- Porque é bom estar precavido contra as informações, tantas vezes falaciosas, dos media e a campanha enganadora, folclórica, do ME …
- Porque, sobretudo, todos queremos o bem dos nossos alunos / dos nossos filhos, e uma escola pública de qualidade, impõe-se uma reflexão, e uma divulgação:
Por que razão acabam os alunos por ser tão prejudicados por estes modelos educativos, por este processo de avaliação dos seus professores?
1. desde logo, as passagens quase administrativas que se antevêem (e a ministra apregoa sem pudor) e que mais tarde conduzirão esta geração (que, ainda por cima, vai competir com alunos de países europeus que levam a educação muito a sério)- apenas – ao desemprego.
Passagens essas (as estatísticas do sucesso), convém saber, que condicionam a avaliação dos professores e a cujo apelo apenas alguns (muito poucos) resistirão.
2. os Cursos de Educação e Formação (CEFS) em que o aproveitamento dos alunos que os integram (os que não conseguem ou não têm apetência por frequentar um curso de currículo ‘normal’) é um ‘dado adquirido’ – e exigido pela tutela, seja qual for o nível das suas aprendizagens (normalmente zero, não nos iludamos…) .
Em que estes alunos, conscientes da inimputabilidade dos seus comportamentos e do ‘sucesso’ que lhes é, à partida, garantido, inviabilizam sistematicamente qualquer tentativa de se lhes ensinar o que quer que seja, fazem gala em evidenciar uma total ausência de empenhamento ou de interesse (seja pelo que for) e transformam a vida dos seus professores num inferno.
Futuro, mais que previsível – assegurado, para estes alunos: o desemprego, eventualmente a marginalidade
3. prejudicados, também (e muito!!) virão (estarão já) a ser, todos os alunos, pelo estado de exaustão em que se encontram os seus professores (e ainda agora começámos o ano lectivo), resultante de um processo burocrático que lhes consome tempo e energias para actividades alheias ao trabalho das aulas, por horários de permanência na escola para além de qualquer limite razoável e sem condições mínimas de trabalho, que os impedem de fazer aquilo que verdadeiramente interessaria: preparar aulas e materiais de apoio às aprendizagens dos seus alunos – em casa – que é onde melhor o fazem (onde sempre o fizeram…) , pura e simplesmente porque é aí que têm as condições necessárias.
Desta exaustão dos professores decorrem consequências inevitáveis:
- as aulas mal preparadas ou improvisadas
- a falta de paciência para com os alunos
- a demora na entrega dos testes e outros trabalhos
- a falta de saúde que se seguirá (que está já a afectá-los…)
É bom que se saiba que grande parte dos professores deste país já só se ‘aguenta’ à base de antidepressivos, ansiolíticos, calmantes, e .. cafés. Que grande parte vem tendo já muita dificuldade em dormir. Avaliem, então, do estado em que estarão, quando lidam com os vossos filhos…
É bom que se saiba, também, o que todos nós, professores (se calhar de todas as idades), já receamos: mais cedo ou mais tarde, ou ficamos de baixa, ou morremos! E não, não é exagero! (antes fosse.) Já no ano passado, foram inúmeros os casos de AVC a meio da aula, os casos de ‘n’ professores a terem de ser assistidos nas urgências dos hospitais porque a tensão arterial de repente ‘disparou’, em resultado do stress, do excesso de trabalho, do desgaste em que se traduzem horas e horas improdutivas passadas na escola , e das campanhas difamatórias a que vêm sendo sujeitos desde que esta equipa ministerial entrou em funções.
Então … parece-me claro: o futuro dos nossos alunos (e temo que próximo, muito próximo) só pode ser este: turmas e turmas sem aulas porque o professor ‘rebentou’ .
E levará tempo, muito tempo, até que a escola, o ministério, reponham as baixas. Até que nos substituam por outros masoquistas/ missionários. Esperemos, a bem dos nossos alunos, que não-mercenários.
E não, não haverá Magalhães que lhes valham…
E é precisamente isto, colegas, amigos, mães e pais, que, na minha opinião, os nossos alunos, os seus Encarregados de Educação, deveriam saber. E que está nas nossas -nas vossas- mãos explicar-lhes. Já.
Os filhos das classes ‘privilegiadas’ optarão por colégios particulares. Todos os outros verão o seu futuro seriamente comprometido: pelo baixo nível de exigência, pelo facilitismo, e pelo decorrente clima de indisciplina, de violência, que só poderá agravar-se.
A escola pública portuguesa, que até há bem pouco tempo tinha mais qualidade e melhores profissionais que a privada, irá brevemente reproduzir o modelo das escolas americanas que vemos nos filmes. Irá reproduzir, também, os actos violentos, impensáveis, que ocorrem nas escolas dos EUA, cujos ecos periodicamente nos chegam, carregados de horror.
É esta a meta desta equipa, no ME. Em nome da redução do déficit, da construção de uma imagem eleitoralista, de estatísticas fictícias para ‘Europa ver’.
