Hoje no caderno P2 do Público, a ler, com umas pequenas reservas nas partes em que por vezes MFM parece pensar que os alunos são pré-universitários a sério, porque são 3 páginas de grande formato e não digitalizáveis com facilidade.
Adenda: Entretanto já me mandaram o link para o texto em causa.

Julho 4, 2008 at 12:45 pm
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1334392&idCanal=58
está aqui o link para o texto.
Julho 4, 2008 at 1:23 pm
Concordando com a leitura de Maria Filomena Mónica e parabenizando-a pela excelente minunciosidade com que defendeu seus argumentos, é bom lembrar QUANDO surgiram os critérios de correcção para a prova de Português.
É que se em Matemática a coisa parece que não teve mesmo jeito nenhum, em Português ainda conseguiram “remediar” algumas coisitas a tempo…
… para não dar tanto nas vistas, talvez…
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Plataforma:
Para a semana gostava de ouvir-vos.
E Bastante!
Julho 4, 2008 at 1:41 pm
Li o artigo. Assim,muito rápido,e após uma primeira leitura, aqui vai:
Concordo com MFM quando refere linguagem fechada, confusa e palavrosa dos programas, nomeadamente nas suas introduções e objectivos.
Tem concordo quando refere que alguns critérios de avaliação de exames não favorecem a criatividade e imaginação na escrita e na compreensão de muitos alunos, não os deixando “brilhar”. Concordo que comentar sobre problemas económicos, financeiros e ambientais da UE (por exemplo) não fazem muito sentido num exame de Português.
Concordo quando fala do GAVE, DGIC, DGRHE…., de VL e dos outros. E no espartilho em que os professores cada vez mais se vêem metidos. E não sabe da “missa toda”.
No entanto,em muitos outros aspectos, MFM parece ter ficado parada no seu tempo de aluna do liceu.
A classificação por níveis de desempenho ( holística) tem vantagens em relação ao que se quer testar. Noutras terá desvantagens, e será mais razoável usar-se uma classificação analítica.
E depois, porquê tanta reluctância em relação a autores contemporâneos? Esta nunca entendi.
Finalmente, não abona a seu favor dizer que nunca percebeu muito bem “Os aparelhos ideológicos de Estado” de Althusser.
Julho 4, 2008 at 2:40 pm
Fernanda 1
O Althusser era um doido varrido que impingiu a teoria do “corte epistemológico” em Marx.
Além disso, doentio como era, nunca conseguiu perceber que a ideologia não serve só para “distorcer” a realidade, mas antes a interpretá-la e a produzí-la.
Sobre esta questão ver Paul Ricoeur, por exemplo “Ideologia e Utopia”
Julho 4, 2008 at 2:46 pm
Já faltava esta, a MFM.
Não tenho competência para analisar os exames de português, mas mesmo assim, não vejo problema nos alunos comentarem “problemas económicos, financeiros e ambientais da UE (por exemplo)”.
Julho 4, 2008 at 4:28 pm
h5n1,
A questão não é o juízo de valor sobre Althusser, é o que MFM diz: “…”queimei as pestanas a tentar perceber o que, na opinião de Althusser, era um AIE (Aparelho Ideológico do Estado)”. Segundo me lembro, a opinião do autor sobre os AIE é bem clara. Pode-se é concordar ou discordar dela.
DA,
Podem comentar, argumentar, etc. Não sei é o que vai sair dali. O mesmo não se porá para alunos a serem testados a História, Geografia ou Economia.
Tal como não sei se os alunos, como aqui já referi, saberiam comentar e analisar as políticas económico-financeiras do governo de Margaret Thatcher (em Inglês, há uns anos, de acordo com os anteriores programas).
Não vejo a mais-valia, neste último caso, para se aferir de conhecimentos/competências a nível da compreensão e expressão escritas na língua Inglesa.
Mas o que me causa mais espanto é mesmo esta fixação nos chamados autores clássicos e esta atitude de altivez contra os autores recentes que a socióloga afirma não estarem ainda “confirmados” quanto à sua qualidade.
Porque é que Saramago, Mário de Carvalho, Mário Cláudio, Lídia Jorge, por exemplo, terão de esperar para se confirmarem como bons escritores da actualidade?
Julho 4, 2008 at 10:46 pm
Concordo com a Fernanda1 e existe ali muita imprecisão, erros e erros graves.
Dispenso estas “ajudas” datadas e pareço o h5n1….
Julho 4, 2008 at 10:50 pm
O REI E A RAINHA VÃO NUS
Desde que foi desmascarado, o Estudo sobre a Reorganização da Carreira Docente do Ministério da Educação, coordenado por João Freire, tem vindo a ser objecto de algumas reflexões e comentários nos blogs de educação.
. Solicita-se uma ampla divulgação deste estudo e das reflexões sobre ele, para que todos os professores (e todos os cidadãos em geral) possam, definitivamente, perceber as trampolinices dos nossos responsáveis ministeriais e afins que, através do seu enfezamento, vão tornando o País mais mesquinho e vil.
. Parte deste estudo pode consultá-lo neste blog em ESTUDO QUASE SECRETO.
. Reflexões e comentários:
Da APEDE:
. Para uma Genealogia do Estudo da Carreira Docente – 1
. Para uma Genealogia do Estudo da Carreira Docente – 2
De Ramiro Marques
. Estudo sobre a Reorganizão da Carreira Docente: a Origem de Todos os Males
De Paulo Guinote:
. Margarita e o Mestre
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente-2
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente-3
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente-4
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente-5
. A Arqueologia do Estatuto da Carreira Docente-6
Ver mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/rei-e-rainha-vo-nus.html
Julho 4, 2008 at 10:52 pm
ESTUDO QUASE SECRETO
Estudo (quase secreto) elaborado para o Ministério da Educação, coordenado por João Freire, concluído em Dezembro de 2005, sobre a tão desejada reorganização do Estatuto da Carreira Docente.
Pode consultar em
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/estudo-quase-secreto-1.html
Julho 4, 2008 at 11:03 pm
Puf!, já estou velho de ver, não pelas vias copiadas do estafado BE.
Estou farto de chineses e vietnamitas disfarçados de portugueses! Pim!