Caro Paulo Guinote peço-lhe que divulgue no seu blogue esta tomada de posição que envio em anexo.
A moção do Ag. José Saraiva de Leiria vai ser enviada ao ME, com conhecimento à DREC e a todos os organismos intervenientes da Escola. Foi aprovada por esmagadora maioria (conta já com 126 assinaturas num universo de 160 profs e educadores e ainda faltam colegas do 1º ciclo e da pré assinarem) e obteve, nos seus termos, a concordância expressa do Conselho Pedagógico da Escola em reunião realizada na passada quarta-feira dia 5 de Novembro.
Com os meus cumprimentos e felicitando-o desde já pelo seu empenho em prol da ‘ verdade dos factos’
Pedro Sérgio Pereira
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Agrupamento José Saraiva – Leiria
Moção com vista à suspensão do processo de aplicação do modelo de avaliação preconizado no Decreto regulamentar nº 2 / 2008.
Os Professores do Agrupamento de Escolas de José Saraiva – Leiria, vêm propor ao Ministério da Educação a suspensão do processo de avaliação de desempenho em curso nos termos e com os seguintes fundamentos:
1- A avaliação do desempenho não é questionável como instrumento conducente à valorização da prática docente. Mas a avaliação não é um fim em si própria. De acordo com o que é estipulado no próprio Decreto-Regulamentar 2/2008, artigos 3º e 4º, assume-se como um instrumento conducente à valorização das práticas docentes, com resultados positivos nas aprendizagens dos alunos e simultaneamente promotor do desenvolvimento pessoal e profissional;
2- O processo em vigor é baseado numa divisão artificial dos professores, não fundamentada na competência pedagógica, técnica e científica e desencadeia situações paradoxais. Os próprios critérios que nortearam o primeiro concurso de acesso a professor titular são disso um exemplo tendo sido objecto de reparo pelo Sr. Provedor de Justiça;
3- Já foram também criticados, nas recomendações do próprio Conselho Científico de Avaliação de Professores, aspectos centrais do modelo de avaliação, nomeadamente a complexidade e inexequibilidade dos instrumentos de registo e sua utilização pelas escolas, a observação de aulas, os itens de avaliação e a inclusão do sucesso/insucesso e do abandono dos alunos na atribuição da classificação aos professores;
4- O modelo não assegura a justiça, a imparcialidade e o rigor, nem valoriza o desempenho dos docentes. Colide com normativos legais, nomeadamente o Artigo nº 44 da Secção VI do Código de Procedimento Administrativo que estabelece, no ponto 1, alíneas a) e c), a existência de casos de impedimento em actos ou questões em que o agente ou órgão da Administração Pública intervenha com interesses semelhantes aos implicados na decisão.
Neste Agrupamento sessenta e seis professores avaliados disputam com os seus avaliadores os mesmos lugares nas cotas de “Excelente” e “Muito Bom” a atribuir;
5- O desenvolvimento do actual modelo não se revela benéfico no processo ensino-aprendizagem, antes tem desviado os professores da que deve ser a sua função – ensinar. O objecto da acção dos professores são os alunos; concretizar um conjunto significativo de aprendizagens através de aulas bem preparadas.
Não pode haver ensino de qualidade e sucesso escolar se o principal investimento do docente for orientado para a sua própria avaliação; a tendência para desvirtuar o papel dos professores, ocupando-os em tarefas burocráticas – elaboração/reformulação de documentos em detrimento de funções pedagógicas – levanta muitas dificuldades para que, de forma coerente, objectiva e sustentada se definam objectivos individuais;
6- Não se afigura legítimo que a avaliação de desempenho de docentes e a sua progressão na carreira dependa do sucesso dos alunos, do abandono escolar e da avaliação atribuída aos seus alunos. Desprezam-se, desta forma, todas as variáveis e condicionantes que escapam ao controlo e responsabilidade do professor;
7- A imputação de responsabilidade individual ao docente pela avaliação dos seus alunos contraria a norma que institui a avaliação final como sendo da competência do Conselho de Turma;
8- Os docentes deste Agrupamento não podem estar de acordo com a penalização, nos critérios de obtenção de Muito Bom ou Excelente, do uso de direitos constitucionais como sejam: a maternidade/paternidade, doença, participação em eventos de relevância social ou académica, cumprimento de obrigações legais ou nojo;
9- Neste modelo geram-se situações de profunda injustiça, como é o caso de só as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática serem aferidas externamente, reflectindo-se os resultados na avaliação dos professores;
10- Todo o processo tem sido suportado numa proliferação de legislação avulsa com o objectivo de colmatar lacunas do ECD e do decreto Regulamentar 2/2008, gerando uma enorme confusão nas Escolas.
