicatos assumem claramente um ideal de preservação dos organismos impotentes, ou seja, um pretexto para a debilidade dos docentes que se querem conservar doentes e dominados.
Os sindicatos não são “instrumentos” de ninguém, que não seja a própria lógica de esvaziar de sentido a revolta dos docentes contra o poder central, para os colonizar e amarrar a um outro senhor.
Assim com a Igreja não liberta ninguém da sua impotência, porque a sua própria existência assenta nesse pressuposto, assim também a razão de ser dos sindicatos se reforça na ausência de sentido libertador e emancipador das lutas, na fraqueza ideológica e intelectual dos docentes.
Por isso a argumentação final deste artigo é o reconhecimento da inevitável impotência dos docentes e do eterno retorno dos colonizadores do “horror vacui”.
Continuo a afirmar que esta foi a Ministra da Educação mais importante desde, pelo menos, o 25 de Abril.
Ela conseguiu unir todos os professores, ela conseguiu que os sindicatos percebessem que tinha que representar os professores e não o contrário, ela conseguiu demonstrar a estupidez do “eduquês”, ela conseguiu provar que o imenso monstro e todos os seus inúmeros tentáculos esmagam a profissão docentes e as escolas, ela conseguiu demonstrar a estupidez das “ciências” da educação, ela conseguiu provar que a nomenKlatura neste sector tem que terminar, ela conseguiu demonstrar finalmente que o ENSINO tem que REGRESSAR em FORÇA às ESCOLAS.
Conseguiu tudo isto querendo demonstrar o inverso, suprema ironia…
DA NINGUÉM NA EUROPA DÁ AULAS DE SUBSTITUIÇÃO DE BORLA…são pagas como horas extrAS…quanto aos doze dias ainda vamos ter saudades deles com a idade…quando a senilidade tocar e os alunos forem tipo laranja mecânica….. é que com o aumento da carga lectiva…ai vão vão…e nessa altura metem atestado psiquátrico…
É verdade os meus colegas professores franceses ficam abismados com o facto de darmos aulas de substituição sem sermos pagos ,lá se derem apoio são pagos .
Continuo a achar que os sindicatos deveriam ter feito muito mais logo de início .Aquando do concurso para titular, muitos colegas estavam renitentes quanto ao facto de concorrerem,por isso pediram conselho aos sindicatos .Todos conhecem a resposta :”É melhor concorrerem porque não se sabe quais serão as consequências.” Era nessa altura que os sindicatos deveriam ter agido ,não o fizeram e perderam o respeito de muitos colegas .AGORA TIVERAM DE SE MEXER ,senão desapareciam .
Novembro 22, 2008 at 2:58 pm
Depois da maré vazar, volta a encher; é assim que se comportam as marés.
Novembro 22, 2008 at 3:07 pm
A MLR já morreu e ninguém lhe disse. Já nem Ministra da rua dela é!
Novembro 22, 2008 at 3:10 pm
Parabéns a São José Almeida pelo texto tão bem escrito.
Novembro 22, 2008 at 3:22 pm
2
Agora o trono vai ser ocupado pelo Mário Nogueira.
Vamos deixar de fazer substituições e voltar a ter 12 dias por conta do período de férias.
Fixe!
Novembro 22, 2008 at 3:33 pm
Excelente artigo que identifica com toda a clareza a “revolta dos professores”: a atitude constante de MLR em destruir a profissão de professor!!!
Novembro 22, 2008 at 3:34 pm
Eu não voto no M Nogueira. Não é seja amiga dela, mas também não lhe quero assim tão mal
Novembro 22, 2008 at 3:43 pm
Acabei de vir de um café: cruzes!
Alguém que compre o DN e veja as páginas centrais de um suplemento – 2 páginas de propaganda da Ministra: outra vez a Ministra como nunca a viram:
SIMPLESMENTE INCRÍVEL
Só falta dizerem que a “aviar o lápis” não há melhor…façam o scan e mandem ao Paulo -
Novembro 22, 2008 at 4:05 pm
Gostei imenso deste artigo.Expressa muito daquilo que eu sinto.
