“O exame era mais fácil que os testes”
Estudantes do 12.º ano consideram que prova foi básica e muito simples
Ao contrário de anos passados, os alunos do 12.º ano da Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto, consideraram os exames nacionais de Matemática A “muito fáceis”. De tal modo que alguns dos alunos com quem o DN falou acreditam mesmo que a nota rondará os 16 ou 17 valores.
Para Bruno França, por exemplo, “o exame era bastante fácil”. “Fiz os exames dos outros anos, para estudar, e achei este muito mais fácil”, diz este estudante, que acredita que, por isso, terá “um 16 ou 17 no exame”.
Opinião partilhada pelo amigo Francisco Andrade que, apesar de tudo, mostra alguma cautela. “O exame era bastante básico, mas depois vamos ver o resultado final”, alerta. Francisco, como vários outros colegas, passou o fim-de-semana a estudar para o exame que fechou a primeira fase de provas nacionais do 12.º ano. Com um balanço positivo: “Correu mesmo bem”, assegura.
Já José Lopes, outro amigo, não poupou elogios à facilidade do exame no telefonema feito para a mãe à saída da escola. “Nem imaginas, era super fácil”, assegurava, manifestando uma satisfação imensa. Ao DN confessa depois que “a escolha múltipla deve estar quase toda mal, mas o resto correu super bem”. Depois de passar o fim-de-semana todo a estudar para a prova de Matemática, diz esperar “para aí um 15″. Uma nota que considera bastante boa, depois do 12 na disciplina, no 12.º ano.
Já Aline Marini não partilhava da alegria dos amigos. “A prova correu mal, acho que não estudei o suficiente”, admitiu, enquanto confirmava: “O exame era fácil.”
“Era mais fácil até que os testes que os professores nos deram ao longo do ano”, confessava esta aluna, que, muito provavelmente, irá “fazer o exame novamente na segunda chamada”.
Não adianta depois o Presidente do GAVE vir dizer que coiso e tal, que não, que até testam isto e aquilo, num emaranhado de argumentos que, se forem escalpelizados a sério, apenas são uma confissão da facilidade que existe em manipular as provas de aferição e exame, a partir da sua testagem em amostras de alunos açorianos.
Junho 24, 2008 at 10:35 am
Para aqueles que só pensam na acção e desvalorizam a contemplação..
O Desespero do Homem de Acção
Há uma ligação muito estreita entre a adoração da acção e o uso do homem como meio de atingir fins que não são o homem. Como há uma ligação aproximada entre este desespero e a acção, entre a razão e a acção. A proeminência dos valores da acção sobre os da contemplação indica, sobretudo, que o homem abandonou totalmente a busca duma ideia aprazível do homem e o desejo de o colocar como fim. E que na impossibilidade de agir segundo um fim, ou de agir para ser homem, ele decide agir de qualquer maneira, apenas para agir.
O homem de acção é um desesperado que procura preencher o vazio do seu próprio desespero com actos ligados mecanicamente uns aos outros e compreendidos entre um ponto de início e um ponto de conclusão, ambos gratuitos e convencionais. Por exemplo, entre o ponto de início da fabricação dum automóvel e o ponto de conclusão dessa fabricação. O homem de acção suspenderá o seu desespero enquanto durar a fabricação do veículo; suspendê-lo-á precisamente porque no seu espírito fica suspensa qualquer finalidade verdadeiramente humana: sente-se meio entre os outros homens, meios como ele. Concluída a máquina ele encontrar-se-á, é verdade, mais inerte e exânime que a própria máquina, mas arrolhará subitamente com uma promoção, com uma medalha, um pagamento a dobrar, ou simplesmente com a construção de um novo automóvel. Efectivamente apresentar-se-á a envolver-se no fluxo alienatório da acção.
Alberto Moravia
Junho 24, 2008 at 10:37 am
Existem por aí muitos.. desesperado que procuram preencher o vazio do seu próprio desespero com actos ligados mecanicamente uns aos outros e compreendidos entre um ponto de início e um ponto de conclusão, ambos gratuitos e convencionais.