11- Suspender o processo de avaliação permitirá recentrar a atenção dos professores na sua missão – ensinar!
12- Pedir a suspensão deste processo não significa que os professores deste Agrupamento se recusam a ser avaliados. Antes exigem-no! Exigem ser avaliados de uma forma que valorize as suas práticas de ensino, que promova o relacionamento interpares e, o mais importante, que traga reais benefícios às aprendizagens dos alunos;
Assim, com base em toda a fundamentação acima deduzida, os signatários decidem propor ao Ministério da Educação a suspensão dos procedimentos e práticas deste processo de avaliação, dando conhecimento da proposta à Direcção Regional de Educação do Centro, aos Conselho Executivo, Conselho Geral Transitório, Conselho Pedagógico e à Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho Docente. Outorgam-se ainda o direito de divulgar esta decisão.
Leiria 04 de Novembro 2008
Novembro 7, 2008 at 9:16 am
POR QUE SÃO NECESSÁRIAS DUAS MANIFESTAÇÕES
Educação 2008-11-07 00:05
Ministra não volta atrás na avaliação dos professores
Ministra da Educação reconhece que a “manifestação de Março foi importante”, mas garante que o processo de avaliação dos docentes vai avançar tal como previsto.
Madalena Queirós e Francisco Teixeira
“Não há nenhuma razão para voltarmos atrás no que quer que seja” diz a ministra da Educação, na véspera de mais uma manifestação que os professores prometem ser “gigantesca”.
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Novembro 7, 2008 at 11:53 am
Bom seria que se conseguisse uma extraordinária mobilização, sem os sindicatos puxarem para si a responsabilidade da organização. Isso, sim, teria um impacto diferente, relativamente à última manifestação.
Novembro 7, 2008 at 1:39 pm
E-MAIL PARA A ORGANIZAÇÃO DO 15 DE NOVEMBRO
E-MAIL PARA A ORGANIZAÇÃO
DA MANIFESTAÇÃO DE 15 DE NOVEMBRO
MARQUÊS DE POMBAL – LISBOA
14 HORAS
manif15nov@gmail.com
Mobilizar! Unir! Resistir!
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/10/e-mail-para-organizao-do-15-de-novembro.html
MUP – Movimento de Professores
APEDE – Associação de Professores
Novembro 7, 2008 at 1:40 pm
Sábado, 1 de Novembro de 2008
COMUNICADO DO MUP (31-10-2008)
Colegas professores,
Durante estes dias, muitos de vós deveis ter vivido nalguma ansiedade, esperando os resultados do encontro dos Movimentos com a Fenprof.
A reunião, que teve lugar na quarta-feira, pelas 21 horas, apesar de ter decorrido num ambiente de grande cordialidade, foi reveladora de alguns pontos comuns de que resultou Comunicado oficial, subscrito pelos Movimentos e pela FENPROF.
Contudo, a mesma reunião demonstrou a incompatibilidade de calendários entre os Sindicatos e o nosso Movimento relativamente à organização de uma única manifestação que não fosse no dia 8 de Novembro e consequente não apoio à manifestação de professores fora da organização sindical.
Houve mesmo posições antagónicas com o nosso Movimento no que concerne às estratégias necessárias e mais eficazes para a luta.
Mesmo o próprio comunicado conjunto, e a sua redacção final, revelou alguns desacertos, sobre aspectos que nos parecem fundamentais porque significavam o “amordaçar” das posições dos Professores às estruturas sindicais, embora dissimulados na perspectiva da unidade a qualquer preço, o que levou a prolongar por todo o dia de ontem, 30 de Outubro, a sua publicação.
Ora, estrategicamente, a luta não se compadece com “timings” de arrastamento pelo tempo.
Temos de ser incisivos e determinados.
Assim, os professores manifestar-se-ão em Lisboa, no dia 8 de Novembro, numa manifestação que terá todo o nosso apoio.
No entanto, muitos (os mesmos e outros) estarão, de forma livre e espontânea, no dia 15, reforçando a luta apenas contra a desastrosa política da educação e contra os três pilares em que assenta: o ECD e tudo o que dele decorre, como a divisão da classe em duas categorias e o actual sistema de avaliação, o modelo de gestão e a degradação da qualidade da escola pública.
Nesse dia, seremos os que formos! Seremos certamente aqueles a quem a História agradecerá uma determinação firme e redobrada, pela sua generosidade numa luta sem tréguas.
