Eu acho um razoável despudor político-jornalístico esta peça de Fernanda Câncio no DN de hoje sobre Maria de Lurdes Rodrigues. E escrevo-o sem problemas nenhuns em receber alguma daquelas farpas anavalhadas que a jornalista em causa gosta de lançar sobre quem a critica, em especial na blogosfera, blogosfera de que se soube servir, em tempos, com verrina bem ácida, mas quando lhe convém passou a olhar de soslaio.
Só que este retrato, nesta data, com este tipo de prosa, tresanda a um aroma de putrefacção. O aparelho instalado pelo Governo/PS no grupo JN/DN foi posto em movimento e procura reagir de todas as maneiras em defesa da sua ministra, que neste momento só não é um cadáver político ambulante para meia dúzia de interessados em usá-la como mártir oportuna.
Pior, só mesmo a confissão da própria que ainda tem como seus, os ideais anarquistas como «filosofia e sistema de valores». Ou melhor, a acreditar pelo estado em que está a deixar a Educação, julgo que até é capaz de ter razão: a anarquia está prestes a ficar instalada.
(o meu agradecimento ao Fernando Oliveira pelas digitalizações oportunas)


Novembro 22, 2008 at 7:49 pm
Estava à espera que a postasse Paulo!
Vergonhoso, é tudo o que posso dizer desta obra de arte.
É o vale tudo!
Quando a li, nem queria acreditar.
Novembro 22, 2008 at 7:55 pm
Depreendo que são escritos desesperadamente tendenciosos, por isso recuso-me a ler!
Novembro 22, 2008 at 7:56 pm
Bom remate à baliza Paulo!
“Ou melhor, a acreditar pelo estado em que está a deixar a Educação, julgo que até é capaz de ter razão: a anarquia está prestes a ficar instalada.”
Só falta o vídeo correspondente:
Sex Pistols – Anarchy in the UK
Novembro 22, 2008 at 7:56 pm
#3 http://www.youtube.com/watch?v=4bM_l443VV4
Novembro 22, 2008 at 8:04 pm
Estava a imaginar ela e os sex pistols…
e uma manifestação de 120 000!
Esqueçam sou eu a delirar!
Novembro 22, 2008 at 8:05 pm
rosabranca eu levo isto tudo para a boa disposição anárquica! Lol
Novembro 22, 2008 at 8:05 pm
E se nos arrancarem as pontas dos dedos?
Novembro 22, 2008 at 8:10 pm
Por mais que tivessem tentado que a foto correspondesse ao artigo, aqueles olhos não enganam ninguém…
Novembro 22, 2008 at 8:14 pm
Em vez de dizer os disparates que diz, ó Fernanda, Câncio! Se o cansar o suficiente talvez ele nos deixe em paz!
Novembro 22, 2008 at 8:19 pm
Avaliação de Professores no Mundo
Avaliação de Professores em Portugal
Onde se inspirou o governo português para conceber um modelo de avaliação tão burocrático? Em declarações ao órgão de propaganda do PS a ministra da educação afirma que se inspirou em modelos de avaliação existentes na Inglaterra, Espanha, Holanda e Suécia (Março de 2008). Os professores destes países negam tal afirmação. O modelo que maiores semelhanças tem com o português é o chileno, mas seja mesmo assim menos burocrático.
Estamos pois perante o sistema de avaliação mais burocrático do mundo, e que fomenta o fim do trabalho cooperativo nas escolas. Não admira que ao aperceber-se da gravidade do problema, o próprio ME tenha vindo a apelar para que cada escola simplifique o sistema, criando desta forma uma disparidade de modelos e de critérios de avaliação no país.
Consultas:
Avaliação de Professores na Alemanha
1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular. Apenas existem quadros de escola, tal como existia em Portugal.
2. Aulas Assistidas: Acontecem durante o período de formação e depois de 6 em 6 anos. A aula tem a duração de 45 minutos e é assistida pelo chefe da Direcção escolar. Essa assistência tem como objectivo a subida de escalão. Depois de atingido o topo da carreira, acabaram-se as aulas assistidas e não existe mais nenhuma avaliação.
