E é altura de chegarmos à estrutura da carreira docente proposta por João Freire ao Ministério da Educação.
Em abono da verdade convirá dizer que entre o modelo de carreira concretizado no ECD e a proposta de João Freire, não é muito fácil optar pela que é mais atentatória do que o autor do estudo qualifica como «vantagens adquiridas» e normalmente conhecemos como direitos adquiridos.
Se o modelo final do ME o espartilho no acesso à categoria de professor-titular, mediante quotas, decepa a possibilidade de progressão para a maioria dos docentes, na proposta de João Freire prolongava-se imenso essa carreira, de maneira que o topo, num «percurso bem sucedido», só seria atingido aos 62 anos, a a pouco tempo da aposentação, e mesmo assim com um índice remuneratório abaixo do actual (320 em vez de 340).
Isto tem interesse, não só por razões já aduzidas em anteriores textos, mas também como elemento auxiliar para compreender com clareza que, desde as suas origens, o objectivo da revisão do Estatuto da Carreira Docente foi sempre o de desacelerar a progressão profissional e diminuir os custos, nunca o de promover o mérito ou recompensar os melhores.
Para além disso, deve notar-se que, um pouco para funcionar como instrumento/argumento de propaganda contra os docentes, visando quebrar os seus laços de solidariedade, o ME optou por emendar a proposta de Freire na base (início da carreira) – onde os custos são menores e o ritmo da entrada de novos docentes se adivinha lento para os padrões anteriores – de modo a apresentar o seu modelo como vantajoso para os novos docentes em relação aos que apresentou repetidamente como «instalados», por terem atingido o topo da progressão.

Julho 2, 2008 at 7:31 pm
Paulo só gostava de saber o quanto esse Freire recebeu pelo estudo…: uns 30.000 contos…é tudo a mamar…e nós a pagar: o objectivo foi roubar os professores desde o o início…qual distinguir os melhores – vivemos um fascismo encapotado…
Julho 2, 2008 at 7:32 pm
Eu não conheço esses valores.
Acho muito alto.
30.000 euros ainda vá…
Mas quem souber, de fonte fundamentada, faça favor…
Julho 2, 2008 at 7:33 pm
E só o conseguiram porque os sindicatos afectos ao Partido Socialista foram todos silenciados com dinheiro e mordomias – essa é que é a grande verdade!
Julho 2, 2008 at 7:37 pm
http://bp3.blogger.com/_rp1dHwNAYxg/SGfSQtmADiI/AAAAAAAAAlo/rICh-yd4NEg/s1600-h/Professores%2B2008+++N%C3%A30.jpg
Julho 2, 2008 at 7:43 pm
Paulo 30.000 contos muito! Olha quanto é que recebeu o irmão do Paulo Pedroso (ISCTE connection – sim existe…que polvo!) por um estudo que não fez e que por caso já existia – era só copiar – mas esta gente sente-se tão impune que já roubam à descarada…:
http://www.scribd.com/doc/2268888/Publico-poupar-no-farelo-para-gastar-na-farinha
Julho 2, 2008 at 7:45 pm
Existe um sr. que para ser engenheiro fez testes destes:
http://livresco.wordpress.com/2008/07/02/formula-infalivel-contra-insucesso-escolar/
Julho 2, 2008 at 7:45 pm
O caso do João pedroso é efectivamente lamentável, até pelo tipo de trabalho que é/era.
Julho 2, 2008 at 7:46 pm
vou começar a contar os dias que faltam para mandar o menino de ouro p’ras urtigas
Julho 2, 2008 at 7:47 pm
http://livresco.wordpress.com/2008/07/02/nao-me-digam-estou-tao-espantado-a-poupanca-e-so-no-ordenado-dos-professores/
Julho 2, 2008 at 7:47 pm
30.000 contos…yes
Julho 2, 2008 at 7:52 pm
http://livresco.wordpress.com/2008/07/02/quanta-hipocrisia-com-estes-espantos-e-tudo-farinha-do-mesmo-saco-psd-e-ps-comem-todos-do-mesmo-tacho-o-bloco-central-esta-a-nascer/
Julho 2, 2008 at 7:52 pm
http://livresco.wordpress.com/2008/07/01/olha-o-bloco-central-a-nascer-o-dias-loureiro-nao-o-gabes-maiso-que-e-demais-soa-a-falsosera-que-existe-algum-tacho-garantidocomo-nos-sabemos-favores-pagam-se-com-favores/
Julho 2, 2008 at 7:53 pm
http://livresco.wordpress.com/2008/07/01/sao-farinha-do-mesmo-sacoe-comeca-a-propaganda-o-menino-de-ouro-de-dias-loureiro/
Julho 2, 2008 at 7:53 pm
Esqueçam o PSD…
Julho 2, 2008 at 7:58 pm
Adoro esta gata:
http://livresco.wordpress.com/2008/07/02/pantufa-negra-nasceu-o-blogue-povoa-offline/
Julho 2, 2008 at 7:59 pm
Querem lá ver que esse trabalho só lhe foi dado porque era irmão do..como é que se chmava …carrapatoso…não…borroso..não..já sei..Paulo Pedroso..não isto é a má língua portuguesa..atirava-me todo para o fogo se uma coisa teve a ver com a outra ..somos um maldicentes..