Porque acreditamos na LUTA, somos contra os Entendimentos com o ME, que nos prejudicam e amarram, e não queremos voltar a cair no marasmo, pós 8 de Março, apelamos à MOBILIZAÇÃO TAMBÉM PARA DIA 15 DE NOVEMBRO!
Mantemos essa data, porque tal é a vontade de muitos colegas! É a nossa vontade! É a vontade dos Professores!
UMA ESCOLA! UM AUTOCARRO!
DIA 15 DE NOVEMBRO, É PARA ARRASAR!
MOBILIZAR! RESISITIR! LUTAR!
TODOS A LISBOA DIA 15 DE NOVEMBRO! 14 HORAS, MARQUÊS DE POMBAL!
MUP
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/10/comunicado-do-mup-31-10-2008.html
Novembro 7, 2008 at 1:42 pm
Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
COMUNICADO DA APEDE DE DIA 1 DE NOVEMBRO
A Direcção da APEDE, reunida no dia 31 de Outubro, depois de analisados os passos recentemente dados no sentido da construção da unidade com vista a uma manifestação única em Novembro, entende que os movimentos de professores devem salvaguardar a sua independência e a genuinidade das suas iniciativas autónomas. Nesse sentido, considera que o seu apoio à manifestação nacional do dia 8, motivada pelo facto de as direcções sindicais reconhecerem que o memorando de entendimento está esgotado face à resistência e ao combate que os docentes estão, autonomamente, a travar nas suas escolas, não pode, contudo, ser impeditivo da realização de acções onde os professores afirmem um espaço próprio de intervenção e de reivindicação. Por conseguinte, a Direcção da APEDE reafirma a relevância incontornável do dia 15 como uma data agregadora dos professores que querem fazer ouvir a sua voz. A APEDE manifesta assim a sua disposição para concretizar um momento organizativo que responda ao movimento dos professores que, neste momento, estão a desenvolver uma luta difícil e exigente, e que precisam de estruturar a resistência nas escolas, a qual não pode ser esvaziada.
Constatando que os professores estão a radicalizar a sua luta e que muitos continuam empenhados em se manifestar no dia 15 de Novembro, sendo essa uma realidade à qual os movimentos independentes de professores têm de dar resposta, a APEDE reafirma, paralelamente ao apoio à manifestação do dia 8, manter o seu empenho na concretização da manifestação de 15 de Novembro, fazendo dela um momento organizativo para os professores que resistem nas escolas. Essa manifestação não pode nem deve ser entendida como uma iniciativa que pretenda contrariar a convergência expressa no comunicado conjunto da FENPROF/Movimentos de Professores. Ela pretende, tão-só, prolongar e aprofundar a acção de protesto do dia 8, mostrando que os professores, autonomamente organizados, não vão recuar perante as chantagens e as intimidações do Ministério da Educação. Apelamos a todos os professores que desejem manifestar-se no dia 15 que se organizem, designando representantes das escolas para participar num plenário a realizar numa data a definir, plenário destinado a dar fôlego e articulação organizativa à resistência desenvolvida nos estabelecimentos de ensino. Não queremos dividir. Queremos acrescentar.
A APEDE vem também desmentir declarações atribuídas ao seu porta-voz, Mário Machaqueiro, que sugerem que o nosso apoio à manifestação do dia 8 e a nossa concordância com o comunicado conjunto significam, da nossa parte, uma renúncia à exigência de que a Plataforma de Sindicatos rompa com o memorando de entendimento. O que foi dito à comunicação social aponta no sentido exactamente oposto: a APEDE regozija-se com o facto de os sindicatos afirmarem publicamente que esse memorando já não consegue responder à situação criada nas escolas e que é necessário exigir a suspensão imediata do modelo de avaliação. Consideramos, pois, que passos importantes foram dados em direcção a uma ruptura clara e inequívoca com o acordo que os sindicatos assinaram com a Ministra da Educação. E continuamos a aguardar que essa ruptura seja anunciada, pois só ela consegue fazer justiça às aspirações legítimas dos professores. O plenário que a Plataforma de Sindicatos tenciona realizar no dia 8 deverá constituir uma oportunidade para que seja decidida a denúncia do memorando de entendimento. E só assim o entendemos. A APEDE considera que, se essa ocasião se perder, os sindicatos darão um sinal profundamente negativo aos professores que esperam deles a determinação em apoiar a radicalização da luta nas escolas.
http://www.apede.blogspot.com/
Novembro 7, 2008 at 1:44 pm
Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
15 DE NOVEMBRO – ORGANIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO
15 DE NOVEMBRO
MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES
No sentido de tornar ainda mais grandiosa a Manifestação de Professores, no 15 dia de Novembro, e de nos podermos organizar melhor, solicitamos aos colegas:
. que enviem para o e-mail manif15nov@gmail.com as informações (escola, estimativa de professores que estarão presentes, etc.) e/ou indiquem a sua disponibilidade para participar na organização;
. que copiem os cartazes que disponibilizamos no blogue;
. que dinamizem grupos de professores nas escolas e que localmente se encarreguem de organizar os transportes;
. que nos enviem sugestões de organização e de dinamização que possamos disponibilizar aos colegas de outras escolas.
