É verdade que a Bento Rodrigues deu um certo ataque de independentismo na entrevista, mas não havia necessidade de dizer algo como:
Se me permitir falar eu volto à SIC de boa-vontade, mas se o senhor me interromper e não me deixar falar não é possível esta entrevista.
Não sei se, caso fosse interrompida por um directo de Neuchatel, teria a mesma reacção de Santana Lopes, levantando-se e saindo. Neste caso foi mais uma espécie de aviso do género: «olhem que eu nem fui á televisão pública falar disto e é assim que me pagam a simpatia?».


Junho 18, 2008 at 9:47 pm
Imperdível entrevista da ministra da Educação hoje à SIC sobre os exames nacionais. Ver em:
http://ocantinhodaeducacao.blogspot.com
Junho 18, 2008 at 9:48 pm
Alunos dos 2º ciclo fazem em 2008 prova igual à do 1º ciclo de 2007?
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Junho 18, 2008 at 9:58 pm
Reparem no sorriso inicial algo preparado.
Mas porque é que o site do gave nunca está available quando lá vou?
Junho 18, 2008 at 10:00 pm
A ministra da falta que a educação faz…
Junho 18, 2008 at 10:07 pm
Não veem que a velha está na fase da menopausa e já não fica humidificada daí a irritação vaginal!
Junho 18, 2008 at 10:29 pm
Aconselho vivamente a leitura disto (http://blasfemias.net/2008/06/18/milagres-2/#more-2778). Parece que o ME está agora a cairno ridículo perante o país inteiro e já não são só os profs. a perceber o grande logro. E a irritabilidade da D. Lurdes é mais uma prova disso. Quando a irritação se virava contra os docentes o povinho do alto da sua indolente ignorância até achava bem: “Ponham esses calaceiros na ordem, e assim.”. Mas agora ela não tem pela frente “a malta dos sindicatos”; tem os media em peso. E é aqui que ela claudica porque pensa que pode continuar a bater o pé (sem perceber que este lhe cai cada vez mais para chinelo). A medusa vai-se transfigurando em górgona.
Junho 18, 2008 at 10:30 pm
Como o emoticon do comentário 1.
Junho 18, 2008 at 10:47 pm
Ela reagiu assim porque o jornalista não levou “bolachinhas da amizade” para a entrevista…Ela é totalmente obcecada por bolachas…ainda por cima á hora de almoço são imprescindiveis para ajudar a digestão..
Junho 18, 2008 at 10:48 pm
Na TVI à hora do almoço (ligada no café do costume, pois em casa é interdita): a mesma protagonista com sorrisos e simpatia, nada de reacções intempestivas. Como não havia som (yes!)lia-se em rodapé, ou seja, naquele texto corrido que provoca irritação, frequentemente crivado de erros ortográficos “ministra afirma que casos de violência nas escolas do país se limitam a 5% de ocorrências”; “as melhorias significativas nas provas de aferição deste ano” (tudo em percentagens, com especial destaque para o caso da Matemática, recuperação estrondosa, o que diverge do parecer da SPM), blá, blá, blá… tudo de bom, só progresso e, mensagem subliminar, “os professores, aqueles insurrectos, foram finalmente postos na ordem”…(pareceu-me nada ter sido mencionado relativamente ao exame de Português do 12º ano, hoje criticado pela APP como se pode ler no Diário de Notícias que tinha decidido não comprar, mas o Público já se encontrava esgotado.
Junho 18, 2008 at 10:51 pm
Os testes PISA são todos os anos?
Espero ansiosamente por estes resultados, para ver Portugal à frente da Finlândia a Matemática!!
Tudo isto é ridículo de mais para ser verdade! Eu até me cussta a acreditar o que se faz só para poupar não sei quantos euros por cada aluno que vai deixar de chumbar.
Ridículo, ridículo, ridículo!
É um Faz-de-conta que vai ter repercussões muito grave no país.
Junho 18, 2008 at 10:55 pm
Penso que os PISA se realizam de 3 em 3 anos (mas não tenho a certeza).
