Fabuloso!!!!!
Tal como os professores, os médicos, os juízes, os funcionários públicos, os polícias, os bombeiros, os pescadores, os agricultores, os…, os…, os contribuintes e consumidores na generalidade, os Portugueses! Todos uns ingratos para com quem tudo faz na melhoria dos padrões e qualidade de vida dos seus cidadãos!
- Haveis de ir para ao inferno, seus ingratos!”
- Eminências, no inferno já nós vivemos! Só aguardamos pela vossa chegada!
Mas parece que vai haver surpresas, pelo menos no exame de Portugês 12ºano. A percentagem de negativas é alta, tem havido diariamente informações do GAVE com novas informações (algumas contraditórias) quanto aos critérios de correcção (a última foi ontem à tarde) no sentido de aumentar a cotação. Parece que a % de negativas rondava os 60% (neste momento com tendência para descer, devido à alteração dos critérios. O GAVE está aflito e os correctores e supervisores ainda mais com esta confusão toda!!!! Já se fala inclusivé que a saída das notas não será dia 7, como previsto (nada certo). Tudo isto me relatou uma colega correctora hoje de manhã, fonte fidedina (mas talvez não credível, como diria MLR)
Não foi sobre este exame (Português de 12º ano) que a APP se manifestou acerca da falta de objectividade de algumas questões, havendo dificuldade em responder a determinadas perguntas e tendo demorado os critérios de correcção a serem divulgados ?
Parece-me ter lido esta informação nos jornais.A ser verdade, isso poderá explicar, pelo menos em parte, o que é afirmado no comentário anterior.
Pode ser trauma profissional, mas não consigo tolerar a possível hipótese de critérios serem alterados depois da prova realizada. Se assim for, João Pinto tinha razão, “prognósticos, só depois do jogo”.
É verdade que os critérios têm sido alterados depois da realização das provas? Esperemos que não, para bem da nossa saúde mental.
DA,
Em relação a este exame, se não estou em erro, os comentários prenderam-se essencialmente com a subjectividade: diversos professores experientes não terão conseguido chegar a um consenso quanto à resposta a várias questões. Foi esta constatação que terá dado origem às reacções da APP que aguardava, com alguma apreensão, os critérios de correcção que tardavam em ser divulgados.É certo que à saída do exame havia alunos a comentarem a sua facilidade, mas não me parece que tenha sido essa a opinião generalizada. Sei de bons alunos que tiveram consciência de alguma falta de objectividade da prova, o que lhes terá causado insegurança.
Espero que o Miguel Sousa Tavares, o Nicolau Santos escrevam agora de modo contundente sobre a alteração dos critérios de correcçáo das provas de Português. A confirmar, claro que o ME vais desmintir, será mais uma machadada no ensino e na formação dos futuros homens(m/f) de amanhã.
Não deixemos morrer este assunto. É demasiado.
O exame de Português do 12º ano foi extraordinariamente mal elaborado…
Não ouvi nenhum dos 27 professores classificadores que fazem parte do meu agrupamento dizer que era fácil! Pelo contrário…e vai haver, de facto muita surpresa… Os critérios de correcção indignaram a maioria dos professores classificadores, pois prejudicam os alunos.
A percentagem de negativas é altíssima! No meu grupo de trabalho rondava, na última reunião intercalar, os 70%.As alterações introduzidas nos critérios vieram gerar muita celeuma e houve mesmo quem dissesse, alto e bom som, que não ia rever as provas.
Eu estou a alterar de acordo com as novas “ordens”…pois, os grandes prejudicados,se recusasse, seriam os alunos…
Mas dou por mim a pensar que deveriamos ter a coragem de publicar estas pautas iniciais (as classificações são más a nível nacional) e deixar o ME gerir a crise.
Junho 27, 2008 at 4:04 pm
Fabuloso!!!!!
Tal como os professores, os médicos, os juízes, os funcionários públicos, os polícias, os bombeiros, os pescadores, os agricultores, os…, os…, os contribuintes e consumidores na generalidade, os Portugueses! Todos uns ingratos para com quem tudo faz na melhoria dos padrões e qualidade de vida dos seus cidadãos!
- Haveis de ir para ao inferno, seus ingratos!”
- Eminências, no inferno já nós vivemos! Só aguardamos pela vossa chegada!