Fafe
Junho 24, 2008 at 10:41 am
Bem até logo á noite ..entretanto ouçam esta música
http://www.youtube.com/watch?v=mzNEgcqWDG4
Vou gozar o meu feriado de S.João…roam-se de inveja…eheheh…
Junho 24, 2008 at 10:43 am
Uma visão do nosso futuro vinda do passado..
Junho 24, 2008 at 11:38 am
http://suckandsmile.wordpress.com/2008/06/24/tristonha-tristonha-a-cheirar-a-toda-a-decadencia/
Cumprimentos. Sem entrar em polémicas.
Junho 24, 2008 at 12:06 pm
À margem (ou talvez não) do post , aqui vai com dedicatória às chefias do macro e do microcosmos:
http://br.youtube.com/watch?v=umw1-Do3-ho
Junho 24, 2008 at 12:31 pm
As classificações de Matemática vão subir tanto que mesmo os mais distraídos, ou os que mais beneficiam do facto, vão ficar perplexos. Eu, que este ano leccionei a dita ciência a algumas dezenas dos que fizeram este exame, só posso dizer que as críticas feitas pela SPM só pecam por demasiado brandas (vou tentar esquecer o que disse a APM). Sugiro a todos vós, mesmo aqueles para quem a Matemática é um mistério em que todos os triângulos são das Bermudas, que tentem resolver a questão 3 da 2ª parte.
Podem vê-la aqui http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=205&fileName=Mat635_P1__V1_08.pdf
Se arranjarem quem vos ensine a trabalhar com um calculadora gráfica, também podem fazer a questão 5 nas calmas.
As outras exigem um bocadinho mais, mas é mesmo só um bocadinho assim.
Só espero que as notas sejam um escândalo tal que ninguém fique indiferente e que a comunicação social não se cale. Nós, professores, já há mais de três anos qque percebemos a farsa, mas há ainda muita gente que ainda precisa de ajuda para perceber. Que este “sucesso” possa ser uma boa ajuda
Junho 24, 2008 at 12:48 pm
César C:
Esta é uma boa questão para os meus alunos do 9º ano
Junho 24, 2008 at 1:11 pm
Se em todas as áreas da sociedade se recorre ao embuste e à pilhéria, da política à justiça, passando pelo futebol, porque é que a Escola deveria ficar a salvo da pulhice e da traficância de valores ?
Sócrates deu o mote com a sua licenciatura de baixo nível e os seus projectos merdosos de construções inenarráveis (para já não falar do mau aspecto quando aparece em cuecas a falar para a TV, à moda do Major).
Maria de Lurdes Rodrigues dança ao som da mesma música pimba e da mesma estratégia saloia, quando distribui electrodomésticos pelos alunos, também à imagem do Major.
Agora é a distribuição de certificados de inteligência artificial a todos os alunos pela via dos exames em forma de conto-do-vigário.
Como se constata, neste governo é tudo gente brilhante e que vai deixar marcas na história, como aquela que Clinton deixou no vestido da Mónica.
Tudo gente com planos brilhantes
Junho 24, 2008 at 2:43 pm
Os exames são cada vez mais fáceis. Dou apenas um exemplo: tentem pedir a um aluno que resolva o exercício mais fácil de um exame dos anos 90 e que o compare com o mais difícil dos últimos anos (para não ser muito drástico). Certamente que ele vai dizer que o da década de 90 é mais difícil, isto se o conseguir resolver.
O facilitismo anda por aí e por muito que nos custe ainda vai continuar por mais algum tempo.
Desconfio que este governo consiga colocar o sucesso (impensável) na fasquia dos 200% (se calhar também começa a existir este valor) ao ritmo a que vai…
Custa-me ver a minha Matemática assim tratada e não podia deixar de salientar aqui neste “meu” espaço que segundo a SPM a prova não afere “conhecimentos matemáticos importantes”. É algo que me deixa profundamente triste uma vez que o trabalho de professores e alunos que realmente se interessam e sabem é como que deitado fora.
Continuamos no ritmo de “dar”qualificações e atestados de qualidade a quem verdadeiramente não os possui.
“Confirma-se a tendência já patente no exame nacional do 9ºano da semana passada, em propor exercícios que correspondem aos primeiros exemplos usados para introduzir as noções.
