Educação inaugura galeria para lembrar os seus quase 100 ministros
(…)
A inauguração da “galeria dos ministros da Educação” realizou-se hoje e justifica-se ainda mais “num país que nem sempre é grato, que nem sempre tem boa memória e que é pessimista”, declarou Maria de Lurdes Rodrigues, num átrio cheio de ex-titulares da pasta e ex-secretários de Estado; o ambiente da reunião, com tantos abraços, saudades e recordações, fazia lembrar uma reunião de antigos alunos.Coube a Veiga Simão (1970-74) descerrar os panos que cobriam os painéis, felicitar a ministra pela ideia simbólica que valoriza “o amor à pátria e a confiança no futuro” e desejar que o retrato de Maria de Lurdes Rodrigues só venha a integrar a galeria em 2009, no final do seu mandato.
Se assim for, Rodrigues entrará para a história da democracia como a ministra que mais tempo se manteve à frente da pasta. Dos 25 ministros que por lá passaram desde o 25 de Abril, só dois – Roberto Carneiro (1987-91) e Marçal Grilo (1995-99) – cumpriram o mandato. E será com “orgulho” que figurará na galeria onde estão outros governantes que não aguentaram mais do que uns meses, como foi o caso da sua antecessora, Maria do Carmo Seabra (2004-05).
Julho 2, 2008
Ocorrem-me Vários Comentários, Nenhum Publicável Sem Temor
Posted by Paulo Guinote under Bílis Pura, Educação[44] Comments
Julho 2, 2008 at 11:38 pm
Que galeria…
Horror por horror, eu cá prefiro alugar um filmezinho de terror pelo MEO.
- Sempre fico menos mal disposto…
Julho 3, 2008 at 12:01 am
Está um bom ambiente: um grupelho indigente a chorar a ingratidão do povo que não os compreende.
Segundo os Evangelhos o reino dos céus é dos pobres de espírito…
Julho 3, 2008 at 12:02 am
25 ministros da educação depois de Abril?
E ainda organizam uma galeria para comemorarem?
Comemorarem o quê?
Julho 3, 2008 at 12:08 am
Por agora, foi a galeria de retratos. Depois, virá o busto de madame…
ou um altar, sei lá!
Julho 3, 2008 at 12:09 am
Já se pode utilizar o termo “dinossauro da educação”.
Julho 3, 2008 at 12:10 am
Eu prefiro fazer aqui um mini estudo estatístico
(que até parece que está na moda e tudo)
Se me for permitido, claro
«A inauguração (…) realizou-se hoje e justifica-se ainda mais “num país que nem sempre é grato, que nem sempre tem boa memória e que é pessimista…»
Escolha apenas uma resposta para cada questão. Para os mais indecisos lembro que a opção “nenhuma das anteriores” não está disponível, portanto têm mesmo que optar por uma das opções dadas
Pergunta A
Porque é que esta galeria se justifica no nosso país?
1 – porque Portugal é o país da UE em que há maior taxa de verdadeiro sucesso em tudo;
2 – porque Portugal é um país onde as crianças não têm que pagar nada quando vão para a escola porque a escolaridade obrigatória é gratuita;
3 – porque os ministros pautaram sempre por uma mesma linha orientadora e nunca desfizeram o trabalho dos seus antecessores, evitando assim mudanças “bruscas” no ensino sempre que a pasta mudava de mãos.
Pergunta B
Porque é que Portugal é um país que nem sempre é grato?
1 – porque os portugueses não costumam agradecer as sucessivas reformas que os ministros vão implementando para bem da Educação;
2 – porque os portugueses não sabem reconhecer os benefícios das medidas que são tomadas;
3 – porque os portugueses muitas vezes não sabem receber bem os seus mais altos representantes (vaiam os ministros, etc).
Pergunta C
O que significa, neste contexto, não ter boa memória?
1 – somente não se lembrar do passado;
2 – não recordar as “mui nobres” medidas tomadas no passado.
Pergunta D
Quem será o centésimo Ministro(a) da Educação de Portugal?