Julho 2, 2008 at 8:01 pm
A democracia morreu no dia em que o Paulo Pedroso foi recebido na Assembleia…e sei do que falo
Julho 2, 2008 at 8:02 pm
ISCTE Connection é o filme
Julho 2, 2008 at 8:05 pm
http://perplexo.blog.pt/
Julho 2, 2008 at 8:07 pm
Segunda-feira | Maio 26, 2008
Eleições na terra de OZ
Uma fábula contemporânea (melhor dito: instantânea), inspirada no “Feiticeiro de Oz”, ofilme de 1939 que lançou Judy Garland, ainda miúda.
Depois da morte do Grande Feiticeiro, vítima de um desastre alado que nunca se soube se foia cidente ou eficiência, muitas eleições houve na Terra de Oz. Produziram líderes de alguma competência (uns mais, outros menos, é bom que se diga), até que chegou uma situação em que era preciso eleger um novo feiticeiro. Dorothy disse logo que se candidatava: já não era a menina de sapatos vermelhos (tornara-se uma senhora de botinas castanhas) e tinha ideias precisas para resolver a crise. Mas o Espantalho e o Homem de Lata também achavam que podiam fazer alguma coisa por OZ (e por eles próprios, já agora). Só o Leão, que tinha arranjado uma situação do camandro em Bruxelas, não estava interessado em dirigir os destinos dos Munchkins.
Simulados e intriguistas, resolvem almoçar os três no Eleven, com se continuassem íntimos. Para tirar nabos da púcara, provavelmente. Para se agredirem com lenços de renda, isso com certeza. (Escolheram o Eleven porque é onde os advogados mais façanhudos da terra de Oz fecham acordos exorbitantes.)
—Então Dorothy, que ideia foi esta? — diz o Espantalho que, como sabemos, anda à produra de um cérebro. — Uma gaja velha e chata como tu, sem nenhum sex-appeal, só vai assustar as pessoas.
—Tambem não iria tão longe, — retruca o Homem de Lata, o tal que anda à procurade um coração. — Tem um ar azedo, é verdade; é o tipo de mulher que não atrai o eleitorado; mas não lhe faltam ideias.
— Ideias? — O Espantalho fica perplexo. — Ideias para quê? Nunca as tive, e não lhes dei pela falta. — Olha de soslaio para Dorothy, ordinarão: — Também, uma gaja com esta pinta, só se for pelas ideias. Chiça!
—Pois eu fui buscar muitas ideias à Dorothy. Aliás, fui buscar a ela e a toda agente que pude. — retruca o Homem de Lata. — Quem não tem sentimentos, não consegue avaliar o que é bom e mau, é melhor aderir a tudo.
Dorothy franze o sobrolho e depois faz um esgar que poderia, talvez, ser interpretado como um sorriso:
—Vocês aí a grasnar, meus bonecos, não percebem nada disto. Aqui a Dorothy é que conhece os dossiers, sabe os números de cor, fez as contas.
—Ai, mas que chata que tu me saíste! — retruca o Espantalho. Diz-me lá: quando é que foi a última vez que foste dançar à noite? Ou a uma jantarada com os amigos?
—E tu Espantalho, quando foi a última vez que leste um livro? Ou pelo menos um despacho de duas páginas? Pois fica a saber, aqui a Dorothy está a afiar os dentes. Já mandei a modista fazer uns modelinhos mais exuberantes. E pedi à cabeleireira lá do bairro que me desse um jeito no cabelo. Posso não ficar nenhuma Catarina Furtado, mas engato-os pelo susto: agito a perspectiva de serem dirigidos outra vez por ti. No pouco tempo que tomaste conta da Cidade Esmeralda, e depois da Terra de Oz, só fizeste disparates.