É este o panorama , o futuro, de que temos, todos, de estar cientes. A tendência que temos, todos, obrigação de contestar, de inverter. Em nome dos nossos alunos, dos nossos filhos, dos filhos deles.
Saudações,
Ana Lima
Outubro 20, 2008 at 2:39 pm
Ana Lima: EXCELENTE ! Na mouche. Eu pagava para ver este texto publicado noa jornais.
Outubro 20, 2008 at 2:48 pm
http://www.profblog.org/2008/10/professores-do-agrupamento-de-vila-nova.html
Outubro 20, 2008 at 2:51 pm
Eu acrescentaria aos CEF os EFA e a forma displicitente e facilitista que reina no ensino secundário profissional.
Outubro 20, 2008 at 2:58 pm
Como é que ficamos…?
8 ou 15 de Novembro…? 1 ou2 manif’s?
Decidam-se para que possamos alinhar a nossa vidinha!
Outubro 20, 2008 at 3:09 pm
Era muito bom que movimentos e sindicatos chegassem a um acordo. Senão, há imensa gente que fica indecisa e desmobiliza. Caramba! Somos assim tão teimosos? Que interessa agora o que nos divide? Valores mais altos se levantam. Ou não?
Outubro 20, 2008 at 3:14 pm
Já me estava a passar só de pensar que este texto podia ter sido escrito pelo Paulo Guinote. Cheguei ao fim e vi a autora.
Já agora, alternativas?
Só sabemos mostrar problemas?
Escola única para todos, é isso que defendemos?
Outubro 20, 2008 at 3:14 pm
É preciso ter calma, para vermos se realmente as organizações se entendem, pois o inimigo é comum às duas manifestações. Às tantas até iremos ter as duas apoiadas por ambas as organizações. Será possível?
Outubro 20, 2008 at 3:17 pm
Os movimentos estão receptivos a um acordo com os sindicatos. Será que o inverso é verdadeiro? É possível?
Outubro 20, 2008 at 3:23 pm
LuisM
A Fne recusa , a fenprof aceita dialogar.
Esperemos para ver.
Outubro 20, 2008 at 3:27 pm
As duas manifs vão-se fundir numa. Parece-me inevitável.
Outubro 20, 2008 at 3:28 pm
Hoje ouvi que iriam ser duas, uma para pressionar e a outra no caso de o ME ldecidir promulgar os diplomas que estão na forja.
Não sei…
Outubro 20, 2008 at 3:36 pm
Independentemente do carácter discutível da questão, acredito que muitos professores que decidiram aderir à MANIF de 15, deixarão de ir se houver fusão das duas. Afinal, há quem seja isento de interesses sindicais ou político-partidários.
Outubro 20, 2008 at 3:36 pm
A PROPÓSITO DE RUMORES
Continuam por aí os rumores de entendimentos – são apenas rumores – para a data de uma manifestação conjunta, em vez das duas marcadas (uma para dia 8 outra para dia 15 de Novembro).
Para os colegas que têm solicitado o entendimento (não o do Memorando!), aqui fica uma declaração esclarecedora, que vem no Correio da Manhã de hoje, 20-10-08:
[...]
Recorde-se que a plataforma de sindicatos marcou uma manifestação para dia 8 de Novembro, em Lisboa, já depois de diversas associações terem convocado os docentes para se manifestarem no dia 15. “Estamos abertos a essa possibilidade de entendimento”, disse ao CM José Manuel Costa, da Fenprof. Já José Ricardo, da FNE, afirmou que “não há qualquer hipótese de entendimento”.
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
Outubro 20, 2008 at 3:44 pm
Belíssimo texto.
Esclarecedor e bem estruturado.
Parabéns e obrigada, Ana Lima.
Outubro 20, 2008 at 3:59 pm
É obrigatório que haja entendimento!
Se os protagonismos e interesses pessoais se colocarem acima das lutas dos profs, esses responsáveis caírão da cadeira.
Que pensem bem os dirigentes sindicais.
Outubro 20, 2008 at 4:02 pm
Zé
como se verifica na plataforma há diferentes visões sobre essa matéria, por isso se torna difícil o entendimento.
A Fne não quer perder o poleiro….
Outubro 20, 2008 at 4:04 pm
Concordo com o sentimento geral de que os alunos estão a ser muito prejudicados, mas não subscrevo uma visão tão catastrofista. Os professores não vão começar massivamente a ser hospitalizados por excesso de trabalho, porque já se estão a “borrifar” para o trabalho. Quem vier a seguir que feche a porta…
E muito mais discordo quando diz que as classes privilegiadas vão pôr os alunos no privado. Pois aí é que a loucura anda mais à solta e os professores andam mais de cabeça perdida. O sector privado é conhecido por preferir os lucros à qualidade e não se importam de usar os trabalhadores até rebentarem para depois contratar outros mais baratinhos. Não é no privado que há qualidade de ensino seguramente.
Outubro 20, 2008 at 4:06 pm
Mas que perda de tempo esta conversa das manifestações. Deixem lá haver duas, cada um vai àquela em que se sentir mais confortável, ou às duas, ou a nenhuma. Eu prefiro que haja 2, porque ajuda a separar as águas e a sabermos todos ao que andamos.