1 – um doutorado em Ciências da Educação altamente reconhecido, com conhecimento da realidade escolar;
2 – um ex-presidente do Conselho Executivo de um Agrupamento que enveredou pela política para ajudar a tomar medidas que melhorem o ensino;
3 – um professor do Ensino Superior que conhece de perto os ensinos Básico e Secundário e dá valor ao trabalho dos professores desses níveis de ensino.
Julho 3, 2008 at 12:12 am
É o espectáculo, o cerimonial para entreter os basbaques. Quase como a entrega dos diplomas no dia 12 de Setembro, o primeiro-ministro a distribuir computadores para as câmaras de tv transmitirem…
Julho 3, 2008 at 12:14 am
João Serra (5)
“Dinossauro” ou “Fóssil da Educação”. Acho que está adequado.
Julho 3, 2008 at 12:22 am
Enfim, espero que este gesto seja a única medida emblemática que venha a sobrar deste mandato… Pelo menos é uma medida mais ou menos inócua para o ensino.
Julho 3, 2008 at 12:23 am
Ah…
E relembro também os eventuais indecisos que também não podem escolher mais do que uma resposta. É só uma mesmo…
Julho 3, 2008 at 12:26 am
vanessa,
Óptima organização de uma actividade de escolha múltipla.
Julho 3, 2008 at 12:26 am
O David está em grandes movimentações pela “inclusão social”!!!!!
Fantástico. Com os “altíssimos patrocínios” do sr Silva e da D. Maria.
E com os empresários “caritativos” e com empresas que não pagam impostos, o que significa quem que paga (mesmo) tudo é o portuga.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=968365&div_id=1730
Aperitivo.
Aqui,
http://www.epis.pt
Julho 3, 2008 at 12:29 am
Será que não se consegue arranjar um 11 de Setembro para a 5 de Outubro!
Julho 3, 2008 at 12:31 am
O título deste post diz tudo. Também eu ensaiei alguns comentários, mas desisti. É tudo tão inverosímil…
Julho 3, 2008 at 12:32 am
No fim (forçado) do mandato de Veiga Simão havia polícia fora e dentro das seguintes faculdades: Instituto Superior Técnico, Faculdade de Direito, Escola Superior de Ciências Económico-Financeiras, Faculdade de Medicina. O elogio a MLR, vindo de quem vem, é inteiramente mercido.
Julho 3, 2008 at 12:33 am
Só apanhei o final da entrevista de Medina Carreira na sic notícias.
Mas pelo resumo que li, parece que admira 3 ministros deste governo: Finanças, Educação e Defesa. Porque trabalham muito e há franqueza.
Remata, porém, dizendo que isso não significa estarem a fazer o que deva ser feito.
Então, como é?
A ideia com que se fica é que, afinal, mais valia não trabalharem tanto.
Julho 3, 2008 at 12:33 am
Fernanda1
Obrigada. É para não “fugir” às provas…
(brincadeira, brincadeira…)
Julho 3, 2008 at 12:38 am
Um dado isctatístico: podem-se ver os dentes de três dos personagens desta galeria.
«http://www.sg.min-edu.pt/museu_3_2.htm»
Julho 3, 2008 at 12:42 am
João Serra (18)
Observação interessante…
Julho 3, 2008 at 12:47 am
O passo a seguir é organizar uma museu de cera com os senhores ministros representados em tamanho natural.
Julho 3, 2008 at 12:50 am
Claro que o Medina Carreira exultou com a proletarização dos professores. Mas verdade seja dita, ele também exultaria com a proletarização dos juízes, dos militares, dos políticos. Não sei se gostaria que lhe saísse na rifa, mas isso são contas de outro rosário.
Julho 3, 2008 at 12:50 am
Alguém conhece um jornalista credivel para fazer uma reportagem sobre todas estas palhaçadas que o ME tem feito. Temos tido acesso, aqui no blog, a tanta informação (do Paulo, de outros colegas, de outros blogues) importante e que demonstra bem o ridiculo da actuação deste ME e de tanta corrupção. Será que não podemos usar tudo isto para tornar público o motivo da nossa indignação ?