—Ó Dorothy, Dorothy! — diz o Homem de Lata — assustar o eleitorado é uma péssima ideia. Eu, cá por mim, vou seduzi-los com a minha banalidade. Tenho uma carreira by de book, nunca mijei fora do penico, faço tudo dentro das regras. Não vou falar contra ti, nem contra o Espantalho, nem contra ninguém. Também não falarei a favor. Antes pelo contrário.
—Pois eu — afirma o Espantalho — é que os sei seduzir. Com o passar dos anos, a Dorothy parece-se cada vez mais com a Bruxa Malvada do Oeste. O Homem de Lata não tem um coração sangrante que possa segurar nas mãos. Eu, com as minhas palhas a ficar grisalhas, queixo-me da minha má sorte, das traições que sofri na pele e das injustiças. Ficam todos com uma lágrima ao canto do olho, coitadinho do Espantalho. É tiro e queda, vocês vão ver!
—Pelo menos sou humana, como se anda a dizer por aí. — Dorothy encolhe os ombros, amuada. — Não um boneco, como vocês. Posso parecer agreste, mas isso até me coloca mais próxima do povo de Oz, sempre amuado.
—Mas diz-me lá — atira o Espantalho, imparável — desde quando é que ser humano constitui uma vantagem competitiva?
Dividiram a estrambólica conta do restaurante, mas não acertaram numa divisão do poder.
É assim, na terra de Oz.
Julho 2, 2008 at 8:09 pm
Mas existe alguém que seja boa gente no ISCTE? Ou somente biltres que através de estudos lapalissianos bem pagos nos comem como mongos…
A Imoralidade da Moral
A discórdia é sermos obrigados a estar em harmonia com os outros. A nossa própria vida é o que há de mais importante. Agora, se quisermos ser pedantes ou puritanos, podemos tecer as nossas considerações morais sobre a vida dos outros, mas estas não nos dizem respeito. Para além disso, o individualismo é realmente o mais elevado dos ideais. A moralidade moderna consiste na aceitação dos modelos da nossa época. Julgo que aceitar o modelo da nossa época será, para qualquer homem culto, a mais crassa das imorallidades.
Oscar Wilde
aqui está alguém que faz do ISCTE e dos seus intelectuais de meia tigela mongos..
Julho 2, 2008 at 8:16 pm
Quem é que anda no ISCTE a tirar o MBA a martelo: adivinharam! – o Menino de Lata…quer dizer de Ouro…
Julho 2, 2008 at 8:22 pm
O Menino de Ouro tem a memória curta:
“Em 1990 os dois deputados do PS [Sócrates e Vara] tornaram-se sócios da Sovenco – Sociedade de Venda de Combustíveis, com outros três parceiros, um dos quais, anos depois, havia de dar pano para mangas nos jornais Virgílio de Sousa, condenado a prisão por um processo de corrupção no centro de exames de condução de Tábua. A aventura empresarial de Sócrates foi curta (menos de um ano) e literalmente para esquecer: no ano passado, quando a revista Focus desenterrou esse episódio, o socialista jurou que estava a ouvir falar dessa empresa “pela primeira vez”. Só após algum esforço de memória se lembrou que tinha sido sócio
http://dn.sapo.pt/tools/ imprimir…_duro_roer.html
Julho 2, 2008 at 8:23 pm
A Biografia “escondida”…
Julho 2, 2008 at 8:23 pm
http://dn.sapo.pt/2005/01/23/tema/um_osso_duro_roer.html
Julho 2, 2008 at 8:24 pm
Ou a versão para imprimir:
http://dn.sapo.pt/tools/imprimir.html?file=/2005/01/23/tema/um_osso_duro_roer.html
Julho 2, 2008 at 8:26 pm
http://sonhosperdidos.blogspot.com/2005_02_01_sonhosperdidos_archive.html#110812892768668341
Julho 2, 2008 at 8:28 pm
Pedro Lomba
pedro.lomba@clix.pt
Nem por acaso: saiu no mês passado A Construção de Luís XIV, do historiador de Cambridge Peter Burke. Luís XIV, que ficou para História como o Rei-Sol e o paradigma do monarca absoluto, era como todos os reis obcecado com a projecção da sua imagem pública. A sua obsessão era tal que os seus conselheiros criaram um aparelho de comunicação e cerimonial destinado apenas à glorificação do monarca. No último capítulo do livro Burke faz um paralelismo entre a política de imagem de Luís XIV e os políticos construídos do século XX. E conclui: “O contraste entre os líderes do século XVII e os do século XX não é um contraste entre a retórica e a verdade. É um contraste entre dois estilos de retórica.”
