Então o caso da Matemática raiou o ridículo, dando razão de mão beijada, se isso era necessário, às críticas coerentes de Nuno Crato à indefinição de um modelo de provas/exames e de critérios de classificação.

Agora o ME pode ficar com os números do sucesso mas acabou por perder toda e qualquer credibilidade junto de quem anda nisto de boa fé e a lutar por melhorar o funcionamento e desempenho do sistema educativo e não apenas a sua representação estatística.

A imagem é da revista Sábado desta semana, ainda possível quando o meu scanner parece ter começado a entregar a alma ao criador, neste caso a Lexmark. Parece-me que não tarda nada vai juntar-se ao amigo da HP, no cemitério informático da garagem…