Vítor Constâncio especializou-se em dizer, de forma aborrecida e atrasada, o que qualquer opinador de esquina percebeu há muito: as coisas têm estado mal, estão mal e assim continuarão a estar.

Quanto ao resto, neste caso em notícia do Jornal de Negócios, limita-se a validar 95% do que o Governo decide, ficando com dúvidas sobre 4% e criticando levezinho o 1% restante.

Depois temos, a juntar à originalidade de Constâncio-Dupont a tão proclamada genialidade do Dupond do PSD, de seu nome António Borges, alguém com imensa ânsia por demonstrar que ele também é capaz de destacar o óbvio, de forma banal e quiçá com um cinzento mais acinzentado que os outros, repisando o chão já pisado e humedecendo o soalho molhado com mais uma vacuidade sem conteúdo.

Afundamos?

Claro que afundamos!

E com estes pesos-mortos nunca viremos ao de cima.