Insucesso escolar na matemática : um (outro) olhar : percepção dos alunos do 6.º ano do Ensino Básico sobre o insucesso
Tese de Mestrado de Rosalina Nogueira Leandro que merece leitura, em especial na parte conclusiva, bastante dotada do bom-senso e conhecimento da realidade da sala de aula que tantas vezes falta a algumas destas abordagens. Eis dois excertos, retirados das páginas 138 e 140:


Agosto 22, 2008 at 8:40 pm
Só se pode concordar com tudo. Contudo, onde está a referência à família? O excerto é pequeno, deve estar noutro lado… Porque podem os professores «modelar», etc., se em casa não houver trabalho de casa dos pais, chapéu!
Agosto 22, 2008 at 8:58 pm
Pedro, nas páginas anteriores está essa referência.
Seguindo o link dá para descarregar a tese toda, bastando para isso estar registado no Repositorium.
Mas eu posso “recortar” ess’outra passagem.
Agosto 22, 2008 at 11:06 pm
Reconheço que estou naqueles dias maus.
Por isso não é a melhor altura para dar a minha opinião sobre estes dois pequenos excertos desta tese de Mestrado.
Não seria honesto da minha parte fazê-lo, desconhecendo toda a tese.
Agosto 22, 2008 at 11:40 pm
Acabei de olhar para a estante. Sabia que tinha alguns livros sobre métodos de trabalho e de estudo. Lembro-me de os ter comprado para que os meus filhos lessem alguns capítulos.
O primeiro destes pequenos manuais de “ajuda” que saquei da estante chama-se “Como Estudar Melhor” de P. O’Meara, D. Shirley e R. D. Walshe.Comprei-o em 1996 e é da Editorial Presença.
Calhou abri-lo precisamente no capítulo 7 – A Arte de Estudar Matemática. Segundo os autores, a fórmula de estudo para a Matemática é: O-F-L-F-O:
OUVE nas aulas
FAZ perguntas
LÊ e compreende
FAZ os trabalhos de casa
OK, está certo!
Seguem-se conselhos práticos para a fórmula.
Agosto 23, 2008 at 12:07 am
E outro que salta também da estante:
“Aprendizagem, Ensino e Aconselhamento Educacional-uma perspectiva cognitivo-motivacional” de António Manuel Duarte, da colecção Ciências da Educação séc XXI, 2002.
Abro, ao acaso, e leio:” É assim possível diferenciar três níveis de estratégias (de aprendizagem): “microestratégias”,
“macroestratégias” e “mesoestratégias” (Biggs, 1984).”
Há dias assim…..
Agosto 23, 2008 at 5:37 am
Obrigado, Paulo, mas não será necessário.
Sobre o E. A.: orientei duas acções PRODEP sobre E.A. Logo me espantei porque à maior parte dos cerca de 50 formandos não foi atribuída a disciplina nos dois primeiros anos. Começou logo muito mal por aí. Actualmente, como se diz na tese, o E. A. passou a tratar de conteúdos curriculares. Descobri até que há legislação nesse sentido pois na minha escola como noutras há autonomia para já não se leccionar E. A. mas as horas a ele dedicadas vão para Matemática, etc. E a verdade é que ele é necessário já que muitos alunos nada estudam, pela minha parte levo-os a estudar nas aulas, porque de casa nada há a esperar.
Agosto 23, 2008 at 10:43 am
O E.A. foi tomado de assalto pela L.P. e pela MAT. Existem até directivas no sentido de estas aulas serem aproveitadas para trabalho específico com os alunos do P.N.L.M. (assim se poupa em apoios de L.P.).