Prémio de Melhor Aluno para quatro
Quatro alunos do 4º ano da escola EB1 do Santo, em Fafe, foram distinguidos para receber o prémio do Melhor Aluno. A professora não conseguia distinguir entre eles os dois melhores, então resolveu seleccionar os quatro.
Cada um recebeu em sua casa uma carta, a informar que tinham ganho esse prémio e para se apresentarem na Junta de Freguesia para uma reunião.
Qual o nosso espanto como Pais, ver um autarca a informar que estes mesmos alunos teriam de competir no 5º ano para decidir qual seriam os vencedores ou fazerem uma votação entre eles.
Quatro bons amigos que são poderiam ficar chateados entre eles com toda esta situação. Como todos sabemos isto não é pedagogicamente correcto, nós, pais, sugerimos que fosse entregue apenas o diploma a que eles tinham direito e abdicávamos do prémio. Mesmo assim o autarca não esteve de acordo, então só nos restou abandonar a sala em protesto.
Passadas algumas semanas ainda continuam os alunos à espera de alguma decisão da parte do autarca em causa. Lamento que os maus exemplos venham das pessoas que maiores responsabilidades deveriam ter. Que rico estímulo dão aos alunos em causa. (Miguel Antero Freitas Pinto)
Setembro 18, 2008
Eu É Que Sou O Plesidente Da Junta
Posted by Paulo Guinote under Municipalização, Palhaçada Mesmo, Prémios[21] Comments
Setembro 18, 2008 at 4:52 pm
Pois. Lapidar.
Setembro 18, 2008 at 5:16 pm
Os “estudius” do CESNOVA – Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa são mais pró auditoriisas e pró impresárius, pró sr Silva e MFL.
Tantos interessados no dinheiro roubado aos professores mensalmente…! Afinal… sempre é uma pipa de massa … porque somos muitos. É só facturar!
“Escolas: «Descentralizar e responsabilizar»
Ex-ministro da Educação, David Justino, defende análises e auditorias às escolas, para encontrar «melhores» caminhos
O ex-ministro da Educação David Justino defendeu esta quinta-feira a realização de análises e auditorias às escolas, no quadro dos processos de descentralização em curso dos sistemas educativos, escreve a Lusa.
«Cada vez mais a tendência [na Educação] é descentralização e responsabilização», admitiu o ex-ministro e actual director do CESNOVA – Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa, durante a cerimónia de assinatura de um protocolo em Loulé, Algarve, para a criação de uma «Rede de Escolas de Excelência».
Loulé, Batalha, Castelo Branco, Constância e Oeiras são os cinco municípios portugueses fundadores da «Rede de Escolas de Excelência», cujo objectivo é criar uma rede cooperativa entre as várias escolas de diferentes regiões do país, visando a «troca e a avaliação de experiências, soluções e modelos de desenvolvimento educativo», pode ler-se no protocolo.
Os municípios foram seleccionados em função das suas «características económicas e sociais e da diversidade de contextos educativos que encerram» e que «revelassem maior potencial de desenvolvimento educativo», indica o preâmbulo do protocolo.
«Nós vamos tentar encontrar os melhores caminhos. Não vamos ensinar às escolas como se ensina, mas sabemos fazer análise e julgo que a nossa capacidade de fazer auditorias pode ser importante», afirmou David Justino, defendendo que o espírito da Rede de Escolas de Excelência é o da união de esforços.
«Unidos podemos ter mais vantagens», referiu o ex-ministro da Educação, mencionando que as escolas não se podem isolar, que devem, fundamentar-se noutras experiências antes de tomarem opções e que mais cedo ou mais tarde vão ter de fazer marketing.
Em declarações à Lusa, uma professora da Escola Secundária Laura Ayres, Loulé, disse que o projecto ia beneficiar ambas as partes envolvidas [escolas e autarquias], por se ir trabalhar com base em dados concretos.
«Vamos ter uma percepção do que se passa a nível nacional. Eu quero saber o que se passa noutras zonas do país e não apenas centrar-me na escola onde trabalho», admitiu Manuela Amorim.
A Rede de Escolas de Excelência nasceu da iniciativa de um grupo de investigadores do CESNOVA que entendem ser nas escolas e nas comunidades locais que reside o maior potencial de qualificação e de mudança social.
http://www.diario.iol.pt/sociedade/educacao-escolas-descentralizar-david-justino-excelencia-rede-de-escolas/992469-4071.html
Setembro 18, 2008 at 5:48 pm
O município na escola! A empresa na escola! As comunidades locais na escola, as empresas de auditorias na escola, os centros de estudos de tudo e mais alguma coisa na escola, os ministros e os ex-ministros na escola… tudo na escola!!!
