O rapaz dos caracóis tomou o comando da 5 de Outubro, agora que a D. Maria inaugurou a (sua) galeria.
O imperador está desalmado. Preve-se que, nos próximos dias/semanas, grandes visões sejam plasmadas em decretos, despachos, circulares.
Educação: Governo anuncia vinculação de professores aos quadros dos Agrupamentos no próximo concurso
Vem aí novo concurso, lá vou eu no corrossel… para um agrupamento.
“Educação: Governo anuncia vinculação de professores aos quadros dos Agrupamentos no próximo concurso
Lisboa, 03 Jul (Lusa) – O ministério da Educação (ME) anunciou hoje que os candidatos no próximo concurso de professores vão integrar os quadros dos Agrupamentos em que forem colocados, uma medida que pretende estabilizar os docentes na mesma escola.
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Numa conferência de imprensa, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, realçou que o diploma que estabelece as regras do próximo concurso de professores, que fixa os docentes à mesma escola durante quatro anos, a partir do próximo mês de Janeiro, “prevê a possibilidade de os professores dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) integrarem os quadros de agrupamentos onde estão colocados”.
Valter Lemos destacou que “a tendência é para o desaparecimento dos quadros zona e vincular os professores às escolas onde estão colocados”.
Actualmente são cerca de 33 mil os professores que estão nos Quadros de Zona Pedagógica.
“Os QZP manter-se-ão para aqueles professores que não obtenham logo colocação, até à sua integração completa nos agrupamentos”, disse, salientando que “enquanto não obtiverem lugar manterão os direitos que tinham no QZP”.
O governante adiantou que a expectativa do ministério “é que mais de 2/3 ou ¾ dos professores venham a obter lugar nos quadros de agrupamento” já nesta fase.
“Pela primeira vez os lugares que vão a concurso correspondem com rigor com àquelas que são as vagas de horários efectivos no agrupamentos escolares”, encerrando “tanto quanto possível o ciclo de contratados adicionais pelas escolas”, salientou.
Entre as medidas para a estabilização do pessoal docente, o governante realçou que no próximo ano os professores do particular e cooperativo e do ensino artístico (escolas de música e dança) poderão aceder à profissionalização nas mesmas condições dadas aos docentes do ensino público, sendo dispensados de profissionalização os docentes com mais de 45 anos de idade e 10 anos de serviço, uma medida que beneficiará cerca de 250 pessoas.
“Estes professores não tinham acesso à profissionalização e não ter acesso à profissionalização significa não ter acesso à carreira docente”, disse, realçando que está a ser preparado um novo diploma para os professores de escolas de artes visuais que permite que os docentes do ensino artístico especializado com anos de serviço possam vir a ser integrados nos quadros das suas escolas definitivamente, permitindo a estabilização de professores “que durante anos sempre foram aceites no pressuposto de contratos temporários”.
No que respeita ao pessoal não docente, Valter Lemos destacou a possibilidade de 1.600 dos contratados a prazo que terminava os seus contratos a termo a 31 de Agosto ficarem vinculados ao quadro, em concursos que serão abertos já nos próximos dias junto das escolas.
O secretário de Estado salientou ainda que estão já autorizadas para o próximo ano as renovações dos contratos de sete mil assistentes administrativos e auxiliares de acção educativa que tinham sido contratados desde 2002/03 em contratos a termo certo.
Entre as medidas do Governo nesta área, realçou também que “estão abertos concursos para 775 lugares de chefe de serviço de administração escolar, situação que aguardava no ME há anos” em todo o país, ainda um despacho recente que desbloqueia 1.596 vagas para assistentes técnicos e assistentes operacionais e o concurso a decorrer para 1.400 técnicos de Centros de Novas Oportunidades (CNO) actualmente a recibo verde, de forma que “até ao final do ano deixarão de existir pessoas a recibos verdes nos CNO”.
“As escolas têm ordens para até ao fim do ano escolar procederem à reclassificação profissional de todo o pessoal não docente que adquiriu novas competências e habilitações nos últimos anos”, disse ainda.”
Por estrita disciplina partidária, imposta pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista, voto contra as propostas de alteração apresentadas pelo PCP e pelo PSD, inseridas na apreciação parlamentar n.º 39/X, referentes ao Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, que altera o Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
A minha posição, contrária a esta orientação de voto, é sustentada pelos seguintes argumentos:
(…)
In,
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/ainda-se-lembram.html
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi
“trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel
Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira),
ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a
direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos
seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirma-se “penalizado por delito de opinião” colectivamente
expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”.
Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”.
A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos
disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em
geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade.
A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move por
fazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
Paulo desafio-te a postar este texto…
afinal não somos senão animais bípedes e com dinheiro…armados em intelectuais..
O Homem Congrega Todas as Espécies de Animais
Há tão diversas espécies de homens como há diversas espécies de animais, e os homens são, em relação aos outros homens, o que as diferentes espécies de animais são entre si e em relação umas às outras. Quantos homens não vivem do sangue e da vida dos inocentes, uns como tigres, sempre ferozes e sempre cruéis, outros como leões, mantendo alguma aparência de generosidade, outros como ursos grosseiros e ávidos, outros como lobos arrebatadores e impiedosos, outros ainda como raposas, que vivem de habilidades e cujo ofício é enganar!
Quantos homens não se parecem com os cães! Destroem a sua espécie; caçam para o prazer de quem os alimenta; uns andam sempre atrás do dono; outros guardam-lhes a casa. Há lebréus de trela que vivem do seu mérito, que se destinam à guerra e possuem uma coragem cheia de nobreza, mas há também dogues irascíveis, cuja única qualidade é a fúria; há cães mais ou menos inúteis, que ladram frequentemente e por vezes mordem, e há até cães de jardineiro. Há macacos e macacas que agradam pelas suas maneiras, que têm espírito e que fazem sempre mal. Há pavões que só têm beleza, que desagradam pelo seu canto e que destroem os lugares que habitam.
Há pássaros que não se recomendam senão pela sua plumagem ou pelas suas cores. Quantos papagaios falam sem cessar, sem nunca compreender o que dizem; quantas pegas e gralhas são domesticadas para roubar; quantas aves predadoras vivem da rapina; quantas espécies de animais agradáveis e tranquilas servem apenas para alimentar outros animais!
Há gatos, sempre à espreita, maliciosos e infiéis, que deslizam com patas de veludo; há víboras de língua venenosa, sendo o resto útil; há aranhas, moscas, percevejos e pulgas, que são sempre incómodos e insuportáveis; há sapos, que nos horrorizam e que têm peçonha; há mochos, que temem a luz. Quantos animais não vivem sob a terra para se manter! Quantos cavalos, que utilizamos para tantos fins, não abandonamos quando já não servem mais; quantos bois não trabalham uma vida inteira para enriquecer aqueles que lhes impõem o jugo: as cigarras, que passam a vida a cantar; as lebres, que têm medo de tudo; coelhos, que se espantam e acalmam num instante; porcos, que vivem na crápula e na imundície; patos mansos, que atraiçoam os seus congéneres, atraindo-os a armadilhas, corvos e abutres, que vivem apenas de podridão e de cadáveres! Quantas aves migratórias não voam tantas vezes de um extremo ao outro do mundo e se expõem a tantos perigos para sobreviver! Quantas andorinhas, sempre atrás do bom tempo; quantos escaravelhos, inadvertidos e sem objectivo; quantas borboletas à procura do logo que as queima! Quantas abelhas, que respeitam o seu chefe e vivem com tanta ordem e trabalho! Quantos zangãos, vagabundos e mandriões, não procuram estabelecer-se à custa das abelhas! Quantas formigas, cuja previdência e economia provêem a todas as suas necessidades! Quantos crocodilos fingem queixar-se para melhor devorar aqueles que são sensíveis às suas queixas! E quantos animais se submetem porque ignoram a sua força!
Todas estas qualidades se encontram no homem e ele procede, em relação aos outros homens, como os animais de que acabamos de falar procedem entre si.
O mais esperto dos homens é aquele que, pelo menos no meu parecer, espontâneamente, uma vez por mês, no mínimo, se chama a si mesmo asno…, coisa que hoje em dia constitui uma raridade inaudita. Outrora dizia-se do burro, pelo menos uma vez por ano, que ele o era, de facto; mas hoje… nada disso. E a tal ponto tudo hoje está mudado que, valha-me Deus!, não há maneira certa de distinguirmos o homem de talento do imbecil. Coisa que, naturalmente, obedece a um propósito.
Acabo de me lembrar, a propósito, de uma anedota espanhola. Coisa de dois séculos e meio passados dizia-se em Espanha, quando os Franceses construíram o primeiro manicómio: «Fecharam num lugar à parte todos os seus doidos para nos fazerem acreditar que têm juízo». Os Espanhóis têm razão: quando fechamos os outros num manicómio, pretendemos demonstrar que estamos em nosso perfeito juízo. «X endoideceu…; portanto nós temos o nosso juízo no seu lugar». Não; há tempos já que a conclusão não é lícita.