Há muito que a ministra não é ministra. Foram abertas feridas que levarão anos a sarar. Já fizeram mal bastante, seria um acto de dignidade retirarem-se. Mas não, a sua cegueira é imensa.
Novembro 22, 2008 at 4:20 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/11/22/os-bons-vencem-sempre-propaganda-nazi-no-diario-de-noticias/
Novembro 22, 2008 at 4:28 pm
O medo do vazio
ou como neste caso os sindicatos assumem claramente um ideal de preservação dos organismos impotentes, ou seja, um pretexto para a debilidade dos docentes que se querem conservar doentes e dominados.
Os sindicatos não são “instrumentos” de ninguém, que não seja a própria lógica de esvaziar de sentido a revolta dos docentes contra o poder central, para os colonizar e amarrar a um outro senhor.
Assim com a Igreja não liberta ninguém da sua impotência, porque a sua própria existência assenta nesse pressuposto, assim também a razão de ser dos sindicatos se reforça na ausência de sentido libertador e emancipador das lutas, na fraqueza ideológica e intelectual dos docentes.
Por isso a argumentação final deste artigo é o reconhecimento da inevitável impotência dos docentes e do eterno retorno dos colonizadores do “horror vacui”.
Novembro 22, 2008 at 5:52 pm
Continuo a afirmar que esta foi a Ministra da Educação mais importante desde, pelo menos, o 25 de Abril.
Ela conseguiu unir todos os professores, ela conseguiu que os sindicatos percebessem que tinha que representar os professores e não o contrário, ela conseguiu demonstrar a estupidez do “eduquês”, ela conseguiu provar que o imenso monstro e todos os seus inúmeros tentáculos esmagam a profissão docentes e as escolas, ela conseguiu demonstrar a estupidez das “ciências” da educação, ela conseguiu provar que a nomenKlatura neste sector tem que terminar, ela conseguiu demonstrar finalmente que o ENSINO tem que REGRESSAR em FORÇA às ESCOLAS.
Conseguiu tudo isto querendo demonstrar o inverso, suprema ironia…
Novembro 22, 2008 at 5:53 pm
Ooops, desculpem as gralhas
Novembro 22, 2008 at 6:43 pm
Joaquim foram grandes verdades que disseste.
Novembro 22, 2008 at 6:43 pm
DA NINGUÉM NA EUROPA DÁ AULAS DE SUBSTITUIÇÃO DE BORLA…são pagas como horas extrAS…quanto aos doze dias ainda vamos ter saudades deles com a idade…quando a senilidade tocar e os alunos forem tipo laranja mecânica….. é que com o aumento da carga lectiva…ai vão vão…e nessa altura metem atestado psiquátrico…
Novembro 22, 2008 at 7:16 pm
#7
Perdoem-me mas não consigo comprar o DN!!!!
Novembro 22, 2008 at 8:58 pm
Boa noite,
gostei da opinião de São José A.
e também concordo, ponto por ponto, com as palavras claras do Joaquim!
colega escreva mais.
Novembro 22, 2008 at 9:08 pm
É verdade os meus colegas professores franceses ficam abismados com o facto de darmos aulas de substituição sem sermos pagos ,lá se derem apoio são pagos .
Novembro 22, 2008 at 9:52 pm
Continuo a achar que os sindicatos deveriam ter feito muito mais logo de início .Aquando do concurso para titular, muitos colegas estavam renitentes quanto ao facto de concorrerem,por isso pediram conselho aos sindicatos .Todos conhecem a resposta :”É melhor concorrerem porque não se sabe quais serão as consequências.” Era nessa altura que os sindicatos deveriam ter agido ,não o fizeram e perderam o respeito de muitos colegas .AGORA TIVERAM DE SE MEXER ,senão desapareciam .
Novembro 23, 2008 at 1:30 am
Grande artigo de uma jornalista que captou, claramente, o que se está a passar.