E o público aplaude de pé, em especial o que não pode escrever isto sem risco de se magoar por aí… ou de ser charruado a pretexto de qualquer coisinha…
Julho 4, 2008
Maria Filomena Mónica (De Novo) Sobre Valter Lemos
Posted by Paulo Guinote under Educação, Protagonistas[25] Comments

Julho 4, 2008 at 1:42 pm
Está na altura de Maria Filomena Mónica ler o “estudo” do seu colega Freire do (ISC)ZÉ.
Aconselho-a, atendendo ao seu artigo publicada hoje no Público, a efectuar de imediato a incursão pela página 12 «Síntese problemática da situação presente /Diagnóstico/ Á partida, pareceu que a situação actual da organização e funcionamento da carreira dos educadores e professores podia ser descrita sinteticamente da forma seguinte: fraco rendimento do sistema, medido pela insuficiente qualidade dos “formados” (…)»
Julgo que Filomena Mónica não sofre de problemas cardíacos (!?)
Julho 4, 2008 at 1:53 pm
REFLEXÃO SOBRE O ESTUDO DE JOÃO FREIRE (2)
PARA UMA GENEALOGIA DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE – 2
SOBRE O ESTUDO DE JOÃO FREIRE
APEDE
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/reflexo-sobre-o-estudo-de-joo-freire-2.html
Julho 4, 2008 at 1:59 pm
Acuso a ministra da Educação e o director do GAVE
Santana Castilho *
A ministra da Educação veio tentar convencer o país de que há uma enorme recuperação, fruto das políticas do Governo
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Julho 4, 2008 at 2:26 pm
Genial Mónica!
Com 100 pessoas como tu começo a acreditar – ainda que muito tenuamente – que Pt ainda poderá existir mais meio século. Mas… será que em Pt existem 100 pessoas como tu?!
http://criticademusica.blogspot.com/
Julho 4, 2008 at 2:38 pm
E a professora Maria Filomena Mónica ainda não estudou as “Novas Oportunidades”… Aí então é que ficava estarrecida… Alguém que lhe diga que o neto já precisa de se apresentar na escola aos 15 anos… Pode ir mais tarde e fica logo com o 12ºAno!!!!
Julho 4, 2008 at 2:38 pm
Correcção:
E a professora Maria Filomena Mónica ainda não estudou as “Novas Oportunidades”… Aí então é que ficava estarrecida… Alguém que lhe diga que o neto já não precisa de se apresentar na escola aos 15 anos… Pode ir mais tarde e fica logo com o 12ºAno!!!!
Julho 4, 2008 at 2:43 pm
Para que “servem” os deputados? A quem servem?
Seria uma boa ideia substitui-los por robôts. Que vos parece?
http://bp3.blogger.com/_3zVgQCbpCmA/SG1kOmnWcmI/AAAAAAAAABc/-j8W8SaErW4/s1600-h/PS.JPG
Declaração de voto
Por estrita disciplina partidária, imposta pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista, voto contra as propostas de alteração apresentadas pelo PCP e pelo PSD, inseridas na apreciação parlamentar n.º 39/X, referentes ao Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, que altera o Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
A minha posição, contrária a esta orientação de voto, é sustentada pelos seguintes argumentos:
Ver mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Palácio de São Bento, 20 de Março de 2007
O Deputado do Partido Socialista
João Cândido da Rocha Bernardo
Julho 4, 2008 at 3:27 pm
VL surge sempre em 1º lugar nas críticas de MFM. Seria interessante percebermos tal posição – pretenderá a autora atribuir-lhe, em lugar de destaque, a responsabilidade por todo o actual desacerto reformista e legislativo que se encontra a aumentar de modo preocupante o caudal (des)educativo das últimas décadas? Poderá a fotografia deste artigo passar a fazer parte da galeria recentemente inaugurada? Será o secretário de estado um Richelieu caseiro à nossa modesta escala? Basear-se-á a autora das críticas em afirmações “inclusivas” que já provocaram reacções de riso entre os professores? Resta ainda uma infinidade de questões a colocar, o que se traduz em tarefa inglória, pois nunca teremos a possibilidade de sair do campo das conjecturas, englobando no círculo de cépticos o grupo que, ao longo da profissão, se cruzou de modo mais “próximo” com o visado e poderá apresentar mais algum contributo para as opções de escolha múltipla (é possível assinalar várias possibilidades ainda não quantificadas).
Concordo com a última frase do post, embora MFM possa respirar de alívio por não ser professora do ensino secundário numa qualquer escola sob a alçada da DREN…
Julho 4, 2008 at 6:02 pm
Julgo que os pais, os alunos e os professores se deveriam unir, e pedir que estes sujeitos fossem criminalizados por hipotecarem, não só o futuro dos jovens mas também o do País.