NO DIA 15, TODOS A LISBOA!
VAMOS SER MESMO MUITOS! DE NORTE A SUL!
UMA ESCOLA, UM AUTOCARRO! OU DOIS, OU TRÊS!….
Vamos dar o primeiro passo no sentido da efectiva derrota da política educativa do GOVERNO!
15 de Novembro será uma data histórica! Vem participar dela!
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/11/15-de-novembro-organizao-da-manifestao.html
Novembro 7, 2008 at 1:49 pm
Luta dos Professores
Kaos
Recebi do amigo “Protesto Gráfico” mais este cartaz dedicado à luta dos professores e onde é defendida a participação em ambas as manifestações, a dos sindicatos no dia 8 e na dos movimentos dos professores no dia 15. Já aqui expliquei a minha posição sobre este assunto pelo que não vale a pena repeti-la. Importante mesmo era os sindicatos retirarem a assinatura do Memorando de entendimento e os professores fazerem do seu principal objectivo a revogação do Estatuto da Carreira Docente, base em que se apoiam todas as outras malfeitorias feitas pela Sinistra Ministra. Como os Sindicatos não retiraram a assinatura lá estarei no dia 15, como pai, a dar o meu apoio à razão dos professores.
Aproveito também para informar os professores que ainda não o saibam que a concentração e o trajecto da manifestação de dia 8 foi de novo alterado. Começa agora onde deveria terminar o segundo trajecto proposto, na Praça do Comércio (14.30 horas), e termina onde na primeira versão deveria começar, o Marquês do Pombal (17.30h) .
Ver
http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2008/11/luta-dos-professores_07.html
Novembro 7, 2008 at 1:50 pm
Os docentes perceberam o verdadeiro sentido político do dia 8 de Novembro. Não só responde, sem margem para dúvidas, ao ataque que sobre os docentes está ser exercido permanente e sistematicamente, como dará um sinal inequívoco de que os professores estão dispostos a prosseguir a acção e a luta, resistindo a esta política para impedir os seus resultados muito negativos.
Neste quadro, a FENPROF renova o apelo a todos os professores para que prossigam a mobilização para o que será um grande Plenário e Manifestação Nacional no dia 8 e para que, em cada escola, em cada agrupamento, em cada reunião, renovem o protesto contra este modelo de avaliação, designadamente aprovando posições de exigência da sua suspensão.
Novembro 7, 2008 at 1:54 pm
MANIFESTAÇÃO GIGANTESCA DE PROFESSORES
OBRIGA A NOVA ALTERAÇÃO DE PERCURSO
Tendo em consideração a previsível dimensão do Plenário e da Manifestação Nacional de Professores previstos para o dia 8 de Novembro, tendo como indicadores a mobilização que existe nas escolas e o número de autocarros que ultrapassa os utilizados em 8 de Março de 2008 [cerca de 600 em Março de 2008; já se atingiram os 700 a dois dias de 8 de Novembro de 2008], o local de concentração e o percurso da manifestação tiveram de ser novamente alterados, sendo, agora, e em definitivo, os seguintes:
– 14.30 horas:
Concentração no Terreiro do Paço;
– 15.00 horas:
Plenário Nacional de Professores;
– 16.00 horas:
Manifestação Nacional que passará por Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade e Marquês de Pombal;
– 17.30 horas:
Aprovação da Resolução da Manifestação e encerramento da iniciativa.
A Plataforma Sindical dos Professores
Novembro 7, 2008 at 2:00 pm
TODOS NO DIA 8 DE NOVEMBRO
EM UNIDADE, OS PROFESSORES SERÃO MAIS FORTES PARA DERROTAREM A POLÍTICA EDUCATIVA DO GOVERNO
A FENPROF saúda o facto de ter sido possível chegar a acordo com três movimentos (APEDE, MUP e PROMOVA) no sentido de se realizar apenas uma grande iniciativa nacional de Professores – Plenário seguido de Manifestação, com trajecto ainda a definir – no dia 8 de Novembro. A FENPROF regista o tom construtivo e de procura de consensos e soluções que caracterizou a reunião do dia 29 de Outubro, sem prejuízo das diferenças de opinião e de análise críticas de parte a parte.