Fiodor Dostoievski
bigbrother Diz:
O que nos querem tirar..
A Liberdade de Escolha
Realmente, se um dia de facto se descobrisse uma fórmula para todos os nossos desejos e caprichos – isto é, uma explicação do que é que eles dependem, por que leis se regem, como se desenvolvem, a que é que eles ambicionam num caso e noutro e por aí fora, isto é uma fórmula matemática exacta – então, muito provavelmente, o homem deixaria imediatamente de sentir desejo.
Pois quem aceitaria escolher por regras? Além disso, o ser humano seria imediatamente transformado numa peça de um orgão ou algo do género; o que é um homem sem desejos, sem liberdade de desejo e de escolha, senão uma peça num orgão?
Fiodor Dostoievski
O retrasto dos nossos politicos..
Sem Assunto Sério, Portam-se Como Cães e Gatos
Quando não há assunto, um assunto positivo, sério, os homens activos comportam-se entre si como cães e gatos, e começam a discutir por uma questão de princípios e de convicções. Recriminam-se uns aos outros por não compartilharem das mesmas crenças, e o ofensivo declara ao parceiro que ele não vê um palmo diante do nariz; e um ou outro que se mostra indiferente para com tudo menos para consigo; e alguns que se ocupam das leis municipais e gostariam de pôr tudo sob a sua jurisdição. E assim sucessivamente. É insuportável.
Julho 4, 2008 at 12:46 am
Tiques “salazarentos”
queixasdeprofessores.blogspot.com/
Julho 4, 2008 at 12:56 am
O rapaz dos caracóis tomou o comando da 5 de Outubro, agora que a D. Maria inaugurou a (sua) galeria.
O imperador está desalmado. Preve-se que, nos próximos dias/semanas, grandes visões sejam plasmadas em decretos, despachos, circulares.
Educação: Governo anuncia vinculação de professores aos quadros dos Agrupamentos no próximo concurso
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=353380&visual=26&tema=1
Julho 4, 2008 at 1:07 am
Propaganda e mais propaganda.
Vem aí novo concurso, lá vou eu no corrossel… para um agrupamento.
“Educação: Governo anuncia vinculação de professores aos quadros dos Agrupamentos no próximo concurso
Lisboa, 03 Jul (Lusa) – O ministério da Educação (ME) anunciou hoje que os candidatos no próximo concurso de professores vão integrar os quadros dos Agrupamentos em que forem colocados, uma medida que pretende estabilizar os docentes na mesma escola.
tamanho da letra ajuda áudio
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Numa conferência de imprensa, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, realçou que o diploma que estabelece as regras do próximo concurso de professores, que fixa os docentes à mesma escola durante quatro anos, a partir do próximo mês de Janeiro, “prevê a possibilidade de os professores dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) integrarem os quadros de agrupamentos onde estão colocados”.
Valter Lemos destacou que “a tendência é para o desaparecimento dos quadros zona e vincular os professores às escolas onde estão colocados”.
Actualmente são cerca de 33 mil os professores que estão nos Quadros de Zona Pedagógica.
“Os QZP manter-se-ão para aqueles professores que não obtenham logo colocação, até à sua integração completa nos agrupamentos”, disse, salientando que “enquanto não obtiverem lugar manterão os direitos que tinham no QZP”.
O governante adiantou que a expectativa do ministério “é que mais de 2/3 ou ¾ dos professores venham a obter lugar nos quadros de agrupamento” já nesta fase.
“Pela primeira vez os lugares que vão a concurso correspondem com rigor com àquelas que são as vagas de horários efectivos no agrupamentos escolares”, encerrando “tanto quanto possível o ciclo de contratados adicionais pelas escolas”, salientou.
Entre as medidas para a estabilização do pessoal docente, o governante realçou que no próximo ano os professores do particular e cooperativo e do ensino artístico (escolas de música e dança) poderão aceder à profissionalização nas mesmas condições dadas aos docentes do ensino público, sendo dispensados de profissionalização os docentes com mais de 45 anos de idade e 10 anos de serviço, uma medida que beneficiará cerca de 250 pessoas.
“Estes professores não tinham acesso à profissionalização e não ter acesso à profissionalização significa não ter acesso à carreira docente”, disse, realçando que está a ser preparado um novo diploma para os professores de escolas de artes visuais que permite que os docentes do ensino artístico especializado com anos de serviço possam vir a ser integrados nos quadros das suas escolas definitivamente, permitindo a estabilização de professores “que durante anos sempre foram aceites no pressuposto de contratos temporários”.