Pois bem. Esqueçam o que sabem e o que não sabem sobre a polémica à volta da licenciatura de José Sócrates. É difícil não ficar confuso com as notícias que têm vindo a público sobre esse assunto, para mais quando está tudo a surgir em simultâneo com o folhetim triste e pitoresco da Universidade Independente. Concentremo-nos, não nas notícias, mas nas sucessivas reacções do primeiro-ministro à investigação sobre a sua licenciatura. Começou por minimizar o problema considerando-o resolvido e esclarecido. Depois, deu-se a alteração ao seu currículo no site oficial do Governo e, depois ainda, aumentaram as pressões e os telefonemas sobre jornalistas, relatadas por Sarsfield Cabral e Ricardo Costa. Acossado por um episódio que corrói a sua imagem de primeiro-ministro todo-poderoso, que fez Sócrates? Desatou a disparar sobre a imprensa. Enquanto promete um esclarecimento sobre o problema, uma coisa é certa: a incapacidade de Sócrates em estabelecer uma relação “normal” com os jornalistas, a facilidade com que o primeiro-ministro se exaspera ao confrontar-se com notícias hostis, o zelo e a insistência em controlar, na fonte, o tratamento e o destino da informação, tornam-se cada vez mais notórios e preocupantes. Não há dúvida de que Sócrates não tolera o mais pequeno evento que perturbe a sua natureza cénica. Se quer evitar problemas, o primeiro-ministro precisa de repensar em absoluto aquela relação.
http://dn.sapo.pt/2007/04/07/opiniao/mais_calma_sr_primeiroministro.html
Julho 2, 2008 at 8:30 pm
O Un Igate de José Sócrates
João Miguel Tavares
jmtavares@dn.pt
José Sócrates não constrói pontes. Não projecta edifícios. Não desenha auto-estradas. Se construísse pontes, projectasse edifícios ou desenhasse auto-estradas, eu estaria muito preocupado com a sua duvidosa licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente. Se José Sócrates viesse dizer “meus caros, agora quem vai construir o novo aeroporto da Ota sou eu”, aí teríamos todos de nos chegar à frente para lhe perguntar: “peço desculpa, senhor primeiro-ministro, mas mostre aí o seu exame de Análise de Estruturas.” Mas Sócrates nunca pôs de pé nenhuma parede. Provavelmente nunca empinou dois tijolos. Nem jamais demonstrou a mínima vontade de o vir a fazer. A única engenharia a que ele se dedica é política, e é no campo da política que convém focar a atenção, analisando o que é duvidoso e o que não encaixa.
Assim sendo, se este pobrezito UnIgate está a tomar uma certa dimensão é apenas porque o gabinete de Sócrates tem dado sucessivos tiros naqueles pés que tanto talento têm para o jogging. É evidente que se o primeiro-ministro aldrabou o seu currículo na Universidade Independente isso é relevante. Dirá muito sobre o seu carácter, e o carácter de um primeiro-ministro é um tema de interesse público. Mas seria sempre um assunto menor se a atitude desde a primeira hora não fosse a de chutar para canto. Quem não deve não teme e, francamente, nem sequer há muito para temer. Afinal, quais são os factos que até agora a imprensa conseguiu apurar? Que existem diferenças (mínimas) entre as notas das pautas e do certificado final. Que o Ministério do Ensino Superior não sabe nada de finalistas de Engenharia Civil de 1996. E que o seu diploma foi assinado a um domingo. Não é grande coisa. Mas o silêncio de Sócrates é o combustível que alimenta a suspeita. Classificar dúvidas legítimas como “uma campanha de insinuações e boatos” é perfeitamente ridículo. Pelos vistos, o nosso primeiro-ministro ainda não percebeu que ninguém lhe exige que seja doutor. Apenas se lhe exige que não seja mentiroso. Será assim tão difícil?
http://dn.sapo.pt/2007/04/07/opiniao/o_igate_jose_socrates.html
Julho 2, 2008 at 8:32 pm
Decerto que a vida é um mistério. Mas se desprezarmos a procura da verdade – uma tarefa sem fim – arriscamo-nos a “lavar as mãos” face aos piores crimes. Como Pilatos.
http://dn.sapo.pt/2007/04/07/opiniao/pilatos_verdade.html
Julho 2, 2008 at 8:34 pm
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos,nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!”