Eu, neste momento, prontifico-me para o contrário: eu no municipio, eu na empresa, eu nos centros de estudo dos “bitaites”, eu nas acessorias e protocolos disto e daquilo, eu nos gabinetes de avaliação das experiências, eu ministro ou ex-ministro(não estaria mal, pois não?)!!!! – Que tal?? – posso enviar já o currículo académico, profissional, com um portefólio refexivo de aprendizagens,de todas as novas competências que adquiri ao longo da minha vida activa (que aguardo certificadas com brevidade) e uma experiência de avaliação rigorosa, extensa, objectiva, de excelência e anual como não há exemplo em Portugal?- Mas… vejam lá se tiram a entrevista (ele há gente muito mais gira que eu…)!
Setembro 18, 2008 at 6:00 pm
Eu que conheço muito bem um dos alunos em causa garanto-vos que ficou feliz com a decisão dos pais:)
O post não refere mais ainda foi feito, pelo autarca, a sugestão de que os alunos, agora no 5º ano, continuassem em disputa!
Setembro 18, 2008 at 6:01 pm
Li mal…sorry:)refere sim.
Setembro 18, 2008 at 7:09 pm
“Cada um recebeu em sua casa uma carta, a informar que tinham ganho esse prémio e para se apresentarem na Junta de Freguesia para uma reunião.
Qual o nosso espanto como Pais, ver um autarca a informar que estes mesmos alunos teriam de competir no 5º ano para decidir qual seriam os vencedores ou fazerem uma votação entre eles.”
Hum!, o Zé Mário Silva, um retinto socialista – conheço bem, infelizmente, a aventesma.
Setembro 18, 2008 at 7:23 pm
Fafe conheces cada aventesma… Livra.
Setembro 18, 2008 at 7:40 pm
Uma estória do Zé Mário Silva (não refiro aqui o epíteto porque é conhecido porque…): como o edifício da junta fica numa perpendicular ao do municipal, instalou uma camara vídeo para poder vigiar as entradas e saídas deste; se entra alguém preocupante, lá vai ele…
Setembro 18, 2008 at 7:55 pm
Irra!, puder.
Setembro 18, 2008 at 8:02 pm
Fafe.
Estava bem.
O primeiro “porque” é que não. Seria “por que”.
Se me é permitido…
Setembro 18, 2008 at 8:04 pm
Porque o Fafe, embora pelo sul, é de Fafe, hom’essa.
Setembro 18, 2008 at 8:08 pm
Swan Princess Diz:
“Fafe.
Estava bem.
O primeiro “porque” é que não. Seria “por que”.
Se me é permitido… ”
É permitido, é; e bem chamado à atenção.
Setembro 18, 2008 at 8:08 pm
“Com Fafe ninguém fanfe” Esta frase está escrita num monumento em Fafe.
Setembro 18, 2008 at 8:12 pm
Pois está, mas já há muito se fala que “o cacete secou porque a Justiça de Fafe acabou.”
Setembro 18, 2008 at 8:14 pm
Que pena, gostei tanto do monumento à cacetada.
Setembro 18, 2008 at 8:16 pm
Enfim, vou mas é “às migas”.
Setembro 18, 2008 at 11:06 pm
Voltando d’”as migas”, não vou falar dos socialistas lá de Montelongo, imaginem apenas que são só aquilo que são. Vou falar da oposição: uns advogados falidos do antigo CDS e uns bêbados indiferenciados do PSD, que nem às próprias reuniões chegavam no mesmo dia. Também tinha um tipo armado em comunista tardio, filho de um ex- Sumavielle, e trinta e cinco presidentes de junta estáticos e com trajos domingueiros mais a Dona Maria da junta onde não havia eleições – tudo junto nas assembleias municipais. Ah!, e também um engenheiro que nem por fax passava, que o sócras pouco inventou, e mais o meu amigo Laurentino Dias que, quando aparecia, era uma desgraça maior.
Mas, pasmem!, aquilo lá agora tem sete ou oito hipermercados (não estou a brincar!) e os socialistas já conseguiram rebentar com a cidade.
Considero que a de Fafe é uma das piores autarquias do país, havendo País.
Setembro 18, 2008 at 11:16 pm
já percebi FAFE PORQUE FUGISTE DE LÁ…é que o Alentejo é ainda uma das poucas -senão a única-regiões do país que conservam as suas caracteristicas originais…abençoada desertificação..
Setembro 18, 2008 at 11:23 pm
É um facto, não há como o Alentejo; e digo isto do fundo do coração da minha alma já definitivamente convertida à planície e à plenitude desta Gente.
Setembro 19, 2008 at 2:25 am
Esta “etória” envolve “razões que a razão (des)conhece”. As “elites” destas terriolas são terríveis.
Deixem os putos respirar!
Setembro 19, 2008 at 4:22 pm
Façam circular a informação via todos os vossos mails, professores e não professores.
Por mim, já o fiz.