3. Horários dos Professores. Não existe diferença entre horas lectivas e não lectivas. Os horários completos variam entre 25 e 28 horas semanais.
4. Avaliação de Alunos. As reuniões para efeito de avaliação dos alunos têm lugar durante o tempo de funcionamento escolar normal, nunca durante o período de interrupção de actividades ou de férias. Tanto na Alemanha como na Suíça, França e Luxemburgo, durante os períodos de férias as escolas encontram-se encerradas. Encerradas para todos, alunos, pais, professores e pessoal de Secretaria. Os alunos e os professores têm exactamente o mesmo tempo de férias.
Não existe essa dicotomia idiota entre interrupções lectivas, férias, etc.
5. Horários escolares: Nas escolas de Ensino Primário as aulas vão das 8.00 às 13 ou 14 horas. Nos outros
níveis começam às 8 .00 ou 8.30 e terminam às 16.00 ou, a partir do 10° ano,às 17.00.
6. Férias: cerca de 80 dias por ano, embora possa haver ligeiras diferenças de Estado para Estado.
7. Máximo de alunos por turma: 22
Avaliação de Professores na Suíça
1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular. Apenas existem quadros de escola (Professores do quadro).
2. Aulas Assistidas: Estas aulas só ocorrem durante a formação e para a subida de escalão.
3. Férias. As escolas durante o período de férias estão encerradas. Total de dias de férias: cerca de 72 (pode haver diferenças de cantão para cantão) .
4. Os horários escolares: Idênticos aos da Alemanha. Até ao 4° ano de escolaridade, inclusive, não há aulas de tarde às quartas-feiras, e terminam cerca das 11.30.
5. Máxima de alunos por turma: 22.
Avaliação de Professores na Bélgica
1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular. Apenas existem quadros de escola (Professores do quadro).
2. Aulas Assistidas. As aulas Assistidas só ocorrem quando são solicitadas pela direcção da escola, mas não contam para efeitos de progressão dos docentes.
3. Avaliação das Escolas. A avaliação dos professores está englobada na avaliação das escolas. Avalia-se o trabalho da escolas, e desta forma o trabalho dos professores que nelas exercem a sua actividade.
Avaliação de Professores na Inglaterra e País de Gales
1. Categorias. Os professores do ensino público estão divididos em função de duas categorias salariais: A Tabela Salarial Principal (dividida em 6 níveis) e a Tabela Salarial Alta (dividida em 3 níveis).
2. Avaliação. A progressão nas tabelas depende dos resultados da avaliação contínua e que envolve o director da escola, o conselho directivo e os “avaliadores de “performance” (formados para o efeito)
Avaliação de Professores na França
1. Categorias. Não existe qualquer categoria similar à de professor titular.
2. Aulas assistidas. As aulas assistidas só ocorrem no mínimo de 4 em 4 anos, a regra é de 6 em 6 anos, e são observadas por um inspector com formação na área do professor. O objectivo destas aulas é essencialmente formativo, tendo em vista ajudar os professores a melhorar as suas práticas lectivas.
3. Progressão na carreira. Para além da antiguidade, são tidos em conta os resultados da observação das aulas e as acções de formação frequentadas pelos professores.
Avaliação dos Professores em Espanha
1.Descentralização. A única legislação nacional que existe sobre avaliação dos professores e sistemas de promoção contemplam apenas o ensino básico. Cada “Comunidade Autonómica” estabelece os seus próprios critérios para a progressão dos professores.
3. Avaliação. Embora não existam progressões automáticas, na maioria dos casos as mesmas são feitas com base na antiguidade.
Avaliação de Professores nos EUA
1. Descentralização.. Cada um dos 13 mil distritos escolares tem os seus próprios critérios de recrutamento, de carreira, avaliação de desempenho, promoção ou de pagamento.
2. Avaliação. Não existe um sistema único de avaliação. Nos distritos onde existe avaliação, esta pode ser feita pelo director da escola ou entre os próprios professores.
3. Progressão. Em geral os aumentos salariais são feitos em função do tempo de serviço.
Avaliação de Professores no Chile
O Ministério da Educação de Portugal terá copiado o modelo chileno de avaliação ?. ( Consultar ) . Estes modelos foram já objecto de uma comparação muito elucidativa das suas semelhanças e diferenças.