Martin Luther King
Julho 2, 2008 at 8:36 pm
«Quatro colegas de curso de José Sócrates na Universidade Independente identificados pelo Expresso garantem só ter visto o primeiro-ministro nos exames das quatro cadeiras finais da Licenciatura, todos eles realizados pelo mesmo docente, António José Morais. “Chegava dez minutos depois da hora, sentava-se no fundo da sala, isolado pelo professor. Saía sempre antes da hora marcada para terminar o exame”, disse um dos estudantes, cujo depoimento foi confirmado por outro colega.
Estas declarações – feitas sob anonimato – contrariam os testemunhos até agora publicados de Carlos Gomes Pereira e Alberto dos Santos, também eles alunos daquela turma da Independente.
O Expresso obteve uma lista de nove alunos que compunham a turma frequentada pelo primeiro-ministro (Alberto dos Santos, António Campelo, Jorge Marques, José Veiga, Luís Lopez, Nuno Quelhas, Paulo Matias, Vítor Santos e Vítor Roque). Contactámos cinco deles. Curiosamente, nenhum dos alunos que agora prestou depoimentos ao Expresso se recorda de Carlos Gomes Pereira, que, aliás, nem sequer figura nesta lista. Gomes Pereira, que se intitula ‘engenheiro técnico’, foi o primeiro a prestar declarações públicas sobre o assunto, logo após a polémica em redor da licenciatura do primeiro-ministro, lançada pelo ‘Público’. Entrevistado, primeiro pelo ‘Correio da Manhã’ e depois pelo Expresso, Gomes Pereira garantia lembrar-se ‘‘de Sócrates lá estar, apesar de eu não ter sido muito assíduo. Naturalmente, tínhamos aulas juntos e fizemos exames juntos’’.»
[Expresso assinantes]
in http://jumento.blogspot.com/
Julho 2, 2008 at 8:37 pm
Já viram que a Iberdrola vai fazer 10 barragens em portrugal..e imaginem quem é o um dos big bos da Iberdrola…coincidência..
Julho 2, 2008 at 8:39 pm
Pois…um amiguinho do Menino de Ouro
Julho 2, 2008 at 8:40 pm
Vejam a sociedade da indiferença..
http://br.youtube.com/watch?v=jVf20zxuFB8
Julho 2, 2008 at 8:43 pm
Não sou eu que digo ..é ele…
http://br.youtube.com/watch?v=N4fZzjUSvc4
Julho 2, 2008 at 8:44 pm
è disto que o meu povo gosta..
http://br.youtube.com/watch?v=N4fZzjUSvc4
Julho 2, 2008 at 8:44 pm
A Biografia “Escondida” do Menino de Ouro que se acha o Rei Sol:
http://dn.sapo.pt/2007/04/07/tema/socrates_forcado_a_mostrar_diplomas_.html
Julho 2, 2008 at 8:46 pm
Vejam este video que é mesmo de morrer a rir…
http://br.youtube.com/watch?v=9U55AaE-SUM&feature=related
Julho 2, 2008 at 8:46 pm
A única verdade que disse na vida:
http://br.youtube.com/watch?v=PaBO0j9×5iU&feature=related
Julho 2, 2008 at 8:47 pm
Jose Socrates no seu melhor..
http://br.youtube.com/watch?v=reudoglvgMM&feature=related
Julho 2, 2008 at 8:48 pm
39 mas afinal não existe facilitismo? – OPS!
Julho 2, 2008 at 9:51 pm
33,
Se isso é mesmo assim, está tudo dito.
É fartar vilanagem!
Que falta de ética, de “assertividade”.
Vale a velha máxima: Todo o homem tem o seu preço!
Julho 2, 2008 at 9:52 pm
Ó livresco, pá, tu crias um ruído à tua volta… vai lá vai…
Julho 2, 2008 at 9:53 pm
Gostei do “Professor Confirmado”…
É que antes era só um projecto de professor!