Outubro 20, 2008 at 4:07 pm
João Oliveira
O filho do sócrates anda numa privada na qual gasta mais de 1100 euros por mês. Com a vantagem de terem menos horas lectivas .
Claro que estão lá todos, no privado.
Há colegas já de baixa por se sentirem esgotadas com o trabalho, mas isso não interesse à população para quem nós nem sequer trabalhamos, só lá vamso entreter meninos.
Outubro 20, 2008 at 4:20 pm
Eu só alinho na dos “desalinhados”: dia 15 lá estarei… até para sublinhar que os sindicatos já pouco nos representam, antes SE representam e SE defendem.
Outubro 20, 2008 at 4:24 pm
Os profs têm de lutar revelando dignidade e orgulho no seu papel social.
Nada que possa sequer sugerir que somos vítimas,desgraçados ou coitadinhos, porque não somos.
Somos exigentes e lutamos por uma escola de qualidade.
Quanto ao poleiro de alguns, que não se esqueçam que o ramo parte…
Outubro 20, 2008 at 4:32 pm
Parece que os movimentos cívicos e a blogosfera estão a assustar o poder sindical e, claro, MLR…
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=113908
Outubro 20, 2008 at 4:32 pm
Quem disse:
“Este ano lectivo devia suspender-se [o modelo de avaliação] mesmo a nível experimental, porque é perverso. Depois devia iniciar-se um debate sério” ?
Quem disse:
“O modelo de avaliação não é para suspender, é para destruir”?
Outubro 20, 2008 at 4:42 pm
Suspender é adiar! Não se suspende uma coisa que está profundamente errada na sua essência! Revoga-se!
Outubro 20, 2008 at 4:48 pm
Luis (22) Mas é evidente que MLR e o socrates receiam muito mais uma manifestação desalinhada dos sindicatos, do que vinte manifestações marcadas pela fenprof ou pelos outros sindicatos… O António Costa (cuja esposa esteve na manif dos cem mil professores) reconheceu isso. Manifestações convocadas pelos sindicatos já são uma tradição que o governo pode ignorar e ridicularizar, como aliás tem feito… Agora, uma manifestação marcada por organizações de professores, que estão realmente nas escolas e sabem do que falam quando falam do desespero e absurdo da política educativa, é coisa que não estaria muito nas previsões do governo… E a ministra já veio reclamar lealdade ao Nogueira!
Não é verdade que os únicos interlocutores dos professores junto do ministério sejam os sindicatos. E a logística da fenprof não é indispensável para organizar manifestações. Os professores não precisam que niguém lhes dê a mão para atravessarem a rua em Lisboa no próximo dia 15 DE NOVEMBRO!
A manifestação que vale a pena!
Outubro 20, 2008 at 4:54 pm
«Então … parece-me claro: o futuro dos nossos alunos (e temo que próximo, muito próximo) só pode ser este: turmas e turmas sem aulas porque o professor ‘rebentou’.
Por cada um que rebentar há dúzias dos “descartáveis” para o substituir. O ME tem solução para todos os problemas. Ou não tivesse sido o ME a criar os problemas, já com as soluções na manga.
Outubro 20, 2008 at 5:10 pm
Suomi Vivecananda ( 25):
Completamente de acordo! Daí, eu ter alguma dificuldade em perceber a hesitação de alguns colegas! A manifestação do dia 8 é apenas mais uma! Não serve para nada! Não trará quaisquer resultados práticos! A manifestação do dia 15 de Novembro, ainda não aconteceu e já levou MLR a propor facilidades e mais simplex ao processo de avaliação! A Plataforma irá, possivelmente, aceitar a simplificação do Decreto Regulamentar nº 2, mas e nós? É a simplificação que queremos? Cumpra-se a lei, se ela for exequível ou revogue-se!
Não percebo porque é que a Plataforma e MLR estão tão inquietos com a manifestação de professores no dia 15! A FENPROF não diz que tem 70Mil sócios? Não tem razão para estar preocupada…ou terá? Neste momento, para o ME, para os sindicatos e para a sociedade é importante saber se os professores estão a ser pressionados pelos partidos políticos e pelo poder sindical ou, simplesmente, a lutar por aquilo que é justo. Cada professor deve agir em consciência e participar naquela que vai ao encontro daquilo que sente e pensa!
Para mim, que sinto na pele, há três anos, o peso da burocracia que não me deixa tempo para preparar aulas como gostaria e devia, vou a 15 de Novembro! Para mim, que penso pela minha cabeça, apesar de ser sindicalizado e reconhecer a importância dos sindicatos, vou a 15 de Novembro! Já participei em dezenas de manifestações promovidas pelos sindicatos! Desta vez, apetece-me participar numa promovida pelos professores e perceber o que acontece quando os professores se unem e lutam pela Educação sem qualquer pressão política ou sindical!