Comparação
Modelo de Avaliação Português / Modelo de Avaliação Chileno
Periodicidade
1. A avaliação global é feita de 2 em 2 anos.
2. A avaliação serve sobretudo para contagem de serviço para a progressão na carreira (existem cotas para a categoria de titulares).
1. A avaliação é feita de 4 em 4 anos.
2. A avaliação serve sobretudo para premiar financeiramente os melhores desempenhos, os quais pode ir até 25% do salário mínimo nacional chileno (não existem cotas para estes prémios).
Instrumentos de Avaliação
1. Fichas de auto-avaliação do professor;
2. Ficha dos objectivos individuais de cada professor;
3. Ficha de avaliação dos objectivos individuais do professor;
3. Portefólio do professor
4. Avaliação do portefólio do professor avaliado;
5. Entrevista pelo professor avaliador. Implica o preenchimento de ficha de avaliação.
6. Avaliação pelo coordenador do Departamento Curricular. Implicando o preenchimento de ficha de avaliação).
7. Avaliação pela Comissão Executiva (Director). Implica o preenchimento de ficha de avaliação).
8. Assistência do avaliador a pelo menos 3 aulas em cada ano lectivo. Implica o preenchimento de 3 fichas de avaliação.
1. Fichas de Auto-avaliação;
2. Entrevista pelo professor avaliador;
3. Avaliação do director ou do chefe técnico da escola;
4. Portfólio, que inclui a gravação em vídeo de uma aula, de 4 em quatro anos.
Níveis de Desempenho e Resultados da Avaliação
1. Excelente (com cota fixada pelo governo). Duas vezes seguidas reduz em quatro anos o tempo de serviço para acesso à categoria de titular; Quatro vezes seguidas dá direito a prémio de desempenho.
2. Muito Bom (com cota fixada pelo governo). Duas vezes seguidas reduz 2 anos o tempo;
3. Bom. Classificação mínima necessária para progredir.
4. Regular. Não progride. Proposta de acção de formação contínua;
5. Insuficiente. Não progride. Pode determinar a reconversão profissional.
1. Destacado ou Competente. Recebe um abono suplementar mensal. O abono dura três e quatro anos.
2. Insatisfatório. Repete a avaliação no ano seguinte. Se na segunda avaliação tiver o mesmo resultado e deixa de dar aulas, durante um ano. Se tiver uma terceira avaliação negativa sai da carreira, mas recebe um abono.
Nota:
Esta informação é a verdade, sem demagogias e não serve para caçar votos. Envia-a ao maior número de colegas possível, seguindo o princípio que indivíduo informado vale por dois.
Não nos podemos deixar enganar !!!
blogger.com/comment.g?blogID=3200789965596288971&postID=5253958375485186705
Novembro 22, 2008 at 8:23 pm
Sócrates e MLR mentiram ao povo português sobre a questão da avaliação dos professores. Seria, aliás, através desta mentira que lhes seria permitido realizar o que queriam – a destruição da Escola Pública com implicações na Vida em Sociedade e mudança de regime.
Foi na base da mentira e da manipulação da informação que conseguiam desfigurar radicalmente a carreira docente.
O que é “estranho” é que os sindicatos, nomeadamente a Fenprof, que participaram à tão pouco tempo, no aperfeiçoamento do modelo de avaliação vigente (o que supõe que do ponto de vista técnico tiveram assesssorias técnicas de valor científico reconhecido) não tivessem afrontado SEMPRE essas declarações insultuosas que sabiam ter outro alcance.
Acaso não existe um acordo político, para além do “memorando de entendimento”, que pretende a proletarização da classe docente, a governamentalização das escolas, e o quebrar de espinha aos professores?!
Revisão do ECD. Reposição do antido ECD com melhorias, já agora.