Julho 3, 2008 at 12:59 am
Qual “Madame Tussauds”, qual quê!
Julho 3, 2008 at 1:01 am
Agora não tem nada a ver. Não acho piada ao boneco que me calhou na rifa… Parece um zombie
Julho 3, 2008 at 1:27 am
Falando de bonecos, acho o meu óptimo. Cada vez me sinto mais parecido com ele. Não sei se é efeito do ME, ou se estou já sem capacidade de autocensura.
Julho 3, 2008 at 1:36 am
Aquilo é a galeria dos horrores!
Julho 3, 2008 at 2:15 am
Vá lá, não sejais pessimistas. Deixai-os ver-se no espelho… Eles precisam.
De Veiga Simão a MLR, selecciono algumas pérolas entre muitas que tenho comigo.
Respostas de alunos a perguntas de várisas disciplinas:
1. «O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0»
2. «Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima da barbie nasista»
3. Os escravos romanos eram fabricados em África mas não eram de boa qualidade»
4. «Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo»
5. «Uma tonelada pesa pelo menos 100 quilos de chumbo»
6. «Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia»
7. «A terra vira-se nela mesma e esse grande movimento chama-se arrotação»
8. «Quando os egípcios viam a morte a chegar disfarçavam-se de múmia»
Pronto, só para abrir o apetite, seus ingratos!!!
PS (salvo seja) Vejam se a anaenriques levanta o astral.
Julho 3, 2008 at 2:21 am
(24) Os bonecos que saem na rifa não são aleatórios, Maria Albertina,
Como foste nessa…
Julho 3, 2008 at 4:31 am
” “If a nation expects to be ignorant and free,” said Jefferson, “it expects what never was and never will be. . . . The people cannot be safe without information. Where the press is free, and every man able to read, all is safe.” Across the Atlantic another passionate believer in reason was thinking about the same time, in almost precisely similar terms. Here is what John Stuart Mill wrote of his father, the utilitarian philosopher, James Mill: “So complete was his reliance upon the influence of reason over the minds of mankind, whenever it is allowed to reach them, that he felt as if all would be gained, if the whole population were able to read, and if all sorts of opinions were allowed to be addressed to them by word or in writing, and if by the suffrage they could nominate a legislature to give effect to the opinions they had adopted.” All is safe, all would be gained! Once more we hear the note of eighteenth-century optimism. Jefferson, it is true, was a realist as well as an optimist. He knew by bitter experience that the freedom of the press can be shamefully abused. “Nothing,” he declared, “can now be believed which is seen in a newspaper.” And yet, he insisted (and we can only agree with him), “within the pale of truth, the press is a noble institution, equally the friend of science and civil liberty.” Mass communication, in a word, is neither good nor bad; it is simply a force and, like any other force, it can be used either well or ill. Used in one way, the press, the radio and the cinema are indispensable to the survival of democracy. Used in another way, they are among the most powerful weapons in the dictator’s armory. In the field of mass communications as in almost every other field of enterprise, technological progress has hurt the Little Man and helped the Big Man.”
BRAVE NEW WORLD REVISITED
Aldous Huxley
http://www.huxley.net/bnw-revisited/index.html
Julho 3, 2008 at 4:40 am
XI.
Education for Freedom
(… )
“In their anti-rational propaganda the enemies of freedom systematically pervert the resources of language in order to wheedle or stampede their victims into thinking, feeling and acting as they, the mind-manipulators, want them to think, feel and act. An education for freedom (and for the love and intelligence which are at once the conditions and the results of freedom) must be, among other things, an education in the proper uses of language. For the last two or three generations philosophers have devoted a great deal of time and thought to the analysis of symbols and the meaning of meaning. How are the words and sentences which we speak related to the things, persons and events, with which we have to deal in our day-to-day living? To discuss this problem would take too long and lead us too far afield. Suffice it to say that all the intellectual materials for a sound education in the proper use of language — an education on every level from the kindergarten to the postgraduate school — are now available. Such an education in the art of distinguishing between the proper and the improper use of symbols could be inaugurated immediately. Indeed it might have been inaugurated at any time during the last thirty or forty years.(… ) ”
BRAVE NEW WORLD REVISITED
Aldous Huxley (1958)
http://www.huxley.net/bnw-revisited/index.html
Julho 3, 2008 at 4:51 am
XII.