No que respeita ao pessoal não docente, Valter Lemos destacou a possibilidade de 1.600 dos contratados a prazo que terminava os seus contratos a termo a 31 de Agosto ficarem vinculados ao quadro, em concursos que serão abertos já nos próximos dias junto das escolas.
O secretário de Estado salientou ainda que estão já autorizadas para o próximo ano as renovações dos contratos de sete mil assistentes administrativos e auxiliares de acção educativa que tinham sido contratados desde 2002/03 em contratos a termo certo.
Entre as medidas do Governo nesta área, realçou também que “estão abertos concursos para 775 lugares de chefe de serviço de administração escolar, situação que aguardava no ME há anos” em todo o país, ainda um despacho recente que desbloqueia 1.596 vagas para assistentes técnicos e assistentes operacionais e o concurso a decorrer para 1.400 técnicos de Centros de Novas Oportunidades (CNO) actualmente a recibo verde, de forma que “até ao final do ano deixarão de existir pessoas a recibos verdes nos CNO”.
“As escolas têm ordens para até ao fim do ano escolar procederem à reclassificação profissional de todo o pessoal não docente que adquiriu novas competências e habilitações nos últimos anos”, disse ainda.”
Julho 4, 2008 at 1:31 am
http://bp3.blogger.com/_3zVgQCbpCmA/SG1kOmnWcmI/AAAAAAAAABc/-j8W8SaErW4/s1600-h/PS.JPG
Declaração de voto
Por estrita disciplina partidária, imposta pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista, voto contra as propostas de alteração apresentadas pelo PCP e pelo PSD, inseridas na apreciação parlamentar n.º 39/X, referentes ao Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, que altera o Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
A minha posição, contrária a esta orientação de voto, é sustentada pelos seguintes argumentos:
(…)
In,
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/ainda-se-lembram.html
Julho 4, 2008 at 2:16 am
http://tinyurl.com/6lw8la
sábado, 19 de Abril de 2008
Lusa governamentalizada à força
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi
“trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel
Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira),
ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a
direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos
seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirma-se “penalizado por delito de opinião” colectivamente
expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”.
Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”.
A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos
disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em
geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade.
A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move por
fazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
Julho 4, 2008 at 10:20 am
Liçoes de Inglês para o nosso animal politico..
http://br.youtube.com/watch?v=FvPbxZmZxZ8&feature=related
deviam ensinar isto em todas as escolas..
Julho 4, 2008 at 10:22 am
Paulo desafio-te a postar este texto…
afinal não somos senão animais bípedes e com dinheiro…armados em intelectuais..
O Homem Congrega Todas as Espécies de Animais
Há tão diversas espécies de homens como há diversas espécies de animais, e os homens são, em relação aos outros homens, o que as diferentes espécies de animais são entre si e em relação umas às outras. Quantos homens não vivem do sangue e da vida dos inocentes, uns como tigres, sempre ferozes e sempre cruéis, outros como leões, mantendo alguma aparência de generosidade, outros como ursos grosseiros e ávidos, outros como lobos arrebatadores e impiedosos, outros ainda como raposas, que vivem de habilidades e cujo ofício é enganar!
Quantos homens não se parecem com os cães! Destroem a sua espécie; caçam para o prazer de quem os alimenta; uns andam sempre atrás do dono; outros guardam-lhes a casa. Há lebréus de trela que vivem do seu mérito, que se destinam à guerra e possuem uma coragem cheia de nobreza, mas há também dogues irascíveis, cuja única qualidade é a fúria; há cães mais ou menos inúteis, que ladram frequentemente e por vezes mordem, e há até cães de jardineiro. Há macacos e macacas que agradam pelas suas maneiras, que têm espírito e que fazem sempre mal. Há pavões que só têm beleza, que desagradam pelo seu canto e que destroem os lugares que habitam.
Há pássaros que não se recomendam senão pela sua plumagem ou pelas suas cores. Quantos papagaios falam sem cessar, sem nunca compreender o que dizem; quantas pegas e gralhas são domesticadas para roubar; quantas aves predadoras vivem da rapina; quantas espécies de animais agradáveis e tranquilas servem apenas para alimentar outros animais!
