MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES – 15 DE NOVEMBRO – LISBOA
Faz-se aqui o resumo da reunião de hoje, assim como de alguns aspectos relacionados com a preparação do futuro dia 15 de Novembro.
Eu só gostaria de salientar um pequeno ponto: seria bom que, no mínimo, alguns detalhes como a hora e o trajecto estivessem abertos a conciliação com outras organizações, movimentos e sindicatos.
Porque a primeira andorinha não faz a Primavera, mesmo se a pode anunciar.
Outubro 11, 2008 at 11:54 pm
Paulo, eles agarraram no que se tem vindo a discutir por aqui e em outros locais independentes. Resolveram apanhar a ideia e oficializaram a coisa. Não me parece mau nem redutor. Todos fomos convidados para a reunião de onde saiu esta resolução.
Acertos serão feitos e certamente bem-vindos. Até lá falta algum tempo, em dias civis pelo que, os pormenores da organização cabem-nos a todos. Era o que mais faltava …
Abraço da tua amiga (geralmente bem mais do contra),
Margarida
Outubro 12, 2008 at 12:02 am
Não se sabe propriamente quem terá sido a primeira andorinha, nem isso é o que importa. Ninguém reclama méritos nem se coloca em bicos de pés. Importante é estarmos todos juntos no dia 15 de Novembro, em defesa da nossa honra, da nossa dignidade pessoal/profissional e também da nossa sanidade mental. Já não é mais possível tolerar a situação actual (um ECD fracturante, um modelo de avaliação burrocrata, injusto, penalizador e punitivo, zarolho, inexequível e prenhe de incorrecções científico-pedagógicas, um modelo de gestão que liquida a democracia interna, a destruição da escola pública, um sucesso escolar fabricado para “inglês ver”, uma campanha absolutamente vergonhosa de “terra queimada” contra os professores, o aborto da prova de admissão à carreira, o projecto já apresentado para os concursos em 2009, razão suficiente para se rasgar o acordo dos sindicatos com o ME, a forma desumana como os contratados são usados, o sistema de quotas, o Estatuto do Aluno e o que isso representa de mais e mais carga burrocrática e de trabalho, as ameaças coercivas contra os orgãos de gestão, e… mais e mais e mais) sem um protesto forte e genuíno das bases, dos professores que estão no terreno e todos os dias se confrontam com os obstáculos à sua missão de educadores! BASTA! Em frente colegas, com unidade e muita coragem, contra esta política educativa. Sei, porque estive hoje nas Caldas, que a ideia é, e foi desde o início da reunião, congregar pessoas e movimentos, unir, somar esforços, estabelecer pontes, criar consensos, e avançar em força para a rua nesse dia 15 de Novembro! Esse foi o espírito da APEDE e do MUP na reunião de hoje, outros nomes e movimentos estão a ser contactados como já se pode provar numa volta pela blogosfera, será elaborado um caderno reinvidicativo em que todos certamente nos poderemos rever, e só desejo que consigamos mostrar uma vez mais, dia 15/11, a justiça da nossa luta e a força dos nossos argumentos!
Um BEM HAJA a todos os colegas que na blogoesfera, nas reuniões de professores e, sobretudo, nas suas escolas têm sabido resistir e manter a chama acesa!
TODOS A LISBOA DIA 15 de NOVEMBRO!!!
UNIDOS CONSEGUIREMOS!!!
Outubro 12, 2008 at 1:05 am
Pois, tinham de pegar numa das sugestões que por aí andaram. Pegaram nesta, vamos nesta.Importava definir e está definido.Prontificaram-se a tratar da comunicação ao Governo Civil, ótimo.
Agora todos a Lisboa.
Outubro 12, 2008 at 2:37 am
“Eu só gostaria de salientar um pequeno ponto: seria bom que, no mínimo, alguns detalhes como a hora e o trajecto estivessem abertos a conciliação com outras organizações, movimentos e sindicatos.”
Paulo, sei que há um conjunto de formalidades obrigatórias no caso de Manifestações e a “hora e trajecto” é obviamente obrigatório. Todos perguntavam “quem trata disso?” e estes colegas ofereceram-se.
