Docentes do Enriquecimento Curricular queixam-se do trabalho precário e do cansaço dos alunos

Os docentes das Actividades de Enriquecimento Curricular da Região de Lisboa queixam-se do trabalho precário, da falta de material pedagógico e do cansaço dos alunos após um dia de aulas, revela um estudo do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).
O estudo do SPGL, através de um inquérito junto de docentes envolvidos em Actividades de Enriquecimento Curricular e autarquias, permite traçar um retrato-tipo destes docentes, que são maioritariamente jovens com menos de trinta anos, mulheres, quase todos licenciados e detentores de habilitação para a docência, já trabalharam no ensino em anos anteriores e são recrutados por análise curricular ou entrevista.
Segundo o SPGL, a esmagadora maioria dos monitores das AEC na área da Grande Lisboa trabalham em condições extremas de precariedade, “com 93 por cento dos docentes a recibos verdes quando têm um horário semanal bem definido, embora na maioria dos casos com poucas horas”.
“São 15 mil os docentes que no dia 20 de Junho foram para o desemprego e que só voltam a receber lá para Outubro”,
afirmou o sindicalista Manuel Micaelo, realçando ainda o carácter temporário destas funções.

É o Progresso, é a Mobilidade, é o Choque Tecnológico, é a Globalização, é Coiso. Perguntem ao Vital Moreira que ele deve conseguir explicar que é tudo em prol da Nação e da boa governança.