A educação em Portugal «continua a precisar de reformas profundas»
O ex-ministro da Educação David Justino defende que Portugal continua a precisar de reformas profundas neste sector e alerta para a necessidade de as políticas terem estabilidade e continuidade, num livro com testemunhos de ex-ministros com esta pasta«Apenas direi que, ao contrário do que muitos defendem, a Educação em Portugal continua a precisar de reformas profundas e que o estado a que se chegou não se compadece com uma política de pequenos passo», escreve David Justino, ex-ministro da Educação no XV Governo Constitucional (Abril de 2002 a Julho de 2004), de Durão Barroso, num depoimento sobre o seu mandato no livro 4 Décadas de Educação, que será apresentado hoje à tarde.
«Mas para que tal surta um efeito positivo é necessário conferir estabilidade e sustentabilidade às opções de política educativa e continuidade às reformas empreendidas, independentemente de quem as decide e concretiza», salienta David Justino, actualmente conselheiro do Presidente da República para os Assuntos Sociais.
Assim desta maneira, não percebo se David Justino considera as actuais reformas insuficientes e defende que continuem no mesmo sentido, se as considera ineficazes, sendo consequentemente erradas e a necessitar de revisão.
Porque, assim, desta maneira, a ambiguidade parece muita. E, como em alturas anteriores, conviria saber se este carácter vago depende apenas das funções exercidas se há algo para além disso…
Julho 2, 2008 at 8:51 pm
Não há muitos semanas, a comunicação social deu nota de um “evento”, com a presença da D. Maria, em que David Justino, na qualidade de professor da Universidade Nova de Lisboa, coordenador de Departamento, iria realizar um “estudo” “sociológico”, em colaboração com várias câmaras do país. Lembro-me que uma destas Câmaras era a da Batalha. Claro. Tudo a bem da Educação e do desenvoivimento do país (risos). O tema, como seria de esperar era “o insucesso e o abandono”.
Mas um ex-ministro da educação não sabe que o que não há no SNE são os recursos humanos que nos outros países com quem nos comparamos existem? Numa escola regular pública de um destes países, há igual número de professores com turma do que sem turma. Exactamente para trabalhar as áreas fracas dos alunos. E depois têm equipas técnicas especializadas de psicólogos, terapeutas e de segurança social.
Então, não sabe que em Portugal não existem professores, os psicólogos educacionais são uma perfeita miragem e o resto nem se fala?
E não sabe que Portugal tem aquele atraso cultural imenso fruto de uma longa ditadura?
Como é possível ter-se sido ministro da educação e não se saber nada de nada da realidade da Educação em Portugal.
Incompetentes.
Julho 2, 2008 at 9:14 pm
…e parece que também não sabe que Portugal tem cerca de dois milhões de pobres, e a aumentar; tem um sistema de apopio às crianças em risco que é criminoso de tâo incompetente; que as estatísticas são fraudulentas; que, em países onde se fazem estudos a sério, se concluiu que uma grande percentagem do sucesso escolar dos alunos está relacionado com o meio socio-cultural… Assim, com tanta pobreza no país, o ministério da educação só pode exibir estatísticas de sucesso, para europa ver, se recorrer à vigarice.
Julho 2, 2008 at 9:17 pm
DJ e MLR: a mesma política educativa
In,
professoresramiromarques.blogspot.com/2008/07/dj-e-mlr-mesma-poltica-educativa.html
Julho 2, 2008 at 9:39 pm
Esse senhor Justino que esteja calado! Na minha memória ainda reside a “barraca” dos concursos informatizados, quande este senhor era ministro. Muitas injustiças foram cometidas por causa disso e ele nunca se dignou a assumir responsabilidades e a pedir desculpa. Simplesmente desapareceu de cena…e agora aparece!
Foi mais um para o rol da palhaçada que têm sido estas políticas de educação desde há largos anos!
Julho 2, 2008 at 9:59 pm
Just for boys..
http://br.youtube.com/watch?v=Orp9qCaj8Bw
Julho 2, 2008 at 10:03 pm
Parece que o meu comentário anterior não entrou.
Mas aqui vai: é habitual a resposta a esta questão ser NIM. É ajuizado. Nunca se sabe….
Depois, já repararam que o nosso PM a falar na RTP1 mudou de dicção. Lembram-se daquele irritante modo de falar?
Deve andar em aulas de dicção.
Não, ainda não quer falar em renovada maioria absoluta. Falta muito tempo e está mais preocupado com os problemas do país.