Aliás, a reunião da APEDE, para que todos os professores foram convidados, foi agendada pelos nossos colegas muito antes “da questão dia 15″, que “ultrapassou tudo e todos”, e não tinha nada a ver com isto, mas tornou-se imperativo abordar a questão. Eu própria insisti para que do debate surgissem os colegas que tratassem das formalidades. Francamente, desconheço como se processa e os timings.
Fizeram uma síntese dos diversos espaços de debate da questão quanto à hora, local da concentração e trajecto.
Parece-me bem.
O resto é com todos nós, professores. Temos que (lhes) agradecer.
moriae,
“Acertos serão feitos e certamente bem-vindos. Até lá falta algum tempo, em dias civis pelo que, os pormenores da organização cabem-nos a todos. Era o que mais faltava … ”
Claro. O Paulo já prometeu que faria um balanço do debate que aconteceu e está a acontecer nos blogues.
Refiro que circula, via mails, a informação dos blogues e posts onde o debate está a ocorrer, para o maior número de professores se pronunciar, informar e divulgar.
Outubro 12, 2008 at 3:45 am
Recebido por mail!
“Uma escola, um autocarro”
15 Nov. 2009, Av. da Liberdade, Lisboa
Eu vou… por mim e pela minha dignidade profissional!
No dia 15 de Novembro, eu vou estar na Avenida da Liberdade
(pelo simbolismo de quem se sente acorrentado a grelhas,
fichas, evidências, planos e outras enormidades), em
Lisboa, protegido pelo direito de manifestação que a
> Constituição (artigo 45º)* me confere e em nome da minha
> consciência e dignidade profissionais, pelo que desta vez
> represento-me a mim próprio e não alieno a minha vontade a
> intérpretes, generais ou negociadores de nenhum tipo. Até
> porque não há nada para negociar com esta equipa
> ministerial. Nesta fase, o tempo é, tão-só, de rejeição
> e eu rejeito, incondicionalmente, a divisão arbitrária dos
> professores e este modelo de avaliação. Ponto final!
> Para que a iniciativa traduza a dimensão e a intensidade
> do nosso repúdio, basta que, em cada escola/agrupamento,
> alguns professores mais voluntariosos organizem as
> inscrições/pagamentos e aluguem um autocarro.
> É minha percepção que esta manifestação só terá
> sucesso se puder ser lida por cada professor, sindicalizado
> ou não sindicalizado, como a “sua” inalienável
> oportunidade de dizer que não aceita este modelo de
> avaliação. Por conseguinte, esta não deve ser a
> manifestação de nenhum sindicato, pois muitos professores
> não adeririam, mas também não deve ser a manifestação
> de nenhum movimento ou associação à procura de
> protagonismo ou carta de alforria, porque afastaria os
> colegas identificados com os sindicatos. Esta deve ser a
> manifestação de todos e de cada um dos educadores e
> professores portugueses, sem mais!
> Por outro lado, só quem se encontra distanciado e
> dessensibilizado relativamente ao quotidiano das escolas e
> à constatação do desencanto de uns (que os leva a
> anteciparem a sua reforma, fortemente penalizados, após
> décadas de dedicação à escola) e do actual agastamento
> de quase todos os outros, pode defender tomadas de posição
> para mais tarde. Eu e os colegas com quem me relaciono
> recusamos ser cobaias de qualquer estratégia política ou
> pessoal delineada à custa dos professores, pelo que não
> vamos esperar pelo esgotamento físico e psíquico de
> alguns, pelas injustiças e o caos nas escolas, pela
> inimizade que possa emergir entre outros, para mostrarmos a
> nossa indignação. É um imperativo de respeito, de
> humanidade e de dedicação à escola!
> Sobre este governo, esta equipa ministerial, seus
> apaniguados e seus cúmplices (aplausos, silêncios,
> colagens, dicas subliminares de desmobilização do tipo
> “não vai resultar”…), apenas me ocorre o seguinte:
> nenhum governo de nenhuma sociedade evoluída e civilizada
> hostiliza os seus professores.
> Como a manifestação não esgota outras formas de
> oposição a esta política educativa persecutória da nossa
> dignidade profissional, cada professor e cada escola
> saberão enveredar pelas formas de resistência mais
> eficazes. A este propósito, participo na divulgação das
> mais corajosas e coloco em anexo os documentos que as
> consubstanciam.