Junho 18, 2008 at 10:57 pm
Já estou a vislumbrar o pedido de canonização, não de Lúcia ou primos, mas de Lurdes, a santa milagreira dos resultados estatísticos!
Isto é mesmo de vómitos, especialmente porque estamos a viver o que “ontem” prevíamos!
A atmosféra política está nauseabunda, fedorenta, pestilenta…
Junho 18, 2008 at 11:18 pm
Biba a Nossa Senhora do Bom Sucesso!!!
Ai zazuz, zazuz, que ela faz milagres, catano!!!
Junho 18, 2008 at 11:25 pm
Agora já entendemos o porquê do riso do Valter Lemos.
E não me sai da memória aquela do : -O que levais aí no vosso regaço, senhora?
- São os resultados de provas e exames, senhor!
E PUM, eis senão quando, caso nunca visto,saem para cima de 90% de sucesso de dentro do toucado. Do regaço, queria eu dizer.
Junho 18, 2008 at 11:25 pm
A Propaganda começou!
Ele e a história do casaco e das calças de cabedal e “eu tinha fama de ser um grande garanhão”: o que é que eu tenho a ver com isso – fazes o que queres da tua vida!
http://livresco.wordpress.com/2008/06/18/estou-a-pensar-em-comprar-meia-duzia-para-usar-na-lareira/
Junho 18, 2008 at 11:26 pm
Eu por acaso vi a entrevista em directo e a estupidez do Jornalista ultrapassou em muita a da ministra, o que não é fácil!
Não colocou uma única questão com nexo, confundiu alhos com bugalhos, uma tristeza!
Junho 18, 2008 at 11:29 pm
E Valter terá dito: mas não era suposto serem rosas?
Junho 18, 2008 at 11:29 pm
A SIC está comprada pelo poder – quando é que vocês abrem os olhos!
Junho 18, 2008 at 11:30 pm
http://ramiromarques.blogspot.com/2008/06/fenprof-faz-queixa-do-governo-portugus.html
Junho 18, 2008 at 11:31 pm
http://ramiromarques.blogspot.com/2008/06/facilitismo-e-seleco-social.html
Junho 18, 2008 at 11:39 pm
http://palermicedebacalhau.wordpress.com/2008/06/18/escolha-multipla/
Junho 18, 2008 at 11:40 pm
Alunos dos 2º ciclo fazem em 2008 prova igual à do 1º ciclo de 2007?
http://blasfemias.net/2008/06/18/milagres-2/
Junho 18, 2008 at 11:43 pm
Livresco, 19.
Os argumentos do Ramiro Marques são de uma banalidade confrangedora, de resto deixei de ler o blog dele.
Num debate com os alunos do 12.º ano da minha escola, levava uma tareia.
Junho 18, 2008 at 11:45 pm
Não vi a entrevista, nem quero ver a entrevista.
A RTP1 referiu um estudo nacional, realizado pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco, apresentado no livro “Ser Professor”, que concluiu que “os professores estão cada vez mais insatisfeitos com a profissão”. Nada de admirar!
Mas parece que a senhora Ministra descobriu a fórmula: “professores mais insatisfeitos conseguem melhores resultados”! É obra!
Link para a notícia da RTP1
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=351184&tema=1&pagina=3&palavra=&ver=1
Junho 19, 2008 at 12:00 am
Veja-se o rodapé da imagem inserta no post à direita: “Há uns quantos pessimistas de serviço neste país”.
Na realidade, a imagem da senhora Ministra transmite um optimismo extraordinário. Talvez mais pelo sorriso e pela energia do discurso, mas também pelas palavras bondosas com que costuma contemplar alguns agentes educativos. Mas lá que transmite optimismo, isso transmite!
Junho 19, 2008 at 12:29 am
J no h pachorra para aturar esta senhora.Prefiro ver vinte filmes de terror seguidos……sem intervalo e sem direito a pipocas…AT QUANDO esta prepotncia este mau feitio…..j chega…..j chega….j chega….estou farto.