Evoco para releitura um texto de Ramiro Marques
“Em PROFAVALIAÇÃO:
Para compreender o que nos está a acontecer
Após três décadas de democracia, estamos a assistir a uma reconfiguração do poder
político. Essa reconfiguração assenta em dois pilares: o actual PS e a ala cavaquista do PSD. Incapazes de segurarem este arremedo de estado social, essas duas facções do poder tecnoburocrático uniram-se para procederem à maior transferência de riqueza de que hámemória nas últimas três décadas. Essa transferência de riqueza é absolutamente crucial para a manutenção dos privilégios dos oligarcas. Os professores, por serem 140000 e por estarem sistematicamente divididos enquanto grupo profissional, foram os escolhidos para
a a realização desse processo de transferência de riqueza. Dentro de meia dúzia de anos, dois terços dos professores não passarão do meio da carreira e estarão condenados a trabalharem até aos 65 anos (ou mais) com um salário inferior ao de um sargento. Para que essa transferência de riqueza se realize sem sobressaltos para os oligarcas, é necessárioque o poder político limite ou anule a liberdade de expressão nos espaços e organismos públicos. A escola públicatem sido um espaço de eleição para o exercício das liberdades. Com ameaças de processosdisciplinares, exacerbação dos conflitos entre professores titulares e não titulares e uma política oficiosa de guardar segredo sobre tudo o que se passa nas escolas, o poder político foi criando as condições ideológicas e repressivas para que essa transferência de riqueza se continue a fazer de forma doce. O objectivo é fazer parecer essa transferência como natural, de modo a que as próprias vítimas do processo de pauperização e proletarização a aceitem como inevitável.
Se lerem A Política de Aristóteles, está lá tudo o que é preciso saber sobre o processo
de perversão da democracia e a sua tranformação em oligarquia. Em Portugal, esse processo está em marcha.
Para ler o meu e-book sobre a Política de Aristóteles, clique no link:
http://www.ramiromarques.pt.vu/
Novembro 22, 2008 at 8:26 pm
Ao pe disto, o Miguel Sousa Tavares e uma lufada de ar fresco!
Novembro 22, 2008 at 8:29 pm
Vou repetir o comentário que fiz sobre esta prosa.
. Diz:
Novembro 22, 2008 at 1:32 pm
A Fernanda Câncio já ontem publicou uma “lixívia” destinada a tornar alva (perdoe-me a “Alva” daqui
) e pura a imagem da ministra. Ah, bem dizia o famigerado Emídio Rangel que “vender” um político candidato é como vender um sabonete.
E depois dizemos “Vivemos em democracia”. É mentira, vivemos num simulacro. Apenas temos a possibilidade de, periodicamente, escolher entre aquilo que nos é colocado à frente que é sempre o mesmo apesar dos diversos nomes.
“Batatas com bacalhau” ou “bacalhau com batatas” são os únicos pratos da secção “Pratos do dia” que é a que nos mostram.
Trabalham as agências de comunicação para isso.
Ah, a Fernanda Câncio e a suas “causas fracturantes”. Como é boa a falar dos problemas das “minorias”. Que importa se a maioria é espezinhada, roubada, sugada até ao tutano? Dêem-lhe uma minoriazinha para poder executar o seu vigoroso passo de valquíria das rotativas.
O resto é “racaille” que serve para a sustentar e que tem de a servir e extasiar-se perante o seu brilho, contentando-se com os ossos que nos atira junto com os pontapés dados para espantar o seu enfado. Mas não são vendidos, são impolutos…
Ousemos pedir a lista completa! E se necessário comamos apenas pão, mas o pão que queremos e não o bacalhau que nos impingem.
Porque a conta, essa será sempre paga por nós
Acrescento uma proposta:
Dado que esta “jornalista” faz das causas minoritárias dos homossexuais a sua bandeira e está tão activa neste “lavar mais branco” da ministra, porque não passar a chamar-lhe
Fernandinha Omocâncio?
Novembro 22, 2008 at 8:30 pm
Nem queria acreditar.
Julgava que a Fernanda câncio tentava ter uma posição de alguma isenção….até para não ouvir “bocas” sobre as suas afinidades…
Novembro 22, 2008 at 8:32 pm
Uma correcção ao Paulo: Ela mantém-se na blogosfera aqui http://jugular.blogs.sapo.pt/.
São dela os posts com f. a seguir ao título.