> Abraço,
> Octávio V Gonçalves
>
> * Para que a manifestação esteja a coberto da lei, basta
> que três professores comuniquem o evento ao Governo Civil
> de Lisboa. A logística relativa aos melhores acessos e
> circulação, parece-me uma competência das autoridades. De
> resto, não precisamos de mais nada. Espero, em nome do
> sucesso da manifestação, que ninguém se ponha em bicos de
> pés ou exorbite a sua mera representatividade pessoal. Caso
> contrário, temo pelo surgimento de divisões.”
O Octávio V. Gonçalves é o colega de Vila Real, do “Promova”, não é?
Outubro 12, 2008 at 3:58 am
“Eu só gostaria de salientar um pequeno ponto: seria bom que, no mínimo, alguns detalhes como a hora e o trajecto estivessem abertos a conciliação com outras organizações, movimentos e sindicatos.”
Já percebi, Paulo. Desconhecia este mail a circular do Octávio G. de Vila Real. Também, creio, não haver problema nenhum.
O trajecto tanto faz.
Outubro 12, 2008 at 4:13 am
anahenriquesemprepresente,
não preciso do Paulo para fazer esse trabalho até porque penso que ele tem mais com que se preocupar. Assim, cara colega, mantenho o que disse.
Outubro 12, 2008 at 4:15 am
(6) Mas afinal, é relações públicas de algum movimento ou blogue??? É que nunca se entendeu …
Outubro 12, 2008 at 4:18 am
De qualquer forma, parece-me o trajecto
“… Segue-se desfile pela Rua Braancamp, Largo do Rato, Rua de S. Bento, terminando a manifestação em frente da Assembleia da República.”
Muito mais interessante.
Mas o trajecto é indiferente. Tem é que ser previamente definido.
Paulo, podes suscitar o debate sobre este ponto, para que os professores se pronunciem?
Outubro 12, 2008 at 4:28 am
a menina, senhora é aquilo que considero o ‘homem de mão’. em outro contexto, evidentemente.
um instrumento.
Outubro 12, 2008 at 5:01 am
Sou um elimento infilitrado e muita piligroso.
Outubro 12, 2008 at 5:15 am
é natural.
Outubro 12, 2008 at 8:30 am
Desta vez saúdo a “audácia”, a coragem e a determinação da direcção da Apede, por contraposição à tibieza, à dúvida e à clandestinidade com que encarou a manif. de 8 de Março (ainda na tarde de 7/3).
Ainda bem que algo mudou!
Por mim estarei na manif que vier a realizar-se, seja qual for a data e o trajecto, bem no meio e não à frente a segurar bandeiras e faixas de nenhum “clube”.
Outubro 12, 2008 at 4:55 pm
Lá estarei também…
Outubro 12, 2008 at 4:58 pm
Caros colegas,
este foi o comentário que o Francisco Santos colocou no seu blog ontem dia 11:
“Há uns dias atrás socorri-me da fábula da rã que queria ser vaca (ou boi, tanto faz), para caracterizar a pseudo-discussão sobre a representatividade de sindicatos e movimentos de professores.
Hoje, tendo constatado que algumas das pessoas que a 7 de Março de 2008 tinham grandes dúvidas sobre a participação na manifestação que levou 100 mil ao Terreiro do Paço se preparam para voltar a cavalgar o descontentamento dos professores, venho deixar um apelo:
Espero que o desejo de protagonismo de gente pouco qualificada para dirigir a luta, não inviabilize um movimento de protesto que leve ao derrube de políticas erradas e gravosas para todos os portugueses. Isso seria um desastre irreparável para os professores e para a Escola Pública, e os nossos dirigentes sindicais devem ter a capacidade de não se deixarem condicionar por dois ou três cavalheiros que têm da escola pública uma imagem que se confunde com o liceu napoleónico.”
http://fjsantos.wordpress.com/2008/10/11/a-ra-que-queria-ser-boi-reprise/
É importante ler o comentário na origem para ter acesso aos links e perceber a quem é que o texto se dirige…
Leia-se o texto que o mesmo Francisco Santos escreve hoje e veja-se as diferenças…
Há professores assim!…
Outubro 12, 2008 at 5:21 pm
Trindade,
estivemos presentes na mesma reunião no Colombo, com mais quatro pessoas, na semana anterior ao 8 de Março.