Há gatos, sempre à espreita, maliciosos e infiéis, que deslizam com patas de veludo; há víboras de língua venenosa, sendo o resto útil; há aranhas, moscas, percevejos e pulgas, que são sempre incómodos e insuportáveis; há sapos, que nos horrorizam e que têm peçonha; há mochos, que temem a luz. Quantos animais não vivem sob a terra para se manter! Quantos cavalos, que utilizamos para tantos fins, não abandonamos quando já não servem mais; quantos bois não trabalham uma vida inteira para enriquecer aqueles que lhes impõem o jugo: as cigarras, que passam a vida a cantar; as lebres, que têm medo de tudo; coelhos, que se espantam e acalmam num instante; porcos, que vivem na crápula e na imundície; patos mansos, que atraiçoam os seus congéneres, atraindo-os a armadilhas, corvos e abutres, que vivem apenas de podridão e de cadáveres! Quantas aves migratórias não voam tantas vezes de um extremo ao outro do mundo e se expõem a tantos perigos para sobreviver! Quantas andorinhas, sempre atrás do bom tempo; quantos escaravelhos, inadvertidos e sem objectivo; quantas borboletas à procura do logo que as queima! Quantas abelhas, que respeitam o seu chefe e vivem com tanta ordem e trabalho! Quantos zangãos, vagabundos e mandriões, não procuram estabelecer-se à custa das abelhas! Quantas formigas, cuja previdência e economia provêem a todas as suas necessidades! Quantos crocodilos fingem queixar-se para melhor devorar aqueles que são sensíveis às suas queixas! E quantos animais se submetem porque ignoram a sua força!
Todas estas qualidades se encontram no homem e ele procede, em relação aos outros homens, como os animais de que acabamos de falar procedem entre si.
La Rochefoucauld
Julho 4, 2008 at 10:24 am
Os Verdadeiros Burros e os Falsos Loucos..
O mais esperto dos homens é aquele que, pelo menos no meu parecer, espontâneamente, uma vez por mês, no mínimo, se chama a si mesmo asno…, coisa que hoje em dia constitui uma raridade inaudita. Outrora dizia-se do burro, pelo menos uma vez por ano, que ele o era, de facto; mas hoje… nada disso. E a tal ponto tudo hoje está mudado que, valha-me Deus!, não há maneira certa de distinguirmos o homem de talento do imbecil. Coisa que, naturalmente, obedece a um propósito.
Acabo de me lembrar, a propósito, de uma anedota espanhola. Coisa de dois séculos e meio passados dizia-se em Espanha, quando os Franceses construíram o primeiro manicómio: «Fecharam num lugar à parte todos os seus doidos para nos fazerem acreditar que têm juízo». Os Espanhóis têm razão: quando fechamos os outros num manicómio, pretendemos demonstrar que estamos em nosso perfeito juízo. «X endoideceu…; portanto nós temos o nosso juízo no seu lugar». Não; há tempos já que a conclusão não é lícita.
Fiodor Dostoievski
bigbrother Diz:
O que nos querem tirar..
A Liberdade de Escolha
Realmente, se um dia de facto se descobrisse uma fórmula para todos os nossos desejos e caprichos – isto é, uma explicação do que é que eles dependem, por que leis se regem, como se desenvolvem, a que é que eles ambicionam num caso e noutro e por aí fora, isto é uma fórmula matemática exacta – então, muito provavelmente, o homem deixaria imediatamente de sentir desejo.
Pois quem aceitaria escolher por regras? Além disso, o ser humano seria imediatamente transformado numa peça de um orgão ou algo do género; o que é um homem sem desejos, sem liberdade de desejo e de escolha, senão uma peça num orgão?
Fiodor Dostoievski
O retrasto dos nossos politicos..
Sem Assunto Sério, Portam-se Como Cães e Gatos
Quando não há assunto, um assunto positivo, sério, os homens activos comportam-se entre si como cães e gatos, e começam a discutir por uma questão de princípios e de convicções. Recriminam-se uns aos outros por não compartilharem das mesmas crenças, e o ofensivo declara ao parceiro que ele não vê um palmo diante do nariz; e um ou outro que se mostra indiferente para com tudo menos para consigo; e alguns que se ocupam das leis municipais e gostariam de pôr tudo sob a sua jurisdição. E assim sucessivamente. É insuportável.
Fiodor Dostoievski
Julho 4, 2008 at 11:58 am
Olhando em volta parece fácil.
Bom fim de semana.
Julho 4, 2008 at 8:28 pm
Copiar é fácil.
Julho 4, 2008 at 10:43 pm
Fafe, sempre de mau humor! Quando a informação é pertinente, vale a pena transcrevê-la.