Junho 27, 2008 at 4:12 pm
Mas parece que vai haver surpresas, pelo menos no exame de Portugês 12ºano. A percentagem de negativas é alta, tem havido diariamente informações do GAVE com novas informações (algumas contraditórias) quanto aos critérios de correcção (a última foi ontem à tarde) no sentido de aumentar a cotação. Parece que a % de negativas rondava os 60% (neste momento com tendência para descer, devido à alteração dos critérios. O GAVE está aflito e os correctores e supervisores ainda mais com esta confusão toda!!!! Já se fala inclusivé que a saída das notas não será dia 7, como previsto (nada certo). Tudo isto me relatou uma colega correctora hoje de manhã, fonte fidedina (mas talvez não credível, como diria MLR)
Junho 27, 2008 at 7:05 pm
Não foi sobre este exame (Português de 12º ano) que a APP se manifestou acerca da falta de objectividade de algumas questões, havendo dificuldade em responder a determinadas perguntas e tendo demorado os critérios de correcção a serem divulgados ?
Parece-me ter lido esta informação nos jornais.A ser verdade, isso poderá explicar, pelo menos em parte, o que é afirmado no comentário anterior.
Junho 27, 2008 at 7:22 pm
Ingratos, são mesmo uns ingratos, sempre a refilarem por tudo e por nada.
Junho 27, 2008 at 7:27 pm
Pode ser trauma profissional, mas não consigo tolerar a possível hipótese de critérios serem alterados depois da prova realizada. Se assim for, João Pinto tinha razão, “prognósticos, só depois do jogo”.
É verdade que os critérios têm sido alterados depois da realização das provas? Esperemos que não, para bem da nossa saúde mental.
Junho 27, 2008 at 8:17 pm
É bem verdade, João Serra, tão verdade como MLR ser Ministra da Educação!! Fale com correctores!
Junho 27, 2008 at 8:33 pm
Mas afinal o exame de Português não tinha sido fácil?
Junho 27, 2008 at 9:16 pm
DA,
Em relação a este exame, se não estou em erro, os comentários prenderam-se essencialmente com a subjectividade: diversos professores experientes não terão conseguido chegar a um consenso quanto à resposta a várias questões. Foi esta constatação que terá dado origem às reacções da APP que aguardava, com alguma apreensão, os critérios de correcção que tardavam em ser divulgados.É certo que à saída do exame havia alunos a comentarem a sua facilidade, mas não me parece que tenha sido essa a opinião generalizada. Sei de bons alunos que tiveram consciência de alguma falta de objectividade da prova, o que lhes terá causado insegurança.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332670
Junho 28, 2008 at 1:12 am
Espero que o Miguel Sousa Tavares, o Nicolau Santos escrevam agora de modo contundente sobre a alteração dos critérios de correcçáo das provas de Português. A confirmar, claro que o ME vais desmintir, será mais uma machadada no ensino e na formação dos futuros homens(m/f) de amanhã.
Não deixemos morrer este assunto. É demasiado.
Junho 28, 2008 at 1:13 pm
O exame de Português do 12º ano foi extraordinariamente mal elaborado…
Não ouvi nenhum dos 27 professores classificadores que fazem parte do meu agrupamento dizer que era fácil! Pelo contrário…e vai haver, de facto muita surpresa… Os critérios de correcção indignaram a maioria dos professores classificadores, pois prejudicam os alunos.
A percentagem de negativas é altíssima! No meu grupo de trabalho rondava, na última reunião intercalar, os 70%.As alterações introduzidas nos critérios vieram gerar muita celeuma e houve mesmo quem dissesse, alto e bom som, que não ia rever as provas.
Eu estou a alterar de acordo com as novas “ordens”…pois, os grandes prejudicados,se recusasse, seriam os alunos…
Mas dou por mim a pensar que deveriamos ter a coragem de publicar estas pautas iniciais (as classificações são más a nível nacional) e deixar o ME gerir a crise.
Junho 28, 2008 at 1:19 pm
missT,
Foram fáceis.
Junho 28, 2008 at 1:44 pm
Olhe que que não,…DA,…Olhe que não!
Como perguntava ontem o VPV:”…fáceis em relação a quê?”
Não se esqueça de ir consultar as pautas…
Oxalá me engane!