Junho 19, 2008 at 12:45 am
Não fiz uma análise aos resultados dos exames de Matemática e Português. Ainda é cedo mas não me admira a melhoria. Não se esqueçam que nestes exames do básico não estão os alunos que as escolas, encaminharam para os chamados Cursos de Educação e Formação, Tipo 2 e 3.
Não consegui descobrir o número de alunos que em 2007/08 se matricularam para fazer um curso profissional com equivalência ao 9.º ano. Só por curiosidade no ano lectivo 2006/07 matricularam-se 24693 (GIASE) alunos e estes não fazem exames e se o fizessem chumbavam todos
Junho 19, 2008 at 1:15 am
“A costumeira irritabilidade”
Nem mais… Sempre a mesma cassete, sempre a prepotência do costume…
A senhora doutora não tem mais argumentos e usa os mesmos de sempre… Não há paciência. Melhores resultados? Claro que sim! Na turma do meu filho não houve negativas a Português e só dois alunos tiraram negativa a Matemática (6º ano)… As notas no final do ano, não serão bem estas…Retirem as conclusões que quiserem…
Junho 19, 2008 at 1:20 am
Já não há pachorra para ver “a doida varrida” da educação! Com esta senhora a educação deste páis irá com um tal Titanic contra o “iceberg”. Depois fechem as portas do ME para obras.
No entanto é com agrado assistir alguns pais que já não engolem esta “banha da cobra”!
Junho 19, 2008 at 1:25 am
Texto corrigido de [28]
Já não há pachorra para ver “a doida varrida” da educação! Com esta senhora a educação deste País irá como o Titanic contra o “iceberg”! Depois fechem o ME para obras.
No entanto, agrada-me o facto de verificar que alguns pais já não engolem esta “banha da cobra”!
Junho 19, 2008 at 1:45 am
A srª tem, sérias, dificuldades em avaliar… ainda não percebeu que aquilo que, efectivamente, “desmoraliza o trabalho dos professores e das escolas” (com o qual parece sempre muito preocupada – OK, era para rir )é… é… mesmo ela!
-Quanto a graus de dificuldade, só o GAVE sabe aferir!
-Interpretar o exigido pelos programas, só mesmo o GAVE!
-Curvas de distribuição das respostas ou análises afins: estatística não é apanágio dos sociólogos – muitos outros têm mais competência na área!
-Se tanta exigência técnica (argumento base para a srª se manifestar, segundo a própria) para as provitas … qual terá sido a que lhe permitiu afirmar que as melhorias se devem às suas medidas? (nesse caso, já não é só uma questão de opinião mas sim uma afirmação tecnicamente validada??? como? com curvas de distribuição de opiniões dentro do seu ministério?
- Tanta competência do GAVE… então e a demora dos critérios que, supostamente, já estariam mais que feitos e verificados? (proporcionalmente, parece-me que foram mais rápidos a enviar a inspecção à escola do tal professor de Matemática que no programa da RTP falava (e bem) no facilitismo e a colocar no site do ministério a informação relativa à situação…
- Eu tenho uma proposta: O ME, através do GAVE passa a elaborar todas as provas e avaliações escritas de todos os alunos ao longo de todo o ano escolar. Como a interpretação dos programas e o nível de exigência e adequabilidade às faixas etárias são apanágio dos doutos organismos do ME, eles devem fazer planificação aula a aula e enviar para que as escolas executem. Acaba-se com a atribuição de classificações (notas/níveis)aos alunos e todos passam de ano ( não é preciso infantilizá-los publicamente, a qualquer custo, como mostram os exemplos das provas que aqui têm sido referenciadas).
Já percebi a dificuldade dos meus alunos do 7º ano (que já usufruiram dessas medidas)com as operações elementares e vocabulário básico: não os ponho a contar círculos, quero dizer, bolinhas!
Portugal pagará caro e, nessa altura, que ainda se lembre do que diziam os professores e todos os pessimistas de serviço!
Será que a ideia da utilização da CIF (OMS) (”pioneira em Portugal”)foi importada, também, do Chile? – é que nos restantes países europeus não é utilizada!