Somos governados por um bando de mafiosos e de criminosos, cujo último objectivo é perpetuarem-se no poder relegando o resto do país à estupidez,ignorância e à miséria.
Julho 4, 2008 at 7:37 pm
Eh, pá! É impressão minha ou o Valterzinho na fotografia está um pouco parecido com um schtrumpf? Só me parece que não está é suficientemente azul, mas também pode ser porque a fotografia é a preto e branco
.
Julho 4, 2008 at 7:38 pm
Olha! Então agora deu-me para o daltonismo! A foto do Valterzinho é a cores! Mas mesmo assim com uma pinturazinha azul ficava um schtrumpf à maneira (mas com menos piada).
Julho 4, 2008 at 9:14 pm
Herr,
O VL está é a modos que distorcido, com uma cabeça à Eraserhead.
Julho 4, 2008 at 10:13 pm
A escola fábrica, o professor máquina, o aluno robot,tudo monotorizado ao minuto para se produzirem estatísticas. É a isto que se resume a política(?!) educativa(?!) desta ministra. A Escola do conhecimento que promovia a individualidade e a criação, MORREU. Como não há crime sem castigo, alguém vai ter que responder por isso.
Julho 4, 2008 at 10:44 pm
Desculpem lá, mas a senhora MFM já esteve contra os professores… e o seu artigo está pejado de erros e imprecisões.
Globalmente, funciona como nossa aliada…mas eu dispenso estas aliadas de trazer por casa!
Julho 4, 2008 at 10:57 pm
GENEROSIDADES PARA OS PODEROSOS
Tive, acidentalmente, conhecimento de que dois psicólogos estariam a realizar um estudo/levantamento, inserido num projecto de combate ao insucesso e abandono escolares em escolas do concelho de Tavira.
Como sei que, colocado no concelho pelo ME, existe somente um psicólogo para dois Agrupamentos de Escolas e uma Escola Secundária (estimativa de 4500 a 5000 alunos), tal pareceu-me uma boa ideia.
Consultei o site http://www.epis.pt/ e deparei-me, de imediato, com algo surrealista. O ME também “patrocinava” (?) esta iniciativa! Mas como seria isso possível, se, como fui informada, somente tem no terreno um psicólogo, extinguiu os professores de apoio sócio-educativo e reduziu dramaticamente os professores de Educação Especial das escolas!?
Logo de seguida, dei-me conta de que existiam imensas empresas associadas.
Seria bom se não tivesse tido a informação de que, ao que parece, as empresas usufruem de benefícios fiscais por tamanha “generosidade”.
Na prática, estão os “contribuintes portugueses” a pagar para mais esta festança (!) (?).
(…)
Ler em
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/generosidades-para-os-poderosos.html
Julho 4, 2008 at 11:00 pm
GPS – SGPS – S.A.
O Grupo GPS, SGPS, S.A., que detém a G.P.S. – Educação e Formação, S.A. (GPS é aqui o acrónimo de “Gestão de Participações Sociais” – Diário XXI de 14-12-2006), foi criado em 2003, a partir da GPS – Educação e Formação, e está sediado no Louriçal, Pombal, possui e opera vários colégios e escolas profissionais, principalmente na região Centro. Para além da sua área nuclear, a educação e formação, na qual está em grande expansão, a holding GPS, SGPS, S.A., integra “mais de meia centena de empresas na área do imobiliário, serviços (onde integra empresas do turismo)”, como se pode comprovar no seu organograma (clicar em Mapa GPS e depois em Organograma), e continua em forte crescimento da sua actividade, conforme se pode verificar num motor de busca.
A GPS, SGSP, S.A., é uma sociedade gestora de participações sociais e está matriculada na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Pombal com o número de pessoa colectiva 506 607 062. A G.P.S. – Educação e Formação, S.A., está também matriculada na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Pombal com o número de pessoa colectiva 507 177 630, e é uma sociedade anónima, com acções nominativas e ao portador. O seu líder, que ocupa o cargo de Presidente do Conselho de Administração da SGPS e da sociedade anónima, é António Jorge Freire de Brito Calvete, “antigo deputado do PS” (segundo notícia do JN de 17-3-2008, via O Sexo e a Cidade, link original fornecido pelo JPG do Apdeites na caixa DPP). Além da sua ligação ao ensino básico e secundário, também terá estado ligado ao ensino superior: segundo o CM, terá alegadamente gerido também a “Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra (EUVC), durante o período (…) 2004/2005″.