What Can Be Done?
“(…)
No, I repeat, there can never be such a thing as a writ of habeas mentem. But there can be preventive legislation — an outlawing of the psychological slave trade, a statute for the protection of minds against the unscrupulous purveyors of poisonous propaganda, modeled on the statutes for the protection of bodies against the unscrupulous purveyors of adulterated food and dangerous drugs. For example, there could and, I think, there should be legislation limiting the right of public officials, civil or military, to subject the captive audiences under their command or in their custody to sleep-teaching. There could and, I think, there should be legislation prohibiting the use of subliminal projection in public places or on television screens. There could and, I think, there should be legislation to prevent political candidates not merely from spending more than a certain amount of money on their election campaigns, but also to prevent them from resorting to the kind of anti-rational propaganda that makes nonsense of the whole democratic process.
Such preventive legislation might do some good; but if the great impersonal forces now menacing freedom continue to gather momentum, they cannot do much good for very long. The best of constitutions and preventive laws will be powerless against the steadily increasing pressures of over-population and of the over-organization imposed by growing numbers and advancing technology. The constitutions will not be abrogated and the good laws will remain on the statute book; but these liberal forms will merely serve to mask and adorn a profoundly illiberal substance. Given unchecked over-population and over-organization, we may expect to see in the democratic countries a reversal of the process which transformed England into a democracy, while retaining all the outward forms of a monarchy. Under the relentless thrust of accelerating overpopulation and increasing over-organization, and by means of ever more effective methods of mind-manipulation, the democracies will change their nature; the quaint old forms — elections, parliaments, Supreme Courts and all the rest — will remain. The underlying substance will be a new kind of non-violent totalitarianism. All the traditional names, all the hallowed slogans will remain exactly what they were in the good old days. Democracy and freedom will be the theme of every broadcast and editorial — but democracy and freedom in a strictly Pickwickian sense. Meanwhile the ruling oligarchy and its highly trained elite of soldiers, policemen, thought-manufacturers and mind-manipulators will quietly run the show as they see fit. (…)
BRAVE NEW WORLD REVISITED
Aldous Huxley (1958 )
http://www.huxley.net/bnw-revisited/index.html
Julho 3, 2008 at 7:20 am
Fernanda 1
O Medida Carreira zurziu fortemente no governo, nos ministros (Economia, Educação, Obras Públicas, entre outros)e só falou razoavelmente do ministro do Ensino Superior.
Fez um retrato lúcido do que se passa no país, ridicularizou o Manuel Pinho e disse que daqui a três anos estaremos todos mais pobres, mas vamos empobrecer com ruído (social).
Julho 3, 2008 at 8:02 am
Já agora um museu da cera,para ficarem lá “entalados”,só mesmo aqui para ter uma galeria dessas….
Julho 3, 2008 at 11:25 am
… não entendo !… tanta queixa sobre os resultados das “batalhas do ensino” e afinal tanto orgulho dos seus “generais”…
Julho 3, 2008 at 11:35 am
Abandono/insucesso escolar no Ensino Universitário
http://gep.ist.utl.pt/files/comunica/artigo_comunicacao10PAG.PDF
Julho 3, 2008 at 11:39 am
Tabela de Vencimentos para 2008 !
DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO
DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR POLITÉCNICO
http://www.snesup.pt/htmls/EkppVZElykGBNrnpeG.shtml
Julho 3, 2008 at 1:07 pm
Neste momento, em Portugal, alunos e docentes estão reféns do governo, assim como Bettencourt e os outros raptados estavam prisioneiros dos caprichos e desígnios do narco-terooristas das FARC.
Assim como alguns idiotas pactuam com as estratégias dos narco-terroristas em nome da partilha de determinados ideais totalitários, assim também outros tolos dão crédito aos argumentos tecno-terroristas deste governo, quando esmagam a autonomia pedagógica dos docentes, invocando os superiores interesses da “Escola Pública” e desfraldam a bandeira da santa inclusão.