Outubro 20, 2008 at 5:14 pm
Raiva #19, mesmo que haja meia dúzia de privados para os todo-poderosos, a média dos privados ainda está pior do que a escola pública. Não vale a pena andar a alimentar uma ideia errada de que o privado é melhor que o público.
O que há é meia dúzia de escolas estrangeiras a operar em Portugal e porque estão dispensadas das desorientações ministeriais conseguem alguma credibilidade. Mas não vale a pena confundir a nuvem com Juno. O ensino privado está tão ou mais apertado com parvoíces burocráticas do que o público. E as poucas escolas com condições não têm lugar para todos e são brutalmente caras para a maioria da população.
Não vale a pena andar a iludir as pessoas, dizendo que no privado é que se aprende e no privado é que é bom.
Outubro 20, 2008 at 5:15 pm
http://www.2.bp.blogspot.com/_3zVgQCbpCmA/SPxmt7OEuaI/AAAAAAAAAO8/jVjKZPKFR-s/s1600-h/Sol18-10-08.JPG
Outubro 20, 2008 at 5:16 pm
Verifica-se, e este é mais um caso, que quando há que fazer um apelo aos pee, pensa-se, desde logo em associações de pais, enquanto organizações consideradas representativas.
Acontece, porém que os pais são portadores de quase tanta diversidade de opiniões quanto a miríade de posições sociais.
Os pais, como participantes na dita “comunidade” educativa, poderão ter interesses pontuais comuns; nunca terão um “programa” geral.
Parece-me que os pee, em geral, nunca se envolverão na defesa do ideário de qualidade que os professores lhes poderão agitar, e que seria passível de os aglutinar no apoio aos professores.
Por si, e pela circunstância, estão apegados a um qualquer sucesso imediato a que os seus filhos se poderão alcandorar, sucesso esse que não terá, necessariamente, de depender da dedicação, do esforço e da assimililação de valores.
Assim sendo, não se dirijam, senhores professores, aos pais organizados formalmente; abordem, isso sim, os pais enquanto pessoa singela.
Fernando Miguel
pee
Outubro 20, 2008 at 5:18 pm
Estou farto de conversar com colegas das mais variadas escolas acerca das manifestações: TODOS vão a 15 !!!
Outubro 20, 2008 at 5:23 pm
DA (10),
“As duas manifs vão-se fundir numa. Parece-me inevitável.”
- Vais ao desfile ou à manifestação!?
Parece que já existem propostas aliciantes: os do “desfile” vão todos à frente; os da “manifestação” vão todos atràs”, no “meio” vão os desfilomanifestalenses.
Outubro 20, 2008 at 5:30 pm
flash (30) Obrigado pela sua opinião, que apesar de deixar transparecer uma desconfiança em relação às associações de pee em geral, transmite esperança e optimismo…
O seu penúltimo parágrafo, na parte que refere: “… um qualquer sucesso imediato… sucesso esse que não terá, necessariamente, de depender da dedicação, do esforço e da assimililação de valores.” fez-me lembrar o grande folósofo grego… o…como é que ele se chama…, o Sócrates!
Apareça no dia 15!
Outubro 20, 2008 at 5:36 pm
“Anónimo disse…
Denúncia
SMS sobre manifestação de professores é «falso»
Por Margarida Davim
Está a circular por telemóvel e e-mail uma mensagem sobre a possibilidade de entendimento entre movimentos cívicos e sindicatos, para organizar uma manifestação única de professores no dia 8 de Novembro. Mas o movimento Promova garante que a mensagem é falsa
- jornal Sol, online
20 de Outubro de 2008 17:26″
Prfavaliaçao
Outubro 20, 2008 at 5:44 pm
OLHEM PARA FRANÇA…VEJAM A DIFERENÇA….REALMENTE ÁS VEZES PENSO QUE ÀFRICA SE PROLONGOU UM POUCO MAIS PARA LÁ DO NORTE DE ÀFRICA..
http://www.uneecole-votreavenir.org/
aqui nós pensamos no eu ..lá o eu pensa no nós…olhem o lema..a copiar ao menos á falta de melhor..
Outubro 20, 2008 at 5:45 pm
Olá
Cá tou!
Após a leitura, apurada, dos 34 posts anteriores, tenho a dizer:
O importante é estarmos!
Eu a 15 levo o queijo picante … pró jantar!
Outubro 20, 2008 at 5:45 pm
Ter uma ideia, um pensamento sobre o que nos aflige é estar longe dele. Sofrer é não pensar ainda, para fora do sentir as coisas num baque na alma. Mas pensar é ao menos ainda viver ao pé do que nos comove. Não me é fácil pensar hoje seja sobre o que for. Como água por borracha, as coisas passam por mim e deixam-me intacto. Que significa no fim da vida o que problematizámos na plenitude? O que ficou foi apenas um difuso sentir com um grande encolher de ombros no meio e um manguito na consciência.
Vergílio Ferreira
Outubro 20, 2008 at 5:46 pm
Queimoso…
Outubro 20, 2008 at 5:51 pm
Não posso levar os sindicatos a sério se eles não nos levam a sério.