Os seis presentes sabem do que falo e o porquê dos links.
De facto… há professores assim, há professores com memória, mas também há quem goste de refazer a história à medida dos seus interesses e desejos.
Estarei no dia 15 (ou noutro dia qualquer) na manif. mas com todos os professores e não contra os sindicatos e os seus dirigentes!
Outubro 12, 2008 at 5:41 pm
Santos,
em verdade te digo:
Estarei no dia 15 de Novembro na manifestação com todos os professores e contra os sindicatos e os seus dirigentes!
É todo um mundo que separa a minha visão da tua!
Se o acordo entre a plataforma e o ministério o desenvolvimento poderia ter sido diferente e mais a nosso contento e por isso passado mais um ano estamos numa situação pior que em Outubro de 2007!
E uma cota parte de responsabilidade é dos sindicatos porque como sabemos têm uma agenda a cumprir qu não é a dos professores!
Outubro 12, 2008 at 5:42 pm
texto a emendar por gralha…
Se o acordo entre a plataforma e o ministério não se tivesse realizado, o desenvolvimento das posteriores acções poderia ter sido diferente e mais a nosso contento e por isso passado mais um ano estamos numa situação pior que em Outubro de 2007!
Outubro 12, 2008 at 6:06 pm
FTrindade,
Contra os sindicatos é um erro enorme.
Fazer isso e dizer isso dessa forma é chumbares os pés todos e arriscares-te a descer a S. Bento apenas com os “puros” anti-entendimento.
Todos erramos.
Eles erraram, em parte.
Eu errei, em parte da minha apreciação no momento.
Mas sempre encarei aquilo como uma “trégua”.
Mas estar neste momento agarrado a essa visão de que estás com “todos” os professores “contra” os sindicatos é um erro, antes de mais estratégico.
Nem sequer táctico.
Estratégico mesmo.
Outubro 12, 2008 at 6:08 pm
Note-se que não estive entre as tais 6 pessoas que se reuniram no Colombo dia 7 de Março, nem estou a tomar partido nesta disputa fransciscana
.
Apenas acho que este é o caminho errado para se fazer alguma coisa.
Outubro 12, 2008 at 7:08 pm
Francisco Trindade (17),
Nunca confundas p.f. o estares brutalmente zangado e desiludido com a posição dos sindicatos e dos seus dirigentes na defesa da Escola de qualidade, dos professores e dos seus alunos(os professores estão quase todos bem zangados com as posições deles), e a tua forma de estares no dia 15 de Novembro na manifestação com todos os professores.
Os professores, embora muito zangados com os sindicatos e seus dirigentes, SÓMENTE estão CONTRA O TRIO (MÁ)VILHA, porque está a destruir aquilo que os professores anónimos contruiram durante décadas com os seus alunos, muitas vezes contornando com sacrifícios, o que os vários imbecis chegados á 5 de Outubro e Cª tentavam fazer chegar às escolas, sem o mínimo de conhecimento: da estrutura de chefias intermédias do ME (chefias políticas e na maioria mediocres e incompetentes); dos verdadeiros problemas com que os professores se confrontavam diariamente nas escolas; de qualquer visão, com esse nome, sobre o próprio sistema educativo português, público, privado e cooperativo.
Que alguns dirigentes sindicais, que conheço muito bem, dêm um murro na mesa, tenham coragem, não contem o que se passou nestes 3 últimos anos (escrevam depois as memórias deste período ou não) e coloquem nos sites sindicais o apelo á união e á manifestação de 15/11, como lhes compete.
Outubro 12, 2008 at 7:36 pm
Ana Henriques,
tocaste na mouche indiscutivelmente…
Obrigado por isso.