Vê-se. É propaganda em todo o lado. Inaugurações, galerias, planos tecnológicos, visitas e ,last but not least, esta imensa pimbalhice de uma Biografia. E ainda falta 1 ano!
Imaginem o que aí vem!
Julho 2, 2008 at 10:08 pm
Chama-se projecto ESCXEL (escolas de excelência)
http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=CESNOVA+%2B+escxel+%2B+david+justino&meta=cr%3DcountryPT
Quanto às políticas, estes srs políticos ainda não conseguiram perceber que não há país que resista a políticos com uma estrura mental e (dis)funcional como a dos nossos. Não há país que resita a um continuo fazer e desfazer só porque se mudam “as chefias”.
Enquanto não perceberem que para que um país progrida são necessários pactos de regime relativos às grandes linhas de orientação global e sectorial do país isto não anda para a frente. Fazer ajustes resultantes de mudanças partidárias é uma coisa, desfazer sistematicamente tudo, apenas porque o que eu penso é melhor, é outra. Por cada passo em frente damos meia dúzia atrás. Desta forma nunca sairemos da cepa torta.
Julho 2, 2008 at 10:17 pm
vejam lá se debatem coisas sérias
isto
“Guimarães quer que a comemoração do Dia de Portugal passe a ser a 24 de Junho, dia da batalha de S. Mamede, e não a 10 de Junho, como é tradição. A intenção é tão vincada que foi apresentada e aprovada uma moção em Assembleia Municipal, que será agora encaminhada para a Assembleia da República, primeiro-ministro e Presidente da República.
«Há muita gente que liga o 24 de Junho às celebrações do dia de S. João, que acontecem no Porto e em Braga, mas em Guimarães celebramos a fundação de Portugal devido à batalha de S. Mamede, que aconteceu em 1128», justificou ao PortugalDiário André Coelho Lima, líder da bancada parlamentar municipal do PSD.”
http://diario.iol.pt/politica/dia-de-portugal-24-de-junho-guimaraes/968303-4072.html
sim, é coisa séria.
e isto:
“confirmouse que a pistola que usou o autor ou autores dos feitos é do calibre 7.65, un tipo de armas que empregan habitualmente os membros das forzas de seguridade portuguesa”
http://www.vieiros.com/nova/67522/disparan-seis-veces-contra-un-pavillon-de-onde-jose-socrates-saira-media-hora-antes
também
(principalmente os comentários)
Julho 2, 2008 at 10:22 pm
Obrigada, Maria Lisboa!
http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=127&id=6567&idSeccao=1200&Action=noticia
Julho 2, 2008 at 10:28 pm
Musica para amenizar assunto tão soturno..
Pour tout les personnes qui pisse..
http://www.youtube.com/watch?v=UuHDceDUSyU
Life is life
http://www.youtube.com/watch?v=lNfP3_KoVJU&feature=user
repetidos mas excelentes
Julho 2, 2008 at 10:29 pm
É claro que estão certas!!!
Então não vêem as estatísticas???
Julho 2, 2008 at 10:48 pm
A necessidade das reformas deveria ser uma conclusão, não um postulado. Qual ou quais os aspectos precisos carentes de mudança? Com que rigor foram aferidos? Que mudança, ou seja, pretende-se chegar aonde? Com quanto tempo podemos contar? Que recursos serão necessários? Que métodos se propõem? Qual a ordem de prioridades? Quanto custa? Estarei a pedir detalhes sórdidos?
Julho 2, 2008 at 10:51 pm
Cavaco Silva e seus conselheiros apoiam estas políticas educativas. Desde sempre.
Aliás, estou convencido de que Cavaco é, de uns tempos para cá, a “muleta” de Maria De Lurdes Rodrigues.
Mas se estes exames nacionais correrem mal… não haverá muleta que a ajude.
……………………………..
Plataforma:
Não seria esta uma boa altura (a dos exames nacionais) para alicerçar uma forte união entre professores-pais-alunos?
É que para o ano era óptimo termos os nossos queridos encarregados de educação a apoiar-nos nas nossas reivindicações.
Não acham?
É que para o je aqui é tão óbvio…
Julho 2, 2008 at 10:59 pm
Quais reformas?
Mas este governo mudou algo de substancial na educação, para lá da fractura na carreira e de muitos despachos?