Em democracia tanto tem existência legal a associação de profissionais como o sindicato, portanto é bom que os sindicatos aceitem a existência das associações.
Ir a 8, ir a 15 ou ir a 8 e 15 não é relevante, relevante é IR!!!!
Eles é que não querem misturas …
Outubro 20, 2008 at 5:52 pm
BB
Queimoso?
Raios as informações que descrevem o queijo quando o compramos estão erradas, pois diz picante.
Outubro 20, 2008 at 5:58 pm
Picante é só o de Castelo Branco e vem embrulhado em papel de estanho.
Outubro 20, 2008 at 6:07 pm
Ninguém responde ao que perguntei em #23. Por aqui, incomodam as perguntas. Mas vou dar-vos a resposta:
Quem disse:
“Este ano lectivo devia suspender-se [o modelo de avaliação] mesmo a nível experimental, porque é perverso. Depois devia iniciar-se um debate sério” ?
- Mário Machaqueiro.
Quem disse:
“O modelo de avaliação não é para suspender, é para destruir”?
- Mário Nogueira.
Agora já sabem porque vão à manifestação do dia 15.
E até podem adoptar a palavra de ordem:
Machaqueiro ao poleiro!
É isso, está a pôr-se a jeito.
Outubro 20, 2008 at 6:12 pm
#42 careca
se o Mn quisesse destruir não teria feito o entendimento.
Outubro 20, 2008 at 6:25 pm
se isto se mantiver assim vou às duas manifs mas já o disse não estou a gostar do que se está a passar … aqui há gato, agora onde ele está não sei.
Outubro 20, 2008 at 6:25 pm
Não há jornal que publique este texto de Ana Lima?
Outubro 20, 2008 at 6:31 pm
Ana Lima: bem dito … Admira-me os Pais ainda estarem a dormir… ou não estão e interessa-lhes a situação???
Outubro 20, 2008 at 6:36 pm
Já não há como esconder dos alunos o desgaste e cansaço dos professores. Eles já comentam entre si (e não é com alegria, nem com sadismo).
Outubro 20, 2008 at 6:52 pm
Hoje as minhas aulas foram dadas co materiais cheios de gralhas, atrasei na entrega da matriz para o teste, não coloquei nada durante o fim-de-semana na plataforma e-learnig. E sabem porquê? Passei o Fim-de-semana a escrever uma acta, a alinhavar os objectivos individuais e a elaborar relatórios para actividades, que nem sei se as vou faze.Nada para os alunos, só papéis que ninguém lê, que todos arquivam em gavetas, em pastinhas e em dossiês….
Outubro 20, 2008 at 6:54 pm
Olhem só! Texto cheio de gralhas…. É do stresssssss!!!!!
Outubro 20, 2008 at 6:55 pm
Hoje ligaram-me do sindicato a perguntarem porque desisti.
Outubro 20, 2008 at 6:57 pm
Respondi que não me sentia representado pois tinham marcado a manif para dia 8 quando havia uma marcada para dia 15.
Outubro 20, 2008 at 6:59 pm
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/430714
Os professores e os sindicatos
18:06 | Segunda-feira, 20 de Out de 2008
Os professores são dos grupos profissionais mais coesos. Gostam de se repartir por várias organizações sindicais. De preferência muitas. O objectivo, por enquanto utópico, parece ser um professor, um sindicato.
Ordem também desejam os docentes. Andam há décadas a tentar pôr ordem na pró-Ordem. Para que a Ordem possa nascer. Mas a sua desordem – pelo menos a intelectual – não consegue.
Por sua vez cada sindicato, dos mais de vinte que existem, parece não gostar da Ordem. A não ser da sua própria ordem interna. Em mais de trinta anos de democracia os sindicatos conseguiram melhorias para os professores, sobretudo salariais e relativas à progressão na carreira docente. Pouco mais. E, para os seus dirigentes, não poucas regalias. Desde anos a fio sem dar aulas, até complementos de habilitações quase à-lá-minuta.
Hoje, os sindicatos mais representativos, continuam amarrados ao frentismo sindical da Função Pública. Dirigem os professores como podem. E pouco podem. Não estão isentos de grande responsabilidade na regressão da carreira docente actual.
Os sindicatos não gostam de quem possa usar das suas prerrogativas. Ou mexer na vaca sagrada da sua capacidade de mobilização. Não suportam que grupos de professores independentes resolvam convocar manifestações de desagravo.
A uma manifestação marcada para dia 15 de Novembro, pela Associação dos Professores e Educadores em Defesa do Ensino (mais uma organização!), a Fenprof reage convocando, e antecipando, outra manifestação para dia 8, lançando o anátema de divisionismo, e de ter o Ministério por parceiro, à APEDE. Outra censura não seria de esperar. A tentação daquela federação de tutelar hegemonicamente a vida profissional dos professores é grande. Vem de longe. É anterior aos tempos da “unicidade sindical”. Remonta ao remoto Outubro de 1917.