Os Pais, esses, vão começar já a sentir (os mais atentos já o sentirão/saberão)…
Mediocridade, Manipulação, Mentira, Hipocrisia e o Engodo social – é o retrato do triste e cada vez mais POBRE país que temos.
Junho 19, 2008 at 2:04 am
“10 mil aquém do desejável
1. Os resultados das provas de aferição em Matemática do 4.º ano continuam, apesar da evolução positiva, a ser preocupantes: quase 10% dos alunos, ou seja 10 mil crianças entre os 9 e os 10 anos, ainda não conseguem atingir as metas mínimas de aprendizagem previstas nos programas.
2. Nestas idades, seria desejável que, à semelhança do que se verifica noutros países europeus, o sucesso escolar se aproximasse dos 100%. Quando tal não acontece fala-se, por exemplo em França, onde apesar de tudo as taxas de insucesso são bastante menores, em “genocídio escolar”. Em Portugal, críticos eventualmente desembarcados de Marte ou regressados do Paleolítico clamam contra o excesso de sucesso…
Inserido por Rui Pena Pires”
Ocanhoto.blogspot.com
Junho 19, 2008 at 2:07 am
Se a srª ministra consegue num ano acabar com a “fatalidade da Matemática”, poderia ajudar o sr 1º ministro em um ano (o anito que lhes falta de mandato… ainda vão a tempo) acabar com a fatalidade da pobreza – os portugueses aguardam esses resultados com ansiedade e muita expectativa!
Junho 19, 2008 at 2:45 am
http://porquemedizem.blogspot.com/2008/06/ministra-sobre-exames-nacionais.html#links
HOUVERAM????
“Gostava de lhe dizer que há uns quantos pessimistas de serviço neste país, muito pessimistas. O que acontece é que o país tem que estar sempre mal e os alunos ser sempre maus. Quando os resultados são, por si, maus e houveram??? fragilidades nos conhecimentos e nas competências, aí está a prova de que o país está mal”
MLR, (sic) in entrevista à SIC.
Será que Professora doutora Ministra da educação não sabe que não se diz houveram, mas houve??? Estavam a falar de quê? De exigência? Em português???
Se a virem por aí, deixem-lhe esta dica…
“O Verbo Haver
O verbo haver não tem somente o sentido de existir. Tem também o de ocorrer (caso em que também é impessoal): “Houve três acidentes em Camaçari”; o de obter, conseguir: “Ele espera haver o perdão do filho”; o de considerar, julgar, entender: “O árbitro houve por bem suspender a partida”; o de sair-se, comportar-se: “Ele se houve bem no concurso para juiz”. Pode ainda funcionar como auxiliar, na formação de tempos compostos: “Ela não havia feito o trabalho”.A forma houveram surge quando se emprega haver com qualquer sentido que não seja o de existir, ocorrer ou fazer (na indicação de fatos ligados ao tempo, fenômenos da natureza etc.): “Os sem-terras houveram do juiz a liminar”, / “Os funcionários houveram-se por bem encerrar a greve”, / “Os devedores houveram de me pagar”. Quando tem o sentido de existir, o verbo haver é impessoal, isto é, não tem sujeito e fica sempre na terceira pessoa do singular, em qualquer tempo ou modo. Assim, se dissermos: “Houve muitos festejos em louvar a São João”, houve é a terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo. Note que o correto é: “Houve muitos festejos juninos”. (continua in http://hilltop.my1blog.com/o-verbo-haver/ )
Junho 19, 2008 at 2:49 am
Ministra sobre exames nacionais. Houveram???
porquemedizem (link no nick)
“Gostava de lhe dizer que há uns quantos pessimistas de serviço neste país, muito pessimistas. O que acontece é que o país tem que estar sempre mal e os alunos ser sempre maus. Quando os resultados são, por si, maus e houveram??? fragilidades nos conhecimentos e nas competências, aí está a prova de que o país está mal”
MLR, (sic) in entrevista à SIC.