Paulo Guinote e Ana Henriques,
O meu comentário/desabafo/revolta era e é dirigido particularmente ao Francisco Santos por disputas de há uns meses atrás, mais precisamente desde o dia posterior à assinatura do memorando, dia esse, em que houve uma reunião da APEDE na Ericeira e em que o Francisco Santos, do meu ponto de vista, que não será o dele, claro, não teve um comportamento muito digno. Apesar de vez em quando gosta de dar umas alfinetadas. O que ele não sabia é que eu lhe daria resposta…
Aí está!
Se os sindicatos estiverem na manifestação com os movimentos tudo bem por mim e não serei eu a mostrar rupturas…
Mas meus amigos aqui e agora que ninguém nos ouve, até porque este blogue é muito pouco concorrido, esperem pela reacção dos sindicatos quando souberem que irá haver uma manifestação marcada por movimentos independentes de professores…
E mais não é avisado dizer…
Outubro 12, 2008 at 8:00 pm
Francisco Trindade (22),
“…manifestação marcada por movimentos independentes de professores…”
A manifestação foi marcada pelos professores e não, como dizes, por movimentos “independentes”. Já agora: o que são movimentos independentes!?
“Pilinhas”?, como lhe chama o Paulo Guinote!? Parece.
Também já manifestei que a “medição de pilinhas” é feita pelos rapazes na adolescência (virilidade). O pessoal já está todo crescidote e adulto, não é verdade?
Outubro 12, 2008 at 8:06 pm
Não conheço pessoalmente o fjsantos. Mas tenho “falado” com ele no seu blogue. Tem feito um excelente trabalho de fornecer muitos elementos para ajudar Todos os professores a lutarem dentro das escolas.
Em alguns pontos temos discordado. Mas são simples pormenores irrelevantes.
Outubro 12, 2008 at 10:38 pm
O que a crise internacional nos diz é que todos temos andado a viver acima das nossas possibilidades. Inclusive os professores! Falar de manifs e de direitos neste enquadramento é ser lunático. Tomem(emos) juízo. Ter amanha, metade do que tínhamos ontem seria muito bom!
Até o PCP está em crise financeira e vai despedir funcionários.
Outubro 12, 2008 at 10:49 pm
Ó José Silva (25)
E que tal “dar música” a quem se está a “abotoar e bem”, com o dinheiro “roubado” aos professores (!?)
Considera (mesmo) que as pessoas são “mentecapetas”, em especial, os professores!?
Não pense nisso. Fingem.
Outubro 13, 2008 at 12:06 am
Prós – “Silva(s)”,
Fonte: Correio da Manhã (hoje); domingo,12 de Outubro de 2008 (pp 6)
Jorge (Cam)paio:
# Pensões: 35.995,08 Euros
# Rendimentos de trabalho dependente: 132.534,22 Euros
(etc)
Nota pessoal: Ganda (Cam)paio. Assim é que o “meu” Zé gosta … (!)
Mário (Co)ares:
# Pensões: 77.256,90 Euros
# Rendimentos de trabalho independente: 186.239,13 Euros
(etc)
Nota pessoal: Oi (!?)
Cavaco Sil(ba):
# Pensões: 182.404,80 Euros
# Rendimentos ind.: 70.971,26 Euros
Nota pessoal: Ganda sr Sil(b)a. Assim é qu(i)o é.
