Não sei em que categoria caberá Jorge Miranda para os detractores básicos de todos aqueles que levantam dúvidas sobre a democraticidade do processo de ratificação do Tratado de Lisboa, mas quer-me parecer que não é comunista, neoliberal ou neonazi.
Junho 18, 2008

Junho 18, 2008 at 11:55 am
Excelente artigo. Em que jornal vem publicado? Nem parece coisa de historiador, omitir a fonte do documento…
Já não há cabeça para mais coisas, não é? Eu bem sei.
Junho 18, 2008 at 2:32 pm
O formato do artigo parece ser o do Público.
Junho 18, 2008 at 4:03 pm
Jorge Miranda não é comunista, nazi ou neo-liberal. É uma pessoa que pensa pela própria cabeça, logo, subversivo, não mentalmente formatado, não conforme aos parâmetros de qualidade de cidadania de Durão Barroso, Merkel, Sarkozi e Cia.
Junho 18, 2008 at 5:30 pm
Concordo com o Paulo, relativamente às categorias onde não enquadrar este Sr., mas o que mais me satisfaz nesta posição (óptimo artigo)é saber da proximidade(?)ou simpatia do seu autor aos desgovernantes actuais!