Será que Professora doutora Ministra da educação não sabe que não se diz houveram, mas houve??? Estavam a falar de quê? De exigência? Em português???
Se a virem por aí, deixem-lhe esta dica…
“O Verbo Haver
O verbo haver não tem somente o sentido de existir. Tem também o de ocorrer (caso em que também é impessoal): “Houve três acidentes em Camaçari”; o de obter, conseguir: “Ele espera haver o perdão do filho”; o de considerar, julgar, entender: “O árbitro houve por bem suspender a partida”; o de sair-se, comportar-se: “Ele se houve bem no concurso para juiz”. Pode ainda funcionar como auxiliar, na formação de tempos compostos: “Ela não havia feito o trabalho”.A forma houveram surge quando se emprega haver com qualquer sentido que não seja o de existir, ocorrer ou fazer (na indicação de fatos ligados ao tempo, fenômenos da natureza etc.): “Os sem-terras houveram do juiz a liminar”, / “Os funcionários houveram-se por bem encerrar a greve”, / “Os devedores houveram de me pagar”. Quando tem o sentido de existir, o verbo haver é impessoal, isto é, não tem sujeito e fica sempre na terceira pessoa do singular, em qualquer tempo ou modo. Assim, se dissermos: “Houve muitos festejos em louvar a São João”, houve é a terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo. Note que o correto é: “Houve muitos festejos juninos”. (continua in http://hilltop.my1blog
Junho 19, 2008 at 3:19 am
Ó Fernanda, o “toucado” é do outro:
o da “melena desgrenhada”…
Mas também é milagreiro!!!
hehehehe
Junho 19, 2008 at 3:56 am
DA (31),
Mas isso do “canhoto” é o “marido” da sinistra!!!!!
(risos) (gargalhadas)
Junho 19, 2008 at 5:30 am
Pois é at, houveram umas confusões na minha cabeça.:-)
Junho 19, 2008 at 5:35 am
Os críticos desembarcaram de Marte como diz o Rui PP?
E a senhora desembarcou de Vénus, não?
Essa do houveram trespassou o meu anti-vírus mental.
Imperdoável!
Junho 19, 2008 at 9:49 am
queixasdeprofessores.blogspot.com/
Junho 19, 2008 at 12:30 pm
Francamente, DA (32),e outros, não compreendo a insistência nestes parágrafos que não têm qualquer sentido:
“10 mil aquém do desejável
1. Os resultados das provas de aferição em Matemática do 4.º ano continuam, apesar da evolução positiva, a ser preocupantes: quase 10% dos alunos, ou seja 10 mil crianças entre os 9 e os 10 anos, ainda não conseguem atingir as metas mínimas de aprendizagem previstas nos programas.
2. Nestas idades, seria desejável que, à semelhança do que se verifica noutros países europeus, o sucesso escolar se aproximasse dos 100%. Quando tal não acontece fala-se, por exemplo em França, onde apesar de tudo as taxas de insucesso são bastante menores, em “genocídio escolar”. Em Portugal, críticos eventualmente desembarcados de Marte ou regressados do Paleolítico clamam contra o excesso de sucesso…
Inserido por Rui Pena Pires”
Ocanhoto.blogspot.com
Como é que se pode, tentar, dar a volta a uma situação tão descaradamente falsa como estes resultados das provas de aferição? Todos gostaríamos que houvesse sucesso, é para isso que trabalhamos, mas um sucesso legítimo, consistente! Os “marcianos” e os “pré-históricos” clamam é contra a descarada mentira com que se quer a todo custo mascarar o verdadeiro “genocídio escolar” que se vai consolidando.
Junho 19, 2008 at 12:42 pm
‘Houveram’ algumas gralhas no discurso da Milu que já não deixar que ela tenha excelente… No meu tempo, este era de reguada…
Junho 19, 2008 at 12:49 pm
HOUVERAM, HOUVERAM HOUVERAM!!!! A Sra Ministra disse tal????? É o sucesso a Língua Portuguesa que a está a afectar
Junho 19, 2008 at 1:24 pm
Marialynce,
coloquei aqui o texto do Rui Pena Pires por ser o companheiro da Sra ME. Para tentar perceber a senhora.