Outubro 13, 2008 at 1:46 am
Eu fui uma das seis pessoas que estiveram no Colombo. Eu também estive na reunião da Ericeira. Eu estive em todas as reuniões das Caldas da Rainha. Inclusivé na de sábado dia 11/10. Eu conheço os Franciscos. Ambos professores como eu. Com visões diferentes sobre os sindicatos. Faço um apelo para que resolvam os vossos diferendos em local privado. Peço ao Francisco Santos (que já foi à SIC NOTÍCIAS falar em nome da APEDE) que compreenda uma coisa: a APEDE nunca esteve oficialmente contra os sindicatos, mas também não os considera como “vacas sagradas”. E isso é apenas o sentir da larga maioria dos professores que se pronunciaram nas suas reuniões. A APEDE continua a expressar a opinião dos seus sócios e está aberta a todos os que queiram participar na luta que travamos, como classe, contra esta política educativa. Não compreendo o Francisco Santos a propósito da manifestação de 8 de Março: não estivemos nós dois, entre outros colegas, a dirigir a marcha da APEDE, Av. da Liberdade abaixo? A APEDE não se empenhou a fundo na mobilização dos professores para o 8 de Março? Não estiveram ali dezenas e dezenas de professores mobilizados pela APEDE, de várias regiões do país? Não olhámos diversas vezes nos olhos uns dos outros com um sentimento de indizível orgulho, honra e satisfação? Não manches esse dia 8 de Março, Francisco! Foi uma bela jornada de todos os professores deste país e a APEDE deu uma contribuição genuína e empenhada! Eu sou testemunha! E tu também! A APEDE é, e sempre foi, uma associação de professores aberta ao estabelecimento de pontes com outros movimentos e associações. Provámos isso em diferentes reuniões no passado e neste sábado também. Vamos agora todos juntos para a rua, com inteligência e discernimento! Temos uma missão a cumprir e dela não abdicaremos: fazer implodir este monstro de 3 cabeças: ECD, modelo de gestão e avaliação de desempenho. Creio que nisto todos estaremos de acordo! Como sempre não vinculo mais ninguém, mas deixo um apelo final: deixemo-nos de disputas e guerras estéreis, concentremo-nos na LUTA! UNIDOS VENCEREMOS!
Outubro 13, 2008 at 1:54 am
Ana Henriques,
pode ser uma questão de português, mas quando digo “movimentos independentes de professores” estou a referir-me à organização dos professores fora do espectro sindical como a APEDE, como o MUP, como o MEP, como o movimento de Leiria…ok?
Outra coisa e só por curiosidade Ana Henriques: no comentário 24 terminas dizendo “Mas são simples pormenores irrelevantes.”
Pergunto simplesmente: estiveste e estás de acordo com o memorando de entendimento assinado entre a plataforma sindical e o Ministério?
Esse entendimento que se veio a saber dias depois que teve a intervenção decisiva dos três silvas? É uma pergunta muito simples e directa.
Outubro 13, 2008 at 2:06 am
Assim não vão lá… com todo o respeito que todos me merecem.
Outubro 13, 2008 at 8:23 am
Francisco Trindade (29),
Como reparaste, não te “convoquei” no comentário 24 mas, indirectamente, fsantos. Tenho acompanhado, tanto quanto me tem sido possível vários blogues e um deles é o (Re)flexões da autoria do nosso colega(e também o “Outro Olhar” do Miguel Pinto). E participado, comentando. Como fui (e creio ainda ser) dirigente sindical é-me bastante fácil esgrimir argumentos neste campo. O meu conhecimento e experiência de muitos tiques de militantes e quadros de partidos, nomeadamente do PC, PS, ex-UDP. ex-MES permitem-me também argumentar não só com teorizações mas com a minha experiência e vivência (de vida).
“…Outra coisa e só por curiosidade Ana Henriques: no comentário 24 terminas dizendo “Mas são simples pormenores irrelevantes.””
Pretendia dizer que me parece que o fsantos terá que ver o que não quer ver ou não lhe interessa ver. E que está, digamos, a “esforçar-se”. Contudo, o comentário 28 (..)
Outubro 13, 2008 at 6:17 pm
25 de Outubro, 16h Frente à câmara do Porto
concentração de professores.
reunam-se pelo país fora. nao baixem os braços.
Outubro 17, 2008 at 1:15 pm
Não estou a perceber nada… Hoje na minha Escola duas senhoras do sindicato apelaram à presença dos professores numa manifestação agendada para 8 Novembro. Quando as questionei sobre a razão de não apoiarem a manifestação já marcada para o dia 15, evitando assim divisões, a resposta foi incrível -”porque quem marca as manifestações são os sindicatos e não grupos de profesores e esses professores é que estão a dividir”… Com amigos assim quem precisa de inimigos? Nem a nossa ministra faria melhor…
Novembro 3, 2008 at 1:17 am
Os professores não têm uma Ordem e por isso para se fazerem ouvir vão precisar dos sindicatos…
Todos sabemos que há casamentos e casamentos… lá teremos de engolir alguns sapos para não dividir ainda mais os professores e certamente lá iremos dia 08 de Novembro para dar força à voz dos Professores deste País !…