Não se questiona o direito constitucional inalienável de existência de associções e sindicatos. Mas, no meio de tão eclética diversidade de organizações, os professores atarantam-se. Deprimem. Não se exprimem. Ser bom professor também pode significar ter contencioso difícil de solucionar com a realidade exterior à escola.
Uma certeza tenho. Há quem se delicie, e muito, com tanta unidade dos docentes…
Outubro 20, 2008 at 6:59 pm
Ele falou de uma organização que não tinha legitimidade para negociar com o ME.
E eu disse que a APEDE e o MUP tinham a legitimidade da escolha dos professores. Foram eles em assembleia que escolheram aquela data.
Outubro 20, 2008 at 7:01 pm
Ia jurar que ia às duas manifestações.
Mas olhando aos objectivos da manifestação dos sindicatos no dia 8 de Novembro, são tão fraquinhos, tão fraquinhos, que o mais que pode acontecer é fazerem umas coceguinhas à ministra. Por isso, penso estar unicamente em Lisboa no dia 15/11. E há que pensar já na luta seguinte.
Outubro 20, 2008 at 7:01 pm
Agora andam a ligar aos ex-associados!
Que linda figura srs sindicalistas!
Nunca nos ouviram e agora vêm com paninhos quentes.
Outubro 20, 2008 at 7:08 pm
Estamos no ínício de uma guerra psicológica fortíssima sindicatos+profs afectos aos sindicatos vs professores não ligados aos sindicatos+ professores anti-sindicatos.
Convinha que os colegas quando comentam, fizessem a sua declaração de interesses.
A minha é: tinha imenso respeito e consideração pela Fenprof embora discordando dela pontualmente/profundamente algumas vezes; depois do entendimento, e como eu previ aqui algumas vezes, os sindicatos ( convém lembrar que só existem 2 com peso específico e representatividade)foram perdendo o controle do processo porque estavam manietados por compromissos de nível mais superior e porque… avaliaram mal os timings e o impacto do entendimento ( a central de propaganda do governo e o núcleo duro que pensa a estratégia são mesmo bons).
Acrescem outros factores-blogs muito interventivos e agressivos, agravamento exponencial das condições de trabalho nas escolas,condições de reforma, ECD, avaliação, etc – que mudaram bruscamente as relações de forças sindicatos/escolas/movimentos/blogs/professores.
Assistimos hoje em dia a um caldo explosivo, incontrolado e incontrolável, de difícil caracterização.
É nesta fase que estamos e eu não vejo uma saída airosa deste beco em que nos deixámos encurralar.
Vamos deixar correr as coisas mas eu opto por ser um “espírito livre” – se as manifs fossem agora iria à de 15 mas o tempo real em Out/Nov de 2008 é já muito diferente do de 8/3/08….e tudo muda em 2 dias.
Vão ser 3/4 semanas de guerrilha da mais dura que imaginar se possa, preparem-se pois!
Outubro 20, 2008 at 7:08 pm
#1, suomi, 45, rc
Ainda bem que há quem leia o(s) textos até ao fim ..
Eu mandei-o agora: para o Público e o Expresso, mas ñ sei, estou + que habituada a q ñ me publiquem…
De qq modo, obrigada, e se acharam pertinente, divulguem: junto dos vossos alunos, dos pais deles, dos vossos amigos
Um abraço, Ana Lima (e pronto, está desvendada a minha identidade!
Outubro 20, 2008 at 7:13 pm
#42
Hum!, parece-me que há mais alguém a colocar-se a jeito, que não com a conotação aí exposta, embora com algo mais arrebitado, se bem que com auxílios mecânicos.
Outubro 20, 2008 at 7:17 pm
(30) Ainda bem que apareceu por aqui. Está à vista a papelada burocrática e ignóbil com que querem embrulhar-nos e impedir-nos de estar alegres, preparados e “sábios” com os alunos. É contra isto que travamos combate e o seu conselho é bom. Junte-se a nós a 15 no Marquês.
Outubro 20, 2008 at 7:17 pm
Ricardo Silva disse…
Colegas,
Temos todos cabeça para pensar, boca para falar e pernas para andar. Sabemos bem quem nos oprime e o que nos fez ir para a rua no histórico dia 8 de Março. O que vos peço é que procurem informações oficiais e não se deixem contagiar pela tremenda campanha de intoxicação que está em marcha. Quanto à APEDE (cuja constituição dos orgãos sociais é pública e está patente no seu blogue) podem visitar-nos em http://www.apede.blogspot.com. Lá encontrarão as nossas posições oficiais e fidedignas.