Junho 19, 2008 at 2:40 pm
“Sobre as verdadeiras intenções deste Minist´rio em relação à ‘avaliação para os resultados estatísticos’, acabei de ouvir na TV, canal 8, um debate, em que uma professora disse que eram obrigados a considerar como 100% certas as respostas incompletas nas provas de Matemática do 6º ano, como por exemplo a seguinte:
Pergunta: Desenhe um triângulo obtusângulo.
Respostas correctas: Qualquer polígono desde que tivesse um ângulo obtuso.
Isto é, um losango, qualquer polígono com qualquer número de lados, etc…desde que….
Chama-se a isto promover a qualidade do ensino!
Chama-se a isto fazer a discriminação entre boas e más respostas!
Chama-se a isto promover o sucesso!
E, ao que parece, aquele era um critério geral que, obviamente, se aplicaria a tras respostas.
A mim, sempre me ensinaram que as respostas não podiam estar meias-certas! Mas estes senhores, em nome já sabemos de quê, estão-se nas tintas para a exigência, para o rigor.
E é assim que vivemos neste país, com estes bons exemplos para a juventude!
JMatias
19 de Junho de 2008 12:31″
In,
professoresramiromarques.blogspot.com/2008/06/e-no-seria-mais-sensato-esperar-pelo.html
Junho 19, 2008 at 6:19 pm
Educação em Portugal
Pensei sempre que Portugal tinha alto nível de instrução. Quando estive na escola primária em Reis-Magos (Verém), Goa, tive belíssimos livros de geografia, história, desenho, aritmética, gramática de Ulisses Machado e selecta portuguesa.
Sinto pena em ouvir que o nível de educação em Portugal está a baixar muito.
Os professores e os alunos devem trabalhar, de mãos dadas, para elevar o nível.
Junho 19, 2008 at 7:06 pm
icsouza (46),
“Sinto pena em ouvir que o nível de educação em Portugal está a baixar muito.”
Os professores estão em pé de guerra total com o (des)governo, para que o nível de Educação não baixe em Portugal.
Se os professores não estivessem no seu posto a lutar e a trabalhar com os seus alunos, estando claramente a bater o pé ás sinistras e sinistras, apesar do mais vil e brutal ataque perpretado em 3 anos, e sem o apoio expresso da população portuguesa á sua luta e em defesa de um SNE de qualidade, então sim, ñeste momento, a situação já se apresentaria meio complicada.
Paradoxo dos Paradoxos. A população – os verdadeiros beneficiários de um serviço de muita qualidade prestado pelos professres portugueses- devia ser ela a assumir esta responsabilidade cívica. Em vez disso, coloca-se silenciosamente ou expressamente contra os próprios professores.
Estranho. Mas este (des) governo controla e manipula toda a informação veiculada através dos orgãos de comunicação social!
Junho 19, 2008 at 7:34 pm
Li acerca dos esforços dos professores e dos alunos neste campo de educação. O Ministério de Educação é que deve abrir os olhos. Há realmente crise de liderança em Portugal. É realmente pena! Mas esta crise de liderança há também em Goa, onde os Portugueses estiveram por 451 anos. Agora estamos lá a remar com o bem e com o mal!…
Junho 19, 2008 at 8:31 pm
Constou que a certa altura da entrevista a senhora disse “houveram”….
Parece que disse mesmo.
Fui ouvir a entrevista no site da SIC e, percebe-se tudo bem menos, imagine-se, essa palavra. Quando ela a diz ouvem-se uns ruídos. Que conveniente!
De resto foi igual a si própria: mal educada e prepotente.
A quem interessar confirmar está aqui
http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao?p=7
Junho 20, 2008 at 11:11 am
É pá ainda não revonhem a importância de boas avaliações? Tão exigentes com os alunos e tão pouco exigentes com os professores?!! Não faz sentido. Grande Ministra!
Junho 25, 2008 at 12:29 pm
cuidado que a maçon é perigosa!!
)