Julho 2, 2008 at 10:44 pm
Estou de volta – só para deixar esta:
Comentarios (2)
ecoe #1 hai 4 dias ecoe
Ten toda a pinta formal de constituir un “autogolpe” que lle renove a cara, en horas ben baixas, ó impresentable e dereitoso José Sócrates
mceleiro #2 hai 2 dias mceleiro
…ainda que há uns quantos milheiros de portugueses que também lhe agradeceriam a sua excelente política com balas…
http://www.vieiros.com/nova/67522/disparan-seis-veces-contra-un-pavillon-de-onde-jose-socrates-saira-media-hora-antes
Julho 2, 2008 at 11:03 pm
“…compreender com clareza que, desde as suas origens, o objectivo da revisão do Estatuto da Carreira Docente foi sempre o de desacelerar a progressão profissional e diminuir os custos, nunca o de promover o mérito ou recompensar os melhores.”
Nunca será demais, é até fundamental, que se sublinhe bem.
Nunca foi objectivo deste ME promover o mérito ou recompensar os melhores. Porque assim se moldou a opinião pública…Conseguiremos algum dia inverter isto?
Julho 2, 2008 at 11:26 pm
Inverter pra quê?
Mas quem é que se preocupa realmente com isto senão os professores que, com carolice, lá vão como que por artes mágicas aguentando o barco?
É bom que isto bata bem no fundo, pois só nessa altura é que muitos vão “abrir os olhos” e dar razão aos professores que já vêm avisando desde há muito…
Julho 3, 2008 at 12:10 am
Acham que ainda me aceitam na GNR como cabo???
Julho 3, 2008 at 12:18 am
Fico cada vez mais surpreendida com as propostas que o dito senhor consegue inventar.
Se nada aponta para uma tal reestruturação, como diz na introdução, donde aparecem tantas categorias e respectivos escalões? pediram-lhe, porventura, que inventasse ou que estudasse comparativemente?
O último escalão aos 63 anos é de morrer a rir com a ingenuidade (para não chamar nomes feios) destas pessoas. Se defende a subida por mérito, a recompensa deve vir independentemente da idade, se defende a antiguidade, não devia criticar o que estava.
Como a milu não tem 63 anos, como pode ocupar um cargo em que manda em quem teria toda uma vida prestado provas de elevada competência? o sr. João Freire dá valor demais à idade que tem, Enfim um rapaz!
Julho 3, 2008 at 1:04 am
Este estudo (pseudo-estudo/técnicas de manipulação política) do Dr. João Freire deverá ser divulgado à comunicação social constextualizando com as mentiras ditas na época (final de 2005 e início de 2006).
Solicito a todos os que recebem esse relatório que o divulguem o mais que puderem na comunicação social confrontando com as mentiras publicadas à época pela “lurdinhas das reformas”, “sinistra ministra” ou “a louca ministra”.
Julho 3, 2008 at 1:05 am
digo “receberam” em vez de “recebem”
Julho 3, 2008 at 1:10 am
Reparem para os ordenados propostos para os índices iniciais.
Tenha vergonha o “pau-mandado” que faz este estudo por encomenda!
Julho 3, 2008 at 1:20 am
“Elenco de provas de ingresso para candidatura ao curso
de Medicina nos anos lectivos de 2008/2009 e de 2009/2010
1 — O elenco de provas de ingresso a considerar na candidatura à matrícula e inscrição no curso de Medicina, nos anos lectivos de 2008/2009 e de 2009/2010, é o constituído pelas provas de ingresso de Biologia e Geologia (B), Física e Química (Q) e Mate-mática, satisfeitas pelos
correspondentes exames nacionais do ensino secundário previstos nosanexos I e II da deliberação n.º 933/2008, de 31 de Março, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
2 — Para aplicação do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 26.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, o peso que vier a ser atribuído à classificação das provas de ingresso, para efeitos de cálculo da nota de candidatura ao curso de Medicina, será distri-buído de forma uniforme pelas provas de ingresso de Biologia e Geologia (B), de Física
e Química (Q) e de Matemática.”
http://www.dre.pt/pdf2sdip/2008/06/113000000/2617126171.pdf
Julho 3, 2008 at 2:32 am
(31) Entende-se o teu lamento, que parece estar implícito.
Pago um euro por cada “bom” que tiverem para vender. Passe a publicidade, claro.