É fundamental mantermos a serenidade, a responsabilidade e uma atitude de grande empenho e determinação na luta, que é a luta de todos os professores. Na APEDE estão professores que, dia a dia, na escola, dão aulas e sofrem na pele o desvario imposto por esta equipa ministerial e as suas políticas. Não estamos nesta luta, na resistência a esta política, para conseguirmos 15 minutos de luz e som, num palanque de uma manifestação. Não é a sede de protagonismo ou um qualquer braço de ferro (a não ser com quem nos oprime) que nos move. A nossa postura não é anti-sindical. Nunca foi e não encontram em NENHUM documento oficial da APEDE uma posição desse tipo! A nossa “guerra” não é contra os sindicatos, a nossa “guerra” é contra esta política educativa. Ao lado dos professores, de todos os professores! Não desmobilizaremos perante a calúnia, as suspeições, as insinuações que todos os dias nos são lançadas. Percebemos porquê. Mas mantemos a serenidade. Nada temos a temer ou a esconder. Não há agendas ocultas, nem infiltrações ou interesses de qualquer espécie. E é isso que nos dá força! Sentimos a força dos professores e da justiça das suas lutas, e essa é inquebrantável. A força dos professores vem precisamente da razão que lhes assiste nos seus protestos! E os movimentos cívicos de professores ganharam força, espaço e relevância exactamente por isso. Porque são de professores, com professores e para professores! É altura dos sindicatos tb o perceberem e abandonarem uma atitude de hostilização pública que em nada adianta à unidade e ao entendimento. Por nós, estamos abertos ao diálogo. Um diálogo sério, responsável, com respeito por todos e, acima de tudo, pela causa da defesa da Escola Pública e pela dignificação da nossa profissão!
UM ABRAÇO A TODOS OS COLEGAS,
MUITA FORÇA E CORAGEM NA LUTA!
(A começar onde, hoje por hoje, mais interessa… dentro das escolas!)
Ricardo Silva
(membro da direcção da APEDE)
No blogue do profavaliação
Outubro 20, 2008 at 7:20 pm
Com todo o respeito pelo manifestantes..mas alguém no seu juízo perfeito acha que as manifestações vão ser decisivas para mudar algo verdadeiramente?
Ajudar ajudam..agora para que algo mude verdadeiramente é preciso algo mAIS FORTE..greves…e para isso é preciso mais do que organização..espirito de sacrificio e de classe…e isso meus amigos não acredito que haja pelo que tenho visto aqui..se as pessoas dizem que não podem fazer 2 manifs por causa do dinheiro imaginem fazer uma semana de greve-mais seria utópico-ui…quem não pode prescindir de 400 euros uma vez na vida…é muito..talvez mas para se obter algo são ptrecisos sacrificíos…as 8 horas de trabalho, as regalias sociais…meus caros se queremos esperar no sofá ou fazer uma caminhadazinha para gritar em silêncio não vamos deitar o muro abaixo..só lhe tiramos, quando muito, uns tijolinhos…mas posso ser eu que sou utópico ou devo estar a ver mal as coisas..se calhar todas estyas regalais sociais cairam do céu e nada foi preciso fazer para que elas existissem..
Outubro 20, 2008 at 7:22 pm
Fiz para aqui um comentário há pouco que a máquina engoliu. E não tinha palavras daquelas de pôr pimenta na língua nem nada. Será que já há filtros para as ideias (ou falta delas) expressas nos textos?
Outubro 20, 2008 at 7:23 pm
precisos…estas…regalias…
Outubro 20, 2008 at 7:30 pm
BROTHER VAI COM CALMA PORQUE NÓS SOMOS OS ÚNICOS QUE AINDA PAGAM A PRESTAÇÃO DA CASA À BANCA.
Outubro 20, 2008 at 7:30 pm
Continuam a assobiar para o lado.
Quem disse:
“Este ano lectivo devia suspender-se [o modelo de avaliação] mesmo a nível experimental, porque é perverso. Depois devia iniciar-se um debate sério”
Foi Mário Machaqueiro.
Portanto, meus caros, já sabem ao que vão. Não podem dizer que não foram avisados.
Outubro 20, 2008 at 7:31 pm
Contra -informação????
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=44B227FF-A7B4-4752-9F35-DCF4451A7F44&channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E
Outubro 20, 2008 at 7:32 pm
CARECA DIA 15 VAIS LEVAR UMA CARECADA.
Outubro 20, 2008 at 7:35 pm
# 58 – fafe…:
Há dias destaquei-o pela sua “fulgurante obtusidade”. Mal tenta organizar duas ideias seguidas, bloqueia logo. Hoje piorou. Nem uma. Deve-lhe estar a faltar o guru. Está a resvalar rapidamente para a categoria dos gutter punk, os sem-abrigo dessperados que vivem de restos.
Outubro 20, 2008 at 7:35 pm
Hum!, ou vai ao toco.
Outubro 20, 2008 at 7:35 pm
#63 BB
Eu tenho uma melhor solução… Só não a posso dizer senão era logo do eixo do mal e apanhava com o Bush e companhia. Mas que mereciam…mereciam
Outubro 20, 2008 at 7:41 pm
Careca Diz:
Outubro 20, 2008 at 7:35 pm
Olé!, já estava a desistir de agitar a capa.
Outubro 20, 2008 at 7:45 pm
A sério raiva..eu acho que quem não tem um fundo de reserva..não é preciso muito ..mil euros no máximo pode fazer
r um esforço e prescindir de 400 ou 500..se precisar e em último caso- vai ao cetelem e pede mil euros…paga em 10 meses sem juros….