O grau de dificuldade deste exame é inferior ao do ano passado. O padrão utilizado pelo G.A.V.E. para avaliar o desempenho dos alunos não permite distinguir aqueles que efectivamente trabalham dos que pouco trabalham, e não ajuda os professores a incentivarem os alunos a aprofundar os seus conhecimentos. A SPM alerta também que modelos de avaliação deste tipo podem confundir tanto os alunos como os professores no futuro, quer nas metas a atingir quer nos meios a utilizar. É por isso importante que se adoptem modelos de avaliação que efectivamente reconheçam o esforço, que constituam um desafio para os alunos e que ajudem a identificar e ultrapassar as fragilidades dos seus conhecimentos de matemática.” (parecer da SPM)
Julgo que diz tudo.
http://www.joaoleal.net
Junho 24, 2008 at 3:59 pm
Fácil…
Neste momento tudo é fácil…
Empréstimos para comprar casa… foi fácil! Agora? Falência de muitas famílias…
Facilidades em exames? Falência do ensino em Portugal.
Será esse o nosso destino?
http://matexpress.wordpress.com
Junho 24, 2008 at 4:19 pm
Quando os intelectuais orgânicos colonizam as instituições de ensino e de comunicação, comportam-se como um bando de hienas:
“Trinta anos
Passam agora três décadas sobre a criação do Centro de Estudos Sociais (CES) da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, apropriadamente comemorados com um colóquio internacional sobre os “novos mapas para as ciências sociais e humanas”.
Nestes trinta anos, o CES tornou-se num dos principais centros nacionais de investigação nas ciências sociais e humanas (mas também de observação e intervenção na preparação e execução de políticas públicas, por exemplo na área da justiça) e simultaneamente um dos mais internacionais.
Estão de parabéns e merecem felicitações todos os que — a começar pelo seu fundador e actual director, Boaventura de Sousa Santos — construíram o grande laboratório de investigação e a prestigiada instituição académica que o CES é”.
[Publicado por Vital Moreira] [20.6.08]
Junho 24, 2008 at 4:36 pm
Sobre os exames e os seus resultados, a Ministra cantará vitória e o “menino de ouro do PS” (eheheh, já viram o título do livro?) engrandecerá o ego, à conta dos papalvos e da sociedade adormecida!
Que “honestidade intelectual”, que “grandeza de convicções”, que “gloriosa victória”…
Qualquer dia perguntar-se-á a um menino quanto são 2 e 2 e ele responderá 5! Reformulando-se a questão (na mesma senda dos referendos europeus) perguntar-se-à novamente, mas desta vez, quantos são 1 mais 1, e ele responderá, após alguns segundos 2! Vitória…vitória…as nossas políticas educativas, como veêm, já estão a dar resultados!!! Nós é que tinhamos razão: chumbar é coisa do passado!
Junho 24, 2008 at 5:12 pm
Destaque!!!!
Ferrao.org
In,
sinistraministra.blogspot.com/2008/06/ferroorg-no-seu-melhor-como-sempre.html
Junho 24, 2008 at 5:55 pm
Já agora, tão grave como o grau de facilidade dos exames, são os critérios de correcção – no mínimo vergonhosos.
Era bom que as pessoas que estiveram em reuniões de coordenação dos corretores de exames falassem disso aqui…
Junho 24, 2008 at 6:39 pm
Este ano vou ser considerado um mau avaliador dos meus alunos de Matemática A do 12º ano e dos meus alunos de MACS do 11º ano. Após a realização dos referidos exames fiz com os meus alunos, durante o período da tarde, uma correcção aos mesmos e verifiquei que os alunos que obtiveram CIF entre 14 e 17 irão ter no exame classificações entre 17 e 20, enquanto que os tiveram CIF entre 10 a 13 irão ter classificações no exame entre 13 a 17 (alguns atingirão a classificação de 18).
A MINHA PERGUNTA É:
PARA QUE SERVE TERMOS ALGUM GRAU DE RIGOR E EXIGÊNCIA?
Notei nos melhores alunos alguma frustração do tipo “Porque razão andei eu a esforçar-me?”