Expande-se o ensino privado pelo básico e secundário e mirra a escola pública…
Do Portugal Profundo escrevo sempre com a preocupação da verdade – factos-factos-factos! – e, por isso, não afirmo, nem publico, o que não confirme. Portanto, coloco uma pergunta, em nome da transparência e escrutínio de cidadania no sensível sector da educação: haverá algum público e notório defensor da escola pública que seja accionista das sociedades GPS, SGPS, S.A./G.P.S. – Educação e Formação, S.A. ou das suas participadas?
Nota: Como sempre procuro fazer, contactei hoje, 27-6-2008, a GPS, SGPS, S.A./GPS-Educação e Formação S.A., mas não foi possível falar até este momento com nenhum responsável do grupo. Se, entretanto, obtiver alguma resposta para a questão acima, publicá-la-ei.
in doportugalprofundo.blogspot.com (actualizado às 17:49 de 27-6-2008)
Julho 4, 2008 at 11:03 pm
Covilhã (?)Ah!
Escola Internacional da Covilhã abre em Setembro
Estabelecimento privado com capacidade para 650 alunos «não vem ocupar o lugar de ninguém», dizem os promotores.
(…)
A EIC propõe um projecto educativo virado para «o desenvolvimento integral do aluno e a excelência académica, no sentido de que este se transforme num sujeito autónomo e responsável, dotado de espírito crítico e competente», sublinhou António Calvete, presidente do Grupo Gestão de Participações Sociais (GPS), a empresa promotora. Esta escola dará ainda primazia ao «investimento na preparação dos alunos», dotando-os de «competências linguísticas» e adaptando-os «à exigência da globalização».
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/regional/Covilha.htm
Julho 4, 2008 at 11:13 pm
Maria Filoménica Mónica SEMPRE!!!
Viva a inteligência e a lucidez!
Julho 5, 2008 at 12:04 am
MFM escreveu um artigo sobre este personagem sinistro. Muito bom. Não o encontro no meu “arquivo”.
Julho 5, 2008 at 12:22 am
anahenriques Diz:
“Covilhã (?)Ah!
Escola Internacional ”
Mesmo que os alunos tenham melhores resultado, o BE estará contra a iniciativa privada porque não sua.
Devia começar por alguns dirigentes dos multi-partidos do BE abdicarem de leccionar nas privadas; e, já que não acordam nas públicas, idem.
Mas não o farão, há-de-se descobrir algumas questões de princípio, provavelmente a deles.
Julho 5, 2008 at 12:42 am
Concordo com o António.
Umas das imprecisões é quando diz que os exames do 12.º deixaram de abranger a matéria dos 3 anos, tal nunca aconteceu a nenhuma disciplina, chegou a estar previsto na nova reforma do secundário, mas como em 2006 os exames do 11.º ano com matéria dos 2 anos não correram bem, essa possibilidade foi deixada de lado.
É que estudar matéria de 3 anos não é fácil.
Julho 5, 2008 at 10:37 am
anahenriques (19),
Penso que te referes a um artigo de Setembro. Podes encontrá-lo aqui:
http://anomalias.weblog.com.pt/arquivo/401042.html
Julho 5, 2008 at 12:16 pm
Maria A.,
Muito obrigada. É, de facto, o artigo da MFM a que me referia.
Julho 5, 2008 at 9:35 pm
Valter Lemos??? quem é?
Julho 6, 2008 at 10:26 am
O artigo de MFM não podia ser mais certeiro. Com esta «farpa» – e com outros artigos que a têm precedido, sobre a educação ou sobre outros assuntos do nosso quotidiano… -, MFM demonstra ser uma das vozes ainda lúcidas, livres e corajosas que se ergue fora das escolas contra a empresa totalitária que conhecemos sob o nome de «Ministério da Educação», mas cuja sigla bem poderia traduzir uma tentacular «Máquina do Embuste»! Não creio que possa existir alguém de boa-fé dentro de um estabelecimento de ensino público no nosso país que não seja uma potencial testemunha da mentira e do medo quotidianos que aí se vivem! Pena é que a generalidade dos jornalistas não investigue nem publique assuntos tão graves como a escalada do poder discricionário de «mangas-de-alpaca» içados à categoria de «directores» [«da mula ruça», diria a minha Avó...] ou a requintada mentira das avaliações externas feitas por inspectores que, como gado obediente e parvo, apenas pastam na erva que lhes parece mais verdejante, mesmo suspeitando que outra coisa não estejam a comer que não seja má palha pintada de verde…
Muito obrigado, Maria Filomena Mónica!