Querida sinistra
No final deste ano lectivo tão turbulento, em que nos deixa mais uma das suas pérolas, não queríamos deixar de lhe agradecer à medida. Assim, quando regressar de férias, para além de confusão da grossa, contamos ter colocado no seu gabinete da 5 de Outubro um dos exemplares que se seguem. Ainda não decidimos qual. Vamos, para esse efeito fazer um referendo. Queremos, desta forma, contribuir para uma maior comodidade sua quando der entrevistas toda escarrapachada.
Aqui deixamos, seguidamente, o catálogo
Modelo 1 – ABRIR PARA VER
Modelo 2 – ABRIR PARA VER
Modelo 3 – ABRIR PARA VER
Esperamos que a ideia seja do seu agrado.
Já escolhido está o novo rolo de papel higiénico que irá encontrar no seu WC privativo (era para ser surpresa, mas não resistimos) VER
Sem mais,
Desejamos-lhe o dobro ou o triplo daquilo que nos deseja a nós.
“Eu sou um dos casos que o [...] post toca e vim então aqui contar um pouco da minha história.
Em 2005, com emprego complicado na área da informática, com mulher desempregada (ex-funcionária RTP) e um filho quase a entrar em idade escolar, decidimos procurar a sorte para todos na Irlanda.
A candidatura, a partir de Portugal, foi em si um processo de outro mundo: com viagem e estadia na Irlanda paga pela empresa que me queria contratar, e chauffeur de Lexus à espera no aeroporto… sim, pois embora seja especializado numa área cobicada da informática, em Portugal não passava dos 1000-e-poucos euros brutos por mês e «com muita sorte por ter emprego».
Acabei por ser contratado e mudar para cá no início de 2006. O meu salário mais que duplicou, os elogios no trabalho (coisa que não existe em Portugal) acumulavam-se. Um mundo surpreendente. Em 2 anos o meu salário não parou de aumentar e neste momento tenho um cargo de chefia.
A minha mulher já chegou a trabalhar num infantário mas neste momento está em casa – não necessitamos do extra do salário dela.
O nosso filho está optimamente integrado no ensino irlandês, sendo dos melhores alunos na turma. Tem montes de amigos e já fala melhor o inglês que o português [frase editada].
É portanto claro que com as mentalidades de quem manda em Portugal (incluo não só políticos mas também gestores de empresa) não me passa pela cabeça um dia voltar. Tento é encorajar outros jovens portugueses a fazer o mesmo que eu!
Julho 22, 2008 at 11:47 pm
Como diria Eça ..este país é uma estrebaria..salvam-se os cavalos..
Julho 23, 2008 at 12:01 am
CARTA À SINISTRA MINISTRA
Querida sinistra
No final deste ano lectivo tão turbulento, em que nos deixa mais uma das suas pérolas, não queríamos deixar de lhe agradecer à medida. Assim, quando regressar de férias, para além de confusão da grossa, contamos ter colocado no seu gabinete da 5 de Outubro um dos exemplares que se seguem. Ainda não decidimos qual. Vamos, para esse efeito fazer um referendo. Queremos, desta forma, contribuir para uma maior comodidade sua quando der entrevistas toda escarrapachada.
Aqui deixamos, seguidamente, o catálogo
Modelo 1 – ABRIR PARA VER
Modelo 2 – ABRIR PARA VER
Modelo 3 – ABRIR PARA VER
Esperamos que a ideia seja do seu agrado.
Já escolhido está o novo rolo de papel higiénico que irá encontrar no seu WC privativo (era para ser surpresa, mas não resistimos) VER
Sem mais,
Desejamos-lhe o dobro ou o triplo daquilo que nos deseja a nós.
Ver http://www.sinistraministra.blogspot.com/
Agosto 15, 2008 at 11:18 pm
Depoimento encontrado em
http://www.doportugalprofundo.blogspot.com
“Eu sou um dos casos que o [...] post toca e vim então aqui contar um pouco da minha história.
Em 2005, com emprego complicado na área da informática, com mulher desempregada (ex-funcionária RTP) e um filho quase a entrar em idade escolar, decidimos procurar a sorte para todos na Irlanda.
A candidatura, a partir de Portugal, foi em si um processo de outro mundo: com viagem e estadia na Irlanda paga pela empresa que me queria contratar, e chauffeur de Lexus à espera no aeroporto… sim, pois embora seja especializado numa área cobicada da informática, em Portugal não passava dos 1000-e-poucos euros brutos por mês e «com muita sorte por ter emprego».
Acabei por ser contratado e mudar para cá no início de 2006. O meu salário mais que duplicou, os elogios no trabalho (coisa que não existe em Portugal) acumulavam-se. Um mundo surpreendente. Em 2 anos o meu salário não parou de aumentar e neste momento tenho um cargo de chefia.
A minha mulher já chegou a trabalhar num infantário mas neste momento está em casa – não necessitamos do extra do salário dela.
O nosso filho está optimamente integrado no ensino irlandês, sendo dos melhores alunos na turma. Tem montes de amigos e já fala melhor o inglês que o português [frase editada].
É portanto claro que com as mentalidades de quem manda em Portugal (incluo não só políticos mas também gestores de empresa) não me passa pela cabeça um dia voltar. Tento é encorajar outros jovens portugueses a fazer o mesmo que eu!
Um abraço da Irlanda”