FRUSTRANTE, DEVERAS FRUSTRANTE…
Junho 24, 2008 at 6:46 pm
E para mal dos meus pecados ao consultar o DR de hoje dou de caras com o Dec-Lei nº 104/2008 que regulamenta a prova pública e os concursos de acesso a professor-titular.
Bom, estando no 7º escalão, ao tomar conhecimento do diploma, cheguei a uma conclusão: CHEGUEI AO TOPO DA CARREIRA!
Agora resta-me de dois em dois anos tirar um bom, dedicar-me aos meus alunos e deixar de pensar em grelhas, grelhados e quejandos.
Junho 24, 2008 at 6:52 pm
Lamento o meu estado depressivo, mas talvez seja o efeito da digestão da sardinhada da noite de S. João.
Junho 24, 2008 at 7:06 pm
É NECESSÁRIO CRIAR UM PARTIDO POLÍTICO
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Junho 24, 2008 at 7:08 pm
Deixa lá que não és só tu Pedro, eu estou no 8º escalão e provavelmente(90%de hipóteses)também não vou sair daqui..RESTA-NOS COMEÇARMOS A PEDIR DINHEIRO AOS PAIS PAR ENSINAR VERDADEIRAMENTE OS MENINOS…EHEHEH..
Junho 24, 2008 at 7:14 pm
Pedro Castro,
De que estávamos á espera? Os antigos 8/9/10º escalão (o total correspondia a acrescimo de uns 500 eurosno 10º escalão), e o super escalão do “Entendimento”, são destinados aos boys e girls. Portugal passou a ser o “sítio deles”.
Mas (ainda) alguém acredita que isto tem algo a ver com o trabalho docente? Tudo isto é, e sempre foi, uma questão ideológica/política.
Junho 24, 2008 at 7:19 pm
bigbrother,
Claro. Quem quiser “bolota” tem que pagar e bem pago. Não tiveram (quase) todos contra os professores e a favor dos lulus governamentais!?
Agora paguem e não bufem.
Os professores com alguns anos de carreira e excelente formação científica têm a vidita garantida. Até nos podemos organizar!
Junho 24, 2008 at 7:26 pm
Então Guinot, para alem da manipular as estatísticas publicitando as do “Umbigo” em horas que não são de “ponta”, também diga agora que a APM está feita com a Ministra em busca de estatísticas favoráveis…
“Exames nacionais: APM considera provas de matemática abrangentes e justas”
confirme aqui: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333329
Junho 24, 2008 at 7:40 pm
Meu caro já se deu ao trabalho de ver a filiação dos ditos senhores? Vá e abra a boca deespanto…
Junho 24, 2008 at 7:44 pm
Infelizmente Bigbrother existem sempre os “testas de ferro” a defender o “dono”…, mesmo que as evidências em contrário sejam mais que consistentes.
Junho 24, 2008 at 7:52 pm
Resultados deste tipo de exames:
Alunos com CIF de 17 numa escola pública, neste exame terão, muito provavelmente, 19-20 valores. Ficarão com 18.
Alunos com CIF de 20 numa privada(facilitista) que sabem tanto como o anterior aluno coim CIF de 17, terão 19-20. Ficarão com 20.
Os aldabrões nesta altura devem sentir-se hiper-felizes, eles anteciparam o futuro.
Junho 24, 2008 at 7:53 pm
A do ” facilmente realizáveis sem serem facilitistas” faz-me lembrar as discussões traumatizantes dos traumatizados da “autoridade sem autoritarismo” (ainda que esta última tenha algo que se lhe diga)…
…
Lá que são “abrangentes” são-no de facto!!! Tem sido, facilmente, comprovado este argumento (no 4º pouco interessa se dão erros, respondem correctamente…, no 6 ano, respondem a questões de 4º; no 9º a questões de 6º; no 12º, a questões de 3º ciclo…
Junho 24, 2008 at 7:55 pm
Mais, na minha escola o ano passado a média do exame de Mat.A foi de 15.5, este ano, palpita-me, vamos ultrapassar os 17.