Novembro 22, 2008 at 8:35 pm
Reb, isenção?
Mas esta gente é lá capaz de ser isenta? É gentalha sem qualquer tipo de vergonha ou pudor!
Novembro 22, 2008 at 8:38 pm
Eu acho só que estão mal informados…
Novembro 22, 2008 at 8:41 pm
Eu acho propositado e não por má informação.
Novembro 22, 2008 at 8:45 pm
É propositado sim.
Neste post do cinco dias
http://5dias.net/2007/11/23/a-justica-do-cozinheiro/#comments
Fernanda Câncio debate com a comentadora “Cristina”, pessoa que conheço e directora ou chefe de serviço (uma coisa assim) num dos grandes hospitais da zona de Lisboa.
Reparem como Fernanda persiste mesmo contra quem sabe incomparavelmente mais do que ela sobre o assunto.
Esta gente não presta. Eles são os verdadeiros umbiguistas no pior sentido da palavra.
Novembro 22, 2008 at 8:48 pm
Não se preocupem que o que é dela, está reservado. Quem vende a alma ao diabo depois que não se queixe.
Novembro 22, 2008 at 8:50 pm
Na próxima quarta-feira vou disponibilizar esta pseudo entrevista de propaganda da falsa namorada do falso engenheiro, assim como, a do Correio da Manhã – fica para a história
Novembro 22, 2008 at 8:56 pm
Sabem como acaba a de hoje:
“Falamos pela última vez na quarta-feira, o dia antes do conselho de ministros extraordinário, quando se antecipa que vão deixá-la cair. Combinamos um almoço – o tal que não chegou a acontecer. “Se isto acabar em bem”, diz. “Um amigo meu costuma dizer que os bons ganham sempre, e que se não ganharam é porque a história não acabou. É uma ideia feliz”. Faz uma pausa. “Ou talvez acabar em bem seja acharmos que fizemos o que devíamos fazer – ficarmos bem perante nós próprios.”
Novembro 22, 2008 at 8:57 pm
Ou seja a sra. teve com os patins metidos…
Novembro 22, 2008 at 8:58 pm
Os patins estavam sem óleo…
Novembro 22, 2008 at 9:00 pm
Quem a segurou foi o Santos Silva…
Novembro 22, 2008 at 9:01 pm
Acabei de ver na TV que o “Sócrates” francês, Ségolène Royal, perdeu as eleições dentro do PS de França para Martine Aubry. Quem não soubesse qual a linha política de cada um bastava olhar para as imagens. Ao lado de Ségolène viam-se rapazes penteadinhos, muito engavatadinhos, e tipo higienicamente esterilizados! Mais ou menos como o Marcos Perestrello (com dois “LL” como aparece na TV). Ao lado de Aubry viam-se pessoas capazes de pensar. Claro que a candidata que veio animar um comício do PS português não leva à paciência ter perdido. É como cá! Como é que pessoas tão, digamos, “giras” podem perder contra as, digamos, “feias”?
Novembro 22, 2008 at 9:02 pm
Será que ainda não estará de patins e só faltará o famoso empurrão ou óleo no chão para …
Novembro 22, 2008 at 9:03 pm
Paulo,
por favor, evita lá colocar imagens da senhora ministra a sorrir. É que a malta chega ao blogue e depois pimba… leva com um smile da ministra. Tá mal! Para os que sofrem do coração é um verdadeiro perigo.
Novembro 22, 2008 at 9:04 pm
Já tem os patins calçados. Está em desequilíbrio. Falta um empurrãozito…
Novembro 22, 2008 at 9:04 pm
digo, empurrãozeco. desculpem a falta de rigor
Novembro 22, 2008 at 9:10 pm
O Diário de Notícias foi transformado no Jornal Oficial do Partido Socialista e a Fernanda Câncio na namorada oficial do José Pinto de Sousa.
Mas isto já todos sabíamos ou pelos menos deveríamos todos saber
Novembro 22, 2008 at 9:13 pm
Em princípio, o artigo será publicado no blogue em que a Fernanda Câncio escreve, o Jugular. Pelo menos, costuma ser assim.