O mal é que a malta gasta tudo até ao limite e de+pois não quer prescindir de nada…sendo assim depois nao se queixem…olhem os gregos, os franceses, os espanhóis..e olhem que os gregos não ganham mais do que nós..mas fizeram quase um mêdsde greve com uma grande percentagem de adesão..
Imaginem se o 25 de Abril só tivesse resultado com manifestações… ainda hoje estavamos com o Marcelo…
Outubro 20, 2008 at 7:48 pm
#72 BB
Alékuia que me respondeste.
Concordo plenamente contigo.
Os sindicatos deveria fazer como na grécia, que garantiram nos bancos um fundo de reserva para os professores em Greve.
Por mim na falta disto ia de outra forma, tal como o quink644 tem no blogue dele, só que na situação em que estamos saltavam as tropas dos USA para combater…
Outubro 20, 2008 at 7:49 pm
*Aléluia
raios para o teclado que não aprende a escrever
Outubro 20, 2008 at 7:50 pm
isso só anda á marretada… cof cof
Outubro 20, 2008 at 7:54 pm
Teclado com o novo acordo urtugráfico…não é raiva..como te compreendo..sou rápido mas nÃO CERTEIRO E DEPOIS QUANDO OLHO JÁ ENVIEI..ZÁS..E ÁS vezes a porra das maísculas..
Mas é verdade ..não sabia que na Grécia os sindicatos tinham feito isso..agora percebo o porquê de lá existiram Onassis..belíssima ideia.perguntemos aos sindicatos a razão de não fazerem cá isto?
Outubro 20, 2008 at 7:56 pm
Já aí estás, Careca?
Hehe, adoro fazer de Dante.
Pausa para a Açorda de Bacalhau.
Outubro 20, 2008 at 7:59 pm
#76 BB
Mas foi, acordo bancário com juros insignificantes de modo a que os professores pudessem realizar a greve. Naturalmente que o banco ganha sempre, mas foi a forma encontrada para fazer um mês de greve.
Outubro 20, 2008 at 8:00 pm
Repito: olhem para aqui…
http://www.uneecole-votreavenir.org/
aqui nós pensamos no eu ..lá o eu pensa no nós…olhem o lema..a copiar ao menos á falta de melhor
Fafe não vale ajavardar..açorda bacalhau..com pãozinho alentejano..com coentros..e um tinto de pias..ou de estremoz…uns torresmos para entrada e umas azeitonas..para quê o sexo?
Eu aqui tamb+em te respondo: uma macarronada gratinada com bacon e queijo da ilha gratinado…é o que dá ter uma mulher quimica.ehehehe
Outubro 20, 2008 at 8:03 pm
#79 BB
tens de explicar melhor esse prato quimico e gratinado.
Outubro 20, 2008 at 8:08 pm
Fácil macarão. com molho béchamel..cogumelos de Vila flor -no Pingo doce-bacon fatiado..alho azeite e pimenta..caoze-se o macarrão um pouco..após isso vasi ao forno com o molho por cima e misturado com o bacon e os cogumelos..até podes por azeitonas…por cima espalhasn queijo dos Açores par gratinar..rega com unm tintol alentejano ou do douro..ena pá ainda vão dizer que o guinote está a transformar o blogue num espaço gourmet..eheheeh
Outubro 20, 2008 at 8:08 pm
macarrão…coze-se..vai…espalhas…para…
Outubro 20, 2008 at 8:10 pm
BB
tenho de experimentar.
Outubro 20, 2008 at 8:57 pm
olá gente da comida os meus miudos gostam assim
macarrao cozido escorrido, bacon aos pedacinhos salteado numa frigideira anti-aderente, misturar ao macarrão, (pode-se misturar cogumelos salteados depois do bacon), uma colher de sopa de natas ligt
e muito queijo da ilha-sao jorge ralado, gratinar em grill de forno.
Eles devoram tudinho!!!
eheh gosto de comidas estou com os sindicatos desiludida
Outubro 20, 2008 at 10:23 pm
50 – “manuel Diz:
Outubro 20, 2008 at 6:55 pm
Hoje ligaram-me do sindicato a perguntarem porque desisti.”
LOOOOOOOOOOOL Brilhante!!!!
Outubro 20, 2008 at 10:54 pm
A todos aqueles que acham que as manifestações não levam a nada. Lembro, que não foram apenas uns tijolinhos que derrubaram o fascismo, foi a força e a união em acreditar que é possìvel mudar e este é o meio e a hora para nos unirmos
Não vamos cruzar os braços, se nós não o fizermos quem faz? Manifestação sim e todas as formas de luta serão bem vindas para dizer não a esta polìtica Educativa.
Outubro 21, 2008 at 12:07 am
João Oliveira,
tens razão, penso o mesmo que tu, sobre o privado. Os que o elogiam não sabem do que falam. E mesmo as escolas estrangeiras, só as Alemãs e pouco mais é que têm alguma qualidade.
E aproveito para corrigir o meu comentário(n.º 10): “vão fundir-se”