Junho 24, 2008 at 8:00 pm
As dores de Maria de Lurdes Rodrigues, por RPP:
“Eu não vou por aí, mas…
1. Segundo José Manuel Fernandes, os exames de Matemática do 12.º terão sido “aparentemente mais fáceis do que os dos anos anteriores”. Aparentemente, note-se.
Claro que não estando José Manuel Fernandes certo sobre essa maior ou menor facilidade (“aparentemente”…) é, em seguida, prudente na avaliação que faz dos exames. Claro, uma ova, pois em lugar da prudência necessariamente associada ao “aparentemente” encontramos nos seus editoriais, incluindo o de hoje, um julgamento sumário e definitivo dos exames e, em consequência, da política de educação do actual Governo e dos seus protagonistas. Ou seja, José Manuel Fernandes diz que “não vai por aí” mas, já agora, aproveita para tentar fazer os estragos que faria se fosse por aí.
2. Se todo o Público fosse feito no mesmo tom, o jornal teria já virado pasquim. Citando: “Pasquim / Ou ‘pasquinada’ (do italiano ‘pasquinata’), termo derivado do nome Pasquino, ou Pasquillo, de uma estátua encontrada em Roma no ano de 1501, na qual durante certo tempo se tornou costume suspender sátiras de tom insultuoso contra um alvo pessoal identificado. Por extensão de uso, o termo passou a referir qualquer texto satírico, em verso ou prosa, envolvendo grosseira ou maliciosa ridicularização, as Pasquinadas: Jornal dum Vagabundo (1890), de Fialho de Almeida.”
Inserido por Rui Pena Pires”
http://ocanhoto.blogspot.com/
Junho 24, 2008 at 8:36 pm
Fica-lhe tão bem vir defender a sua dama!
Junho 24, 2008 at 9:56 pm
É sabido que certos paizinhos movidos por interesses mesquinhos e egoístas de defesa da prole não olham a meios para passar por cima dos outros, como os célebres casos de Guimarães vieram demonstrar há alguns anos.
A CONFAP fica hipocritamente à espera de que a manobra do governo seja validada pelos cães de fila espalhados pelas instituições alimentadas pelo próprio Estado.
Esta circularidade obscena de acólitos do Estado que se apoiam mutuamente e se elogiam em circuito fechado, atinge actualmente uma dimensão equivalente à do salazarismo, embora utilize a estratégia estalinista dos “métodos científicos” e do lançamento de suspeitas políticas sobre quem não pactua com o “progresso”.
Estes homúnculos e estas criaturas estatísticas mutantes são um flagelo e representam uma derrota do pensamento humano como o conhecemos até agora.
O país afunda-se em números, em corrupção, em dívidas e em propaganda política.
O corte com a realidade arrisca-se a ser mais profundo do que o registado no tempo de Salazar e tão grave como o verificado com Marcelo Caetano.
Junho 24, 2008 at 10:09 pm
O Pena Pires, conhecido como “esposo da sinistra” é um rapaz (muito) bem conhecido pelos ISCTE/S, se me faço entender. Deve ser perito nos “chequitos”.
Os “chequezitos” (só) são recebidos no “superior” por quem “é amigo”. Os outros professores (professores e investigadores) trabalham e não recebem “chequitos”, pelos “esplendidos estudos e pareceres que elaboram”. Podem tb ter o salário em perigo. Os que não participam dos “magníficos estudos”. Claro.
Rir,p.f.
Este Pina é
Junho 24, 2008 at 10:13 pm
Albino Mau
23
Não é o Paulo que manipula o que quer que seja. Abra os jornais, dos diários aos semanários, e verá que a opinião é geral: fáceis, demasiado fáceis!!!
Quem quererá manipular quem?!!!
Junho 24, 2008 at 10:16 pm
Albino Mau
Não é o Paulo que manipula o que quer que seja. Abra os jornais e verá que a opinião é unânime: fáceis, demasiado fáceis!!!
Quem quererá manipular quem?!!!
Junho 24, 2008 at 10:36 pm
Até aposto que agora vão apertar um bocadinho os critérios ou mandar o pessoal ser “bem rigoroso”, que é para tentar não dar 100% nas vistas!