Novembro 22, 2008 at 9:35 pm
Canção de despedida dos professores à milú.
Pimba qb, como convém à personagem.
Do refrão: “…eu vou te deletar e te excluir do meu orkut… não me mandes mais scraps nem emails, pauerpointes, me exclui também e adiciona ele.”
Novembro 22, 2008 at 9:59 pm
Paulo, por favor, da próxima vez não coles a fronha da Mª
provoca arritmia!!!
tou que nem posso.
Novembro 22, 2008 at 10:07 pm
#31
A Fernanda Câncio é a NAMORADA do SÓCRATES!
A minha fonte é SEGURA… JN/DN é apenas uma questão de sigla. Eles até adoram colocar PS a seguir a alguns artigos! O senhor director do JN, depois de ter recebido “3 cartinhas minhas de encantar” ( a 1ªleram aqui), deixou de ser tão ofensivo! Bem, não sei se entretanto escreveu mais algum!
Ainda não li o artigo, mas vou ler já a seguir! Estive a fazer o que nós, os “inúteis”, fazemos a corrigir testes! Ainda tenho de arranjar “algo” que agrade aos meus CEFs, é que são muito exigentes! Se me faltar imaginação e como estou a “tentar leccionar” o módulo – textos dos media-, podia analisar uma destas notícias! Até era pertinente, ou não?
Novembro 22, 2008 at 10:13 pm
Para quem é PAI/MÃE ou EE (É uma petição para a “Mona vazia”)
Consultem:
http://www.petitiononline.com/minedupt/petition.html
e assinem…
Novembro 22, 2008 at 10:17 pm
Fátima Freitas, ponha-os a analisar textos que abordem a questão do estatuto dos alunos!
Novembro 22, 2008 at 10:45 pm
Obrigada PJ ( esta sigla é perigosa!)pela sugestão…contudo, eles nem sabem distinguir direitos de deveres. Para eles é tudo DIREITOS…
As minhas turmas de 10ºAno escreveram textos de opinião sobre a manifestação de 8 de Novembro.
Por acaso leram o texto de João Aguiar, Cenhora Menistra”? LINDO!
Os ditos CEFs não conseguiram encontrar nenhum erro de ortografia…
Novembro 23, 2008 at 1:10 am
Antes estivesse Paulo … refiro-me à anarquia. Mas infelizmente as pessoas não conseguem pensar por si nem deixar de seguir o primeiro idiota que lhes aparecer com ar de socretino.
Novembro 23, 2008 at 1:48 am
Esta “Nandinha” não passa de uma cadela que ladra à voz do dono. E escreve no DN, o jornal que, desde que o conheço, sempre foi o órgão oficioso do poder. Por isso, raramente o compro (a última foi no dia 16, onde estou numa foto da manif da véspera). Em contrapartida, leio diariamente o “Público”, que sempre me pareceu mais isento e com qualidade superior.
Quanto à referida jornalista, é a falsa namorada do Pinto de Sousa. Esta relação de fachada interessa a ambos para esconder outro tipo de preferências, tanto de um como de outro.
Novembro 23, 2008 at 8:49 am
#40 Gato Preto de Coimbra (??? duvido…),
não é bonito ser-se assim mesquinho … O que pretende?
Novembro 23, 2008 at 2:53 pm
As preferências de cada um, só a si dizem respeito!
Quero lá saber das preferências…só gostaria que os jornalistas fossem bons profissionais!NÃO SÃO!Gostaria que fossem imparciais,informados e cultos…apenas, são uns vendidos, salvo raras excepções…Mário Crespo é a excepção!
Novembro 24, 2008 at 12:55 am
Esta Fernanda é mais um caso que prova a importância do juízo. Mas o sexo ainda é mais.
Novembro 24, 2008 at 9:47 pm
disse ela nessa “entrevista”: -“ainda me sinto anarquista. É uma boa questão, como é que uma anarquista faz frente ao poder da rua…”
- oh dona lurdes, essa questão?…
nesta hora do “campeonato”?…
Então a “companheira” não sabe que um/uma anarquista só pode estar na rua?…
- ESTAMOS TODOS PARVOS?
ou querem fazer-nos parvos?…