Mário Ramires, Sol, 4 de Outubro de 2008
E ainda para ler com atenção, de Margarida Davim:
Clima de medo em escola de topo no centro de Lisboa
Outubro 4, 2008
Mário Ramires, Sol, 4 de Outubro de 2008
E ainda para ler com atenção, de Margarida Davim:
Clima de medo em escola de topo no centro de Lisboa
Outubro 4, 2008 at 3:18 pm
Este tipo de situações é muito mais comum do que se imagina. E não tem raça nem côr. Então violência entre alunos é coisa que não falta. Ao colocar-se isto em termos racias não se está a ir ao fundo da questão. Habituem-se ou então revoltem-se contra o pseudo sucesso do ministério da educação! Tal como no caso do aumento da criminalidade, o problema é muito mais profundo e não está só ligado ao fenómeno da imigração como se quer fazer crer! Acordem… Há muita areia no ar…
Outubro 4, 2008 at 3:31 pm
Na minha escola quase não há imigrantes nem minorias étnicas e as acções violentas, dentro e fora da escola (do portão para fora, ajustes de contas com grupos de alunos de outras escolas e gangs do bairro ou da aldeia, com intervenção da polícia)
têm aumentado nos últimos anos. É o tipo de incidentes que são logo esquecidos, varridos para baixo do tapete.
Gostaria que se fizesse um levantamento estatístico do número de participações disciplinares que T~em sido feitas nas escolas, nos últimos quatro ou cinco anos; pelo menos desde que o novo estatuto do aluno entrou em vigor. Devia ser muitíssimo interessante…
Outubro 4, 2008 at 4:17 pm
Já tinha ‘postado’, mas ñ vejo o comentário… peço desculpa se vai repetido.
Então, o que perguntava era se não quereriam dar uma olhada a uma divulgação que pus no blogue da biblioteca da minha escola sobre o escritor João de Melo, de quem gosto muito.
Isto, também para contrariar a proliferação de Magalhães, que não há nada como um bom livro para ler, verdad?
Está aqui o sítio do tal blogue:
http://esagbib.blogspot.com/
Outubro 4, 2008 at 6:41 pm
Vamos ver o que vai acontecer a estes alunos? Avaliação exigente?
Foi apenas “brincadeira”?
Até que alguém morra…
Outubro 4, 2008 at 6:42 pm
Só não é “caso isolado” a repetição, vezes sem conta e à custa dos dinheiros públicos, do mesmo “estrondoso investimento” na educação, num país que historicamente sempre gostou de ostentar o que não tem! Não há pobreza maior que o exibicionismo caro do embrulho que encerra a ignorância, a pobreza de espírito, a irresponsabilidade e o fingimento!
Outubro 4, 2008 at 10:40 pm
bom, as atitudes deste governo e do me em particular estão para o país como as atitudes de um mau pai ou mãe estão para os seus filhos.
todos sabemos por que lemos estudamos acreditamos(que já é permitido) investigamos e constatamos que existem uma série de acções e comportamentos que funcionam como exemplo.
é assim com tudo na vida.
o exemplo destes senhores é fazer aquilo que maus pais fazem diariamente, tudo ao contrário, tudo sem regra, e ainda por cima com um discurso de que assim é que deve ser e que quem não faz como eles é que está errado.
sempre ensinamos que existem exemplos que criam no ser humano a capacidade de ser resiliente.
são as atitudes preventivas e saudáveis e não as que mostram que tudo pode ser obtido sem esforço e que tudo nos pode ser dado sem abrirmos a boca se quer para pedir.
e o me por que é mais fácil em vez de ter uma atitude educativa avança com uma acção de propaganda a toda a prova relegando para segundo (último lugar) a questão da formação e dos valores.
o que deveria ser discutido são os problemas reais e as necessidades efectivas da população e não ser-nos mostrado um governo que anda numa azáfama de terra em terra a fazer de caixeirinho e sem tirar tempo para o que deveras é importante.
e o burro sou, né?
Outubro 4, 2008 at 10:43 pm
pessoas com pouco espírito crítico, pouco resiientes, jovens mais quartados e sem socialização feita, obesos e presos a computadores, maior suicidio juvenil.
somos os segundos da europa.
será da Finlãndia?
Outubro 4, 2008 at 11:11 pm
Suomi Vivecananda,
Qual estatuto, o de 2002?
O mais grave é que estes grandalhões(18,19 anos) não podem ser expulsos.
Outubro 5, 2008 at 1:33 am
Ao descrever o Passos Manuel como uma “escola de topo” só revela a profunda ignorância do jornalista. O facto de ter sido um ‘lycev” nada tem a ver com o perfil de hoje. É uma escola TEIP, que serve a população pobre e problemática dos bairros populares de Lisboa, e cujos resultados escolares a colocam no fim dos rankings, mais nada. Está mesmo a perder o secundário ‘académico’ para se abrir às Novas Oportunidades e quejandos.
Outubro 5, 2008 at 2:17 am
Who let the dogs out?,
Já não é uma escola de topo. Se calhar o jornalista confundiu com o Pedro Nunes.
PM >> PN
Mas no ranking o Passos Manuel não aparece no fim, no do Público, fica na Posição 274, média de 9.9, apenas 5 décimas abaixo do Maria Amália, por exemplo.
Outubro 5, 2008 at 11:03 am
O documentário “A Violência Vai à Escola” mostrou a todo o País que o Ensino Obrigatório em Portugal já não é NADA!
É um monte de garotos dentro de uma sala, aos socos, aos berros, a teclar no telemóvel, a conversar, a relaxar, e um professor acagaçado à espera que toque. A Escola em Portugal passou a ser uma mentira. A ditadura bem-pensante, instalada nos Executivos e nos Governos, mete a cabeça na areia e finge não ver.
Fala-se em “autoridade” e lampejam imediatamente imagens de juventudes hitlerianas a marchar em passo de ganso, e de salazares de botas de elástico.
A Escola está a ajudar a construir gerações de ineptos, que pensam que a vida são morangos com açúcar.
Os professores têm que afirmar a pés juntos que o rei está vestidíssimo. Se se atreverem a denunciar que vai nu, levam avaliação negativa e são postos em cheque!
No entanto, bastava que olhassem para o lado, para outros países em que a “escola de afectos” fez escola, e verificavam imediatamente que foi um descalabro.