As verdades das seitas ganham contornos grotescos à custa da mentira, da amplificação dos intelectuaias orgânicos e da propaganda dos media.
O “fascista” Veiga Simão, aquele dos “gorilas” nas universidades, foi recuperado pelo PS e aparece agora a estender a passadeira rosa-vermelha a toda a galeria dos grandes timoneiros da educação.
Na boa tradição das organizações marxistas-leninistas-maoístas que prestavam homenagem e veneração à memória dos cinco artífices da barbárie totalitária, vemos agora abrir-se uma galeria oficial dos horrores educativos em Portugal.
Nada melhor do que ter lado a lado um tecno-fascista reconvertido e uma tecno-anarquista convertida, para celebrar a grandiosa obra desta gente que fez de Portugal um misto de lupanar e de infantário, governado por meninos, filhos das ditas.
Julho 3, 2008 at 1:41 pm
PARA A POSTERIDADE
Se alguém duvida de que MLR merece um lugarzinho na galeria, aqui tem 15 razões para deixar de duvidar!
http://percuciente.wordpress.com/
Julho 3, 2008 at 1:54 pm
Retirado do blogue àgua Mole..
O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).
O ministério do ambiente incentiva o uso de meios alternativos ao combustível. No edifício do ministério do ambiente não há estacionamento para bicicletas, nem se sabe de nenhum ministro que utiliza a bicicleta.
Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV. Mas afinal como entra a droga nas prisões?
No exame final de 12º ano és apanhado a copiar e chumbas o ano. O primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou a prova por fax e é engenheiro.
Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva uma chapada do pai por ter roubado dinheiro para droga e o pai vai a julgamento por violência doméstica.
Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem. Não pagas às finanças a tempo e horas e passado um dia já estás a pagar juros.
Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num ofício respeitável, isso é exploração do trabalho infantil.
Se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.
Pagas 0.50€ por uma seringa na farmácia para dar um medicamento ao teu filho que estava doente. Se ele fosse drogado, não pagavas nada.
Se fores polícia e fores a uma escola na véspera de uma manifestação, levas um processo disciplinar e quem te mandou lá ir, fica-se a rir.
Julho 3, 2008 at 1:59 pm
28
Claro que são, mas de facto já estou como o JMC (25), às vezes sinto-me parecida com esta careta. Tenho várias vezes a sensação que é isto que querem que sejamos, uns zombies…
Julho 3, 2008 at 2:18 pm
Vencimentos no superior: E quantas horitas de aulas… hum, hum, pois é, pois é…hum, hum… eu também quereria (deve ser a inveja a falar…!
Talvez (mas não só), por estas razões(vencimentos/horários de trabalho) a ministra que tem andado pelo superior (com montes de tempo para fazer montes de coisas?, “basando” rapidinho, logo que pôde do 1º ciclo) esteja tão “equivocada” quanto aos do básico e secundário…(concedendo-lhe o benefício da boa-fé, claro está… ok, sei no que estão a pensar mas é politicamente correcto dizer isto)
Hum, Hum…
Os interesses são muitos e de muitos… por isso,na comunicação social diaboliza-se os do básico e secundário – dá jeito e o povo gosta!
Julho 3, 2008 at 11:02 pm
JF (41),
As más línguas dizem que a MLR, lá pelo ISCZÉ, era tida como pouco “assídua”.
Julho 4, 2008 at 11:03 pm
Interessante teria sido fazer preceder a inauguração da galeria por uma avaliação (não pelos investigadores do iscte) sobre a qualidade do desemepenho dos ministros, seleccionando apenas os ue tivessem Excelente.
Vá lá, pelo menos Bom, para tentar juntar uma meia dúzia.
Assim, não é uma galeria. É uma caderneta de cromos, dos vinham com os rebuçados de tostão.
Julho 4, 2008 at 11:07 pm
Hum!, nem houve caso para pirolitos. Mas há espelho, isso é que importa a todos os que o suportam.