Julho 2, 2008 at 11:14 pm
Mudou! Está tudo muito pior! Já repararam na legislação desgarrada que tem sido publicada? Como aplicar o estatuto do aluno? E o decreto-regulamentar nº2/2008? E o DL nº 75/2008, que pressupõe que o director presida ao CP. Sendo o presidente do CP, por inerência ao cargo, presidente da comissão de coordenação da avaliação, o director, como avaliador, fica logo em situação de incompatibilidade por coordenar a comissão.Delega todos os casos em que há intervenção da comissão?
Julho 2, 2008 at 11:17 pm
Maria Ferreira, esqueci-me do EA e da lei do Ensino Especial, nesta última mudaram muito e para pior.
Julho 2, 2008 at 11:51 pm
Um dos muitos aspectos que me toca profundamente é o facto dos nossos governantes fazerem as suas reformas à custa do meu carro, do gasóleo e da factura da oficina que eu pago.
Já agora, eu sou uma dos muitos docentes de apoio educativo que “bailam” entre as várias escolas do agrupamento como verdadeiros “bombeiros” de serviço. Recordo que não concorremos a este cargo mas recebemos a boa nova quando nos apresentámos na sede do agrupamento.
Fala-se muito em aumento de gastos com os combustíveis e sinto-me muito lesada porque as escolas do agrupamento estão geograficamente muito dispersas.
As pessoas pensam que recebemos ajudas de custos, como um funcionário de uma qualquer empresa que usa o seu veículo privado para trabalhar. Pois é, nós professores temos de oferecer o nosso carro gratuitamente ao estado (não me refiro ao percurso de casa para a escola sede e desta para casa).
Resta repetir a pergunta que o meu marido tanto me faz:
“E se não tivesses carro?”
Julho 3, 2008 at 12:24 am
O David está em grandes movimentações pela “inclusão social”!!!!!
Fantástico. Com os “altíssimos patrocínios” do sr Silva e da D. Maria.
E com os empresários “caritativos” e com empresas que não pagam impostos, o que significa quem que paga (mesmo) tudo é o portuga.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=968365&div_id=1730
Aperitivo.
Aqui,
http://www.epis.pt
Julho 3, 2008 at 10:19 am
Para os politicozecos que nos governam, aqui fica uma citação da entrevista de André Gonçalves Pereira ao Expresso de 13 de Junho:
“A classe política baixou ainda muito mais do que as outras classes. É hoje péssima”.
Quem o afirma é André Gonçalves Pereira, que sabe da poda.
Julho 3, 2008 at 11:31 am
“A presente comunicação insere-se numa problemática cuja realidade é
emergente no sistema de ensino superior em Portugal: o abandono universitário.
Tem-se verificado ao longo dos anos um aumento do número de alunos que
deixam os cursos do IST sem terem concluído as respectivas licenciaturas; neste
sentido, tornou-se relevante tentar compreender o porquê da existência de uma
significativa taxa de abandonos escolares.”
http://gep.ist.utl.pt/files/comunica/artigo_comunicacao10PAG.PDF
Julho 3, 2008 at 1:47 pm
As reformas das reformas preconizadas pelo David (Jus)tino.
“GENEROSIDADES PARA OS PODEROSOS
Tive, acidentalmente, conhecimento de que dois psicólogos estariam a realizar um estudo/levantamento, inserido num projecto de combate ao insucesso e abandono escolares em escolas do concelho de Tavira.
Como sei que, colocado no concelho pelo ME, existe somente um psicólogo para dois Agrupamentos de Escolas e uma Escola Secundária (estimativa de 4500 a 5000 alunos), tal pareceu-me uma boa ideia.
Consultei o site http://www.epis.pt/ e deparei-me, de imediato, com algo surrealista. O ME também “patrocinava” (?) esta iniciativa! Mas como seria isso possível, se, como fui informada, somente tem no terreno um psicólogo, extinguiu os professores de apoio sócio-educativo e reduziu dramaticamente os professores de Educação Especial das escolas!?
Logo de seguida, dei-me conta de que existiam imensas empresas associadas.
Seria bom se não tivesse tido a informação de que, ao que parece, as empresas usufruem de benefícios fiscais por tamanha “generosidade”.
Na prática, estão os “contribuintes portugueses” a pagar para mais esta festança (!) (?).