A Fenprof tudo fará para manter em aberto todas as vias de diálogo com a certeza de que a unidade de todos os professores e educadores num momento particularmente difícil assim o exige.
O Secretariado Nacional da FENPROF.
Novembro 7, 2008 at 2:01 pm
Diz:
Novembro 7, 2008 at 1:56 pm
Do Encontro Fenprof – Movimentos de Professores saiu o seguinte comunicado.
UNICAMENTE!!!!!!!!!!!
“Declaração Conjunta – FENPROF – MOVIMENTOS
A Federação Nacional dos Professores, FENPROF, representada por alguns elementos do seu Secretariado Nacional, e 3 Movimentos de Professores (APEDE, MUP e Promova), representados por alguns professores mandatados para o efeito, reuniram na noite do dia 29 de Outubro de 2008, em Lisboa, com o objectivo de trocarem impressões sobre a situação que se vive hoje nas escolas portuguesas, as movimentações de professores que resultam da necessidade de enfrentar a ofensiva sobre a escola pública (e os professores em concreto) que este Governo continua a desenvolver e, concretamente – conforme constava da iniciativa que estes 3 Movimentos tomaram ao solicitar este encontro à FENPROF – , serem explicitados os motivos que levaram à convocatória de uma iniciativa pública de professores marcada para o próximo dia 15 de Novembro.
Em relação à análise da situação hoje vivida nas escolas portuguesas, às causas e objectivos dos grandes factores de constrangimento a uma actividade lectiva encarada e desenvolvida com normalidade, e à ideia de ser imprescindível pôr cobro de imediato aos principais eixos da política educativa levada a cabo por este Governo, verificou-se uma grande convergência de opiniões entre todos os presentes, nomeadamente quanto:
· à mensagem que é necessário transmitir, para todos os sectores da sociedade civil, de que a luta actual dos professores não é movida por meros interesses corporativos, já que reflecte antes uma profunda preocupação com o futuro da escola pública e com as condições indispensáveis a uma dignificação da profissão docente enquanto factor indispensável a um ensino de qualidade
· ao repúdio, veemente e inequívoco, deste modelo de avaliação do desempenho docente, à necessidade de incentivar e apoiar todas as movimentações de escola que conduzam à suspensão imediata da sua aplicação e à urgente perspectiva de se abrirem negociações sobre outras soluções alternativas, que traduzam um novo modelo de avaliação, tanto mais que sucessivos incumprimentos do ME do memorando de entendimento que foi forçado a assinar no ano lectivo anterior com a Plataforma de Sindicatos praticamente o esvaziam de conteúdo e a delirante investida na alteração da legislação sobre concursos mais não faz do que confirmar
. à recusa dos princípios fundamentais em que assenta o Estatuto de Carreira Docente imposto pelo ME aos professores, nomeadamente a criação de duas carreiras, a hierarquização aí estabelecida e os constrangimentos ao acesso e à progressão na carreira, apontando-se também a divisão arbitrária e injusta da carreira como um factor que condiciona e desacredita as soluções ao nível de avaliação do desempenho docente e não só, pelo que urge a abertura de processos negociais tendentes à sua profunda revisão;
· à rejeição de um modelo de gestão e administração escolares que visa, essencialmente, o regresso ao poder centralizado de uma figura que foge ao controlo democrático dos estabelecimentos de ensino e se assume unicamente como representante da administração educativa nas escolas.
Por último, os representantes das estruturas, assim reunidos, reafirmam a sua intenção de tudo fazerem no sentido da convergência das lutas, para incrementar e reforçar a unidade entre todos os professores e em defesa da Escola Pública.
Lisboa, 30 de Outubro de 2008
FENPROF
APEDE/MUP/PROmova
Novembro 7, 2008 at 2:04 pm
rita (10)
É MENTIRA. Como sabe.
O Comunicado conjunto pode ler-se no meu comentário 11.
NÃO HOUVE ACORDO.
ESTÃO MARCADAS DUAS MANIFESTAÇÕES: Dia 8 e dia 15!!!
É FALSO, o que diz.
E MUITO GRAVE!!!!! MUITO.
Novembro 7, 2008 at 2:07 pm
O COMUNICADO FEITO SAIR PELO ESCRETARIADO DA FENPROF, DE IMEDIATO, APÓS A SAÍDA DO COMUNICADO CONJUNTO FENPROF-MOVIMENTOS É FALSO!!!!
MUITO GRAVE.
Novembro 7, 2008 at 2:08 pm
Corrijo
SECRETARIADO
Janeiro 19, 2009 at 1:47 am
Tudo o q fizeres tem o meu total (insignificante???) apoio.