No Existente Instante, mal reconheço um tal João Portuense que aqui me apareceu um dia a desancar forte e feio. Afinal o homem comove-se até com uma acção de formação sobre avaliação do desempenho. Mais umas linhas e eu tinha uma subida de glicémia, tamanhos os afectos que se soltaram em tal experiência, ao que parece inolvidável.

Feliz eu que, para conviver e trocar experiências com os colegas de diferentes «congregações», não preciso de ir a acções de formação para candidatos a adesivos envergonhados e sensíveis.

Fico sem saber é o que entende o amável e espantado postador por encontros «congragatórios».

Mas ele sabe que esta é apenas uma alfinetada a quem achou que eu é que era o «vaidosão» de serviço e mais uma série de coisas. Falta de espelhos é o que é. Desde o início do ano tinha dado tempo de passar por uma qualquer ex-loja dos 300.

Olha se me sai um avaliador destes, com evidente défice afectivo e de lágrima ao canto do olho? O que faço? Dou-lhe palmadinhas nas costas e bolachinhas?

Adenda: Todos têm direito a expressar a sua emoção pelas experiências vividas, mesmo que em forma enjoativa, assim como eu de dar a minha opinião ríspida. Venham daí as bengaladas…

Adenda 2: Numa manifestação de grande respeito pela liberdade opinativa, o autor-pseudónimo do blogue em causa apaga diligentemente todos os comentários adversos. Coisa linda… Um exemplo de postura afectiva.