“PROJECTO EPIS TEM NOVAS SALAS DE TRABALHO EM TAVIRA”
Tavira é um dos concelhos pioneiros do projecto da Rede de Mediadores de Capacitação para o Sucesso Escolar promovido pela Associação de Empresários para a Inclusão Social (EPIS). Esta Rede de Mediadores é composta por três mediadores e um coordenador, englobando as duas escolas do concelho, nomeadamente a Escola D. Manuel I e a Escola D. Paio Peres Correia. No âmbito desta parceria, a Câmara Municipal de Tavira disponibilizou uma sala de trabalho na freguesia de Santa Luzia e uma outra sala, na freguesia de Santa Maria, foi cedida pela Escola D. Paio Peres Correia, estabelecimento de ensino que, mesmo estando com a sua capacidade lotada, não deixou de se associar de forma generosa a esta iniciativa. Com estas duas novas instalações, o projecto da responsabilidade da EPIS sofre assim um significativo incremento no que diz respeito à sua abrangência e à melhoria das condições de trabalho para os seus precursores e destinatários.
http://www.epis.pt/
Nota:
Informaram-me que na Escola D. Paio Peres Correia, a chefe da Secretaria da Escola é a mulher do actual Director Regional Adjunto, pelo que estará explicada esta “generosidade” na cedência de uma sala (!).
Segue-se o folheto informativo distribuído aos Encarregados de Educação dos alunos.
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Julho 3, 2008 at 2:25 pm
Resposta: NNNNNÃÃÃOOO!
Julho 3, 2008 at 3:20 pm
Com um Governo de M. Ferreira Leite podemos esperar mais do mesmo ou pior! Aliás, o governo PS-supostamente-de-esquerda já lhe adiantou trabalho e de que maneira!
Julho 3, 2008 at 4:44 pm
É instituirem os CEF para o ensino superior.
Julho 3, 2008 at 5:18 pm
Vejam todos o que Medina Carreira disse ontem na Sic Notícias/”Negócios da Semana” sobre a “palhaçada” deste governo: “estão todos doidos”, disse. Que a educação é uma lástima… Que a Milu não sabe o que faz… Que os pais e os alunos é que deviam ir para a rua manifestarem-se contra este ME. porque estão a hipotecar o seu futuro!!!
Passem o link que a mensagem de MCarreira tem de ser conhecida e não “abafada” num programa tardio de dia de semana…
http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={1D4B7A66-F406-41EC-A76B-F85F44E18D3C}
Julho 3, 2008 at 5:20 pm
Vejam todos o que Medina Carreira disse ontem na Sic Notícias/”Negócios da Semana” sobre a “palhaçada” deste governo: “estão todos doidos”, disse. Que a educação é uma lástima… Que a Milu não sabe o que faz… Que os pais e os alunos é que deviam ir para a rua manifestarem-se contra este ME. porque estão a hipotecar o seu futuro!!!
Passem o link que a mensagem de MCarreira tem de ser conhecida e não “abafada” num programa tardio de dia de semana…
http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={1D4B7A66-F406-41EC-A76B-F85F44E18D3C}
Julho 3, 2008 at 11:16 pm
O Medina Carreira é um frustrado.
Maria C., com. 24.
“É instituirem os CEF para o ensino superior.”
Já há os CET(cursos de especialização tecnológica)
Julho 4, 2008 at 3:05 pm
DA:
Porque razão diz que MC “é um frustrado”?
Parece-me que está enganado. Repare bem:
o Homem é livre, pensa e fala como quer e quando quer; não depende de nada nem de ninguém; apresenta argumentos sólidos (os tais números e estatísticas que o nosso ME parece gostar tanto); tem a sabedoria que só a formação, a experiência, muitos anos de trabalho especializado e a idade facultam…
Frustrado em quê? Diga-me lá?
Queria eu era ter muitos “frustrados” desses a governar este meu país!!!
Julho 4, 2008 at 3:06 pm
DA:
Porque razão diz que MC “é um frustrado”?
Parece-me que está enganado. Repare bem:
o Homem é livre, pensa e fala como quer e quando quer; não depende de nada nem de ninguém; apresenta argumentos sólidos (os tais números e estatísticas que o nosso ME parece gostar tanto); tem a sabedoria que só a formação, a experiência, muitos anos de trabalho especializado e a idade facultam…
Frustrado em quê? Diga-me lá?
Queria eu era ter muitos “frustrados” desses a governar este meu país!!!
Julho 5, 2008 at 12:53 pm
Mail curioso:
Opinião de uma advogada
Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas: médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um porte fólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética…
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos especialistas na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo? Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões? Será?